O papo é sobre “content house”

Mais um programete de rádio

O nosso drops de rádio desta semana tratou do surgimento das “content houses”. Não sabe o que é?! Então dá o play e entenda o que está acontecendo.

O drops do Publicitando é exibido toda terça dentro do Panorama, programa de rádio exibido de segunda a sexta na rádio Unitau das 14h00 às 16h00.

 

Tendências de design de Logo

Os logos mais famosos do mundo redesenhados

Como os estilos de moda, as tendências de design de logotipo vêm e vão. O que há um ano podia parecer brega e desatualizado, no dia seguinte é o que todos estão usando. Para determinar quais tendências de design são populares e estão em ascensão, analisamos as reformulações de logo das grandes marcas – você sabe, as marcas com grandes orçamentos para investir em marketing e branding. Se essas marcas usam certas tendências em seus designs, você pode apostar que elas pesquisaram e planejaram cuidadosamente cada detalhe.

Ao escolher mudanças de design sutis, você pode manter a essência de sua marca enquanto a adapta aos gostos modernos. Se você está pensando em atualizar ou criar logotipo, considere o uso de algumas dessas tendências de design.

Fonte: Link Building – Luana Santos

Adobe é a primeira a oferecer dados analíticos para áudio offline e online

Adobe Analytics Cloud permite que as marcas obtenham mais informações sobre podcasts, streaming de música e livros digitais

 No Adobe Summit, realizado em Las Vegas agora em março, a Adobe revelou seu Analytics para streaming de áudio. Pela primeira vez, as marcas poderão obter informações detalhadas sobre o áudio online e offline. Parceira das dez maiores marcas de mídia e entretenimento, como CBS Interactive, Pandora, Spotify, Time Warner e Viacom, a Adobe Analytics Cloud permite que as marcas entendam como o ouvinte interage com podcasts, streaming de músicas, audiolivros e muito mais, no fim das contas, isso as ajuda a tomar decisões mais bem informadas para oferecer a melhor experiência ao cliente. O Adobe Analytics mede a batida e a monitora em tempo real fornecendo um nível avançado de insights sobre o streaming, o que permite que as marcas obtenham métricas essenciais.

“Com um mercado lotado e a possibilidade de ouvir áudios a qualquer hora e em qualquer lugar, as marcas geralmente ficam no escuro quando se trata de entender como o áudio é consumido. Os profissionais de marketing basicamente chutam o orçamento”, disse Jeff Allen, diretor de marketing de produtos, Adobe Analytics Cloud. “Nenhuma outra solução de dados analíticos permite esse nível de insights para podcasts, streaming de áudio e livros digitais”.

Os novos recursos de áudio na Adobe Analytics Cloud incluem:

Entenda os ouvintes: as marcas podem mensurar se um ouvinte terminou o podcast ou o audiolivro, se um anúncio foi ignorado, quando a entrega ocorreu e como erros (buffering, por exemplo) afetam a experiência, tanto para áudio baixado quanto áudios transmitidos ao vivo. A Adobe também permite que as marcas mensurem o conteúdo de áudio em todos os dispositivos e se um podcast ou audiolivro for ouvido em diferentes dispositivos. Com o Audience Marketplace do Adobe Audience Manager, as marcas podem se conectar a fontes de dados secundárias e de terceiros para entender o comportamento do usuário em marcas parceiras ou para avaliar a localização, a demografia ou a psicografia do público-alvo. Essas informações ajudam os editores de áudio com recomendações, decisões de publicidade e programação, levando a uma melhor experiência do consumidor.

Garanta a melhor experiência de áudio: com tantas opções de conteúdo, os consumidores podem rapidamente mudar de ideia, especialmente se a experiência não atingir o padrão esperado. Por meio do Adobe Sensei, a estrutura de IA ​e de machine learning da empresa, o Adobe Analytics alerta a marca quando uma anomalia está ocorrendo, como buffering muito demorado, e monitora o tempo entre o clique e a inicialização do áudio.

Gere receita na entrega: ao capturar as escolhas de conteúdo e os comportamentos dos ouvintes, as marcas podem segmentar melhor os anúncios para os consumidores e fornecer uma experiência de áudio personalizada para garantir que os ouvintes permaneçam engajados. As marcas podem mensurar os anúncios que os ouvintes iniciaram e concluíram, se houve uma desistência, e quais os pontos ideais para o anúncio no áudio. Com o Adobe Audience Manager, as marcas podem monetizar seus ativos de dados no Audience Marketplace e distribuir seus públicos-alvo em canais de entrega de conteúdo e de entrega de anúncios centrados em dispositivos móveis em todo o ecossistema de publicidade e marketing.

Acelere o carro conectado: para fabricantes de automóveis e desenvolvedores de aplicativos para carros, o Adobe Analytics garante a personalização e recursos de anúncios, propiciando às marcas a capacidade de oferecer experiências únicas no carro. Playlists personalizadas, recomendações de rota e anúncios de áudio podem ser usados para recomendar e exibir diferentes tipos de conteúdo. As marcas também podem ser alertadas instantaneamente se uma interação de voz do carro falhar.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Novo programete

Mais um

Ontem foi ao ar pela Rádio Unitau, dentro do programa Panorama, mais um drops do Publicitando.

Desta vez o tema foi o desgaste da propaganda tradicional e a necessidade das marcas buscarem novas saídas. Confira:

 

Coluna Branding: a alma da marca

Uma covardia com a comunicação

Havia prometido a mim mesmo que neste ano não publicaria nesta coluna textos muito politizados, já que com a chegada das eleições os ânimos estariam acirrados e meu objetivo neste espaço é falar de conteúdos que interfiram diretamente na vida de quem gosta de propaganda, gestão de marcas ou estudam comunicação.

Acontece que neste mês um “publieditorial” do governo federal, chamou minha atenção e, me deu oportunidade de falar do assunto. Algumas das principais revistas político-econômicas do país receberam uma sobrecapa com uma propaganda do governo federal com o tema: “a reforma da previdência”.

Trata-se de uma estratégia de marketing com objetivo de convencer a opinião pública reticente ao assunto, com o uso do informe publicitário, uma técnica polêmica quanto à sua forma ética e sua eficácia. Assim, mesmo não me poupando à abordagem crítica, tento ater meus comentários à linha de assunto que interessa ao leitor deste blog.

No branding um dos princípios para se ter uma boa gestão de marcas é saber convencer seu público-cliente de suas necessidade. Aquele que promove uma instituição precisa ter coerência entre aquilo que a marca se propõe a ser (identidade) e aquilo que a marca apresenta a sociedade (imagem), é exatamente sobre esse princípio o exercício de análise. Qual é a coerência desta ação do governo em toda cadeia comunicacional?

Não é novidade uma revista vender sua capa para a publicidade, a sobrecapa é só um item dentro do mix de produtos publicitário, e já foi utilizada por diversas marcas do setor privado. Pode ser boa para o anunciante se bem executado, mas, é muito comprometedora à imagem do veículo, já que, por coerência, este deveria se mostrar à sociedade o mais isento possível, fazendo de tudo para preservar a credibilidade de seu jornalismo sem que haja desconfiança de que sua posição opinativa ou esclarecedora tenha preço. E obviamente muito preço, sendo a mídia mais cara do segmento.

Sei que este princípio, da ‘isenção’, está cada dia mais obsoleto e até fora de moda quando se trata de jornalismo. Porém, não seria por situações como esta que temos crise também na credibilidade institucional dos nossos meios de comunicação e do jornalista? Não é verdade que cada dia mais os blogueiros sem formação e que nem sequer se dão ao trabalho de apurar o fato, concorrem diretamente com o profissional da área? Por que um cliente pagaria um jornalista profissional vendável, se um blogueiro se vende por muito menos e oferece a mesma exposição?

Não há mais a figura do opinador qualificado, do gestor da informação verdadeira, do investigador denunciador, isso está ficando de lado por aquele que paga mais!?Quando a propaganda compra a imagem do jornalismo, é como se uma irmã gêmea rica usasse e abusasse daquela outra fragilizada por ter princípios, roteiro digno das novelas mexicanas.

Mesmo sendo publicitário de origem, tenho me empenhado a mostrar que nós dá comunicação precisamos e deveríamos lutar por uma profissão mais ancorada em juramentos morais do que comerciais. Sem credibilidade nenhuma profissão sobrevive. Isso é a tal coerência do Branding.

Pergunto: esta situação é boa para a propaganda também, mostrando poder da profissão? Oferece aos clientes a possibilidade de se dar bem usando a credibilidade institucional do jornalismo?

Não acho que seja bem assim!

As sessões 5 e 6 do código de autorregulamentação da propaganda brasileira fala um pouco sobre a apresentação da verdade em uma propaganda travestida de jornalismo, embora traga itens práticos a serem cumpridos para que um “publieditorial” não seja considerado enganador, deixa claro que o limite entre uma imagem verdadeira e manipuladora é muito tênue e com isso em mente me pergunto.

Um publieditorial do governo estaria alinhado ao princípio do Artigo 5º deste mesmo código?

“Nenhum anúncio deve denegrir a atividade publicitária ou desmerecer a confiança do público nos serviços que a publicidade presta à economia como um todo e ao público em particular.”

Se deixarmos de lado a questão ética por um pouco de tempo, ainda assim podemos ver que até tecnicamente esta ação não é tão eficiente. Um único informe publicitário pode demonstrar o carácter manipulador de uma marca, e isso é bastante inconveniente ao branding, imagine então se ao chegar a uma banca ou supermercado você encontra lado a lado 4 revistas com a mesma capa falando da reforma da previdência. Seria como o famoso anúncio de TV diz: “Tá querendo me enganar…é?”

Ou seja, se o objetivo era credibilizar o fato, foi dado o resultado contrário. Demonstrando a ineficácia da propaganda e aumentando a aversão a mesma. Um ato contrário aos princípios da profissão, que ao meu ver, deveria ser revisto até mesmo pelo Conar.

Para terminar deixo então a minha crítica.

Esta comunicação do governo, que serviu para sujar a imagem das profissões e instituições do jornalismo e de publicidade, e que por pura incompetência técnica não trará nenhum efeito prático, serviu para que?

Para enriquecer o bolso dos envolvidos? Para ser coerente só com o tipo de atitude autoritária e que pensa que o povo brasileiro é ignorante e manipulável?

Precisamos exterminar com esse tipo de atitude no país, aquele que destrói nossa imagem de país sério. Não importa o lado político que defendemos, deveríamos estar unidos para que a história valorosa das nossas profissões não fosse jogada no lixo por esse tipo de prostituição.

A imagem das empresas nacionais está arranhada, dos poderes executivos, legislativos e judiciários também, nossa imprensa e propaganda são vendáveis por covardia e só será possível mudar algo nesse país se surgirem pessoas que realmente acreditem que a verba institucional não é mais importante do que a marca institucional.

A experiência cria defensores da marca

Valorização da experiência transforma consumidor em defensor da marca

A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, isso vai além da simples padronização de apps, sites e lojas, neste processo acompanhar a jornada do cliente é fundamental.

Wilmar Lima, da FH

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018 e o case de sucesso do primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil:

• Comando de voz – Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes – Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas – Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, em 2017. O piloto foi realizado na loja de São Bernardo do Campo. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH.

Fonte: SmartCom Inteligência em Comunicação – Karen Krinchev

Empresa lança campanha usando sua própria tecnologia

Adobe lança a primeira campanha publicitária 100% programática da indústria

Campanha – toda estruturada por meio da própria solução da empresa, a Adobe Advertising Cloud –, tem o objetivo de mostrar como tecnologias de inteligência e design são essenciais para a imagem das marcas

A Adobe anunciou o lançamento de sua campanha global “Experience Business”, a maior campanha publicitária cross-mídia a ser implementada unicamente por meio de uma plataforma programática. A campanha ressalta a visão da Adobe de que uma inteligência profunda e um design incrível são fundamentais para criar experiências convincentes que ajudem as marcas a se destacarem. As marcas participantes incluem Caesar’s Entertainment, Carnival Corporation, Franke Group, Holland America Line, Pandora, Princess Cruises, Sydney Opera House, UBS e T-Mobile. O lançamento inicial nos EUA, Reino Unido e Alemanha aconteceu em novembro.

A campanha “Experience Business” da Adobe é comprada de forma 100% programática pela Adobe Advertising Cloud, que integra a plataforma Adobe Experience Cloud, e conta com toda a transparência da plataforma para administração cross-channel de propagandas. A campanha foca em executivos C-level e potencializa formatos de alto impacto de design e mídia em diversos canais. Os métodos de compra incluem lances em tempo real (RTB) e compras diretas não garantidas através do On-Demand, mercado premium da Adobe Advertising Cloud para o divulgador.

Na campanha, a Adobe utiliza seu próprio planejador de múltiplas telas do Advertising Cloud para definir os melhores investimentos em mídia assim como o software DSP da solução. A tecnologia permite realizar as compras de mídia display e vídeo em desktop e mobile, display e vídeo em mídias sociais pagas, Out Of Home (OOH) digital, áudio digital, além de formatos de anúncios para smart TVs.

A campanha criativa, desenvolvida com a equipe criativa interna da Adobe e pela agência parceira Goodby Silverstein & Partners, retrata objetos aparentemente cotidianos com o slogan “Make Experience Your Business”, explicando como as empresas devem pensar além dos produtos que estão vendendo – elas devem fornecer uma experiência verdadeiramente excepcional com relação aos seus produtos para realmente se destacarem. A campanha abrangente conta com uma experiência reinventada da Adobe.com e é a peça central dos eventos da Adobe ao redor do mundo.

“As marcas mais bem-sucedidas hoje em dia concentram sua energia em fornecer uma experiência consistente e unificada em vários canais”, disse Alex Amado, vice-presidente de Marketing de Experiência da Adobe. “Usamos essa abordagem completamente programática, pois assim podemos efetivamente direcionar este público, analisando o comportamento e as pegadas digitais para oferecer uma experiência mais relevante e personalizada em cada ponto de contato”.

A Adobe continua a usar suas soluções de dados para encontrar novas formas de efetivamente alcançar novos públicos e medir o impacto em tempo real. O Projeto Relay, por exemplo, é um modelo doméstico da Adobe para medir a forma como a mídia paga leva os clientes a fazer testes gratuitos e, em seguida, a pagar por conversões. O projeto foi premiado com o ANA Genius Award em outubro por efetivamente usar o analytics para dar sentido ao big data e provar o valor do marketing. Veja mais informações aqui.

Sobre a Adobe Experience Cloud

A Adobe Experience Cloud é um conjunto abrangente de serviços em nuvem, formulados para oferecer às empresas tudo que elas precisam para oferecer experiências excepcionais para os clientes. Incluindo a Adobe Marketing Cloud, a Adobe Advertising Cloud e a Adobe Analytics Cloud, a Experience Cloud foi desenvolvida com base na Adobe Cloud Platform e integrada com a Adobe Creative Cloud e a Document Cloud. Potencializando os recursos de machine learning e inteligência artificial da Adobe Sensei, a Adobe Experience Cloud combina soluções de renome mundial, uma plataforma completa e abrangente, sistemas abrangentes de conteúdo e dados e um ecossistema robusto de parceiros que oferece uma expertise inigualável na entrega de experiências.

Sobre a Adobe Advertising Cloud

A Adobe Advertising Cloud é a primeira plataforma independente de ponta a ponta da indústria para administrar propagandas em formatos tradicionais (TV) e digitais. Ao se concentrar na segurança da marca, melhorar a transparência e potencializar todo o potencial da Adobe Creative Cloud e da Adobe Experience Cloud, nossa plataforma permite que os anunciantes tenham um maior controle dos seus gastos mundiais com propaganda e alcancem seus objetivos de negócios. A plataforma já administra anualmente cerca de US$ 3 bilhões em propagandas, advindos de mais de 1.000 clientes globais, como a Allstate, Ford, Johnson & Johnson, Kraft, Liberty Mutual, L’Oréal, MGM, Nickelodeon e Southwest Airlines. Descubra mais informações sobre a Adobe Advertising Cloud.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Aniversário em dezembro

Via Vale Garden comemora cinco anos no mês de dezembro
Para comemorar seu aniversário, o shopping preparou uma promoção especial para seus clientes


No mês de dezembro o Via Vale Garden Shopping está comemorando o seu 5º ano de vida. Há cinco anos o Garden tem sido para a cidade de Taubaté mais do que um centro comercial, mas um espaço para a convivência e entretenimento de toda a família.

O shopping está ancorado por grandes marcas como Renner, Riachuelo, Havan, Walmart, Lojas Americanas, O Boticário, além dos principais nomes do setor alimentício como Mc Donalds´s, Burger King, Subway e Pizza Hut. E recentemente o Garden ganhou em suas instalações mais alguns nomes de peso como Scaranza, Super Hot, Marina Gheler, Choco Lamour e Rede Bastos Lava Car.

E para comemorar seu aniversário, o Via Vale preparou uma promoção para lá de especial para os seus clientes. O ‘Estourou Ganhou’ acontecerá nos dias 12 e 13 de dezembro e a cada R$50,00 em compras, basta apresentar as notas no Concierge, seguir o perfil do shopping no Instagram, estourar um balão e ganhar um lindo Ponto de Luz da Marina Gheler.

“Nesses primeiros cinco anos do Garden, pudemos proporcionar muitos momentos inesquecíveis para nossos clientes. Cada show, evento, campanha, são sempre preparados com muito carinho para os convidados do nosso mall. Queremos continuar entregando a melhor experiência, para que cada vez mais o Via Vale se torne um centro de convivência”, ressalta Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do shopping.

Aplicativos para fidelizar o consumidor

Pesquisa indica que marcas devem usar aplicativos para fidelizar consumidor

Os hábitos e preferências do brasileiro no uso de aplicativos de marcas foram avaliadas em pesquisa inédita, realizada pela TopperMinds e a MindMiners, que traçou o perfil do relacionamento do público com apps, entendeu quais as propostas de valor que justificam o download, as principais vantagens percebidas pelo consumidor e as oportunidades de funcionalidades dos aplicativos. A pesquisa comprova que as marcas precisam investir melhor nos aplicativos, não apenas enriquecendo-os com conteúdo, mas principalmente gerando utilidade real no dia a dia do usuário, para gerar fidelidade e vendas.

Participaram da pesquisa 1.000 brasileiros, 50% de homens e 50% de mulheres, de todas faixas etárias acima de 18 anos, das classes ABC das cinco regiões brasileiras. Os objetivos do estudo “Uso de aplicativos: pesquisa inédita revela hábitos e preferências dos brasileiros” foram compreender a motivação de uso, se consumidores pagariam por downloads, quais aplicativos são mais úteis, quais os app “queridinhos” e identificar o comportamento de compra por esse canal.

A principal conclusão é que o brasileiro está aberto para pagar por aplicativos que tenham utilidade, que ofereça benefícios reais, facilitem o dia a dia ou proporcione entretenimento, mas as marcas não entenderam como explorar tantos recursos tecnológicos e seus canais de venda.

“Agora está sacramentado: o único fator decisor para o consumidor manter o aplicativo da sua marca instalado no seu aparelho móvel é utilidade. A pesquisa realizada pela TopperMinds em parceria com a MindMiners evidencia, ainda mais, a importância da “transformação cultural e digital” que as marcas precisam atravessar para entender realmente a nova jornada de compra do seu público alvo. Apenas replicar conteúdo e funcionalidades do desktop no mobile é pura perda de tempo, é essencial entregar valor por meio de muita utilidade, com ainda mais facilidade e relevância do que os demais ambientes da marca, para se tornar parte do dia a dia do usuário ou seremos todos, pouco a pouco, deletados.”, explica Fabrizzio Topper, diretor executivo da TopperMinds.

Quem consome pelo app, prefere a praticidade de poder comprar em qualquer hora e lugar, pela rapidez do processo e vantagens de algumas lojas como desconto exclusivo ou frete grátis, por exemplo.

A pesquisa foi dividida em três partes: uso de smartphones, uso de aplicativos e experiência de compra.

Sobre o uso de smartphone, 90% usam sistema operacional android e 58% utilizam há mais de cinco anos. A maioria já baixou ou instalou aplicativo, sendo que jogos e redes sociais são os mais baixados, além dos apps úteis como de bancos e transporte, mas 59% nunca pagou para instalar aplicativo.

Entre as pessoas que baixam aplicativos: 78% usam aplicativo gratuito por serem mais atrativos, 83% priorizam os que auxiliam nas atividades pessoais, 60% porque recebem vantagens e ofertas, mas só 36% compram por aplicativo. A surpresa fica para os 57% de usuários dispostos a pagar pelo aplicativo se perceber que será útil.

Os estímulos para uso de aplicativo se baseiam em: facilidade de comunicação (41%), ajudam nas tarefas práticas do dia a dia (22%) e alternativa para diversão e entretenimento (22%).

Enquanto 72% já compraram pelo aplicativo, principalmente moda, eletrônicos, celular e livros; tem consumidor usando app dentro da loja física para obter benefícios, sendo que 77% garantem que usaram para obter desconto. Por ser um ativo ao consumidor, 71% estão dispostos a pagar por um aplicativo (de R$ 1,00 a mais de R$ 10,00), desde que perceba valor e utilidade.

A grande vantagem da loja física ainda é poder levar o produto para cada na hora. Site e apps ganham pela praticidade. Em pergunta aberta, o Mercado Livre foi indicado, espontaneamente, como o app de compras favorito de 20% dos entrevistados.

“As compras pelo celular também se tornam cada vez mais comuns. Dentre aqueles que nunca vivenciaram a experiência, a maior justificativa é a falta de oportunidade. As marcas parecem ainda não ter entendido como explorar tantos recursos tecnológicos dentro de seus canais de venda. Vantagens e descontos exclusivos são vistos com bons olhos pelos entrevistados e um grande estímulo para o download de um app”, explica Danielle Almeida, diretora da MindMiners.

Sobre MindMiners – empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Com plataformas exclusivas e a curadoria de uma equipe altamente experiente, entrega inteligência de marketing com agilidade, transparência e qualidade de forma acessível a todos os perfis de clientes. https://mindminers.com/

Sobre TopperMinds – Consultoria de modelagem de negócios digitais com foco em planejamento, gestão e transformação digital dos diversos tipos de negócios: industria, varejo, distribuidores e também startups. http://topperminds.com/

Fonte: Vera Moreira – Assessora de Imprensa/Fabrizzio Topper – TopperMinds e Danielle Almeida – MindMiners