Procura por produtos promocionais deve crescer 15% no segundo semestre

Estimativa é do portal Free Shop, maior marketplace brasileiro de brindes, materiais e serviços para eventos e ponto de venda

Com a proximidade do Natal e das festas de final de ano, empresas do setor de Live Marketing já sentem aquecimento na procura por produtos promocionais. A expectativa é de que a busca por esses itens cresça 15% em relação ao ano passado, segundo o portal Free Shop, maior marketplace brasileiro de brindes, materiais e serviços para eventos e ponto de venda. “O segundo semestre do ano é sempre mais movimentado para o segmento, pois é o momento em que as empresas mais compram brindes e realizam ações”, explica Auli De Vitto, diretor geral da Forma Promocional, empresa responsável pelo portal Free Shop e pela feira Brazil Promotion.

As empresas têm apostado na utilização de brindes e em ações personalizadas, criativas e inovadoras para divulgar e aumentar o recall das marcas, além de engajar os clientes. “Na hora de escolher o item ideal é importante tentar sair do lugar-comum, oferecendo algum diferencial para o público”, enfatiza De Vitto.

O Free Shop registrou mais de 103 mil orçamentos no primeiro semestre deste ano. O aumento foi de aproximadamente 15% em comparação ao mesmo período de 2017. Pesquisa realizada pelo portal no ano passado indica que o investimento médio por empresa era de R$ 50 mil, podendo aumentar mais de 32% em 2018.

Contudo, na hora de definir um produto promocional não basta escolher qualquer coisa. As empresas devem ficar ligadas nas tendências para identificar o que seus consumidores mais gostam. Produtos com a marca aparente estão sendo substituídos por itens de grifes bem discretos, com identificação na parte interna do brinde. Segundo De Vitto, o cliente continua fã das grifes mundialmente conhecidas, mas não quer parecer um outdoor ambulante. Por conta disso, as companhias estão transferindo seu prestígio para produtos promocionais que gerem essa percepção positiva.

Outra novidade em alta são os brindes contra roubo, como por exemplo, mochilas e sacolas com sistemas de segurança que dificultam o acesso a laptops ou celulares. Os itens multiuso ou integrados também despertam grande procura. Neste campo, destacam-se mochilas com powerbank integrado, permitindo ao usuário utilizar o celular, enquanto ele está sendo carregado por um sistema de energia dentro da bolsa.

A tecnologia está sempre em evidência no setor promocional. Com objetos cada vez mais acessíveis e abrangentes fica mais fácil proporcionar ao público-alvo experiências adequadas aos objetivos da marca. Os óculos 3D e os recursos de realidade aumentada e virtual comprovam esta vertente. “Os avanços tecnológicos sempre constituíram um diferencial no segmento. As marcas podem aproveitá-los de diversas formas como, por exemplo, dar ao consumidor óculos 3D e proporcionar acesso à realidade virtual com conteúdos exclusivos”, enfatiza De Vitto.

Produtos alimentícios como cup cakes, caixas com chocolates ou doces especiais também estão em evidência. Além de fugirem do comum, possibilitam o uso de embalagens especiais e têm boa aceitação do público.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Modelos de e-commerce

3 modelos de e-commerce para colocar as indústrias no cenário digital

*Por Maurício Trezub

O e-commerce está cada dia mais forte no Brasil e podemos acompanhar esse movimento pelo crescimento das lojas virtuais, que estão obtendo retorno de anos de investimento. Segundo o relatório Webshoppers, divulgado pela Ebit, em 2016, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 44,4 bilhões e alcançou um crescimento nominal de 7,4% em relação ao registrado em 2015. Este ano, isso tende a aumentar ainda mais. Ao observar a maturidade do setor, as indústrias, em sua maioria off-line, começam a se interessar pelo universo digital por enxergar nele novas oportunidades e um grande potencial para divulgar sua marca e ampliar seu campo de atuação.

No modelo de negócio atual, para um produto chegar ao consumidor, ele passa por diversas etapas – a do fabricante, a do atacado/distribuidor e a do varejista. Isso faz com que o cliente final pague mais caro pelo produto, que é tributado em cada um desses passos. Outros pontos fracos do processo são a distância entre o fabricante e o consumidor, que acaba não conhecendo o perfil de quem consome os seus produtos e nem tendo acesso às demandas em tempo real. Desta forma, a marca permanece afastada e fica na dependência dos grandes varejistas, que controlam os preços de venda e a experiência do cliente. Porém, esse jogo está virando. Hoje, com o fortalecimento das redes sociais, a expansão dos aplicativos e das opções para vendas virtuais, esse cenário está num processo de forte transformação.

É nesse momento que as indústrias devem ingressar no e-commerce, sem se afastar dos seus canais. Então, quais são os caminhos que elas podem seguir para se aproximar dos consumidores, fechar negócios, aumentar sua receita, seu alcance e diminuir esses custos? Existem três modelos que podem ser adotados, contribuindo, inclusive para o gerenciamento das vendas, distribuição e controle do retorno sem grandes desafios. O que determina a escolha por um deles é a capacidade de investimento e maturidade da indústria no cenário digital. Vamos analisar:

Direto puro: o fabricante abre seu site, publica seus produtos no marketplace e centraliza toda a operação de vendas. É uma estratégia barata, rápida e que mantém o contato direto com o consumidor final. Em termos de relacionamento com o cliente, este modelo é um dos mais indicados. Com o formato direto, o fabricante conhece tudo sobre os seus clientes e evita conflitos com os revendedores, já que normalmente são eles que retém a informação. A experiência de compra é a melhor possível por não oferecer transtornos e complicações.

Híbrido: este modelo é para quem já tem uma estrutura de canais e não quer competir com ela, mas quer colocar um pé na entrada das vendas e, para isso, adere à uma plataforma de e-commerce. É um formato compartilhado de responsabilidades que atende às necessidades de indústrias de todos os portes. Aqui o propósito é encarregar tarefas críticas que se afastam do conhecimento da manufatura e, ao mesmo tempo, absorvem as questões operacionais e de atendimento ao consumidor. A fabricante controla todas as etapas e acompanha diretamente o desempenho das vendas, já que ela envia os pedidos aos clientes. Caberá a um intermediário, no caso, um parceiro contratado, assumir as estratégias do e-commerce, manter a plataforma operando com estabilidade e segurança, pois sua marca que aparecerá nos marketplaces. Esse intermediário faz as parcerias, fornece relatórios e informa à manufatura sobre todos os dados da operação.

Parceiro digital: é o modelo ideal para a fabricante que já atua por meio de revendas e deseja ingressar também no e-commerce. Para isso, cria seu próprio comércio eletrônico com os seus produtos. Caberá ao consumidor escolher a revenda mais próxima do endereço de entrega, evitando processos longos na cadeia. Aqui, a manufatura tem um e-commerce de venda direta para o consumidor final e repassa os pedidos às revendas escolhidas pelo cliente, que pode, inclusive, optar por buscar o produto na revenda, aumentando assim, as chances dessa loja vender outros produtos.
Mais do que optar pelo modelo mais adequado à sua empresa, ter um bom planejamento é essencial para sustentabilidade do negócio. Apesar das indústrias possuírem marcas conhecidas no mercado, elas precisam entender e ingressar cada vez mais no ambiente virtual. O fato é que as fabricantes que entenderem como ganhar visibilidade no universo digital, conseguirão garantir sua competitividade no mercado.

É necessário inovar até mesmo na forma de vender e se relacionar com os clientes e só por meio do e-commerce que as indústrias conseguirão ficar mais próximas de seus consumidores. Desta forma, poderão estabelecer um canal direto com eles e, até mesmo, alinhar sua estratégia de negócio aos gostos e preferências dos clientes. É hora indústria ser sinônimo de inovação, não só no processo de fabricação, mas também no modelo de vendas.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Teads, SKY e Ampfy apresentam pela primeira vez no Brasil a tecnologia haptic de publicidade mobile

“Na Rota do Rock” um dos projetos da SKY para o Rock In Rio, foi a escolhida para o lançamento

A Teads, inventora da publicidade de vídeo outstream e marketplace número 1 do mundo em publicidade de vídeo, em parceria com a Immersion, empresa americana líder na experiência digital pelo tato, veicularam a campanha “Na Rota do Rock” da SKY especialmente para o Rock in Rio, maior festival de música do mundo. Inédita no Brasil, a tecnologia haptic acompanha os sons e batidas dos vídeos por meio de vibrações no celular, ampliando a experiência sensorial do usuário. Agregar o tato ao formato publicitário cria interatividade e proporciona uma vivência imersiva do anúncio.

“Buscamos na inovação dos nossos formatos oferecer a melhor experiência para o usuário e vimos nessa campanha da SKY a oportunidade ideal para trazer a tecnologia haptic para o Brasil. A vibração do celular acompanhando o ritmo da publicidade cria uma experiência tátil única, um ótimo exemplo de quanto o potencial do vídeo no celular continua se expandindo para novos níveis, com a introdução também dos vídeos interativos, 360º, entre outros”, afirma Bertrand Cocallemen, Head do Teads Studio Latam.

A campanha da SKY desenvolvida pela agência Ampfy para o Rock In Rio, conta a história de quatro cantores independentes que saem de São Paulo rumo à Cidade do Rock. Apaixonados por música, eles viajam em uma motor home com o sonho de tocar no espaço da SKY no festival. O projeto de branded content desenvolvido pela marca teve seis episódios, seguindo uma estratégia focada em mobile. Depois do teaser para lançamento da campanha, os quatro episódios seguintes apresentaram a história de cada artista. O compacto final exibiu os melhores momentos da experiência e a apresentação deles na SKY Rock Station que a SKY montou no festival. “Com um conteúdo de qualidade e que emociona pela sua verdade, a SKY se fortalece como sinônimo de entretenimento. Além de uma produção inovadora, buscamos novos formatos de mídia de impacto, que engajem positivamente a nossa audiência, complementa Alex Rocco, Diretor de Marketing da SKY.

A campanha completa rodou com exclusividade no celular durante 10 dias, contribuindo para um volume total de mais de 2,7 milhões de views e aumentando a retenção e tempo de interação com a marca. “Estávamos certos que tornar o anúncio da SKY para o Rock in Rio uma experiência sensorial e imersiva no conteúdo premium, aumentaria o engajamento. Mas todas as nossas expectativas foram superadas pelos resultados reais”, afirma André Chueri, Presidente da Ampfy.

O projeto desenvolvido pela Teads, em parceria com a Ampfy, contribuiu para um resultado histórico da SKY que obteve 58 milhões de views totais na ação de marketing digital realizado pela empresa para o Rock in Rio, que contou ainda com duas web-séries e uma cobertura nos perfis da operadora durante o festival.

Resultados que demonstram que a combinação da tecnologia haptic com vídeos outstream posicionados no conteúdo editorial premium, impacta a audiência com anúncios mais marcantes e eficazes. Ao permitir uma conexão com os consumidores através de múltiplos sentidos, ao mesmo tempo em que promove uma experiência de usuário positiva, essa inovação alcança resultados que ultrapassam as métricas médias de efetividade dos mercados.

Fonte: Comuniquese – Ana Julia

Estágio para designer gráfico

Vaga de estágio em design gráfico

A BeCorp é uma startup idealizada por jovens empreendedores, focada principalmente no entretenimento, literatura e economia colaborativa. Atua através de três produtos: um portal, um e-commerce e um marketplace.

O designer irá auxiliar o squad de curadoria a desenvolver o projeto final de nossa revista mensal, além de ter participação na criação de campanhas para home page, e-mail marketing e mídias sociais.

Requisitos:
– Cursando 3º ou 4º ano de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, Propaganda e Marketing ou cursos relacionados;
– Ter computador próprio (preferência notebook);
– Criatividade e eficiência;
– Responsável com prazos;
– Boa comunicação;
– Atenção a detalhes;
– Autonomia e proatividade;
– Pacote Adobe (Photoshop, Illustrator, InDesign). Corel Draw é um diferencial;
– Vetorização e finalização de material para gráfica.

Benefícios:
– Salário compatível a atividade, flexibilidade de horário, possibilidade de trabalhar home office (em casa) e efetivação.

Interessados enviar currículo com portfólio ou projetos próprios para jobs@becoliterario.com com o assunto Vaga – Estagiário de Design Gráfico”

Vaga em marketing digital

Vaga aberta em Marketing Digital

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Requisitos:

Graduação: Cursando ou superior completo em Marketing, Administração ou Ciência da computação;

Área de atuação: Marketing Digital;

Principais Atividades: Profissional para a área de marketing digital, conhecimento em SEO, Marketplace, Analytics, Adwords, E-mail marketing, Social Media, ERP x CRM com experiência e conhecimento em marketing digital e SAC 3.0. Cursos de capacitação e certificações na área de marketing digital serão diferenciais.

Perfil: Heavy user de internet e perfil Geek, dinâmico, criativo e inovador, voltado para metas e resultados. Experiência em liderança, planejamento, gerenciamento de projetos e gestão de equipes completam o perfil desejável.

Horário: Segunda a Quinta das 08h às 18h e Sextas das 08h às 17h

Salário: Encaminhar pretensão;

Benefícios: Vale Transporte e Vale Refeição

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