Vencedores do Caboré

DPZ&T é a Agência do Ano no Prêmio Caboré 2017

Festa de homenagem aos indicados e entrega dos 13 troféus aos ganhadores aconteceu ontem (4), no Citibank Hall, em São Paulo

E mais uma edição do Prêmio Caboré entra para a história da comunicação brasileira. Foram anunciados na noite desta segunda-feira (4), os 13 vencedores da 38ª edição da premiação mais cobiçada do mercado e o prêmio para a Melhor Agência de Comunicação foi para DPZ&T. Já o prêmio de Melhor Empresário da Indústria de Comunicação ficou com Hugo Rodrigues, CEO da WMcCann. Confira abaixo a lista completa com os demais premiados.

Realizada pelo Meio & Mensagem, a homenagem contou com a presença de 1,2 mil pessoas, entre elas, executivos e profissionais das principais agências e anunciantes.

Na primeira parte da festa, José Carlos de Salles Neto, CEO do Meio & Mensagem, relembrou a trajetória do jornal, que em 2018 completa 40 anos.

Na sequência, os 39 indicados subiram ao palco e receberam placas de homenagem. Após o jantar, os vencedores foram anunciados e os novos mitos do mercado receberam o cobiçado troféu em formato de coruja.

Os ganhadores foram escolhidos por meio de votação online aberta apenas a assinantes do Meio & Mensagem e encerrada em 30 de novembro. Todo o processo foi auditado pela PwC Brasil.

O evento contou com patrocínio da @Eletromídia, @Globosat e @GrupoRBS.
Veja lista completa com os 13 profissionais e empresas vencedores do Prêmio Caboré 2017:

Empresário ou Dirigente da Indústria da Comunicação
Hugo Rodrigues (WMcCann)

Agência de Comunicação
DPZ&T
Profissional de Criação
Sergio Gordilho (Africa)
Profissional de Atendimento
Denise Milan (Leo Burnett Tailor Made)

Profissional de Planejamento
Fernando Diniz (DPZ&T)

Profissional de Mídia
Miriam Shirley (Publicis)

Veículo de Comunicação – Produtor de Conteúdo
GloboNews
Veículo de Comunicação – Plataforma de Mídia
Instagram

Profissional de Veículo
André Vinícius (UOL)

Anunciante
Johnson & Johnson

Profissional de Marketing
Jerônimo Santos (Ipiranga)

Serviço de Marketing
Giusti Comunicação

Produção Publicitária
Sentimental

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Saiu a lista dos indicados ao Caboré

Indicados ao Prêmio Caboré 2016 são revelados

37ª edição do evento mais desejado do mercado é dominada por indicados que nunca concorreram

cabore

A lista de indicados ao Prêmio Caboré 2016 comprova o quão dinâmico é o mercado brasileiro de comunicação, marketing e mídia. A disputa pelo troféu mais desejado do setor se dará praticamente entre estreantes. Dos 39 concorrentes, 26 estão competindo pela primeira vez. Sete já foram premiados e outros seis já sentiram o gostinho de receber a gaiola, mas não conquistaram a coruja, mascote da celebração, que agora em 2016 está de visual renovado e ganhou ares de Pokemon Go em campanha criada pela África.

Os concorrentes desta 37ª edição foram selecionados pelos editores do Meio & Mensagem, após ampla consulta ao mercado e análise dos fatos mais recentes envolvendo os segmentos contemplados. Agora é aguardar a votação aberta apenas aos assinantes do Meio & Mensagem (só pode votar quem já era assinante em 19 de setembro, antes da divulgação da lista de indicados), que será realizada entre os dias 31 de outubro e 30 de novembro, em processo auditado pela Pricewaterhouse-Coopers.

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Os ganhadores serão revelados e homenageados em grande festa que acontece dia 5 de dezembro, durante festa do Dia Mundial da Propaganda, no Citibank Hall, em São Paulo. A 37ª edição do Prêmio Caboré tem patrocínio de Globosat, Grupo RBS, Infoglobo e Twitter.

Confira a lista completa dos indicados ao Prêmio Caboré 2016:

EMPRESÁRIO OU DIRIGENTE DA INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO
Eduardo Simon (DPZ&T)
Kiki Moretti (Grupo InPress)
Marcio Oliveira (Lew’Lara TBWA)

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO
AlmapBBDO
Publicis
Talent Marcel

PROFISSIONAL DE CRIAÇÃO
Bruno Prósperi (AlmapBBDO)
Guilherme Jahara (Fbiz)
Renato Simões (W+K)

PROFISSIONAL DE ATENDIMENTO
Claudio Kalim (Africa)
Marcio Borges (WMcCann Rio)
Vinicius Reis (CP+B)

PROFISSIONAL DE PLANEJAMENTO
Aloisio Pinto (DAN/Isobar)
Fabiano Coura (R/GA)
Daniel de Tomazo (Ogilvy)

PROFISSIONAL DE MÍDIA
Adriana Fávaro (LDC)
Andrea Hirata (LeoBurnett Tailor Made)
Francisco Rosa (Artplan)

VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO – PRODUTOR DE CONTEÚDO
SBT
SporTV
UOL

VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO – PLATAFORMA DE MÍDIA
Eletromidia
Instagram
YouTube

PROFISSIONAL DE VEÍCULO
Gilberto Corazza (Turner)
Marcelo Duarte (TV Globo)
Nilson Moyses (Otima)

ANUNCIANTE
Bradesco
Coca-Cola
Vigor

PROFISSIONAL DE MARKETING
José Cirilo (J&J)
Paula Nader (Santander)
Roberto Gnypek (McDonald’s)

SERVIÇO DE MARKETING
Ampfy
Hands
SRCom

PRODUÇÃO
Hungry Man
Paranoid
Satélite Áudio

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Prêmio Caboré revela indicados

Gaiola chega aos 39 indicados, em 13 categorias. Vencedores serão conhecidos em 7 de dezembro

Já começou a corrida por mais um Prêmio Caboré. Os indicados para a homenagem mais desejada da comunicação brasileira foram revelados pelo Grupo Meio & Mensagem, idealizador e responsável pela ação. Nos últimos dias 24 e 25, as famosas gaiolas foram entregues aos 39 concorrentes, entre profissionais e empresas, divididos em 13 categorias. Pela primeira vez, a entrega foi transmitida ao vivo para algumas categorias, via Periscope.

Fazer parte do hall de vencedores não é tarefa simples. Cerca de 300 líderes do setor são convocados para indicar nomes. A partir daí, os editores do Meio & Mensagem fazem a primeira filtragem. Já a próxima etapa ficará nas mãos dos assinantes do jornal, por meio de votação, entre 26 de outubro e 30 de novembro. Todo o processo é auditado pela PWC.

“Ao longo de 36 anos o Caboré ganhou prestígio e notoriedade no mercado. Nos orgulhamos muito em reconhecer e homenagear profissionais e empresas pela contribuição dada ao desenvolvimento do mercado da comunicação”, disse Salles Neto, CEO do Grupo Meio & Mensagem.

A cerimônia para 1,2 mil convidados será realizada em 7 de dezembro, no Citibank Hall, em São Paulo. O Prêmio Caboré, que chega a sua 36ª edição, conta com patrocínio de Globosat, Grupo RBS, Infoglobo e Twitter.
Divulgação – A campanha publicitária do prêmio já está sendo veiculada. Desenvolvida pela agência McGarryBowen, traz o mote “Caboré 2015. Para poucos”, remetendo à exclusividade e concorrência do troféu.

Peça de divulgação do Prêmio Caboré

Peça de divulgação do Prêmio Caboré

Composta por anúncios, ações em redes sociais e campanha digital, as peças apresentam a famosa coruja, símbolo da homenagem, nos principais acontecimentos do dia a dia dos publicitários. Frases como: “O Caboré tira leite de pedra e ainda oferece na versão integral ou desnatada”, “Sabe vender o peixe, mas não conta história de pescador”, “Sabe apagar incêndios sem queimar ninguém” e “ Foi onde nenhum homem jamais esteve e levou um monte de gente com ele”, ilustram a comunicação.

“Para nós é fantástico poder participar de um projeto tão integrado e com tantas possibilidades. A intenção é sempre colocar a coruja no meio dos principais acontecimentos da semana. Ao todo, criamos mais de 100 situações diferentes”, conta Eduardo Borges, diretor de Arte da McGarryBowen

Confira abaixo a lista dos indicados de 2015:

EMPRESÁRIO OU DIRIGENTE DA INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO
• Abel Reis (Dentsu Aegis Network)
• Alberto Pecegueiro (Globosat)
• Luiz Fernando Musa (Ogilvy)

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO
• F/Nazca S&S
• Talent
• Wieden + Kennedy

PROFISSIONAL DE CRIAÇÃO
• Joanna Monteiro (FCB Brasil)
• Rafael Urenha (DPZ&T)
• Ricardo John (JWT)

PROFISSIONAL DE ATENDIMENTO
• Antonino Brandão (NBS)
• Cecília Cilento (Loducca)
• Celina Esteves (Africa)

PROFISSIONAL DE PLANEJAMENTO
• Debora Nitta (WMcCann)
• Eduardo Lorenzi (Publicis)
• Marcello Magalhães (Leo Burnett Tailor Made)

PROFISSIONAL DE MÍDIA
• Adrian Ferguson (DM9DDB)
• Flavio De Pauw (AlmapBBDO)
• Gustavo Gaion (Y&R)

VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO – PRODUTOR DE CONTEÚDO
• Disney
• Rádio Itatiaia
• TV Globo

VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO – PLATAFORMA DE MÍDIA
• Elemidia
• JCDecaux
• Vevo

PROFISSIONAL DE VEÍCULO
• Eduardo Becker (Globo.com)
• Glen Valente (SBT)
• Roberto “Naná” Nascimento (Discovery)

ANUNCIANTE
• Ipiranga
• Itaú
• Seara

PROFISSIONAL DE MARKETING
• Daniela Cachich (Heineken)
• Fernando Julianelli (Mitsubishi)
• Livia Marquez (TIM)

SERVIÇO DE MARKETING
• B/Ferraz
• Kantar Ibope Media
• NewContent

PRODUÇÃO
• Mixer
• O2 Filmes
• Stink

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa

Crescimento, apesar de tudo

Essa vem direto do Meio&Mensagem

Até outubro, mercado registra alta de 9,5%

Mesmo com queda de faturamento publicitário no mês, veículos nacionais registram desempenho positivo no acumulado de 2014, segundo o Inter-Meios

O mercado publicitário brasileiro faturou 9,5% mais entre janeiro e outubro de 2014 do que no mesmo período do ano anterior. Dados do Projeto Inter-Meios mostram que, no acumulado do ano, os veículos brasileiros faturaram um total de R$ 28,202 bilhões. Na comparação isolada entre outubro de 2014 e o mesmo mês do ano anterior, no entanto, houve uma queda de 6,5% no total do faturamento.

Mídia exterior e TV por assinatura continuam sendo os dois meios com maior crescimento de faturamento em 2014. O primeiro chegou ao mês de outubro com aumento de 48,6% no faturamento na comparação com os dez primeiros meses de 2013. Já a TV paga conseguiu ampliar seu faturamento publicitário em 34,1% no período analisado.

Rádio, TV Aberta e Cinema continuaram em ritmo de crescimento no acumulado do ano, com aumento de 3,9%, 11,9% e 6,9% em seu faturamento, respectivamente.

Registraram queda entre janeiro e outubro de 2014 os meios Guias e Listas (-32,1%), Jornal (-10,4%) e Revista (-15,3%).
Internet
O meio Internet registrou um faturamento 6,9% maior no acumulado do ano, na comparação com o período de janeiro a outubro de 2013. Comparando o faturamento do mês de outubro de 2014 com o mesmo mês do ano anterior, no entanto, observa-se uma queda de 62,8% no faturamento publicitário da internet.

É importante ressaltar que, desde julho de 2014, seis grandes portais interromperam o repasse mensal de informações de suas receitas publicitária à PriceWaterHouseCoopers (PwC), empresa responsável pela auditoria do Projeto Inter-Meios. São eles: Globo.com, iG, MSN,Terra, UOL e Yahoo.

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Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2015/01/22/Ate-outubro-mercado-registra-alta-de-9-5-porcento.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mmbymail-geral&utm_content=Ate-outubro-mercado-registra-alta-de-9-5-porcento

Molotov no Show Up

Molotov Propaganda é destaque entre agências do interior de SP no Meio & Mensagem

Anualmente, o Meio & Mensagem – publicação mais lida e respeitada do mercado publicitário nacional – promove o Show Up – O Melhor da Propaganda Regional, projeto que reconhece e seleciona os melhores trabalhos publicitários de todo o país, valorizando os mercados regionais.

A ação de guerrilha “Urso”, criada pela Molotov Propaganda para a Saúde em Evidência, está entre as mais bem avaliadas da edição Interior e Litoral de São Paulo do Show Up, cujo objetivo é fazer uma análise específica de todas as regiões do Brasil e estimular o mercado publicitário local. A ação foi uma das cinco vencedoras da categoria “Digital” e a única do Vale do Paraíba.

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“Vencer o Show Up do Meio & Mensagem é muito bom. Vencer na categoria ‘Digital’ é melhor ainda. Afinal, estamos falando de uma campanha integrada de baixo custo e que teve alto impacto. O resultado foi tão grande que até hoje o Urso continua presente nas plataformas de comunicação do cliente.”, explica Eduardo Spinelli, sócio e diretor de criação da Molotov.

O Show Up é promovido pelo Grupo Meio & Mensagem, em parceria com a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de São Paulo (Sinapro-SP) e a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap).

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Tipo: Ação de guerrilha
Título: Urso
Agência: Molotov Propaganda
Produto: Institucional
Anunciante: Saúde em Evidência
Criação: Lidia Syrio, Allan Fernandes, Eduardo Spinelli e Fabiano César
Direção de criação: Eduardo Spinelli e Fabiano César
Planejamento: Fernando H. Carvalho e Natália Muniz
Diretor de planejamento: Fernando Griskonis
Aprovação do cliente: Artur Hashimoto Inoue e Washington Medina Guido
Direção: Antonio Luis Portela
Edição e finalização: Antonio Luis Portela e Ski Morales
Produtora de filme: Boliche Filmes e Fotos
País: Brasil
Veiculação: 01/07/13

Publicitários insatisfeitos, aponta pesquisa

Esta vem direto da Meio&Mensagem. Pesquisa aponta dados muito importantes sobre a carreira de publicitário.

As angústias dos publicitários no divã

Eles estão insatisfeitos e inseguros, diz estudo conduzido por Fabricia Navarro, consultora especializada em coaching

Estudo conduzido pela consultora de coaching Fabricia Navarro traz números que indicam publicitários insatisfeitos no Mercado brasileiro. “Trabalhei na área por 16 anos e percebi que o nível de insatisfação na publicidade cresceu muito. Em meus primeiros coachings, notei reclamações muito parecidas e comecei a procurar a entender o que está acontecendo no mercado”, afirma Fabricia, que ouviu um total de 103 pessoas, incluindo alguns que não eram clientes seus.

Um dos dados que mais chamou a atenção de Fabricia foi que 47% dos entrevistados vivenciam dúvidas em relação à carreira na publicidade. “Há uma sensação grande de desvalorização, que não tem a ver só com salário, mas também com desrespeito ao tempo e à liberdade de ideias das pessoas. Muitos se sentem perdidos”, analisa. Segundo ela, uma soma de três situações indica que 71,84% das pessoas “querem se sentir mais seguras e ter mais reconhecimento” (confira o estudo ao final da reportagem).

Essas pessoas em dúvida, afirma Fabricia, buscam realizar novos sonhos, ter mais tempo ou mais autonomia. Cerca de 20% dos entrevistados estão planejando como ganhar mais dinheiro, porque há muita preocupação com a perda de emprego no futuro. “Notei que ter um plano B, fazer uma transição de carreira ou uma troca de emprego, a vontade de largar tudo e passar um tempo no exterior ou vender coco na praia são algumas dúvidas que assombram a mente de alguns publicitários que sonham em ter mais tempo, se divertir e ganhar dinheiro sem ter de pagar um preço muito alto por isso”, analisa.

Publicitário-personagem
Embora as causas de tantas dúvidas em relação à carreira em publicidade sejam conhecidas, elas não são tratadas em aberto. Fabricia aponta um fenômeno em que os profissionais assumem um personagem de “publicitário”, que acha legal, por exemplo, virar noites no trabalho. “O mercado não está preparando as pessoas. Há muita preocupação das agências de se informar sobre o que os clientes querem, ou o que os consumidores desejam da marca, mas elas se esquecem de olhar para dentro e entender os anseios dos seres humanos que trabalham ali”, critica.

Não por acaso, os reflexos na vida pessoal são muito claros: 28% dos entrevistados estão na situação de quem deseja melhorar a vida em casal, alinhando valores, desejos e planos. “Eles buscam resolver conflitos e muitos se queixam, por exemplo, da falta de sexo na relação”, conta. Outros dados também indicam questões não resolvidas, como os 15% que se se culpam por não estarem presentes na vida de seus filhos como queriam, e 15% que querem ter um relacionamento afetivo, mas que têm medo de assumir.

Confira os dados completos da pesquisa:

QUEREM SE SENTIR MAIS SEGUROS, TER MAIS RECONHECIMENTO:
74 PESSOAS – 71,84% (soma das situações A, B e C)
SITUAÇÃO A – 48 pessoas – 46,60%
Querem ganhar o respeito e admiração dos profissionais com quem trabalha, sejam chefes, subordinados ou pares de outros departamentos. Desejam ser reconhecidos pelo que fazem, na maioria dos casos não se trata de uma recompensa financeira. Buscam se posicionar de forma mais adequada através de atitudes e da comunicação interpessoal.
SITUAÇÃO B – 14 pessoas 13,59%
Se preocupam em como conseguir o reconhecimento dos clientes. Acham que a agência perdeu o poder que tinha e querem descobrir como recuperar a relevância.
SITUAÇÃO C -12 pessoas 11,65%
Estão preocupados em deixar expostos os conhecimentos técnicos que não dominam 100%, e acreditam que a falta de validação da equipe (subordinados, pares, chefe e cliente) é porque as vezes erram ou não têm todas as respostas. Alguns acham que assumiram um cargo sem merecimento ou antes da hora, e não se sentem preparados para o que precisa ser feito e se cobram por isso.

QUEREM MELHORAR A PARTE FINANCEIRA: 50 PESSOAS – 48,53%(soma das situações D, E, F)
SITUAÇÃO D -15 pessoas – 14,56%
Estão com dividas e buscam solução. Normalmente são pessoas que sempre têm dividas independente do que ganham, estão sempre em busca de consumir como forma de recompensa pelo tanto que trabalham e pelas coisas que passam.
SITUAÇÃO E – 20 pessoas 19,41%
Querem ganhar mais dinheiro, fazer a própria empresa crescer (existentes ou não), buscam aumento de salário e planejam um plano B porque estão preocupados em perder o emprego.
SITUAÇÃO F –15 pessoas – 14,56%
Buscam ganhar dinheiro com o que da prazer. Na maior parte dos casos é fazendo Arte (fotografia, obras, moda, design, musica), que é o que inicialmente despertou a vontade de fazer publicidade e se frustraram ao conhecer como funciona a criação “encomendada”. Outros querem ganhar dinheiro viajando para fora do país. Todos querem sair da rotina e buscam liberdade.

QUEREM MELHORAR A SATISFAÇÃO COM A CARREIRA – 77 PESSOAS – 74,74%(soma das situações G, H, I, J):
SITUAÇÃO G -7 pessoas 6,79%
Definir o que realmente quer fazer dentro da profissão de publicitário, buscam encontrar o que gostam e meios de conseguir ser o que desejam
SITUAÇÃO H – 7 pessoas 6,79%
Plano de saída do emprego atual para uma outra carreira (e não outro trabalho da mesma carreira)
SITUAÇÃO I – 48 pessoas – 46,60%
Dúvidas com relação à carreira, porque buscam realizar um sonho, ter mais tempo ou ter autonomia (ou os 3 juntos).
SITUAÇÃO J – 15 pessoas – 14,56%
Querem planejar o futuro que esteja mais alinhado com o que desejam, dar um novo sentido à vida, ganhar dinheiro sem deixar de viver. Tem 5 deles querem encontrar um proposito para o trabalho, têm muito dinheiro, gostam de trabalhar, mas não acham o que realmente gostam e querem se sentir desafiados com algo novo.

QUEREM MELHORAR OS RELACIONAMENTOS AFETIVOS -59 PESSOAS – 57,27% (soma das situações K, L, M)
SITUAÇÃO K – 29 pessoas 28,15%
Querem melhorar a vida do casal. Alinhamento de valores, desejos e planos. Buscam resolver conflitos e se queixam pela falta de sexo na relação.
SITUAÇÃO L – 15 pessoas – 14,56%
Trabalham questões relacionadas aos filhos enquanto pais. Se preocupam em traçar o caminho “certo” para a educação e se culpam por não estarem presentes o quanto acham ser o adequado.
SITUAÇÃO M -15 pessoas – 14,56%
Busca por ter um relacionamento afetivo (amor na vida pessoal). Medo de se entregar a um relacionamento, definir o que realmente quer no parceiro, presos a historias do passado que geraram frustrações (normalmente que impedem o avanço, abrir mão do controle, a famosa busca pela “pessoa certa”.

QUEREM MELHORAR A IMAGEM PESSOAL – 14 PESSOAS – 13,59% (situação N)
SITUAÇÃO N – 14 pessoas 13,59%
Querem mudança na parte estética, seja emagrecer ou adotar um novo estilo que vai agregar à imagem pessoal.
Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2014/10/15/As-angustias-dos-publicitarios-no-diva.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mmbymail-geral&utm_content=As-angustias-dos-publicitarios-no-diva#ixzz3GJ6BY0NX

Melhore seu desempenho no Youtube

Essa vem direto do Meio&Mensagem

Como melhorar seu canal no Youtube
Especialista dá dicas para marcas trabalharem melhor o conteúdo próprio no site de vídeos do Google

Conteúdo está no centro da estratégia de muitas marcas que desejam uma comunicação eficiente e próxima de seu público-alvo. Nesse sentido, os vídeos em canais sociais, como o YouTube, têm sido uma alternativa para anunciantes, que apostam cada vez mais nos filmes como ferramenta de engajamento.

As taxas de crescimento da internet no Brasil contribuem para que o movimento ganhe força. Segundo a Nielsen, o Brasil registrou 120 milhões de internautas no primeiro semestre do ano, sendo que 62% afirmam acessar sites de vídeos.
De acordo com Greta Paz, sócia da startup gaúcha MPQuatro, focada em projetos para marcas no YouTube, a entrada de empresas neste segmento é um caminho sem volta. “As marcas estão atuando como mídia, produzindo conteúdo que tem a ver com o seu DNA”, explica.

Meio & Mensagem pediu que a executiva reunisse dez dicas e exemplos de como as marcas podem ter um bom desempenho neste canal. Confira:

1 – Invista em boas chamadas
“Crie títulos que resumam o seu conteúdo, pois não há nada pior para o seu canal do que alguém desistir de ver o seu vídeo”.

2 – Imagem é tudo
“O Thumbnail é sua vitrine. Tenha a certeza de que você escolheu uma imagem criativa e com boa resolução. Isto é importante para conquistar cliques”.

3 – Valorize áudios de qualidade
“As pessoas costumam cuidar da qualidade da imagem e se esquecem do som. Ruídos causam incômodo em quem está assistindo ao conteúdo. O resultado é que muita gente acaba não chegando ao final do vídeo”.

4 – Ninguém tem o dia todo para ver o seu vídeo
“Procure passar a mensagem que você quer no menor tempo possível. Vídeos com bons números de visualizações têm, em média, três minutos”.

5 –YouTube não é TV
“Seja informal. Ninguém quer ver as formalidades da televisão no YouTube”.

6 – Envolva a audiência
“Já que a pessoa curtiu o seu conteúdo e assistiu ao vídeo até o final, aproveite para fazer um call to action. Peça inscrições para o seu canal, instigue os espectadores a deixarem um comentário ou a acessarem o seu perfil do Facebook”.

7 – Aposte em um início matador
“Ao contrário do que muitos pensam, não deixe a melhor parte do seu vídeo para o final. Os primeiros cinco segundos do filme são determinantes para o sucesso”.

8 – Crie uma cultura de programação
“Poste seus vídeos sempre no mesmo dia e horário. Este movimento auxilia a cativar uma audiência fiel. Quem se inscreve no canal espera mais conteúdo. Pior que não fazer vídeos é criar um perfil e deixa-lo parado”.

9 – Esteja atento a tudo
“Os comentários são o termômetro do que está dando certo e do que é preciso melhorar em seus vídeos. Fique ligado”.

10 – Não desista
“Seja paciente e tenha consistência. Não adianta começar um canal e abandoná-lo depois do primeiro mês porque ele ainda não trouxe a audiência que você esperava”.

Crise já afeta o mercado publicitário

Essa vem direto do Meio&Mensagem

Mercado cresce 2,4% no 1º semestre e reduz projeção

O faturamento do mercado publicitário brasileiro teve aumento de 2,4% no primeiro semestre de 2013, chegando a R$ 22,75 bilhões, aponta o Projeto Inter-Meios. O destaque foi a TV aberta, que atingiu participação de 66,7%, com alta de 5,4% sobre o mesmo período de 2012. A projeção de crescimento do mercado para o ano caiu de 6,5% (estimativa feita em março) para 4,5%.

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Mercado revê para baixo nível de crescimento

Arriba! na Meio&Mensagem

Arriba! é destaque no Meio & Mensagem desta semana

A Arriba! Comunicação é um dos destaques do Meio & Mensagem Especial Interior e Litoral de SP desta semana. Daniele Calil Botelho Rojas, diretora da Arriba!, está entre os entrevistados da matéria “Agências Ampliam Foco no Digital”.
A diretora fala sobre a importância da agência manter a alta performance com os clientes atuais para atrair novos. Além disso, comenta sobre a projeção de crescimento da empresa para 2013.

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Daniele Calil Botelho Rojas, diretora da Arriba!

Meio&Mensagem faz retrospectiva 2011

Fazia tempo que eu não publicava aqui alguma matéria de outro site, portal ou blog na íntegra. Mas esse vale a pena. Vai na linha retrospectiva 2011 e vem direto do site da Meio&Mensagem. Confiram:

Os fatos do ano em Comunicação

Meio&Mensagem selecionou o que de mais importante ocorreu no mercado de comunicação em 2011

O ano de 2011 parece ser um daqueles que não deveriam ter acabado para o mercado de comunicação. Nunca o Brasil atraiu tanto os olhares estrangeiros em setores como publicidade, produção, digital e entretenimento. Claro que houve alguns percalços como crises entre entidades e agências que precisaram reformular a casa, mas a sensação geral é que a festa foi boa e, por conta das perspectivas, está só começando. Meio&Mensagem selecionou os 10 Fatos do Ano no setor de Comunicação. Confira abaixo.
1) Nova Leo Burnett – Para estancar os problemas enfrentados no País, como o risco de perder a Fiat, seu principal cliente, a Leo Burnett fez concessões incomuns ao empresário Paulo Giovanni na negociação que culminou com sua posse como sócio e CEO da multinacional no Brasil. Aceitou, por exemplo, adicionar à sua marca o nome Tailor Made, operação incipiente que vinha sendo estruturada por Giovanni. A mudança é inédita nos 38 anos de Brasil da Leo, assim como a admissão de sócios locais. Além de Giovanni, os quatro profissionais que estavam com ele na empreitada da Tailor Made tornaram-se sócios e vice-presidentes da nova Leo: Marcelo Reis (criação), Marcello Magalhães (planejamento), Fernando Sales (mídia) e Pablo de Arteaga (atendimento e operações). Também entrou para a sociedade o vicepresidente de criação Ruy Lindenberg, que ocupou interinamente o comando da agência antes da chegada de Giovanni. Desde que começou a atender como Leo Burnett Tailor Made, em abril, a agência conquistou contas como Secom, Nova Schin, Iveco, Gillette, Kasinski e Grupo Disney. Além disso, Paulo Giovanni faturou o Caboré de Empresário da Comunicação do Ano.
2) Buzz das cervejas – Uma falsa loura e duas falsas turistas tchecas marcaram a comunicação do mercado de cervejas em 2011. O ano começou quente: logo em janeiro a Devassa surpreendeu ao fazer a angelical Sandy clarear as madeixas, mostrar seu lado “devassa”e ainda subir em uma cadeira para dançar a Conga. É claro que muitos gostaram e outros tantos criticaram, mas é fato que a ação, criada pela Mood, deu o que falar. “A Sandy foi muito mais forte que a Paris Hilton no quesito buzz”, comemorou Augusto Cruz Neto, sócio da agência. A iniciativa dobrou o awareness da marca. Sucesso até maior foi o lançamento da cerveja Proibida, da CBBP, que ficou marcado como o golpe das “tchecas do Pânico” e envolveu supostamente uma pegadinha com os humoristas do programa da RedeTV. A ação foi desenvolvida por uma equipe criativa liderada por Jáder Rossetto. As “tchecas” Michaela e Dominika criaram o blog We Luv Brazil, passaram uma temporada no País e chegaram a ter um quadro fixo no Pânico por dois meses. A farsa foi revelada em maio, quando elas divulgaram que eram, na verdade, parte a estratégia de lançamento da Proibida.
3) Venda da DPZ – Durou sete meses a negociação que encerrou mais de 40 anos de vida independente da DPZ. Por US$ 120 milhões, o Publicis Groupe, terceiro maior do mundo, adquiriu 70% da agência e pode, em um prazo de dois a três anos, ficar com a totalidade do negócio que mantém os fundadores Francesc Petit, Roberto Duailibi e José Zaragoza (foto) como minoritários. Com condução de Stéphane Estryn, diretor global para fusões e aquisições do grupo francês e da Results Internacional, que representou a DPZ por meio de seu diretor para a América Latina, Eduardo Steiner, os lados fecharam um acordo pelo qual a agência não ficou ligada a nenhuma rede do Publicis. “Estamos compromissados com o Brasil não apenas por conta de seu crescimento excepcional, mas também por sua formidável reserva de talentos e pelo fato de ser um País de empreendedores, com grandes marcas e companhias ambiciosas”, afirmou Maurice Lévy, na ocasião da compra da DPZ.
4) Abap monitora concorrências – A Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) colocou em prática no início de agosto a primeira fase do mecanismo para proteger as agências de concorrências predatórias no setor privado. As 250 principais agências associadas em São Paulo e no Rio de Janeiro receberam um memorando solicitando a comunicação da participação em concorrências privadas por intermédio de um hotsite criado para dar suporte ao monitoramento. Nessa primeira etapa, a Abap se limitou a enviar a nova edição de seu manual “Diretrizes para a Seleção de Agências de Publicidade” às agências e aos anunciantes cada vez que um processo seletivo era identificado. A implementação do sistema e a elaboração do guia foram feitos em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes, que já publicou um manual semelhante em conjunto com a Federação Nacional das Agências de Propaganda, recomendando procedimentos éticos. Luiz Lara, presidente da Abap, afirmou que os resultados mais práticos do novo sistema só devem ser colhidos a partir dos próximos anos, se a comunicação dos processos seletivos se tornar uma praxe consolidada.
5) Brasil supervalorizado – O mercado brasileiro de agências esteve tão movimentado em 2011 e envolveu valores tão altos, que Martin Sorrell, CEO do grupo WPP, chegou a falar em “sobrevalorização”. A lista de negócios é grande. O Publicis Groupe comprou 70% da DPZ, aumentou em 11% sua fatia na Talent e na QG (totalizando 60% das ações de cada uma), adquiriu a GP7 e a transformou em Publicis Red Lion e incorporou à Leo Burnett os sócios da Tailor Made, de Paulo Giovanni. O WPP também foi às compras e ficou com 70% das digitais Fbiz e Gringo, esta última renomeada como Possible. Outras movimentações internas também marcaram o grupo britânico, como o surgimento da Casa, fruto da união da RMG Connect com a Mídia Digital; o lançamento da David, que nasce de um projeto de executivos da Ogilvy; e a mudança acionária no Grupo Newcomm, com Roberto Justus vendendo metade de suas ações para a multinacional, que já era majoritária, e Marcos Quintela sendo admitido como sócio. O Interpublic, por sua vez, adquiriu o controle acionário da S2Publicom e trouxe a digital Huge para o País. Outras movimentações importantes de 2011 foram a união entre o escritório paulista da M&C Saatchi e a FabraQuinteiro, dando origem à M&C Saatchi F&Q; a aquisição do controle majoritário da Morya pelo Grupo ABC; e a compra da Staff pelo Grupo 3+, dono da Agência3.
6) Efervescência no entretenimento – A proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada, associada ao aumento do fluxo de bandas internacionais pelo País, transformou a indústria brasileira de eventos em um dos terrenos mais férteis para lucros na área de entretenimento. Um dos principais movimentos de 2011 foi do Grupo ABC, que em abril anunciou a criação da XYZ Live, comandada por Bazinho Ferraz e nascida da fusão entre a Mondo Entretenimento, a Maior e a especializada em marketing esportivo Reunion. A Geo Eventos, das Organizações Globo e do Grupo RBS, trocou seu presidente no início deste ano, com Leonardo Ganem assumindo o posto que era de Pedro Assumpção, e se associou à norte-americana Base Entertainment para trazer o espetáculo Priscilla — A Rainha do Deserto. A Aktuell, de Rodrigo Rivelino, se juntou à Tátil, de Fred Gelli, para reformular a Atto Sports, agência de marketing esportivo da própria Aktuell sediada no Rio de Janeiro, agora rebatizada de Vibra. A intensa movimentação também atraiu players internacionais. A Momentum se associou a Emerson Fittipaldi para lançar a Momentum Sports. E Eike Batista formalizou a associação com a gigante IMG para lançar a IMX, formada a partir da aquisição da Brasil1, de Alan Adler.
7) Digitais em alta – As agências digitais brasileiras independentes foram ainda mais cobiçadas em 2011. O WPP reforçou sua área interativa com a compra de 70% da Fbiz, por cerca de US$ 50 milhões, e de 70% da Gringo, esta última transformada em Possible. O Interpublic, que adquiriu a CuboCC e trouxe a R/GA em 2010, não passou 2011 em branco: inaugurou o escritório brasileiro da Huge no Rio de Janeiro. A Dentsu acertou a aquisição da Lov para dar gás a seus planos de criação de uma holding no Brasil. A AdBat e a Tesla anunciaram fusão e, embora seus executivos neguem este objetivo, a agência entrou para o grupo de digitais brasileiras nas quais os grupos estrangeiros estão de olho. Entre as independentes que também podem gerar novos negócios estão Garage, Ginga, iThink, LiveAd, One Digital, Sinc, Tribo e W3Haus. Como algumas dessas já estão em negociações para passarem ao controle internacional, 2012 promete mais novidades para o setor.
8) Crise entre anunciantes e produtores – A Medida Provisória 545, que estabeleceu um aumento de 138% na taxa do Condecine para a importação de obras publicitárias a partir de 2012, subindo para R$ 200 mil por filme, abriu uma crise no relacionamento entre as entidades que representam anunciantes, agências e produtoras. A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) externou seu descontentamento com sua retirada do III Fórum de Produção, realizado em novembro, por conta do que considerou “atitude favorável de produtoras e agências ao grande aumento das taxas de Condecine e à eliminação de algumas de suas modalidades, com a consequente elevação dos custos de produção audiovisual”. A ABA também anunciou a exclusão de representantes da Associação Brasileira de Produção de Obras Audiovisuais (Apro) do comitê que finaliza o Guia de Melhor Prática para Procurement, que irá propor regras para as mesas de compras — outro ponto de discórdia entre as partes. A presidente da Apro, Leyla Fernandes, aposta que a nova Condecine dará mais competividade à produção nacional com a segurança de que filmes com orçamentos de até R$ 500 mil dificilmente sejam rodados fora do País por concorrentes estrangeiros.
9) Produção atrai estrangeiros – O ano de 2011 foi marcado por uma grande imigração de produtoras estrangeiras para o Brasil, seja por meio de parcerias seja por operações independentes. A Bossa Nova Films anunciou o seu braço Bossa Nova 3D para a produção e conversão de filmes em tridimensional, uma parceria com a uruguaia Skycube. A brasileira Dogs Can Fly e a argentina Fight By Flehner, do consagrado Edi Flehner, se juntaram para formar a Dogs & Fight, que tem 51% do capital nas mãos dos sócios nacionais. O Grupo Dínamo fechou parceria com a Prime Focus, que presta serviços de pós-produção. A espanhola Custom Effects, estúdio de pós-produção especializado em efeitos especiais fundado em Barcelona, abriu uma filial em São Paulo. O mesmo fez a Ursula, que tem sede em Buenos Aires. Já a produtora digital Your Majesty chegou ao país tendo a Movie&Art como sócia. E a londrina Rattling Stick passou a ser representada com exclusividade no Brasil pela Dínamo, em um modelo de associação similar ao efetuado anteriormente com a Prime Focus, cuja matriz está em Mumbay, na Índia.
10) Conar em evidência – A constante ameaça de projetos de lei que buscam cercear a indústria da comunicação, somada às iniciativas de alguns órgãos do governo — como a Anvisa — com semelhantes propósitos, se tornou nos últimos anos uma das maiores preocupações das entidades que defendem os interesses do mercado publicitário. Um dos principais argumentos para a defesa da liberdade de expressão comercial é a atuação do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar). O órgão mudou sua postura em 2011 e passou a ser mais proativo na tentativa de dar maior transparência aos julgamentos realizados. O resultado foi que poucas vezes se viu tamanha cobertura da mídia sobre suas decisões, em um ano em que não faltaram polêmicas. Entre os casos de maior repercussão houve as suspensões dos filmes “Ouro de Tolo”, em que a Nissan debochava da concorrente Ford, e “Água” da Devassa, por suposto exagero na sensualidade. O Conar ainda proibiu que a cerveja Proibida usasse suas “tchecas” em campanhas. Absolvições também ganharam grande repercussão como a dos “Pôneis Malditos” e a da campanha estrelada por Gisele Bündchen para a marca de lingerie Hope, acusado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, de ser sexista.
Por Alexandre Zaghi Lemos, Beatriz Lorente, Felipe Turlão, Robert Galbraith e Teresa Levin

O ano de 2011 parece ser um daqueles que não deveriam ter acabado para o mercado de comunicação. Nunca o Brasil atraiu tanto os olhares estrangeiros em setores como publicidade, produção, digital e entretenimento. Claro que houve alguns percalços como crises entre entidades e agências que precisaram reformular a casa, mas a sensação geral é que a festa foi boa e, por conta das perspectivas, está só começando. Meio&Mensagem selecionou os 10 Fatos do Ano no setor de Comunicação. Confira abaixo.

1) Nova Leo Burnett – Para estancar os problemas enfrentados no País, como o risco de perder a Fiat, seu principal cliente, a Leo Burnett fez concessões incomuns ao empresário Paulo Giovanni na negociação que culminou com sua posse como sócio e CEO da multinacional no Brasil. Aceitou, por exemplo, adicionar à sua marca o nome Tailor Made, operação incipiente que vinha sendo estruturada por Giovanni. A mudança é inédita nos 38 anos de Brasil da Leo, assim como a admissão de sócios locais. Além de Giovanni, os quatro profissionais que estavam com ele na empreitada da Tailor Made tornaram-se sócios e vice-presidentes da nova Leo: Marcelo Reis (criação), Marcello Magalhães (planejamento), Fernando Sales (mídia) e Pablo de Arteaga (atendimento e operações). Também entrou para a sociedade o vicepresidente de criação Ruy Lindenberg, que ocupou interinamente o comando da agência antes da chegada de Giovanni. Desde que começou a atender como Leo Burnett Tailor Made, em abril, a agência conquistou contas como Secom, Nova Schin, Iveco, Gillette, Kasinski e Grupo Disney. Além disso, Paulo Giovanni faturou o Caboré de Empresário da Comunicação do Ano.

2) Buzz das cervejas – Uma falsa loura e duas falsas turistas tchecas marcaram a comunicação do mercado de cervejas em 2011. O ano começou quente: logo em janeiro a Devassa surpreendeu ao fazer a angelical Sandy clarear as madeixas, mostrar seu lado “devassa”e ainda subir em uma cadeira para dançar a Conga. É claro que muitos gostaram e outros tantos criticaram, mas é fato que a ação, criada pela Mood, deu o que falar. “A Sandy foi muito mais forte que a Paris Hilton no quesito buzz”, comemorou Augusto Cruz Neto, sócio da agência. A iniciativa dobrou o awareness da marca. Sucesso até maior foi o lançamento da cerveja Proibida, da CBBP, que ficou marcado como o golpe das “tchecas do Pânico” e envolveu supostamente uma pegadinha com os humoristas do programa da RedeTV. A ação foi desenvolvida por uma equipe criativa liderada por Jáder Rossetto. As “tchecas” Michaela e Dominika criaram o blog We Luv Brazil, passaram uma temporada no País e chegaram a ter um quadro fixo no Pânico por dois meses. A farsa foi revelada em maio, quando elas divulgaram que eram, na verdade, parte a estratégia de lançamento da Proibida.

3) Venda da DPZ – Durou sete meses a negociação que encerrou mais de 40 anos de vida independente da DPZ. Por US$ 120 milhões, o Publicis Groupe, terceiro maior do mundo, adquiriu 70% da agência e pode, em um prazo de dois a três anos, ficar com a totalidade do negócio que mantém os fundadores Francesc Petit, Roberto Duailibi e José Zaragoza (foto) como minoritários. Com condução de Stéphane Estryn, diretor global para fusões e aquisições do grupo francês e da Results Internacional, que representou a DPZ por meio de seu diretor para a América Latina, Eduardo Steiner, os lados fecharam um acordo pelo qual a agência não ficou ligada a nenhuma rede do Publicis. “Estamos compromissados com o Brasil não apenas por conta de seu crescimento excepcional, mas também por sua formidável reserva de talentos e pelo fato de ser um País de empreendedores, com grandes marcas e companhias ambiciosas”, afirmou Maurice Lévy, na ocasião da compra da DPZ.

4) Abap monitora concorrências – A Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) colocou em prática no início de agosto a primeira fase do mecanismo para proteger as agências de concorrências predatórias no setor privado. As 250 principais agências associadas em São Paulo e no Rio de Janeiro receberam um memorando solicitando a comunicação da participação em concorrências privadas por intermédio de um hotsite criado para dar suporte ao monitoramento. Nessa primeira etapa, a Abap se limitou a enviar a nova edição de seu manual “Diretrizes para a Seleção de Agências de Publicidade” às agências e aos anunciantes cada vez que um processo seletivo era identificado. A implementação do sistema e a elaboração do guia foram feitos em parceria com a Associação Brasileira de Anunciantes, que já publicou um manual semelhante em conjunto com a Federação Nacional das Agências de Propaganda, recomendando procedimentos éticos. Luiz Lara, presidente da Abap, afirmou que os resultados mais práticos do novo sistema só devem ser colhidos a partir dos próximos anos, se a comunicação dos processos seletivos se tornar uma praxe consolidada.

5) Brasil supervalorizado – O mercado brasileiro de agências esteve tão movimentado em 2011 e envolveu valores tão altos, que Martin Sorrell, CEO do grupo WPP, chegou a falar em “sobrevalorização”. A lista de negócios é grande. O Publicis Groupe comprou 70% da DPZ, aumentou em 11% sua fatia na Talent e na QG (totalizando 60% das ações de cada uma), adquiriu a GP7 e a transformou em Publicis Red Lion e incorporou à Leo Burnett os sócios da Tailor Made, de Paulo Giovanni. O WPP também foi às compras e ficou com 70% das digitais Fbiz e Gringo, esta última renomeada como Possible. Outras movimentações internas também marcaram o grupo britânico, como o surgimento da Casa, fruto da união da RMG Connect com a Mídia Digital; o lançamento da David, que nasce de um projeto de executivos da Ogilvy; e a mudança acionária no Grupo Newcomm, com Roberto Justus vendendo metade de suas ações para a multinacional, que já era majoritária, e Marcos Quintela sendo admitido como sócio. O Interpublic, por sua vez, adquiriu o controle acionário da S2Publicom e trouxe a digital Huge para o País. Outras movimentações importantes de 2011 foram a união entre o escritório paulista da M&C Saatchi e a FabraQuinteiro, dando origem à M&C Saatchi F&Q; a aquisição do controle majoritário da Morya pelo Grupo ABC; e a compra da Staff pelo Grupo 3+, dono da Agência3.

6) Efervescência no entretenimento – A proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada, associada ao aumento do fluxo de bandas internacionais pelo País, transformou a indústria brasileira de eventos em um dos terrenos mais férteis para lucros na área de entretenimento. Um dos principais movimentos de 2011 foi do Grupo ABC, que em abril anunciou a criação da XYZ Live, comandada por Bazinho Ferraz e nascida da fusão entre a Mondo Entretenimento, a Maior e a especializada em marketing esportivo Reunion. A Geo Eventos, das Organizações Globo e do Grupo RBS, trocou seu presidente no início deste ano, com Leonardo Ganem assumindo o posto que era de Pedro Assumpção, e se associou à norte-americana Base Entertainment para trazer o espetáculo Priscilla — A Rainha do Deserto. A Aktuell, de Rodrigo Rivelino, se juntou à Tátil, de Fred Gelli, para reformular a Atto Sports, agência de marketing esportivo da própria Aktuell sediada no Rio de Janeiro, agora rebatizada de Vibra. A intensa movimentação também atraiu players internacionais. A Momentum se associou a Emerson Fittipaldi para lançar a Momentum Sports. E Eike Batista formalizou a associação com a gigante IMG para lançar a IMX, formada a partir da aquisição da Brasil1, de Alan Adler.

7) Digitais em alta – As agências digitais brasileiras independentes foram ainda mais cobiçadas em 2011. O WPP reforçou sua área interativa com a compra de 70% da Fbiz, por cerca de US$ 50 milhões, e de 70% da Gringo, esta última transformada em Possible. O Interpublic, que adquiriu a CuboCC e trouxe a R/GA em 2010, não passou 2011 em branco: inaugurou o escritório brasileiro da Huge no Rio de Janeiro. A Dentsu acertou a aquisição da Lov para dar gás a seus planos de criação de uma holding no Brasil. A AdBat e a Tesla anunciaram fusão e, embora seus executivos neguem este objetivo, a agência entrou para o grupo de digitais brasileiras nas quais os grupos estrangeiros estão de olho. Entre as independentes que também podem gerar novos negócios estão Garage, Ginga, iThink, LiveAd, One Digital, Sinc, Tribo e W3Haus. Como algumas dessas já estão em negociações para passarem ao controle internacional, 2012 promete mais novidades para o setor.

8) Crise entre anunciantes e produtores – A Medida Provisória 545, que estabeleceu um aumento de 138% na taxa do Condecine para a importação de obras publicitárias a partir de 2012, subindo para R$ 200 mil por filme, abriu uma crise no relacionamento entre as entidades que representam anunciantes, agências e produtoras. A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) externou seu descontentamento com sua retirada do III Fórum de Produção, realizado em novembro, por conta do que considerou “atitude favorável de produtoras e agências ao grande aumento das taxas de Condecine e à eliminação de algumas de suas modalidades, com a consequente elevação dos custos de produção audiovisual”. A ABA também anunciou a exclusão de representantes da Associação Brasileira de Produção de Obras Audiovisuais (Apro) do comitê que finaliza o Guia de Melhor Prática para Procurement, que irá propor regras para as mesas de compras — outro ponto de discórdia entre as partes. A presidente da Apro, Leyla Fernandes, aposta que a nova Condecine dará mais competividade à produção nacional com a segurança de que filmes com orçamentos de até R$ 500 mil dificilmente sejam rodados fora do País por concorrentes estrangeiros.

9) Produção atrai estrangeiros – O ano de 2011 foi marcado por uma grande imigração de produtoras estrangeiras para o Brasil, seja por meio de parcerias seja por operações independentes. A Bossa Nova Films anunciou o seu braço Bossa Nova 3D para a produção e conversão de filmes em tridimensional, uma parceria com a uruguaia Skycube. A brasileira Dogs Can Fly e a argentina Fight By Flehner, do consagrado Edi Flehner, se juntaram para formar a Dogs & Fight, que tem 51% do capital nas mãos dos sócios nacionais. O Grupo Dínamo fechou parceria com a Prime Focus, que presta serviços de pós-produção. A espanhola Custom Effects, estúdio de pós-produção especializado em efeitos especiais fundado em Barcelona, abriu uma filial em São Paulo. O mesmo fez a Ursula, que tem sede em Buenos Aires. Já a produtora digital Your Majesty chegou ao país tendo a Movie&Art como sócia. E a londrina Rattling Stick passou a ser representada com exclusividade no Brasil pela Dínamo, em um modelo de associação similar ao efetuado anteriormente com a Prime Focus, cuja matriz está em Mumbay, na Índia.

10) Conar em evidência – A constante ameaça de projetos de lei que buscam cercear a indústria da comunicação, somada às iniciativas de alguns órgãos do governo — como a Anvisa — com semelhantes propósitos, se tornou nos últimos anos uma das maiores preocupações das entidades que defendem os interesses do mercado publicitário. Um dos principais argumentos para a defesa da liberdade de expressão comercial é a atuação do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar). O órgão mudou sua postura em 2011 e passou a ser mais proativo na tentativa de dar maior transparência aos julgamentos realizados. O resultado foi que poucas vezes se viu tamanha cobertura da mídia sobre suas decisões, em um ano em que não faltaram polêmicas. Entre os casos de maior repercussão houve as suspensões dos filmes “Ouro de Tolo”, em que a Nissan debochava da concorrente Ford, e “Água” da Devassa, por suposto exagero na sensualidade. O Conar ainda proibiu que a cerveja Proibida usasse suas “tchecas” em campanhas. Absolvições também ganharam grande repercussão como a dos “Pôneis Malditos” e a da campanha estrelada por Gisele Bündchen para a marca de lingerie Hope, acusado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, de ser sexista.

Por Alexandre Zaghi Lemos, Beatriz Lorente, Felipe Turlão, Robert Galbraith e Teresa Levin