Abrindo a agenda

ACIT inicia agenda de atividades 2019 com o curso “Geração Y – Como liderar jovens”

No próximo dia 14 de fevereiro, quinta-feira, a Talks Clube de Entretenimento realiza, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), o curso “Geração Y – Como liderar jovens”.

Com a intenção de auxiliar e capacitar os comerciantes da cidade para atender melhor e se desenvolver, com foco voltado para esse novo público, tanto consumidor quanto como funcionários, a ACIT oferece essa oportunidade para que empresários estejam preparados para atendê-los.

Para isso traz como mentor convidado o renomado Sidnei Oliveira, que é consultor de carreira, expert em conflitos de geração e na formação de mentores e no exercício da mentoria para o desenvolvimento de jovens potenciais. Ainda, é autor de vários livros sobre liderança e dos best sellers da série Geração Y

O evento acontece no clube Associação de Taubaté às 19h30. Os convites estão sendo vendidos na sede da ACIT, à rua Jacques Felix, 675 – Centro. Associados tem desconto na aquisição. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 2125-8211.

Serviço

Curso “Geração Y – Como liderar jovens”

Local: Clube Associação de Taubaté

Endereço: Avenida Juca Esteves, 500 – Centro

Data: 14 de fevereiro de 2019

Horário: 19h30

Realização: Talks Clube de Entretenimento em parceria com a ACIT

Convites à venda na ACIT.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

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Estratégia para sobreviver no mercado

Startups: como fazer o negócio dar certo
Porcentual de sobrevivência ainda é baixo no Brasil; professor do ISAE — Escola de Negócios dá dicas para boa administração

As startups continuam sendo as apostas do mundo dos negócios e vêm ganhando cada vez mais espaço e incentivo no Brasil: nesta semana, a Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou um plano para investir em pelo menos 50 startups no país que faturem até 3,6 milhões anuais (cada uma receberá até R$ 1 milhão). Fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver — pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos.

Businessman looking at drawings on a wall

São vários fatores que levam a esse alto porcentual, mas há quatro principais, diz o professor de estratégia e inovação do ISAE — Escola de Negócios, Sérgio Itamar: produtos pouco criativos, capital insuficiente/ausência de viabilidade do negócio, sócios sem sintonia e equipe despreparada. “Ainda há uma falta de preparo do empreendedor para o mundo dos negócios. Uma preparação adequada economiza muito tempo e dinheiro. O empreendedor não pode negligenciar o estudo e a sua preparação como executivo, inclusive buscando experiências anteriores”, salienta.

Como a startup já nasce com vocação para grandes proporções e alcance, os erros podem causar impactos significativos, salienta Itamar. “Os erros de gestão e estratégia, na administração e no controle e prioridade de gastos e fluxo financeiro e no acordo com acionistas devem ser tratados com o devido cuidado”, comenta o professor.

O que fazer

Sérgio Itamar frisa que o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores — o ISAE, por exemplo, conta com o programa Aceleradora ISAE Business, que apoia projetos e empresas de alunos com ações que incluem networking, capacitação e mentoria, realizada por profissionais, consultores e professores da instituição (todos os anos é aberta também uma vaga para a comunidade). “Consulte empreendedores com experiência e aprenda o máximo que puder. Um empreendedor de sucesso jamais deixa de aprender e buscar fontes de aperfeiçoamento. Seja humilde em admitir e buscar o conteúdo que lhe falta”, frisa o professor.

Itamar lembra: o empreendedorismo é, acima de tudo, uma postura. “Então, apesar da importância indelével do preparo pessoal e das competências administrativas, é preciso realizar, fazer acontecer. Não esquecer de seu papel na liderança e protagonismo nessa aventura pelo mundo dos negócios”, completa o especialista.

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Evento realizado no último sábado pela UP[W]IT discutiu a participação e as dificuldades das mulheres no mercado de tecnologia

Evento promovido pela UP[W]IT mostra que participação das mulheres no mercado de tecnologia é irreversível

Encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia” discutiu dificuldades das mulheres no mercado e o aprimoramento das estratégias das empresas para mais contratações em suas áreas de TI

A participação das mulheres no mercado de tecnologia é um movimento crescente e irreversível. Mesmo assim, é preciso que estas profissionais estejam unidas para enfrentar as dificuldades em um segmento ainda tão fechado e masculino.

Esta foi uma das conclusões do encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia”, promovido no último sábado, 27 de maio, pela UP[W]IT (Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation), iniciativa que estimula a participação feminina na área de tecnologia e inovação por meio da criação de experiências.

O evento, que contou com a participação de cerca de 70 mulheres ligadas à tecnologia, além de discutir as dificuldades e as vitórias de mulheres inspiradoras, ofereceu mentoria e orientação de carreira para mulheres que estão em busca de oportunidades no ramo de tecnologia e aprimoramento às estratégias das empresas para a contratação de mais mulheres para as suas áreas de TI.

“O PNAD aponta que apenas 15% dos alunos dos cursos de ciências da computação e engenharia são mulheres, e 80% desistem no primeiro ano de curso. Queremos consolidar a carreira destas mulheres. Nós vemos conexões acontecendo e mulheres cada vez mais fortalecidas”, afirmou Carine Roos, fundadora da UP[W]IT e uma das idealizadoras do evento.

Luciana Terceiro, especialista em design de interação e também idealizadora do evento, destacou a importância de espaços para que as mulheres possam falar sobre as dificuldades deste mercado e para perceberem que não estão sozinhas. “As mulheres se sentem pouco à vontade e com pouca abertura para falar sobre as dificuldades deste mercado por um viés feminino”, disse.

Além delas, o evento também contou com a organização de Cíntia Citton, consultora de inovação, Fernanda Joris, Designer Digital na Eokoe e AppCívico; Vania Teofilo, mestre em Design de Artefatos Digitais – UFPE, além de Ana Carmen Foschini e Fernanda Coelho, especialistas em comunicação e marketing digital.

As três painelistas presentes no evento mostraram as dificuldades e as necessidades de superação constantes no mercado de tecnologia. Juliana Glasser, programadora e maker, fundadora da Carambola e do Engenho Maker, destacou que, infelizmente, é natural que o crescimento das mulheres no mercado de tecnologia seja lento. “Estas questões ainda são complexas, mas existe muita gente comprando esta ideia”, afirmou.

Patrícia Borges, que trabalha na plataforma de autenticação dos usuários da Globo.com, tem 10 anos de experiência como desenvolvedora de software em projetos nos mais variados campos, afirma que o grande número de “nãos” recebidos ao longo da sua trajetória a fortaleceram. “As mulheres conseguem se diferenciar muito rápido no mercado de tecnologia”, lembrou.

Já Nina Silva, que atua há 15 anos no segmento, integra atualmente o time de Gerenciamento de Projetos na Honda, é participante do SAP Global Committee responsável pela implementação do PMO em TI da empresa, lembrou que a participação das mulheres no segmento está de fato crescendo. “Mas existem inclusões e inclusões. Quando se trata de níveis realmente estratégicos, que é onde as mudanças acontecem, ainda é muito pouco. A gente precisa lutar não só pela diversidade, mas também pela manutenção dela”, afirmou.

O painel foi facilitado por Ligia Oliveira, da Cia de Talentos, gestora responsável pelo planejamento, acompanhamento e execução de projetos de employer branding, com foco em atração e relacionamento com jovens e universidades para empresas nacionais e multinacionais.

Após o painel, foi realizado um trabalho de mentoria entre as participantes. Uma das principais conclusões foi que retorno financeiro é importante, mas o que realmente atrai essas mulheres é o reconhecimento do trabalho, um plano de carreira sólido e a possibilidade de realmente fazer a diferença. A grande discrepância entre o conteúdo aprendido nas faculdades e o que o mercado realmente exige também foi um ponto importante abordado entre as profissionais.

O encontro teve o patrocínio da Globo.com e McKinsey, além da parceria com o Coletivo Mola e a Cia de Talentos.

Durante todo o mês de abril a UP[W]IT promoveu a campanha “Futuras Líderes”, que utilizou as redes sociais Facebook, Instagram e Twitter e criou um movimento de inspiração, visibilidade e empatia na rede por meio da divulgação de mulheres líderes na tecnologia e mulheres que estão iniciando suas carreiras na área.

Sobre a UP[W]IT

UPWIT – Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation ou Destravando o Poder das Mulheres para Inovação e Transformação – é uma organização voltada para a inclusão de mulheres em diversos setores e esferas de decisão da sociedade, especialmente tecnologia e inovação.

Por meio de workshops presenciais com até 70 participantes, realizados periodicamente, a UPWIT incentiva práticas inclusivas e a criação de soluções inovadoras que contribuam para a igualdade de oportunidades entre os gêneros. Referência de prática para a inclusão de mulheres e minorias de gênero, a UPWIT também consolida informações sobre o mercado brasileiro e o cenário atual para embasar suas ações e estratégias de transformação social.

Fonte: Carolina Marcondes

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