Agência digital abre vaga para estágio

A MOD está em busca de estagiário

Agência situada em Taubaté e com unidade também na Flórida (EUA), a MOD Marketing & Inovação abre vaga para estagiário/estagiária para atuar como assistente de social media.

Agência busca freela de monitoramento

Gauge precisa de freela

A Gauge está com oportunidade para freela de monitoramento em nossa filial de São José dos Campos.

Imagem de Free-Photos por Pixabay

MONITOR DE REDES SOCIAIS (temporário)

Tempo de atuação: 01 mês Horário: 6h por dia Período: Segunda à Sexta feira no período da manhã (8h às 14h) ou tarde (14h30 às 21h30) – sáb e dom será home office

Local: Gauge São José dos Campos

Descrição: Analisar reputação das marcas nas mídias sociais através de ferramenta on-line e planilhas.

Requisitos: Possuir 18 anos, Ensino Médio completo, DISPONIBILIDADE DE HORÁRIO e Conhecimento básico Pacote Office

Interessados enviar currículo com pretensão salarial para: freelas@gauge.com.br

O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Mais uma edição do Misanja

Vem aí a terceira edição

A 3ª edição do MiSanja, Marketing Digital em São José dos Campos, terá como tema Marketing de Performance.

Os participantes desta edição serão Luciana Maryllac, Marcus Cabral e Gustavo Franco.

Confira a programação:

Faça sua inscrição por aqui

Conteúdo nativo passou a ser decisivo

Por que o conteúdo em formato nativo se tornou ferramenta essencial para o marketing?

Não somente o conteúdo, mas também, sua distribuição, contexto e segmentação são os principais fatores de sucesso para engajar o usuário e gerar performance para a marca

Fernanda Negrini, Gerente de Marketing da Outbrain/Crédito foto: Eugênio Goulart

“A popularização da internet mudou drasticamente a maneira como as pessoas criam, consomem e compartilham informação. Neste novo cenário, quando o usuário se encontra no modo de leitura, o que ele menos deseja é ser interrompido e, por isso, sua atenção fica completamente concentrada no conteúdo”, afirma Fernanda Negrini, gerente de marketing da Outbrain Brasil. É por esta razão que os formatos tradicionais de publicidade, como a mídia display, foram perdendo a performance que tinham antes e o conteúdo, por sua vez, ganhando protagonismo.

Apesar de o conteúdo ser fator determinante nas campanhas de marketing, nem sempre foi assim e, ainda, ele por si só não é responsável pelo bom desempenho da campanha. Segundo Fernanda Negrini, além do conteúdo, a distribuição, contexto e segmentação são os principais fatores de sucesso para quem quer engajar o usuário e gerar performance para a marca. “Além das mudanças na forma como os usuários consomem conteúdo, fenômenos como os adblockers também aceleraram esse processo de transformação do marketing. Com a circulação do conteúdo ganhando outra escala, as marcas precisaram encontrar uma nova maneira de estar presente nesta nova agenda social”, explica.

Neste contexto, empresas e organizações tiveram que reinventar seus planejamentos de comunicação para surfar na onda de sucesso do conteúdo. No entanto, junto ao nascimento do marketing de conteúdo, surgiu a questão de como mensurar os resultados e otimizá-los. “Comentários, compartilhamentos, curtidas e cliques são todos medidas superficiais de engajamento e, ao focar apenas em números isolados, fica impossível entender o poder do conteúdo e seu impacto em todas as frentes de comunicação”, diz Fernanda, ressaltando que a avaliação pós clique é muito mais profunda e traz muitos insights sobre a audiência e os assuntos de interesse relevantes para ela “Nesse quesito, é preciso avaliar quanto tempo o usuário ficou no seu site; quantas páginas visitou; se participou de alguma ação dentro daquele ambiente; se fez alguma aquisição; se compartilhou algum conteúdo positivo sobre sua marca”, pondera.

Além disso, outra tentação de algumas empresas foi direcionar a produção de conteúdo para plataformas sociais sob as quais elas não possuem autonomia. “Houve uma concentração de esforços em construir uma grande comunidade em torno das propriedades sociais das marcas, mas não foi levado em consideração a vulnerabilidade e a dependência que essa estratégia representava, pois diante da mudança dos algoritmos destas empresas, os anunciantes foram negativamente impactados uma vez que a entrega das mensagens de marcas perdeu relevância em detrimento dos conteúdos orgânicos do feed”. Uma pesquisa feita pela GlobalWebIndex em 2017 aponta que em média, cada pessoa possui sete perfis sociais, pois o usuário se comporta de forma diferente em cada uma delas para poder pertencer àquela comunidade. Para Fernanda, esse é o grande risco, pois os usuários nem sempre querem expor seus interesses nessas redes. “Com qual persona a marca está falando?”.

Imagem de Diggity Marketing por Pixabay

Por outro lado, Fernanda afirma que é importante diversificar as vias de acesso até a marca, já que 1/3 do conteúdo consumido enquanto o leitor navega não foi planejado. Por exemplo: ao ler um artigo em um site, ele pode descobrir algo interessante e clicar nesse link, que leva ao outro, e a outro e de repente, apresentam-se conteúdos que ele nem imaginava consumir inicialmente. “Criar conteúdo informativo sobre a empresa ou produto e distribuí-lo nos canais onde o usuário dedica atenção plena ao consumo, viabiliza uma descoberta e ainda colabora para um melhor resultado do site nos rankings dos motores de busca, alimentando todo o funil de compra”.

A gerente de marketing da Outbrain Brasil aponta que produzir um conteúdo único e associado ao propósito da marca, distribuí-los nos canais certos, para a audiência real e certa, são essenciais, mas ainda assim, dependem do contexto em que são apresentados. “A publicidade deve ser menos sobre a marca, a agência ou a empresa de tecnologia e mais sobre como a mensagem vai ressoar com os consumidores que visualizam o anúncio”, diz. “Precisamos dar aos consumidores um maior senso de controle e de poder de escolha sob o que vão consumir, como por exemplo, produzir conteúdo interessante, bem distribuído e segmentado para que vá ao encontro dos interesses da audiência e que o clique represente uma ação positiva: um clique para ter acesso ao conteúdo, e não para pulá-lo”.

Por esta razão, formatos nativos de distribuição de conteúdo têm ganhado cada vez mais espaço. Para Fernanda, uma experiência de conteúdo mais natural, menos intrusiva, que se integra perfeitamente ao meio que os usuários já estão consumindo, tende a ser mais atraente e a capturar a atenção da audiência. “Se alguém estiver lendo um artigo de notícias, provavelmente estará mais disposto a ler outro artigo recomendado a ele (mesmo que seja patrocinado)”.

Dança das cadeiras

Pra começar junho

O mês de junho chegou e o friozinho não esfria as movimentações do mercado de comunicação.

A primeira novidade acontece pelos lados da Alchemy Big Data Solutions, onde o ainda estudante de quinto semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Jonas Crisóstomo Costa, assumiu o cargo de Criativo. Ele tinha passagem anterior na Experiencialize.

Já a publicitária Mariane Nascimento foi promovida para o cargo de Supervisora de Planejamento Estratégico na Focusnetworks – OnLife Marketing Transformation. Anteriormente ela ocupava a função de analista de planejamento na mesma empresa e também já havia passado pela Pilares Relações Públicas onde atuou em mídias sociais.

Coluna Branding: a alma da marca

As marcas sobreviverão a era da opinião?

Pensem um pouquinho… seria possível há 20 anos alguém banalizar a autoridade de um presidente da república? Alguém questionar o valor das universidades federais? Alguém discutir a classificação biológica dos gêneros masculino ou feminino? Ou ainda, pensar diferente da certeza da circunferência da terra?

Sem entrar muito no mérito de certo ou errado deste contexto, o fato é que há uma clara deterioração das bases culturais do nosso estilo de vida.

Podemos perceber que não conseguimos mais nos ancorar em certezas, e a verdade está a cada dia mais relativizada no mundo presente, um mundo onde a opinião nos leva para onde quisermos, ou pior, para onde querem que acreditemos.

A sociedade da opinião já está instalada, sendo um reflexo da aldeia global, criada principalmente pelos meios de comunicação. Causas, efeitos e consequências são lidos agora por cada indivíduo da forma que lhe convém, não há mais um consenso que pode ser chamado de “versão oficial”. E agora, a força da “opinião pública” parece ter mais peso até que o conhecimento científico. A pós-verdade é inegável!

Neste sentido, a ciência se voltou contra ela mesma e todas as “certezas” científicas, por conta desta natureza teórica do processo embasado em tese, antítese e síntese, passam a ser desrespeitadas pela democratização da opinião.

Photo by rawpixel.com from Pexels

No “novo mundo” há um viés sofista de democracia e opinião, que oportuniza a todos o acesso ao que se pode ou não pensar como verdade, e aos poucos vai fazendo prevalecer o que a maioria consegue “compreender” impondo uma régua baixa de desconhecimento aos demais.

Então, as teses aceitas não são mais as da academia de mestres e doutores. Não acabei de dizer que se questiona até o valor da universidade!? Mas agora vale o que democraticamente é aceito entre os populares, a democratização da opinião pública.

Assim, a pergunta que faço é: Se podemos questionar até comprovações científicas, como as marcas podem garantir que não serão rapidamente questionadas? Até quando iremos conseguir conter que este fenômeno corrosivo da democratização da verdade não atinja o mercado consumidor? Como as marcas irão reagir quando essa nova onda chegar?

Esses serão os temas que conversaremos nesta coluna nos próximos meses deixem seus comentários e opiniões. Afinal elas tem muita importância na nova sociedade!

Grupo abre vaga de estágio

Cetro abre vaga para estágio

O Grupo Cetro, franqueadora das marcas Sóbrancelhas e Beryllos está ampliando a equipe e vai avaliar currículos com portfólio de criação focados em publicidade/design gráfico ON e OFF.

Requisitos:

Estar cursando Publicidade e propaganda ou Design Gráfico;

Photoshop e illustrator;

Conhecimento em Facebook e instagram;

Gosta de fotografia? 1up

Gosta de vídeo? 2up

Estágio supervisionado pela equipe de comunicação interna Grupo Cetro.

Disponibilidade para o horário das 08h às 15h. 1h almoço.

Bolsa Auxílio + Vale transporte

Currículos/portfólios para thiago.gustavo@grupocetro.com.br

Vaga para atuar em social media

Social Media para criação de videos e imagens – São José Dos Campos

Atividades a Serem desenvolvidas:

Criação de artes para redes social, videos, imagens e banners.
Atendimento nas redes sociais.
Edição de imagens
Criação de videos curtos
Será um diferencial conhecimento em Facebook Ads.

Photo by Will Francis on Unsplash

O que se pede: Conhecimentos em redes sociais e criação de videos e imagens.

Educação: Ensino Médio / Completo

Carga Horaria de Trabalho: Combinar

Dias de trabalho: Combinar

Tempo de Experiencia: Com Experiência

Observações:Enviar Pretensão salarial e o que acharia de trabalhar remotamente, conseguiria?

Fazer contato por aqui

Persuasão Digital

Clube Talks oferece curso “Persuasão Digital” em cooperação com ACIT

No próximo dia 21 de maio, terça-feira, a Talks Clube de Entretenimento realiza, com coordenação da Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), o curso “Persuasão Digital”.

A aula será ministrada por Bruno Romano, que é comediante, palestrante e empresário com mais de 10 anos de experiência nas áreas de marketing e vendas. Já trabalhou como autônomo, como funcionário de empresa multinacional, consultor e já foi dono do próprio negócio. Além disso, é co-fundador de startup de sucesso na área de educação que em apenas 3 anos faturou mais de R$ 10 milhões e formou mais de 5 mil alunos.

Nos palcos leva seu humor e conhecimento para várias cidades do país, tanto em teatros e casas de shows quanto em eventos corporativos.

O curso acontece no Hotel Ibis Styles às 09h. Os convites estão sendo vendidos na sede da ACIT, à rua Jacques Felix, 675 – Centro. Associados tem desconto na aquisição. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 2125-8211.

Serviço

Curso “Persuasão Digital”

Local: Hotel Ibis Styles

Endereço: Avenida Virgílio Cardoso Pinna, 8043 – Piracangaguá

Data: 21 de maio de 2019

Horário: 09h

Realização: Talks Clube de Entretenimento com cooperação da ACIT

Convites à venda na Associação.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos