Vaga para assistente de marketing

Orion abre vaga

Empresa busca alguém para a vaga de assistente de marketing. Veja os requisitos na arte abaixo:

A propaganda centrada no consumidor

A nova era do marketing: a propaganda centrada no consumidor

Por Catherine Archer, MediaMath

Campanhas digitais costumavam ser genéricas e intrusivas. Mas, graças ao advento do marketing programático, hoje as empresas têm acesso a dados e métricas que permitem o desenvolvimento de anúncios mais assertivos e menos invasivos. Altamente eficiente, a mídia programática é cada vez mais importante no mercado de publicidade. Mas você sabe o que ela é?

Foto: Pixabay

Fazer marketing programático significa utilizar uma plataforma de tecnologia para realizar a compra de mídia em diversos veículos. Apesar de não ser uma estratégia, a tecnologia programática pode ser uma parte-chave de um plano de publicidade digital, usada para targeting e segmentação de audiência, por exemplo.

Não é à toa que o marketing programático é considerado o futuro da publicidade. Segundo o eMarketer, os gastos com mídia programática display nos Estados Unidos devem saltar de 27,8% para 84% até 2019.

E o mercado nacional também está efervescente. De acordo com um levantamento do IAB Brasil, no ano passado, o marketing programático correspondeu a 22,5% do faturamento do digital – em valores, a publicidade programática cresceu 74%, avançando de R$ 1,9 bilhão em 2016 para R$ 3,3 bilhões em 2017.

Experiência de marca

O marketing baseado em dados contribui, ainda, para melhorar a experiência de marca do consumidor. Portanto, mais do que pensar apenas se a mensagem da empresa chegou ao público certo, o marketing baseado em dados aliado à programática tem o intuito de garantir que o consumidor tenha uma experiência personalizada, positiva e mais relevante com essa mensagem.

Tablet, celular, computadores, smart TV e até painéis digitais são, por exemplo, diferentes dispositivos onde campanhas são rodadas. Os profissionais precisam, então, adaptar a mensagem para cada um dos canais e desenvolver um modelo de atribuição que comunique de maneira eficiente com a audiência que usa mais de uma plataforma.

Análise de dados e eficiência de campanhas

É importante lembrar que, apesar de parecer um sistema altamente automatizado, a tecnologia programática precisa ser aliada a profissionais que otimizem e realizem testes e ajustes em tempo real.

A tecnologia permite negociar uma compra de anúncio em milissegundos, mas é a decisão de uma equipe que pode aumentar as chances de alcançar o cliente certo, no momento certo, com as táticas corretas.

Sendo assim, antes mesmo de uma campanha ir ao ar, profissionais fazem testes para prever e estabelecer metas de quão efetiva será uma divulgação, para aplicar variáveis que possam tornar a campanha ainda mais eficiente. É um trabalho matemático baseado em diversos fatores e regras que garantem o Brand Safety, ou seja, que a marca do anunciante apareça em páginas seguras, que estejam ligadas ao interesse da empresa e não em sites de violência, fake news, etc.

A qualidade dos dados usados na campanha também é um fator determinante. Como são eles que permitem que profissionais usem as ferramentas e informações mais estrategicamente, para utilizá-los de forma eficiente é preciso considerar sua origem, estratégia e a qual tipo pertencem, já que podem vir da própria marca, de parceiros ou de um banco de dados com grande volume de informações.

O marketing programático no Brasil e no mundo está ganhando cada vez mais proeminência. Nesse cenário, é importante direcionar o foco principal dos anunciantes em colocar o consumidor no centro do marketing. Para alcançar resultados significativos, todo o ecossistema publicitário deve se basear nas decisões e preferências do usuário, além de oferecê-lo experiências positivas.

Fonte: SmartPR – Mariana Bruno

Vaga para assistente de comunicação

Escola abre vaga

A Escola Moppe tem oportunidade para atuar em comunicação. A vaga é para assistente de jornalismo/marketing.

Veja os requisitos e benefícios da vaga na arte abaixo:

Estágio em multinacional

Vaga de estágio em Marketing Digital

Multinacional situada no Vale do Paraíba está em busca de um estagiário para a área de marketing digital.

Envie seu currículo para o e-mail: lfonseca@wahlbrasil.com.br com o título “Estágio Wahl”

Dança das cadeiras

Mais um Dança nessa semana

Uma única edição do dança das cadeiras não foi suficiente para essa primeira semana de fevereiro. Veja na sequência mais movimentações no mercado de comunicação.

Giovana Romeiro acaba de chegar para compor a equipe da Aproxima.co Marketing, atuando como Curadora de Conteúdo. Ela já havia estagiado no Seu Clube-Beauty Salon.

Aline Mendes é a nova estagiária de jornalismo da Câmara Municipal de Taubaté. Ela já tinha passagem pelo Taubaté Country Clube como estagiária em comunicação social.

Já o publicitário Marcos Morcelli acaba de embarcar para São Paulo onde assumiu o cargo de redator na Geru, empresa de empréstimos 100% on line. Marcos estava atuando no time de Conteúdo da Supera, em SJCampos.

Estágio em Web Design

Empresa abre vaga

A Cintra Gestão e Estratégias em  RH abre vaga para estágio em web design. Confira os requisitos na arte baixo:

 

Agência tem vaga de estágio em social media

Estágio em Social Media

Estágio de 4 h de segunda a sexta, bolsa auxilio de R$ 500,00

Requisitos: Conhecimento em planejamento e gestão de mídias sociais, produção de conteúdo e boa escrita.

Não é necessário experiencia mas deve ser produtivo, organizado, proativo e criativo.

Local: Taubaté

interessados enviar currículo para paulo@agenciablast.com.br com o assunto ESTÁGIO SOCIAL MÍDIA.

4 perguntas que você precisa fazer sobre mensuração de mídia

Talvez seja hora de rever como você está abordando suas métricas de sucesso

por Fernando Teixeira

Você tem uma estrutura para medir e otimizar suas campanhas de publicidade com foco nas métricas mais importantes do seu negócio? E isso está tornando você mais inteligente como profissional de marketing ao longo do tempo?

Fernando Teixeira é Head of Practice – Advertising na Adobe

À medida que mais e mais formatos de mensuração de mídia são desenvolvidos, é essencial que se conectem as métricas aos objetivos. Infelizmente, muitos aderem a KPIs que podem ser facilmente manipulados e não transmitem valor real de publicidade ao comprador de mídia. Isso pode ser um desafio na hora de otimizar seu desempenho e aproveitar ao máximo os investimentos em anúncios digitais.

Dentro dessa cadeia, quatro questões-chave para pensar:

1. Estou comprando o que acho que estou comprando?

Parece simples, mas não é. Esta questão está relacionada à qualidade da mídia. Questões como visibilidade, fraude e segurança de marca têm sido as perguntas que mantêm os maiores anunciantes acordados à noite. Embora a otimização dessas métricas muitas vezes pareça um desafio já resolvido com tecnologias de ad cloud, pequenas alterações nas equações matemáticas que usamos podem ter grandes retornos.

Vamos começar com a visibilidade. Determinar se um anúncio é visível tem sido uma métrica com a qual a indústria normalmente está obcecada. Embora 100% de visibilidade seja uma meta razoável, nem sempre é a melhor medida de audiência real. As métricas de volume, como o número real de pessoas que podem ver o anúncio, são mais significativas. Portanto, você pode optar por analisar o CPM visível (viewable CPM), que leva em conta a visibilidade assim como o custo final e a contagem total dessas visualizações.

A seguir, está a segurança de marca: meus anúncios realmente são exibidos em um ambiente com o qual estou confortável? Eu comprei espaço nos aplicativos, sites e programas de TV que pretendia comprar? Depois, fraude: realmente exibi anúncios para seres humanos?

A maioria das plataformas de compra agora considera esses tipos de problemas por meio de recursos relacionados à transparência. E, embora as ferramentas não detectem todas as infrações, você pode reagir em tempo real diretamente nessas plataformas.

2. Estou investindo a quantia certa em uma determinada tática ou canal? Existe um ponto de saturação?

Em seguida vem o desafio de equilibrar alcance e frequência em cada canal de publicidade. Já cheguei a um ponto de retorno decrescente em determinada tática ou canal? Existe espaço para crescer? Investir mais dinheiro em uma determinada tática trará valor incremental à marca ou eu estarei alcançando os consumidores que alcancei em outro lugar? Basta lembrar de quantas vezes você viu um banner que não tinha nada a ver com você (ou com seu momento) para saber que a resposta provavelmente é não.

As campanhas de anúncios otimizadas para altos percentuais on-target ou taxas de conversão são inerentemente limitadas na escala de impacto que podem ter para uma determinada marca. Marcas com uma tolerância maior para “perder” em uma base de impressão por impressão, na verdade acabam tendo mais “hits” únicos nos clientes com os quais se importam. Considere a possibilidade de atualizar as métricas para recompensar o alcance exclusivo, analisando itens como Custo por alcance humano ou Custo por ponto único de contato.

3. Meus anúncios digitais estão funcionando para que? Eles, por exemplo, levam mais gente para a loja física?

Essa pergunta precisa entrar na mente do cliente: meu anúncio está funcionando? Quais mudanças de percepção estão sendo criadas que podem levar a mudanças comportamentais?

A clareza na mensuração é crítica aqui. Não é incomum que os compradores de mídia se concentrem em metas conflitantes. Quero ter alcance e frequência. Eu quero melhorar a reputação e vender. É essencial saber o que a campanha está tentando alcançar e alinhar as métricas com essas metas específicas.

Isso parece simples, mas é frequentemente ignorado. Conversões são o objetivo dos anunciantes em geral; mas as marcas que buscam experimentação, por exemplo, podem focar no aumento do número total de consumidores. Considerando marcas que trabalham com uma base de clientes já existente, um volume eficiente de conversões (custo por ação) é mais apropriado.

Você pode dar um passo adiante ao enriquecer essa “ação” no final do custo por ação. As marcas que se concentram na coleta de receita conhecida devem contar os totais de transações de cada ação. As marcas que conduzem o teste e a exploração podem querer analisar as métricas de pré-compra, como o tempo de permanência e as ações totais do site, o que pode sinalizar a exploração e a intenção de compra do produto. E se você é como a maioria das marcas de publicidade no mundo, as principais ações do consumidor acontecem off-line. O uso de feeds de atribuição off-line – como dados de ponto de venda, dados do cartão-fidelidade ou geolocalização – tornou-se algo bastante difundido para solucionar esse problema e muitas marcas agora operam com uma estrutura “aways on” para incorporar o comportamento off-line.

Mas essa compreensão mais rica do comportamento ainda é insuficiente para incorporar o sentimento, métrica que “gruda” tudo isso. Compreender como o sentimento pode se relacionar com o comportamento – em vez de tratá-lo como um objetivo final em si mesmo – pode levar a um entendimento muito mais claro de como seus anúncios estão funcionando e unir seus esforços de mídia e criação. Por exemplo, estabelecer uma correlação entre os picos nas métricas da marca e os comportamentos de compra resultantes da visualização de um anúncio específico pode fornecer insights para que isso seja incorporado em futuros processos criativos.

4. Estamos realmente estimulando novas vendas ou impactando pessoas que já iriam comprar de qualquer jeito?

Por último, a parte difícil. As marcas precisam, em última análise, saber se a campanha publicitária está causando um comportamento que não teria acontecido se elas não tivessem anunciado. Isso é complicado, pois o conceito de “atribuição” sugere que os consumidores que compram depois de ver um anúncio foram influenciados por esse anúncio – uma noção que infelizmente nem sempre é verdadeira.

Veja o exemplo daquele anúncio de calçado que acompanha os consumidores em todo o processo de compra que eles já pretendiam concluir, independentemente dos anúncios. Esses banners estão aí para irritá-lo por um motivo muito específico: os modelos de atribuição são recompensados ao colocar um cookie em você antes de fazer uma compra. Essa miopia é grave para o entendimento dos modelos de atribuição.

E se pudéssemos criar uma janela em que as ações do consumidor iriam ocorrer de qualquer maneira e, em seguida, removê-las da equação na hora de atribuir crédito? Este é o mundo dos testes incrementais que está surgindo rapidamente, impulsionado por um novo conjunto de ferramentas e um crescente entendimento das limitações das métricas de desempenho usadas até hoje.

Essa parte começa a parecer uma aula de ciências, com grupos de teste e controle, “pílulas de açúcar” ou placebos, e a necessidade de uma nova classe de analistas de mídia para interpretar e responder aos resultados. Se isso parece novo e desafiador para você como marca, você provavelmente não está sozinho. Enfatizar a importância das ferramentas de teste incremental com seus parceiros de tecnologia e começar a construir sua equipe para incorporar especialistas em experimentos de publicidade é uma obrigação para marcas que buscam maximizar o impacto de seus anúncios.

Uma pergunta que adoro fazer em reuniões é: “os seus resultados de conversão em mídia excluem o impacto nas pessoas que já iam comprar de qualquer jeito?” A maioria dos profissionais de marketing ainda trava na hora da resposta.

Se você for bem-sucedido nessas estratégias de mensuração avançadas, precisará ter o framework correto. Fazendo essas perguntas a você mesmo e ajustando seus KPIs para permitir a otimização de campanhas em tempo real nas métricas relevantes, você estará criando as bases necessárias para aproveitar ao máximo seus investimentos em compra de mídia.

OBS.: O artigo tem como base o texto original de Tom Riordan, Head of Measurement Services na Adobe

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Vaga para estagiários em comunicação

Coaching Concurseiros busca estagiários

O Coaching Concurseiros está contratando estagiários para a sua área de comunicação. Estão à procura de um Editor para acompanhar as gravações e editar seus vídeos institucionais e de depoimentos de seus alunos. Além disto também estão atrás de um Designer para trabalhar em sua comunicação interna e digital, criando imagens para o site, imagens para postagens no blog de notícias, thumbnails para o youtube e facebook e artes para a comunicação interna como avisos, novidades etc.

Requisitos:
Estar cursando Publicidade e Propaganda, Jornalismo ou Marketing

DESIGNER
– Adobe Photoshop
– Adobe illustrator ou Corel Draw

EDITOR
– Adobe Premiere Pro
– Sony Vegas
– Noções de montagem de set

Sobre a Vaga:
– Bolsa Auxilio: R$800,00
– Vale Transporte: R$179,40 (isso varia para quantidade de ônibus necessários para chegar ao escritório)
– Carga de trabalho: das 10h00 às 17h00 com 1 hora de almoço

Caso tenha se interesse entre em com contato pelo e-mail:
contato@coachingconcurseiros.net

Mulheres tem bom salário em social media, aponta pesquisa

Na contramão do mercado, 11% das mulheres ganham mais que homens em social media

Porém, mesmo ganhando mais e sendo maioria, mulheres não ocupam cargos de chefia

De acordo com a pesquisa “O Profissional de Inteligência em Mídias Sociais no Brasil” publicada no final de novembro, as mulheres são maioria no mercado de inteligência em social media, dominando 55% do setor, e mesmo assim, ainda não ocupam os cargos mais altos. Mas já é possível ver um avanço, pois comparando todas as faixas salariais, mulheres ganham a mais que os homens em 11% dos casos. Dentre as respondentes, não há mulheres que ganham mais de 20 salários mínimos ao mês na área.

A área está na contramão do mercado brasileiro, já que a pesquisa realizada neste ano pela Catho, aponta que a diferença salarial chega a ser 53% maior entre os homens. O realizador da pesquisa deste ano sobre o setor de mídias, Pedro Barreto, afirma que: “Estamos dando um passo incrível, ainda temos o que melhorar, é claro, mas é preciso que as novas áreas se desprendam do modelo arcaico do nosso mercado”.

O estudo demonstra que as mulheres não apenas ganham mais ou são maioria no setor, mas também possuem mais experiência na área, em geral, elas detêm 10% a mais de tempo de mercado do que os homens. Isso acontece porque as mulheres também se capacitam mais, 36% delas fizeram algum curso livre enquanto os homens representam 24%. No todo a capacitação em mídias sociais aumentou 6% comparado ao ano de 2017.

Para Gabriela Teixeira, que atua como analista de mídias e redes sociais há cinco anos, “Percebo que levamos mais tempo para sermos promovidas e por isso, ficamos mais tempo em cargos menores enquanto os homens vão crescendo mais rápido e, consequentemente, ganhando mais. Nós mulheres estamos sempre buscando novos conhecimentos. Eu pelo menos tenho o constante pensamento que preciso me especializar mais e mais”.

Dado importante também da pesquisa, mostra que 30% dos profissionais respondentes tem mais de 8 anos de experiência de mercado. “Isso corrobora a importância e seriedade do projeto em fornecer anualmente conteúdo estratégico para todo mercado”, finaliza Barreto.

Sobre a pesquisa

Em 2011, o pesquisador Tarcízio Silva realizou a primeira pesquisa sobre a área de mídias digitais, com o intuito de saber como as pessoas podem competir com sucesso, também foi Tarcízio quem produziu a segunda e terceira pesquisa da área, em 2012 e 2013. No ano seguinte, 2014, a produção foi feita pelo sergipano Júnior Siri, assim como em 2015. Em 2016 e 2017, a pesquisa foi conduzida por Ana Claúdia Zandavalle, e em novembro de 2018, ficou a encargo de Pedro Barreto.

Fonte: Arebo – Gabriela Guimarães
Assessora de Imprensa