Catraca Livre é eleito o melhor site pelo Digital Awards 2017 BR

Com 56% dos votos do Júri Especial, Catraca Livre ganha em primeiro lugar na categoria site e blogs

O Catraca Livre – propõe facilitar a vida das pessoas com informação acessível e de qualidade – é eleito o melhor na categoria sites e blogs pelo prêmio Digital Awards 2017 BR. A cerimônia de premiação aconteceu ontem, dia 14 de dezembro, às 19h, no Anhembi, em São Paulo (SP) e contou com a apresentação do repórter, comediante e youtuber Fernando Muylaerte e convidados especiais.

O Catraca Livre, que se tornou um dos principais influenciadores do país entre millennials, venceu com 56% dos votos na categoria sites e blogs. Os vencedores foram indicados através do “Voto do Júri Especial”, composto por jornalistas, colunistas e formadores de opinião, que desde o dia 27 de novembro estavam escolhendo os vencedores nas 9 categorias. Outros grandes vencedores do Prêmio que merecem destaque foram: Porta dos Fundos, que ganhou na categoria canal Youtube, e a cantora Gretchen, que foi consagrada como a rainha da Internet.

“Nosso engajamento é fruto de uma receita editorial, que mistura utilidade e cidadania com cultura pop, mas que acima de tudo pulsa com os interesses dos jovens.”, afirma Manuela Thamani do Catraca Livre. Com mais de 130 milhões de alcance mensais somando todas as redes, o portal tem como missão “Comunicar para Empoderar”. Divulgando diariamente nas redes sociais informações acessíveis e de qualidade, com dicas para os jovens sobre cultura, saúde, mobilidade, educação, etc.

O Prêmio Digital Awards BR está na sua segunda edição e tem a proposta de destacar pelo mérito e protagonismo criadores de conteúdo, influenciadores digitais, Startups e Apps nas nove categorias criadas como: MKT Digital, Site e Blogs, Youtube, Produtos Digitais, Mídias Sociais, Apps, Podcasts, Música e Inovação Digital.

Sobre Catraca Livre
A grande missão do Catraca Livre é usar a comunicação para empoderar os cidadãos. Empoderar se traduz, em nosso jornalismo, na busca do maior número possível de informações que mostrem possibilidades acessíveis e de qualidade, virtuais ou presenciais, em todas as áreas da atividade humana: da cultura, passando pela saúde e mobilidade, até educação, comportamento e consumo.

Hoje a maior parte do público do Catraca Livre Parte é composto por 40% da geração Y, com acesso de 88% no dispositivo mobile e 12% em desktop, sendo que 70% são mulheres e 30% homens. São mais de 12 milhões de visitantes únicos e mais de 50 milhões de visualizações na página, ultrapassando 130 milhões no alcance mensal nas redes sociais.

Fonte: Conecte – Andréa Camilo

Estudo traz revelações sobre a Geração X

Viacom International Media Networks revela resultados de sua mais nova pesquisa global: ‘GEN X TODAY: MY LIFE. MY WAY.’

Novo estudo mostra que a Geração X valoriza mais o sexo do que a amizade, não enfrenta a crise da meia-idade, desconstruiu os papéis familiares e os gêneros tradicionais e redefiniu o ambiente de trabalho.

A Geração X tem prioridades quando o assunto é relacionamentos e no topo da lista está o sexo (57%), que vem antes de amizade (49%)

A Viacom International Media Networks (VIMN), divisão da Viacom Inc. (NASDAQ: VIAB, VIA), divulga o seu mais novo estudo global: ‘GEN X TODAY’. Para esse estudo, os pesquisadores da VIMN entrevistaram 12 mil adultos em 21 países por meio de um questionário online. Aproximadamente nove mil tinham entre 30 e 49 anos, com uma amostra de 18 a 29 como comparação. Os países incluídos na pesquisa, além do Brasil, foram: Austrália, Bélgica, Colômbia, República Tcheca, Alemanha, Hungria, Indonésia, Itália, Malásia, México, Holanda, Filipinas, Polônia, Romênia, Singapura, África do Sul, Suécia, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos. Além disso, a VIMN capturou 1.000 imagens via álbuns de fotos e conduziu 36 entrevistas pessoais em profundidade em 8 países: México, Colômbia, Brasil, Reino Unido, Alemanha, Hungria, África do Sul e Tailândia.

A pesquisa fornece um novo olhar sobre a chamada Geração X – que atualmente representa quase 2 bilhões de pessoas em todo o mundo e uma média de mais de 180 milhões de espectadores das marcas Viacom – para entender o que aconteceu quando a geração de jovens cínicos, rebeldes e “vagabundos” dos anos 80 e 90 cresceu, entrou no mercado de trabalho e constituiu novas famílias.

O estudo revela que enquanto o mundo estava focado nos Millennials e nos Boomers, a Geração X reinventou o que significa ser adulto. À medida que envelhece, essa geração continua a fazer as coisas à sua maneira, seja no trabalho, no lazer ou na vida em geral.

“Com tanto foco nos Millennials, Pós-Millennials e até mesmo nos Boomers, a Geração X foi deixada de lado quando o assunto é pesquisa e hoje só é compreendida por uma visão antiquada da vida adulta e devido à reputação ‘preguiçosa’ de sua juventude”, avalia Christian Kurz, Vice Presidente Sênior de Global Consumer Insights da Viacom. “Com ‘Gen X Today’, pudemos ver o verdadeiro impacto da Geração X no mundo, desde o impulso global para a inovação e a quebra dos papéis tradicionais de gênero até a redefinição do que significa ser um ‘adulto’ hoje em dia”.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES DO ESTUDO

She-conomy: a Geração X está liderando o caminho no que diz respeito a mulheres, trabalho e dinheiro. 55% das mulheres ganham mais ou igual do que seus parceiros no lar.

Assuntos de Família: assim como as mulheres da Geração X estão assumindo um papel maior no ambiente de trabalho, o mesmo acontece com os homens no ambiente familiar. Mais de 80% dos entrevistados concorda que um homem pode criar uma criança tão bem quanto uma mulher. A Geração X tem prioridades quando o assunto é relacionamentos e no topo da lista está o sexo (57%), que vem antes de amizade (49%). Esse é um grande contraste com os Millennials, que valorizam em primeiro lugar a amizade.

The Brat Pack: a Geração X prefere menos amigos, porém mais próximos, do que os enormes grupos dos Millenials – os entrevistados da Geração X têm em média 53 amigos, 15 a menos do que seus equivalentes Millennials.

São 3h da manhã, Mas Eles Não Estão Solitários: a Geração X tem 13% menos propensão a se sentir solitário, em comparação com os Millennials.

Procurando Conforto em Si Mesmo: a rebeldia da juventude se transformou em uma independência confiante quando os adolescentes da Geração X abraçaram – e reinventaram – a vida adulta. 90% consideram-se felizes com suas vidas como elas são hoje e 96% consideram-se confiantes.

Encontrando o Equilíbrio: a grande maioria (84%) dos entrevistados da Geração X preferem o equilíbrio trabalho/vida ao sucesso somente no trabalho.

Sem Crise da Meia-Idade: eles podem ter envelhecido, mas a Geração X não ficou necessariamente mais “madura”. Eles continuam jovens de espírito, com hobbies e outros interesses não relacionados ao trabalho e, por isso, estão pulando a crise da meia-idade. De fato, o estudo não mostrou nenhuma “crise” significativa para essa geração como um todo.

Para mais informações sobre ‘GEN X TODAY’ e outras pesquisas da VIMN, visite: http://internationalinsights.viacom.com/

Fonte: Fundamento Marketing – Junia Sanches

Mais do que nunca colaborar é preciso

Precisamos falar sobre colaboração

Transformação digital e ambiente hiperconectado pedem uma mudança cultural na forma como, hoje, as empresas se organizam para trabalhar. E essa é uma boa notícia

por Rodrigo Coppola

A inércia, lei descrita no século 17 pelo físico Isaac Newton, talvez seja um dos principais freios da inovação tecnológica. A tendência de se manter a trajetória a uma mesma velocidade não é restrita somente a objetos em movimento, mas à organização social como um todo. Trazer inovação passa, portanto, pela transposição de barreiras culturais. E os temas colaboração e transformação digital estão, exatamente, nesse estágio: o de vencer as forças que visam manter o status quo.

Primeiramente, é preciso entender do que se trata, efetivamente, a transformação digital. Essa tendência tem como base a forma como as pessoas interagem com o mundo em todos os aspectos, seja em sua vida profissional, seja na pessoal, graças à capacidade quase irrestrita de conexão, mobilidade, cloud computing e acesso facilitado à informação.

Colaboração, por sua vez, ganha cada vez mais força em um ambiente hiperconectado. O que no passado dependia de reuniões ou encontros presenciais para ser debatido, hoje, ocorre quase que sem barreiras, independentemente de onde as pessoas estejam: conectado à internet, qualquer aparelho pode permitir troca de ideias com ajuda de soluções de áudio, videoconferência e outras tecnologias que permitem a interação entre as pessoas. Mas isso é apenas o começo.

Abraçar a colaboração é muito mais do que implantar uma solução: trata-se de uma nova maneira de estruturar a organização. Isso reflete no ambiente de trabalho – como é o caso dos workspaces do futuro, que explorem os benefícios da comunicação unificada e contenham soluções de conferência, como serviços de reuniões via web e vídeos fáceis de usar, com áudio interativo, e ferramentas que amparam as dinâmicas entre os funcionários – como ocorre com as comunicações unificadas – uma convergência de tecnologias que une todos os meios e dispositivos de comunicação e mídia, sejam eles de voz, texto ou vídeo. Tudo isso para permitir que os colaboradores se comuniquem com mais efetividade e criem uma dinâmica de trabalho mais produtiva.

Mas como mudar o status quo?

Para que a inovação supere a inércia e consiga derrubar as barreiras que impedem o posicionamento digital das organizações, é preciso que sejam vistas vantagens de uma transição. Qualquer adoção de nova tecnologia deve ser feita após uma profunda avaliação do negócio e o entendimento de seus pontos positivos – cenário que é avaliado caso a caso, dependendo da realidade de cada empresa. Mas uma coisa é certa: no médio prazo, a pressão, que já é feita, hoje, pelos clientes, virá de dentro da própria empresa. E com força: a Deloitte estima que até 2020, cerca de 75% da força de trabalho mundial será formada por Millennials.

Esse grupo já está inserido, a partir de suas experiências digitais, no ambiente hiperconectado proporcionado pela transformação digital. A produtividade do negócio dependerá disso. Por isso, antes que seja tarde demais, precisamos falar sobre colaboração.

*Rodrigo Coppola é Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Colaboração para América Latina na Orange Business Services.

Fonte: About.com – Danilo Fernandez