Comunicação x Pandemia: O que aprendemos até agora

por Tatiana Lacaz

1) Quem sempre se preocupou em investir em comunicação e marketing saiu a frente: A presença no meio digital com um posicionamento ligado as tendências atuais, contribui para o fortalecimento da marca, fazendo com que ela não caia no esquecimento do público.

2) Mais do que nunca foi preciso ouvir o cliente com atenção: Ouvir o seu target é imprescindível para suprir as suas necessidades, em tempos de pandemia essa premissa ganhou ainda mais atenção. Novos hábitos tomaram conta do dia a dia de muitas pessoas e as marcas que souberam identificar o novo comportamento do consumidor, conseguiram criar estratégias mais assertivas.

3) O digital é uma tendência forte, mas não substitui o off-line: Tivemos que nos adaptar ao contexto do digital, seja para assistir aula, fazer curso ou comprar os itens que julgamos serem essenciais, apesar dos inúmeros esforços de algumas empresas, a relação no meio off-line ainda faz diferença. Para muitos, a presença e o contato físico, são importantes para um melhor aprendizado e desempenho.

4) Ofereça ao seu cliente uma experiência de compra completa: Saiba como realmente encantar o seu público, crie estratégias visando as etapas da jornada de compra do consumidor e esteja pronto para atendê-lo prontamente sempre que for preciso.

Manter o investimento em Marketing é a saída mais eficaz para driblar a crise. O contexto da pandemia acelerou o crescimento dos canais digitais, valorizou as experiências em tempo real, aumentou a criação de conteúdos interativos e fez com que as marcas se tornassem mais humanas e comprometidas com o seu público.

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6 principais erros do marketing digital para evitar em 2021

Atualmente, os olhos das pessoas estão muito ligados ao digital e as empresas precisam entender o perfil dos consumidores para se adaptarem a essa nova realidade; mas, tendo essa necessidade em vista, muitas vezes não conseguem traçar uma estratégia positiva

São Paulo, janeiro de 2021 – Nos últimos anos, investir em diversas estratégias de marketing digital se tornou essencial para muitas empresas, afinal, já é sabido que o digital invadiu o mundo dos negócios. Com o isolamento social e a necessidade de migrar as vendas de produtos e serviços, os empreendedores enxergaram as redes sociais como uma oportunidade para se manter estável. Para se ter uma ideia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 70% dos brasileiros têm acesso a internet e, desse número, 97% acessa por meio dos dispositivos móveis. Isso comprova a necessidade das corporações entenderem o papel do marketing digital.

Porém, de acordo com Alex Vargas, especialista em marketing digital e empreendedor digital com 800 mil inscritos em seu canal no YouTube, mesmo funcionado como uma solução para muitos empreendedores, existem algumas estratégias realizadas de maneira inadequada que podem gerar um efeito contrário do desejado. “São detalhes simples mas que podem passar despercebidos e estragar totalmente sua estratégia de vendas. Por isso, construir uma boa vitrine virtual é essencial”, explica.

Alex Vargas

Abaixo, o especialista lista os principais erros e uma estratégia prática do que fazer para seu resultado do marketing ser rápido e eficaz. Confira:

1 – Falta de paciência: tome cuidado com o imediatismo, ansiedade e desespero. “Não é correto pensar que uma coisa que você nunca fez vai funcionar perfeitamente logo na primeira vez. Não podemos comparar nossa primeira semana com os três ou quatro anos de uma outra pessoa. Normalmente, os processos no marketing digital não são rápidos. Gosto de indicar a estratégia do 100 – 100 coisas, 100 dias, quando nos damos esse período cria-se um espaço de tempo para os resultados aparecerem. Pensa: quanto tempo que leva uma faculdade? Quanto tempo é um contrato de trabalho? Então, se livre desse imediatismo, dessa ansiedade, desse desespero, saiba que as coisas não vão acontecer logo de primeira, e que tudo leva o seu tempo”, alerta Alex Vargas.

2 – Falta de planejamento: é necessário entender que todos os empreendedores de sucesso tem um ponto em comum: disciplina. “Ela é fundamental em um negócio, principalmente no início, e você precisa entender como é sua disciplina do dia a dia, seguindo horário, alimentação, exercícios, trabalhando a mente, para manter o foco. Não se compare com quem já está no mercado há muito tempo, ou com perfis de ostentação, siga a sua estratégia e tenha paciência e compreensão com seu processo”, revela Vargas.

3 – Não fazer uma análise de concorrência: para a estratégia ser completa logo de início, também é preciso fazer uma análise de quem são os concorrentes e o que estão falando. “O intuito aqui é entender o que está falando na estratégia do outro para aplicar em seu negócio. Por exemplo: um arquiteto percebe que seus concorrentes não estão falando sobre design biofílico, você pode levar essa novidade para os seu público. Então, faça esse diagnóstico desde início”, complementa.

4 – Ter um site não seguro: esse é um erro bem comum e que os empreendedores, muitas vezes, desconhecem. “Caso você queira aplicar algumas estratégias no seu site, na hora da criação, é preciso se certificar se o mesmo está habilitado para receber as ações de marketing digital. Isso porque, é preciso que as suas visitas se tornem em algum tipo de conversão (leads ou vendas). Apenas os anúncios em si não vendem e nem geram contatos”, salienta.

5 – 80% Prática e 20% Teoria: o “Princípio de Pareto” também pode ser aplicado ao marketing digital. A partir dele é possível saber uma propensão dos resultados dentro dos negócios. “Só estudar e não partir para a ação não vai funcionar. Não fique esperando o momento, cenário ou equipamentos ideais, apenas comece. No início, demorei para colocar em prático tudo o que aprendi, pensava na câmera ideal para gravar o vídeo, edição e outras pontos, mas o mais importante é o conteúdo e ir aprendendo na prática. É fundamental se atualizar, mas também tudo que foi visto deve ser colocado em prática. Estude em 20% do seu tempo e aplique 80% o que aprendeu. Essa teoria também vale em outros sentidos, como 80% dos resultados estão relacionados a 20% dos investimentos”, complementa Alex Vargas.

6 – Não identificar o nicho, produto e estratégia: saiba qual caminho você quer seguir e persiga nele. “Se você está trabalhando com Dropshipping, por exemplo, um segmento que cresce a cada dia e que o empreendedor é responsável por precificar a venda e o marketing da loja, é necessário focar em um produto e estratégia: se está vendendo uma câmera específica, faça campanhas recorrentes e se torne um especialista nessa área, assim os seus clientes vão chegar até você. Além disso, saiba focar em um produto e na estratégia: se vai fazer vídeo para o Youtube fique neste canal até dar certo, faça roteiro e conclua”, exemplifica Alex.

É importante deixar claro que o mundo do marketing digital é bem amplo e que existem diversas formas de fazer o seu negócio aparecer, seja vídeos, campanhas no Google e nas redes sociais ou até por meio de conteúdos. “Veja qual delas se encaixa melhor para o seu negócio e siga as dicas que o resultado será positivo”, finaliza o especialista.

Sobre Nucleo Expert

O Nucleo Expert é um blog de propriedade de Alex Vargas, considerado um dos maiores especialistas em Marketing Digital do Brasil. São postados conteúdos gratuitos focados em Marketing Digital, Empreendedorismo, Produtividade e Estilo de Vida.

Sobre Alex Vargas

Alex Vargas é empreendedor digital há mais de 15 anos. Desenvolveu dezenas de negócios na Internet. É criador de diversos treinamentos online, com destaque para o Fórmula Negócio Online que é considerado o treinamento mais indicado para quem quer começar um negócio do zero. Reconhecidamente como um dos mais bem sucedidos profissionais de marketing digital do Brasil. Desenvolveu os melhores treinamentos para empreendedores digitais, profissionais de marketing e afiliados da atualidade. Reconhecido pelo mercado como um dos melhores copywriters da atualidade. Criou cartas de vendas de altíssima conversão. Desenvolveu diversos negócios na Internet. Ganhou o prêmio de Empreendedor Digital do ano de 2019 do Afiliados Brasil. Motivador de pessoas. Aborda pontos de motivação e mindset para criação de negócios altamente lucrativos.

Fonte: Comunica PR – Maria Carolina Rossi

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Agência tem três vagas em aberto

SB Marketing está buscando Designer Gráfico, Assistente de Tráfego e estagiário em Social Media

A SB Marketing é uma agência de publicidade localizada em Caçapava-SP e está com vagas para seu time de criação, conteúdo e estratégia digital.

Designer Gráfico
– Residir em Caçapava ou região
– Ter experiência na área
– Manjar de edição de vídeos
– Possuir portfólio

Assistente de Tráfego
– Residir em Caçapava ou região
– Perfil analítico
– Noções básicas em Google e Facebook Ads

Estágio em Social Media
– Residir em Caçapava ou região
– Cursando Jornalismo ou Comunicação Social
– Ser heavy user de redes sociais

Os interessados devem enviar o currículo para contato@santosebrancatti.com.br com o nome da vaga no Assunto do e-mail. Todas as vagas são para início imediato.

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Vaga para Analista de Mídia de Performance

Vaga para Analista de Mídia de Performance com foco em Google Ads e Facebook Ads 

Image by Photo Mix from Pixabay

Responsabilidades:

– Planejamento de campanhas para Google, Youtube, Facebook e Instagram, definindo KPIs e acompanhando os principais índices de acordo com as metas do time;
– Projetos de otimização de campanhas, grupos de anúncios e criativos;
– Configuração de tags de conversão pelo GTM da empresa;
– Configuração e aprovação de produtos no Google Shopping;
– Criação de relatórios semanais, mensais e trimestrais

Requisitos: Graduação completa e Certificação Google Ads e Facebook Ads

Tipo de contratação: Contratação como PJ com valor mensal do contrato a negociar.

Vaga presencial, porém neste momento de pandemia atuará em Home Office.

Interessados favor mandar currículo para: startup.rhsjc@gmail.com

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Três motivos para as agências de comunicação implementarem o home office

*Maria Carolina Martins Rossi

O tema Coronavírus está entre os mais comentados no mundo, seja nos noticiários, redes sociais ou nas conversas do dia a dia. A preocupação com Covid-19 impôs home office em uma série de empresas, porém, no caso das agências de comunicação esse cenário é bem diferente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , trabalhar em casa ou até mesmo em outros espaços, como o coworking, cresceu 21,1% entre os anos de 2017 e 2018. Mas quem vive a rotina das agências, muitas vezes, ainda tem que ir ao escritório todos dias, mesmo sabendo o quanto nosso trabalho pode ser remoto.

O dia a dia na agência exige muitas atividades que podem ser feitas de qualquer lugar do mundo, desde que haja internet. Grande parte das funções realizadas acontecem com a ajuda de um computador e uma boa organização de tempo para lidar com as demandas exigidas. A agenda do Relações Públicas, por exemplo, envolve uma comunicação 360º, com diversos clientes, jornalistas e serviços, como assessoria de imprensa, branded content, treinamento e palestras, endomarketing, mídias sociais, consultoria de comunicação, análise de reputação, storytelling e gestão de crise, e todas essas funções são realizadas na maioria das vezes pelo computador. Mas porque ainda exigem a nossa presença nas agências e controlam nossos horários?

Para desmistificar esse assunto e acabar com o pré-conceito ao home office, listo três benefícios dessa modalidade de trabalho. Confira:

1 – Nosso ambiente de trabalho é o computador: o trabalho de um PR acontece primordialmente na internet. Normalmente, o espaço físico pode funcionar para reunir a equipe e garantir também um ambiente com todo o suporte necessário – telefone, computador e internet. Mas todas as atividades podem ser realizadas de casa e com uma gestão completa da organização de tempo. Adotando medidas como listas diárias, planejamento, agenda de tarefas e compromissos, checklist de suas tarefas, definindo o que é prioridade, é possível realizar todas as atividades com eficiência e no prazo.

2 – Menos horas no trânsito, mais qualidade de vida: quem trabalha em agências de comunicação sabe que temos um cronograma de atividades, pautas e temas para seguir, e que existem horários e momentos que todo o planejamento já foi cumprido. Muitas vezes, perdemos horas para chegar no escritório e também terminamos nossas atividades antes do esperado. Mesmo assim, ainda é preciso ficar “fazendo hora” – o que prejudica o desempenho do colaborador e não é necessário. Hoje, muitas empresas trabalham com entregas e flexibilidade, não importa que horas o colaborador chegue na agência ou o local em que trabalha, mas sim a entrega do que foi combinado. Por isso, a organização é o ponto chave e não a presença física.

3 – Nossa equipe não precisa de um lugar físico para se reunir: acredite ou não, muitas agências enfrentam problemas de falta de comunicação interna, o que prejudica o trabalho em equipe. Algumas estratégias podem ser utilizadas para unir a equipe e não apenas colocá-las no mesmo espaço física. Entre as opções está a utilização de alguns apps de Comunicação, como o Hangouts do Google, Google Drive – para a equipe compartilhar os arquivos e conseguir acesso de qualquer computador, em qualquer lugar -, Dialog uma ferramenta corporativa que tem “cara” de rede social e gerenciadores de tarefas, como o Todoist e o Trello, que é baseado na metodologia Scrum. Com as ferramentas encontradas no mercado atualmente, torna essa essa tendência de home office cada vez mais uma realidade.

*Maria Carolina Rossi é jornalista e sócia-fundadora da Comunica PR, agência de Relações Públicas

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Na atividade

Ano de mudanças

A Lüdke, agência fundada e capitaneada por Marília Lüdke, acaba de mudar de nome e identidade visual. A nova denominação da agência é LDK Marketing Digital.

A LDK segue prestando serviços nas áreas de Identidade Visual, Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo, mas promete novidades em breve no seu portfólio de serviços.

Marília Lüdke

Veja o texto postado nos perfis da agência nas redes sociais:

“Estamos de cara nova, galera! 2020 nos mostrou que é preciso mudar, se reinventar! Pra vocês aí também?
Nesse ano teremos muitas novidades por aqui. Dicas e conteúdo pra você aderir à sua empresa/ao seu negócio, gente nova entrando como cliente e queremos mostrar ainda mais do nosso dia a dia!
Se você também quer se reinventar, dar um UP no seu Negócio, fale conosco!”

 

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A importância de uma plataforma de e-commerce

por Luciano Furtado C. Francisco*

Um dos assuntos mais falados de 2020 foi o comércio eletrônico, devido à covid-19. Com a mobilidade mais restrita por conta do receio de contágio, houve um aumento expressivo, muito maior do que seria normal, nas compras online. Muitas pessoas que não tinham o hábito de fazer compras pela internet, ou o faziam raramente, passaram a ser e-consumidores mais regulares. Os que já faziam, aumentaram a frequência de consumo pela rede.

O ponto em comum em tudo isso: qualquer compra no comércio eletrônico acontece por meio de uma plataforma de e-commerce.

Mas antes de entrar mais diretamente no assunto da plataforma, cabe dizer que só é considerada uma transação de e-commerce aquela em que todos os passos ocorrem eletronicamente, inclusive o pagamento. E às vezes até a entrega, no caso de um produto digital, como um e-book, por exemplo. Aquele produto que você viu pela rede social, entrou em contato com o vendedor, combinaram o negócio, você transferiu o dinheiro pelo home-banking e mandou o comprovante por e-mail não é e-commerce, ok?

Ou seja, a plataforma é um software que funciona na nuvem e pela internet, baseado num endereço www (URL). Unifica num só sistema todas as funções de uma transação de comércio eletrônico e isso permite que você não tenha que usar várias ferramentas para fazer uma compra à distância. Tudo que precisa está nela: vitrines, organização por departamentos, informações dos produtos (com fotos, descrições, vídeos), formas de pagamento, transportadoras etc. De quebra, permite que os compradores se cadastrem, facilitando compras futuras. Portanto, ela faz com que uma transação de comércio eletrônico aconteça de fato. É o coração do e-commerce, que não acontece sem uma plataforma.

Uma dúvida comum a todo empresário iniciante no e-commerce é saber qual tipo de plataforma é a ideal para ele. Essa não é uma resposta direta, vai depender de uma série de fatores. Mas aqui temos algumas perguntas básicas:

1 – A empresa deseja ter uma loja virtual própria? Isto é, quer ter um site onde funcione uma loja virtual com todos os recursos para compras online?

2 – Ou um site próprio não é necessário (ao menos no início)?

Bem, se o caminho é na pergunta 2, existem as alternativas de marketplaces e plataformas “C2C”, que provem toda a estrutura a quem queira vender online. Mas esse é um assunto para um próximo artigo.

Nesse vamos responder a quem deseja seguir na estratégia da pergunta 1. Temos três tipos de plataforma, cada uma adequada a uma realidade.

Plataforma Própria

É aquele site de comércio eletrônico desenvolvido e mantido pela empresa, que o constrói do zero. Logicamente, é direcionado para grandes empresas, que normalmente têm recursos e pessoal para esse desenvolvimento. Pois é um projeto de software, que, aliás, é complexo. A vantagem é que a empresa pode fazer uma loja virtual com tudo que precisa. A desvantagem é o tempo de construção e disponibilização.

Plataformas de Código Aberto

Existem vários módulos de e-commerce que se podem baixar na internet e usar para fazer uma loja virtual. Por exemplo, Magento, Wix, OpenCart etc. Apesar de ter um custo praticamente zero, deve-se ter algum conhecimento técnico para configurar e botar para rodar, assim a empresa pode ter de contratar profissionais especializados. Além da vantagem do custo zero, esses sistemas costumam ser altamente customizáveis e com muitos módulos (alguns pagos) para acoplar ao sistema para uma infinidade de funções. A grande desvantagem é a dependência de serviços de terceiros e uma certa limitação, se comparado aos outros tipos. Indicado para quem tem um orçamento apertado (às vezes, inexistente).

Plataformas Licenciadas

Há empresas que têm plataformas e licenciam seu uso a quem quer ter um e-commerce. Os sistemas já estão prontos, têm os recursos básicos e avançados e já te possibilitam a integração com os principais meios de pagamentos, transportadoras e outros sistemas, como ERPs e CRMs. Basta o lojista contratar, fazer os cadastros dos produtos e configurações básicas e começar a usar, pagando taxas mensais fixas, por venda, acessos (ou combinação disso tudo) à empresa que licencia a plataforma. Vantagens: rapidez de implantação, despreocupação com aspectos técnicos, que ficam a cargo da empresa dona da plataforma e possibilidade de customização. Desvantagens: atualizações e evoluções também são pela empresa da plataforma, o que pode limitar o lojista.

Assim, cada perfil de empresa se enquadra num tipo acima de plataforma. Pode-se também ir passo a passo, começando com uma plataforma de código aberto, passando para uma licenciada e, quem sabe, uma plataforma própria. Tudo depende da estratégia da empresa.

Antes de escolher, o empresário tem que pesquisar as várias formas e os fornecedores. Ver quais os recursos que cada uma vai lhe dar, pontos fortes e fracos, preços, conversar com outros usuários para saber o nível do serviço, enfim pesar uma série de critérios e então optar por uma. Não é uma decisão que se tome de um dia para outro. Afinal, não há marketing digital que dê jeito em uma loja virtual que funcione em uma plataforma com poucos recursos.

E por fim, não existe a melhor plataforma. O que existe é a plataforma mais adequada para a empresa.

*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva

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Vaga de estágio em publicidade/propaganda ou design gráfico

Vaga de estágio na Vitória Hair Brasil Export
Vitória Hair Brasil Export é uma distribuidora de cosméticos com grande know how pelo mundo e está em busca de um estagiário de publicidade/marketing que se encaixe nos seguintes requisitos:
– Estar cursando a partir do 2º ano de publicidade/propaganda ou design gráfico.
– Indispensável ter conhecimento em Photoshop, Ai e Corel Draw;
– Ter portfólio com seus melhores trabalhos!
– Disponibilidade para trabalhar no horário entre 09h às 16h (Segunda – Sexta Feira, com 1h de almoço);
– Conhecimento básico em escrita e produção de conteúdo para blog, site e redes sociais;
– Diferencial: Ter conhecimento em edição de vídeo.

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Novo aplicativo de pesquisas de baixo custo realiza mapeamentos de consumo nas periferias

O Outdoor Social Inteligência® coleta dados para a comunicação com a periferia, potencializando resultados para empresas que buscam alcançar público periférico

Durante muitos anos, as periferias foram negligenciadas nos planejamentos estratégicos e planos de mídia da maioria das empresas. Mas, esse cenário está começando a mudar. Pesquisas têm revelado que essas regiões representam a maior parte da população brasileira e que o potencial de consumo dentro das favelas movimenta bilhões anualmente. Uma das principais dificuldades para atrair os investimentos para esses territórios é a falta de informação sobre esse público, seus desejos de consumo e seus hábitos, pois faltam pesquisas – que são uma forma de potencializar resultados e minimizar riscos.

Segundo Emília Rabello, fundadora do Outdoor Social® – negócio de impacto que atua há 8 anos como mídia OOH para a comunicação nas periferias – a falta de conhecimento sobre as favelas foi o maior desafio da trajetória da empresa no mercado publicitário. Não existiam pesquisas com foco em consumo nessas regiões e, por isso, era difícil mostrar que existiam oportunidades. Outro entrave para a veiculação de uma publicidade efetiva, é a falta de representatividade nas campanhas, que precisam ser pensadas com foco no público-alvo. “A favela tem uma identidade própria. Os anunciantes precisam estar atentos a isso”, comenta Emília.

Dessa necessidade, surgiu o Outdoor Social Inteligência® que, no último ano, vem realizando pesquisas e fornecendo informações confiáveis sobre as regiões periféricas do país e que, agora, lança um aplicativo para facilitar o processo de coleta de dados, agilizar os resultados e minimizar os custos, democratizando o acesso de pequenas e médias empresas às pesquisas de mercado.

O aplicativo já contém o formulário para ser utilizado pela equipe que fará as entrevistas e possibilita todos os formatos de perguntas. Quando a resposta é selecionada, ele leva automaticamente para a pergunta sequencial. Como a internet ainda é um problema em algumas regiões, ele foi criado para ser usado off-line, sem comprometer seu desempenho. Ao finalizar o questionário, a informação é gravada no banco de dados da plataforma, que, automaticamente, faz as análises estatísticas da pesquisa.

A primeira pesquisa realizada pelo novo aplicativo, foi encomendada pelo G10 Favelas – bloco de Líderes e Empreendedores de Impacto Social das Favelas – e contou com 400 questionários, respondidos por moradores de Paraisópolis e Heliópolis, em São Paulo. O objetivo era conhecer as expectativas e prioridades dos entrevistados sobre as eleições para prefeito. Outro foco do projeto, é a formação de pesquisadores dentro das favelas, por isso, a equipe de entrevistadores foi formada por um time misto das duas comunidades.

“Conseguimos rodar uma pesquisa com 400 pessoas em apenas dois dias de campo e, em menos de 24 horas, já tínhamos todos os cruzamentos estatísticos. O aplicativo otimizou o processo e possibilitou termos resultados muito mais rápidos”, conclui Emília.

Fonte: Tide Social – Assessoria de Imprensa do Outdoor Social®

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Confira 4 tendências para vendas, comunicação e tecnologia em 2021

Consumidor ‘prosumer’, atendimento omnichannel e humanização alinhada à Inteligência Artificial: confira 4 tendências para vendas, comunicação e tecnologia em 2021

Para auxiliar executivos, empresários e todos os empreendedores interessados em agilizar o processo de transformação digital de seus negócios, com foco na humanização e no uso assertivo de ferramentas de Inteligência Artificial, alguns dos maiores especialistas do mercado se uniram para apontar as principais tendências na área de Comunicação, Vendas e Atendimento para 2021.

Inclusive, todas elas estão reunidas no livro: “O Poder da ConveniêncIA Omnichannel no Atendimento”, lançado neste mês em um evento online.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Escrito por profissionais com ampla experiência técnica e de mercado, com uma linguagem didática e acessível, um dos principais focos do livro é mostrar, passo a passo, o caminho que as empresas devem seguir para se manterem em constante crescimento durante sua jornada de transformação digital.

Para isso, entre as principais tendências de mercado elencadas pelos especialistas para os próximos anos, quatro destaques são:

Novo perfil do consumidor: vem aí, os “prosumers”
Imediatista, empoderado e em busca de empresas que ofereçam soluções rápidas, eficientes e convenientes, algumas pesquisas internacionais recentes têm alertado sobre uma nova classe de consumidores que está emergindo: os chamados “prosumers” – termo originado do inglês “prosumer”, que vem da junção das palavras produtor + consumidor. Ou seja, consumidores que estão cada vez mais se engajando não só no processo de consumir, como também no de produzir e criar seu próprio estilo de vida e consumo, gerando valor e autenticidade aos negócios.

Comunicação integrada e a força das comunidades
Em um mercado cujas palavras conectividade, conveniência e automação de processos formam o tripé de relacionamento das marcas com seus consumidores, a comunicação integrada apresenta-se como uma das melhores soluções para as empresas que buscam otimizar e escalonar seu atendimento, onde quer que seus clientes estejam.

Para isso, duas dicas fundamentais são: investir no atendimento omnichannel, que pode ser realizado de forma integrada e simultânea por diferentes plataformas, como WhatsApp, Facebook Messenger, Facebook Comments, Webchat, Telegram, Microsoft Teams, e-mail e SMS; e ficar de olho nas comunidades virtuais formadas, sobretudo, no campo das redes sociais, e por meio das quais os consumidores interagem entre si e com as empresas utilizando uma conexão direta, que elimina intermediários nos processos de compra ou de comunicação.

Palavra de ordem: ConveniêncIA
Ainda com foco no perfil dos “prosumers” e do Consumidor 4.0, outra tendência em alta para 2021 é a aplicação prática do conceito de ConveniêncIA. Isto é, a combinação entre Conveniência e Inteligência Artificial que visa automatizar e agilizar cada vez mais processos como de Vendas e Atendimento, por exemplo, levando em consideração a personalização dos serviços oferecidos e as necessidades específicas de seus clientes.

Inteligência Artificial, sim! E humanização, também!
As relações humanas nunca estiveram tão em alta na cultura digital. Porém, mais do que implantar um atendimento automatizado, é preciso também considerar a qualidade e eficiência dos serviços oferecidos aos clientes.

Para isso, a dica é investir em bots inteligentes de atendimento, capazes, por exemplo, de fazer análise de sentimentos, transcrições de áudio para texto e até traduções simultâneas, ideais para expandir e garantir um serviço de alta qualidade em qualquer idioma. E isso, claro, alinhado a um atendimento empático e efetivo, que possa vir a ser prestado por um humano na sequência.

Image by Seanbatty from Pixabay

“Seja por meio das redes sociais, comunidades ou grupos de discussão, hoje é muito mais fácil para os consumidores conseguirem o que eles querem, da forma e no momento mais conveniente para eles. Por isso que escrevemos este livro: para munir as empresas com informações precisas e atuais sobre tecnologia, atendimento, vendas e inovação, a fim de prepará-las no presente, já de olho no futuro”, diz Francisco Pinheiro Neto, CEO da Fortics.

Sobre o livro

Idealizado por executivos da Fortics, que é especializada em plataformas de atendimento e comunicação omnichannel – redes sociais, mensageria e voz – o livro tem como autores Arthur Igreja (expert em inovação e transformação digital, cofundador da plataforma AAA, TEDx Speaker e palestrante internacional) e Edineudo Oliveira, Edison Figueira, Francisco Pinheiro Neto e Hugo Santos, respectivamente, CPO, CIO, CEO e Head de Marketing da empresa.

Com prefácio assinado pela especialista em Marketing Digital e e-commerce, professora e sócia-diretora da Digitalents, Sandra Turchi, a obra reúne dicas, análises e exemplos práticos de como aliar tecnologia, custo/benefício e conveniência para oferecer um atendimento cada vez melhor e humanizado ao consumidor 4.0.

Sobre a Fortics

A Fortics é uma empresa brasileira, referência em plataformas de atendimento e comunicação omnichannel. Sediada em São Paulo (SP) e com unidades em Fortaleza (CE), Curitiba (PR) e Pato Branco (PR), além de atuar de norte a sul do Brasil a empresa também atende nos Estados Unidos, contando com um escritório em Orlando, na Flórida.

Fonte: ViaNews Hotwire

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