Perfomance é tema de evento

Marketing de Performance é tema central de conferência em São Paulo

Anunciantes, agências e especialistas discutem conceitos e ferramentas e compartilham conhecimento prático e estratégico para este momento de transformação digital nas empresas e na sociedade

No dia 27 de novembro, São Paulo recebe a Conferência Performance 2018. Promovido pelo Digitalks, o evento traz palestras, cases, workshop e Talk Show liderados por 15 palestrantes e executivos do mercado nacional.

O evento faz parte da São Paulo Tech Week 2018. Chegando a sua 4ª edição, a São Paulo Tech Week é o maior festival de inovação do Brasil e tem como objetivo posicionar São Paulo como maior hub de inovação da América Latina. Desde 2015, a cidade é presenteada com iniciativas e eventos que atraem e conectam milhares de talentos, empreendedores e investidores, promovendo oportunidades de negócios na cidade para empresários e investidores internacionais. Acesse www.saopaulotechweek.com e saiba mais.

De acordo com Gabriela Manzini, Head de Conteúdo do Digitalks, esta edição da Conferência Performance pretende aprofundar os assuntos que ajudam na conversão para as marcas. Serão abordados temas como Data-Science, Marketing Preditivo e o conjunto entre Mídia Programática, Mobile, Social e Vídeo. “A criatividade na hora de repensar campanhas também entra como uma importante tendência de marketing, em paralelo à estratégia data-centric, para não deixarmos de lado em 2019”, completa Gabriela.

Entre os destaques do evento está o Talk Show com o tema Como uma cultura de Ciência de Dados vai aumentar a performance do seu negócio, que acontece às 9h30, e terá a participação de André Martins, da AMARO, e Sérgio Alexandre, da PwC. O objetivo do quadro é mostrar como a cultura de dados e estratégias de data-driven tem aumentado a performance de campanhas e do negócio como um todo.

Para falar sobre O mercado nos dias de hoje: como vender em 2019? será apresentada a pesquisa sobre como o consumidor compra online, quais as principais estratégias utilizadas pelos times de performance, o que precisa ser reciclado e o que surge como oportunidade. A pesquisa é exclusivamente encomendada pelo Digitalks para o mercado e apresentada por Felipe Schepers, da Opinion Box, e o painel tem ainda a participação de Daniel Galvão, da CRP Mango, Ronnie Magalhães, da Wix, Tais Rui, da Infracommerce, e um executivo da Dafiti, a confirmar presença.

O case Marketing Preditivo: o próximo passo do Performance Marketing trará a Rappi com a Jampp mostrando que, em um mundo cada vez mais digital, o branding e a performance precisam andar juntos, especialmente no mobile. O case envolveu pontos como mídia, marca, storytelling e conversão para a marca.

Às 15h, é a vez do workshop Os pilares para estratégias de performance na nova realidade digital, que abordará como compras omnichannels, novas tecnologias e expectativas do consumidor elevadas estão levando profissionais do varejo a capitalizar em temporadas de vendas, como Black Friday, Natal e Dia das Mães, por exemplo. O quadro contará com Simone Sancho, da Sephora, e mais uma executiva dizendo um pouco mais como trabalham suas estratégias de performance dentro da marca.

Por fim, o fast track especial com Rodrigo Onias, da Jequiti e Baú da Felicidade (SBT) abordará o tema Quando sair da caixinha define novas formas da marca performar positivamente com o público-alvo. Podendo ser complementado ainda por mais outras ações de performance que confirmam o tema e inovações do último ano na Jequiti também em outras áreas.

A Conferência Performance 2018 acontece no Developer Hub (sede do Digitalks), que fica na Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros, das 9h às 18h, reúne palestras e talk shows com mais de 15 palestrantes e Happy Hour de negócios. As vagas são limitadas para o melhor aproveitamento. A inscrição deve ser feita no site da Digitalks, através do link https://digitalks.com.br/eventos/conferencia-performance2018/. Mais informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.

Serviço – Conferência Performance 2018

Data: 27 de novembro (terça-feira)

Horário: das 9h às 18h (conteúdo e happy hour de negócios)

Local: Developer Hub (sede do Digitalks) – Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros

Investimento: R$ 397,00 (lote final)

N˚ vagas: 150 lugares (vagas limitadas para melhor aproveitamento)

Inscrições: https://digitalks.com.br/eventos/conferencia-performance2018/

Informações: forum@digitalks.com.br ou (11) 3159-1458

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Escolha as melhores hashtags

Como acertar na hora de usar hashtags?

Dicas para escolher uma hashtag estratégica e que traga mais engajamento e seguidores para a sua marca

Por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup

As hashtags não nasceram nessa década, mas nunca foram tão populares quanto hoje em dia. Afinal, quem nunca postou um #tbt na quinta-feira ou um #tb nos outros dias da semana no Instagram? O uso desse símbolo se estendeu às empresas e hoje faz parte da estratégia de marketing das marcas: 88% dos grandes nomes presentes na rede social usa pelo menos uma hashtag em seus posts.

As hashtags funcionam como uma espécie de marcador, indicando sobre o que são as postagens. Elas são tão usadas no Instagram e nas redes sociais no geral porque permitem que algo muito específico seja encontrado pelos usuários e, por outro lado, faz com que tudo possa ser descoberto. Por esse motivo elas engajam e trazem novos seguidores, e por isso as empresas adoram. No Instagram, posts com hashtags têm um engajamento 12,6% maior do que aqueles desacompanhados dos famosos símbolos.

Existem várias maneiras de utilizá-las: postar no final da legenda, escondê-las com pontinhos, postar nos comentários, postar hashtags com emojis e por aí vai. Isso nos leva à pergunta: existe uma ciência para as hashtags? A resposta é: não, não existe, mas algumas performam melhor do que outras.

Não importa se elas estão na legenda ou nos comentários, o importante é que estejam lá. A lógica é bem simples: como elas são símbolos usados para categorizar ou resumir uma postagem de acordo com seu assunto principal, é necessário que façam o mínimo de sentido. Para ajudar na tarefa de escolher a melhor hashtag para o seu post, indico abaixo quatro dicas para considerar na hora de definir a melhor estratégia.

Não aposte em hashtags aleatórias só porque elas têm grande alcance
Uma hashtag boa é aquela relacionada a sua marca. É verdade que praticamente todo mundo pode usar #picoftheday ou #tbt porque são hashtags amplas e englobam a maioria dos assuntos. Se o seu negócio é sobre arte com frutas, porém, é necessário que as hashtags postadas tenham minimamente a ver com o produto. Só assim você irá atrair as pessoas que realmente importam para a sua marca.

Pense em quais categorias você quer que o seu post apareça e escolha uma hashtag que descreva o seu negócio, o propósito do seu perfil, seu público alvo e até mesmo sua localização.

Hashtags boas são relevantes para o público
Uma hashtag que funciona não é só aquela que tem relação com seu produto ou serviço, ela precisa interessar a quem mais importa: os usuários. Ao usar as que são realmente relevantes para o público do seu negócio, as chances de alguém entrar em contato com suas postagens e seguir o seu perfil aumentam, principalmente desde que o Instagram permitiu que os usuários seguissem não somente @, mas também hashtags.

Para descobrir quais são relevantes para o seu negócio, faça uma pesquisa. Veja o que as pessoas influentes do seu ramo, concorrentes e seguidores estão utilizando. Uma boa dica é pesquisar as palavras-chave para sua empresa e ver as hashtags relacionadas que aparecem.

Hashtags boas são específicas
Melhor do que ser vista, é ser vista pelas pessoas certas. Sua empresa precisa não só de seguidores, mas de usuários que sejam possíveis clientes, e as hashtags podem ser uma ótima maneira de chegar até eles. Para isso é necessário usar aquelas mais específicas. Elas trarão usuários que passam tempo curtindo e comentando as fotos que as acompanham.

Se você tem uma cafeteria, por exemplo, é mais interessante usar #pingado do que simplesmente #café. A primeira opção atrairá menos pessoas, é verdade, mas elas serão uma comunidade nichada muito mais engajadas e, afinal, é isso que interessa. Quanto mais específica a hashtag, maior a chance de construir relacionamentos com os usuários.

Um bom caminho é usar hashtags que tem a ver com seu bairro, assim fica fácil para alguém encontrar o seu negócio por meio da localização.

Varie as opções
É possível usar várias hashtags a cada postagem, mas é importante variar as opções. Se você conseguir encontrar 30 escolhas relevantes, vá em frente. A resposta para a pergunta “devo usá-las?” é sempre sim, mas não saia adicionando # se elas não forem úteis para você, ou pior, para os usuários.

Sobre Marina dos Anjos

Marina dos Anjos é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Marketing e Vendas. Trabalha com comunicação corporativa desde 2009, tendo passado por agências de comunicação e atendido startups e empresas como BIC, boo-box (já vendida) e Scup (antes de passar a integrar a equipe da empresa). Na Scup desde 2014, foi head de conteúdo e atualmente gerencia o marketing da plataforma.

Fonte: Motim.cc – Bruno Lino

Consumidor vai usar Black Friday para antecipar Natal

Consumidor planeja comprar na Black Friday, e pretende antecipar compras de Natal, afirma estudo da SBVC

A totalidade dos respondentes pretendem comprar algum produto na data este ano.

Black Friday já é a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Segundo estudo do Ebit o comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday de 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado. E o número de pedidos pode registrar uma expansão de 6,4%, passando de 3,76 milhões para 4 milhões.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2018. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.283,00. Em 2017 o gasto médio dos consumidores na data (soma de compras online e off-line) foi de R$ 1.178, segundo o Ebit.

As compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários. Porém, parte dos respondentes (69%) pretendem gastar a mais pensando em compras para o final de ano, ou seja, planejam comprar para presentear no Natal. O valor destinado a compras de fim de ano se aproxima de 37% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro”, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

O estudo mostra que 57% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 47% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (84%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (67%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido.

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 100% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de busca, sites de lojas próprias e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (33%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (18%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (49%).

Metodologia

O estudo entrevistou 403 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

Disponível no site: http://sbvc.com.br/o-fenomeno-black-friday-no-varejo-brasileiro-2018/

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

Atuar como microinfluenciador pode ser uma opção de renda

Ser influenciador é alternativa para voltar ao mercado de trabalho

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE no final de setembro, a queda da taxa de desemprego tem sido puxada pelo aumento do número de postos informais. Entre junho e agosto, foram registrados 12,7 milhões de desocupados, 4,8 milhões de desalentados e a taxa de subutilização era de 24,4%. Uma das alternativas encontradas por aqueles que não conseguem uma vaga formal é atuar em mídias sociais.

Chamadas de microinfluenciadoras, estas pessoas contam milhares de seguidores e atuam em nichos de mercado. Têm conhecimento sobre temas específicos e, por isso, chamam a atenção de alguns públicos que interessam às empresas. Por isso, acabam divulgando os produtos de forma efetiva, gerando mais conversões – negócios.

Mesmo que a pessoa esteja fora do mercado de trabalho, pode se engajar nas mídias sociais de forma a cativar públicos específicos. Ao fazer vídeos didáticos sobre como pintar uma parede, escolher a cor e como combinar com os móveis, um arquiteto conquista as pessoas que estão interessadas em reformar sua casa. Por que não associar uma marca a estas recomendações? Este tipo de material vale ouro para as empresas e muitas pessoas abandonaram seus empregos formais para viver disso.

Há influenciadores que têm poucos seguidores, mas que possuem grande credibilidade perante pessoas que se interessam por diferentes temas, desde informática a finanças, fitness a pets, o que permite que eles influenciem decisões de compra. É isso que as empresas querem, pois, ao invés de pagar fortunas para que uma celebridade mencione suas marcas nas mídias sociais eles têm o alcance sobre públicos que podem utilizar seus produtos e resultam em leads de melhor qualidade.

A valorização desse tipo de internauta se deve ao fato de que, com um investimento bem modesto, atingirem diretamente quem interessa às companhias. No entanto, as empresas que procuram influenciadores com esse perfil sofrem com um problema: ninguém sabe como encontra-los e mensurar o engajamento gerado. A questão que se impõe é como unir as empresas e estes influenciadores espalhados por todo o Brasil. Neste sentido, a tecnologia vem a facilitar a conexão. Plataformas específicas para isso, funcionam como uma espécie de “agência de modelos”, unindo o perfil do influenciador com a necessidade da empresa.

Além disso, o profissional de marketing consegue remunerar o microinfluenciador conforme seu alcance. O ideal é que as plataformas ranqueiem estes profissionais com notas diárias, pois sua influência muda a todo o momento. Ser influenciador pode ser uma saída para driblar o desemprego ou complementar a renda e a Inflr está entre as recrutadoras do mercado.

Thiago Cavalcante é sócio-fundador da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Ana Borges

Instagram impulsiona vendas

Vendas no Instagram impulsionam comércio

Mensalmente, 90 milhões de contas acessam publicações de compras na rede. Especialista dá dicas para empresas interessadas no recurso

Desde que surgiu, em 2010, o Instagram se firmou como uma rede social visual, com foco em fotos e vídeos. Hoje, as empresas podem usar os recursos imagéticos do aplicativo para montar uma vitrine de vendas eletrônicas. Trata-se da funcionalidade Instagram Shopping, inaugurada no Brasil em 2018. Em abril, por exemplo, foram realizadas 180 milhões de transações no app.

A professora Maria Carolina Avis, especialista em Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que o recurso foi uma grande “sacada” da rede social. “O principal fator para o sucesso é a facilidade de compra. O usuário consegue, de forma muito ágil, ter acesso às informações do produto e ir para a finalização da transação”, diz.

Segundo a rede, mensalmente 90 milhões de contas acessam publicações de vendas para saber mais sobre os produtos. “Para as empresas, houve uma facilitação na resposta sobre variedade de cor, disponibilidade, preço e forma de pagamento. A própria postagem disponibiliza esses detalhes”, explica.

Quem deve apostar no recurso

Desde o início do Instagram Shopping foi aferido um aumento de 25% no tráfego do aplicativo e de 8%, na receita. Isso significa que a rede social se tornou um ambiente propício para todos os tipos de lojas eletrônicas, desde que seu público-alvo seja usuário da rede. “É preciso ir onde seu público está”, recomenda Maria Carolina.

Para usar o Shopping, a empresa precisa comercializar produtos – e não serviços. Além disso, precisa ter um site próprio, para onde o usuário será redirecionado para finalizar a compra.

Mesmo já tendo um site próprio, a professora defende que a funcionalidade é vantajosa para as lojas. “O grande benefício é otimizar a experiência do usuário. No Instagram, ele escolhe o produto com mais facilidade e avança facilmente para o estágio de compra”, diz.

Ressalvas

Para aqueles que estão iniciando no Instagram, a professora ressalta algumas regras. Ao utilizar fotos de catálogo ou de outra empresa, por exemplo, é preciso fornecer os créditos da imagem. Também não é recomendado utilizar fotos de baixa qualidade ou resolução.

Algumas práticas são completamente proibidas pelo aplicativo, como realizar sorteios e trocar engajamento (curtidas e seguidores) por crédito na loja ou produtos. Postagens com esse teor podem ser retiradas do ar.

Fonte:Pg1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

A publicidade não vai parecer publicidade

Publicidade do futuro será personalizada, automatizada, imersiva, experimental e mensurável

A publicidade do futuro não terá nenhuma semelhança com o modelo atual. Esqueça as propagandas que você está acostumado a assistir porque elas estão com os dias contados. Afinal, a transformação digital tem revolucionado a forma como consumimos conteúdo e o futuro está logo ali. Em alguns anos, a publicidade não vai parecer publicidade. Para comprovar esse movimento, a Adobe compilou 15 estatísticas que mostram onde estamos e para onde vamos:

1. O total de gastos com anúncios de mídia em todo o mundo aumentará 7,4%, chegando a US$ 628,63 bilhões em 2018. A mídia digital será responsável por 43,5% dos investimentos. Até 2020, a participação digital no total da publicidade será de cerca de 50%. (Fonte: eMarketer)

2. O mobile será a maior parte desse gasto, com 67,3% da publicidade digital e 29,2% do total de anúncios de mídia este ano. (Fonte: eMarketer)

3. Nos EUA, especificamente, a publicidade digital alcançará US$ 107,3 bilhões em 2018, um aumento de 18,7% em relação aos US$ 90,39 bilhões de 2017. (Fonte: eMarketer)

4. Os anunciantes devem gastar US$ 66 bilhões globalmente em patrocínio neste ano, um aumento de 4,9% em relação ao ano anterior. Quando comparado com a mídia paga, o patrocínio é o segundo canal de publicidade que mais cresce atrás dos formatos da Internet. (Fonte: WARC)

5. A publicidade está certamente se tornando mais automatizada. Na verdade, os gastos com automação de marketing/publicidade devem chegar a US$ 25,1 bilhões por ano até 2023. (Fonte: MarTech Today)

6. Quando se trata de publicidade na TV, a maior parte ainda é comprada manualmente. Menos de um terço (28%) das marcas integraram dados de audiência digital em suas compras de anúncios de TV, embora 68% planejem fazê-lo nos próximos 12 meses. (Fonte: Adobe)

7. O marketing indireto em vários meios de comunicação e a publicidade em vídeo over-the-top (OTT) devem chegar a ganhos de dois dígitos devido ao aumento dos cancelamentos de serviços de TV a cabo e a tendência dos vídeos OTT. (Fonte: PQ Media)

8. Dois terços de todo o crescimento dos gastos com publicidade global entre 2017 e 2020 virão de paid search e mídia social. (Fonte: Zenith)

9. Metade da geração Z (50%) e 42% dos millenials disseram que os anúncios nas redes sociais são mais relevantes para eles, enquanto a geração X e os baby boomers disseram que ainda preferem publicidade na TV. (Fonte: Adobe Digital Insights)

10. Mais de 70% dos anunciantes acreditam que seus anúncios são relevantes para o público-alvo que eles estão segmentando. No entanto, apenas 8% das pessoas acham que os anúncios que veem on-line são sempre relevantes. (Fonte: Adobe Digital Insights)

11. Espera-se que o varejo seja a maior fatia do bolo de publicidade digital este ano, com uma estimativa de 21,9% do total de gastos com anúncios digitais. Os setores automotivo (10,4% do gasto total), financeiro (10,3%), produtos farmacêuticos/medicamentos (9,8%) e viagens e turismo (9,3%) completarão os cinco principais consumidores de publicidade digital. (Fonte: Marketing Charts)

12. Em média, os anunciantes gastarão mais de US$ 10 milhões anualmente com publicidade de suas marcas em vídeos digitais e móveis, um aumento de 53% em relação a dois anos atrás, em 2016. (Fonte: IAB)

13. 84% dos anunciantes disseram que iriam realizar cada vez mais funções de publicidade internamente este ano, anunciando diretamente ao consumidor. (Fonte: IAB)

14. 2018 tem sido o ano do marketing experimental, com nove em cada dez profissionais de marketing reconhecendo sua importância na condução do engajamento da marca. (Fonte: Freeman)

15. Espera-se que a receita de publicidade em mídia social atinja US$ 51,3 bilhões em 2018. São US$ 17,24 por usuário. Essa receita deve crescer 10,5% ao ano. (Fonte: Hootsuite)

Fonte: Adobe Systems Incorporated – RMA Comunicação – Alisson Costa

Vaga de estágio para atuar em digital

Aproxima abre vaga em Taubaté

É importante ter conhecimento em wordpress e saber criar sites. Não é necessário conhecimento em códigos html.

Foto: Pixabay

Preferencialmente estudante de Publicidade e Propaganda ou Marketing com conhecimento em Photoshop e Illustrator.

Entre em contato pelo e-mail lucas@aproxima.co e envie seu currículo e portfólio.

Vaga de estágio para atuar em mkt digital

Consultoria abre vaga

Consultoria de Marketing Marketing Digital, localizada fisicamente em Taubaté e que trabalha 100% online atendendo contas em todo o Brasil está ampliando seu núcleo de Inbound/Marketing digital.

Foto: Pixabay

Para essa ampliação busca trabalhar com estagiários/freelas especialistas em (facebook e Instagram marketing, SEO/ Adwords/ Copywriting/ Gatilhos mentais/ Nutrição de leads/ Criação e sites e blogs).

A ideia é buscar pessoas para a equipe com as quais a consultoria sempre possa contar.

O trabalho pode ser feito remotamente, uma média de 3 horas diárias.

O CANDIDATO DEVE:

– Ser comprometido com as entregas
– Ter experiência SEO/Google Ads em arte, design e produção de texto

Contato: juliana@ostaracomunicacao.com

Como bombar meu Instagram?

Especialista dá dicas para garantir o engajamento e o aumento de seguidores

Há cerca de 8 anos, em meio ao boom das redes sociais, o mundo conheceu um novo aplicativo: o Instagram. Diferente de outras mídias populares na época, o Instagram incentivava apenas o compartilhamento de fotos, oferecendo filtros e opções de edição que davam um ar profissional as imagens, o que fez com que a ferramenta conquistasse e aumentasse seu número de usuários consideravelmente ano a ano.

Além de popularizar uma nova forma de informação e interação entre o público da internet, o Instagram se transformou em um dos principais canais utilizados por marcas e empresas para alcançar clientes em potencial. E para destacar as principais formas de conseguir aumentar o engajamento e ganhar muitas curtidas e seguidores, a especialista em branding e professora do pioneiro curso de Digital Influencer do Centro Europeu de Curitiba, Lizi Zue, preparou uma lista com dicas preciosas para quem deseja bombar no Instagram.

Conteúdo relevante: para a especialista, é fundamental que as fotos, vídeos, sorteios e divulgações estejam alinhadas as necessidades e interesses do público alvo do perfil.

Visual: segundo Lizi Zue, outra boa dica é buscar um posicionamento visual interessante. “Um feed organizado com uma característica marcante e harmonia entre os conteúdos, é uma das formas mais eficazes para atrair o público”, detalha a especialista.

Stories: use e abuse dos vídeos e fotos nos stories. “É uma ferramenta maravilhosa para ampliar seguidores, pois gera uma aproximação maior com o público, além de oferecer opções como as enquetes, hashtags e perguntas possibilitam muita interação e ajudam a identificar o perfil do público e os conteúdos que mais interessam”, comenta a Lizi Zue.

Parcerias: outro ponto relevante apontado pelo especialista é o de marcar outras pessoas, marcas, locais e hashtags, para aparecer para outros seguidores além dos seus.

Eventos: “Participar de festas e acontecimentos de interesse para o público alvo, além de ser uma ótima fonte de conteúdo, também ajuda a ampliar a rede de contatos e cria a oportunidade de aparecer para novas pessoas”, afirma a especialista.

Regularidade: Lizi Zue explica que a palavra chave quando se trata de Instagram é conteúdo, “O conteúdo que você oferece é o que vai atrair o seu público, e neste ponto a regularidade de postagens é crucial. Você precisa aparecer para os seus seguidores e isso só acontece com postagens diárias”, explica.

Nicho de mercado: Em um universo em que todos têm muito o que falar, encontrar um nicho específico de público é uma ótima estratégia. “É preciso entender o perfil e as preferencias do seu seguidor principal e oferecer o que ele espera, pesquisando, planejando e sendo profissional em todos os pontos de contato”, completa Lizi.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Caroline Rodrigues