Vaga de estágio em comunicação

Oportunidade de estágio

Vaga para mulheres

A empresa de entretenimento Magic Lazer está em busca de uma profissional na área da comunicação para auxiliar em serviços de escritório interno com funções de: atendimento ao cliente (online), fechamento de contratos, elaboração de legendas e posts, entre outros…

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É necessário ser pro ativa com experiência na área, criatividade para trabalhos dinâmicos e que resida em Guará, Lorena ou Aparecida para trabalho presencial de Segunda a sexta. Faixa salarial: 1.200 a 1.500.

Interessadas favor enviar o curriculo e entrar em contato pelo Whatsapp 12 99765 5960. Falar com Vic.

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O que difere o cérebro masculino e feminino?

por Tatiana Lacaz*

A diferença de gênero também é um ponto decisivo para o foco de campanhas publicitárias, homens e mulheres pensam diferente na hora de efetuar a compra.

Desde o início da humanidade, ficou determinado que o homem sairia para caçar e conseguir o sustento para a sua família, desenvolvendo habilidades mais agressivas e uma maior competitividade, já a mulher ficaria em casa cuidando dos serviços doméstico e dos filhos, o que a tornou mais empática e sábia para conviver em família e compartilhar recursos.

Image by Tumisu from Pixabay

Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho, as grandes guerras e até mesmo a Revolução Industrial, o gênero feminino passou a ter essas funções menos demarcadas, ainda que algumas se mantivessem, agora as mulheres ocupam cargos de chefia que as fazem pensar diferente de antigamente.

Mas o que difere o cérebro feminino do masculino?

As mulheres realmente amadurecem mais cedo, o cérebro feminino atinge a maturidade aos 11 anos de idade, principalmente nas áreas de fala e da escrita, já o cérebro masculino leva três anos a mais para amadurecer. O uso distinto dos hemisférios (o hemisfério direito está ligado às emoções, enquanto o esquerdo está ligado a razão) é outra característica marcante.

O cérebro feminino consegue ter uma maior interatividade entre esses dois hemisférios, permitindo que elas realizem mais de uma atividade ao mesmo tempo, enquanto os homens tendem a se concentrar em uma única tarefa por vez.

É perceptível que a mensagem publicitária não pode ser executada da mesma forma para homens e mulheres, uma vez que as distinções cerebrais e hormonais geram comportamentos diferentes.

O gênero masculino está mais focado no preço, enquanto as mulheres se preocupam mais em como serão atendidas.

Como as mulheres compram?

As mulheres tendem a fidelizarem as marcas que já conhecem e confiam, esse comprometimento com uma determinada marca, normalmente vem das referências de amigas e até entre mães e filhas, para as mulheres, se uma experiência foi positiva para alguém que ela conhece, seus neurônios-espelho começam a entrar em ação, querendo testar o produto para confirmar ou não, a experiência passada.

Image by StockSnap from Pixabay

O gênero feminino possui uma grande necessidade em trocar experiências, portanto, é importante fazer o uso de depoimentos, promoções, eventos, fan pages, comerciais ou até mesmo spots em que elas fiquem à vontade para trocar informações umas com as outras.

As marcas devem compreender os valores femininos para que elas sintam-se sensibilizadas.

‘’De acordo com Barletta, as mulheres pensam em quatro fatores na hora de tomar suas decisões de compra: valores sociais, que se resumem a crenças e atitudes nas quais acreditam, valores de vida e de tempo, que aparecem como implicações sobre as diferenças entre os papéis masculinos e femininos; pontos-chave de comunicação, que nada mais são que os rituais típicos das mulheres e as diferentes expressões de um produto; e por fim, dinâmicas sintetizadoras, consideradas as diferenças na forma como as mulheres percebem e processam a mensagem transmitida.’’

Toda mãe tem cérebro feminino, mas nem toda mulher tem cérebro de mãe.

Todas as mulheres e gestantes se enquadram nas características citadas anteriormente, porém, durante o período da gravidez o cérebro feminino tende a sofrer algumas alterações.

Nessa fase, o foco das mulheres não é mais produtos relacionados a sua necessidade, o seu comportamento e a sua preocupação tende a ser o bebê. Como, então, as mensagens publicitárias devem se voltar a esse target? Afinal, nada é mais importante para uma mãe do que a saúde e a felicidade de seus filhos.

As propagandas precisam de muita criatividade, interação entre mães e filhos, e os cuidados com o bebê, o carinho na amamentação e a sensação de alívio em assistir uma noite de sono tranquilo, devem ser ressaltados.

Como os homens compram?

Diferentemente das mulheres, quando os homens entram no shopping eles já sabem onde querem ir e o que estão buscando, seja pegar um cinema, passar no supermercado ou até mesmo ir a sua loja predileta de sapato, sendo bem mais práticos na hora de tomar uma decisão.

O responsável por isso, de acordo com cientistas é a testosterona, o maior objetivo do cérebro masculino, além da praticidade é a autonomia. As campanhas de marketing voltadas para esse target, vão direto ao ponto. Outro fator a ser levado em consideração para alcançar esse público é o desempenho e o preço.

Image by Capri23auto from Pixabay

De acordo com pesquisadores, a aspiração também tem que ser trabalhada. Um comercial que mostra as novas aquisições trazidas pelo produto tendem a ganhar o coração do gênero masculino, porque eles acham que terão esses mesmos benefícios se adquirirem o que foi ofertado.

Campanhas publicitárias com conotações sexuais também agradam esse público, porque o espaço destinado ao impulso sexual no hipotálamo cerebral masculino é 2,5 vezes maior que no hipotálamo das mulheres.

Use e abuse por curvas em suas ações de marketing, elas são associadas a sexualidade, fertilidade, saúde e nutrição, despertando o interesse dos homens.

É sabido que não basta desenvolver apenas campanhas com o objetivo de vender um produto ou fornecer um serviço, é necessário desenvolver cada uma das peças proporcionando emoções, para que a mensagem fique, de fato, gravada no subconsciente do seu consumidor. Elas produzem fortes estímulos eletroquímicos que influenciam todas as informações que recebemos.

As propagandas que transmitem emoção fazem com que o público relembre cenas já vivenciadas e associem aos produtos e serviços oferecidos, as emoções criam os comandos necessários para induzir os clientes a continuar com o processo de decisão por um determinado produto.

O grande desafio do marketing é conseguir atrair a atenção do expectador para a mensagem, como o cérebro humano é emotivo, as emoções auxiliam a prender a atenção do público-alvo do início até o fim. Mas, cuidado, quando fizer uso do marketing emocional, lembre-se que será justamente a emoção a responsável por causar lembranças no consumidor. Por isso, defina com cautela qual o sentimento você quer deixar para o seu público, ele sempre será lembrado pelo subconsciente.

A propaganda emocional é um dos caminhos para reter a atenção dos consumidores, sendo uma estratégia de suma importância no que diz respeito ao posicionamento de marca. Afinal, elas são anunciadas de duas formas: a primeira tem o intuito de sanar os problemas que o afligem, a segunda forma é oferecer ao consumidor a sensação de bem-estar e possa desfrutar dos benefícios oferecidos pela marca.

O texto publicitário é uma arma poderosa para todos aqueles que tem o objetivo de deixarem suas marcas no subconsciente dos seus consumidores.

Nos estudos intrínsecos a neurologia, faça a opção de escolher termos para atrair a atenção do seu público, isso fará toda a diferença e dará mais relevância a sua mensagem em comparação com as outras.

*Tatiana Lacaz
Graduanda em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Teresa D’Ávila
Redatora na PsPonto – Agência de Comunicação e Marketing

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Número de mulheres cresce e ganha destaque no empreendedorismo

No Taubaté Shopping, mulheres em posição de liderança destacam os desafios e as alegrias de administrar o próprio negócio

Pesquisa realizada pela OnePoll mostra que 63% das brasileiras têm como principal motivação para empreender a vontade de se tornar sua própria chefe. As motivações para investir no próprio negócio são as mais variadas, incluindo ainda maior flexibilidade e a realização de sonhos pessoais, como contam as empresárias Luzia Costa, da Sóbrancelhas, e Eliane Rodrigues da Silva, da Botoclinic – elas que estão entre as cerca de 50 mulheres que administram suas próprias operações dentro do Taubaté Shopping.

Segundo Luzia, sua dedicação ao empreendedorismo já soma mais de 15 anos. “Já tive vários negócios, desde carrinho de lanche, pizzaria, tenda de massagem na praia e fiz e vendi pirulito”, recorda. “Mas foi quando tive o meu próprio centro de treinamento na área de embelezamento do olhar e da face que descobri que poderia ter minha própria marca.” Nasceu, então, há 7 anos, a Sóbrancelhas, que atua no segmento de beleza e estética e teve no Taubaté Shopping a sua loja modelo, a partir da qual a marca criou tendência e se expandiu, inclusive, para outros centros de compras. “A escolha pelo segmento, em primeiro lugar, foi pela identificação e também pelo conhecimento da área e das técnicas. O desafio foi entrar no mercado como franquia e as pessoas não acreditarem no começo que eu poderia vender unidades e ganhar dinheiro ‘fazendo sobrancelhas’. Hoje somos líder no mercado”, destaca.

Nos desafios do empreendedorismo há 13 anos, Eliane Rodrigues da Silva investiu na área de beleza a partir de 2019, quando adquiriu a franquia da Botoclinic. “A área da estética é uma das que mais crescem no nosso país. E por que não ser algo prático e fácil, nos dias corridos que vivemos hoje? A praticidade precisa existir e estamos aqui para mudar os conceitos”, ressalta. A unidade está no Taubaté Shopping desde fevereiro deste ano. “Escolhi o Taubaté Shopping por ser bem localizado, com um fluxo muito bom de pessoas e com uma grande credibilidade na cidade. Acredito que seja um dos locais mais queridos pelas pessoas que procuram passear e fazer compras”, detalha Eliane.

Os desafios de empreender
“São vários os desafios diários”, afirma Luzia ao falar sobre manter o próprio negócio. “Você precisa acreditar no seu negócio e ‘vendê-lo’ todos os dias. É preciso inovar sempre, estar de olho no mercado e sempre se adaptar às mudanças. O sentimento é de gratidão por ver o negócio prosperando, ver seu sonho sendo sonho de outros empreendedores pelo Brasil e pela América Latina também não tem preço; além de ver os clientes felizes com o resultado de serviços e com a linha de produtos é muito gratificante.”

Seguir em frente sempre
Tanto Eliane quanto Luzia reforçam que, mesmo diante de um cenário adverso como o atual, o objetivo tem que ser sempre acreditar. “Esse não foi um ano fácil para as vendas. Porém, mais difícil do que lidar com as contas, foi lidar com o vírus se espalhando; mas sabemos que é transitório e temos que ter fé que dias melhores virão em breve. Que sejamos fortes para continuar lutando, sempre agradecendo pela nossa saúde e disposição”, destaca Eliane. Luzia reforça: “Não podemos parar. É necessário criar em momentos de dificuldades e se moldar aos acontecimentos; ser resiliente é um dos principais fatores para uma empresa prosperar e não ser afetada em situações desafiadoras como a que enfrentamos.”

Fonte: Communicare – Giovanni Rodrigues

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Philips vai na contramão do mercado e lança depilador em campanha com pelos

Criada pela Jüssi, campanha mostra realidade feminina e relação das mulheres com a auto depilação

Preparada para entregar produtos que ofereçam mais praticidade à rotina de beleza, a divisão de Cuidados Pessoais Femininos da Philips do Brasil apresenta uma nova campanha publicitária para seu lançamento, o Depilador Série 8000, pautada em mulheres com corpos, necessidades e pelos reais, assinada pela Jüssi.

“Toda a nossa plataforma de comunicação junto a Philips é sustentada por histórias de pessoas reais. Também é nesse tipo de publicidade que nós acreditamos. Dessa maneira, vimos no lançamento deste produto a oportunidade de nos diferenciarmos na forma como o cliente se comunica com suas consumidoras. A proposta da campanha é incentivar o autocuidado, seja ele como for, e tirar o pelo da posição de vilão. Todas as mulheres têm pelos e queremos, cada vez mais, posicionar a Philips como uma marca que apoia as múltiplas belezas que a mulher brasileira tem. A Philips é a principal marca de depiladores elétricos no Brasil e sua comunicação precisa refletir seu posicionamento de apoiar as escolhas femininas e o empoderamento das mulheres se sentirem bem com o próprio corpo, tenha ele pelos ou não”, comenta Sofia Ferreira, head de arte de Philips na Jüssi.

A produção da campanha foi realizada na casa da modelo que estampa as peças publicitárias, exibindo seu ambiente diário e seu momento de autocuidado, fazendo com que a construção das peças fosse ainda mais íntima e realista. Além disso, todas as regras e diretrizes dos órgãos oficiais para o período de quarentena e distanciamento social foram respeitados, assim como a integridade dos parceiros e colaboradores envolvidos no projeto.

Sob o mote “Viva a melhor experiência em depilação”, o lançamento do produto ainda conta com uma parceria promocional exclusiva com a Nivea. Na compra do novo Depilador Série 8000, o aparelho acompanha o novo Hidratante Nivea Mousse para auxiliar no processo de depilação reforçando a hidratação da pele.

“A Philips acredita que a mulher não deve se prender à padrões e estereótipos. Desta forma, investimos em soluções para o cuidado pessoal feminino, que reúnem inovação e praticidade e que permitem a liberdade da mulher se expressar na hora do cuidado com corpo: como, quando e onde quiser”, reforça Gabriela Sassaki, líder de Cuidados Pessoais Femininos na Philips do Brasil.

A campanha veiculará no YouTube, Google, Facebook, Instagram e Taboola, entre outros.

Ficha Técnica
Cliente: Philips do Brasil
Título: Depilador Série 8000
Produto: Personal Care – Depilador Série 8000
Criação: Sofia Ferreira, Arthur Rodrigues e Fernanda Lima
Conteúdo: Mariana Luchesi, Dimas Ribeiro e Vanessa Telles
Motion: Ariane Franco
Estratégia de negócios: Renata Ribeiro
Gestão de projetos: Marcella Reis e Ana Medeiros
Mídia: Aline Bispo e Julliany Camargo
Planejamento: Guilherme Lubianchi e Malu Barbosa
Business Intelligence / Dados: German Brunnner
Aprovação: Adrilles Carvalho, Gabriela Sassaki, Dayane Marmello e Rodrigo Rio

Fonte: Giusti Comunicação – Mariana Novaes

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Dança das cadeiras

Mulheres em foco

Nesta edição do Dança só deu elas. Vejam as profissionais que estão mandando bem demais no mercado de comunicação e marketing.

A jornalista Ariane Caldas acaba de assumir o cargo de Analista de Marketing Comercial na Monthac Salas Limpas. Ela estava atuando anteriormente na Quero Educação.

Outra jornalista, Carolina Tavares,  passa a atuar como Assessora Comercial na Bevel – Criação e Marketing, em Taubaté.

E a publicitária Gabriela Torres, que estudou e iniciou carreira no Vale do Paraíba,  agora passa a ser Gerente de Conteúdo na Prodweb, em Passa Quatro, MG.

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Mulheres tem bom salário em social media, aponta pesquisa

Na contramão do mercado, 11% das mulheres ganham mais que homens em social media

Porém, mesmo ganhando mais e sendo maioria, mulheres não ocupam cargos de chefia

De acordo com a pesquisa “O Profissional de Inteligência em Mídias Sociais no Brasil” publicada no final de novembro, as mulheres são maioria no mercado de inteligência em social media, dominando 55% do setor, e mesmo assim, ainda não ocupam os cargos mais altos. Mas já é possível ver um avanço, pois comparando todas as faixas salariais, mulheres ganham a mais que os homens em 11% dos casos. Dentre as respondentes, não há mulheres que ganham mais de 20 salários mínimos ao mês na área.

A área está na contramão do mercado brasileiro, já que a pesquisa realizada neste ano pela Catho, aponta que a diferença salarial chega a ser 53% maior entre os homens. O realizador da pesquisa deste ano sobre o setor de mídias, Pedro Barreto, afirma que: “Estamos dando um passo incrível, ainda temos o que melhorar, é claro, mas é preciso que as novas áreas se desprendam do modelo arcaico do nosso mercado”.

O estudo demonstra que as mulheres não apenas ganham mais ou são maioria no setor, mas também possuem mais experiência na área, em geral, elas detêm 10% a mais de tempo de mercado do que os homens. Isso acontece porque as mulheres também se capacitam mais, 36% delas fizeram algum curso livre enquanto os homens representam 24%. No todo a capacitação em mídias sociais aumentou 6% comparado ao ano de 2017.

Para Gabriela Teixeira, que atua como analista de mídias e redes sociais há cinco anos, “Percebo que levamos mais tempo para sermos promovidas e por isso, ficamos mais tempo em cargos menores enquanto os homens vão crescendo mais rápido e, consequentemente, ganhando mais. Nós mulheres estamos sempre buscando novos conhecimentos. Eu pelo menos tenho o constante pensamento que preciso me especializar mais e mais”.

Dado importante também da pesquisa, mostra que 30% dos profissionais respondentes tem mais de 8 anos de experiência de mercado. “Isso corrobora a importância e seriedade do projeto em fornecer anualmente conteúdo estratégico para todo mercado”, finaliza Barreto.

Sobre a pesquisa

Em 2011, o pesquisador Tarcízio Silva realizou a primeira pesquisa sobre a área de mídias digitais, com o intuito de saber como as pessoas podem competir com sucesso, também foi Tarcízio quem produziu a segunda e terceira pesquisa da área, em 2012 e 2013. No ano seguinte, 2014, a produção foi feita pelo sergipano Júnior Siri, assim como em 2015. Em 2016 e 2017, a pesquisa foi conduzida por Ana Claúdia Zandavalle, e em novembro de 2018, ficou a encargo de Pedro Barreto.

Fonte: Arebo – Gabriela Guimarães
Assessora de Imprensa

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Acaba de sair o livro “Mulheres do Marketing”

“Mulheres do Marketing”

Obra reúne relatos de profissionais de destaque no Marketing, atuantes em empresas de grande porte e em multinacionais de todo o País

São Paulo, dezembro de 2018 – Elas investiram no próprio desenvolvimento e se tornaram profissionais de destaque ao descobrirem sua afinidade com a área de Marketing e sua capacidade de criação e inovação. Os relatos das experiências dessas mulheres vitoriosas viraram livro. Intitulado “Mulheres do Marketing”, a obra tem o objetivo de inspirar profissionais, inclusive os dessa área.

 

A Editora Leader que é expert em livros coletivos no Brasil, aposta em mais um livro pioneiro, com 39 mulheres do marketing, que será lançado no dia 12 de dezembro na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo – SP. A obra reúne executivas de todo o País, atuantes em empresas de grande porte e multinacionais, como Avon, Coca-Cola, Disney Brasil, Globosat, Marisa, Nestlé, Samsung, Johnson & Johnson, Visa, entre outras. Com esse livro, a Leader recebeu destaque no Ranking Brasil, sistema brasileiro de homologação de recordes, pelo número de executivas reunidas.

As trajetórias de empreendedorismo dessas mulheres, ensinamentos, essências e estratégias de administração estão presentes na publicação, tornando possível ao leitor conhecer a fundo como funciona o Marketing nas corporações. O livro traz também experiências de vida pessoal, com foco no equilíbrio com o trabalho, para o desempenho dos papéis que escolheram.

As profissionais de Marketing têm conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho, destacando-se em empresas de todos os portes e na disputa de espaço com as lideranças masculinas que ainda predominam nas agências de Propaganda e Marketing de todo o País, como constatam as coautoras.

Por isso mesmo, elas têm consciência da necessidade de se manterem sempre atualizadas, pois, como afirma no prefácio Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, o Marketing é uma área que se transforma a cada dia.

“Mulheres do Marketing” leva o leitor a refletir sobre os valores, conceitos e comportamentos necessários para alcançar o sucesso. A publicação servirá como livro de cabeceira para quem está em início de carreira, no intuito de ajudar na busca por soluções por meio das experiências compartilhadas.

“A obra “Mulheres do Marketing” é um verdadeiro compêndio de cases de cada uma das convidadas e tem como finalidade contribuir para o registro biográfico do Marketing em nosso país, marcando assim a história dessa área empresarial no Brasil”, declaram as coordenadoras do projeto, Tatyane Luncah, Fundadora e CEO da agência Grupo Projeto, especialista em eventos corporativos e responsável pelas iniciativas e soluções do Live Marketing ao Digital, e Andréia Roma, Fundadora e CEO da Editora Leader, com vasta experiência em marketing no mundo editorial.

O livro foi apadrinhado pela Associação Brasileira de Anunciantes – ABA e tem sua presidente executiva, Sandra Martinelli, entre as coautoras convidadas. A capa leva a assinatura do artista plástico Tito Ferrara, ex-diretor de arte que abandonou o trabalho confinado em um escritório e decidiu viver de arte urbana. A Editora Leader acredita que um livro é para sempre, assim como uma obra de arte.

Entre as coautoras de “Mulheres do Marketing” estão:

– Adriana Bahia, gerente de Pesquisa de Mercado da Bradesco Seguros;

– Adriana Knackfuss, vice-presidente de Transformação Digital da Coca-Cola;

– Ana Beatriz Fuhrmann Basso, diretora de Marketing da MetLife;

– Andrea Corrêa Baptista, diretora de Marketing e Comunicação da Sage;

– Andréa Naccarati de Mello, diretora de Marketing Corporativo na Samsung;

– Andréa Rubim, gerente de Mídia e Digital na Dairy Partners of America (DPA) – Nestlé Brasil;

– Andréa Sanches, diretora de Marketing da Marisa;

– Anne Napoli, diretora de Marketing da Vigor;

– Christianne Toledo, diretora de Marketing da Pernambucanas;

– Claudia Fernandes, diretora de Marketing, Comunicação, Branding e Cultura da Azul Linhas Aéreas Brasileiras;

– Claudia Neufeld, diretora de Marketing da The Walt Disney Company Brasil;

– Cristina Viana da Fonseca, Category Leader na Amazon;

– Daniella Barbosa, diretora de Marketing e Relações Institucionais da Gocil Segurança e Serviços;

– Danielle Bibas, vice-presidente mundial da Avon;

– Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças América Latina da Service;

– Fernanda Dall’Orto Figeuiredo, gerente de Marketing para a América Latina da AkzoNobel;

– Flávia Altheman, Head das áreas de Experiência do Cliente e Transformação Digital da GetNet, empresa do Grupo Santantder;

– Flavia Montebeller, diretora de Marketing da Payot Cosméticos;

– Gabriela Onofre, diretora global de Marketing de Sempre Livre e líder de Cuidados Femininos na Johnson &Johnson América Latina;

– Gabriela Petrin Costa Melo, gerente de Marketing para América Latina e Caribe na Delta Air Lines;

– Gabriela Viana, diretora de Marketing para América Latina na Adobe;

– Giselle Ghinsberg, diretora de Publicidade da Globosat;

– Juliana Zaponi, gerente de Marca da América Latina da Duracell;

– Karen Fuoco Freitas Costa, CEO da ReBrand-me;

– Laura Barros, vice-presidente global de Marketing na Gallo Worldwide;

– Laura Leal Noce, Marketing and R&D director na Enova Foods;

– Luciana Resende Lotze, vice-presidente Sênior de Marketing da Visa para América Latina e Caribe;

– Marina Mizumoto, diretora de Categoria da Lactalis do Brasil;

– Marly Parra, diretora de Brand, Marketing & Communication da Ernst & Young para a América do Sul;

– Paula Costa, vice-presidente de Marketing para a América Latina da Electrolux;

– Priya Patel, student na Le Cordon Bleu Paris;

– Rafaela Passos, sócia e diretora na Linton Consultoria

– Sandra Martinelli, presidente executiva da Associação Brasileira de Anunciantes – ABA;

– Silvana Balbo, diretora de Marketing do Carrefour;

– Simone Vidal, Head de Relacionamento na Tok&Stock;

– Stephanie Christian Saeta, diretora de Marketing e R&D;

– Tatiana Brammer, diretora de Planejamento Estratégico Comercial na Kellogg’s Mercosul;

– Vanessa Vilar, diretora jurídica para o Brasil & América Latina na Unilever.

– Tatyane Luncah, é uma das coordenadoras do projeto Mulheres do Marketing e coautora do livro, CEO da agência Grupo Projeto, responsável pelas iniciativas e soluções do Live Marketing ao Digital.

Fonte: Alisson Costa – RMA Comunicação

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Shopping traz projeto fotográfico

Via Vale promove projeto fotográfico para mulheres

A ação, que é uma parceria com o blog Maternólatra, visa realçar a beleza feminina, resgatando a autoestima da mulher

A autoestima feminina é algo de extrema importância. Sabe-se que muitos são os fatores que fazem com que uma mulher não esteja feliz com seu próprio corpo. Perder uns quilinhos, ajustar algo aqui ou ali, sentir-se bem para usar determinadas roupas, conseguir ter o mesmo corpo após a maternidade, esses são apenas alguns dos conflitos que as mulheres vivem todos os dias. Pensando em realçar a beleza e resgatar a autoestima da mulher, o Via Vale Garden Shopping em parceria com o blog Maternólatra, dará início a um lindo projeto fotográfico.

O projeto Jus Amandi fará uma seleção de 30 mulheres, para participarem de um ensaio fotográfico que ocorrerá dentro do shopping. No mês de março, em comemoração ao Dia da Mulher, as fotos ficarão expostas no mall e poderão ser vistas pelo público. Para participar é simples. Basta se inscrever no site do Via Vale, até o dia 02/02 e responder a três questões: “Para você ser mulher significa”, “Você gosta do que vê no espelho?”, “Qual parte do seu corpo você mais gosta?”. Em seguida, 50 mulheres serão selecionadas para participarem de uma entrevista no dia 07/02, com uma psicóloga. Ao final do processo, 30 escolhidas irão ganhar o ensaio fotográfico com um dia de beleza, que será realizado em parceria com várias lojas do Garden, como o salão Ponto Hair, O Boticário, Constance, Impera Fashion e mais.

Para Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do Garden, apoiar e incentivar projetos como esse é de extrema importância. “Sabemos o quanto a autoestima é importante em uma mulher. Com esse projeto, pretendemos ajudar no resgate social das mulheres em todas as suas vertentes, e de forma ousada mostrar que as mulheres conseguem empoderar-se de seu corpo como ele é”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

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Publicitárias se unem contra abusadores

Publicitárias criam movimento contra abusadores de transporte público

Em julho de 2016 a publicitária Ana Mattioni fez o post de abertura do Mad Women, um grupo fechado no Facebook para mulheres da criação. Segundo a redatora, a comunidade “é um espaço de networking, mas também de acolhimento. E só entra mulher”. Um ano depois, o grupo soma cerca de 1.800 profissionais empenhadas em transformar o mercado e, claro, a sociedade.

Mallani Maia (redação) e Thaís de Araújo Rodrigues (direção de arte)

Indignadas com o caso do dia 29, quando um homem ejaculou numa passageira de ônibus, as mulheres do Mad Women resolveram unir seus talentos para criar uma série de pôsteres adesivos com a mensagem #MEUCORPONÃOÉPÚBLICO.

O Tumblr <https://meu-corpo-nao-e-publico.tumblr.com/> reúne todas as artes em alta resolução para que qualquer pessoa possa baixar, imprimir e colar.

É delas também a iniciativa do evento público em protesto à decisão do juiz sobre o caso. “Ejaculaço no pescoço do juiz” vai acontecer esta noite, em frente à Primeira Vara Criminal de São Paulo, às 18 horas.

Fonte: Thaís de Araújo Rodrigues

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Evento realizado no último sábado pela UP[W]IT discutiu a participação e as dificuldades das mulheres no mercado de tecnologia

Evento promovido pela UP[W]IT mostra que participação das mulheres no mercado de tecnologia é irreversível

Encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia” discutiu dificuldades das mulheres no mercado e o aprimoramento das estratégias das empresas para mais contratações em suas áreas de TI

A participação das mulheres no mercado de tecnologia é um movimento crescente e irreversível. Mesmo assim, é preciso que estas profissionais estejam unidas para enfrentar as dificuldades em um segmento ainda tão fechado e masculino.

Esta foi uma das conclusões do encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia”, promovido no último sábado, 27 de maio, pela UP[W]IT (Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation), iniciativa que estimula a participação feminina na área de tecnologia e inovação por meio da criação de experiências.

O evento, que contou com a participação de cerca de 70 mulheres ligadas à tecnologia, além de discutir as dificuldades e as vitórias de mulheres inspiradoras, ofereceu mentoria e orientação de carreira para mulheres que estão em busca de oportunidades no ramo de tecnologia e aprimoramento às estratégias das empresas para a contratação de mais mulheres para as suas áreas de TI.

“O PNAD aponta que apenas 15% dos alunos dos cursos de ciências da computação e engenharia são mulheres, e 80% desistem no primeiro ano de curso. Queremos consolidar a carreira destas mulheres. Nós vemos conexões acontecendo e mulheres cada vez mais fortalecidas”, afirmou Carine Roos, fundadora da UP[W]IT e uma das idealizadoras do evento.

Luciana Terceiro, especialista em design de interação e também idealizadora do evento, destacou a importância de espaços para que as mulheres possam falar sobre as dificuldades deste mercado e para perceberem que não estão sozinhas. “As mulheres se sentem pouco à vontade e com pouca abertura para falar sobre as dificuldades deste mercado por um viés feminino”, disse.

Além delas, o evento também contou com a organização de Cíntia Citton, consultora de inovação, Fernanda Joris, Designer Digital na Eokoe e AppCívico; Vania Teofilo, mestre em Design de Artefatos Digitais – UFPE, além de Ana Carmen Foschini e Fernanda Coelho, especialistas em comunicação e marketing digital.

As três painelistas presentes no evento mostraram as dificuldades e as necessidades de superação constantes no mercado de tecnologia. Juliana Glasser, programadora e maker, fundadora da Carambola e do Engenho Maker, destacou que, infelizmente, é natural que o crescimento das mulheres no mercado de tecnologia seja lento. “Estas questões ainda são complexas, mas existe muita gente comprando esta ideia”, afirmou.

Patrícia Borges, que trabalha na plataforma de autenticação dos usuários da Globo.com, tem 10 anos de experiência como desenvolvedora de software em projetos nos mais variados campos, afirma que o grande número de “nãos” recebidos ao longo da sua trajetória a fortaleceram. “As mulheres conseguem se diferenciar muito rápido no mercado de tecnologia”, lembrou.

Já Nina Silva, que atua há 15 anos no segmento, integra atualmente o time de Gerenciamento de Projetos na Honda, é participante do SAP Global Committee responsável pela implementação do PMO em TI da empresa, lembrou que a participação das mulheres no segmento está de fato crescendo. “Mas existem inclusões e inclusões. Quando se trata de níveis realmente estratégicos, que é onde as mudanças acontecem, ainda é muito pouco. A gente precisa lutar não só pela diversidade, mas também pela manutenção dela”, afirmou.

O painel foi facilitado por Ligia Oliveira, da Cia de Talentos, gestora responsável pelo planejamento, acompanhamento e execução de projetos de employer branding, com foco em atração e relacionamento com jovens e universidades para empresas nacionais e multinacionais.

Após o painel, foi realizado um trabalho de mentoria entre as participantes. Uma das principais conclusões foi que retorno financeiro é importante, mas o que realmente atrai essas mulheres é o reconhecimento do trabalho, um plano de carreira sólido e a possibilidade de realmente fazer a diferença. A grande discrepância entre o conteúdo aprendido nas faculdades e o que o mercado realmente exige também foi um ponto importante abordado entre as profissionais.

O encontro teve o patrocínio da Globo.com e McKinsey, além da parceria com o Coletivo Mola e a Cia de Talentos.

Durante todo o mês de abril a UP[W]IT promoveu a campanha “Futuras Líderes”, que utilizou as redes sociais Facebook, Instagram e Twitter e criou um movimento de inspiração, visibilidade e empatia na rede por meio da divulgação de mulheres líderes na tecnologia e mulheres que estão iniciando suas carreiras na área.

Sobre a UP[W]IT

UPWIT – Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation ou Destravando o Poder das Mulheres para Inovação e Transformação – é uma organização voltada para a inclusão de mulheres em diversos setores e esferas de decisão da sociedade, especialmente tecnologia e inovação.

Por meio de workshops presenciais com até 70 participantes, realizados periodicamente, a UPWIT incentiva práticas inclusivas e a criação de soluções inovadoras que contribuam para a igualdade de oportunidades entre os gêneros. Referência de prática para a inclusão de mulheres e minorias de gênero, a UPWIT também consolida informações sobre o mercado brasileiro e o cenário atual para embasar suas ações e estratégias de transformação social.

Fonte: Carolina Marcondes

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