Música afeta sua compra?

Bananas Music Branding lança pesquisa para descobrir como a música afeta a experiência de compra

Apesar do crescimento do investimento em music branding por parte das empresas, um dos grandes desafios que o mercado ainda enfrenta, uma vez que música é uma experiência subjetiva e emocional, é conseguir medir os resultados que a trilha sonora traz para a marca, seja em termos de branding, produtividade dos vendedores ou, o mais importante, no aumento de vendas.

Poucas ainda são as pesquisas que trazem resultados importantes. Um exemplo, é a pesquisa recente conduzida pela HUI Research mostrando que uma trilha sonora composta por músicas (incluindo desde as mais conhecidas até algumas novidades) que casem bem com a marca e a atmosfera esperada do ambiente tendem a aumentar as vendas em até 9,1% em relação a uma trilha que contém apenas as músicas mais conhecidas e que não tem nenhuma ligação com a marca.

Com esse desafio em mente, o Bananas Music Branding se tornou a primeira startup de music tech obstinada em descobrir como a música afeta a experiência de compra, aplicando metodologias de design thinking, testes A/B e análise de dados.

Unindo tecnologia e emoção, o Bananas se propõe a aumentar a performance do varejo a partir da experiência, entregando não apenas a trilha sonora como um fator emocional para fortalecer a identidade da marca, mas também como uma ferramenta que influencia e impacta na performance de vendas, no comportamento dos consumidores e na produtividade da equipe de vendas.

O segredo do Bananas é ter desenvolvido um sistema de curadoria musical que inicia em uma fase de concept e inputs emocionais sobre a marca e se encerra em um dashboard de análise e cruzamento de dados que mede o real efeito da música na loja e cria playlists otimizadas com base no sucesso das vendas.

Desde o início da operação, o Bananas sempre soube da importância de entregar dados consolidados nos relatórios de performance da trilha sonora das marcas. Por isso, logo após desenvolver um player de reprodução musical, o primeiro grande investimento a ser feito em tecnologia foi no desenvolvimento de um Dashboard onde é possível analisar em tempo real as lojas que estão ativas e utilizando o player, as playlists mais ouvidas e, também, as músicas mais curtidas ou mais puladas em cada loja. Com isso, a equipe de curadoria recebe os feedbacks e consegue ajustar a trilha sonora da loja em tempo real.

Com a necessidade de sempre melhorar sua tecnologia e mostrar o real impacto da música nas vendas, no final de 2017 o Bananas se associou à Plugbuy – startup de controle de fluxo no varejo – para rodar um projeto piloto de 3 meses em um dos seus maiores clientes – as lojas Gang, marca de moda jovem do RS. O objetivo do MusicX é cruzar e analisar diferentes variáveis para entender como a música influencia no comportamento de compra dentro de uma loja. O experimento inédito coloca à prova muitas verdades que existem no mercado a respeito da influência da música nas vendas.

As primeiras análises do experimento trouxeram resultados interessantes sobre o comportamento dos consumidores, ainda que não sejam conclusivos sobre o impacto direto da música sobre as vendas.

Um dos resultados diz respeito à língua. Por 15 dias, foram testadas duas playlists de forma randômica – uma apenas de músicas em português e outra em inglês. Nas análises iniciais, observou-se que o tempo de permanência dos consumidores em loja foi superior em ambas as lojas no momento em que tocavam as playlists contendo apenas músicas em português.

Outros experimentos que foram feitos:

Loja em silêncio x Loja com música

Playlists criadas por bots x playlists criadas por humanos

Playlists com músicas de batida mais acelerada x músicas mais calmas

Apesar dos resultados ainda serem muito incipientes, foi possível observar que a música impacta no comportamento das pessoas dentro da loja, mas não que isso seja responsável efetivamente pela venda. Por outro lado, um fato que chamou muito a atenção da equipe de pesquisa foi a reação dos vendedores em relação à música. Em situações extremas, como o dia em que as lojas ficaram em absoluto silêncio, o que se observou com base no feedback dos próprios vendedores foi uma alta taxa de desmotivação e, por consequência, menor produtividade – o que seria um indicativo do fator de alteração de vendas observadas nestes dias – e o medo de não atingir a meta do dia em virtude da ausência de música, o que segundo eles, dá o ritmo para as vendas.

Ao longo de 2018, o foco do Bananas está em consolidar o MusicX como a ferramenta de music branding mais efetiva do mercado brasileiro. Para isso, além do crescimento da equipe de desenvolvimento, a empresa estará levando o experimento para mais lojas e também para outros segmentos que não apenas o varejo. Em fevereiro, inicia-se um estudo focado para o setor de bares e restaurantes com o objetivo de medir o impacto da música no consumo de determinados tipos de bebidas.

Com os resultados deste projeto, o próximo passo é desenvolver uma inteligência artificial que, a partir de inputs humanos, consiga entregar playlists mais assertivas baseadas também em dados reais e não apenas no gosto musical dos curadores, transformando a música de fato uma importante ferramenta de vendas.

Mais sobre o Bananas Music Branding

Fundada em 2013 por Juli Baldi e Rafael Achutti, em Porto Alegre, o Bananas Music Branding é uma agência especializada em curadoria e estratégia musical para marcas. Para elas, oferece a curadoria musical 360 º. Através deste serviço, cria e cuida da trilha sonora em todos os pontos de contato da marca, da loja física às redes sociais.

Hoje, a empresa, que conta com uma carteira de 20 clientes fixos, como Youcom, Gang, Ford, Ministério da Saúde, SOS Mata Atlântica e Shopping Iguatemi de Porto Alegre, entre outros, atende também em São Paulo.

O faturamento total, que deve saltar de R$ 60 mil, em 2014, para R$ 700 mil neste ano, sendo 60% deste valor vindos de trabalhos em mídia streaming, mostra que a agência, com investimento focado em conhecimento e tecnologia, está no caminho certo quando o assunto é music branding.

Fonte: Baião de 3 – comunicação – Patrícia Larsen

Ilharriba 2017 está chegando

Maior festival brasileiro de música latina promete agitar a Praça da Vila entre os dias 22 e 24 de setembro

Ilhabela vai entrar na primavera deste ano no embalo da música latina. Entre 22 e 24 de setembro, a ilha vai ser palco do Ilharriba! Una Fiesta Latina, festival internacional de música e dança latina, que chega à sua quarta edição já fazendo parte do calendário oficial de eventos do município.

É uma festa para ninguém ficar parado.

Sucesso de público e de crítica nas edições anteriores, o Ilharriba! 2017 traz
uma novidade: vai ocorrer agora em um novo endereço. Este ano, em razão do volume de público (mais de 8.000 pessoas por noite em 2016), o festival será realizado na Praça Coronel Julião de Moura Negrão, a Praça da Vila, na entrada do Centro Histórico de Ilhabela. Um cenário deslumbrante.

Basta olhar a programação para perceber: as atrações do Ilharriba! Una
Fiesta Latina prometem dar um tom caribenho a Ilhabela, sem perder o sotaque brasileiro e, em especial, a musicalidade baiana. No total, serão 10 shows em três noites de festival.

A primeira atração do festival, no dia 22, sexta-feira, será Cesar Cardozo, artista regional que abre a primeira noite do evento. Em seguida sobem ao palco Edwin Pitre e Son Caribe. Músico, compositor e pesquisador nascido no Panamá, Pitre festeja em Ilhabela seus 39 anos de Brasil e prepara um show que mistura música latina e MPB. Fecha a noite o vibrante Rumba D’Akokan, formado por músicos cubanos e brasileiros, inspirado na tradição das Rumbas de Quintal de Cuba.

A noite de sábado, 23, promete ser animada. Fernando Punk e Banda Ilhabela abrem a segunda noite. Em seguida o som bem brasileiro de Baianos Tocam Baianos, sobre ao palco com o quarteto que traz canções da Bahia com arranjos inusitados. Na sequência entra no palco o grupo Timba Havana, formado por músicos cubanos e brasileiros que vão embalar o público ao som da timba, gênero que é considerado uma evolução musical da salsa.

A noite de encerramento do festival começa com o artista regional Beto Di Franco e Banda. Depois a música porto-riquenha da Banda Azúcar toma conta do palco, conhecida por sua participação na trilha sonora de algumas novelas brasileiras. Mambo Jam Sessions dá sequencia a última noite de show, e traz salsa, mambo e rumba ao palco do Ilharriba!. Para fechar a noite abanda formada por músicos de Cuba, Colômbia, Chile e Brasil, a La Orkestra K.

Serviço

Os shows do Ilharriba! acontecem das 17h às 22h. Durante os três dias de
festival, o público vai poder dançar também ao som do DJ Bade e se encantar com as apresentações do Balé Julio Lima Company.

Idealizado e dirigido pela RCS Music, o Ilharriba! Una Fiesta Latina é
uma realização da Prefeitura de Ilhabela, da Secretaria de Cultura de Ilhabela e da Fundação Cultural de Ilhabela. A entrada dos shows é gratuita.

Ilharriba! Una Fiesta Latina
Data: De 22 a 24 setembro
Local: Praça Coronel Julião, em Ilhabela
Horário: Das 17k às 22h
Atrações: Dia 22 – Cesar Cardoso e Grupo, Edwin Pitre e Son Caribe, Rumba D’Akokan; Dia 23 – Fernando Punk e Banda Ilhabela, La Orkestra K, Banda Azúcar, Mambo Jam Sessions; Dia 24 – Beto di Franco e Banda, Baianos Tocam Baianos, Timba Havana.
Todas as Noites: DJ Bade, Balé Júlio Lima Company

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathalia Barcelos

Música é atração no Via Vale

Apresentação de Banda Sinfônica é atração no Via Vale
O espetáculo contará com 70 músicos trazendo o melhor do reportório da música clássica

Se os primórdios da música começaram com a modalidade clássica, os admiradores de uma boa música vão amar a próxima apresentação que acontecerá no Via Vale Garden Shopping. O mall receberá, na próxima quinta-feira (6), um belíssimo espetáculo da Banda Sinfônica de Taubaté.

Preparada para acontecer às 20h, na Praça de Eventos, 70 músicos vão encher o shopping com um repertório que promete encantar aqueles que apreciam uma boa música. Vale ressaltar que a apresentação é gratuita.

Serviço:
Apresentação Banda Sinfônica de Taubaté – Via Vale Garden Shopping
Data: 06 de junho (quinta-feira)
Horário: às 20h
Local: Praça de Eventos

Por do Sol foi sucesso

Festival Pôr do Sol Musical chega ao fim em Ilhabela
Evento atraiu mais de 8.000 pessoas por noite na Praia do Perequê e reuniu grandes nomes da MPB

Sucesso de público, a terceira edição do Festival Pôr do Sol Musical atraiu, em média, mais de 8.000 pessoas por noite à beira do mar, na praia do Perequê, em Ilhabela, entre quinta-feira e domingo.

O evento reuniu nomes consagrados, como Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro, com artistas regionais, como Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band. Sempre a partir das 18h30, cada noite do festival reuniu um músico da região e um astro da MPB. Zeca Baleiro encerrou o Por de Sol Musical na noite de domingo.

“É um prazer muito grande se apresentar em Ilhabela. É uma energia incrível, uma plateia fantástica, um cenário maravilhoso. Festivais como esse devem acontecer sempre”, disse o compositor, ainda no palco.

Zeca não falou sozinho

Todos os artistas que estiveram no palco da praia do Perequê elogiaram o evento e a alegria do público. “Vocês são um público fantástico”, disse Zélia Duncan. Para Toquinho, cantar em Ilhabela e na praia é uma experiência fantástica. “O mar, o cenário, o astral das pessoas influenciam a gente de uma forma incrível”, disse o músico, com 50 anos de carreira. “O show foi uma delícia, tinha gente de todas as idades, foi bem gostoso fazer”, afirmou Guilherme Arantes.

O festival foi uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, Sucesso com direção da RCS Music.

Aprovado

O prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, disse ter ficado satisfeito com o resultado do festival. “Em menos de 50 dias de governo ter um evento com essa qualidade é muito bom. É desse tipo de evento e de público, diferenciados, que Ilhabela precisa”, disse o prefeito.

Para o secretário de Cultura de Ilhabela, Nuno Gallo, a cidade é um celeiro musical importante. “Por isso, todo evento realizado através da música, abre espaço para nossos artistas e valoriza a nossa cultura”, afirmou.

Fonte:Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Grande evento musical em Ilhabela

Talentos regionais se apresentam em Ilhabela

Além dos nomes já consagrados, Por do Sol Musical abre espaço para novos talentos da MPB em sua terceira edição

Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro vão comandar a festa. Mas o Por do Sol Musical, em Ilhabela, terá um tempero bem diferente: novos talentos da MPB vão abrir cada show da maratona, que acontece entre os dias 16 e 19 de fevereiro, na Praia do Perequê. A programação inclui Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band.

O Por do Sol Musical, que chega este ano á sua terceira edição, é uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, com direção da RCS Music. Os shows são gratuitos e acontecem, com o pé na areia, a partir das 18h30.

A abertura do evento fica por conta de Beto di Franco, que se apresenta no dia 16, uma quinta-feira, com um repertório que mescla músicas autorais e canções conhecidas do grande público. Na mesma noite, Toquinho traz o show “Voz & Violão” ao Por de Sol Musical.

Na sexta-feira, 17, Larissa Cavalcanti abre a noite, com leituras novas de clássicos de Tom Jobim, Chico Buarque e outros nomes consagrados da MPB. Zélia Duncan fecha a noite, em uma sexta-feira embalada por vozes femininas.

No dia 18, sábado, é a vez de Renato Barsa abrir a festa, antecedendo o show de Guilherme Arantes. Barsa é músico e compositor nascido na cidade de São José dos Campos. O músico tem um projeto de Busker, música para se tocar na rua utilizando instrumentos improvisados, chamado “Dusty Jet Pilots”. É uma noite que promete surpresas.

A noite de domingo, dia 19, tem um sabor especial para Ilhabela: Felipe Blues Band, da própria ilha, se apresenta antes de Zeca Baleiro no último dia do festival. Com interpretações de clássicos de Muddy Waters, Pink Floyd e The Doors, Felipe Blues Band promete animar o público nas areias do Perequê.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Coluna Propaganda&Arte

No mês mais vermelho do ano, refleti sobre essa cor 

Esse não é um artigo sobre o Natal. Muito menos sobre os motivos do papai-noel icônico ser vermelho. Nem da influência daquela marca vermelha de refrigerantes em nossa cultura (que por sinal fez uma bela campanha natalina – “6224 Obrigados”). Nada disso. O assunto desse artigo é sobre a cor vermelha e como ela está intimamente ligada às artes, dentro e fora da propaganda.

Segundo alguns sites, o vermelho transmite energia, paixão e ação. Mais especificamente, o vermelho está ligado às nossas necessidades mais físicas, como a sexualidade, por exemplo. Não por acaso, esta é a cor do amor, do romance, do sexo e em várias propagandas e filmes é usada para estimular a ação, a ambição e a determinação.

Na 7ª arte, lembro do filme Beleza Americana (1999), que conta com uma cena clássica onde nosso personagem devaneia sobre a aparição da amiga de sua filha, no teto, nua, ou melhor, vestindo apenas pétalas de rosas (vermelhas), como em um sonho, daqueles que Freud adora. Está tudo ali, paixão, vontade, desejo sexual, vermelho, vermelho, vermelho, presente também em outras cenas do filme, com no sangue, no carro, no uniforme, na porta, nos objetos de cena, e claro, nas flores.

No universo da música, é impossível não falar da canção imortalizada na voz de Daniela Mercury: Vermelho. Nesse caso, é interessante ressaltar nesta letra a citação ao comunismo, ao boi Garantido, ao curral (que por algum motivo vermelhou e até hoje eu não sei como), a fragmentos da nossa cultura e do folclore brasileiro muito bem lembrados pelo compositor.

Para esse artigo eu fiz uma pesquisa e tive uma feliz descoberta! Um artista que faz parte de um movimento artístico do Barém (do Golfo Pérsico) e sua obra que fala sobre o movimento, a liberdade e a transição entre o físico e o líquido.

Confesso que me inspirou e me fez lembrar um aspecto físico da luz vermelha. Ela só é dessa cor, devido ao seu cumprimento de onda. Ou seja, luzes mais lentas chegam até nossos olhos com menos velocidade e nós interpretamos como outras cores. (Físicos de plantão, me corrijam se estiver errado!).

Nesse ponto tudo faz sentido. O vermelho é a cor mais rápida, na prática chama mais nossa atenção. Está no trânsito, nos comércios, nas marcas e em tudo mais, basta prestar atenção. Isso explica, por exemplo, no mundo dos quadrinhos, porquê sempre o personagem mais rápido está atrelado de alguma maneira à cor vermelha. Basta olhar o uniforme do Flash, super-herói famoso por ser o mais rápido de todos.

Depois de tantas voltas, chegamos ao ponto final. Foi rápido, eu sei, afinal o assunto é sobre a cor mais rápida de todas e não poderia ser diferente. E para fechar o artigo e o ano de 2016, ainda envolvido por essa cor e nesse clima quente e festivo, quero agradecer a quem me acompanha e apoia aqui no blog e fora dele, pois saibam, faz toda diferença. (Agora devo estar vermelho de emoção, mas é normal, logo passa).

Faço também aqui minha promessa de usar toda essa energia para iniciar mais um ano, falando de arte, propaganda e, por que não, sobre a vida, com o mesmo amor, paixão e emoção que o vermelho me ensinou. Ótima virada a todos! Obrigado.

Coluna Propaganda&Arte

Como a música pode salvar os comerciais de TV

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A TV aberta nunca desafinou tanto no Brasil. Se antes ela era questionada sobre seus números inflados, hoje sofre com a queda de anunciantes e até gera dúvidas quanto a sua relevância para o público, uma vez que mais de 80% dos brasileiros consideram a internet o meio mais importante em sua rotina, principalmente usando smartphones. (Fonte: IAB Brasil)

Segundo informações do PNT – Painel Nacional de Televisão, a audiência da TV aberta vem caindo consideravelmente nos últimos cinco anos. Destes dados vale ressaltar o declínio de 16% da maior emissora brasileira, enquanto a TV paga se mostra forte com um crescimento de 135%. Apesar disso, o brasileiro tem navegado muito mais do que zapeado, mesmo nos canais pagos.

Por isso, como publicitário e eterno estudante, divago…

Que estamos vendo menos TV tradicional, isso nós já desconfiávamos. Que o smartphone virou a “segunda tela”, nós também percebemos. Diante dessa confusão, orquestrada principalmente pela revolução tecnológica, o que pode ser feito para reconquistar a atenção dos comerciais de TV? Ainda mais na TV aberta?

A resposta pode estar em uma das artes mais antigas do mundo: a música.

Empresas de telefonia, estão apostando em temas musicais repetitivos, com diversas versões e estilos, para conquistar o gosto do público e gerar lembrança de marca. Hora eletrônica, hora uma mistura de sons tecnológicos, nos vemos em um tipo de jogo em que devemos preencher, em nossa cabeça, as notas faltantes da melodia já conhecida.

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Nesse momento, acontece algo diferente. Nossa atenção é atraída, paramos de olhar para o celular, mesmo que por instantes e interagimos de alguma forma com a TV. Foi aí que deu aquele “estalo”: a ideia que inspirou esse artigo! (sim, até as ideias tem som).

Será que eles perceberam que o sucesso dos comerciais agora depende muito mais da música?
Se a TV está ligada, mas ninguém olha para ela, porque estão jogando ou checando aplicativos de mensagens nos celulares, é preciso fazer alguma coisa! Fazer barulho! De preferência um barulho bom. Aí você percebe que algumas marcas estão fazendo algo nesse sentido, criando linguagens sonoras fortes e próprias, como por exemplo grandes bancos e telefonias, mas ainda assim, é muito pouco.

Resumo da ópera: chegou a hora de investir mais em jingles, usar nossa criatividade e musicalidade brasileira em trilhas realmente interessantes. É preciso dar ouvidos às novas tendências e comportamentos dos consumidores, caso contrário o comercial de TV vai se tornar um show cada vez mais sem graça em que o público vai embora, bem no meio da música.

E você? Qual melodia de comercial não sai da sua cabeça ultimamente?

Mais de 3.000 pessoas no Ilharriba!

Alceu Valença apresenta seus sucessos e encerra terceira noite do Ilharriba!

Cesar Cardozo, Jorge Ceruto e Cocunut Versiones esquentaram o público do festival em Ilhabela

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A última noite do Festival Ilharriba! contou com quatro atrações neste domingo, 25, em Ilhabela, com destaque para o encerramento com Alceu Valença, e reuniu cerca de 3.000 pessoas no Centro Histórico da cidade. Foram três noites embaladas pelos mais diversos ritmos latinos, com bandas ao vivo e apresentações de dança.

Às 19h30, o paraguaio César Cardoso abriu os trabalhos com a banda Salsa & Latin Jazz. O músico, radicado em Ilhabela, levou artistas locais convidados para o palco e revelou que participar do festival foi a realização de um sonho. “Desde o ano passado eu sonhava em subir no palco do Ilharriba. Foi mágico”, disse, em êxtase, nos bastidores do show.

Jorge Ceruto, conhecido como Rei do Mambo, levou seu som cubano para o público presente, que se animou tanto que a pista ficou repleta de casais. “Fiquei feliz e surpreso com a recepção do público, que apreciou também as músicas apenas instrumentais”, afirmou o artista, que já tocou com nomes como Zeca Baleiro e Marina de La Riva.

A terceira atração da noite subiu ao palco às 22h para entoar hits da MPB, pop e rock em versões latinas. A banda Coconut Versiones apresentou ainda releituras de canções de artistas consagrados como Shakira, Rihanna e Adele na voz de Thaiane Cândido. “O evento é ótimo. É o terceiro ano que acompanhamos”, comentou a administradora de Ilhabela Angélica Prado, que acompanhava a apresentação na companhia do filho Miron, 7, e do marido. “Na noite de hoje, viemos mais para ver o Alceu Valença, mas estamos adorando os outros shows também”, completou.

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Marcado para começar às 23h30, o show de encerramento com Alceu Valença começou pontualmente. O artista mostrou energia e carisma durante 1h30 de apresentação e comandou o coro de mais de 2.000 pessoas que entoavam seus sucessos. Entre as músicas que mais animaram o público estavam Coração Bobo e Como Dois Animais, além de La Belle De Jour e Morena Tropicana, que foram especialmente guardadas para a hora do bis.

“O evento está maravilhoso. Música boa, ambiente perfeito”, comentou Everton Schefer, empresário de Ribeirão Preto, frequentador de Ilhabela há dez anos, que esteve no evento pela primeira vez. “É tudo muito bem organizado. Pretendemos voltar no ano que vem”, completou a namorada, Bruna Marques, biomédica.

O festival internacional Ilharriba! Una Fiesta Latina foi realizado na Vila/Centro Histórico, em Ilhabela, pelo terceiro ano consecutivo, e é uma idealização da RCS Eventos. Todas as atrações tiveram entrada gratuita para o público.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges

Emissora une música e esporte

Rádio Eldorado promove encontro entre esporte e música

Emissora apresenta o Encontro de Campeões, que começa com Chico César e Fernando Meligeni, amanhã, terça-feira (3), na Livraria Cultura, da Paulista

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Esporte e música é uma mistura que pode ser surpreendente e a Rádio Eldorado vai provar que pode dar boa conversa e muita música boa. Há pouco menos de cem dias do início dos Jogos Olímpicos, a emissora promove um bate-papo diferente entre um atleta olímpico e um músico. É o Encontro de Campeões que juntará duas personalidades, em pockets shows, para uma conversa diferente. O primeiro evento, reunindo o ex-tenista Fernando Meligeni e o cantor e compositor Chico César, acontece amanhã, terça-feira (3), às 20h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista).

O evento, que é aberto ao público, com patrocínio da CVC e do Bradesco e apoio da Livraria Cultura, é uma reedição de duas iniciativas de sucesso da Eldorado em passado recente, mas com roupagem nova: o Grandes Encontros e o Grandes Encontros Olímpicos. A ação é multiplataforma, envolvendo jornal impresso, portal e emissora, e faz parte do Projeto Olímpico.

Fernando Meligeni, também conhecido por Fininho, foi tenista profissional e atualmente trabalha como comentarista. É considerado um dos dez maiores tenistas brasileiros. Começou tênis em 1990. Disputou a Olimpíada de 1996 e conquistou a medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2003. Durante sua carreira, conquistou três títulos de nível ATP em simples e sete títulos em duplas.

O eclético Chico César é cantor, compositor, escritor e jornalista. Ainda atuando no jornalismo, em 1991, foi convidado para fazer uma turnê pela Alemanha e o sucesso o animou a deixar a profissão e se dedicar somente à música. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a se apresentar na casa noturna paulistana Blen Blen Club. Em 1995 lançou seu primeiro disco solo Aos Vivos e seu primeiro livro Cantáteis, Cantos Elegíacos de Amizade. Sua carreira artística tem repercussão internacional. A maioria de suas canções são poesias de alto poder de encanto linguístico.

Os três próximos eventos já têm datas marcadas: 17, Livraria Cultura Paulista; 14 e 28 de junho, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi. O encontro será transmitido ao vivo pela emissora (FM 107,3) e pelo Território Eldorado (www.territorioeldorado.com.br).

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone