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O que o filme do Queen nos diz sobre o futuro do cinema?

Se você é fã do Queen, nem preciso dizer que o filme Bohemian rhapsody é obrigatório no currículo. Mas se você é apenas um curioso dessa que foi uma das grandes bandas de rock de todos os tempos, fica aqui o convite para conhecer ainda nos cinemas, pois vai fazer toda a diferença.

Tudo começou há alguns séculos atrás, quando as óperas tomavam o gosto popular. O ponto alto desta arte era a emoção, por isso traziam letras dramáticas, melodias emotivas ao extremo e uma alternância entre o trágico e o cômico, característica em muitas obras.

O tempo passou e o violino deu espaço para a guitarra elétrica, com ela, naturalmente, veio o rock and roll. Isso mesmo, essa imagem que você fez na cabeça de um guitarrista estiloso arrasando num solo marcante de guitarra, chamando toda a atenção nos palcos é o produto final que até hoje é vendido e faz sucesso…

E o que isso tem a ver com o Queen?

Sem estes dois elementos históricos, não teríamos conhecido a música: Bohemian rhapsody, que dá nome ao filme. Isso porque ela é uma mistura de estilos. São complexos arranjos de vozes, em referência clara às óperas, inclusive nas letras trágicas, mesclados com a pegada mais rock possível para o período em que foi criada (aquele hit para balançar a cabeça e jogar os cabelos pro alto, literalmente).

Mas, e ai? Vale a pena ver o filme nos cinemas?

Tirando toda a emoção de quem já conhece a história da banda e todo o drama real vivido por Freddie, o vocalista, este filme é marcante, pois mostra que nos cinemas (e talvez somente nos cinemas), podemos ter uma experiência de show, mais próxima do que seria na vida real. Afinal, o Queen era um grupo que pensava no espetáculo e , um vocalista de performance (voz única, afinada e forte, ele nasceu pra isso).

Mas eu nem gosto do Queen, além do mais eu ouvi críticas negativas do filme…

Beleza, você pode criticar que o filme não é fiel a muitos dados cronológicos, mas ele nem se coloca com esse objetivo. Se você for com a expectativa de ver um documentário, esqueça. Esse filme é aquele tipo de filme que todo mundo queria fazer, que tinha potencial, e que ao meu ver, cumpriu bem o seu papel. Souberam focar muito mais na vida artística do Mercury do que na pessoal e só isso já merece aplausos.

Agora, você pode estar pensando “Isto é a vida real? Isto é apenas fantasia?”, como diria o início da música. Bom, no final, você acaba aceitando a liberdade poética dos roteiristas e entende que a banda surgiu para emocionar as pessoas, assim como o filme foi criado. Baseado em fatos, ele conta uma história ficcional em partes, mas leva sentimentos mais do que reais para o público. Só por isso, já vale o ingresso.

Viva o rock, viva o cinema!

É muito bom ver o lado humano de estrelas como Freddie Mercury e perceber que apesar de artistas incríveis e insubstituíveis, eles são humanos e estamos todos juntos nesse mesma Bohemian rhapsody que é a vida.

Se o cinema continuar a aproveitar seu ambiente de som e imagem, apresentando verdadeiros espetáculos, ainda tem muito futuro pela frente e não tem Netflix ou telas menores que substituam.

Sabe… Eu não pude ver um show do Queen ao vivo, mas posso dizer que vi o filme no cinema em uma sala XD e, para mim, isso já foi histórico.

Via Vale promove Festival Gospel

A 1ª Edição do Festival Gospel contará com a participação de bandas da região

Este final de semana o público cristão vai ganhar espaço no Via Vale Garden Shopping com a 1ª edição do Festival Gospel! O evento, que contará com a participação de três bandas da região, promete encantar a todos.

Genesis Coral, Family Soul e Vox Cordis prepararam um repertório super especial, com canções clássicas e autorais.

O evento acontecerá neste sábado, 20 de outubro, a partir das 16h na praça de alimentação do Via Vale Garden Shopping.

Para Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do shopping, “este festival evidencia a diversidade de públicos que recebemos diariamente no Via Vale. Para nós, o mais importante é oferecer sempre um passeio agradável a todos os nossos clientes. E a realização do primeiro Festival Gospel com certeza fará o público se emocionar e viver uma experiência única”, afirma.

Fonte:Assessoria de Imprensa Via Vale

Evento de inverno em Maresias

Atrações para família: Festival de Inverno de Maresias traz Jazz, Blues, cinema, luau, área kids e pets e mais

Evento aos finais de semana de julho garante atrações gratuitas todos os dias, das 15h00 às 00h00, com shows, oficinas para crianças, performances artísticas de dança, circo, teatro, feira de artes, brinquedos, food Park e telão para Copa do Mundo

Os turistas que visitarem Maresias durante as férias de Julho terão mais um motivo para se divertir. É que toda sexta-feira, sábado e domingo, entre os dias 6 e 29 de julho, a Associação de Pousadas e Hotéis de Maresias (APHM), juntamente com a Somar (Sociedade Amigos de Maresias) e a Prefeitura Municipal de São Sebastião (PMSS) apresentam mais uma edição do “Festival de Inverno de Maresias”, desta vez com o tema “Jazz & Blues”.

O evento contará com uma série de atrações, sempre gratuitas, para as famílias, como espaço para crianças e animais de estimação, food park com nove variedades gastronômicas, Cine Lounge com filmes infantis, feira de artes, oficinas, apresentações artísticas e muito mais, na Arena Maresias, das 15h à meia noite. A programação musical terá ainda diariamente dois shows, sendo um de Jazz & Blues e outro acústico, em palco luau, sempre a partir das 20h00.

De acordo com Niuara Tedesco, presidente da APHM, o objetivo da organização é garantir atrações as famílias todos os dias, independente da praia, com variedade que atenda a todos os membros familiares. “Temos dias lindos no inverno, mas a permanência na praia é menor. Com nosso festival o entretenimento de todos está garantido, seja criança, adulto ou até mesmo animal de estimação “, garante.

A Arena Maresias conta ainda com um acesso exclusivo para a praia, duchas e espaço para descanso. Nos dias de jogos, os visitantes poderão torcer e acompanhar a Copa do Mundo em um telão.

Serviço

“Festival de Inverno de Maresias”

Local: Arena Maresias. Av. Francisco Loup, nº 1131, entrada 8

Horário: das 15h às 00h

Data: todas as sextas, sábados e domingos de 6 a 29 de julho

Entrada: gratuita

Estrutura coberta

Fonte: GVB Comunicação – Marina Veltman

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Será que nosso paladar evolui, assim como o gosto musical?

Eu sei que parece um pouco absurdo, mas como somos seres que utilizam os cinco sentidos para interagir com o mundo, será que com o passar do tempo, assim como acontece com o paladar, nosso gosto musical também se “aperfeiçoa”?

Estamos vivendo o que gosto de chamar ERA GOURMET. Nessa fase, tudo pode ser consumido em alguma versão gourmet, mais incrementada, como algum tipo de arte, algo mais refinado. São cafés especiais, cervejas artesanais, vinhos, coxinhas e tudo mais que você possa imaginar (e não imaginar). Isso significa que as pessoas estão buscando experiências de sabor, olfato, experiências no geral, mais completas, complexas e satisfatórias.

Posso falar por mim. Aos meus 20 anos, comecei a consumir “com gosto”, cerveja e café, apreciando cada variável. Meu paladar mudou, definitivamente, e comecei a treiná-lo. Portanto, existem sim, aromas, gostos, texturas e experiências mais complexas. Não estou negando-as. A questão aqui é sobre o gosto musical. Será que muda também? Refina-se com o tempo e fica melhor, como o vinho?

Existem alguns artistas que são clássicos, consagrados pelo público e marcaram história. Será que eles representam um gosto mais geral comum? Tipo um arroz com feijão? Já outras bandas, caminham por uma linha mais complicada, sendo aclamada pelos críticos e às vezes nem conhecido pelo grande público, vivendo no underground. Se realmente esse refinamento existe, então devemos respeitar esses caras, certo?

Não estou falando para você ficar acreditando em críticos, nem em artistas novos, só porque disseram que são gênios. Eu mesmo escutei Radiohead diversas vezes, achava até bacana quando era adolescente e só agora, recentemente, compreendi a profundidade da arte dos caras. Ou seja, sempre é tempo para experimentar, nunca é tarde para descobrir novos gostos, ou gostos antigos, mas com um novo olhar. Ou melhor, com um novo paladar. Mas claro, sempre respeitando aquela máxima “gosto não se discute”. Ou se discute?

Música afeta sua compra?

Bananas Music Branding lança pesquisa para descobrir como a música afeta a experiência de compra

Apesar do crescimento do investimento em music branding por parte das empresas, um dos grandes desafios que o mercado ainda enfrenta, uma vez que música é uma experiência subjetiva e emocional, é conseguir medir os resultados que a trilha sonora traz para a marca, seja em termos de branding, produtividade dos vendedores ou, o mais importante, no aumento de vendas.

Poucas ainda são as pesquisas que trazem resultados importantes. Um exemplo, é a pesquisa recente conduzida pela HUI Research mostrando que uma trilha sonora composta por músicas (incluindo desde as mais conhecidas até algumas novidades) que casem bem com a marca e a atmosfera esperada do ambiente tendem a aumentar as vendas em até 9,1% em relação a uma trilha que contém apenas as músicas mais conhecidas e que não tem nenhuma ligação com a marca.

Com esse desafio em mente, o Bananas Music Branding se tornou a primeira startup de music tech obstinada em descobrir como a música afeta a experiência de compra, aplicando metodologias de design thinking, testes A/B e análise de dados.

Unindo tecnologia e emoção, o Bananas se propõe a aumentar a performance do varejo a partir da experiência, entregando não apenas a trilha sonora como um fator emocional para fortalecer a identidade da marca, mas também como uma ferramenta que influencia e impacta na performance de vendas, no comportamento dos consumidores e na produtividade da equipe de vendas.

O segredo do Bananas é ter desenvolvido um sistema de curadoria musical que inicia em uma fase de concept e inputs emocionais sobre a marca e se encerra em um dashboard de análise e cruzamento de dados que mede o real efeito da música na loja e cria playlists otimizadas com base no sucesso das vendas.

Desde o início da operação, o Bananas sempre soube da importância de entregar dados consolidados nos relatórios de performance da trilha sonora das marcas. Por isso, logo após desenvolver um player de reprodução musical, o primeiro grande investimento a ser feito em tecnologia foi no desenvolvimento de um Dashboard onde é possível analisar em tempo real as lojas que estão ativas e utilizando o player, as playlists mais ouvidas e, também, as músicas mais curtidas ou mais puladas em cada loja. Com isso, a equipe de curadoria recebe os feedbacks e consegue ajustar a trilha sonora da loja em tempo real.

Com a necessidade de sempre melhorar sua tecnologia e mostrar o real impacto da música nas vendas, no final de 2017 o Bananas se associou à Plugbuy – startup de controle de fluxo no varejo – para rodar um projeto piloto de 3 meses em um dos seus maiores clientes – as lojas Gang, marca de moda jovem do RS. O objetivo do MusicX é cruzar e analisar diferentes variáveis para entender como a música influencia no comportamento de compra dentro de uma loja. O experimento inédito coloca à prova muitas verdades que existem no mercado a respeito da influência da música nas vendas.

As primeiras análises do experimento trouxeram resultados interessantes sobre o comportamento dos consumidores, ainda que não sejam conclusivos sobre o impacto direto da música sobre as vendas.

Um dos resultados diz respeito à língua. Por 15 dias, foram testadas duas playlists de forma randômica – uma apenas de músicas em português e outra em inglês. Nas análises iniciais, observou-se que o tempo de permanência dos consumidores em loja foi superior em ambas as lojas no momento em que tocavam as playlists contendo apenas músicas em português.

Outros experimentos que foram feitos:

Loja em silêncio x Loja com música

Playlists criadas por bots x playlists criadas por humanos

Playlists com músicas de batida mais acelerada x músicas mais calmas

Apesar dos resultados ainda serem muito incipientes, foi possível observar que a música impacta no comportamento das pessoas dentro da loja, mas não que isso seja responsável efetivamente pela venda. Por outro lado, um fato que chamou muito a atenção da equipe de pesquisa foi a reação dos vendedores em relação à música. Em situações extremas, como o dia em que as lojas ficaram em absoluto silêncio, o que se observou com base no feedback dos próprios vendedores foi uma alta taxa de desmotivação e, por consequência, menor produtividade – o que seria um indicativo do fator de alteração de vendas observadas nestes dias – e o medo de não atingir a meta do dia em virtude da ausência de música, o que segundo eles, dá o ritmo para as vendas.

Ao longo de 2018, o foco do Bananas está em consolidar o MusicX como a ferramenta de music branding mais efetiva do mercado brasileiro. Para isso, além do crescimento da equipe de desenvolvimento, a empresa estará levando o experimento para mais lojas e também para outros segmentos que não apenas o varejo. Em fevereiro, inicia-se um estudo focado para o setor de bares e restaurantes com o objetivo de medir o impacto da música no consumo de determinados tipos de bebidas.

Com os resultados deste projeto, o próximo passo é desenvolver uma inteligência artificial que, a partir de inputs humanos, consiga entregar playlists mais assertivas baseadas também em dados reais e não apenas no gosto musical dos curadores, transformando a música de fato uma importante ferramenta de vendas.

Mais sobre o Bananas Music Branding

Fundada em 2013 por Juli Baldi e Rafael Achutti, em Porto Alegre, o Bananas Music Branding é uma agência especializada em curadoria e estratégia musical para marcas. Para elas, oferece a curadoria musical 360 º. Através deste serviço, cria e cuida da trilha sonora em todos os pontos de contato da marca, da loja física às redes sociais.

Hoje, a empresa, que conta com uma carteira de 20 clientes fixos, como Youcom, Gang, Ford, Ministério da Saúde, SOS Mata Atlântica e Shopping Iguatemi de Porto Alegre, entre outros, atende também em São Paulo.

O faturamento total, que deve saltar de R$ 60 mil, em 2014, para R$ 700 mil neste ano, sendo 60% deste valor vindos de trabalhos em mídia streaming, mostra que a agência, com investimento focado em conhecimento e tecnologia, está no caminho certo quando o assunto é music branding.

Fonte: Baião de 3 – comunicação – Patrícia Larsen

Ilharriba 2017 está chegando

Maior festival brasileiro de música latina promete agitar a Praça da Vila entre os dias 22 e 24 de setembro

Ilhabela vai entrar na primavera deste ano no embalo da música latina. Entre 22 e 24 de setembro, a ilha vai ser palco do Ilharriba! Una Fiesta Latina, festival internacional de música e dança latina, que chega à sua quarta edição já fazendo parte do calendário oficial de eventos do município.

É uma festa para ninguém ficar parado.

Sucesso de público e de crítica nas edições anteriores, o Ilharriba! 2017 traz
uma novidade: vai ocorrer agora em um novo endereço. Este ano, em razão do volume de público (mais de 8.000 pessoas por noite em 2016), o festival será realizado na Praça Coronel Julião de Moura Negrão, a Praça da Vila, na entrada do Centro Histórico de Ilhabela. Um cenário deslumbrante.

Basta olhar a programação para perceber: as atrações do Ilharriba! Una
Fiesta Latina prometem dar um tom caribenho a Ilhabela, sem perder o sotaque brasileiro e, em especial, a musicalidade baiana. No total, serão 10 shows em três noites de festival.

A primeira atração do festival, no dia 22, sexta-feira, será Cesar Cardozo, artista regional que abre a primeira noite do evento. Em seguida sobem ao palco Edwin Pitre e Son Caribe. Músico, compositor e pesquisador nascido no Panamá, Pitre festeja em Ilhabela seus 39 anos de Brasil e prepara um show que mistura música latina e MPB. Fecha a noite o vibrante Rumba D’Akokan, formado por músicos cubanos e brasileiros, inspirado na tradição das Rumbas de Quintal de Cuba.

A noite de sábado, 23, promete ser animada. Fernando Punk e Banda Ilhabela abrem a segunda noite. Em seguida o som bem brasileiro de Baianos Tocam Baianos, sobre ao palco com o quarteto que traz canções da Bahia com arranjos inusitados. Na sequência entra no palco o grupo Timba Havana, formado por músicos cubanos e brasileiros que vão embalar o público ao som da timba, gênero que é considerado uma evolução musical da salsa.

A noite de encerramento do festival começa com o artista regional Beto Di Franco e Banda. Depois a música porto-riquenha da Banda Azúcar toma conta do palco, conhecida por sua participação na trilha sonora de algumas novelas brasileiras. Mambo Jam Sessions dá sequencia a última noite de show, e traz salsa, mambo e rumba ao palco do Ilharriba!. Para fechar a noite abanda formada por músicos de Cuba, Colômbia, Chile e Brasil, a La Orkestra K.

Serviço

Os shows do Ilharriba! acontecem das 17h às 22h. Durante os três dias de
festival, o público vai poder dançar também ao som do DJ Bade e se encantar com as apresentações do Balé Julio Lima Company.

Idealizado e dirigido pela RCS Music, o Ilharriba! Una Fiesta Latina é
uma realização da Prefeitura de Ilhabela, da Secretaria de Cultura de Ilhabela e da Fundação Cultural de Ilhabela. A entrada dos shows é gratuita.

Ilharriba! Una Fiesta Latina
Data: De 22 a 24 setembro
Local: Praça Coronel Julião, em Ilhabela
Horário: Das 17k às 22h
Atrações: Dia 22 – Cesar Cardoso e Grupo, Edwin Pitre e Son Caribe, Rumba D’Akokan; Dia 23 – Fernando Punk e Banda Ilhabela, La Orkestra K, Banda Azúcar, Mambo Jam Sessions; Dia 24 – Beto di Franco e Banda, Baianos Tocam Baianos, Timba Havana.
Todas as Noites: DJ Bade, Balé Júlio Lima Company

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathalia Barcelos

Música é atração no Via Vale

Apresentação de Banda Sinfônica é atração no Via Vale
O espetáculo contará com 70 músicos trazendo o melhor do reportório da música clássica

Se os primórdios da música começaram com a modalidade clássica, os admiradores de uma boa música vão amar a próxima apresentação que acontecerá no Via Vale Garden Shopping. O mall receberá, na próxima quinta-feira (6), um belíssimo espetáculo da Banda Sinfônica de Taubaté.

Preparada para acontecer às 20h, na Praça de Eventos, 70 músicos vão encher o shopping com um repertório que promete encantar aqueles que apreciam uma boa música. Vale ressaltar que a apresentação é gratuita.

Serviço:
Apresentação Banda Sinfônica de Taubaté – Via Vale Garden Shopping
Data: 06 de junho (quinta-feira)
Horário: às 20h
Local: Praça de Eventos

Por do Sol foi sucesso

Festival Pôr do Sol Musical chega ao fim em Ilhabela
Evento atraiu mais de 8.000 pessoas por noite na Praia do Perequê e reuniu grandes nomes da MPB

Sucesso de público, a terceira edição do Festival Pôr do Sol Musical atraiu, em média, mais de 8.000 pessoas por noite à beira do mar, na praia do Perequê, em Ilhabela, entre quinta-feira e domingo.

O evento reuniu nomes consagrados, como Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro, com artistas regionais, como Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band. Sempre a partir das 18h30, cada noite do festival reuniu um músico da região e um astro da MPB. Zeca Baleiro encerrou o Por de Sol Musical na noite de domingo.

“É um prazer muito grande se apresentar em Ilhabela. É uma energia incrível, uma plateia fantástica, um cenário maravilhoso. Festivais como esse devem acontecer sempre”, disse o compositor, ainda no palco.

Zeca não falou sozinho

Todos os artistas que estiveram no palco da praia do Perequê elogiaram o evento e a alegria do público. “Vocês são um público fantástico”, disse Zélia Duncan. Para Toquinho, cantar em Ilhabela e na praia é uma experiência fantástica. “O mar, o cenário, o astral das pessoas influenciam a gente de uma forma incrível”, disse o músico, com 50 anos de carreira. “O show foi uma delícia, tinha gente de todas as idades, foi bem gostoso fazer”, afirmou Guilherme Arantes.

O festival foi uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, Sucesso com direção da RCS Music.

Aprovado

O prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, disse ter ficado satisfeito com o resultado do festival. “Em menos de 50 dias de governo ter um evento com essa qualidade é muito bom. É desse tipo de evento e de público, diferenciados, que Ilhabela precisa”, disse o prefeito.

Para o secretário de Cultura de Ilhabela, Nuno Gallo, a cidade é um celeiro musical importante. “Por isso, todo evento realizado através da música, abre espaço para nossos artistas e valoriza a nossa cultura”, afirmou.

Fonte:Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Grande evento musical em Ilhabela

Talentos regionais se apresentam em Ilhabela

Além dos nomes já consagrados, Por do Sol Musical abre espaço para novos talentos da MPB em sua terceira edição

Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro vão comandar a festa. Mas o Por do Sol Musical, em Ilhabela, terá um tempero bem diferente: novos talentos da MPB vão abrir cada show da maratona, que acontece entre os dias 16 e 19 de fevereiro, na Praia do Perequê. A programação inclui Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band.

O Por do Sol Musical, que chega este ano á sua terceira edição, é uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, com direção da RCS Music. Os shows são gratuitos e acontecem, com o pé na areia, a partir das 18h30.

A abertura do evento fica por conta de Beto di Franco, que se apresenta no dia 16, uma quinta-feira, com um repertório que mescla músicas autorais e canções conhecidas do grande público. Na mesma noite, Toquinho traz o show “Voz & Violão” ao Por de Sol Musical.

Na sexta-feira, 17, Larissa Cavalcanti abre a noite, com leituras novas de clássicos de Tom Jobim, Chico Buarque e outros nomes consagrados da MPB. Zélia Duncan fecha a noite, em uma sexta-feira embalada por vozes femininas.

No dia 18, sábado, é a vez de Renato Barsa abrir a festa, antecedendo o show de Guilherme Arantes. Barsa é músico e compositor nascido na cidade de São José dos Campos. O músico tem um projeto de Busker, música para se tocar na rua utilizando instrumentos improvisados, chamado “Dusty Jet Pilots”. É uma noite que promete surpresas.

A noite de domingo, dia 19, tem um sabor especial para Ilhabela: Felipe Blues Band, da própria ilha, se apresenta antes de Zeca Baleiro no último dia do festival. Com interpretações de clássicos de Muddy Waters, Pink Floyd e The Doors, Felipe Blues Band promete animar o público nas areias do Perequê.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

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No mês mais vermelho do ano, refleti sobre essa cor 

Esse não é um artigo sobre o Natal. Muito menos sobre os motivos do papai-noel icônico ser vermelho. Nem da influência daquela marca vermelha de refrigerantes em nossa cultura (que por sinal fez uma bela campanha natalina – “6224 Obrigados”). Nada disso. O assunto desse artigo é sobre a cor vermelha e como ela está intimamente ligada às artes, dentro e fora da propaganda.

Segundo alguns sites, o vermelho transmite energia, paixão e ação. Mais especificamente, o vermelho está ligado às nossas necessidades mais físicas, como a sexualidade, por exemplo. Não por acaso, esta é a cor do amor, do romance, do sexo e em várias propagandas e filmes é usada para estimular a ação, a ambição e a determinação.

Na 7ª arte, lembro do filme Beleza Americana (1999), que conta com uma cena clássica onde nosso personagem devaneia sobre a aparição da amiga de sua filha, no teto, nua, ou melhor, vestindo apenas pétalas de rosas (vermelhas), como em um sonho, daqueles que Freud adora. Está tudo ali, paixão, vontade, desejo sexual, vermelho, vermelho, vermelho, presente também em outras cenas do filme, com no sangue, no carro, no uniforme, na porta, nos objetos de cena, e claro, nas flores.

No universo da música, é impossível não falar da canção imortalizada na voz de Daniela Mercury: Vermelho. Nesse caso, é interessante ressaltar nesta letra a citação ao comunismo, ao boi Garantido, ao curral (que por algum motivo vermelhou e até hoje eu não sei como), a fragmentos da nossa cultura e do folclore brasileiro muito bem lembrados pelo compositor.

Para esse artigo eu fiz uma pesquisa e tive uma feliz descoberta! Um artista que faz parte de um movimento artístico do Barém (do Golfo Pérsico) e sua obra que fala sobre o movimento, a liberdade e a transição entre o físico e o líquido.

Confesso que me inspirou e me fez lembrar um aspecto físico da luz vermelha. Ela só é dessa cor, devido ao seu cumprimento de onda. Ou seja, luzes mais lentas chegam até nossos olhos com menos velocidade e nós interpretamos como outras cores. (Físicos de plantão, me corrijam se estiver errado!).

Nesse ponto tudo faz sentido. O vermelho é a cor mais rápida, na prática chama mais nossa atenção. Está no trânsito, nos comércios, nas marcas e em tudo mais, basta prestar atenção. Isso explica, por exemplo, no mundo dos quadrinhos, porquê sempre o personagem mais rápido está atrelado de alguma maneira à cor vermelha. Basta olhar o uniforme do Flash, super-herói famoso por ser o mais rápido de todos.

Depois de tantas voltas, chegamos ao ponto final. Foi rápido, eu sei, afinal o assunto é sobre a cor mais rápida de todas e não poderia ser diferente. E para fechar o artigo e o ano de 2016, ainda envolvido por essa cor e nesse clima quente e festivo, quero agradecer a quem me acompanha e apoia aqui no blog e fora dele, pois saibam, faz toda diferença. (Agora devo estar vermelho de emoção, mas é normal, logo passa).

Faço também aqui minha promessa de usar toda essa energia para iniciar mais um ano, falando de arte, propaganda e, por que não, sobre a vida, com o mesmo amor, paixão e emoção que o vermelho me ensinou. Ótima virada a todos! Obrigado.