Coluna “Discutindo a relação…”

As coisas estão finalmente mudando?

De tempos em tempos o trabalho das agências de propaganda e/ou comunicação é questionado. Isso não é novidade. Recentemente, entretanto, a coisa ficou mais pesada, mais intensa e impossível de ser desconsiderada.

Além do enorme impacto das novas tecnologias, da criação de houses e content houses pelos clientes e da concorrência com as agências digitais, surgiu de forma avassaladora a presença das consultorias.

A entrada das consultorias em praias antes território praticamente exclusivo das agências fez acender a luz vermelha e disparar o alarme! As consultorias começaram a contratar criativos? Como assim? Pois é… Estão ampliando suas entregas para coisas muito semelhantes as que fazemos? Pois é…

As consultorias começaram a ampliar o pacote de serviços e soluções entregues a seus clientes. Mas o calcanhar de Aquiles das agências em relação às consultorias está no fato de que as consultorias não entregam só ideias criativas e sim soluções de negócios e até novos negócios.

As grandes holdings de propaganda/comunicação sentiram isso onde dói mais: no preço de suas ações e na queda de rentabilidade dos negócios de suas empresas.

O que temos visto de dois anos para cá – e quem acompanha as publicações impressas, sites e blogs do setor pode perceber – é um movimento das agências para ter um modelo de atuação mais próximo daquele apresentado e executado pelas grandes consultorias. Para tanto têm alterado parte de suas estruturas, criado novas áreas, funções e cargos e – pelo menos no discurso – têm desviado grande parte do foco para solução de problemas e geração de novos negócios. Coisa que no final gerem valor mais perceptível no resultado final de seus clientes.

A mistura de uma postura mais analítica e estratégica, ancorada firmemente em dados, com a reconhecida e quase indiscutível qualidade criativa das agências brasucas parece ser a fórmula. Com mudanças de terminologia aqui e ali, com discursos floreados lá e acolá, o que parece é que a turma tá percebendo que se não mudar pra valer vai deixar de existir. Simples assim.

Vamos acompanhar. Parece que desta vez as agências (e se der mesmo tudo certo essa denominação tende a sumir) estão mesmo “dispostas” a mudar.

Veremos!

Shopping Pátio Pinda realiza atendimento gratuito com Doutor Currículo

Os atendimentos serão realizados no sábado (16) por ordem de chegada próximo ao fraldário

No Brasil há, atualmente, 12,7 milhões de pessoas desempregadas. Sim, a situação não é das melhores para aqueles que correm atrás de uma oportunidade de emprego, porém, algo que sempre ajuda a se destacar aos olhos dos empregadores é um currículo bem feito.

Mas ter um currículo estruturado não é tarefa fácil, e muitos se encontram perdidos ao tentar elaborá-lo. Pensando nessa realidade, o Shopping Pátio Pinda terá a presença mais do que especial do Doutor Currículo.

O especialista na construção de currículos atrativos vai realizar consultorias gratuitas com o objetivo de ajudar a jovens e adultos a montar um documento coerente e organizado. O evento acontece no sábado (16), das 10h às 18 h, ao lado do fraldário do shopping. Os atendimentos são limitados e acontecem por ordem de chegada.

Serviço

Atendimento com Doutor Currículo
Data: sábado (16)
Horário: das 10h às 18 h
Local: Shopping Pátio Pinda, ao lado do fraldário

Fonte: Communicare Assessoria

Aprimorando a experiência do consumidor

Avanço da tecnologia aprimora experiência do consumidor e contribui para melhores margens nos supermercados

*Por Christian Rempel, consultor de varejo da Logicalis

O supermercado é um dos segmentos mais relevantes para o setor de varejo. De acordo com a Pesquisa Natal 2018, lançada em outubro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o crescimento acumulado de vendas de janeiro a setembro deste ano foi de 1,92% e o setor projeta um aumento de 10,27% no fim de ano, ambos em comparação com os mesmos períodos de 2017. Porém, mesmo com os sinais de avanço, a pesquisa apontou que muitos empresários ainda estão cautelosos e apenas 18% acreditam em uma ampliação dos negócios se comparado com ano passado.

A eficiência na gestão das lojas é fundamental para apoiar o desenvolvimento deste setor, mas continua sendo um dos maiores desafios enfrentados pelos estabelecimentos. Isso vale tanto para custos com funcionários, quanto para o gerenciamento do fluxo de produtos e clientes. Há sempre contas a serem feitas, como quantos clientes é possível atender por caixa, o número de colaboradores necessários para manter as gôndolas abastecidas para que não haja ruptura, entre outros detalhes.

E, mesmo que o e-commerce esteja cada vez mais presente no dia a dia do consumidor, a eficiência das lojas físicas ainda é muito importante para o crescimento do setor. Portanto, para aumentar o lucro, é necessária uma combinação de ações dentro da loja, logística e nos centros de distribuição, e até mesmo no e-commerce.

O avanço da tecnologia vem possibilitando aos supermercados aprimorar a experiência do cliente e, com isso, aumentar o faturamento. As possibilidades são inúmeras, como por exemplo a implementação de totens interativos no autoatendimento. A digitalização do atendimento, aliás, é uma das tendências que mais deve crescer nos próximos anos.

O autoatendimento pode funcionar como uma complementação da compra e e estar disponível em totens a serem instalados na loja, ou estar em aplicativos para os dispositivos moveis do cliente. Assim, produtos em falta na loja física poderiam ser adquiridos através deles e entregues na casa do consumidor.

Outra tendência para aprimorar o autoatendimento são os carrinhos com scanners e balanças. Em vez de enfrentar a fila do caixa, o consumidor colocaria os produtos no carrinho, que pesaria e leria o código de barras do produto automaticamente, eliminando o tempo de espera em longas filas.

O setor supermercadista brasileiro vem investindo em tecnologia há algum tempo e algumas soluções já são realidade em várias redes. Elas vão desde a oferta de Wi-Fi aberto, propiciando que o cliente permaneça mais tempo na loja e, consequentemente, consuma mais; passando por etiquetas eletrônicas que facilitam a troca de preços automaticamente em promoções relâmpago, por exemplo, reduzindo erros no momento do caixa e melhorando a relação com o cliente; e, até mesmo, o self checkout, que passa por um momento de alto investimento e amadurecimento no País.

As possibilidades são inúmeras, mas a grande discussão que precisa ser feita ao decidir implementar uma tecnologia é definir qual faz mais sentido para empresa. Quando os supermercados investem em tecnologias que entregam uma melhor experiência ao consumidor, há retorno em diversas frentes, tanto com relação à redução de custos, quanto ao aumento de vendas. As companhias têm mudando suas missões e a digitalização está no centro desta mudança. Escolhendo o parceiro correto, o varejo só tem a ganhar com esta evolução.

Fonte: Rafaela Mello – Comuniquese

O que é importante para o novo varejo?

Tecnologia e fator humano no novo varejo

*por Fabrizzio Topper

O que não falta na maior e mais importante feira de inovação e tendência de varejo, como a NFR – National Retail Federation – é tecnologia sofisticada e cada vez mais intuitiva, tendências que fazem toda diferença para o varejo.

Em tecnologia, os cinco sentidos vão proporcionar experiências interessantes ao consumidor, tanto nas plataformas de venda online (ecommerce e marketplaces) como na loja física. Sem entrar em detalhes técnicos, vamos abordar o uso da tecnologia sob o ponto de vista de fidelizar e satisfazer o consumidor e melhora a performance comercial das marcas.

Imagem: Pixabay

As novas tecnologias enriquecem a experiência por meio da inclusão de interações digitais que melhoram a experiência. De forma cognitiva, imersiva e tecnológica, o novo varejo digitalizado promete entregar experiências reais, completando a lacuna de anseios dos mais diferentes e exigentes shoppers (consumidores).

A tecnologia em conjunto com interfaces digitais amigáveis permitirá a customização em tempo real de forma escalável e ágil para produtos, serviços e experiências. Isso é muito relevante quando queremos proporcionar um ambiente de dados para captação de imputs (informação) do consumidor e da equipe, não só da venda, mas de toda a jornada de compra. Por isso, a implantação de melhorias digitais ou estruturais precisarão acontecer em ciclos cada vez menores, explorando o modelo de MVPs que reduzam o “time to market” e acelerando a curva de aprendizado. A velocidade de processamento de dados passa a ser um desafio e precisa estar acessível para toda a operação, basicamente em tempo real, para reduzir o atrito e permitir a personalização de abordagem.

Tudo deve ser capaz de gerar dados ou não deveria ser realizado, caso contrário não poderá ser otimizado e refinado até o estado da excelência entre valor gerado e custo versus complexidade reduzida e melhor rentabilizada, mas pirotecnia digital e tecnológica ou lojas experiência que não reforcem e ampliem a conversão comercial direta ou indiretamente não fazem sentido, qualquer ponto de contato deve se certificar que captou o consumidor para a base para construção de uma jornada estruturada, que possibilite atingir a conversão comercial ou entendimento do que deu errado.

Quanto mais a tecnologia estiver nas mãos dos vendedores, fornecendo dados que melhorem o posicionamento na loja, a abordagem e o apoio para a construção da venda para verificar estoque, preço e informações de produto instantaneamente melhor.

O consumidor precisa sentir que valeu a pena comprar e ter a percepção de valor da marca. Entendo que o varejo de ponta internacional não tem mais fronteiras quando o tema é consumidor na era digital.

*Fabrizzio Topper, professor, consultor, empreendedor e cientista de consumo da era digital.

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa

Via Vale tem exposição de carros antigos

Carros antigos estarão no Via Vale este final de semana

A paixão nacional, carros, chega ao Via Vale Garden Shopping para arrancar suspiros de homens e mulheres. O Garden recebe, a partir de hoje quinta-feira (7), uma exposição com carros antigos que promete abalar os corações dos seus admiradores.

A exibição estará disponível no piso 1 do empreendimento, e vai contar com modelos clássicos que verdadeiras relíquias que vão encher os olhos! Os destaques da exposição são exemplares do “Model A” da Ford, fabricados nos EUA 1928 a 1931 (duas Roadsters e uma Cabriolet). Além desses, dois outros clássicos americanos dos anos 60: O Chevrolet Impala (uma maravilhosa conversível 1960 avaliada em meio milhão de reais e um Sport Coupe branco de 1963). A indústria nacional é representada pelo belíssimo Karmann Ghia Coupe, modelo da VW que foi sucesso em todo mundo.

Para aqueles que se interessarem, a atração é gratuita e os carros ficarão expostos até o dia 10 de fevereiro, durante o horário de funcionamento do shopping.

Fonte: Marcela Lima – Marketing Via Vale

Abrindo a agenda

ACIT inicia agenda de atividades 2019 com o curso “Geração Y – Como liderar jovens”

No próximo dia 14 de fevereiro, quinta-feira, a Talks Clube de Entretenimento realiza, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), o curso “Geração Y – Como liderar jovens”.

Com a intenção de auxiliar e capacitar os comerciantes da cidade para atender melhor e se desenvolver, com foco voltado para esse novo público, tanto consumidor quanto como funcionários, a ACIT oferece essa oportunidade para que empresários estejam preparados para atendê-los.

Para isso traz como mentor convidado o renomado Sidnei Oliveira, que é consultor de carreira, expert em conflitos de geração e na formação de mentores e no exercício da mentoria para o desenvolvimento de jovens potenciais. Ainda, é autor de vários livros sobre liderança e dos best sellers da série Geração Y

O evento acontece no clube Associação de Taubaté às 19h30. Os convites estão sendo vendidos na sede da ACIT, à rua Jacques Felix, 675 – Centro. Associados tem desconto na aquisição. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 2125-8211.

Serviço

Curso “Geração Y – Como liderar jovens”

Local: Clube Associação de Taubaté

Endereço: Avenida Juca Esteves, 500 – Centro

Data: 14 de fevereiro de 2019

Horário: 19h30

Realização: Talks Clube de Entretenimento em parceria com a ACIT

Convites à venda na ACIT.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

A sustentabilidade e a economia colaborativa já geram impactos no consumo

Consumo consciente é uma tendência que cresce em todas as idades e públicos. A economia colaborativa está ajudando esse movimento

O consumo consciente deixou de ser apenas discurso para estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas no mundo e, claro, no Brasil. Esse movimento, que envolve consciência sobre o bem coletivo passa a ganhar maiores proporções com o avanço da economia colaborativa, impactando significativamente a forma de consumir produtos e serviços. Essas conclusões são oriundas da pesquisa A Economia Colaborativa e os Impactos no Consumo, desenvolvida pela Officina Sophia Retail, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers.

O estudo detectou que 56% das pessoas, com prevalência na Classe A, já ouviram falar de economia colaborativa e consumo consciente, bem como conhecem diversos aplicativos que promovem o consumo colaborativo. Um reflexo disso é que, para 63% dos respondentes, as empresas baseadas na economia colaborativa são mais inovadoras que as demais.

Outro ponto destacado no estudo é a relação das pessoas com as mais diferentes atividades da economia colaborativa para buscar alternativas mais sustentáveis, econômicas ou conscientes de consumo. Algumas opções são mais conhecidas e utilizadas como os aplicativos de transporte (97% dos entrevistados usa ou conhece); serviços de aluguel de casas por temporada (92%); aluguel de bicicletas (89%); compra e venda de produtos em sites (88%); e aplicativos de carona (87%).

O estudo mostrou também como as pessoas se comportam diante dessa nova realidade. De modo geral, elas não estão alheias às mudanças e fazem questão de participar de tudo com relação ao consumo consciente. Foram detectados três perfis: “O Consciente” (48% do total), para quem a economia colaborativa constrói comunidades fortes; “O Prático” (31%), que enxergam na economia colaborativa uma forma de vida mais econômica; e “O Distante” (21%), que entende o cenário como algo muito novo, sem consistência e ainda distante da sua realidade, mas precisa de mais informações. Nesse sentido, as mulheres se entendem mais “práticas”, enquanto homes se veem mais “distantes”. Quando o corte foi por classe social, percebeu-se a Classe A mais “consciente”.

O que fazem em relação ao consumo excessivo? Trocas. Nesse ponto, a economia colaborativa é uma grande aliada. Troca-se, por exemplo, o carro próprio por transportes públicos e/ou serviços coletivos como UBER. “A troca do material pela vivência é crescente. Pensar nesse consumo de forma consciente é um dos nossos novos desafios. Cabe às empresas entender e atender esse novo consumidor”, explica Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail, responsável pela pesquisa.

“Mais do que consumir menos, é saber consumir. Se preocupar com todas as etapas do consumo – antes, durante e depois. O processo de busca por informações é trabalhoso, pois as pessoas acham que apenas comprar um produto escrito ‘orgânico’ na embalagem já é suficiente, por exemplo. Quando, na verdade, o consumo consciente seria buscar a origem do produto, como a embalagem foi produzida, como são feitos os descartes etc.”, destaca Valéria.

Para alguns, ainda existe a percepção de que essa tendência faz parte de um modismo, no qual se acredita que muitas pessoas praticam no discurso, mas falham nas escolhas. Porém, isso não tira a grandeza do movimento que vem em uma crescente.

“Um dos pontos que ressalto a partir do estudo é que as pessoas estão aprendendo a consumir e usar melhor os recursos e facilidades que têm à sua disposição. É normal buscar a otimização dentro de casa ou no trabalho, para que o descarte seja menor. Além disso, passam a querer saber a origem dos alimentos que consomem (com bom destaque para a alimentação orgânica e vegana) e se preocupam a respeito de como, onde e de qual maneira deve ser feito o descarte. Isso está acontecendo, pois estamos sob o forte impacto da tendência de ‘consciência coletiva’, pela qual o indivíduo começa assumir o peso das responsabilidades sociais e ambientais”, conclui.

Metodologia – Para chegar aos resultados, foram entrevistadas on-line 1.670 pessoas, sendo 53% mulheres e 47% homens, em todo o Brasil, com idade entre 18 e 64 anos, das classes A, B e C. Separaram-se, na amostra, os jovens entre 18 e 26 anos, para compor a comunidade dos trend setters (pessoas que começam, marcam ou criam tendências e podem determinar quais são as tendências mais populares). Além disso, três entrevistados foram ouvidos com mais profundidade e compuseram os opinion leaders: Rodrigo dos Reis, CEO da Zeitgeist e especialista em Tendências; Ricardo Pastore, professor da ESPM e especialista em Varejo; e Ana Lavaquial, consultora de Economia Colaborativa e Inovação.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Os desafios no marketing digital para este ano

O que esperar do marketing digital em 2019?

por Alessander Firmino *

Estamos no início de mais um ano e é hora de entender as oportunidades de marketing digital e o sucesso geral do comércio em 2019. Muitas mudanças dramáticas ocorreram no mercado de dados em todo o mundo ao longo de 2018, mas devemos celebrá-las, porque elas fomentaram a inovação que tornou a indústria mais forte do que nunca.

Foto: Pixabay

Novas oportunidades tecnológicas incríveis estão agora ao nosso alcance. Os avanços no último ano são notáveis e as ferramentas digitais para o sucesso – que esperamos há muito tempo – estão aqui para serem utilizadas. Se você está pronto para usá-las, o potencial de lucro é enorme.

Vejamos então as sete áreas principais de mudança e desafio para o comércio e o marketing digital em 2019:

1.Regulamento Geral de Proteção de Dados

Em 2018, a União Européia (UE) anunciou um conjunto abrangente de mudanças em suas leis para determinar como os dados dos consumidores são processados, armazenados e protegidos. As novas regulamentações de longo alcance repercutiram pelo mundo. No Brasil, também foi sancionada uma nova legislação que define como os dados dos cidadãos podem ser coletados e tratados, prevendo punições para transgressões. Todas essas mudanças devem afetar mais fortemente como as ações de marketing digital são concebidas em 2019 a nível global.

2.Gigantes da tecnologia

Casos de violação de dados têm tomado conta dos noticiários e as revelações não são boas. Soubemos de acusações recentes contra gigantes da tecnologia, incluindo o Facebook, o Google e a Amazon. Os índices de aprovação e a credibilidade destas empresas foram prejudicados. Elas têm agora um foco intenso no que diz respeito aos abusos acerca da privacidade do consumidor, potencial evasão fiscal e pegadas corporativas. Olhando para o futuro, as mudanças que devem ocorrer a partir de 2019, vão permitir que os líderes do setor explorem e implementem maneiras diferentes de controlar os dados de usuários compartilhados com anunciantes, garantindo que eles ofereçam ofertas confiáveis no mundo todo.

3.Maior investimento nos anúncios em vídeo

A demanda do consumidor por vídeo tornou-se quase insaciável e, como resultado, os Private Marketplaces (PMPs) devem observar grandes ganhos com publicidade em vídeo este ano. Os anunciantes estão ansiosos para fornecer anúncios premium no formato em sites de alta qualidade, com ênfase em publicidade dentro dos aplicativos. A popularidade do vídeo cresceu rapidamente e se fortaleceu: o gasto com publicidade digital em dispositivos móveis aumentou 17% no segundo trimestre de 2017 e surpreendentes 46% no segundo trimestre de 2018. Os gastos não param com os dispositivos móveis. A TV conectada e over-the-top TV (entrega de conteúdo de filmes e TV via internet, sem exigir que os usuários assinem um serviço tradicional a cabo ou satélite) têm agora uma demanda crescente. Todos os sinais apontam para um crescimento constante de gastos com anúncios em vídeo em 2019.

4.Dados omnichannel

Os varejistas e as marcas estão fazendo parcerias para manter seus relacionamentos lucrativos com os consumidores. Isso significa que, quando as gigantes da tecnologia protegem notoriamente os dados do consumidor que desejam compartilhar com as marcas, os parceiros de varejo são muito mais promissores. Na verdade, eles agora estão lucrando com a propriedade do relacionamento com o cliente, compartilhando dados de ponto de venda (PDV) e inventário em tempo real com as marcas. Isso fornece acesso oportuno a informações que podem ser incrivelmente valiosas ao planejar promoções e eficiências operacionais. O resultado é positivo para marcas, varejistas e consumidores, que obtêm os melhores produtos e os melhores preços.

5.Inteligência Artificial dominando o marketing digital

A Inteligência Artificial e o Machine Learning estão proporcionando aos profissionais de marketing a capacidade de entregar mensagens relevantes e personalizadas diretamente aos consumidores. A IA fornece uma visão poderosa do comportamento do cliente, resultando em uma segmentação por público e planejamento de campanhas altamente precisos. Como resultado, o gasto com mídia pode ser otimizado. Somente aqueles com recursos avançados de publicidade computacional serão bem-sucedidos, por isso é hora de garantir que seus próprios esforços de IA sejam tão poderosos e benéficos quanto possível.

6.Gerenciamento de anúncios dentro das empresas

À medida que as marcas dedicam mais esforços à proteção e ao gerenciamento de dados do consumidor, muitas delas devem transferir a compra de mídia para dentro de casa. E à medida que mais operações baseadas em nuvem e soluções de Inteligência Artificial estiverem disponíveis, essa movimentação deve ficar mais gerenciável do que nunca. Embora existam muitos benefícios – como economia de tempo e custo, sem mencionar o controle e a proteção de dados preciosos do cliente – quando você pensa no tempo de retorno das agências, isso sem mencionar as cobranças às vezes chocantes, trabalhar com anúncios “em casa” pode ser um golpe para muitos.

7.Tecnologia visual e por voz

Você se lembra de quando a pesquisa de texto foi considerada uma tecnologia inovadora? Pois é! Atualmente, a pesquisa de dados foi superada pela pesquisa visual e por voz. De acordo com o Gartner, aqueles que redesenharem seus sites para dar suporte a buscas visuais e por voz e fornecerem experiências mais interativas e envolventes terão um aumento de até 30% nas receitas do comércio digital até 2021. Quando você é capaz de dar aos compradores a informação instantânea em micro momentos, o resultado é incrivelmente valioso para ambas as partes. Afinal, um consumidor envolvido é um consumidor lucrativo.

Com tudo isso, podemos afirmar que este ano, o sucesso do marketing digital será baseado na estratégia de dados para fortalecer suas parcerias com seus clientes. Ao fazer uma parceria com um provedor de dados que tem relações de trabalho com vários anunciantes e editores, você garante uma vitória em 2019!

*Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina

Fonte: Cíntia Yamashiro – FirstCom Comunicação

Comunicação com clientes: as lições de 2018 que devemos levar para 2019

Conheça algumas ações que contribuem para o customer success

por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup*

Durante o ano de 2018 ouvimos falar muito em como uma marca deve estar orientada ao cliente e que, atualmente, o consumidor é o principal porta voz de seu negócios e, por isso, devemos sempre estar atentos à sua experiência e contribuir para que ela seja a mais positiva possível.

Como sabemos que a comunicação é uma área de grande importância para cumprir a missão de manter o cliente sempre feliz – seja no envio de um e-mail, uma interação pelas redes sociais ou um papo presencial – reuni algumas ações e estratégias que funcionaram super bem em 2018 e, certamente, irão te ajudar a melhorar cada vez mais o relacionamento com os clientes em 2019:

Inclua os emojis na comunicação da sua empresa

Usar emojis é uma maneira de marcar presença nas redes sociais e, ao mesmo tempo, diferenciar-se dos concorrentes. Eles não só mostram que a marca está atenta às tendências atuais, mas prova que ela é próxima de seus clientes. Afinal, nada poderia ser mais pessoal do que comunicar-se na mesma linguagem que seu consumidor usa para falar com os amigos e familiares.

Seja Mobile Friendly

As pessoas enxergam sua marca como uma coisa única. Elas esperam, portanto, uma experiência igualmente agradável em todos os canais, sejam eles online ou offline. No mobile, a expectativa é que não haja nenhum tipo de atrito na hora de realizar qualquer ação, independente do grau de complexidade dela. Ou seja: as pessoas não esperam nada menos do que experiências incríveis em todos os pontos da jornada.

Valorize as ferramentas de atendimento (e o seu cliente)

Ao receber um atendimento de qualidade, o consumidor se sente valorizado e espalha essa satisfação entre os amigos e seguidores. Dessa forma, você ganha duas vezes: aumentando a produtividade e recebendo a publicidade que mais importa: a orgânica.

Aproveite as possibilidades da Inteligência Artificial

A inteligência artificial é um mundo a ser explorado pelas empresas. Na era do imediatismo, a interação das marcas por meios digitais proporciona uma experiência personalizada e única para os consumidores.

Invista na fidelização do cliente

Hoje em dia é comum que as empresas passem mais tempo conquistando novos clientes do que fidelizando os que já existem. O processo de fidelização é, basicamente, construído pelo bom relacionamento, ágil e personalizado. Chamar o consumidor pelo nome, por exemplo, faz parte disso.

Saiba como usar hashtags

Melhor do que ser vista, é ser vista pelas pessoas certas. Sua empresa precisa não só de seguidores, mas de usuários que sejam possíveis clientes, e as hashtags podem ser uma ótima maneira de chegar até eles. Para isso, é necessário usar aquelas mais específicas. Elas trarão usuários que passam tempo curtindo e comentando as fotos que as acompanham.

Defina sua personas

Para não cair no erro de generalizar demais o público da sua empresa, é fundamental desenvolver personas cuidadosamente. Assumir que você já conhece sua audiência pode ser um erro grave e trazer grandes consequências para a marca, mas não incrementar a persona o suficiente, também. Nem um, nem outro: você precisa indicar os vários tipos de clientes que você tem e retratá-los com cuidado.

Seja transparente

Todo mundo sabe como é difícil acharmos marcas e também pessoas verdadeiramente transparentes sobre os seus produtos e serviços. E, por outro lado, é o que todos como consumidores procuram: autenticidade, verdade e confiança. A autenticidade é perceptível para os consumidores e cabe às marcas construírem uma boa relação com os clientes por meio de atitudes transparentes e reais.

*Sobre Marina dos Anjos

Marina dos Anjos é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Marketing e Vendas. Trabalha com comunicação corporativa desde 2009, tendo passado por agências de comunicação e atendido startups e empresas como BIC, boo-box (já vendida) e Scup (antes de passar a integrar a equipe da empresa). Na Scup desde 2014, foi head de conteúdo e atualmente gerencia o marketing da plataforma.

Fonte: Motim Comunicação Criativa – Bruno Lino

Clear Channel assume comercialização publicitária do Bondinho Pão de Açúcar

Empresa amplia presença na capital carioca e passa a atuar na exploração dos ativos de mídia de um dos principais parques do Brasil

Destacado no site Trip Advisor como a atração número um do Rio de Janeiro, o Bondinho Pão de Açúcar é o principal cartão postal do Brasil e um dos mais conhecidos globalmente. Com charme e atmosfera incomparáveis, o Bondinho, primeiro teleférico instalado no País e o terceiro do mundo, recebe, em média, 4 mil pessoas diariamente. A partir de agora, a comercialização dos espaços publicitários do parque turístico passa a ser feita, em caráter de exclusividade, pela Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo. Esse movimento abre um novo leque de oportunidades para promover a conexão entre marcas e consumidores na capital carioca.

No total, há cerca de 55 ativos espalhados por toda a extensão da atração, incluindo bondes, telas digitais, painéis, entre outros. Com esse portfólio que alcança cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano, a expectativa é oferecer a agências e anunciantes infinitas alternativas para se apropriarem deste importante cartão postal carioca de forma inédita, com possibilidades de campanhas que envolvem, até mesmo, o patrocínio de circuitos temáticos em diversos formatos, construindo relacionamento duradouro com visitantes do complexo de entretenimento.

Com a novidade, a Clear Channel, atuando no Rio de Janeiro desde 1999, reforça a presença em áreas onde a economia carioca acontece, com grande circulação de pessoas e locais icônicos, operando com mobiliário urbano, relógios digitais e bancas de jornais. “O Rio de Janeiro é uma importante operação para nossa empresa. Nossos ativos são criteriosamente distribuídos em locais de necessidade pública e atividade econômica, oferecendo o que há de melhor para o mercado publicitário. A comercialização do Bondinho vem para fortalecer ainda mais a nossa presença na vida dos cariocas, expandindo nossas ofertas para o mercado”, explica Lizandra Freitas, CEO da Clear Channel.

“Além do potencial turístico e de entretenimento, nosso parque recebe um público qualificado, de toda parte do mundo e oferece diversas possibilidades para ativações de marca, dando visibilidade às marcas parceiras. Recebemos em média 4 mil visitantes por dia que, inspirados pela experiência de estarem em um cartão postal único, são impactados da melhor maneira pelas oportunidades de mídia que o parque oferece.” destaca Sandro Fernandes, CEO do Bondinho Pão de Açúcar.

Fonte: Lucia faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira