Consumidor vai usar Black Friday para antecipar Natal

Consumidor planeja comprar na Black Friday, e pretende antecipar compras de Natal, afirma estudo da SBVC

A totalidade dos respondentes pretendem comprar algum produto na data este ano.

Black Friday já é a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Segundo estudo do Ebit o comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday de 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado. E o número de pedidos pode registrar uma expansão de 6,4%, passando de 3,76 milhões para 4 milhões.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2018. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.283,00. Em 2017 o gasto médio dos consumidores na data (soma de compras online e off-line) foi de R$ 1.178, segundo o Ebit.

As compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários. Porém, parte dos respondentes (69%) pretendem gastar a mais pensando em compras para o final de ano, ou seja, planejam comprar para presentear no Natal. O valor destinado a compras de fim de ano se aproxima de 37% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro”, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

O estudo mostra que 57% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 47% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (84%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (67%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido.

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 100% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de busca, sites de lojas próprias e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (33%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (18%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (49%).

Metodologia

O estudo entrevistou 403 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

Disponível no site: http://sbvc.com.br/o-fenomeno-black-friday-no-varejo-brasileiro-2018/

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

Atuar como microinfluenciador pode ser uma opção de renda

Ser influenciador é alternativa para voltar ao mercado de trabalho

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE no final de setembro, a queda da taxa de desemprego tem sido puxada pelo aumento do número de postos informais. Entre junho e agosto, foram registrados 12,7 milhões de desocupados, 4,8 milhões de desalentados e a taxa de subutilização era de 24,4%. Uma das alternativas encontradas por aqueles que não conseguem uma vaga formal é atuar em mídias sociais.

Chamadas de microinfluenciadoras, estas pessoas contam milhares de seguidores e atuam em nichos de mercado. Têm conhecimento sobre temas específicos e, por isso, chamam a atenção de alguns públicos que interessam às empresas. Por isso, acabam divulgando os produtos de forma efetiva, gerando mais conversões – negócios.

Mesmo que a pessoa esteja fora do mercado de trabalho, pode se engajar nas mídias sociais de forma a cativar públicos específicos. Ao fazer vídeos didáticos sobre como pintar uma parede, escolher a cor e como combinar com os móveis, um arquiteto conquista as pessoas que estão interessadas em reformar sua casa. Por que não associar uma marca a estas recomendações? Este tipo de material vale ouro para as empresas e muitas pessoas abandonaram seus empregos formais para viver disso.

Há influenciadores que têm poucos seguidores, mas que possuem grande credibilidade perante pessoas que se interessam por diferentes temas, desde informática a finanças, fitness a pets, o que permite que eles influenciem decisões de compra. É isso que as empresas querem, pois, ao invés de pagar fortunas para que uma celebridade mencione suas marcas nas mídias sociais eles têm o alcance sobre públicos que podem utilizar seus produtos e resultam em leads de melhor qualidade.

A valorização desse tipo de internauta se deve ao fato de que, com um investimento bem modesto, atingirem diretamente quem interessa às companhias. No entanto, as empresas que procuram influenciadores com esse perfil sofrem com um problema: ninguém sabe como encontra-los e mensurar o engajamento gerado. A questão que se impõe é como unir as empresas e estes influenciadores espalhados por todo o Brasil. Neste sentido, a tecnologia vem a facilitar a conexão. Plataformas específicas para isso, funcionam como uma espécie de “agência de modelos”, unindo o perfil do influenciador com a necessidade da empresa.

Além disso, o profissional de marketing consegue remunerar o microinfluenciador conforme seu alcance. O ideal é que as plataformas ranqueiem estes profissionais com notas diárias, pois sua influência muda a todo o momento. Ser influenciador pode ser uma saída para driblar o desemprego ou complementar a renda e a Inflr está entre as recrutadoras do mercado.

Thiago Cavalcante é sócio-fundador da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Ana Borges

Instagram impulsiona vendas

Vendas no Instagram impulsionam comércio

Mensalmente, 90 milhões de contas acessam publicações de compras na rede. Especialista dá dicas para empresas interessadas no recurso

Desde que surgiu, em 2010, o Instagram se firmou como uma rede social visual, com foco em fotos e vídeos. Hoje, as empresas podem usar os recursos imagéticos do aplicativo para montar uma vitrine de vendas eletrônicas. Trata-se da funcionalidade Instagram Shopping, inaugurada no Brasil em 2018. Em abril, por exemplo, foram realizadas 180 milhões de transações no app.

A professora Maria Carolina Avis, especialista em Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que o recurso foi uma grande “sacada” da rede social. “O principal fator para o sucesso é a facilidade de compra. O usuário consegue, de forma muito ágil, ter acesso às informações do produto e ir para a finalização da transação”, diz.

Segundo a rede, mensalmente 90 milhões de contas acessam publicações de vendas para saber mais sobre os produtos. “Para as empresas, houve uma facilitação na resposta sobre variedade de cor, disponibilidade, preço e forma de pagamento. A própria postagem disponibiliza esses detalhes”, explica.

Quem deve apostar no recurso

Desde o início do Instagram Shopping foi aferido um aumento de 25% no tráfego do aplicativo e de 8%, na receita. Isso significa que a rede social se tornou um ambiente propício para todos os tipos de lojas eletrônicas, desde que seu público-alvo seja usuário da rede. “É preciso ir onde seu público está”, recomenda Maria Carolina.

Para usar o Shopping, a empresa precisa comercializar produtos – e não serviços. Além disso, precisa ter um site próprio, para onde o usuário será redirecionado para finalizar a compra.

Mesmo já tendo um site próprio, a professora defende que a funcionalidade é vantajosa para as lojas. “O grande benefício é otimizar a experiência do usuário. No Instagram, ele escolhe o produto com mais facilidade e avança facilmente para o estágio de compra”, diz.

Ressalvas

Para aqueles que estão iniciando no Instagram, a professora ressalta algumas regras. Ao utilizar fotos de catálogo ou de outra empresa, por exemplo, é preciso fornecer os créditos da imagem. Também não é recomendado utilizar fotos de baixa qualidade ou resolução.

Algumas práticas são completamente proibidas pelo aplicativo, como realizar sorteios e trocar engajamento (curtidas e seguidores) por crédito na loja ou produtos. Postagens com esse teor podem ser retiradas do ar.

Fonte:Pg1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

O Natal está chegando…

Taubaté Shopping já se prepara para receber o Papai Noel

O centro de compras inaugura a decoração natalina de 2018 e faz uma festa para recepcionar o bom velhinho no dia 4 de novembro

A magia do Natal chega ao Taubaté Shopping. Para dar início às comemorações, a decoração de Natal do centro de compras vai ser inaugurada no dia 31 de outubro, quarta-feira, e esse ano, em parceria com a Dreamworks, terá como tema o ogro “Shrek e sua turma”. Antes da chegada do bom velhinho, os clientes poderão conferir todas as novidades, que trará os personagens da animação.

A estrutura estará concentrada na praça de eventos, onde ficará montado o circuito que terá um trenzinho e um escorregador para os pequenos se divertirem. Também será possível passear pelo espaço, que contará com uma grande árvore de natal de 9 metros de altura, adornos típicos natalinos, luzes e todos os personagens do Shrek para a garotada tirar suas fotos. As crianças que ainda não enviaram sua cartinha para o Papai Noel poderão colocá-la em uma caixa de correio reservada especialmente para os pedidos, que ficará ao lado do trono do bom velhinho.

Chegada do Papai Noel

No dia 4 de novembro (domingo), a partir das 9h, o centro de compras vai realizar uma grande festa com muita diversão para receber o personagem mais ilustre da época: o Papai Noel. A recepção do bom velhinho será no estacionamento e vai ser comandada pelo DJ Pedrão, que é um músico e dançarino taubateano com síndrome de down. Tocando e dançando os mais variados estilos musicais, DJ Pedrão promete encantar e animar o público para a grande chegada do Papai Noel, que descerá de helicóptero.

Além da apresentação do DJ, a festa terá também a presença do Shrek, das bonecas LOL, do artista Vrau Taubaté e de outros personagens conhecidos da criançada. Para completar a diversão, o evento também terá vários brinquedões infláveis, piscina de bolinhas, cama elástica, distribuição de algodão-doce e de pipoca. Todas as atrações serão gratuitas. O bom velhinho ficará no shopping até o dia 24 de dezembro. De segunda a sábado ele estará em seu trono, próximo à Pernambucanas, das 13h às 21h; aos domingos, das 13h às 20h; e excepcionalmente no dia 24 de dezembro das 9h às 18h.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Via Vale promove Festival Gospel

A 1ª Edição do Festival Gospel contará com a participação de bandas da região

Este final de semana o público cristão vai ganhar espaço no Via Vale Garden Shopping com a 1ª edição do Festival Gospel! O evento, que contará com a participação de três bandas da região, promete encantar a todos.

Genesis Coral, Family Soul e Vox Cordis prepararam um repertório super especial, com canções clássicas e autorais.

O evento acontecerá neste sábado, 20 de outubro, a partir das 16h na praça de alimentação do Via Vale Garden Shopping.

Para Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do shopping, “este festival evidencia a diversidade de públicos que recebemos diariamente no Via Vale. Para nós, o mais importante é oferecer sempre um passeio agradável a todos os nossos clientes. E a realização do primeiro Festival Gospel com certeza fará o público se emocionar e viver uma experiência única”, afirma.

Fonte:Assessoria de Imprensa Via Vale

Oficina de recrutamento e seleção

Técnicas para Recrutar e Selecionar é tema de oficina na ACIT

Na próxima quarta-feira, 24 de outubro, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o Sebrae, realiza a Oficina “Técnicas para Recrutar e Selecionar”, dentro do Projeto Empreende.

Nesse treinamento, os empresários das micro e pequenas empresas terão a oportunidade de receber orientação para realizar entrevistas de seleção de forma mais objetiva e eficaz, facilitando a escolha do candidato ideal para sua necessidade.

A Oficina será oferecida de forma gratuita e é aberta à todos os interessados, tanto para quem atua na área de Recursos Humanos, quanto todos os outros setores envolvidos na contratação.

A carga horária prevista é de 3 horas, com início às 18h, e acontece no auditório da ACIT. As vagas limitadas e para participar é necessário realizar inscrição previa pelo email cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8210/8211 e whatsapp 99189-7964. Maiores informações também podem ser obtidas por esses meios.

Projeto Empreende – Foi implementado em 2016 e surgiu da necessidade de desenvolver e capacitar os empresários de Taubaté, oferecendo cursos, oficinas e treinamentos de qualidade, voltados para cada setor especificamente. Para 2018, o Projeto mantém o mesmo formato e traz novidades nos temas das atividades, que acontecerão ao longo do ano, com realização da ACIT em parceria com o SEBRAE.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

O pagamento mobile

Os millenials e os pagamentos móveis: o caminho a seguir

Por Brennan Creaney*

Cada geração tem um impacto na sociedade – os baby boomers estão associados à redefinição de valores tradicionais, e a Geração X inaugurou uma era de tecnologia emergente. É, no entanto, a geração Millenial, que atingiu a maioridade em uma era digital, que é creditada por mudar não apenas como nos comunicamos, mas também como moldar o futuro da tecnologia. Tem havido inúmeros artigos prevendo tendências dessa faixa da população e prevendo sua influência em expansão nos mercados empreendedor e de consumo. Com aproximadamente 80 milhões de pessoas (nascidas entre 1980 e 1999) somente nos Estados Unidos, não é coincidência que esse grupo tenha sido um foco claro de pesquisa e análise.

Brennan Creaney – Diretor de Branding e Estratégia da Global Payments

Os millennials estão mais conectados à tecnologia do que qualquer outra geração anterior. Com o advento dos smartphones, o mundo deles está literalmente na ponta dos dedos. Quase 80% deles possuem smartphones, e em um dia comum “interagem com seus aparelhos mais do que qualquer outra coisa”. Desde manter contato com amigos e familiares, ler notícias ou fazer compras, eles dependem muito de seus celulares para estabelecer contato com o mundo. Com os smartphones fornecendo acesso contínuo a carteiras e aplicativos móveis que eliminam a necessidade de transportar dinheiro ou cartões de crédito, prevê-se que esse tipo de pagamento nas lojas dos Estados Unidos cheguem a US$ 503 bilhões até 2020.

Devido ao grande número de millennials, eles compõem uma parte muito grande da população que gasta. Com o dispositivo móvel sendo a principal plataforma escolhida, além da necessidade de gratificação instantânea e a menor tolerância quanto às más experiências on-line, é importante que qualquer empresa em crescimento se preocupe em atrair o mercado millennial. Raramente um jovem dessa geração fará uma compra em dinheiro – na verdade, estima-se que apenas 4% do dinheiro movimentado no mundo envolva dinheiro físico, a partir dos próximos anos. Com essa necessidade de moeda digital, os provedores de serviços de pagamento incorporaram operações baseadas em nuvem, imagem ou proximidade e outras tecnologias para oferecer aos clientes a capacidade de realizar transações utilizando um dispositivo móvel como um terminal de ponto de venda.

Mesmo que os pagamentos móveis estejam se tornando mais populares, eles ainda enfrentam certas barreiras. Um fator significativo que contribui para essa hesitação do consumidor é a segurança. Uma pesquisa da VocaLink, intitulada “A Influência do Millenial”, descobriu que uma em cada quatro pessoas dessa geração planeja abandonar o uso de pagamentos móveis por preocupações com segurança. Isso levou às empresas de FinTech a pesquisar e integrar uma variedade de soluções de segurança. Reconhecimento facial, escaneamento de retina e verificação de toque podem ter sido a base de muitas histórias de ficção científica, mas atualmente estão se tornando realidade. As tecnologias de verificação de impressão digital e “selfie” para o processamento de pagamentos já foram implementadas, e os pagamentos biométricos provavelmente se expandirão globalmente, tornando-se predominantes em um futuro previsível, apesar dos desafios de adoção.

Foto: Pixabay

Esse futuro pode estar mais perto do que você pensa. Em breve, você poderá encontrar uma loja Amazon Go no seu bairro – onde você pode chegar, fazer compras e simplesmente ir embora com elas sem ficar de pé na fila do caixa. A tecnologia de pagamento agora é voltada para proporcionar experiências mais perfeitas aos clientes, que estão buscando recompensa imediata. Aplicativos de pagamento peer-to-peer, como Venmo e PayPal, são alguns exemplos de como os millennials estão conduzindo inovações tecnológicas que levam a uma experiência de compra rápida e sem interrupções. Com todas essas mudanças, as expectativas para a velocidade de entrega dos produtos e cumprimento de serviços de comércio eletrônico também mudaram bastante. Com o aplicativo da Amazon, você pode selecionar e comprar em poucos minutos e, com a entrega do drone Prime Air, até mesmo receber o produto em menos de uma hora.

A geração millenial é uma influência crescente no cenário de pagamentos móveis e, nos próximos anos, provavelmente verá um grande fluxo de adoção de dispositivos móveis. O seu alto uso entre os millennials continuará a ser impulsionado em tudo o que fazemos… tanto que o telefone pode eventualmente se tornar a nova identidade exclusiva e até mesmo o novo número do Seguro Social ou a impressão digital. Embora exista muita pesquisa e informações sobre as características dessa geração, é essencial entender que nem todos eles são iguais e o foco mais importante deve ser a oferta de produtos, serviços, experiências, etc. que correspondam às preferências individuais e forneçam personalização. No futuro, veremos uma continuação dos mundos sociais e de pagamentos se colidindo, e encontraremos novas maneiras de alavancar uns aos outros, de modo que a experiência de compras no varejo pela próxima geração seja voltada para o check-in, não o check-out.

*Diretor de Branding e Estratégia da Global Payments

Fonte: FirstCom Comunicação – Eduardo Mustafa

Um papo bom com o Alexandre

De volta com as entrevistas

Após um longo tempo sem conseguir realizar entrevistas – a correria diária nos priva de algumas boas coisas, as vezes – o Publicitando volta ao formato.

E desta vez batemos um ótimo papo com o Alexandre Lemes. Ele é formado em publicidade e propaganda pela Unitau na turma de 2004. Fez graduação em 2012 e rodou um tempo pelo mercado de Sampa. Agora é Diretor de Criação na Verge.

Confira a entrevisa:

1 – Você esteve um bom tempo no mercado de S.Paulo e resolveu voltar ao Vale do Paraíba. Como foi sua carreira na capital?

Foram oito anos trabalhando em São Paulo. Logo que saí de Taubaté tive uma passagem rápida pela FAV Ogilvy, agência especializada no mercado imobiliário, onde participei do desenvolvimento de campanhas para empresas como Lopes e Rossi a nível nacional.

Após essa experiência, trabalhei três anos na agência interna da Artefacto Móveis, onde desenvolvi campanhas para a marca a nível internacional, materiais de comunicação, anúncios e revistas, além do desenvolvimento e gestão dos sites e portal da marca. Foi um momento muito inspirador para minha carreira, pois tive contato com grandes players do mercado, entre veículos e anunciantes, além de profissionais com larga experiência em direção de arte, fotografia, tratamento de imagem e eventos.

Em busca de novos desafios entrei para a equipe de Tecnologias Aplicadas à Educação do Senac São Paulo, o TAE, na função de designer multimídia. Foram cinco anos e durante esse período trabalhei no desenvolvimento dos cursos EAD. Foi um mergulho no desenvolvimento multimídia para a área de educação incluindo a produção de vídeos em estúdio, edição, design de interface, design da experiência do usuário, acessibilidade, branding, design de produto e business intelligence.

Além das experiências de trabalho fixo, também desenvolvi trabalhos como freelancer incluindo o desenvolvimento de campanhas, identidades visuais, catálogos, interfaces, apresentações e publicações impressas.

Em julho de 2018, aceitei a proposta de entrar para a equipe de criação da Verge, em Taubaté, como diretor de criação.

2 – Você voltou para uma agência regional em uma posição de liderança criativa. Quais têm sido os principais desafios?

Fui contratado pela Verge em um momento de expansão da agência com o objetivo de organizar e implementar técnicas de processos e projetos na criação, além de estruturar os cargos e salários da equipe.

Meu principal desafio tem sido criar uma mentalidade interna de gestão, através da captação e análise de dados do ínício ao fim do processo, para toda a agência. Isso implica em uma mudança de metodologias, além de crenças e valores.

Um outro fator que tem se mostrado como um desafio é a expansão da equipe de criação. Tenho tido dificuldades na captação de profissionais qualificados para atender contas de grandes players nacionais e multinacionais. A formação de um bom banco de talentos tem exigido olhares para outras cidades do Vale e região.

Um dos trabalhos do Alexandre

3 – Em um mundo repleto de formatos criativos novos e plataformas que mudam o tempo todo como fazer para continuar sendo relevante?

A comunicação de mão única perdeu sua eficiência e deu lugar à experiência, e a tecnologia é o meio pelo qual essa experiência acontece. Isso pode ser percebido através da crescente importância que as empresas estão dando para o design centrado no usuário. Técnicas como storytelling, user experience, arquitetura da informação, design thinking e afins, são cada vez mais presentes nos processos de desenvolvimento de produtos e na divulgação dos mesmos.
Portanto, para ser relevante, a empresa ou produto precisa criar uma relação de empatia com seu consumidor e saber coordenar, de forma eficiente, os formatos e plataformas disponíveis a favor dessa empatia. Hoje, não basta entender o público-alvo. É preciso vivê-lo.

Confira o portfólio do Alexandre Lemes aqui

Três passos para as empresas engajarem o público certo e venderem mais na internet

Especialista em audiência na internet, Samuel Pereira explica como atrair a atenção do público mesmo com a avalanche de informações

Existe uma forma totalmente nova de se comunicar com a audiência através da internet. Segundo o especialista Samuel Pereira, autor do livro “Atenção: o Maior Ativo do Mundo” e criador do Segredos da Audiência, maior evento de tráfego e audiência da América Latina, a forma como as pessoas lidam com a propaganda mudou. “Elas preferem ir atrás da informação quando precisam dela, em vez de serem interrompidas por propagandas que não pediram para ver”, alerta.

Samuel Pereira

Para ajudar os empreendedores e profissionais responsáveis por marcas e empresas a compreenderem como captar a atenção do público e transforma-lo em cliente, Samuel desenvolveu o conceito de Jornada do Engajamento, este material está presente em seu livro que já chegou à lisa dos mais vendidos. “Os três passos da jornada do engajamento ajudam a construir uma trilha com muito mais chances de fazer a audiência estar com você a escolher contratar seus produtos ou serviços”, completa Samuel, que destaca a importância de conquistar o interesse das pessoas com algo de valor em vez de apenas interromper o conteúdo que estão consumindo. “A ideia é que as marcas e empresas não tenham que correr atrás do cliente, mas sejam encontradas quando ele precisar do seu serviço”, completa, antes de listar os passos.

1- Atração do interesse:

O primeiro passo é definir o público-alvo e se tornar um verdadeiro especialista em interpretar suas dores e desejos. “O empreendedor tem que saber explicar o problema do seu público-alvo melhor do que ele mesmo”, sugere. Assim, o cliente em potencial automaticamente percebe que pode encontrar a solução para o problema. “O segredo é focar em uma comunicação para gerar identificação, trazendo características que fazem parte desse público, como a linguagem, os desenhos e os problemas, assim o consumidor vai sentir que é este o produto ou serviço que vai ajudá-lo”.

2- Doutrinação:

Ao contrário do que muitos fazem na internet, o conteúdo não deve ser composto apenas de dicas soltas. “O que as marcas ou especialistas produzem deve seguir uma lógica que leve as pessoas até o que vai ser oferecido depois”, enfatiza. Ao fazer assim, o conteúdo irá ter um objetivo na jornada do cliente. “A ideia é usar o que é ensinado para reforçar a importância do produto ou serviço que você oferece”, completa.

3- Conversão:

Por fim, deve-se oferecer o produto ou serviço que soluciona um ou mais problemas do público-alvo. “As marcas devem oferecer ao seu cliente não o meio, mas o fim, ou seja, a transformação que ele terá ao adquirir o produto ou serviço”, ensina. Um exemplo é quando se vende um produto para cabelos: a venda deve se preocuparem oferecer cabelos mais bonitos e saudáveis, e não apenas um creme. “O segredo é vender o resultado que ele terá com o serviço, método ou produto”, completa Samuel Pereira.

Definir esses três passos é fundamental para que a audiência seja alcançada no momento certo, preparada para consumir o produto, e entenda os motivos pelos quais deve comprá-lo.

Sobre Samuel Pereira

Samuel Pereira, é publicitário, empresário, especialista em tráfego e audiência na internet e criador do Segredos da Audiência Ao Vivo, o maior evento de tráfego e audiência do mundo, que em sua última edição reuniu mais de 3 mil pessoas. Concentra o seu trabalho em ajudar empreendedores a criar negócios online sustentáveis a longo prazo, por meio de estratégias de tráfego e audiência que não dependam das constantes mudanças de regras das redes sociais, atraindo um público extremamente qualificado e capaz de gerar resultados. É ainda, autor do livro “Atenção: o maior ativo do mundo – o caminho mais efetivo para ser conhecido, gerar valor para seu público e ganhar dinheiro” e co-autor de “Negócios Digitais”.

Fonte: Sigma Six Comunicação Integrada – Taiana Bueno

ACIT também pesquisou o Dia das Crianças

ACIT realiza pesquisa de expectativas para o Dia das Crianças

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa para identificar a expectativa do comércio local com as vendas para o Dia das Crianças.

O estudo foi realizado em parceria com o Núcleo de Pesquisas Econômicas e Sociais (NUPES) com o objetivo de identificar, além das expectativas, também as preferências de consumo das pessoas para essa data. Abordou-se, neste contexto, o tipo de presente que pretendem comprar, o valor médio, a forma de pagamento e o local da compra.

Foram entrevistados 253 pessoas na cidade de Taubaté, entre os dias 17 e 28 de setembro. A margem de erro é de 6 pontos percentuais para mais ou para menos, e um intervalo de confiança de 95%.

 

Com relação a intenção de comprar presentes na data comemorativa do dia das crianças, 83% dos entrevistados responderam que pretendem comprar presentes, enquanto 17% disseram não ter intenção. Os resultados apontam que os “Brinquedos” continuam sendo o item mais citado em 2018 (62,38%), com aumento de 10,18 pontos percentuais em relação ao ano de 2017. Já no seguimento “Roupas/Calçados” a opção por compra desse item em 2018 foi citada por 24,76%, observando-se ligeira queda em relação ao ano de 2017, que registrava 30,80%. Em relação aos produtos “Eletrônicos” ocorreu pequeno aumento, na intenção de compra em 2018 (12,86%), ante em 2017(7,60%).

Este ano parece que se pretende voltar ao que as crianças preferem (brinquedos e brinquedos eletrônicos). Porém vale ressaltar que, na medida do possível, o consumidor não pretende extrapolar seu orçamento. O intervalo mais citado foi o gasto entre R$ 50 e R$100, seguido pelo em segundo lugar com tickets de compra entre R$ 100 e R$ 300.

Também foi feito um levantamento da opinião de lojistas em 30 estabelecimentos comerciais associados à ACIT. De um modo geral, 13,33% dos comerciantes estão mais otimistas em relação às vendas do ano passado. Para estes empresários, as vendas devem crescer até 10%, em relação à 2017. A maioria dos estabelecimentos visitados (56,67%) esperam estabilidade, e 30% apontaram expectativa para redução nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Podemos concluir que, apesar do momento econômico pelo qual o país atravessa, ainda há lojista otimistas, que esperam ver as vendas crescerem, porém em menor número que em 2017, quando o estudo apontava que cerca de 42,53% acreditava no aumento das vendas. No outro extremo, aqueles que acreditam quer irão vender menos somaram 30% dos respondentes, apresentando aumento em relação ao ano de 2017 (19,54%). De forma geral, há expectativa de viés negativo. Ou seja, em 2017 tinha-se um número maior somando o item “estável” e “crescimento” (80,46%), do que em 2018 (70%), o que aponta uma redução de 10 pontos percentuais. Isto quer dizer que os comerciantes estão mais cautelosos no que se refere ao volume de vendas para este ano.

Como conclusão da pesquisa, podemos dizer que: o resultado das expectativas dos lojistas indicam maior cautela, no que tange a expectativa sobre o volume de vendas neste ano, em relação ao ano passado. “Brinquedos” mantém, como esperado, o item preferido para presentear nos “Dias das Crianças”, e apresentou crescimento na comparação com 2017, assim como a proporção daqueles que irão presentear com item “eletrônico”. Aumentou, também, a proporção de pessoas de irão “pagar a prazo”, de 30,85% em 2017 para 43,33% em 2018. O local preferido para realizar as compras ainda é o centro, no entanto reduziu de 60,73% em 2017 para 49,05% em 2018. A opção pela compra por meio da internet praticamente dobrou em relação ao ano anterior. Isto pode ter contribuído, também, para o aumento da preferência por compras em “CARTÃO”, que registrou 62,54% em 2018, em comparação aos 40,43% em 2017, visto que no e-commerce esta opção de pagamento é muito empregada.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos