A hora e a vez das tecnologias de voz

A vez das tecnologias (e das experiências) por voz

* por Luciana Castro

Não importa onde você vá, as frases “Alexa”, “Ok, Google” e “Hey, Siri” estão sendo ditas mais do que nunca. Nos últimos dois anos, os preços atraentes e a mudança das preferências dos consumidores mudaram rapidamente os dispositivos habilitados por voz, tanto no mercado quanto nas casas das pessoas. Somente em 2017, os dados da Adobe Analytics Cloud mostram que as vendas on-line desses dispositivos aumentaram 103% na comparação ano a ano.

Antes um recurso novo, o uso de comandos de voz já se tornou muito mais comum. Uma pesquisa recente encomendada pela Adobe mostra que apenas 16% das pessoas se sentem desconfortáveis usando comandos de voz na frente dos outros. Quer se trate de música, de notícias do dia ou controle das luzes de uma sala, a tecnologia está rapidamente se tornando parte da vida cotidiana. No entanto, apesar de a voz ter surgido como um concorrente para as interfaces touchscreen, ela exigirá um ecossistema amplo de “habilidades” para prosperar. Como ocorreu com os smartphones há quase uma década, isso representa uma grande oportunidade para as marcas.

Luciana Castro

As principais empresas de tecnologia no mundo estão anunciando soluções para oferecer experiências de voz verdadeiramente personalizadas. Os consumidores poderão interagir com as marcas favoritas da mesma forma que se envolvem com um padeiro local ou um atendente de banco conhecido – com relevância e contexto que mantêm os usuários fidelizados. Tudo isso é suportado pela análise e estudo de audiência, bem como capacidades de AI que automatizam processos difíceis e se tornam um mecanismo de decisão nos momentos necessários.

Saiba com quem você está falando

Imagine procurar um voo em um dispositivo Amazon Echo e encontrar o melhor horário pelo melhor preço. A companhia aérea já conectou os pontos e você pode reservar instantaneamente, seguido de uma confirmação de viagem enviada diretamente ao seu smartphone. Ou, considere um resumo de notícias da manhã em que cada novo conteúdo se torna cada vez mais alinhado com seu interesse. A tecnologia começa, então, a recomendar as playlist que você viu em serviços de streaming de música.

Estes são os tipos de experiência de voz deliciosas que mantêm os clientes ‘querendo mais’. São experiências relevantes, envolventes e entregues no contexto certo. agora permitem que as marcas proporcionem esses tipos de experiências. Com recursos aprimorados, os profissionais de marketing podem personalizar a experiência para cada indivíduo atuando em seus próprios dados, aproveitando as informações existentes e fornecidas pelo usuário. Soluções de análises de dados servem como a plataforma de insights subjacente, capturando dados de dispositivos de voz, desktop e mobile. A garantia é que os dados estejam alinhados para que as marcas envolvam pessoas, não dispositivos.

Ao longo dos anos, as marcas mais bem-sucedidas em experiências mobile foram as que operavam em um constante estado de interação. Em vez de transferir a experiência de desktop completa para o celular, eles testaram continuamente recursos diferentes e desembarcaram os que ofereceram o maior valor. As empresas agora podem fazer o mesmo em interfaces de voz. Um varejista, por exemplo, pode experimentar diferentes serviços oferecidos. Podem ser executadas simulações em que as marcas começam a ver quais recursos são usados com mais frequência, as várias ações dos usuários após cada reação e as situações que levam as pessoas a desconectarem.

O poder da Inteligência Artificial (AI)

Uma vez que uma marca descobriu como personalizar uma experiência de voz para o cliente, o desafio é implementar isso para milhões de consumidores. Por meio de tecnologias como o Sensei – a AI da Adobe – e de estruturas de machine learning, as marcas agora têm a capacidade de fazer isso. Como motor de decisão, a AI pode aproveitar o machine learning e os algoritmos preditivos para ajudar a garantir uma experiência perfeitamente personalizada para cada cliente.

Com tantas oportunidades, as marcas também devem ter em mente que os erros nos dispositivos de voz certamente acontecerão, assim como os anúncios que erroneamente te seguem após visitar um produto em uma loja online, mesmo após já ter efetuado a compra. A empresas de tecnologias em marketing estão aí para ajudar as marcas a navegar neste cenário complicado e a ficar à frente dos demais. Vimos isso há uma década, quando muitos perderam o barco dos smartphones e alguns ainda estão pagando por isso. Com a disciplina correta e as tecnologias mais recentes, as marcas possuem as ferramentas para garantir que isso não aconteça com a voz. Elas podem oferecer excelentes experiências que ampliam a presença de sua marca e, em última instância, geram mais fidelidade no cliente.

* Luciana Castro é head analytics e marketing cross-channel da Adobe para América Latina

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Nova plataforma de streaming de quadrinhos será lançada ainda neste semestre

Através de site oficial, plataforma já recebe cadastro para obras de artistas independentes e editoras

Compatível com dispositivos móveis (smartphones e tablets com sistema operacional IOS e Android) e ambiente desktop através de qualquer web browser, a plataforma para leitura de quadrinhos, Digital Comics , tem previsão de lançamento para junho deste ano. Diferente de outras soluções presentes no mercado, a plataforma está sendo desenvolvida com o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança digital e garante uptime de 99,99%. “Com uma infraestrutura baseada em DR ( Disaster Recover ) onde, se por algum motivo, todos os nossos servidores fiquem fora do ar, imediatamente é acionada uma infraestrutura idêntica em outro Datacenter de forma automática, garantindo assim nenhuma queda aparente para os usuários” explica Fábio Júnior, CEO da Digital Comics.

Modelo de negócio – Com valor fixo para assinatura, R$19,90 por mês e 15 dias gratuitos para testar, a plataforma estima receber 7 mil assinantes já em seu primeiro semestre de atuação. Além de ser um modelo acessível ao público fã de quadrinhos, a Digital Comics é o caminho para que autores e artistas independentes consigam publicar suas obras para apreciação do público com redução de custos. “Nosso modelo de negócio se baseia na quantidade de páginas lidas de cada obra. Ao final do mês é gerado um relatório com as estatísticas de cada artista/editora, mostrando o desempenho das obras cadastradas. Quanto mais páginas lidas, maior é a porcentagem de pagamento no rateio final” acrescenta Fábio Júnior. Em fase final de desenvolvimento, a plataforma já está recebendo inscrições de obras desde o final do ano passado. Os artistas e editoras interessadas podem fazer o cadastro de seu conteúdo pelo site https://digitalcomics.com.br/cadastro/.

Fonte: Luar Conteúdo – Agência de comunicação – Vanessa Luckaschek

Entendendo as fintechs

Entenda o mercado de fintechs no Brasil

A revolução digital está proporcionando inúmeras mudanças no mercado financeiro, e uma resposta a isso são o crescimento das fintechs no Brasil. Com a proposta de ser uma plataforma online e sem burocracias, ela vem ganhando espaço e fazendo grandes instituições financeiras se preocuparem e acompanharem seus passos. Vamos entender agora como anda esse mercado e suas vantagens, nesse infográfico preparado pelo site Rebel

Veja como ficou o infográfico:

Fonte: Marketing Ninja – Nayrison da Costa

Via Vale recebe comemoração do Dia de São Patrício

Festa será promovida pelo Rock and Ribs e estacionamento do Garden receberá um ônibus retrô com seis chopeiras instaladas

O Dia de São Patrício ou Saint Patrick’s Day, em inglês, é a festa anual que celebra a morte de São Patrício, padroeiro da Irlanda, e é normalmente comemorado no dia 17 de Março pelos países cujo idioma oficial é inglês. Mas, a festa vem se espalhando cada vez mais e de uns anos para cá chegou ao Brasil. Na ocasião, as pessoas vestem-se de trajes nas cores verde e branco, saindo às ruas numa longa caminhada festiva. Além disso, a cerveja é a bebida oficial da festa.

Para quem também está a fim de curtir a data, neste sábado, 17, o Via Vale Garden Shopping recebe pela primeira vez a comemoração. A festa, promovida pelo Rock and Ribs, localizado na entrada principal do Garden, no piso 1, começará às 16h. No estacionamento do Garden, em frente ao restaurante, estará a atração principal da festa: o Yellow Skullbus, um ônibus amarelo estilo retrô com seis chopeiras de altíssima qualidade instaladas. Para quem vier curtir a festa e estiver vestindo verde, o Rock and Ribs oferecerá um chopp cortesia (350ml). Além disso, o evento contará com os shows de Paulo Meyer e Banda, a cantora Twyla e DJ Boto. Vale a pena conferir.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Aplicativos que são sucesso

Os aplicativos que são um sucesso financeiro

Desde a pré-história, o homem inventa para suprir suas necessidades ou apenas para satisfazer os seus desejos. Na era atual não é diferente. Baseando-se nas conexões e interações da vida, alguns indivíduos criaram ‘‘ferramentas” que se tornaram muito populares na propagação instantânea da rede.

Conheça 5 das ‘‘ferramentas” chamadas APP’s ou aplicativos, que levaram seus criadores à altíssimas cifras de dinheiro, nesse infográfico preparado pelo site Sirius App.

Modelos de e-commerce

3 modelos de e-commerce para colocar as indústrias no cenário digital

*Por Maurício Trezub

O e-commerce está cada dia mais forte no Brasil e podemos acompanhar esse movimento pelo crescimento das lojas virtuais, que estão obtendo retorno de anos de investimento. Segundo o relatório Webshoppers, divulgado pela Ebit, em 2016, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 44,4 bilhões e alcançou um crescimento nominal de 7,4% em relação ao registrado em 2015. Este ano, isso tende a aumentar ainda mais. Ao observar a maturidade do setor, as indústrias, em sua maioria off-line, começam a se interessar pelo universo digital por enxergar nele novas oportunidades e um grande potencial para divulgar sua marca e ampliar seu campo de atuação.

No modelo de negócio atual, para um produto chegar ao consumidor, ele passa por diversas etapas – a do fabricante, a do atacado/distribuidor e a do varejista. Isso faz com que o cliente final pague mais caro pelo produto, que é tributado em cada um desses passos. Outros pontos fracos do processo são a distância entre o fabricante e o consumidor, que acaba não conhecendo o perfil de quem consome os seus produtos e nem tendo acesso às demandas em tempo real. Desta forma, a marca permanece afastada e fica na dependência dos grandes varejistas, que controlam os preços de venda e a experiência do cliente. Porém, esse jogo está virando. Hoje, com o fortalecimento das redes sociais, a expansão dos aplicativos e das opções para vendas virtuais, esse cenário está num processo de forte transformação.

É nesse momento que as indústrias devem ingressar no e-commerce, sem se afastar dos seus canais. Então, quais são os caminhos que elas podem seguir para se aproximar dos consumidores, fechar negócios, aumentar sua receita, seu alcance e diminuir esses custos? Existem três modelos que podem ser adotados, contribuindo, inclusive para o gerenciamento das vendas, distribuição e controle do retorno sem grandes desafios. O que determina a escolha por um deles é a capacidade de investimento e maturidade da indústria no cenário digital. Vamos analisar:

Direto puro: o fabricante abre seu site, publica seus produtos no marketplace e centraliza toda a operação de vendas. É uma estratégia barata, rápida e que mantém o contato direto com o consumidor final. Em termos de relacionamento com o cliente, este modelo é um dos mais indicados. Com o formato direto, o fabricante conhece tudo sobre os seus clientes e evita conflitos com os revendedores, já que normalmente são eles que retém a informação. A experiência de compra é a melhor possível por não oferecer transtornos e complicações.

Híbrido: este modelo é para quem já tem uma estrutura de canais e não quer competir com ela, mas quer colocar um pé na entrada das vendas e, para isso, adere à uma plataforma de e-commerce. É um formato compartilhado de responsabilidades que atende às necessidades de indústrias de todos os portes. Aqui o propósito é encarregar tarefas críticas que se afastam do conhecimento da manufatura e, ao mesmo tempo, absorvem as questões operacionais e de atendimento ao consumidor. A fabricante controla todas as etapas e acompanha diretamente o desempenho das vendas, já que ela envia os pedidos aos clientes. Caberá a um intermediário, no caso, um parceiro contratado, assumir as estratégias do e-commerce, manter a plataforma operando com estabilidade e segurança, pois sua marca que aparecerá nos marketplaces. Esse intermediário faz as parcerias, fornece relatórios e informa à manufatura sobre todos os dados da operação.

Parceiro digital: é o modelo ideal para a fabricante que já atua por meio de revendas e deseja ingressar também no e-commerce. Para isso, cria seu próprio comércio eletrônico com os seus produtos. Caberá ao consumidor escolher a revenda mais próxima do endereço de entrega, evitando processos longos na cadeia. Aqui, a manufatura tem um e-commerce de venda direta para o consumidor final e repassa os pedidos às revendas escolhidas pelo cliente, que pode, inclusive, optar por buscar o produto na revenda, aumentando assim, as chances dessa loja vender outros produtos.
Mais do que optar pelo modelo mais adequado à sua empresa, ter um bom planejamento é essencial para sustentabilidade do negócio. Apesar das indústrias possuírem marcas conhecidas no mercado, elas precisam entender e ingressar cada vez mais no ambiente virtual. O fato é que as fabricantes que entenderem como ganhar visibilidade no universo digital, conseguirão garantir sua competitividade no mercado.

É necessário inovar até mesmo na forma de vender e se relacionar com os clientes e só por meio do e-commerce que as indústrias conseguirão ficar mais próximas de seus consumidores. Desta forma, poderão estabelecer um canal direto com eles e, até mesmo, alinhar sua estratégia de negócio aos gostos e preferências dos clientes. É hora indústria ser sinônimo de inovação, não só no processo de fabricação, mas também no modelo de vendas.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

ACIT comemora data especial

ACIT – 119 anos de história em Taubaté

No último domingo, dia 04 de março, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) completou 119 anos desde sua fundação, figurando como uma das Associações Comerciais mais antigas do país

De lá pra cá, vem escrevendo sua história a cada dia, sempre acompanhando as páginas da história de Taubaté, estando totalmente ligada ao desenvolvimento da cidade, figurando de maneira expressiva nos diversos períodos econômicos vivenciados pelo país.

Felix Guisard foi o grande responsável pela fundação e liderou um grupo de comerciantes para enfrentar as dificuldades apresentadas diante do cenário instalado com a crise do café, em 1899.

Com a intenção de estimular o associativismo e o empreendedorismo, o papel da Associação é ser um agente de desenvolvimento social, sempre em defesa da classe empresarial, oferecendo serviços que atendam às necessidades e anseios desse público, para fazer com que Taubaté se mantenha no topo da lista entre os municípios considerados como referência em comércio, indústria e prestação de serviços.

A ACIT procura estar sempre à frente, inovando e se atualizando num mundo cada vez mais tecnológico e com informações que correm à velocidade da luz. Aliado à isso, busca manter parceria e um bom relacionamento com os poderes executivo, legislativo e judiciário para buscar melhorias e ações que possam beneficiar o comércio local.

O grande desafio é oferecer ao associado excelência na prestação dos serviços que estimulam a criatividade em qualquer momento econômico e político. É função da ACIT mostrar ao empresário as mais variadas possibilidades para manter seu negócio vivo e rentável, com soluções práticas e viáveis.

A capacitação faz parte da história da ACIT desde seu primeiro ano de existência, quando foi anunciada a criação do primeiro curso noturno sobre Direito e Geografia Comercial, naquela época já preocupada em oferecer treinamento para o mercado.

“Passamos por momentos de turbulência política e econômica nos últimos anos, mas a ACIT foi mais forte e se manteve firme. Isso foi possível devido ao apoio e confiança dos mais de 1200 associados, que participam ativamente de nossas atividades e utilizam todos os serviços oferecidos em busca de melhorias constantemente. Somos desafiados diariamente à oferecer produtos e serviços que tragam soluções para os mais diversos cenários. Fico honrado de poder fazer parte dessa história e estar à frente de uma Instituição tão forte e de tamanha importância para nossa cidade.” ressalta José Saud, o 19º presidente à frente da ACIT.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

IoT e os negócios

Os impactos rápidos e práticos da Internet das Coisas nos negócios

*Por Eros Jantsch

O conceito de Internet das Coisas (IoT) tem ganhado cada vez mais destaque e está presente na vida de muita gente. De acordo com o Gartner, até 2020, teremos mais de 20 bilhões de coisas conectadas. Se considerarmos os mais de sete bilhões de habitantes no planeta, haverá quase três vezes mais coisas conectadas do que pessoas.

Quando olhamos a evolução da tecnologia, percebemos que um houve um avanço acelerado nos últimos anos, se comparado com décadas anteriores. Hoje, com a popularização da mobilidade, quase todo mundo tem acesso a um dispositivo móvel. O surgimento da nuvem facilitou o investimento de pessoas e empresas em inovações, como inteligência artificial, social e etc. Em resumo, a tecnologia está mais acessível.

Eros Jantsch

Por trás de tudo isso, e muitas vezes não visível aos nossos olhos, está a velocidade de processamento dos dispositivos, que tem ficado cada vez mais acessível em função da escala. A conexão com a internet melhorou e o custo baixou, isso no mundo todo. Esses dois fatores, bom processamento e a possibilidade de conectar as coisas com mais agilidade e um valor menor, criou um cenário propício para explorar a internet nas coisas.

As tais coisas conectadas já estão disponíveis no mercado, são relógios, equipamentos fitness, geladeira, ar condicionado, uma série de objetos inteligentes com acesso à web e às infinitas possibilidades que ela proporciona. Viveremos em um planeta com bilhões desses objetos que, em um futuro próximo, terão uma influência maior no nosso cotidiano – até mais do que as próprias pessoas.

No mundo dos negócios não será diferente e a IoT terá um impacto significativo em todos os segmentos. As coisas conectadas estão provendo uma série de informações que antes não existiam ou demandavam um esforço enorme para se obter. No varejo, por exemplo, os dispositivos inteligentes serão os responsáveis por identificar o perfil de cada consumidor de uma loja – desde o sexo e faixa etária, até a frequência de visitas ao local. Tudo isso, sem ter que ficar buscando dados em diferentes sistemas ou aplicando pesquisas com os clientes. E esse tipo de informação tornará possível um planejamento mais direcionado.

Vamos imaginar um estabelecimento que comercializa cosméticos e usa sensores de IoT. Por meio de uma câmera inteligente, o gerente saberá quem são as consumidoras presentes no exato momento em que elas estão no estabelecimento. Monitorando esse tráfego, ele poderá ver que às 15h, a maioria das mulheres que estão no local tem acima de 40 anos. Não seria um bom momento para fazer uma promoção relâmpago de cremes anti-idade? Ou ainda, enviar uma mensagem de texto sugerindo um produto com desconto que a consumidora demostrou interesse no e-commerce? Aqui, o objetivo, além de conquistar a fidelidade, é proporcionar uma experiência multicanal –começou no online e terminou na loja física.

Viabilizar esse tipo de inovação, seja em um estabelecimento comercial ou uma fábrica, requer a adoção de sensores inteligentes, um gateway e uma plataforma para gerenciar tudo. São estes 3 componentes que armazenam, trafegam e analisam os dados. Porém, de nada adianta ter os dados, mas não os utilizar de uma maneira que traga benefícios para o negócio. Nesse ponto, a figura da plataforma IoT é essencial, pois é ela que vai analisar as informações e dar os insights necessários para que se extraia valor dos dados.

Ou seja, para usufruir dos benefícios de um mundo conectado nos negócios, não basta ter uma câmera inteligente, é necessário que ela esteja conectada à um gateway e ele à uma plataforma. Parece uma dinâmica complexa, mas na prática é muito mais simples, desde que o seu parceiro tecnológico conheça os caminhos das pedras e te entregue tudo pronto no modelo PaaS (sigla em inglês, para plataforma como serviço). Já a plataforma, precisa contar com uma interface simples e intuitiva para que soluções de negócios deslanchem.

Como qualquer novidade, no começo, é difícil enxergar quais serão os benefícios que a tecnologia trará – foi assim até com o celular. O mercado ainda tem dificuldade para entender que esse investimento traz um retorno rápido, não só em vendas, mas em experiência para o consumidor – cada dia mais digital e ávido por um atendimento personalizado. E o resultado prático disso é: operar com mais eficiência, ser mais lucrativo e, por que não, criar novas fontes de receita?

*Eros Jantsch é CEO da Bematech e vice-presidente de Micro e Pequenos Negócios da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Regina Sanches

Pesquisa aponta shopping como referência cultural

Taubaté Shopping é referência de cultura na cidade

Em pesquisa realizada com moradores, o centro de compras alcançou o segundo lugar, logo depois do SESC

Mais do que um local para compras e lazer, o Taubaté Shopping também é um espaço cultural para a população do município. Em uma pesquisa realizada pela JLeiva Cultura & Esporte, 7% dos entrevistados escolheram o centro de compras como o seu destino cultural – atrás apenas do SESC, com 12%.

Os números refletem o investimento feito pelo Taubaté Shopping em atividades ligadas à cultura e ao entretenimento. Em 2017, por exemplo, criou o “Domingo Cultural”, um local para a diversão dos pequenos, com uma programação gratuita e diversificada, como lançamento de livros, contação de histórias e oficinas de arte. O centro de compras realizou, ainda, quarta edição do festival internacional de jazz, que acontece desde 2013, além de grandes nomes da literatura para o “Brain Fitness”, que acontece em parceria com o Almanaque Urupês e a Livraria Leitura.

Em 2018, as atividades continuam: em março, o shopping receberá o Expocomics, evento geek para os amantes do mundo dos quadrinhos, a Semana Monteiro Lobato, que traz para a cidade escritores, influencers e artistas do mundo da leitura e para encerrar o primeiro semestre um evento especial do bruxo mais famoso do mundo, Harry Potter.E durante todo o ano a “Alamenda Cultural”, localizada em frente a Livraria Leitura, recebe exposições dos mais variados temas.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Escolinha com Guga Kuerten

Via Vale recebe Escolinha de Tênis do Guga Kuerten com atividades gratuitas para crianças

Ação acontece neste final de semana e é direcionado para crianças até 12 anos

Neste final de semana, o Via Vale Garden Shopping recebe pela segunda vez uma ação pra lá de especial. Sempre apoiador do esporte, o empreendimento vai abordar os fundamentos do Tênis, esporte que ganhou mais repercussão nacional por volta dos anos 2000.

Gustavo Kuerten foi o tenista responsável pela fama da modalidade no Brasil, após conquistas em grandes campeonatos. Inspirado neste renomado atleta, nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, o Garden recebe novamente a Escolinha de Tênis do Guga. O objetivo é promover a iniciação e o desenvolvimento do esporte para crianças de 5 a 12 anos de idade, uma vez que, nesta faixa etária, reside o maior potencial de desenvolvimento do talento da criança e da aquisição de habilidades motoras, cognitivas e afetivas para a prática do esporte.

Uma mini quadra de tênis será montada no mall, próximo a Havan, para ensinar as crianças sobre a modalidade, o espaço contará com material adequado e monitores. Para participar basta comparecer ao local na sexta (23) e no sábado (24), das 15h às 20h e no domingo (25), das 14h às 18h. A ação é gratuita.

SERVIÇO

Escolinha de Tênis do Guga no Via Vale Garden

DATA: 23, 24 e 24 de fevereiro (sexta, sábado e domingo)

HORÁRIO: sexta e sábado – das 15h às 20h; domingo – das 14h às 18h

LOCAL: Próximo a Havan

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale