Artigo mostra formas de segmentação no online

Conheça as 6 estratégias de segmentação mais promissoras na publicidade online

* por Rodrigo Lobato

A evolução no poder de segmentação de públicos é um fato notório na publicidade. Graças a tecnologias de monitoramento e análise de dados, as marcas hoje conhecem cada vez mais sobre o comportamento do seu consumidor. Ainda assim, se considerarmos as possibilidades quase infinitas de segmentação de dados que temos atualmente, entenderemos porque ainda é um desafio para muitos comerciantes saber quais fluxos e jornadas priorizar em suas campanhas online.

Apesar de complexa, porém, a publicidade personalizada nunca foi tão importante. Uma recente pesquisa feita pela Adlucent, por exemplo, confirmou que os consumidores respondem melhor a essa experiência – 71% dos entrevistados preferem anúncios adaptados aos seus interesses e hábitos de compras.

Por isso, para aqueles que ainda ficam inseguros com o tema, listei as 6 estratégias de segmentação mais promissoras para uma campanha de publicidade digital bem-sucedida:

#1: Segmentação por ‘Categoria de Produto

A segmentação por categoria de produtos é um dos formatos mais robustos. Ele baseia-se nas mercadorias já vistas por um potencial comprador, e permite que os anunciantes criem peças criativas únicas direcionadas a segmentos menores de público. Por exemplo, se uma loja online de itens esportivos quer impactar “corredores ao ar livre no verão”, ela pode promover modelos selecionados de sapatos ou equipamentos de corrida para pessoas que navegavam em itens dessa categoria ou de outras similares.

#2: Segmentação por ‘Inscrições’

As campanhas também podem focar em tipos específicos de usuários, como, por exemplo, aqueles que ainda não se inscreveram para receber a newsletter do seu e-commerce. Com informações coletadas por meio de uma tag personalizada ou compartilhada por um cliente, uma campanha de retargeting personalizado pode facilmente identificar e informar esse grupo de “usuários não inscritos” sobre promoções especiais para quem efetuar seu cadastro. A estratégia é útil para conquistar novos assinantes e também para evitar impactar duas vezes aqueles que já estão inscritos.

#3: Segmentação por ‘Atividade de Usuário’

As soluções avançadas de retargeting permitem executar uma campanha adicional focada em usuários, por exemplo, que não visitaram o site da loja por um longo período de tempo, ou aqueles que compraram algum aproduto específico recentemente. Táticas assim ajudam a construir uma consciência de marca e um relacionamento de longo prazo, mantendo potenciais compradores por perto. Ao mostrar nos anúncios notas de “obrigado”, descontos exclusivos ou uma mensagem sobre as próximas promoções, é possível estabelecer estratégias de longo prazo para manter sua marca ativa na mente dos consumidores, ao mesmo tempo em que retira a atenção dos concorrentes.

#4: Segmentação por ‘Frequência de Compra’

As campanhas também podem ser segmentadas por frequência de compra, considerando o número de ofertas vistas pelos visitantes e consumidores, além dos produtos adicionados ao carrinho e/ou comprados recentemente. Com base nisso os comerciantes podem executar campanhas distintas com diferentes mensagens e criativos dedicados aos usuários que compram com frequência (por exemplo, envie um desconto especial para que retornem), e também àqueles que raramente ou nunca compram no e-commerce (por exemplo, envie um código de cupom para uma primeira compra).

#5: Segmentação por ‘Valor do Produto’

Se o objetivo é aumentar as vendas de produtos com alto valor agregado ou mais caros, o retargeting personalizado também pode ser otimizado para considerar estoques específicos. Nesses casos, os algoritmos de auto-aprendizagem escolherão os itens a serem exibidos no mesmo intervalo de preços dos produtos já vistos pelo usuário

#6: Segmentação por ‘Dispositivo’

Os comerciantes também podem segmentar seus consumidores de acordo com o dispositivo de navegação que utilizam: desktop, celular, TV ou qualquer outro usado para pesquisar um produto online. As campanhas publicitárias em diferentes plataformas (cross device) permitem que os comerciantes não só abordem as pessoas em momentos mais oportunos, como também explorem melhor os horários e telas com maior propensão para determinadas conversões.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Fonte: RTB House – Diego Segura

A Polly virou blogueira

Boneca Polly Pocket vira blogueira e lança vídeos DIY

A boneca agora também tem um canal no Youtube e dará dicas de “faça você mesmo” na série “Dicas da Polly”

A boneca Polly Pocket virou blogueira e agora vai ajudar todos os seus fãs a ter o melhor dia de todos com suas dicas de DIY (Do It Yourself/Faça Você Mesmo). A marca lançará na América Latina seis vídeos diferentes de atividades lúdicas para promover a criatividade e estimular o trabalho manual nas brincadeiras infantis. Além disso, este é um convite da boneca para os pais participarem destas atividades ao lado dos pequenos em qualquer lugar e com diferentes materiais reciclados ou de preço acessível.

Os vídeos da série “Dicas da Polly” serão postados no Youtube nos canais: Polly Pocket em Português Brasil, para o público brasileiro, e Polly Pocket en Español para o restante da América Latina. Ao todo, serão seis vídeos 45 segundos com diferentes temas de brincadeiras e DIY. Os vídeos ensinarão meninas e meninos a fazer uma cesta de piquenique divertida com material reciclado, receitinhas de picolés de fruta refrescantes, chapéus de papel coloridos e criativos, bexigas d’água inusitadas e até uma máscara de dormir para a festa do pijama mais especial de todas.

Além de serem divulgados na principal plataforma online de vídeos, eles serão transmitidos no canal Disney Channel do Brasil, em cápsulas de 15 segundos, durante a programação do canal até o mês de setembro.

Fonte: In Press Assessoria de Imprensa e Comunicação Estratégica

Comércio eletrônico precisa de uma boa estratégia

E-business de sucesso pede transformação digital

* por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada.

Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado.

Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo, atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização.

Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão.

E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check-in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

*Roberto Atayde é adviser da Topper Minds.

A experiência do usuário em primeiro lugar!

Coloque a experiência do usuário no topo da lista de prioridades

por Karin Lublin*

Os smartphones tornaram as pessoas mais conectadas entre si e com as várias possibilidades de empresas e serviços. Mas, por outro lado, desenvolveram um novo comportamento que exige das companhias mudanças contínuas em diversos aspectos do negócio.

Tendo tudo na palma da mão e cada vez mais pressa, as pessoas não estão mais dispostas a esperar, por isso, o tempo passou a ser determinante na experiência. Se antes aguardar seis segundos para um site carregar era normal, hoje um segundo já faz a diferença entre ficar ou sair de uma página.

Então, não basta ter um portal atrativo, cheio de funcionalidades e design, e uma comunicação bem estruturada para captar a atenção do potencial cliente e fidelizar a audiência. Muito mais importante e decisivo é entender com quem você se comunica e quais são os gostos, desafios, problemas e inquietudes desse público, para que a sua empresa possa ofertar a solução mais acertada, aquela que fará o consumidor se decidir de imediato. Essa tendência, que está fazendo companhias em todo o mundo se tornarem mais competitivas e distribuírem os investimentos assertivamente é a UX, ou User Experience (experiência do usuário).

As companhias que querem ter negócios online precisam entender muito bem como proporcionar a melhor experiência ao usuário para alcançar o sucesso, que deve refletir não apenas na relação com o consumidor, mas também nas métricas mais importantes.

As maiores referências em vendas online já perceberam o valor da UX. A Amazon, por exemplo, uma das maiores no segmento de tecnologia, descobriu que 100 milissegundos de atraso no carregamento do site reduzem em 1% a receita. Assim, conseguiu aumentar em 2% a receita depois de elevar em 500 milissegundos o carregamento de suas páginas. Já o Walmart, em análise de 2012, constatou que quando o tempo de carregamento do site varia entre 1 e 4 segundos, a taxa de conversão cai consideravelmente. Por outro lado, a cada 1 segundo a menos no load das páginas, a taxa de conversão aumenta em 2%.

E não é só o tempo de carregamento. Os caminhos para encontrar as soluções também são extremamente importantes para que o cliente consiga chegar rapidamente ao que procura e precisa. A UX exige que a empresa esteja comprometida em aprender e conhecer como as experiências digitais podem se desenvolver da melhor maneira para o público que se pretende impactar.

Se a companhia ainda não tem um site ou aplicativo, a experiência do usuário deve ser pensada desde o início, com base no estudo do comportamento da audiência. Mas se o portal já está em funcionamento – hoje a realidade de praticamente todas as empresas -, o caminho é buscar melhorias, seja por meio de testes gratuitos de navegabilidade disponíveis na internet ou com o suporte de uma empresa especializada, que te ajudará a descobrir as diversas variáveis que impactam sua marca para identificar como melhorar a web performance, reduzindo o tempo de navegação, aprimorando a experiência nas páginas e diminuindo a taxa de abandono, por exemplo.

Como toda quebra de paradigma, o início da adoção da UX pode não ser tão confortável. É preciso fazer testes para achar um caminho que corresponda realmente ao que o usuário quer, e não ao que você pensa que ele pode querer.

É um trabalho contínuo, que exige renovações frequentes, testes AB e atenção às novas possibilidades de mercado quanto a modelo, desempenho e identificação de uso do usuário. A novidade do momento neste universo é a personalização, onde a comunicação da empresa com seus consumidores precisa ser pensada de forma a tornar o cliente agente, entendendo que é ele quem comanda a navegação.

É preciso entender que tudo é digital. Se antes os clientes guardavam as experiências com as marcas para si, hoje compartilham nas redes sociais e são capazes de levar a mensagem para milhares de pessoas em todo o mundo. Saber como impactar positivamente essas pessoas com as suas ofertas e com web performance é o que determinará o sucesso dos seus negócios.

*Karin Lublin é especialista em User Experience (UX) na Exceda, líder na América Latina em soluções de segurança e web performance e representante da Akamai.

Fonte: Grupo RMA

Artigo aborda transformação digital

A construção de um e-business de sucesso requer uma grande transformação digital

por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios, etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada. Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos, recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado. Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo – o famoso APP – atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização. Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão. E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

Roberto Atayde é adviser da Topper Minds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa / Ana Finatti

Vaga para web designer

Web Designer para Taubaté

Requisitos: Experiência como Web Designer – Criação de artes

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Atividades a serem desenvolvidas: Criação de artes e Comunicação Visual Online e Offline. Executar tratamento de imagens para inclusão em site, criação de banners para site e para campanhas de Trade Marketing. Criar banners, folders, cartões e gifs animados com Identidade Visual.

Conhecimento em edição de vídeo e fotografia é um diferencial. Ser comprometido, pró ativo, dinâmico, criativo e saber trabalhar em equipe.

Salário : a combinar

Benefícios oferecidos : VT e VR

Horário e dias a trabalhar : De Segunda a Sexta-Feira, das 8h00 às 18h00.

Observação: Agência especializada em Marketing Digital Indoor

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Vídeo mobile e o click to call

O que é e para que serve o click to call na publicidade em smartphones?

Os vídeos interativos são uma grande oportunidade para converter espectadores em clientes, envolvendo-os na ação, através de diversas interações que podem ser feitas diretamente do vídeo (por exemplo, seguir uma marca nas redes sociais, aferir preços e características de determinados produtos ou, até mesmo, comprar).

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Agora existem plataformas online que permitem adaptar vídeos tradicionais ou criar vídeos interativos do zero. Como a Cinemad , uma startup argentina que acabou de abrir seu escritório no Brasil.

Uma das opções de interação é o Click to call. Mariano Locane, cofundador da empresa hermana, explica do que se trata:”Fizemos para uma marca da Unilever do Chile, lava louças Quix.Nesse caso, utilizamos a interação de Click To Call Mobile para inserir um botão que permite adicionar um número ao Whatsapp para participar de um concurso”.

No Chile, o prêmio do concurso consistia em alguém de fora do domicílio do vencedor lavar a louça acumulada do dia 18 de setembro, dia em que se comemora o aniversário da primeira junta nacional do governo chileno, feriado em que todos se reúnem em casa, formando uma pilha de pratos sujos que ninguém quer lavar.

“As pesquisas falam por si só sobre a efetividade desta ação em particular e dos vídeos interativos em geral. Atingimos um CTR de 2,9% e incrementamos a comunicação direta da marca com seus consumidores vía Whatsapp em 321%” salientou Lo Cane.

A ação Click To Call, especialmente desenvolvida no formato mobile, pode ser adaptada para diversas marcas e suas distintas necessidades segundo o objetivo da campanha.

Outro exemplo de sucesso, mas dessa vez no mercado brasileiro, foi a utilização do Click to Call na campanha da rede de fast food Habib’s – após um simples clique no botão apresentado durante o video, o usuário era direcionado para o discador de seu smartphone com o telefone do delivery de uma maneira rápida e direta. Com toda essa facilidade, o resultado atingiu um incrível CTR superior a 4%.

Sem dúvidas, as possibilidades de uso dos vídeos interativos, tem pela frente um bom caminho a percorrer no futuro imediato do mundo mobile.

Fonte: Daniel Salman – Consultor de mídia

Marca de roupas estréia loja física

Soufit estréia pop store no Estúdio MovaC

A marca de roupas esportivas femininas que alia funcionalidade fitness com moda e estilo traz uma experiência offline própria para quem quer conhecer e testar seus produtos.

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Instalada no espaço Pop Store do novo Estúdio MovaC Pilates, na Vila Adyana em São José dos Campos, a Soufit oferece uma experiência offline própria, expandindo sua presença online para loja uma física onde suas clientes podem conhecer as coleções em um espaço voltado para o movimento do corpo.

A ideia de sua criadora Larissa Tomaszewski é expandir a oferta de seus produtos para quem não se sente ainda à vontade com a compra na internet, além de dar a oportunidade para quem quer conhecer os produtos ao vivo. E nada melhor do que isso que em um ambiente como seu novo estúdio de pilates, o MovaC.

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Para conhecer os produtos Soufit, visite o espaço no Estúdio MovaC, na Rua Paulo Becker, 151/08, em São José dos Campos.

A Soufit
Desde 2014 a SOUFIT traz a moda fitness com casualidade, vestindo de maneira confortável e prática, sem perder o seu estilo. Criada por Larissa Tomaszewski, fisioterapeuta e empreendedora apaixonada por moda, oferece em sua loja virtual www.soufitwear.com.br uma linha de roupas que une a funcionalidade fitness com moda e estilo da vida urbana.

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Miss São José dos Campos 2015 como garota propaganda

Stephanie Pröglhöf estrela campanha da Breton – São José dos Campos
Miss apresenta o conteúdo da marca, que unifica qualidade, design exclusivo e inovação em um só loja

A qualidade, o design exclusivo e a inovação das peças da Breton, em São José dos Campos. Esse é o mote da marca, referência nacional em décor, na sua nova campanha regional, que será lançada na próxima semana explorando toda a essência de sofisticação da marca.

A direção do filme de TV, que faz parte da campanha, é de Renato Pulice, da Dixi Filmes. Nas imagens, além da nova coleção da Breton, com seus móveis de design assinado, mostra-se um cenário único: o terraço da Breton São José com vista para a Serra da Mantiqueira.

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A estreia do filme será na próxima segunda-feira (20 de junho), no intervalo do jornal Bom Dia Brasil, na Vanguarda, afiliada da Rede Globo. “Teremos veiculações na TV, no online e também no offline. A ideia é mostrar que a região conta com uma unidade da Breton em São José, com o alto padrão da marca. Para representar nossa regionalidade, convidamos a Miss São José dos Campos 2015 como garota propaganda”, explica o gerente de Marketing da Breton São José, Lucas Toledo.

Toda a campanha será estrelada pela modelo Stephanie Pröglhöf. “Para mim, é uma honra ter sido escolhida pra atuar em uma campanha da Breton São José dos Campos, uma marca reconhecida, com móveis e decorações incríveis. Me encantei com todo o cenário da loja e me identifiquei com sua versatilidade. Ao mesmo tempo que possui um design moderno, proporciona um ambiente confortável e aconchegante. Me senti praticamente em casa durante os ensaios”, conta a modelo.

Perfil

Stephanie é natural de São José dos Campos, tem 22 anos e atua como modelo desde 2012. Seu sobrenome – Pröglhöf – tem origem austríaca. “Meu avô veio de Retz para o Brasil durante o período da Segunda Guerra Mundial”, explica.

Atualmente, ela concilia a carreira de modelo com os estudos de Biomedicina, faculdade que cursa o segundo ano.

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No currículo, campanhas para o Colinas Shopping, Univap, Victoriana Alta Costura, Triskle Cosméticos, entre outras, e a experiência como miss São José dos Campos, em 2015.

“O Miss foi pra mim uma experiência diferente de tudo que já vivenciei. Totalmente diferente do mundo da moda, o Miss exige postura, opinião e comportamento, pois estou representando as mulheres da minha cidade. Me ajudou a ter uma percepção que beleza não é nada quando a pessoa não é bonita por dentro.”

Ficha técnica:

Fotos Making Off: Fabiana Ferreira
Modelo: Stephanie Pröglhöf
Produtora: Dixi Filmes
Look: Folic Colinas e Empórionaka
Make e Cabelo: Dam Popup Atelier
Produção de Moda: A3 Conteúdo Criativo

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Fonte: Suzane Rodriguez – cabana.work