Levantamento feito pela Adobe traz dados importantes

Conteúdo personalizado e marketing orientado por dados são base para boa experiência de compra no varejo, aponta levantamento da Adobe
Após experiências personalizadas em diferentes canais de uma marca, 78% dos consumidores dizem que estão propensos a comprar – saiba mais

Cada vez mais, a experiência de compra tem que ser rápida, fluida e personalizada. Um levantamento da Adobe mostra que, no varejo, não há mais espaço para conteúdo sem relevância e marketing intuitivo: 78% dos consumidores dizem que a personalização influencia suas decisões de compra; 71% preferem comprar produtos com boa nota nos rankings on-line; e 75% esperam uma experiência consistente com uma marca independentemente do canal.

Nesse contexto, a personalização deve ser profunda: 70% dos consumidores consideram a personalização superficial quando ela se restringe ao e-mail marketing; 66% dizem que trocariam uma marca se sentissem que estão sendo tratados como um número; e 73% estão dispostos a substituir uma marca se a experiência de compra não for boa.

Empresas inovadoras estão atentas a esse momento e vêm transformando a forma de se conectar com o público: 78% dos varejistas consultados combinam marketing digital com Analytics; 72% aumentarão o investimento em mobile marketing; e 75% investirão em personalização no contexto mais robusto do marketing orientado por dados, ou seja, personalização multicanal.

O fato é que a boa experiência de compra garante conversão: dos varejistas que apostam em data-driven marketing com foco nas necessidades dos consumidores, 73% aumentam o engajamento de seus clientes nos canais digitais; 53% ampliam as taxas de conversão; 45% registram aumento das taxas de aquisição de novos clientes; e 34% relatam crescimento da receita de seus e-commerces.

“Basta de conteúdo sem sentido. É preciso apostar em conteúdo personalizado, com velocidade, independentemente do canal. O marketing intuitivo morreu. As empresas, hoje, devem investir em marketing orientado por dados. Essa é a melhor maneira de saber o que o cliente espera e precisa”, afirma Gabriela Viana, diretora de Marketing na Adobe Brasil para América Latina.

Confira o Infográfico

Fonte: RMA Comunicação – Vanessa Domingues

Coluna “Discutindo a relação…”

Temos que amar um pouco mais os números

Dou aulas há 26 anos em cursos de publicidade e propaganda. Dou aulas de mídia há 26 anos. E vejo um certo desespero no rosto dos alunos quando falamos de números e nos aproximamos de qualquer coisa que pareça ser de exatas ou que de algum modo faça lembrar matemática.

Vejo a cara de quase angustia quando coloco o slide que mostra a fórmula do Custo por Mil, ou do GRP, ou do CPP. Mais recentemente, quando explico algumas métricas aplicadas a redes sociais o mesmo acontece.

É… esse povo de humanas sempre fugiu dos números!

Não trago, entretanto, boas notícias para essa galera. Os números estão se aproximando, estão nas nossas fronteiras… ou melhor, já invadiram nosso território. Eles estão entre nós!

Você já deve ter ouvido falar de monitoramento, métricas, B.I (Business Intelligence), Big Data, análise e tratamento de dados e etc, etc, etc… Não tem mais jeito. Entre as muitas mudanças da área de comunicação mercadológica esta é uma das mais definitivas. Os números vieram para ficar e estão se tornando cada vez mais relevantes no processo de tomada de decisões estratégicas e até, pasmem, criativas.

É claro que tudo isso implica em aspectos para lá de positivos: nunca tivemos tantos dados e informações disponíveis e a custo relativamente baixo (alguns até gratuitos) como temos agora. Montar um planejamento estratégico de comunicação hoje pode e deve contar com o apoio das informações coletadas no universo digital. Afinal de contas, as pessoas entregam seus hábitos, costumes, desejos, aspirações, vontades, angustias, dores e amores nas redes sociais sem que ninguém lhes peça.

Implica também em podermos saber se a linha criativa de uma campanha realmente impacta nosso público. E podemos fazer isso em tempo real. Ao vivo. Implica em colher dados ricos e necessários.

Há montanhas de programas de monitoramento e uma série de novas métricas que podem ser utilizadas.

Então, meu povo de humanas, gostemos mais de números. Tenhamos mais paciência e boa vontade para com as métricas. Façamos um desmedido esforço para amar mais esses novos vizinhos. Eles vieram pra ficar e vão nos ajudar. Bastante!

Parte importante do processo de adaptação e aprendizado é deixar de lado as brincadeiras bobas, o preconceito e o medo, parar de repetir mantras do tipo “gente de humanas detesta matemática” e buscar entender e aplicar as novas ferramentas e possibilidades.

Não precisa ser um gênio das exatas. Longe disso. Basta “ter coragem pra se libertar”. E amar. Amar os números. Eles são do bem. Estão nessa para somar (sem trocadilhos…rs).

Brasileiro estoura o pacote de dados

Pesquisa da Deloitte detalha uso de smartphones; oito em cada dez brasileiros estouram pacote de dados

· 87% dos participantes do estudo têm smartphones, sete pontos percentuais a mais do que em 2016;
· 45% dos jovens entre 18 e 24 anos checam suas mídias sociais na madrugada;
· Interesse pela compra de tablets recua de 32% para 28%.

Oito em cada dez brasileiros que possuem smartphone acabam estourando seus pacotes de dados antes do final do período programado para utilização. Essa é uma das conclusões da pesquisa Global Mobile Consumer Survey 2017, realizada pela Deloitte com 2.000 entrevistados no Brasil. O estudo destaca as características de uso intenso dos celulares, assim como a costumeira falta de planejamento de gastos dos consumidores.

De acordo com o levantamento, mais da metade (51%) das pessoas consultadas que contratam serviço de dados para acessar a internet possuem pacotes limitados, menores que 3GB de capacidade, enquanto 20% dos participantes não sabem sequer qual é o tamanho do plano contratado com sua operadora.

Diante do uso intenso, três de cada cinco brasileiros que responderam à pesquisa disseram que tentam reduzir ou limitar o uso de seus smartphones. Vinte e nove por cento afirmaram que desligam a conectividade de dados de seus aparelhos para economizar. Outros 28% desativam as notificações de áudio, enquanto que um percentual idêntico simplesmente desliga os aparelhos durante a noite.

“O fenômeno da afinidade e do apego do brasileiro em relação às tecnologias móveis realmente merece estudo. Com os resultados da Global Mobile Consumer Survey 2017, constatamos que nossa sociedade vive mudanças de hábitos e costumes que têm transformado a maneira como as pessoas se comportam, como trabalham, estudam, se divertem e se relacionam. Para além das curiosas conclusões de nosso estudo, traçamos um importante retrato dos tempos atuais, das potencialidades e perspectivas que se abrem para o futuro”, afirma Marcia Ogawa, sócia-líder de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da Deloitte no Brasil.

A atual edição do estudo foi feita concomitantemente pela Deloitte em 22 países, incluindo o Brasil. A consulta foi feita por meio de questionários eletrônicos com mais de 40.000 pessoas, das quais 2.000 brasileiras, sobre seus hábitos de consumo de tecnologias móveis.

Smartphone segue como “sonho de consumo”

Apesar de 87% dos participantes da pesquisa terem revelado já possuir ou ter acesso a um smartphone – parcela sete pontos percentuais maior do que a registrada na edição do ano passado (80%) e dez pontos acima da apurada em 2015 (77%) –, esse tipo de aparelho continua sendo o principal “sonho de consumo” entre os brasileiros, como indicam os resultados do levantamento.

Sessenta e dois por cento dos participantes afirmaram que o smartphone é o equipamento móvel mais citado entre aqueles que as pessoas pretendem adquirir no próximo ano (alta de três pontos percentuais ante os 59% de 2016). O segundo aparelho mais desejado é o notebook (com 31% de citações em 2017, pequeno recuo ante os 32% no ano passado), seguido pelo tablet (cujo interesse foi o que mais se retraiu em 12 meses, chegando a 28%, ante 32% do ano anterior).

Brasileiros conectados em todos os momentos

Mais uma vez, os brasileiros que foram consultados pela Global Mobile Consumer Survey 2017 deram mostras de seus hábitos excessivos na utilização dos smartphones. Quase metade (45%) dos jovens entre 18 e 24 anos disse que checa notificações de mídias sociais no meio da noite. Na média geral, entre os participantes de todas as idades, esse hábito noturno afeta 33% dos participantes.

Fazendo a comparação com outros países, 22% dos jovens britânicos até 24 anos têm o costume de checar suas notificações de mídias sociais no meio da noite. Já na média geral de todos consultados na pesquisa do Reino Unido, esse percentual fica abaixo de um terço (10%) do demonstrado pelos brasileiros. Os jovens canadenses (24%) e os australianos (31%) também ficam atrás dos usuários do Brasil quando o assunto é mexer nos smartphones em plena madrugada.

O uso excessivo dos smartphones é notadamente um fator de atrito entre muitos casais. De acordo com a pesquisa da Deloitte, 56% das pessoas que têm um relacionamento estável consideram que seu parceiro ou parceira utiliza demasiadamente seu celular.

A opinião sobre excessos é ainda mais marcante entre os pais, já que 63% deles avaliam que seus filhos usam muito os smartphones. Porém, quando a questão é autocrítica, um percentual menor reconhece seus próprios excessos: exatamente metade (50%) dos participantes do estudo reconhecem hábitos exagerados no uso de seus aparelhos.

Smartphone no trabalho

Quase dois terços (64%) dos brasileiros participantes reconhecem utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço. Apenas 4% afirmam nunca fazer esse uso e 31% o fazem eventualmente.

No Reino Unido, metade (50%) dos britânicos consultados pelo estudo reconhece utilizar com frequência seus aparelhos para uso pessoal em pleno horário de serviço, enquanto que 10% afirmam nunca fazer esse uso e 40% o fazem eventualmente.

Já no Canadá, o percentual daqueles que usam seus smartphones no serviço com finalidades pessoas é ainda mais baixo (46%). Somente 10% dizem nunca fazer esse uso e 44% usam esporadicamente. Também os australianos demonstram respeitar mais o ambiente de trabalho que os brasileiros, já que pouco menos da metade (48%) dos participantes tem esse hábito, 44% fazem uso eventual do celular no trabalho e 8% nunca recorrem a seu aparelho nesse ambiente.

Na ponta oposta dessa equação, 48% dos brasileiros consultados afirmaram utilizar por razões profissionais seus smartphones com alguma frequência fora do horário de trabalho. Trinta e nove por cento agem assim eventualmente e 13% não utilizam essa ferramenta para fins de trabalho durante seus períodos de folga.

Os britânicos evitam “levar trabalho para casa”. Apenas 19% deles disseram que consultam seus smartphones por razões profissionais com frequência fora do horário de trabalho, 34% agem assim eventualmente, enquanto que 47% nunca usam essa ferramenta em suas folgas.

Canadenses (22%) e australianos (26%) também são mais reticentes a tratar sistematicamente de questões profissionais fora do ambiente de serviço. Quarenta por cento dos consultados no Canadá e 42% na Austrália levam eventualmente trabalho para casa com seus smartphones, enquanto que 37% e 32%, respectivamente, nunca fazem isso.

Mensagens instantâneas no topo

Os aplicativos (APPs) de troca de mensagens instantâneas são os mais utilizados pelos participantes da pesquisa da Deloitte, e quase totalidade deles (94%) confirmou usar esse tipo de solução em seus smartphones. O segundo grupo de APPs mais lembrado é o de redes sociais, com 89% de citações. Pouco abaixo, vêm os aplicativos de e-mails (com 82% das referências) e as ligações de voz tradicionais (80%).

Já o avanço no acesso às redes de dados móveis de quarta geração (ou 4G) entre os usuários brasileiros de telefonia móvel foi considerável nos últimos dois anos, partindo de 25% dos participantes da pesquisa de 2015 para 44% no ano passado, e chegando aos 61% em 2017 – ou 36 pontos percentuais a mais em 24 meses.

Mesmo assim, o meio de conectividade com a internet preferido pelos brasileiros consultados segue sendo a conexão Wi-Fi, apontada como a mais utilizada por 84% dos que responderam ao estudo. As redes de dados móveis são apontadas como preferenciais por apenas 16% das pessoas.

Outro fator que demonstra o uso intenso das funcionalidades permitidas pelos smartphones e também pelos aplicativos de troca de mensagens instantâneas é o hábito de compartilhar com frequência fotos ou vídeos. Mais de dois terços dos brasileiros participantes (82%) afirmam compartilhar imagens nesses aplicativos ao menos uma vez por semana e 75% compartilham semanalmente vídeos pelo smartphone.

“Pouco interesse” por APPs

Os brasileiros consultados pela Global Mobile Consumer Survey 2017 parecem não demonstrar grande interesse em acumular uma quantidade grande de aplicativos em seus aparelhos. Quase metade deles (48%) indicou “não ver necessidade de ter mais APPs”. Outro fator que restringe a aquisição de APPs, citado por 39% dos consultados, é a falta de memória para armazenamento. Outros 10% dizem utilizar-se do navegador de internet para ter acesso a facilidades oferecidas por alguns APPs e 5% não querem gastar mais com isso.

Hábitos de compra de aparelhos

Apesar de estar constantemente conectado, o brasileiro ainda prefere adquirir seu smartphone em lojas físicas. De acordo com a Global Mobile Consumer Survey 2017, 42% (mesmo percentual de 2016) dos participantes da pesquisa compraram seu aparelho atual em lojas físicas, contra 33% (35% no ano passado) daqueles que o adquiriram em estabelecimentos online.

Entre os estabelecimentos físicos, a preferência foi por lojas varejistas de produtos eletrônicos (33%), seguidas por lojas de departamentos (24%), vendedores exclusivos de telefonia celular (12%), pontos de vendas dos fabricantes (9%), operadores de telefonia móvel (também 9%) e supermercados (6%). Já os estabelecimentos online preferidos foram: lojas de departamentos (38%); lojas varejistas de produtos eletrônicos (25%); sites de e-commerce (10%); supermercados (8%); lojas dos fabricantes (5%); vendedores exclusivos de telefonia celular (4%); e operadores de telefonia móvel (1%).

Em relação aos hábitos gerais de compras, 56% dos brasileiros consultados afirmaram realizar pesquisas online sobre produtos ou serviços pelo menos uma vez por semana. Já 18% do total de respondentes efetivamente realizam no mínimo uma compra de produto por semana.

Smartphone “financeiro”

O estudo detalha a tendência de crescimento do uso do smartphone para realização de operações bancárias pelos brasileiros, já apurada pela Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2017 – produzida pela Deloitte em parceria com a Federação Brasileira de Bancos –, que concluiu que o mobile banking é atualmente o canal preferido pelo brasileiro para realizar transações, com 34% do total.

De acordo com Global Mobile Consumer Survey 2017, quando as pessoas pretendem fazer transferências de dinheiro, os aplicativos de bancos são os preferidos (com 67% das citações). A seguir, vêm os provedores de transferências online de recursos (28%), aplicativos de outras instituições financeiras (19%) e solução do Facebook (11%).

Quando a questão apresentada aos participantes foi relacionada a seus hábitos de uso de serviços financeiros pelo navegador de internet ou pelos aplicativos de seu smartphone, 46% das pessoas disseram que consultam seu saldo, 31% realizam algum outro tipo de operação, 20% concluem uma transferência de dinheiro para outra pessoa no Brasil e 13% realizam transferências internacionais de recursos ao menos uma vez por semana.

Sobre a pesquisa

Além do Brasil, a Global Mobile Costumer Survey 2017 foi realizada concomitantemente em outros 21 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia.

Para apurar os resultados sobre hábitos de consumo de tecnologias móveis, a Deloitte consultou por meio de questionários eletrônicos mais de 40.000 pessoas, de 18 a 55 anos, das quais 2.000 do Brasil

Fonte: Assessoria de Comunicação da Deloitte – In Press Porter Novelli – Carlos Brazil

Maioria dos consumidores vai às compras no Dia das Crianças

Pesquisa ACI-Unitau mostra otimismo dos consumidores de São José dos Campos com a data; brinquedos são os presentes favoritos

Boa notícia para a criançada: quase 60% dos consumidores de São José dos Campos pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças. E a grande maioria pretende comprar brinquedos.

Isso é o que aponta a mais nova pesquisa da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Informação), da Universidade de Taubaté, para medir a intenção de compras para o Dia das Crianças, festejado em 12 de outubro. O levantamento ouviu 394 consumidores entre os dias 18 e 21 de setembro em quatro pontos da cidade: Rua 15 de Novembro, Calçadão da Rua 7 e nos shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

— Os números da pesquisa sobre o Dia das Crianças são uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos e mostram que a reação da economia, iniciada no primeiro bimestre de 2017, se manteve e é para valer — disse Humberto Dutra, presidente da ACI.

A pesquisa ACI-Unitau mostra que 59,1% dos consumidores vão comprar presentes neste Dia das Crianças e que os brinquedos são os preferidos pelos consumidores (52,2%), seguidos de roupas (30,8%) e calçados (9,4%). Eletro-eletrônicos são opção para 3,9% dos consumidores. O valor do tíquete médio de compras varia de R$ 50,01 a R$ 100 (32%) a R$ 100,01 a R$ 200 (27,3%). Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos consumidores (67,1%) planeja fazer suas compras à vista, pagando em dinheiro ou cartão de débito (54,7%).

O levantamento apontou onde os consumidores vão fazer compras: 53,6% disseram preferir as lojas do centro, 27,5% vão optar pelos shoppings. A pesquisa revelou ainda que a grande maioria dos consumidores (88,4%) ainda prefere comprar em lojas físicas. As lojas virtuais são as preferidas por 11,6%.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Otimismo para o Dia das Crianças

Segundo pesquisa da ACIT, lojistas estão otimistas para vendas do Dia das Crianças

Uma pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o NUPES (Núcleo de Pesquisas Econômicas e Sociais) da Universidade de Taubaté, aponta que as vendas para a data em que se comemora o dia das crianças devem ter uma aumento de 10%.

Para a realização da pesquisa, foram levantadas informações como o tipo de presente que pretendem comprar, o valor médio, a forma de pagamento, bem como o local da compra. Em relação à expectativa dos consumidores foi feito comparação com a pesquisa de 2013, período em que o país apresentava crescimento econômico. Assim, é possível identificar como a desaceleração das atividades econômicas dos últimos 4 anos pode ter influenciado no comportamento do consumidor. Foram entrevistados 78 empresários associados à ACIT e 278 consumidores com a intenção de presentear na data As entrevistas ocorreram entre os dias 08 e 22 de setembro do ano corrente e apontam um intervalo de confiança de 90%.

De modo geral, os lojistas estão otimistas em relação às vendas do ano passado. Para
42,53% dos comerciantes, as vendas vão crescer uma média de 10%, enquanto 37,93% disseram que vão permanecer como está e 15,94% apontaram redução nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados apresentam que os brinquedos continuam sendo a o item mais citado em 2017 (52,20%). No entanto, quando comparada à intenção em 2013 (71,17%) há uma redução acentuada dessa preferência. O seguimento de roupas e calçados vem como segunda opção e foi citada por cerca de 30,80%, o que demonstra uma mudança no perfil, pois esses itens são considerados mais essenciais do que os brinquedos. Essa mudança pode ser considerada devido à redução da renda disponível das famílias.

O ticket mais citado na pesquisa são os que tem valores médios de R$ 50, e a preferência para pagamento à vista foram bem superiores às outras formas de pagamento.

“Já há algum tempo percebemos a mudança de comportamento na compra de presentes, com a redução do valor médio. Mas os consumidores não deixam de presentear. O mercado sente uma leve retomada na intenção de compra. Muitos setores estão conseguindo reverter a queda de venda que se constatou nos anos de 2015 e 2016. Isso é um indicativo positivo para o país, pois o empreendedor volta a investir em máquinas e equipamentos, dando mais força a esta retomada econômica. As datas festivas deste ano foram boas e tudo leva ao entendimento que o dia das crianças será melhor que o ano passado” ressalta Felipe Bom Meihy, diretor de marketing da ACIT.

E para incentivar mais as vendas, a ACIT realiza junto ao comércio local a Campanha “Super Compras” TaubateAMO e traz a promoção Mês das Crianças, com o sorteio de 3 cartões presentes no valor de R$ 500 cada e ainda mais 3 cartões de R$ 200,00 cada para os vendedores registrados nos cupons sorteados para serem utilizados nas lojas participantes da promoção.

Com essa ideia a ACIT busca movimentar o comércio e prestação de serviço local fazendo com a economia circule pelo município e que as promoções tenham sempre mais de um ganhador. Os associados que ainda não estão participando do fundo promocional podem fazer sua adesão diretamente na ACIT. Maiores informações pelo telefone (12) 2125-8225.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Nova jornada de compra

Conectividade, simplificação, humanização e engajamento marcam a nova jornada de compra
Informações foram apresentadas durante o Kantar Talks Brazil, que reuniu as mais recentes tendências analisadas pelas empresas do grupo Kantar

Batizada de “Shoppers Into Buyers”, a terceira edição do Kantar Talks Brazil revelou as principais tendências que impactam, atualmente, a jornada de compra. Em um ambiente cada vez mais multimídia, com a forte e crescente presença de redes sociais e aplicativos de mensagens, a informação móvel cria uma nova fórmula de diálogo e altera o modo como as pessoas compram. Nesse cenário, a simplificação surge como uma necessidade a ser atendida. De acordo com informações da Kantar Futures, 7 em cada 10 brasileiros concordam que a tecnologia ajuda suas vidas. Não por acaso, o País aparece em primeiro lugar no mundo entre os que mais querem tornar o dia a dia mais fácil – 83% da população.

E a maneira encontrada pelas companhias para simplificar ao máximo a vida do comprador é apostar na hiper conveniência, quando as facilidades oferecidas quebram as barreiras de tempo e do espaço para a realização da compra. Ações quase que saídas de filmes de ficção científica se tornam realidade no mundo digital e alteram a jornada de compra (“path to purchase”) que passa a ser menos linear, mais interativa e com mais touchpoints, onde personalizar, criar, dividir e influenciar se tornam peças-chaves para a decisão de compra.

Para se comunicar com o shopper (potencial comprador) de agora é preciso conversar com ele, imerso em um ambiente multimídia, multitela e composto de várias plataformas. Mais atento, segundo levantamento da Kantar IBOPE Media, o internauta está bem informado e percebe claramente quando uma campanha é crossmedia. E, atento a isso, envolve-se cada vez mais com as marcas nas redes. Com base nas informações do Target Group Index, por volta de ¼ dos internautas afirma que costuma seguir marcas em redes sociais. Nesse contexto, a relevância e o engajamento se tornam essenciais na comunicação.

Enquanto a penetração da internet se expande no mundo todo, com destaque para o Brasil, informações da Kantar Millward Brown mostram que apenas 5,3% dos acessos ao e-commerce se convertem em vendas, o que coloca em pauta desafios para o canal, entre eles o de ter uma comunicação atrativa, sem ser invasiva, e apresentar uma plataforma simples e que gere uma experiência positiva. Com turismo e produtos eletrônicos em primeiro lugar entre as categorias adquiridas na rede, o que significa que há uma grande oportunidade para demais itens de consumo, uma sessão de e-commerce hoje tem duração média de 43 minutos e 45 segundos, sendo que cada uma envolve muitos sites abertos simultaneamente, de modo que cada um recebe atenção por 24 minutos e 24 segundos, também em média.

Hoje as marcas formam sua imagem junto aos consumidores por meio das mais diversas experiências que proporcionam. De acordo com a Kantar TNS, o momento atual pode ser descrito como a economia de engajamento (“Engagement Economy”). Marcada por inúmeros pontos de contato (touchpoints) capazes de influenciar o shopper, a atualidade coloca em pauta o desafio de gerenciar quais são os touchpoints mais relevantes para transformar os shoppers em Buyers (compradores efetivos).

Nesse ambiente, as marcas têm de traduzir seu propósito por meio das experiências oferecidas aos consumidores. Segundo a Kantar Vermeer, a explosão de pontos de contato redefine a atuação das marcas, pedindo novas formas de envolver os clientes antes, durante e após a compra. Entre elas se destacam a melhora da experiência de varejo e da presença nas redes sociais, a criação de aplicativos e a construção de canais que mantenham o relacionamento.

Dentro da loja

Em um mundo mais ágil, com indivíduos que possuem as informações na palma da mão, a eficiência no processo de compra é fundamental. Lojas que vendem mais rápido vendem mais e, nem sempre, o material produzido para o ponto de venda – cartazes, informativos – é notado. Segundo a Kantar Retail, 69% dos shoppers compram a mesma marca que levaram para casa da última vez, contradizendo a ideia de que a maior parte das decisões de compra é tomada dentro da loja.

Estudos da Kantar Worldpanel revelam também que o shopper visita mais canais para fazer um menor número de compras. Em 2017, foram computados 7 diferentes canais; há quatro anos, eram apenas 5. A decisão de compra se mostra cada vez mais complexa. Em 2012, por exemplo, eram 12 as decisões na hora de escolher um refrigerado lácteo (funcionais, líquido, polpa, regular/light, naturais+light, etc.); hoje, elas somam 20. Mais um motivo pelo qual a organização no ponto de venda torna-se fundamental, facilitando a busca do shopper.

E facilitar a jornada da compra, voltando todas suas atenções para as necessidades, anseios e experiências positivas que possam ser geradas aos possíveis compradores, faz com que as marcas cheguem de forma consistente ao shopper, com grande chance de transformá-lo em um buyer.

Para mais informações, acesse www.kantar.com.

Fonte: AD Comunicação & Marketing – Ana Carolina

Criteo revela que consumidores iniciam jornada de compras de final de ano em outubro

Conversões começam em novembro com forte influência da Black Friday e dispositivos móveis crescem como canal para conclusão de pedidos

Quando o assunto são as compras de final de ano, a antecipação tem sido a palavra de ordem para os consumidores brasileiros que fazem suas aquisições pela Internet. De acordo com o estudo Criteo Shopper Story 2017, da Criteo (NASDAQ: CRTO), líder em marketing para e-commerce, as pessoas começam a pesquisar os presentes mais caros (como televisores e videogames) em outubro e as conversões iniciam em novembro.

A Black Friday tem papel importante nessa antecipação. Importada dos Estados Unidos, a data vem ganhando cada vez mais representatividade no Brasil. De 2012 para 2016, as vendas aumentaram quase cinco vezes, atingindo um crescimento de 465%.

“Tudo o que sempre foi verdade absoluta sobre sazonalidade do varejo está começando a mudar, pois agora os consumidores compram quando bem entendem. As marcas e as lojas precisam estar lá com seus produtos durante toda a sinuosa jornada de compra, que para muitas pessoas começa em outubro”, comenta Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

Dados da empresa ainda revelam que o uso de dispositivos móveis é cada vez maior nas transações pela Internet. No quarto trimestre do ano passado, 24% de todas as compras online do País foram concluídas no ambiente mobile. E os consumidores esperam ter a mesma experiência que têm no computador em seus tablets e smartphones.

“Os varejistas precisam traçar estratégias que foquem no consumidor e não apenas no canal ou dispositivo. Em média, a jornada de compra é 1,5 vez mais longa do que o visto em análises que consideram apenas um device”, explica Firmino.

A jornada até a compra

O estudo Criteo Shopper Story 2017 analisou o comportamento de mil consumidores omnichannel do Brasil para entender melhor suas influências e motivações. A pesquisa abrange as palavras mais buscadas na Internet e também milhões de carrinhos de compra dentro de uma rede que conta com mais de 15 mil anunciantes, incluindo os principais varejistas do Brasil, além de marcas de segmentos variados, como eletrônicos, moda, artigos esportivos e eletrodomésticos. Mais descobertas seguem abaixo:

As pessoas usam a internet para pesquisar produtos que compram na loja física (webrooming). Por outro lado, muitos clientes na loja física fecham a compra online (showrooming). De acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores omnichannel agem das duas formas.

O e-commerce brasileiro vem ficando mais competitivo graças à expertise cada vez maior dos grandes anunciantes e ao aumento da concorrência online. Agora com mais escolhas, os consumidores fazem compras em vários sites, comparando disponibilidade, opções de frete e informações do produto, além dos preços. O cross-shopping é especialmente comum na categoria “Eletroeletrônicos”, na qual 47% dizem visitar regularmente vários sites para fazer comparações.

A pesquisa revela ainda que antes da conversão, as pessoas costumam manter o carrinho de compras online cheio. Essa prática é mais forte na categoria “Roupas”. Neste caso, um terço dos consumidores inclui itens no carrinho, mas não conclui o pedido na hora.

Fonte: FirstCom Comunicação – Eduardo Mustafa

Artigo trata de análises a partir de BI

Três análises que podem impulsionar os resultados extraídos das ferramentas de BI

* por Rodrigo Segalla Uehara

Para utilizar os dados a favor do negócio é preciso muito mais do que uma ferramenta de Business Intelligence. Atualmente, empresas investem milhões em soluções para coleta de informações valiosas de seu histórico, mas poucas ainda sabem a importância de aliar esse fator com a previsão de eventos futuros, ou o que conhecemos como análise preditiva.

Essa investida tem se mostrado tão relevante ao mercado que, segundo previsão do Gartner, em 2020 a análise preditiva e a prescritiva irão atrair 40% dos investimentos das companhias relacionados a BI e analytics. A partir deste cenário será possível ter controle de eventos nas empresas e do desenvolvimento da habilidade de entregar experiências personalizadas aos clientes.

Esse novo olhar às soluções de BI auxilia equipes de inteligência a tirarem o melhor proveito dessas ferramentas, promovendo uma mudança cultural em toda a organização – afinal, dados isolados não dizem nada! Para tomar decisões assertivas, que ajudem a reduzir perdas, melhorar a eficiência operacional e aumentar a lucratividade, deve-se realizar diversos tipos de análises em relação às informações coletadas.

Pensando nisso, listo abaixo exemplos que são amplamente praticados pelas organizações em prol de resultados favoráveis.

Análise Preditiva

O primeiro é o modelo de análise preditiva que utiliza os dados para fazer previsões sobre o resultado de uma determinada ação. Para entender como funciona, vamos imaginar que sua empresa vai lançar um novo produto no mercado e você precisa entender o que exatamente vai agradar seu público-alvo. Ao realizar a análise preditiva dos dados, é possível identificar tendências, entender e prever o comportamento dos clientes, por exemplo. Tudo isso é fundamental para traçar um plano assertivo.

Análise Descritiva

Análise descritiva costuma ser realizada quando é necessário tomar uma decisão de imediato. Diferente da preditiva, os dados, nesse caso, não serão usados para avaliar uma situação futura. Ela é muito utilizada, por exemplo, pela área financeira para análise de crédito. Ao verificar a situação atual do cliente, a instituição se certifica de que ele terá condições de honrar o compromisso.

Análise Estatística

Por fim temos a análise estatística. Diariamente, as organizações acumulam um grande volume de dados brutos em seus aplicativos operacionais. Eles mostram os produtos que foram comprados, quem os comprou, quando a venda foi realizada, qual a quantidade vendida etc. Essas informações podem ser usadas para realizar uma análise que, quando bem empregada, auxilia, por exemplo, no gerenciamento do estoque de uma loja ou também na identificação de tendências de compra. Isso é possível ao fazer a checagem de uma grande quantidade de dados e chegar a um cenário estatístico fiel ao que se deseja observar.

E você, o que considera ser mais importante para investir em sua empresa hoje?

*Rodrigo Segalla Uehara – graduado em Ciências da Computação, com MBA em Business Intelligence – diretor de Tecnologia e Soluções da IN

Mais mobile nas férias

Mobile: pesquisa da RTB House revela aumento no uso dos dispositivos móveis durante as férias

A sazonalidade nas campanhas de marketing não deve considerar apenas datas comemorativas ou períodos de promoções, mas também o tipo de dispositivo que os consumidores usam para pesquisar e comprar produtos online. Foi isso que a RTB House, uma empresa global que fornece tecnologia de ponta para retargeting, concluiu ao constatar que as atividades de smartphones e tablets cresceram mais de 30% durante as férias de julho no ano passado.

O poder crescente dos dispositivos móveis já foi comprovado pelo relatório sobre Receita de Publicidade na Internet, desenvolvido pela PricewaterhouseCoopers em conjunto com o Interactive Advertising Bureau. O levantamento mapeou que 51% dos US$ 72,5 bilhões gastos com anúncios digitais em 2016 vieram de plataformas móveis – movimentando um total de US$ 36,6 bilhões. Agora, a RTB House constatou também que as atividades em smartphones e tablets ficam particularmente mais intensas durante as férias.

O mapeamento levou em conta uma base em dados de mais de 40 mercados em toda a Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África. De maneira geral, o número de conversões de dispositivos móveis aumentou em julho e agosto de 2016, onde a participação nos smartphones foi de 27% a 36% superior à média do ano. Os smarphones e tablets geraram, em conjunto, 28% do número total de conversões no primeiro mês e quase 30% no último mês – os smartphones representaram mais 24% e 25%, respectivamente, enquanto os tablets representaram mais de 4% em ambos.

Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil, aponta que, com a quantidade crescente de dispositivos móveis, os anunciantes precisam estar conscientes da sazonalidade na utilização dos smartphones e tablets. “O uso de celular aumenta significativamente, pois as pessoas gastam mais tempo fora de casa, saem de férias ou vão viajar. As atividades baseadas em performance com o uso de campanhas cross device podem direcionar as pessoas em seu percurso, permitindo que os anúncios aproveitem não apenas as temporizações em suas ofertas, mas os canais mais prováveis de serem usados”.

Lobato também observa que “com as ferramentas de retargeting corretas, os comerciantes podem reagir rapidamente ao comportamento dos clientes em diferentes estágios do caminho de compra. Sabendo como e quando os consumidores estão envolvidos com plataformas específicas, eles podem planejar estratégias de publicidade por diferentes segmentos de usuários – visitantes, consumidores frequentes ou aqueles de primeira viagem – e entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico”.

Essa tendência de mobilidade nas férias reflete uma maior área de crescimento no mercado de marketing móvel. Em 2016, a participação média dos dispositivos móveis de janeiro a maio representou cerca de 19% de conversões. Em 2017, esse valor cresceu para mais de 28%, o que representa um crescimento de quase 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Podemos assumir que durante as férias de 2017 teremos um pico igual ou talvez maior”, avalia Lobato.

O estudo baseia-se em dados coletados de mais de 1.000 campanhas realizadas no modelo RTB, uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações de anúncios individuais em tempo real. Eles foram compilados no Device Report, pesquisa desenvolvida a partir do painel de clientes de retargeting personalizado da RTB House.

A RTB House é uma das poucas empresas do mundo que desenvolveu e implementou sua própria tecnologia para compra de anúncios no modelo RTB (lances em tempo real). A empresa atua em todo o mundo e opera campanhas para marcas globais em 40 mercados da Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: Diego Segura

Pesquisa aponta que corrupção assusta empresários

Corrupção é o principal problema do país, segundo empresários joseenses

Pesquisa realizada em parceria entre ACI e Fapeti/ Unitau analisa as percepções do empresário diante da atual situação do país

A corrupção é o principal problema a ser resolvido no país, de acordo com a opinião dos empresários do comércio de São José dos Campos. Esse é o dado apontado pela pesquisa realizada pela ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação).

De acordo com o levantamento, 21% dos entrevistados acreditam que a corrupção é o maior problema, seguido de 13,5% que enxergam o desemprego como a principal dificuldade do país. Em terceiro lugar, está a educação, com 13,1% e, em seguida, com 12,4%, a crise política. A saúde foi apontada como a principal queixa para 12,1% dos entrevistados.

Os empresários também foram questionados sobre os impactos da crise política na economia brasileira. O aumento do desemprego foi o mais registrado, com 24,7% das opiniões. Em seguida, vieram a diminuição de vendas, com 13,5%, e o fechamento de empresas, com 11,3% das respostas. O aumento de impostos também apareceu entre as opiniões de 10% dos entrevistados.

Segundo o estudo, a crise causou a diminuição de vendas para 34,3% dos entrevistados. Para 14,5%, a situação econômica do país também tem resultado na inadimplência de clientes. Em terceiro lugar, com 8,3%, apareceu a dificuldade para pagamento em dia e, com 8%, ficaram os que enxergam dificuldade para manter empregos.

Na mesma rodada de perguntas, 25,3% dos empresários responderam que para o Brasil voltar a crescer, é preciso combater a corrupção. Com 14,4%, há o grupo que entende ser preciso trocar de governo, seguido dos que acreditam ser necessário promover a reforma política e controlar a inflação, com 9,4%. Por último, com 9,3%, há ainda os que acreditam ser importante reduzir os impostos.

Os dados foram coletados entre os dias 19 e 22 de junho, em 302 estabelecimentos da região central de São José dos Campos e dos shoppings Center Vale e Vale. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. É importante ressaltar que cada entrevistado pode escolher mais de uma alternativa em cada pergunta realizada.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia