Dança das cadeiras

Julho quente!

Os dias podem até estra mais frios nesse sétimo mês de 2019, mas a temperatura do mercado está alta com muita movimentação de profissionais.

Veja as últimas:

Natália Nascimento Vitor, que estudou jornalismo e marketing, é a nova redatora de conteúdo do Parque Tecnológico de São José dos Campos. Ela tem passagem anterior pela Atento.

Natalia Villar pelo novo cargo de Assistente de marketing na Tarkett. A Natalia já atuou como assistente de marketing no Vale Sul Shopping e como analista de comunicação e eventos no Parque Tecnológico de SJCampos.

O publicitário Daniel Araujo é o novo Executivo de contas na Tríadaz Publicidade & Propaganda. Ele já atuou como analista de comunicação na Basf, como executivo de contas na Supera Comunicação e como coordenador de atendimento na MaCost Brasil.

E o também publicitário Patrick de Chiara acaba de ser promovido para o cargo de Analista de Pesquisa de Mercado Jr na Quero Educação, startup de SJCampos.

E para fechar essa edição temos a Lidia Lima assumindo o posto de analista de marketing sênior na Objetiva Consórcio.

Pesquisa detalha consumo das redes sociais no Brasil

Cerca de 88% dos brasileiros acessam as redes sociais

O consumo de redes sociais é o mais alto da América Latina, superando Argentina (83%) e México (80%). De acordo com a Comscore, no Brasil há 121 milhões de pessoas online

Mais de 114 milhões de pessoas acessam as redes sociais por mês no Brasil. O levantamento feito com dados de abril de 2019 pela Comscore, por meio da ferramenta Media Metrix Multi-Plataform, aponta as seguintes tendências no país:

● O acesso a redes sociais por meio de dispositivos móveis e outros multiplataforma chega 98 milhões de pessoas. Enquanto que 68 milhões acessam exclusivamente por mobile;

● A faixa etária que mais consome redes sociais é a de adultos com mais de 45 anos (275), seguida por adultos entre 25 e 34 anos (25%);

● A região sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro nas primeiras posições, concentram metade do consumo das redes sociais de todo o país;

● Levando em conta o acesso por aplicativo e browser, o WhatsApp alcança 85% entre os usuários de aplicativos de mensagens, considerando o acesso mobile por browser e aplicativos. Já o Facebook Messenger chega a 50%;

● Os brasileiros gastam aproximadamente 4 horas por mês nas redes sociais através de múltiplas plataformas (mobile, desktop e tablets);

● O Instagram é a rede social que gera maior quantidade de engajamento com os conteúdos (74%), seguido pelo Facebook (21%) e Twitter (5%);

● Com relação à presença das marcas nas redes sociais o Brasil é o país com a maior quantidade de conteúdos pagos (38%) do continente, à frente do México (24%), Argentina (20%) e Chile (20%);

● As cinco principais categorias de influenciadores são:

– Músicos

– Atletas

– Política

– Artistas

– Jornalistas

● Anitta, Gustavo Lima e Marília Mendonça são os três maiores influenciadores no âmbito musical.

Alcance das redes sociais no Brasil:

“As redes sociais se converteram em plataformas de alcance transversal e multiplataforma. Isso impulsiona o crescimento de um mercado publicitário pujante. Portanto, é essencial desenvolver métricas que permitam detectar e interpretar as principais tendências de usuários e consumidores. O branded content, vídeos e celular são três formatos que ganham força em nosso país em tudo e no mundo”, completa Eduardo Carneiro, diretor da Comscore Brasil.

Fonte: Comscore – Denilson Oliveira

O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados

Seis em cada dez brasileiros planejam ir às compras no Dia dos Namorados, mas gasto médio deve ser menor que em 2018, estimam CNDL/ SPC Brasil

Expectativa é de que a data movimente R$ 12,5 bilhões; quase 99 milhões de pessoas pretendem presentear o parceiro e shoppings despontam como principal destino de compras. Tíquete médio será de R$ 127, uma queda real de 27% em relação ao ano passado

Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado. Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de 12,53 bilhões de reais na economia.

Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%). Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Mais da metade dos consumidores tem a percepção de que os produtos estão mais caros este ano; 76% pesquisarão preços antes de comprar

Quase seis em cada dez entrevistados (56%) têm a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e apenas 5% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2018. De olho no bolso, 76% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que disseram ir em busca de melhores ofertas, 69% pretendem usar a internet como aliada, 48% pesquisarão em shoppings e 43% em lojas de rua.

O simbolismo em torno desta data comemorativa ajuda a explicar a decisão de presentear. A pesquisa constatou que 47% dos que farão compras no Dia dos Namorados consideram o ato de presentear um gesto importante, ao passo que 46% têm o costume de presentear as pessoas que gostam. Os mais lembrados na ocasião serão os cônjuges (59%) e namorados (35%).

A sondagem revela ainda que 52% pretendem ir às compras na primeira semana de junho. Já 16% deixarão para a véspera do Dia dos Namorados e 14% disseram antecipar para o mês de maio.

Roupas são o principal item de quem irá presentear e se preparar para a comemorar a data; 32% planejam fazer compras em shoppings

Este ano, o levantamento revelou que os gastos devem envolver mais do que a compra do presente. Para 63% dos entrevistados, os gastos com a aquisição de um produto ou serviço terão um motivo especial: a preparação para comemorar a data. Para isso, os itens mais mencionados foram as roupas (30%), os perfumes, cosméticos ou maquiagem (19%), a lingerie ou peça íntima (18%), os calçados (11%) e os tratamentos estéticos, como salão de beleza e barbearia, manicure, depilação (9%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como principal destino, com 32% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas das lojas de rua (11%), das lojas de departamento (11%) e dos shoppings populares (9%). Em relação aos fatores que mais influenciam a escolha do local, 55% mencionaram os preços, 48% a qualidade do produto e 41% as promoções.

Já em relação ao local onde será comemorado o Dia dos Namorados, os consumidores se dividem entre a própria casa (37%) e os restaurantes (27%). Na escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (23%) e o perfil do presenteado (20%). Ainda segundo apontou a pesquisa, 70% acreditam que também vão receber presentes na data.

33% pretendem comprar presentes mesmo com contas em atraso, entre esses a maioria está com nome sujo

Para impressionar o parceiro, muitos consumidores não veem limites e até ignoram os compromissos financeiros já assumidos. A pesquisa mostra que três em cada dez (33%) entrevistados que pretendem comprar presentes irão às compras mesmo com contas em atraso. Entre esses, 69% estão com CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito. Além disso, 7% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada.

Os dados revelam ainda que 30% reconhecem gastar mais do que podem na compra de presentes para o parceiro. As justificativas para ultrapassar os limites do orçamento passam pelo desejo de agradar o cônjuge ou namorado (37%), por achar que o parceiro merece (34%) e pelo desejo de impressionar (10%). “Para os que têm contas em atraso ou estão negativados, existem outras formas de surpreender o parceiro. Fazer um esforço além da própria capacidade de pagamento pode comprometer ainda mais o orçamento. É preciso, acima de tudo, ter disciplina para conter os gastos e usar a criatividade”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Fonte: CNDL/ SPC Brasil

Pesquisa aponta a intenção de compra no Dia dos Namorados

Pesquisa ACI/Unitau revela intenção de compra no Dia dos Namorados

Roupas, joias, calçados e perfumes estão em alta neste Dia dos Namorados, quando o comércio de São José dos Campos espera um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado.

Photo by Renata Fraga on Unsplash

Isso é o que mostra pesquisa exclusiva sobre o comportamento do consumidor em relação ao Dia dos Namorados, feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi feito entre os dias 27 e 30 de maio, entrevistando 423 pessoas em áreas de concentração do comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro é de 4,76 pontos percentuais para mais ou para menos.

Pelos números, este será o Dia dos Namorados da elegância

Roupas e acessórios aparecem disparados no ranking dos presentes em vista, com 52,5% das citações. Em seguida aparecem joias ou bijuterias (9%), calçados (8,5%) e perfumes e cosméticos (6,2%). Almoços ou jantares românticos, bombons e bolos registraram 4% das citações.

Photo by Alysa Bajenaru on Unsplash

“Este Dia dos Namorados deve confirmar a tendência de aquecimento nas vendas do comércio de São José dos Campos, registrada deste o Natal do ano passado e reforçada pelo último Dia das Mães. Depois de termos registrado o melhor Natal dos últimos cinco anos e um Dia das Mães muito aquecido, para este Dia dos Namorados devemos ter um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado. Trata-se de uma retomada lenta, mas constante, o que mostra a volta da confiança do consumidor”– disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

No valor dos presentes, uma boa notícia: o tíquete médio deve ficar na casa dos R$ 101 aos R$ 200 (43%), com 22,4% dos entrevistados apostando em presentes acima de R$ 201.

Outro dado significado: a maioria dos consumidores deve optar por pagar as compras à vista (53,3%). Sobre a forma de pagamento, 26,8% disseram que vão pagar em dinheiro, 25,1% vão optar por pagar de forma parcelada no cartão de crédito, 24,6% vão usar cartão de débito, 13,1% afirmaram que vão pagar à vista no cartão de crédito e 8% vão optar pelo crediário da loja. Não houve citação sobre pagamento em cheque.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Artigo aponta quem são os consumidores com mais de 60 anos

Quem são os consumidores com mais de 60 anos?

Por Julio Moretti

Nos últimos anos marcas, produtos, serviços e empresas de todas as áreas, buscam desvendar o comportamento dos millennials (nascidos entre o início dos anos 80 e meados dos anos 90) e mais recentemente da Geração Z (nascidos entre meados dos anos 90 e 2009). Enquanto isso, a Geração X (nascidos em meados dos anos 60 e início dos anos 80) e os Babies Boomers (nascidos entre 1945 e meados dos anos 60) estão se sentindo invisíveis, segundo estudo realizado pela consultoria Hype60+, uma consultoria de marketing especializada no consumidor sênior. O que é um erro, já que eles são os maiores detentores da renda, sendo que mais de 63% deles ainda são os provedores da família.

Esqueça tudo o que você imagina sobre os maduros. Acredite, eles não estão em casa assistindo a programas de culinária ou novelas, muito menos jogando dominó. Em março, a consultoria realizou uma pesquisa bastante abrangente, considerada a maior já feita no Brasil sobre a chamada Economia Prateada, envolvendo quase 2.500 pessoas acima dos 60 anos. O título do estudo é Tsunami60+ e nela, a maioria dos pesquisados declarou estar bem de saúde física e mental, muitos ainda trabalham, além de serem bem ativos no dia a dia. Passeiam, namoram e navegam com cada vez mais facilidade na internet, inclusive, muitos são superativos em redes sociais como Facebook e WhatsApp, entre outras plataformas, como games.

Geração economicamente ativa!

Mas, você ainda não se convenceu do potencial dessa faixa etária? Então, veja isso: a economia prateada, como são chamados, é considerada a terceira maior atividade econômica do mundo, indústria que movimenta US$ 7,1 tri anuais. Nos EUA, esse segmento já representa mais de 25% do consumo e no Brasil, o público maduro movimenta cerca de R$ 1,6 tri ao ano.

De acordo com o grupo financeiro multinacional Goldman Sachs, se comparado aos mais jovens – como os millennials e os da geração Z – o consumo dos 60+ cresceu três vezes mais rápido nos últimos dez anos, mas, ainda assim, 63% dos negócios não posicionam este público como alvo de suas estratégias, o que pode ser contraditório, pois apesar de essa indústria movimentar a economia, ainda existem poucos produtos e serviços que sejam desenvolvidos e pensados na perspectiva das pessoas mais velhas. E, por vezes, consomem produtos que são mais ou menos adequados.

De frente com o seu público

Se na oferta de produtos falta atenção a este público, nos aspectos de atendimento e relacionamento com este consumidor, além da pouca atenção, as empresas também estão perdidas nas estratégias. É preciso urgentemente que as marcas tenham empatia. Só isso poderá alinhar as estratégias. Ainda no estudo Tsunami60+, a empatia tem o poder de curar relacionamentos desfeitos, derrubar preconceitos, nos fazer pensar em nossas ambições e até mesmo mudar o mundo.

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Ao meu ver, os 60+ ainda são uma novidade para o mercado, e com grandes oportunidades, basta apenas as empresas entenderem as novas necessidades desse público mais maduro. Nas propagandas, uma simples imagem de pessoas reais que não sejam estereótipos já aproxima o público da marca. A pesquisa feita pela Hype60+ comprovou que eles não se sentem representados em comerciais. No atendimento, processos bem desenhados e treinamentos específicos para as equipes vão criar diferencial ao lidar com esse público e certamente podem colocar uma empresa um passo a frente da concorrência. Uma dica: dê protagonismo a eles! Não faça propagandas com pessoas jovens ajudando um idoso a usar o celular, por exemplo. E nas interações, ouça mais esse público e crie fluxos especiais para atendê-los.

Outro ponto importante revelado no estudo diz respeito ao UX, ou Experiência do Usuário, em português. No design dos produtos e dos serviços, para eles, menos é mais. Se sua empresa oferece aplicativos e interfaces digitais de atendimento, use letras maiores, cores fortes e com contraste para facilitar a leitura do público 60+. Se você tem um e-commerce, encurte o número de cliques e o fluxo de venda para ter mais conversão desse consumidor.

Você pode estar achando exagero falar de aplicativos e e-commerce para essa turma, mas as pesquisas dizem o contrário. O Tsunami60+ comprovou que eles estão na internet, principalmente nas redes sociais como Facebook e no Whatsapp. O público maduro é digital e quem ainda não se atentou para isso muito provavelmente está perdendo vendas. E se isso não te impressiona, saiba também que em um estudo sobre os Babies Boomers, feito pela U.S. News & World Report, apontou que 72% dos chamados novos idosos já realizaram ao menos uma compra online, enquanto 83% deles já pesquisaram um produto na internet antes de realizar uma compra offline.

A conclusão mais óbvia disso tudo é que as empresas estarão perdendo grandes oportunidades se simplesmente incluírem o público 60+ como uma fatia a mais na quantidade do seu público-alvo. Esse consumidor deve ser uma Persona em suas estratégias de negócio, e isso vale especialmente para os SAC das empresas. Por isso a consultoria em design de atendimento é tão importante, para, entre outras coisas, desenhar a forma certa de falar com cada público.

Pesquisa mostra satisfação do comércio com o Dia das Mães

Vendas do Dia das Mães animam comércio de São José dos Campos

Pesquisa exclusiva da ACI mostra que satisfação do comércio com movimento do Dia das Mães bateu a casa dos 80%; contratação de temporários cresceu

O índice de satisfação do comércio de São José dos Campos com as vendas do Dia das Mães atingiu o maior patamar dos últimos anos, ultrapassando os 80%.

Isso é o que revela pesquisa exclusiva feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi feito entre os dias 20 e 24 de maio, no chamado pós-venda do Dia das Mães, e ouviu 203 empresários nos principais eixos de comércio de São José dos Campos: Calçadão da Rua 7 e rua 15 de Novembro, além dos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A grande maioria dos lojistas ficou satisfeita com as vendas

O resultado foi considerado bom por 69,8% dos entrevistados, muito bom por 4,5% e ótimo por 5,9%. Somados, os índices positivos alcançam 80,2%, contra uma média inferior a 70% nos últimos anos.

“Esse foi o melhor Dia das Mães dos últimos anos”, disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra. “É uma mostra de que a economia, embora de modo lento, está reagindo em 2019, dando mais confiança ao consumidor.”

Além da satisfação dos empresários do comércio, três outros índices atestam a onda positiva do último Dia das Mães. O tíquete médio para a data passou para a faixa de R$ 101 a R$ 200 (39% das vendas); 47,8% dos consumidores compraram dois presentes para a data (em 2018, a maioria comprou apenas um); e, muito importante, cresceu, embora de modo tímido, o índice de contratação de trabalhadores temporários pós-dia das Mães: o patamar de contratações passou de 6,9% em 2018 para 9,4% em 2019.

Outros índices

A pesquisa ACI/Unitau revelou ainda que os consumidores optaram por pagar suas compras com cartão de crédito (62,2% contra 34,8% em dinheiro). E que as roupas e acessórios foram as campeãs de vendas, alcançando 42,9%, bem a frente de calçados (12,8%), cosméticos e perfumes (10,2%), joias e bijuterias (8,7%) e bolsas de acessórios (7,7%).

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Novidade no mercado de comunicação do VP

A Target chegou

A Target pesquisa & mercado acaba de entrar no mercado e surge da necessidade de ter no Vale do Paraíba, uma empresa focada em entender o comportamento do consumidor, com informação de qualidade e conhecimento técnico, nesse cenário altamente competitivo.

De acordo com Adriana Carvalho, fundadora, a Target vem atualizando o cenário com o uso de neuromarketing, tema ainda pouco explorado no Brasil, com metodologias científicas que comprovam a real necessidade de conseguir se antecipar na decisão do consumidor, afinal, entender os caminhos de pensamento do consumidor é uma atividade importantíssima para gerar insights eficazes, que dialogam com o lado inconsciente, intuitivo e não verbal dos clientes e que são os grandes responsáveis pela ação de compra.

Mas além da área em estudo de neuromarketing, a Target pesquisa & mercado, também oferece pesquisas, de opinião, mercado, clima organizacional, dentre outros estudos focados em encontrar soluções estrategicamente eficazes para o sucesso de uma marca ou negócio.

Conheça mais desse novo player visitando o site: www.targetpesquisa.com.br e acompanhando as redes sociais para ficar por dentro dos nossos conteúdos e novidades.

Otimismo do consumidor

Consumidor acha que economia do Brasil melhorou em 2019

Pesquisa ACI/Unitau revela que joseense está otimista com a economia do país e que espera 2019 melhor que 2018; desemprego é maior problema

A maioria dos cidadãos de São José dos Campos acha que a economia do Brasil melhorou em 2019.

Isso é o que mostra pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

À pergunta feita pela ACI/Unitau se a economia do país melhorou em 2019, 54,6% dos entrevistados disseram que sim, contra 26,8% que disseram não e 18,6% que não souberam responder.

Não é só. Outras duas questões servem para corroborar essa tendência de otimismo.

Primeira: perguntados como se declaram em relação à economia em 2019, 48,5% dos entrevistados se declararam otimistas e 29% declararam ter um otimismo moderado (somadas, as taxas de otimismo somam 77,5%), contra 13,7% que afirmaram não ter expectativa, 5,5% que disseram estar pessimistas e 0,7% declararam um pessimismo moderado (taxas de péssimos, somadas, de 6,2%).

Segunda: perguntados como esperam o comportamento da economia em 2019 frente ao desempenho de 2018, 66,1% esperam um desempenho melhor, 19,2% acreditam em um desempenho igual e 7,8% aguardam um desempenho pior.

“Esse cenário, somadas as diversas respostas, mostra uma expectativa positiva do joseense em relação à economia do país em 2019. Isso tem se refletido nas vendas do comércio, que estão crescentes, como mostrou o movimento deste Dia das Mães, que atingiu uma alta de 5% a 6% sobre 2018” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

Maior problema

A pesquisa ACI/Unitau perguntou ao cidadão de São José dos Campos qual o principal problema da economia do país. Para 63,8% dos entrevistados, o principal problema é o desemprego, seguido por falta de ações do governo (8,8%), taxa de juros (7,5%), inflação (6,5%) e falta de investimentos públicos (5,2%).

Bolsonaro

O levantamento mediu ainda a aprovação do governo Jair Bolsonaro, pedindo que o cidadão de São José dos Campos desse uma nota de zero a 10 à administração federal. A nota que teve o maior número de citações foi 5, atribuída por 20,2% dos entrevistados, seguida pelas notas 4 (18,2%) e 6 (15,6%). As notas de zero a 4 somam 48,8% das respostas. As notas de 6 a 10 somam 30,9%.

Nesta terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos irá disponibilizar dados da pesquisa realizada em parceria com a Unitau, que aponta a opinião dos moradores de São José dos Campos sobre as mudanças na economia durante o governo do presidente Bolsonaro.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

Consumidor está otimista para o Dia das Mães

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 77% dos consumidores vão às compras para esta data especial do calendário

Uma boa notícia para o comércio: o consumidor de São José dos Campos está otimista para o Dia das Mães deste ano.

Isso é o que mostra pesquisa exclusiva feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), divulgada hoje (07 de maio). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento revela que 77,5% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes neste Dia das Mães, contra 66% em 2018. O índice de consumidores que declararam que não comprarão presentes é de 9,9%, quase metade do patamar do ano passado (17,3%).

“Os números dessa nova rodada de pesquisas da parceria entre ACI e Unitau revelam uma reação da economia neste início de ano e um otimismo do consumidor” disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, Humberto Dutra.

A pesquisa aponta que o tíquete médio deste Dia das Mães deve girar até R$ 200, segundo revelaram 79,8% dos entrevistados, com 34,5% deles esperando gastar de R$ 100,01 a R$ 200. Esses índices repetem a tendência de 2018.

Na lista de presentes, segundo o levantamento ACI/Unitau, a preferência é por roupas e acessórios (40,5%), seguida por calçados (11,8%), perfumes e cosméticos (9,5%), bolsas e acessórios (8,8%) e joias e perfumes (7,8%). Outras opções, somadas, como dinheiro, viagens, jantares e flores, por exemplo, somaram 14% das citações dos consumidores entrevistados.

Formas de pagamento
Na forma de pagamento, a maioria dos consumidores disse que pretende pagar à visa (63,3%, contra 59,9% registrado em 2018), usando dinheiro (47,3%) ou cartão de débito (15,7%). O cartão de crédito é preferido de 29,7%. O crediário, de 9,7%

Fonte: Matéria & Mídia – Nathália Barcelos