Pesquisa em Taubaté para o Dia das Mães

ACIT realiza pesquisa de intenção de compras para Dia das Mães

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa para levantar informações sobre as intenções de compras para o Dia das Mães, data que é considerada um segundo natal em volume de vendas e todos se preparam para esse período.

A pesquisa foi realizada em parceria com o NUPES (Núcleo De Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté) entre os dias 15 e 27 de abril com o objetivo identificar como os moradores de Taubaté pretendem comprar e presentear suas mães.

Seguindo a tendência, o estudo apontou que a preferência se mantém com “roupas” (25,28%), mesmo que com índices mais baixos que os apontados nos anos anteriores. Em seguida estão os “calçados” (16.85%), e em terceira opção o item “outros” (13.48%), que inclui flores, livros, jantar e passeios. Muito próximo estão a preferência por “perfumes/cosméticos” (12.92%) e “acessórios” (12.36%).

Um dado relevante foi que o ticket médio para compras esse ano aumentou em relação aos anos anteriores. O consumidor relatou que está fugindo das pequenas lembrancinhas e pretende dar um presente de melhor qualidade para sua mãe, com valores entre R$ 100 e R$ 300 (32,58%). Vale destacar que a intenção de gastar mais de R$ 300 foi respondida por 17,98% dos entrevistados.

Outra surpresa que a pesquisa apontou foi que a mudança de comportamento nos últimos anos se manteve e grande parte pretende realizar as compras com pagamento na modalidade “à vista” (60.11%), e de preferência em dinheiro, evitando dividas futuras. Com isso, também pretendem realizar melhores negociações com descontos e facilidades.

“Minha Mãe Vale Muito”

E para incentivar ainda mais a compra no comércio local, a ACIT está com a promoção “Minha Mãe Vale Muito”, dentro da campanha TaubateAMO.

Nessa promoção, serão sorteados 3 consumidores, que irão ganhar cartões presentes no valor de R$ 1 mil cada, que poderão ser trocados em diversas lojas participantes da promoção, sempre respeitando o valor mínimo. O valor total não precisa ser todo usado em apenas um estabelecimento, e sim, poderá ser usado em vários locais para diferentes aquisições.

Nas campanhas da ACIT os vendedores registrados nos cupons sorteados também ganham e serão contemplados com cartão de R$ 200,00 cada.

Para concorrer, o consumidor recebe um cupom a cada R$ 50 em compras realizadas nas empresas participantes do fundo promocional. As lojas participantes sempre serão indicadas com material promocional da campanha. O sorteio acontece dia 31 de maio (quinta-feira) às 17h na sede da ACIT e é aberto à todos que quiserem acompanhar.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Pesquisa detecta otimismo para o Dia das Mães

Consumidor está otimista com o Dia das Mães

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 82% dos consumidores de São José planejam ir às compras na data mais importante do comércio neste semestre

Uma boa notícia para o comércio: o consumidor de São José dos Campos está otimista frente ao Dia das Mães.

Isso é o que revela pesquisa sobre intenção de compras para o Dia das Mães feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Segundo o levantamento, 82,7% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes este ano. Em 2017, o índice ficou na faixa dos 74%.

“Os números mostram um aquecimento da economia e a retomada, mesmo que ainda lenta, do poder de compra do brasileiro” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 25 de abril e ouviu 381 pessoas em cinco pólos de comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, Rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa ACI/Unitau revela também que o valor do tíquete médio previsto pelos consumidores fica na faixa de R$ 100,1 a R$ 200 (34,9%), patamar próximo ao registrado em 2017. Com uma novidade: o índice de consumidores que estimam gastar acima de R$ 200 cresceu de 13,2% para 25,1%. “A soma de indicadores como este reforça a convicção de que a economia do país, em especial a economia da cidade, reverteu a curva descendente e consolidou uma retomada. Mais importante: o brasileiro voltou a acreditar em seu poder de compra”, afirmou o presidente da ACI.

Um outro fator identificado pelo levantamento ACI/Unitau aponta para essa direção: apesar da maioria dos consumidores ouvidos afirmarem que farão suas compras à vista (59,9%), usando dinheiro ou cartão de débito (59,5%), cresceu a opção pela compra a prazo e pelo uso de cartão de crédito. Isso mostra que o consumidor está conseguindo programar gastos, acreditando na manutenção de seu poder de compra ao longo do período.

O que comprar?

A pesquisa ACI/Unitau mostra ainda os tipos de presentes que os consumidores de São José dos Campos pretendem comprar neste Dia das Mães. Roupas e acessórios são as campeãs de preferência (50,2%), seguidas de perfumes e cosméticos (17,8%) e calçados (15,5%). Na comparação entre 2017 e 2018, houve um incremento no item roupas e acessórios (32% para 50,2%) e calçados ( 9,4% para 15,5%).

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

O perfil da mulher empreendedora

ACI lança pesquisa com o perfil da mulher empresária da cidade

A mulher empresária de São José dos Campos é, em sua maioria, casada, tem de 45 a 55 anos, dois filhos e com instrução até o ensino médio. Mais importante: gosta de empreender e é apaixonada pelo que faz.

Esse é o resultado de uma pesquisa inédita que apontou o perfil da mulher empresária na cidade, feita pela ACI Mulher em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Universidade de Taubaté). Os dados serão divulgados na noite desta quarta-feira, 21 de março, durante a mesa-redonda “Liderança Feminina nas Empresas e nos Negócios”, promovida pela ACI Mulher no Teatro do Sesi, na região sul da cidade, a partir das 19h.

Realizado entre os dias 26 de fevereiro e 2 de março, o levantamento foca os setores de comércio e serviços. O universo pesquisado é de 56 empresas.

“Este é o primeiro grande levantamento que traça um perfil da mulher empreendedora em nossa cidade. A partir dele, poderemos, como entidade, definir melhor nosso foco e auxiliar mais a mulher empresária em seu ramo de atividade e em negócio” – disse Eliane Maia, vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, entidade à qual a ACI Mulher é ligada.

O estudo ACI Mulher-Unitau revela que as empresas administradas por mulheres na cidade têm, na maioria dos casos, até três anos de existência (32,1%), possuem CPNJ regular (92,9%) e empregam até quatro funcionários (60,7%), ficando na faixa de microempresas, com faturamento igual ou menor a R$ 2,4 milhões por ano (78,6%). São primeiras empresas (51,8%) ou empresas familiares (44,6%).

Mas é sobre o perfil da mulher à frente dos negócios que a pesquisa traz informações mais detalhadas.

Segundo o levantamento, a mulher empreendedora que atua em São José dos Campos tem, em grande parte, de 45 a 55 anos (32,1%), é casada (73,2%), tem dois filhos (39,3%). Em relação ao grau de instrução, 50% das mulheres empreendedoras estudaram até o ensino médio e 42,9% tem curso superior. A pesquisa mostra também que a mulher empresária está satisfeita com o que faz. Em percentual, 100% das entrevistadas responderam que gostam do que fazem e que gostam de empreender.

E mais: pelo levantamento, a mulher empreendedora está otimista. Sobre o futuro de seu negócio, 70,9% disseram que, nos próximos cinco anos estarão expandindo seu negócio, em aumento de produção, serviços ou filiais.

“A mulher representa hoje uma força-motriz da economia e sua sensibilidade, sua ética e sua dedicação são importantes para arejar o mundo dos negócios”, disse a empresária Paula Dal Belo, presidente da ACI Mulher.

Mesa-Redonda

A mesa-redonda “Liderança Feminina nas Empresas e nos Negócios” reúne hoje à noite no Teatro do Sesi três mulheres de destaque: a coronel Eliane Nikoluk, comandante regional da Polícia Militar; a empresária Rogério Córdoba, do Bar do Coronel; e a superintendente regional da Caixa Econômica Federal. Ágata Janjacomo. O evento começa às 19h e o ingresso é 1 litro de óleo vegetal, que será doado ao Fundo de Solidariedade de São José dos Campos. O Teatro do Sesi fica na avenida Cidade Jardim 4389.

Fonte: Matério Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Pesquisa aponta shopping como referência cultural

Taubaté Shopping é referência de cultura na cidade

Em pesquisa realizada com moradores, o centro de compras alcançou o segundo lugar, logo depois do SESC

Mais do que um local para compras e lazer, o Taubaté Shopping também é um espaço cultural para a população do município. Em uma pesquisa realizada pela JLeiva Cultura & Esporte, 7% dos entrevistados escolheram o centro de compras como o seu destino cultural – atrás apenas do SESC, com 12%.

Os números refletem o investimento feito pelo Taubaté Shopping em atividades ligadas à cultura e ao entretenimento. Em 2017, por exemplo, criou o “Domingo Cultural”, um local para a diversão dos pequenos, com uma programação gratuita e diversificada, como lançamento de livros, contação de histórias e oficinas de arte. O centro de compras realizou, ainda, quarta edição do festival internacional de jazz, que acontece desde 2013, além de grandes nomes da literatura para o “Brain Fitness”, que acontece em parceria com o Almanaque Urupês e a Livraria Leitura.

Em 2018, as atividades continuam: em março, o shopping receberá o Expocomics, evento geek para os amantes do mundo dos quadrinhos, a Semana Monteiro Lobato, que traz para a cidade escritores, influencers e artistas do mundo da leitura e para encerrar o primeiro semestre um evento especial do bruxo mais famoso do mundo, Harry Potter.E durante todo o ano a “Alamenda Cultural”, localizada em frente a Livraria Leitura, recebe exposições dos mais variados temas.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Música afeta sua compra?

Bananas Music Branding lança pesquisa para descobrir como a música afeta a experiência de compra

Apesar do crescimento do investimento em music branding por parte das empresas, um dos grandes desafios que o mercado ainda enfrenta, uma vez que música é uma experiência subjetiva e emocional, é conseguir medir os resultados que a trilha sonora traz para a marca, seja em termos de branding, produtividade dos vendedores ou, o mais importante, no aumento de vendas.

Poucas ainda são as pesquisas que trazem resultados importantes. Um exemplo, é a pesquisa recente conduzida pela HUI Research mostrando que uma trilha sonora composta por músicas (incluindo desde as mais conhecidas até algumas novidades) que casem bem com a marca e a atmosfera esperada do ambiente tendem a aumentar as vendas em até 9,1% em relação a uma trilha que contém apenas as músicas mais conhecidas e que não tem nenhuma ligação com a marca.

Com esse desafio em mente, o Bananas Music Branding se tornou a primeira startup de music tech obstinada em descobrir como a música afeta a experiência de compra, aplicando metodologias de design thinking, testes A/B e análise de dados.

Unindo tecnologia e emoção, o Bananas se propõe a aumentar a performance do varejo a partir da experiência, entregando não apenas a trilha sonora como um fator emocional para fortalecer a identidade da marca, mas também como uma ferramenta que influencia e impacta na performance de vendas, no comportamento dos consumidores e na produtividade da equipe de vendas.

O segredo do Bananas é ter desenvolvido um sistema de curadoria musical que inicia em uma fase de concept e inputs emocionais sobre a marca e se encerra em um dashboard de análise e cruzamento de dados que mede o real efeito da música na loja e cria playlists otimizadas com base no sucesso das vendas.

Desde o início da operação, o Bananas sempre soube da importância de entregar dados consolidados nos relatórios de performance da trilha sonora das marcas. Por isso, logo após desenvolver um player de reprodução musical, o primeiro grande investimento a ser feito em tecnologia foi no desenvolvimento de um Dashboard onde é possível analisar em tempo real as lojas que estão ativas e utilizando o player, as playlists mais ouvidas e, também, as músicas mais curtidas ou mais puladas em cada loja. Com isso, a equipe de curadoria recebe os feedbacks e consegue ajustar a trilha sonora da loja em tempo real.

Com a necessidade de sempre melhorar sua tecnologia e mostrar o real impacto da música nas vendas, no final de 2017 o Bananas se associou à Plugbuy – startup de controle de fluxo no varejo – para rodar um projeto piloto de 3 meses em um dos seus maiores clientes – as lojas Gang, marca de moda jovem do RS. O objetivo do MusicX é cruzar e analisar diferentes variáveis para entender como a música influencia no comportamento de compra dentro de uma loja. O experimento inédito coloca à prova muitas verdades que existem no mercado a respeito da influência da música nas vendas.

As primeiras análises do experimento trouxeram resultados interessantes sobre o comportamento dos consumidores, ainda que não sejam conclusivos sobre o impacto direto da música sobre as vendas.

Um dos resultados diz respeito à língua. Por 15 dias, foram testadas duas playlists de forma randômica – uma apenas de músicas em português e outra em inglês. Nas análises iniciais, observou-se que o tempo de permanência dos consumidores em loja foi superior em ambas as lojas no momento em que tocavam as playlists contendo apenas músicas em português.

Outros experimentos que foram feitos:

Loja em silêncio x Loja com música

Playlists criadas por bots x playlists criadas por humanos

Playlists com músicas de batida mais acelerada x músicas mais calmas

Apesar dos resultados ainda serem muito incipientes, foi possível observar que a música impacta no comportamento das pessoas dentro da loja, mas não que isso seja responsável efetivamente pela venda. Por outro lado, um fato que chamou muito a atenção da equipe de pesquisa foi a reação dos vendedores em relação à música. Em situações extremas, como o dia em que as lojas ficaram em absoluto silêncio, o que se observou com base no feedback dos próprios vendedores foi uma alta taxa de desmotivação e, por consequência, menor produtividade – o que seria um indicativo do fator de alteração de vendas observadas nestes dias – e o medo de não atingir a meta do dia em virtude da ausência de música, o que segundo eles, dá o ritmo para as vendas.

Ao longo de 2018, o foco do Bananas está em consolidar o MusicX como a ferramenta de music branding mais efetiva do mercado brasileiro. Para isso, além do crescimento da equipe de desenvolvimento, a empresa estará levando o experimento para mais lojas e também para outros segmentos que não apenas o varejo. Em fevereiro, inicia-se um estudo focado para o setor de bares e restaurantes com o objetivo de medir o impacto da música no consumo de determinados tipos de bebidas.

Com os resultados deste projeto, o próximo passo é desenvolver uma inteligência artificial que, a partir de inputs humanos, consiga entregar playlists mais assertivas baseadas também em dados reais e não apenas no gosto musical dos curadores, transformando a música de fato uma importante ferramenta de vendas.

Mais sobre o Bananas Music Branding

Fundada em 2013 por Juli Baldi e Rafael Achutti, em Porto Alegre, o Bananas Music Branding é uma agência especializada em curadoria e estratégia musical para marcas. Para elas, oferece a curadoria musical 360 º. Através deste serviço, cria e cuida da trilha sonora em todos os pontos de contato da marca, da loja física às redes sociais.

Hoje, a empresa, que conta com uma carteira de 20 clientes fixos, como Youcom, Gang, Ford, Ministério da Saúde, SOS Mata Atlântica e Shopping Iguatemi de Porto Alegre, entre outros, atende também em São Paulo.

O faturamento total, que deve saltar de R$ 60 mil, em 2014, para R$ 700 mil neste ano, sendo 60% deste valor vindos de trabalhos em mídia streaming, mostra que a agência, com investimento focado em conhecimento e tecnologia, está no caminho certo quando o assunto é music branding.

Fonte: Baião de 3 – comunicação – Patrícia Larsen

Como o Vale do Paraíba consome cultura?

Mapa do consumo de cultura na RM Vale será apresentado no 1º BrainFitness de 2018

Evento acontecerá no dia 28 de janeiro, a partir das 13h, no Taubaté Shopping e terá especialistas que apresentarão dados sobre os hábitos culturais do valeparaibano

Como o valeparaibano se relaciona com cultura? Qual o potencial de crescimento das atividades culturais? Que impacto podemos esperar de eventos ou equipamentos culturais?

Estes serão alguns dos dados apresentados no evento “Economia de cultura: você sabe o que é?”, que será realizado no dia 28 de janeiro, a partir das 13h,no Taubaté Shopping.

No painel sobre o mapa de consumo cultural na RM Vale estarão Carlos Alberto Silva, professor da FGV IDE Management, e Ricardo Meirelles, jornalista que integra o Núcleo de Estudos e Pesquisas da consultoria JLeiva Cultura & Esporte – especializada em políticas culturais.

O mapa tem como objetivo capacitar quem produz, estuda ou patrocina cultura com informações que ajudem a compreender a dinâmica das práticas culturais, além de fomentar o debate para formação de políticas públicas para o setor.

No evento ainda serão realizados os painéis “Como gravar seu álbum musical?”, com participação de produtores e representantes de selos e estúdios da região, “Como publicar seu livro”, com John Petson, do Coletivo Editorial, e “Como transformar sua ideia em um projeto?” com Jennifer Botossi, da Transformare – Cultura Gestão e Projetos.

Além disso, durante todo o evento haverá área de encontro com produtores e prestadores do setor cultural da RM Vale.

O evento “Economia de Cultura. Você sabe o que é?” é gratuito e acontece no espaço em frente ao Moviecom Cinema.

Programação “Economia de cultura. Você sabe o que é?”
14h00 – Painel: “Como gravar um disco?”, com participação de produtores e representantes de selos e estúdios da região
15h00 – Painel: “Mapa do consumo de cultura na RM Vale”, com Ricardo Meirelles e Carlos Alberto Silva
16h30 – Painel: “Como publicar seu livro”, com John Petson, do Coletivo Editorial
17h30- Painel: “Como transformar minha ideia em um projeto?”, com Jennifer Botossi, da Transformare – Cultura Gestão e Projetos
Das 13h às 18h – Espaço de meeting entre produtores e prestadores de serviço da área cultural da RM Vale.

BrainFitness
O BrainFitness é um evento cultural realizado pelo Taubaté Shopping, Livraria Leitura e Almanaque Urupês que tem como missão incentivar o hábito da leitura e estimular o mercado consumidor de produtos e serviços da nossa indústria cultural.
Na primeira temporada, realizada em 2017, o BrainFitness reuniu mais de 10 mil pessoas em 4 edições realizadas em maio – com Amyr e Marina Klink -, em junho – como parte da celebração mundial dos 20 anos de lançamento do 1º livro de Harry Potter -, em setembro – com três dos mais importantes booktubers brasileiros com o tema “Ler pra quê?” – e em novembro – celebrando os 40 anos de lançamento do primeiro livro da saga Star Wars no Brasil.

Como foi o e-commerce no Brasil?

Um raio X do consumo do e-commerce em 2017 no Brasil

No segundo semestre o consumo do ecommerce foi histórico. Acessórios para veículos foi a categoria com maior volume de vendas. São Paulo e Rio de Janeiro seguem em primeiro no pódio do consumo online. O usuário faz compras mobile antes e depois do trabalho. 53% dos usuários utiliza Android. O Natal se encontra no topo das datas especiais.

A indústria online segue crescendo e o Brasil se consolida como um dos países mais desenvolvidos em termos de ecommerce.

Uma pesquisa anual feita pela Real Trends – plataforma líder de ferramentas de gestão e análise no Mercado Livre- demonstra o crescimento do setor e revela os hábitos do consumidor online em 2017.

“O crescimento do ecommerce esteve em ascensão durante o ano de 2017. No primeiro semestre, o setor demonstrou um crescimento comparado com o mesmo período do ano anterior e o segundo semestre do ano evidenciou um arranque com crescimento histórico, sobretudo para certas categorias”, analisou Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da plataforma.

Neste sentido as categorias mais compradas e com maior faturamento foram:

1) Acessórios para Veículos

2) Casa, Móveis e Decoração

3) Celulares e Telefones

4) Informática

5) Eletrônicos, Áudio e Vídeo

Por sua vez, no que diz respeito às localidades com maior movimento:

– 60% do tráfego se concentrou em São Paulo

– 8% no Rio de Janeiro

– 32% entre Minas Gerais, Santa Catarina, Goias e Rio Grande do Sul.

O e-commerce e seus horários:

Segundo estimativas da pesquisa 2017 feita pelo site especializado em comércio eletrónico Profissional de e-commerce, atualmente no Brasil, 41% das lojas virtuais estão “bem preparadas” para vender através da opção m-commerce. Por sua vez, as vendas por meio de smartphones representam até 10% das vendas totais para 38,4% de lojistas virtuais no país.

Em concordância com o auge do m-commerce, na Real Trends foi registrado um aumento no uso do mobile.

“Os horários de maior tráfego mobile são de 8 às 9h, de 12 às 13h e de 19 às 23h, o que é natural visto que são os horários em que os vendedores se levantam pela manhã e respondem antes de ir ao trabalho, logo durante o almoço e especialmente no horário que deixam o trabalho e continuam respondendo a caminho de casa ou mesmo da cama antes de dormirem”, salientou Goilenberg.

No que diz respeito ao sistema operacional, 53% dos usuários vendedores responderam do Android versus 47% do iOS (Apple). Os modelos de dispositivos mais populares foram o iPhone, o Samsung Galaxy J5, o Samsung Galaxy S7 Edge e o Motorola Moto G4.

O top das datas especiais:

De maio a novembro foi o período com maior movimento no e-commerce. Aqui, se podem ver as datas mais escolhidas pelos brasileiros na hora de comprar:

1. Black Friday – Total de vendas: R$600.000.000

2. Dia das Mães -Total de vendas: R$ 280.000.000

3. Dia das Crianças -Total de vendas: R$330.000.000

4. Dia dos Pais – Total de vendas: R$350.000.000

Conclui-se que, em sua maioria, os “eDay” tais como Blackfriday cobram um protagonismo maior, as datas chave mais “tradicionais” como o Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia das Crianças seguem tendo grande relevância.

Resta esperar, como em 2016, que após o final do ano o Natal seja a grande data em termos de vendas e faturamento. Dezembro se converterá, assim, no mês foco para todo vendedor, podendo duplicar ou mesmo triplicar o faturamento de um mês convencional.

Agora sim, conhecidos os hábitos de consumo online em 2017, como se prepara um vendedor para maximizar as oportunidades no próximo ano?

Fonte: Partner Press&PR – Daniel Salman

Natal terá muitas compras de última hora

11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

Principal motivo para 52% é a espera por promoções para economizar

Como acontece em todo ano, muitos consumidores brasileiros devem deixar as compras de Natal para a última hora. Através de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país estima-se que 11,5 milhões de pessoas irão comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 9% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

A pesquisa mostra que a maioria (41%) tinha a intenção de comprar os presentes na primeira quinzena de dezembro e 24% durante novembro. Já entre os que vão comprar uma semana antes do Natal, a principal justificativa para 52% é que preferem esse período para ver se conseguem alguma promoção boa e, dessa forma, conseguir economizar. Já 15% afirmam que só recebem o pagamento perto do Natal e 10% devido à falta de tempo. Outros 9% estão esperando a parcela do 13º salário.

“Deixar as compras natalinas para a última hora nem sempre é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto à gastos maiores, que podem comprometer o orçamento”, explica.

A economista aconselha: “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: SPC Brasil | CNDL

Pesquisa indica mais um Natal de ‘lembrancinhas’

Estudo Varejo & Promoções Natal 2017 destaca intenções e expectativas de consumidores nesta época do ano

O brasileiro está animado com a chegada das celebrações de final de ano, mas ainda tímido em relação aos gastos. De acordo com a pesquisa Varejo & Promoções Natal 2017, realizada entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro, este será mais um ano de “lembrancinhas” no Natal. Para a maioria dos entrevistados, 52,6%, o valor máximo para a compra de um presente será de R$ 50. Em meio aos esforços para economizar, família e alimentação são prioridades. Entre os entrevistados, gastar presenteando a família é fundamental para 60%, já investir na elaboração de alimentos para a ceia de Natal é preferência para 58%.

O estudo ouviu 500 pessoas e foi realizado por meio de parceria entre as empresas Brazil Promotion, maior feira de marketing promocional e varejo da América Latina, Umbigo do Mundo, agência especializada em planejamento estratégico; e Mindminers, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Entre os bens de consumo, estão na preferência de compra vestuário (65,2%), perfumaria e cosméticos (41,2%). Na sequência vêm brinquedos (35%), eletrônicos (32%). Os artigos comidas, bebidas e livros seguem empatados com 21,6%.

Parcelamentos a perder de vista estão fora de cogitação para a maioria. Segundo a pesquisa, o meio de pagamento escolhido por 31,2% será o cartão de débito. Já 25,8% pretendem utilizar dinheiro e 21,2% optará pelo cartão de crédito com parcelamento das compras.

Outro dado que chamou a atenção foi o fato de 20,7% das pessoas estarem dispostas a se auto presentear no Natal. Porém, os maiores percentuais, quase que empatados, indicam que os presentes serão comprados para o cônjuge (28,4%) e parentes (28,3%). O estudo também analisou em quais lugares as compras serão feitas, com shopping centers (33,8%) e lojas virtuais (32,8%) entre os mais citados para as compras.

Promoções – A pesquisa analisou como as promoções influenciam nas decisões de compras. Para 87% dos entrevistados, elas interferem e os fazem mudar de ideia no momento da compra. Benefícios imediatos, como descontos, leve 3 pague 2, compre e ganhe estão entre as oportunidades preferidas. Objetos ou ações que demorem a mostrar resultados, como junte e troque, sorteios, pontuações e concursos, estão entre os menos valorizados, apesar de grande parte dos entrevistados participam de sorteio de carros e viagens nas promoções de final de ano.

Brindes – Os brindes são itens que caíram no gosto da população e também atraem a atenção dos consumidores na hora da compra. Entre os mais citados pelos entrevistados estão: descontos, cosméticos e maquiagens, ingressos e canecas. “Promoções e brindes funcionam como um recall da marca. Eles não são invasivos e podem reforçar a imagem de uma instituição e fazer com que ela fique na mente do consumidor por um longo período”, diz Auli De Vito, presidente da Brazil Promotion.

A vontade de colecionar predomina entre as pessoas. Miniaturas, réplicas, brinquedos e bonecos ainda fazem sucesso. Gadgets tecnológicos e utensílios de cozinha também estão na moda.

Quem compra os brindes – Para aqueles que têm o hábito de presentear seus clientes e demais públicos de relacionamento essa é a melhor época do ano para o investimento. Muitos deles, 27%, buscam informações e ideias de brindes nas feiras, sites de fabricantes e em buscas na própria web. Promover ações estratégicas, que geram encantamento e surpreendam os clientes são características que fazem toda diferença na hora. Já as oportunidades que as companhias mais utilizam os brindem são: ações de relacionamento, eventos, fidelização, programas de incentivo, ações de endomarketing e promoções. O preço do brinde ainda é uma das principais questões na hora da compra, mas customização, personalização, prazo de entrega, embalagem, logística e manuseio vêm recebendo atenção cada vez maior dos clientes corporativos.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

O universo do e-mail marketing

Adobe analisa contrastes do universo do e-mail marketing

Levantamento feito pela empresa mostra que canal possui grande efetividade, com uma das maiores taxas de conversão (69%), mas ainda apresenta desafios como baixa taxa de abertura dos e-mails, design responsivo e relevância do conteúdo

O e-mail marketing muitas vezes não tem o mesmo glamour que outros canais, mas continua sendo uma excelente fonte de receita para organizações que aprenderam a usar a inteligência de dados para turbinar suas comunicações. O número de e-mails recebidos por consumidores em 2016 foi 61% maior do que o volume recebido em 2015. Munida deste dado e disposta a entender como este canal vem sendo utilizado pelas marcas e seus clientes, a Adobe fez levantamento para examinar o universo do e-mail marketing no mercado.

Um dos destaques da pesquisa é a alta taxa média de conversão por meio de e-mail marketing: 69%. De acordo com as informações coletadas, para cada dólar investido em e-mail marketing, o ROI é de US$ 38. Outro número que também chama a atenção das marcas é que 58% dos americanos afirmam que preferem receber informações sobre produtos e serviços no e-mail do que por qualquer outro canal. Além disso, os consumidores gastam em média 6,3 horas com leitura de e-mails em dias úteis. “Usado de forma inteligente, com conteúdo relevante e respaldado por dados, o e-mail marketing entrega bons resultados. É um canal eficiente, que transmite a mensagem por diferentes formatos sem ser invasivo para o consumidor”, explica Luciana Castro, Head de Soluções de Analytics e Cross-Channel Marketing da Adobe.

Entretanto, a apuração da Adobe mostra que ainda há desafios na utilização desse canal de comunicação. Hoje, apenas 14% dos e-mails são efetivamente lidos. Já demostrando que quantidade não é qualidade, 40% dos norte-americanos afirmam que gostariam de receber menos e-mails e 32% querem ver e-mails menos repetitivos. “A ferramenta se apresenta como um dos principais canais de comunicação e conversão do marketing, mas só traz resultados positivos se utilizada de maneira a transmitir uma boa experiência ao consumidor. As marcas devem se concentrar em passar uma mensagem personalizada, no timing correto e que interesse ao cliente”, afirma Luciana. “O uso de inteligência artificial e machine learning traz inovações como predição da melhor imagem para gerar conversão, assim como mudança na frequência de e-mails a partir da análise das interações dos consumidores”, complementa.

De acordo com a especialista, combinar o e-mail com outros canais de ativação, como a experiência no site e a compra de mídia, potencializa as possibilidades de conversão do canal. “O e-mail é apenas um dos múltiplos pontos de contato do consumidor durante a jornada. Cabe às marcas entenderem a sua audiência e explorar as possibilidades que tem à disposição, inclusive de modo complementar ao e-mail”.

Luciana Castro reforça também a importância de aliar as ações de e-mail marketing às tecnologias de análise de Big Data, bem como de soluções que atuam no gerenciamento desses dados para a entrega de conteúdos relevantes a diferentes perfis de consumidores. “No mundo digital, o uso da tecnologia para o melhor aproveitamento das pegadas digitais deixadas pelos clientes durante a jornada de compra é essencial. Com conhecimento sobre os hábitos de consumo do cliente aplicados em uma campanha, cria-se uma segmentação de audiência muito mais assertiva para personalizar a experiência. Com conteúdo relevante, aumentam consideravelmente as chances de o e-mail marketing ser lido e, consequentemente, a possibilidade de conversão”, finaliza Luciana.

Menos promoções, mais informações

A Adobe acaba de concluir o Relatório 2017 sobre Consumo de E-mail, conduzido em parceria com a Advanis. Para a pesquisa, foram ouvidos mais de 1 mil executivos norte-americanos e – para 40% dos entrevistados – as comunicações por e-mail das marcas deveriam mudar em direção à entrega de conteúdo informativo, reduzindo as mensagens referentes a promoções. O segundo aspecto mais levantado quando se trata da mudança do e-mail marketing diz respeito à personalização da comunicação: 27% dos consumidores desejam conteúdos mais alinhados aos seus interesses.

O Relatório 2017 sobre Consumo de E-mails aborda também dados de comportamento em relação a abertura deste tipo de comunicação, dispositivos preferidos para a leitura, diferenças no uso entre o e-mail pessoal e o corporativo e inovações que foram incorporadas nesta tecnologia ao longo dos anos. Para mais detalhes da pesquisa, o relatório pode ser baixado aqui.

Confira todos os dados sobre e-mail marketing abaixo no infográfico da Adobe:

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa