Agência abre vaga em atendimento

Vaga para Co-Planner (Assistente de Planejamento)

A vaga é na agência BKW e o horário de trabalho é das 9:00 às 18:00. Valor do salário: (PJ + Almoço) a combinar.

Requisitos:

Estar cursando ou formado em comunicação social (Publicidade, Propaganda e marketing)

Conhecimento na área (Marketing e planejamento estratégico)

Criatividade e Proatividade

Boa relação interpessoal

E vontade de aprender.

Encaminhar currículo ou portfólio para: mauricio.raad4@gmail.com

Data limite: 13/10

Selecionados irão para entrevista pessoal na semana que vem

*Disponibilidade de início imediato.

Coluna “Branding: a alma da marca”

Como o marketing político construiu esta eleição até aqui?

Continuando o assunto eleições, nesta coluna tratarei do marketing político e como ele tem construído os resultados destas eleições até o momento. Vamos abordar três assuntos principais: o fenômeno da polarização, o desejo da mudança e a imagem pública dos candidatos.

Como havia previsto na última coluna, esta eleição para presidente se definiu na polarização. Todas as pesquisas apontam para um segundo turno formado por direita x esquerda, cabendo apenas uma vaga para cada lado. A ideia de uma terceira via moderada, embora muito defendida, ainda não se confirma no voto, mostrando que o brasileiro ainda define seu voto pela paixão. Até aí, não haveria novidade se não fosse o fato de termos pela primeira vez a tendência de uma eleição por voto útil. Digo isso porque os candidatos, como mostram as pesquisas, não são nitidamente os escolhidos da população, mas sim, aqueles que contrapõem a ideia indesejada. A rejeição passou a ser mais importante nas avaliações do que propriamente a escolha do voto. Mas o que isso quer dizer?

Quer dizer que para vencer esta eleição, o marketing político precisa trabalhar a imagem de oposição. Bolsonaro precisou se mostrar o “anti-petista”, assim como Haddad é o substituto de Lula para “defender o país da direita opressora”. Ciro, Alkimin e Marina tentaram colar “o anti-Bolsonaro” no primeiro momento, e agora o “anti-ambos” nesse momento de explícita polarização.

O fato é que está mais fácil entender o que a população não quer, do que aquilo que ela quer. Quem fez antecipadamente esta leitura de cenário conseguiu se posicionar e levou vantagem até o momento.

Nas últimas eleições a palavra “mudança” esteve em cena inúmeras vezes. Essa palavra tinha signo de porta-voz da esperança e foi a base para a eleição do Collor, FHC e Lula, mas parece ter sido dizimada quando Aécio passou a representá-la.

Quando perdeu a eleição o político questionou o processo democrático, fomentando a mudança através do impeachment da eleita Dilma, mas foi em seguida flagrado como corrupto em uma gravação indiscutível, jogou uma ducha de agua fria no Brasil representado pela direita. Para seu azar o PSDB não conseguiu descolar sua imagem de um desastroso governo de Temer, preenchido por escândalos e recessão. O próprio ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, em entrevista surpreendente definiu esta situação como “conjunto de erros memoráveis” da legenda que não só denegriu os políticos envolvidos, como se alastrou para toda a classe política colando a imagem de não confiáveis a qualquer um que lá estivesse. Parece que enfim o medo venceu a esperança e nesta situação a imagem de vítima deu ao PT uma sobrevida e a volta ao jogo.

A legenda soube se aproveitar da situação para gerar em torno do nome de Lula uma verdadeira Jornada do Herói aglutinando em torno do ícone o voto esquerdista e acirrando os ânimos dos dois lados.

Tais fatos explicam a busca pelo “anti”. O voto de protesto migrou de uma ideia de “Tiririca” do qual “pior não fica”, para “não podemos ter o pior, por isso meu voto é contra!”

Nesta situação cada marqueteiro político construiu o que leu do cenário e de forma diferente moldou seu candidato com uma imagem pública inédita.

A imagem pública nada mais é do que uma representação arquetípica que se constrói como uma máscara que reveste o discurso do candidato e suas ideias. Costumo chamar isso de “persona”. O candidato representa um papel, interpretando-o como um ator, que quando faz bem o seu papel transpassa ao público verdade em sua apresentação e quando ruim não cola e mingua.
Dessa forma o cenário que vejo é:

O Capitão: A ideia de polícia contra bandido é a explicação para o fenômeno Bolsonaro, o caçador de corruptos que em seu discurso fala em “metralhar os petralhas”, militariza sua imagem gerando em torno de si a ideia de heroísmo. Um atentado contra sua vida lhe deu força para saltar os obstáculos de seu discurso radical, mas hoje está em uma encruzilhada, pode pacificar seu discurso atraindo votos do centro direita, mas isso poderia soar como fragilidade, ressaltada por sua incapacidade de voltar ao corpo a corpo de campanha. No entanto, se voltar a vociferar contra seus rivais pode completar o ciclo do monomito quando o herói volta do inferno para se vingar dos inimigos. Sua imagem é muito forte, mítica e milimetricamente construída por bons comunicadores.

O Arauto: Ouvi uma pessoa dizer que o Luiz Inácio está acabando com a imagem do Lula, isso é bem verdade! Por isso o PT está transferindo o arquétipo do “pai dos pobres” para um arauto “Lula é Haddad, Haddad é Lula” uma saga aos moldes de Game of Thrones, onde os heróis morrem e renascem. A transferência parece ter sido muito bem-sucedida, seu crescimento é espantoso e sua chance de vitória em um segundo turno são muito boas, visto que, as alianças com as terceiras vias devem se formar ao seu redor.

Algo que não se pode ignorar é o próprio arauto, Haddad não é a Dilma, tem uma imagem mais conciliadora e culta. Pode ser um renascimento da velha politica, mas isso vai depender de como o velho Luiz Inácio irá ver isso em caso de vitória. Pois como bem sabemos não devemos nos apegar aos personagens em Game of Thrones.

O Professor: Ciro teve um bom começo encarnou bem a ideia de professor, de solução inteligente, experiente e com uma grande didática para explicar. Soube controlar seus nervos no começo e teve uma boa arrancada com o SPCiro, ideia populista que lhe levou a cristalizar bons 10% de intensão de votos, mas precisava de outras ideias populares como esta, sem elas empacou.

A falha mais comum entre os professores conhecedores de sua matéria é de não ter paciência de explicá-la aos alunos do fundão, e isso também está acontecendo com o Ciro. Tem se perdido por não ter a paciência com os eleitores dos outros. As vezes quando um professor não consegue fazer um aluno aprender ele se irrita com este aluno, e a critica dele aos seus adversários tem passado do tom, por isso deve brigar para manter-se como melhor ator coadjuvante e ter peso de negociação em um segundo turno.

A via do meio?: Não é à toa que o apelido de picolé de chuchu colou tanto em Alckimin, seu grupo não conseguiu colar uma imagem publica contundente, como merecia o seu candidato. Tentou várias apostas como o preparado, o pacificador e atualmente a solução moderada, mas nenhuma delas colou mais que seu apelido. Enfim deve se manter na 4ª colocação, perdendo inclusive o apoio do dito centrão, oferecendo uma piada pronta, de que nem os ratos gostam de chuchu!

A ideia frágil: Como já disse na última coluna, Marina perdeu suas chances quando apoiou Aécio na última eleição perdendo vinculo com seu eleitor tradicionalmente simpatizante da esquerda. Também tentou novidades em sua campanha deste ano, peitando Bolsonaro no primeiro debate e tentando se apresentar como líder das mulheres. Mas não colou, ficou no caminho sendo novamente a mais derrotada da eleição. Sua queda é fantástica!

O novo: Amoedo se apresentou como novidade e como novidade sumiu, pelas razões que já apresentei.

Os demais, são só os demais. Volto no próximo mês analisando o resultado do primeiro turno e projetando a decisão do segundo turno, até o mês que vem!

Planejamento de longo prazo na era digital

Na era da transformação digital, planejar a longo prazo pode ser fatal

por Wagner Bernardes*

CEOs, CIOs e todo o board têm de lidar com um complexo combinado de variáveis na definição da estratégia de negócios: de um lado, são impelidos a adotar mudanças rapidamente, já que a transformação digital acelera tanto o surgimento de tecnologias revolucionárias quanto o de concorrentes que, pela característica nativa digital, são mais ágeis e inovadores. Do outro, a instabilidade econômica e política enfrentada em alguns países da América Latina demanda cautela na definição de rotas, principalmente as que apontam para novos cenários. Em meio ao caos, organizações que não conseguirem ajustar o timing da tomada de decisão colocam em xeque sua sobrevivência – e isso não é exagero ou alarmismo.

Foto:  PWP Studio – Corporate Event Photographers

A inércia não pode ser considerada uma opção, assim como manter o jeito antigo e moroso de planejar e executar também é uma atitude perigosa. Adotar o conceito ágil e interativo – errar rápido para corrigir e acertar na mesma velocidade – nunca foi tão essencial. A meta de longo prazo para a transformação digital pode e deve ser definida, mas sua execução deve ser feita por fases, com objetivos claros e de rápida realização.

Dessa forma, é preciso construir, hoje, um ambiente maleável, que permita aumentar ou diminuir a infraestrutura e as soluções, conforme a necessidade da empresa para atender às demandas que surgem, muitas vezes, de forma inesperada. E tudo isso sempre atendendo ao compliance da companhia, para garantir que qualquer mudança que ocorra no ambiente de TI esteja sob gestão e crivo do CIO e sua equipe, garantindo compliance e segurança da informação.

A necessidade de uma gestão mais ágil da TI já foi percebida pelos líderes. Uma pesquisa realizada com 500 organizações dos Estados Unidos, desenvolvida pela CompTIA, por exemplo, descobriu que apenas 34% delas desenvolvem um plano de arquitetura de TI com uma janela que vai além de 12 meses. Antigamente, era normal que durassem até dez anos, para boa parte das corporações – considerando a efervescência do mercado, hoje, uma decisão dessas pode ser fatal.

Também vale um alerta: há armadilhas do próprio mercado de tecnologia da informação, que tem disponível uma infinidade de opções que nem sempre serão úteis para a organização. Nesse cenário, ganha ainda mais força o discurso sobre a importância de uma TI estratégica e próxima das áreas de negócios. Afinal, todo o processo de adaptação pelo qual passamos visa a proporcionar robustez para a empresa crescer ao mesmo tempo em que a tecnologia avança. Do contrário, pode se tornar apenas mais um documento burocrático.

Não existem regras ou um passo a passo para constituir um plano de transformação digital que funcione para todas as empresas. Mas, uma coisa é certa: espera ou lentidão não representam um plano seguro. É preciso começar hoje para garantir a sobrevivência amanhã.

*Wagner Bernardes é diretor de vendas da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natalia Diogo

A força da gamificação

Gamificação não é um “puxadinho”

Por Carlos André – CEO da LoySci*

A Gamificação é uma técnica disruptiva com eficácia comprovada e poderosa para engajar, influenciar, incentivar e reter pessoas. Se utilizada de forma estratégica e planejada melhora a interação com as pessoas, fideliza clientes de maneira sustentável, incentiva funcionários e parceiros, entre outras inúmeras formas para impactar pessoas e negócios.

Porém, o mercado acaba vivendo uma epidemia de “puxadinhos” de Gamificação. Ou seja, o modelo, ao invés de estar alinhado aos objetivos do negócio, torna-se uma colcha de retalhos, totalmente acessório, e que não gera resultados.

Carlos André – CEO da LoySci

Algumas empresas decidem adotar a Gamificação apenas por modismo ou por curiosidade. Quando há apenas a popularização do conceito, faltando o domínio da estratégia, sem o profissionalismo no comando das ações, apenas o óbvio é colocado em prática.

Vemos então que não há uma mudança significativa da estratégia, apenas um adendo, uma adoção tímida, sem critério e sem o conhecimento específico da técnica. É apenas uma nova roupagem do passado, com um instrumento novo para atividades antigas.

O resultado desse movimento, ao invés de fomentar um vínculo de fidelidade e engajamento das pessoas, é justamente a “falta de resultados”. Por ser um adendo, não há retorno de investimentos, pois os benefícios podem ser ignorados pelos clientes, não engajando ninguém. As vantagens esperadas pela utilização da Gamificação, como impactar e reter, também não devem acontecer.

A Gamificação não pode ser aplicada em apenas uma parte do processo. O plano de fidelização precisa ser redefinido, repensado, por meio de estratégia gamificada, de engajamento, aderência à marca, motivação, e não como um improviso, sem critérios ou metas previamente definidas e mensuráveis.

*A LoySci é pioneira na América Latina na implementação de soluções de lealdade baseadas em motivadores humanos, metodologia de Gamificação e gestão tecnológica.

Fonte: Medialink Comunicação – Eduardo Vella

Planejamento Estratégico na ACIT

Curso de Planejamento Estratégico ACIT oferece consultoria gratuita após finalização das aulas

Na próxima semana, o Projeto Empreende, desenvolvido pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o Sebrae, vai realizar o curso “Na Medida – Planejamento Estratégico”.

Com objetivo de proporcionar aos participantes o domínio do processo de organização da microempresa, conscientizando que o planejamento estratégico, de forma ordenada e articulada, contribui para o aumento das vendas de produtos e serviços, com qualidade e preços atrativos.

O curso acontece no auditório da ACIT de 23 a 26 de julho, somando 16 horas/aula, sempre das 18h às 22h.

Como grande diferencial, o curso oferece, ainda, duas horas de consultoria individual como bônus após a finalização das aulas.

As vagas estão abertas mas são limitadas, e as inscrições podem ser realizadas diretamente na ACIT. Associados tem desconto e facilidades no pagamento. Maiores informações podem ser obtidas pelo email cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8210/8211 e whatsapp 99189-7964.

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté trabalha sempre com foco na consolidação do comércio local, prestação de serviços e indústria, buscando excelência em seus produtos para manter a cidade como referência na região e fazer com que a economia local seja fortalecida.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Vaga em planejamento

Agência busca um planner

Vaga para planner na Coyo:

– Perfil dinâmico, organizado e extrovertido.
– Trabalhará com planejamento e elaboração de campanhas e ideias criativas.
– Conhecimentos na área de publicidade, propaganda e marketing.
– Boa comunicação verbal e escrita.
– Experiência na área de agência e comunicação.

Estágio em atendimento

Verge busca estagiário

A Verge Parceria Estratégica está à procura de um(a) estagiário(a) de atendimento na área de marketing digital.

É necessário ter vontade de aprender, conhecimento das ferramentas e processos de marketing digital, ser proativo e organizado para realizar planejamento de ações e estar em contato próximo com o cliente e as novidades do mercado.

Quem se interessar deve enviar CV para selecao@verge.com.br com o assunto “VAGA ESTÁGIO ATENDIMENTO”.

Vaga em marketing

Vaga de Assistente de Marketing Junior na VEIBRAS SJC

Contrato: CLT

Horário: segunda a sexta 7h30 às 17h30

Atividade: organização de eventos; contato com fornecedores; alinhamento de estratégias e operações de marketing;

Os interessados deverão encaminhar currículo para: selecao@grupodavoli.com.br com o titulo da vaga até dia 01/06.

OBS: Ficar atento, pois as convocações para entrevistas acontecem via e-mail.

Agência busca profissional para planejamento

Vaga para planejamento na OnHead

A vaga é para profissional, contratação: CLT

Perfil:
• Estratégico e criativo;
• Dinâmico e ágil;
• Organizado e comprometido;
• Ter pensamento criativo aplicado à estratégia.
• Busca se desenvolver e aperfeiçoar sempre.

Responsabilidades:
• Participar de reuniões e brainstorming criativos;
• Desenvolvimento de estratégias e desdobramentos táticos (ações/ativações/mídias) para campanhas externas/internas;
• Apresentar campanhas promocionais, institucionais de branding, etc;
• Acompanhar o job do briefing à execução, garantindo a aplicação da estratégia em todo o processo;
• Acompanhamento de execução das campanhas, evolução dos indicadores e elaboração de relatórios;
• Acompanhar o mercado de atuação dos clientes para propor novos projetos e aprimorar os projetos em andamento;
• Análise de dados e busca por tendências com aplicação e interpretação de pesquisas.

Obrigatoriedade: Experiência na área; Superior em PMK/PP/RP/MKT; Habilidade para analisar dados e extrair informações.
Desejável: Experiência no desenvolvimento de ativações, lançamentos, promoções e etc; Habilidade com programas de apresentação (PPT, prezi, canva, etc)

Seg a sex – 08h às 18h – Remuneração: R$ 1.200,00 – R$2.000,00 + V.T + Refeição
SJCampos – Enviar CV para ‘rh@onhead.com.br’ – assunto ‘vaga campanha’.

Agência quer contratar para a área de mídia

Vaga para atuar em Mídia

A Verge busca profissional para atuar em seu setor de mídia.

Descrição da vaga

Principais Responsabilidades

– Desenvolvimento de estratégia, planejamento e execução de mídia off-line;

– Avaliar projetos e campanhas, incluindo análise de resultados;

– Ter bom relacionamento com os veículos e seus formatos de veiculação;

– Apresentar propostas, supervisionar os orçamentos e fornecer cronogramas e escopo;

– Acompanhar processos de faturamento de ponta a ponta;

Requisitos

– Residir no Vale do Paraíba;

– Experiência mínima de 02 anos na área de Mídia, atuando na compra e execução de campanhas de mídia off-line;

– Ter relacionamento com os veículos regionais.

Perfil do Candidato

– Ser organizado e capaz de construir projetos diferenciados aos clientes, buscando sempre os melhores resultados com a verba existente.;

– Ser estratégico, com capacidade de escolher os melhores caminhos da comunicação;

– Ser antenado as novas soluções de mídia.

Enviar seu portfólio com pretensão salarial para contato@verge.com.br