Mídia programática e a exposição das marcas

“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática. O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric, BRF, Seara, Unilever, Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunc iante es colha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

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Dia do social media: quem é esse profissional e qual a sua importância?

Especialista comenta sobre o trabalho de gestão das redes sociais, comemorado no dia 30 de junho

Você já deve ter ouvido falar em social media. É uma profissão que vai ganhar ainda mais mercado no futuro, mas que já se faz presente e ajuda a manter a comunicação certeira em tempos de crescimento do marketing digital e relacionamentos entre pessoas e empresas via internet. No dia 30 de junho é comemorado o dia desse profissional, constantemente posto à prova para mostrar que o trabalho vai além de ser um usuário assíduo das redes sociais.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O social media é, hoje, alguém capacitado que se especializa em diferentes ferramentas da comunicação digital e trabalha em conjunto com outras áreas da comunicação para fazer a mensagem chegar clara e precisa ao potencial cliente de uma empresa via mídias digitais. Quem explica é a especialista em marketing digital Paula Tebett, defensora da valorização da função que exige estudo em múltiplas competências.

“Não basta apenas a formação em comunicação para saber expressar um posicionamento pelas plataformas digitais. É preciso atualização constante em relação a ferramentas da tecnologia. Também é difícil pensar em conteúdo, estratégias, saber como e onde se marcar posição, os melhores dias de postar, criar anúncios e estar bem informado. Para ser social media precisa entender um pouquinho de tudo, da criação ao tráfego de dados”, afirma Paula. Ela considera ainda que existe algum preconceito sobre o social media, principalmente por falta de conhecimento sobre o que ele é capaz de produzir.

“Ainda há essa relutância, que pode ser percebida, principalmente, por parte das pessoas de gerações mais velhas, muitas delas empresárias que estão presas ao marketing tradicional offline. Mas esses também têm que entender que é um bom investimento ter um social media para cuidar das marcas, e não um gasto”, diz a especialista.

Paula Tebett

Ainda segundo Paula Tebett, o marketing digital é a primeira estratégia de vendas para profissionais de diversos segmentos, o que reforça a tendência e a necessidade de ter gente especializada capaz de anunciar nas redes sociais. No Brasil, a relevância é maior ainda quando se sabe que, em média, os brasileiros já estão usando a internet por quase 9h ao dia, sendo o uso das redes sociais correspondente a quase 5h diárias. Dentre as principais vantagens de se fazer o marketing digital, está a possibilidade de perceber alguns resultados gratuitamente, e, por isso, pensar e adaptar a comunicação estratégica com os potenciais clientes nas redes.

“Em mídias sociais a gente consegue fazer análises e ter métricas de forma mais simples e diretas, como respostas e comentários nos posts, sejam positivos ou negativos, curtidas e salvamento das postagens, além de rastrear cliques. Em mídias tradicionais como o outdoor, rádio e TV não existe isso. Tem como fazer estimativas de alcance, mas não se sabe quem, de fato, gravou a mensagem de uma marca, sem contar que hoje ainda é bastante caro investir em mídias físicas. Na mídia digital dá para atingir objetivos gastando menos”, pontua Paula, que começou a carreira ligada às mídias sociais em um período anterior ao marketing digital. “Eu fazia o marketing com publicações de forma orgânica, usando o Orkut, o MSN, o ICQ. Era muito primitivo, não existia anúncio nem plataformas próprias, mas a internet já indicava um caminho a ser seguido”, lembra Paula, que, atualmente, cria conteúdos para plataformas do Brasil e do exterior, como a MLabs, e cuida digitalmente da marca Insetisan.

Fonte: Goldoni Conecta – Assessoria de Imprensa

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CorelDRAW 2020 para uso doméstico

Corel anuncia abertura de licenças corporativas do CorelDRAW 2020 para uso doméstico durante a Covid-19

Iniciativa engloba empresas e instituições de ensino com contrato de manutenção ativo; ação vale até 31 de maio, mas o prazo pode ser prorrogado em decorrência de lockdown ou extensão de quarentena durante a pandemia

Na linha de frente da iniciativa global de ajuda a empresas e funcionários durante o período de quarentena para combate à Covid-19, a companhia canadense Corel, líder de mercado no segmento de plataformas, suítes e aplicativos de design gráfico, anuncia a flexibilização para uso doméstico de licenças corporativas da suíte CorelDRAW 2020.

Na prática, qualquer empresa, escola, universidade ou instituição de ensino com contrato de manutenção ativo poderá distribuir suas licenças corporativas para colaboradores e integrantes de suas equipes usarem o software em esquema home office. A política de uso doméstico é temporária e válida até 31 de maio, mas poderá ser prorrogada de acordo com o comportamento da pandemia em todo o mundo.

Para empresas e instituições de ensino interessadas em solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, basta acessar este endereço e preencher o formulário com as informações que correspondem ao último pedido de licença. Os dados devem ser exclusivamente os mesmos, incluindo o número do pedido e o e-mail associado a ele. Ao solicitar as licenças temporárias para uso doméstico, a empresa deverá fornecer também a quantidade necessária para as plataformas Windows e Mac, lembrando que o número não deve ultrapassar o total de licenças por plataforma contratados no último pedido.

Após receber o formulário devidamente preenchido, a Corel validará as informações e fornecerá às empresas, escolas e universidades um e-mail separado com as chaves de licença e um link de download para que cada usuário seja habilitado individualmente e possa usufruir do CorelDRAW Graphics Suite 2020 em versão Mac ou Windows no conforto e na segurança de suas casas.

“Esperamos que a iniciativa facilite o suporte das equipes aos usuários, funcionários, estudantes e professores durante os períodos de lockdown ou quarentena por conta da Covid-19”, diz Flávio Tedesco, Head de Canais da Corel no Brasil e Cone Sul. “Ao longo de seus 35 anos de história, a Corel sempre priorizou entender as necessidades de seus clientes e parceiros de negócios – e não seria diferente agora. Diante dos diários e incontáveis desafios únicos que o mundo está vivenciando na pandemia, a flexibilização das licenças corporativas para uso doméstico tem sido nosso principal objetivo”.

Para mais informações, a Corel disponibiliza sua página de suporte comercial aqui 

Na web, a Corel Brasil está em www.corel.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Corel Brasil

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Coluna “Discutindo a relação…”

Momento de adaptação e mudança acelerados

As mudanças impostas pela pandemia do virus Covid 19 impactaram todos os setores da atividade econômica mundial, brasileira e, óbvio, regional. Esses impactos tiveram que ser absorvidos em prazo de tempo curtíssimo pelas agências, veículos e fornecedores de nossa região.

Discutir a relação tem sido fundamental para superar esse momento complicado e absolutamente único em nossa história.

O Publicitando foi buscar a opinião de algumas lideranças regionais para entender como tem sido a adaptação principalmente à necessidade do trabalho remoto. Veja na sequência o que eles nos disseram:

Eduardo Costa – Resultage

Aqui na Resultage entramos em home-office no dia 18/3, alguns dias antes do anúnciio oficial da quarentena na cidade.

Já tínhamos uma certa cultura de home office esporádica, em casos de doença ou compromisso, o colaborador já fazia isso. Mas foi a primeira vez que isso aconteceu massivamente.

Quem não tinha um computador em casa levou a máquina. Na rotina, como tínhamos processos e ferramentas bem estruturadas , não foi tão difícil.

Eu tenho 2 times bem específicos: o de desenvolvimento, que cuida basicamente do Widgrid, nosso produto que é um CMS para construção de sites e o time de Mkt digital.

Cada time tem ferramentas próprias de gerenciamento de projetos e tarefas (Trello, no Widgrid e Basecamp no Mkt DIgital), o que facilitou muito a adoção em massa.

Cada time criou seu processo de reunião diária. Como exemplo, no Mkt, todo dia de manhã o time se reúne via call usando Hangout e faz uma mini reunião (como os daily meeetings do Scrum) onde é analisado o dia anterior, erros, acertos e problemas surgidos e depois traçam-se as tarefas macro do dia , que já estão no Basecamp em detalhes. E durante o dia, micro-reuniões sobre assuntos específicos ou micro-gerenciamento de alguns colaboradores ou assunto específico.

Quanto aos clientes, assim como todos tivemos reduções, cancelamentos e congelamentos, mas estamos abraçando a todos eles, independente de escopo, contrato ou assinatura pois nossa meta é ajudar a todos nesse momento já que o lema é não deixar ninguém para trás.

Nos adaptamos ao momento , estamos preparados para continuar assim o tempo que for necessário, fazendo as adequações que houverem. Estamos dando consultoria para alguns clientes e amigos sobre processo, inclusive. Gerei uma aula que dei para empresários sobre a crise, como se adaptar a esse momento.

Telma Marcondes – Qualicom Diálogos Estratégicos

Estamos há 36 dias em trabalho remoto. Como já é rotina uma reunião online semanal com os atendimentos in-house dos clientes, mantivemos a prática com toda equipe, intensificamos as conversas entre departamentos e centralização de informações no sistema de gerenciamento de projetos.

Além disso, estamos priorizando as reuniões com vídeo para não perdermos a identidade da equipe e tb trabalhando em projetos de comunicação que apoiem comerciantes locais a manterem seus negócios e empregos aqui na nossa região.

Bom humor e alegria! Fotos de gente queimando arroz, pano de prato queimado, pets queridos, doces e cenas do distanciamento da família. Distantes, mas juntos!!!

Gustavo Gobbato – Alchemy

Em face ao trabalho remoto, nós já havíamos nos adaptado ao Home Office há 3 anos, quando deixamos a operação física a um mínimo. Com equipe in company no cliente e uma sede compartilhada com a Holding da qual fazemos parte.

A gente não teve dificuldade porque já vivemos isso e temos um aprendizado já há algum tempo. Temos software de gerenciamento de atividades, o que auxilia muito.

Estamos acostumados a nos falarmos o tempo todo e aos grupos de whatsapp. O mesmo acontecendo com clientes, com quem a gente se relaciona digitalmente apesar das distâncias, já que a maioria de nossos clientes não está na região do Vale.

O maior desafio está sendo por conta dos fechamentos devido ao isolamento. Nossa carteira tem como base os clientes de varejo, que diante do isolamento, reduziram ou suspenderam contratos. Isso trouxe um movimento de redução indesejada do time, pois vínhamos em crescimento extremamente forte nos últimos 3 anos com metas ambiciosas, mas realizáveis para 2020, que agora já estão sendo revistas.

A bem da verdade, elas já foram revistas e estamos já na fase de implantarmos o plano de ação para nos adequarmos.

Lucas Rodrigues – Casa 33

Aqui na agência já tínhamos o hábito do trabalho remoto, então esta adaptação foi tranquila.

Tivemos apenas que adaptar as reuniões por vídeo conferência. Desde de o começo mantivemos a relação de parceria com os clientes nos disponibilizando a ajuda-los neste momento de crise.

Não sabemos quanto tempo ainda vai durar, mas estamos juntos, criando e buscando oportunidades para ajudar a economia local.

Vitor Morais
Diretor de Criação e Conteúdo na Supera (Agência de Comunicação especializada em Estratégia e Cultura Organizacional)

Naturalmente, a gente já tinha o desafio de fazer os alinhamentos e processos com equipes trabalhando de diferentes lugares. Por exemplo, toda a criação está na unidade de São José dos Campos, mas temos profissionais na unidade de São Paulo, em Fortaleza, em Salvador, alguns que ficam dentro dos clientes, então o nosso cotidiano já é muito organizado por plataformas e relações digitais.

Mesmo assim, as equipes 100% em home-office, por tanto tempo, foi uma adaptação diferente. As rotinas específicas de cada área precisaram ser migradas para plataformas, as interações com outras equipes precisam de um aviso prévio (Pode falar agora? Vamos fazer uma vídeo?), os processos colaborativos precisam ser provocados; caso contrário, o trabalho passa a ser individual. Mas nada é impossível, e de fato o isolamento reforçou essa possibilidade.

Fizemos uma mobilização para entender se todas as equipes tinham os recursos básicos, alguns profissionais precisaram levar o desktop para dar conta de edições mais pesadas, organizamos todo um acesso remoto para possibilitar que todos continuem acessando os arquivos necessários.

A gente já usava um sistema interno, além do Workplace, então a adaptação da rotina foi muito mais uma questão de incentivar as conexões digitais e intensificar nosso uso dessas ferramentas. Para ajudar, a gente está produzindo pílulas com dicas práticas e mensagens diárias para manter o engajamento.

Alguns trabalhos foram congelados, como treinamentos presenciais e pesquisas, mas em geral as demandas continuam. Até apresentar concorrência por videoconferência já aconteceu. De certa forma, vejo que a situação nos acelerou a tomar uma decisão que estava ali na frente: flexibilizar o formato de trabalho.

Deborah Meister – Triadaz – Propaganda e Marketing

Bom, embora alguns já fizessem home office, ainda tínhamos o hábito da equipe reunida. Percebemos a possibilidade de migrar para o home office antes de ser declarada a pandemia, o que nos deu tempo de preparar um pouco mais a nós e a equipe.

Estamos trabalhando remotamente desde o dia 16. Entendemos que muitos funcionários vivem e convivem também com idosos e isso valia para resguardar todos.

Assim, desenhamos uma nova rotina há um mês. Desde então, Skype tem sido a principal comunicação interna da agência. Com os clientes, muitos deles já estavam habituados com o uso de meios digitais, assim sendo, apenas uma ou outra reunião teve a plataforma alterada, migrando para zoom, FaceTime, WhatsApp e afins.

No geral, acho que chegamos numa nova normalidade. Todos da equipe já nos adaptamos, conseguimos prover máquinas e acessos a servidores, bancos de imagens e afins.

E os “bom dia”, cafezinho e reuniões continuam, só de uma outra forma.

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Vaga no Santuário Nacional

A12 contrata

O Santuário Nacional de Aparecida busca estagiário para fazer parte de sua equipe

Requisitos:
– Cursando 1º ou 2º ano de Comunicação Social (Rádio, TV e Internet);
– Experiência com Photoshop;
– Premiere
– Office (Word e Excel)
– Conhecimento de conceitos de redes sociais.

Atividades desenvolvidas:
• Edição de vídeos;
• Descrição de vídeos (título, descrição e tags);
• Criação de miniaturas (thumbr do youtube);
• Postagem em canais de youtube de responsabilidade do A12.com;

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Um papo bom com o Alexandre

De volta com as entrevistas

Após um longo tempo sem conseguir realizar entrevistas – a correria diária nos priva de algumas boas coisas, as vezes – o Publicitando volta ao formato.

E desta vez batemos um ótimo papo com o Alexandre Lemes. Ele é formado em publicidade e propaganda pela Unitau na turma de 2004. Fez graduação em 2012 e rodou um tempo pelo mercado de Sampa. Agora é Diretor de Criação na Verge.

Confira a entrevisa:

1 – Você esteve um bom tempo no mercado de S.Paulo e resolveu voltar ao Vale do Paraíba. Como foi sua carreira na capital?

Foram oito anos trabalhando em São Paulo. Logo que saí de Taubaté tive uma passagem rápida pela FAV Ogilvy, agência especializada no mercado imobiliário, onde participei do desenvolvimento de campanhas para empresas como Lopes e Rossi a nível nacional.

Após essa experiência, trabalhei três anos na agência interna da Artefacto Móveis, onde desenvolvi campanhas para a marca a nível internacional, materiais de comunicação, anúncios e revistas, além do desenvolvimento e gestão dos sites e portal da marca. Foi um momento muito inspirador para minha carreira, pois tive contato com grandes players do mercado, entre veículos e anunciantes, além de profissionais com larga experiência em direção de arte, fotografia, tratamento de imagem e eventos.

Em busca de novos desafios entrei para a equipe de Tecnologias Aplicadas à Educação do Senac São Paulo, o TAE, na função de designer multimídia. Foram cinco anos e durante esse período trabalhei no desenvolvimento dos cursos EAD. Foi um mergulho no desenvolvimento multimídia para a área de educação incluindo a produção de vídeos em estúdio, edição, design de interface, design da experiência do usuário, acessibilidade, branding, design de produto e business intelligence.

Além das experiências de trabalho fixo, também desenvolvi trabalhos como freelancer incluindo o desenvolvimento de campanhas, identidades visuais, catálogos, interfaces, apresentações e publicações impressas.

Em julho de 2018, aceitei a proposta de entrar para a equipe de criação da Verge, em Taubaté, como diretor de criação.

2 – Você voltou para uma agência regional em uma posição de liderança criativa. Quais têm sido os principais desafios?

Fui contratado pela Verge em um momento de expansão da agência com o objetivo de organizar e implementar técnicas de processos e projetos na criação, além de estruturar os cargos e salários da equipe.

Meu principal desafio tem sido criar uma mentalidade interna de gestão, através da captação e análise de dados do ínício ao fim do processo, para toda a agência. Isso implica em uma mudança de metodologias, além de crenças e valores.

Um outro fator que tem se mostrado como um desafio é a expansão da equipe de criação. Tenho tido dificuldades na captação de profissionais qualificados para atender contas de grandes players nacionais e multinacionais. A formação de um bom banco de talentos tem exigido olhares para outras cidades do Vale e região.

Um dos trabalhos do Alexandre

3 – Em um mundo repleto de formatos criativos novos e plataformas que mudam o tempo todo como fazer para continuar sendo relevante?

A comunicação de mão única perdeu sua eficiência e deu lugar à experiência, e a tecnologia é o meio pelo qual essa experiência acontece. Isso pode ser percebido através da crescente importância que as empresas estão dando para o design centrado no usuário. Técnicas como storytelling, user experience, arquitetura da informação, design thinking e afins, são cada vez mais presentes nos processos de desenvolvimento de produtos e na divulgação dos mesmos.
Portanto, para ser relevante, a empresa ou produto precisa criar uma relação de empatia com seu consumidor e saber coordenar, de forma eficiente, os formatos e plataformas disponíveis a favor dessa empatia. Hoje, não basta entender o público-alvo. É preciso vivê-lo.

Confira o portfólio do Alexandre Lemes aqui

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A YouPix vem aí

YouPix Con, o evento mais relevante do ecossistema de influenciadores digitais, acontece dia 25 de outubro

Evento oferece um espaço de negócios e discussão sobre tendências e rumos da indústria de produção de conteúdo online. Interessados em acompanhar a terceira edição podem assinar o serviço de streaming e ter acesso a todo o conteúdo on demand pelo período de 6 meses.

No dia 25 de setembro, veículos, plataformas, marcas, agências, profissionais do mercado e produtores de conteúdo digital se reunirão para a terceira edição do YOUPIX CON. O evento é obrigatório para quem quer entender os rumos, práticas e as possibilidades de negócios em meio a um cenário em que a linha entre quem cria, distribui e monetiza conteúdo digital já não existe mais.

Em 2017, a curadoria de conteúdo feita por Bia Granja, Cofundadora e Diretora Criativa do YOUPIX, partiu de quarto macro-temas – Conteúdo, Negócios, Distribuição e Tendências. O resultado é um evento com o dobro de conteúdo em relação aos anos anteriores. Além do Key Note Stage, voltado para discutir tendências e temas pertinentes à indústria de conteúdo, e o How To Stage, com ênfase mais prática sobre temas que envolvem a produção de conteúdo digital, o evento conta com dois novos palcos: Creator Talks by YouTube que receberá diversas entrevistas individuais com creators, como Felipe Neto, Kondizila e Luba; bem como um palco promovido pelo ViU Hub, empresa especializada em produção de conteúdo digital da Globosat. As atividades vão discutir desde o caminho do vídeo dentro das plataformas digitais até tendências do segmento de entretenimento, passando por questões sobre o que engaja os adolescentes no digital hoje em dia.

Em paralelo aos palcos acontece o Influencers Sprint, um projeto especial do YOUPIX CON, liderado pela Tera, escola de design, tecnologia e negócios que é uma das principais referências atuais em educação para a economia digital. Durante 4 horas, creators, marcas e membros da indústria digital na missão de co-criar uma estratégia de influência que traga visibilidade e possibilidades de engajamento para um centro de cultura e acolhimento LGBT (Casa 1), uma escola de jornalismo para jovens das periferias (Énóis) e uma instituição que cria projetos pra desmistificação do câncer para crianças e adolescentes diagnosticados com a doença (Beabá). O resultado deste trabalho é apresentado no palco do Key Note Stage.

Este palco receberá, ainda, o Creators Pitch, concurso de talentos do YOUPIX pelo qual já passaram nomes como: Julio Cocielo, Pyong Lee, o pessoal do Canal das Bee e outros. Este ano, foram mais de 350 inscritos. Cinco deles serão selecionados para apresentar seu projeto durante o YOUPIX CON e concorrer a prêmios que contribuam para seu desenvolvimento como criador de conteúdo.

“O YOUPIX CON é um evento de conteúdo da próxima geração (the next generation content). Uma audiência que tem acesso à informação há um clique de distância, on demand e sem interrupções. Iremos trazer insights e provocações sobre como ser relevante, construir melhores narrativas e ser criativo neste novo cenário tanto para agências e marcas, quanto para criadores de conteúdo. Um evento que traduz a essência do YOUPIX de fomentar a indústria de conteúdo digital.” diz, Bia Granja.

Outra novidade é que este ano, em uma ação inédita, o YOUPIX realizou a venda de ingressos presenciais para o evento. “As duas últimas edições do YOUPIX CON eram apenas para convidados. Este ano, para atender a demanda do mercado, abrimos 50 vagas presenciais que, para a nossa surpresa, esgotaram em menos de 48 horas. Apesar do sucesso, não temos a pretensão de expandir o evento, que deve receber esse ano cerca de mil pessoas. Nosso objetivo é oferecer um espaço para networking e conhecimento e entendemos que, para isso, temos que manter um número seleto de pessoas”, diz Daniela Costa, Diretora Geral do YOUPIX.

As palestras, painéis e demais atividades que ocorreram nos quatro palcos do YOUPIX CON 2017 poderão, entretanto, ser acessadas ao vivo via streaming pelo valor de R$390. O conteúdo na íntegra fica disponível por mais seis meses após o evento para que o participante possa acompanhar todo o conteúdo.

A programação completa está no site www.youpixcon.com.br. Além do evento ter o oferecimento do Bradesco, Folha de São Paulo e UOL Ad_Lab, conta com patrocínio de ViU HUB, Globo.com, Magazine Luiza, Agência 1927, YouTube, Facebook, Instagram, Lomadee, Airstrip, Hysteria, TNT, 3 Corações, IBM, Printi, Heineken, Stilingue, Today, Gold&Co e Lover Ipsum.

SERVIÇO
Evento: YOUPIX CON
Data: 25 de setembro, das 9h00 às 22h00
Os interessados em acompanhar a conferência podem assinar o serviço de streaming através do site www.youpixcon.com.br (R$ 390,00)
Obs: as entradas para o evento presencial estão esgotadas.

SOBRE O YOUPIX
Ao longo de 11 anos, o YOUPIX se tornou o principal hub de conexões e negócios da indústria de conteúdo e entretenimentos digital. Pioneiro no estudo e fomento do universo de criadores de conteúdo e da cultura de jovens digitais, estabeleceu uma influente rede de contatos dentro e fora do Brasil.

Além de organizar o YOUPIX CON, o YOUPIX promove encontros de relacionamento; cursos para profissionais e in company sobre o mercado de influenciadores; consultoria de planejamento e relacionamento com influenciadores digitais; curadoria de eventos; viagens de estudos e benchmark para VidCon e Los Angeles; e o Creators Boost, programa semestral de aceleração de criadores de conteúdo. Todos os projetos contribuem com o propósito da empresa de fomentar a indústria de criação de conteúdo digital.

Fonte: YouPix – Yasmine Luna

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Muitas lojas digitais

Número de lojas virtuais crescem no Brasil
Planejamento bem executado pode contribuir para sucesso do negócio

unnamed (1)Uma tendência nos últimos tempos tem sido a abertura de lojas virtuais. Só neste ano, a previsão da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) é que o setor de e-commerce cresça 18% e tenha um faturamento de R$ 58,6 bilhões. Devem ser registrados em 2016 quase 191 milhões de pedidos nas lojas virtuais.

Mas como entrar nesse mercado? Como montar uma loja virtual? Por que investir nesse segmento? De acordo com Luis Gustavo Maruco, docente da área de gestão de negócios do Senac Guaratinguetá, o investimento para se abrir uma virtual é muito baixo e isso passa a ser um grande atrativo.

Uma dica que o docente dá a quem busca entrar no mercado de lojas virtuais é investir na locação de lojas prontas, ou seja, plataformas já constituídas, pois, assim, os custos serão menores. “Essa modalidade tem uma cobrança mensal ou uma taxa por transação, por exemplo”, explica. A contratação de agências de desenvolvimento também pode contribuir para o planejamento de uma loja virtual.

Orientações importantes

Luis Gustavo destaca algumas orientações importantes conceitos básicos que precisam ser pensados na hora de planejar a abertura de uma loja virtual. Veja quais são:

• Desejável controle de estoque;
• Vitrine de produtos com fotos, modelos, preços – o máximo de informações que tiver sobre o produto;
• Integração com gateways de pagamento (interface utilizadas em e-commerce para transmissão de dados entre clientes, comerciantes e bancos);
• Cálculo de frete;
• Desejável Certificado de Segurança SSL (protocolo de segurança internacional para troca de informações sigilosas na Internet).

Serviço:

Senac Guaratinguetá
Endereço: Avenida Doutor João Baptista Rangel de Camargo, 50 – Centro
Informações e inscrições: Pelo telefone (12) 2131-6300, pelo Portal Senac (www.sp.senac.br/guaratingueta) ou pessoalmente na unidade

Fonte: KMS Comunicação – Elizânio Silva

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