Nova campanha de Outback

Outback convida fãs para reviverem experiências marcantes em nova campanha

Vídeo chamado #MomentoOutback foi gravado com clientes reais que compartilharam grandes momentos vividos nos restaurantes da marca

Sempre inspirado em surpreender os apaixonados pela marca de forma divertida, intensa e verdadeira, o Outback Steakhouse convidou clientes reais para serem protagonistas de sua nova campanha. Chamada de #MomentoOutback, a ação mostra alguns dos clientes – que postaram fotos usando a hashtag – revivendo seus momentos de celebração no restaurante.

“Mais uma vez queremos mostrar como é forte a conexão que o Outback tem com as pessoas. Nossos clientes são a parte mais importante do nosso negócio e, por isso, recriamos essas experiências marcantes vividas conosco e registramos tudo em um dia divertido repleto de boas histórias”, afirma Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil.

E é ficar mais perto destas boas histórias que o Outback quer. A produção traz uma série com 3 vídeos e diversas fotos que serão exibidos nas redes sociais da marca com o objetivo de incentivar os clientes a compartilharem suas experiências vividas no restaurante usando a hashtag da campanha. “O #MomentoOutback mostra nossos clientes de verdade e, com isso, queremos que todos se sintam representados e prestigiados”, completa Renata.

O primeiro vídeo da campanha pode ser conferido aqui.

Ficha Técnica

Campanha: #MomentoOutback

Agência: Ionz

Produtora de Vídeo: Lamp Filmes

Fotos: 14mm

Diretor de Criação: Marcio Villar

Diretor de Arte: Ricardo Ventura

Roteiro e Redação: Eduardo Crivói

Redatora Júnior: Caroline Hikari

Assistente de Arte: Oliver Tarzis

Assistente de Arte: Paula Lopes

Planejamento: Lucas Miolla

Diretora de Atendimento: Daniela Aiko

Supervisora de Contas: Ana Carolina Campanili

Assistente de Atendimento: Felipe José da Silva

Mídia: Leandro Martins

Mídia: Aline Lima

Coordenadora de Redes: Mariana Pereira

Analista de Redes: Natalia Gomes

Fotógrafo: Danilo Quadros

Assistente de Fotografia: Natan Passos

Produção: Luciana Robles

Direção de vídeo: Leonardo Curcino
Produtor: Ruben Correia
Diretor de fotografia: Dan Moraes
Assistente de fotografia: Alexandre Queiroz Macedo

Locução: Leandro Sosi

Aprovação: Leonardo Dibe, Antonio Moraes

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis

Oficina de Produção Audiovisual

ACIT inova e traz Oficina de Produção Audiovisual

No próximo dia 23 de abril (segunda-feira) tem início, na Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), a Oficina de Produção Audiovisual.

De olho no desenvolvimento do mercado e nas novas formas de consumo, a ACIT preparou esse curso para que os empresários tenham uma visão atual de como transformar seu produto em algo atrativo, por meio de sentimentos que incentivem a compra nos mais variados canais de comunicação online, sejam as redes sociais ou sites corporativos.

Durante as aulas, os participantes vão aprender noções para ter referencias de fotografias de produtos, posicionamento de câmera e ângulos, enquadramento, luz e as mais variadas técnicas para valorizar a postagem na hora na venda. Isso será somado ao planejamento de produção para cada tipo de produto, como e onde vender, apresentação e explicação sobre os resultados obtidos e, por fim, organizar e analisar o material produzido de forma que atenda os variados formatos para redes sociais e e-commerces.

Para participar, o aluno deve levar sua câmera fotográfica ou celular. A Oficina terá 9h/aulas e acontece entre os dias 23 e 25 de abril, sempre das 18h às 22h no auditório da ACIT. O professor, Pedro de Campos Junior, é jornalista e pós graduado em Política e Sociedade no Brasil Contemporâneo, com atuação em rádio, TV, produtoras e agências de publicidade, somando mais de 9 anos de experiências na área.

As vagas estão abertas e são limitadas. As inscrições podem ser realizadas diretamente na ACIT. Associados tem desconto e facilidades no pagamento. Maiores informações podem ser obtidas pelo email cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8210/8211 e whatsapp 99189-7964.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

De casa nova

Tem gente nova no Quero Educação

A startup sediada em SJCampos tem uma nova produtora audiovisual em seu time de comunicação.

Maíra Teixeira acaba de ser contratada. A profissional já teve passagem pela Limonade e atuava também como freelancer. Estudou Produção Audiovisual na FIAMFAAM, Direção Cinematográfica na Academia Internacional de Cinema e publicidade e propaganda na Unitau.

Agência abre duas vagas

Arriba! abre vagas para duas áreas

Tem vagas na Arriba! para profissionais de mídia e produção.
Se você se dá bem com alguma dessas planilhas, mande já seu currículo para arriba@arribacomunicacao.com.br com o nome da vaga no assunto do e-mail.

Coluna “Discutindo a relação…”

A importância e função dos fornecedores em propaganda

Embora ainda mantenham em suas estruturas profissionais responsáveis pela produção (produtores gráficos e de RTV), todo o trabalho de execução e finalização das peças publicitárias é realizado fora da agência. Neste cenário destacam-se os fornecedores especializados e as produtoras, empresas ou pessoas físicas que são terceirizados pela agência e, sob sua coordenação, executam as peças de uma campanha ou “jobs”.

Os fornecedores e produtoras ganharam vida quando as agências passaram a enxugar suas estruturas, passando a focar-se em sua atividade principal: desenvolver a estratégia de comunicação de seus clientes e, consequentemente, criar as peças. A execução, que em alguns casos exigia altos investimentos em equipamentos muito específicos, foi terceirizada.

Em função disso, podemos afirmar que esse mercado de produção decorre da sofisticação e especialização que o mercado publicitário atingiu nas últimas duas décadas e que serve como sinalizador da força de um mercado publicitário. Ou seja: se você quer avaliar se uma dada região possui um mercado publicitário com bom nível de investimentos, verifique a quantidade e a qualidade de produtoras e fornecedores especializados que nele atuam.

Vamos destacar agora alguns dos principais fornecedores e produtores que atuam no processo publicitário.

a) Produtoras de Áudio

São empresas que contam com recursos tecnológicos e humanos específicos para a criação e produção de som para peças publicitárias. As peças mais comumentes desenvolvidas são:

– “Spot” – Texto que pode ser interpretado por um ou mais locutores/autores e que normalmente é acompanhado de música de fundo ou efeitos sonoros. É uma peça específica para rádio ou sistemas de som;

– “Jingle” – Música que canta as qualidades dos produto. Pode ser totalmente original (letra e música) ou parodiar uma música conhecida alterando a letra para destacar determinado empresa/marca/produto. Pode ser utilizado em rádio, sistemas de som e na TV;

– Trilha sonora – Música que serve de pano de fundo em comerciais de rádio e/ou TV. Pode ajudar na descrição da ação ou simplesmente “criar um clima” adequado ao conteúdo da peça.

b) Produtoras de comerciais para TV
Empresas que reúnem pessoas e equipamentos necessários a execução dos comerciais que assistimos nas TVs e nos cinemas.

Os comerciais são produzidos basicamente em dois suportes: filme e VT. O filme (16 ou 32 mm) possui excelente qualidade mas seu processo de realização é honeroso e lento. Já o VT é rápido e mais barato, mas perde em qualidade final. Mais recentemente, as produtoras vêm fundindo os dois processos, fazendo a captação das imagens em película e a finalização (edição ou montagem) em VT, o que possibilita mais agilidade, menor custo e mais efeitos digitais.

c) Fotógrafos e ilustradores

Os diretores de arte criam imagens para anúncios impressos. Alguém deve dar conta da realização das imagens concebidas por eles. É aí que entra o trabalho dos fotógrafos e dos ilustradores. Partindo de um lay-out que pode conter apenas uma imagem indicativa, estes profissionais vão cuidar da produção e execução da imagem necessária à peça publicitária.

Os estúdios de fotografia devem ter equipamento para diversos tipos de produção, mas podem também dispor apenas do básico e locar estúdios e equipamentos complementares.

Os ilustradores são desenhistas que vão dar soluções que a fotografia não alcance ou resolver uma necessidade mais específica, ou seja, desde o início o pessoal da criação da agência já desejava uma ilustração original e não uma foto.

Ultimamente, tanto fotógrafos como ilustradores sofrem ameaças de produtos colocados a disposição das agências como soluções “prontas”. É o caso dos arquivos de fotos (locam fotos já realizadas e agrupadas por temas) e também dos cliparts (disponíveis tanto nos próprios programas de desktop,em CD’s e na internet). No caso das fotografia há ainda CD’s com fotos de uso irrestrito e bancos de imagens free na internet.

Apesar destas ameaças, o trabalho de fotógrafos e ilustradores segue sendo extremamente útil e importante para a propaganda.

d) Institutos de pesquisa

Ninguém no mercado publicitário e em marketing gosta de dar “tiros no escuro”. Os investimentos são altos e a comunicação deve primar pela eficácia. Daí a importância da pesquisa dentro do universo publicitário.

As pesquisas mais compradas pelas agências são:

– de mercado – busca informações sobre o produto e o seu mercado;

– de mídia – levanta informações capazes de aferir o potencial de penetração de cada veículo e de traçar o perfil do consumidor dos diferentes meios;

– de comunicação – como o consumidor reage à propaganda, quais os efeitos que a comunicação vem gerando sobre seu comportamento e que caminhos ou soluções seriam mais adequadas a determinado público-alvo.

e) Produção Gráfica

Depois que a informática adentrou ao mundo da propaganda, houve profundas modificações no trabalho de produção gráfica, tornando-o mais ágil e econômico. Basicamente, a grande alteração foi a eliminação de uma parte da pré-produção gráfica, relativa a preparação de originais (artes-finais) e de textos e títulos. O antigo past-up.

Atualmente, podemos dividir o trabalho de produção gráfica da seguinte maneira:

– elaboração das peças em computadores e programas específicos, que já permitem reunir e distribuir no layout a um só tempo, fotos, ilustrações, títulos e textos;

– elaboração, em empresas especializadas, de fotolitos a partir dos arquivos gerados nas agências e que podem até ser enviados pela internet;

– a impressão propriamente dita, realizada em gráficas.

Estes são os principais fornecedores e produtores. Há muitos outros que podem participar do processo publicitário em qualquer um de seus momentos. Há aquilo que podemos chamar de “fornecedores dos fornecedores”, o caso, por exemplo, das empresas de “casting” e das que locam equipamentos para produtoras de áudio, de VT’s e para fotógrafos.

Importante é destacar que, já há algum tempo, que estes “terceirizados” deixaram de ser simples executores do que as agências criam. Graças a seus conhecimentos específicos, técnica apurada, talento e criatividade, podemos afirmar que, em vários casos, passaram a ser “co-autores” das peças publicitárias.

Coluna “Discutindo a relação…”

O desafio de ensinar e aprender

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Minha coluna acabou por cair no Dia dos Professores este mês. E resolvi escrever sobre ensinar propaganda ou, mais amplamente, ensinar comunicação. Vamos lá!

Começo lembrando de uma frase que ouvi em um curso rápido que fiz e que foi ministrado por um grande amigo e companheiro de profissões (professor e publicitário), José Maria da Silva Jr.: “Era fácil dar aula de propaganda até há algum tempo…”

Realmente era mais fácil, embora lecionar qualquer coisa nunca seja tarefa simples e fácil. A propaganda, entretanto, permaneceu presa a um modelo de funcionamento por muito tempo. Embora sempre tenha sido uma atividade dinâmica e meio sem rotina, a propaganda vinha repetindo fórmulas e receitas por décadas.

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As funções em torno das principais áreas – atendimento, planejamento, criação, produção e mídia – permaneciam quase imutáveis, embora algumas tenham aumentado de importância entre os anos 1980 e 1990, caso do planejamento e da mídia. Mas era tudo mais previsível e relativamente lento.

A partir do início dos anos 2000 a tecnologia acelerou tudo. A internet e os meios digitais vieram com tudo e alteraram tudo. Ou quase tudo. O mercado passou a ter dificuldade de apreender o que ocorria e tentar prever e/ou antecipar cenários. De lá para cá já lá se vão quase duas décadas. E as mudanças continuam em ritmo acelerado.

A academia (faculdades e universidades) colaborava com pesquisas, estudos e teorias sobre tudo que vinha ocorrendo.Tentava se manter no olho do furacão e ao mesmo tempo analisar e pensar. Tentava conceituar. Teve bons resultados, mas não foi e nem está sendo tarefa fácil. As mudanças são tantas que tenho dito que quem diz saber o que vai rolar daqui a cinco anos está claramente mentindo.

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Desde então ensinar a tal da propaganda ficou mais complexo. Foi preciso esforço para aprender rapidamente o novo contexto. Para tentar entender de tecnologia. Tivemos que penetrar no universo digital para entendê-lo na prática. Tivemos que buscar novos autores, novas bibliografias, novos cursos e novos professores. Sim, gente nova para ensinar coisas novas.

O aluno também mudou muito. Ele é mais ansioso, menos paciente e apressado. Também quer as coisas mais “mastigadas” e nem sempre está disposto a absorver informação de forma linear e progressiva. Ele checa, no mesmo instante, o que você fala em sala de aula no Google via smartphone. Ele tem a atenção mais fragmentada e dispersa.

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Tenho dito que tudo isso deixou maior o desafio de ensinar. E também deixou mais interessante. É preciso aprender e ensinar quase que simultaneamente. É preciso entender que aquele professor dono absoluto do conhecimento e da verdade sobre propaganda não existe e nem existirá mais.

Também tenho dito que não sei o que estarei ensinando daqui a cinco anos. Só sei que estarei ensinando comunicação. Seja lá como ela estiver até lá. E isso é que é bacana. Isso é que deixa tudo mais legal e desafiador.

Viva os professores de propaganda e comunicação. Feliz dia, meus amigos de profissão!!!

Oficina de vídeo

Oficina de Vídeo no Senac Guaratinguetá

unnamed-1O Senac Guaratinguetá está com inscrições para o curso livre Oficina de Vídeo. Neste curso, o aluno é preparado para realizar vídeos experimentais, respeitando as etapas de pré-produção, produção e pós-produção, explorando as linguagens audiovisuais e compreendendo as especificidades de cada função para a realização de uma obra audiovisual.

Data: 17/10 a 12/12
Horário: 18h30 às 22 horas; segunda, quarta e sexta-feira

Serviço:
Local: Senac Guaratinguetá
Endereço: Avenida Doutor João Baptista Rangel de Camargo, nº 50, Centro
Informações e inscrições: (12) 2131-6300 ou www.sp.senac.br/guaratingueta

Vaga aberta para produção e mídia

Molotov busca alguém para atuar como Mídia e Produção

Tipo de profissional: Mídia / Produção

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Descrição: cursar a partir do 3° ano de Publicidade e Propaganda, ter experiência em agência de propaganda, ter conhecimento em produção gráfica, comunicação visual, desenvolvimento de plano de mídia, domínio do pacote Office (avançado em Excel e Powerpoint), além de habilidade para negociação com veículos de comunicação e fornecedores gráficos.

Desejável: conhecimento em compra e métricas de mídias digitais.

Disponibilidade: para participar de cursos, feiras, seminários e treinamentos da área.

Agência: Molotov Propaganda
Local:Taubaté-SP
Contato: Envie seu CV para fernando@molotovpropaganda.com.br

Coluna “Discutindo a relação…”

Tudo junto, agora e ao vivo

Josué coluna correto

O tema da edição deste ano do Fest’up – Festival Universitário de Propaganda”, tradicional evento promovido pela APP e que chega a sua 36ª edição – é “Propaganda ao Vivo. Adapte-se”.

Ouvi semana passada uma entrevista do André Porto Alegre em uma web rádio, o nome da APP quando o assunto é Fest’up. E lá ele explicava um pouco sobre o tema e o evento. Sua fala me levou a refletir sobre como está o cenário de comunicação mercadológica no momento. Sobre o que está acontecendo.

E comecei a refletir sobre a velocidade com que temos e teremos que planejar, criar e produzir projetos de comunicação. A velocidade está num nível altíssimo. Quase insuportável. O advento das mídias sociais e, como decorrência, da pronta resposta do público aos nossos imputs de comunicação, fez tudo se tornar ainda mais instantâneo e imediato. Quase não dá para respirar.

Os tempos entre planejamento, criação e produção ficam cada vez menores.Há também de se antecipar possíveis retornos e diálogos e estar pronto para dar respostas consistentes. Gerir crises virou algo relativamente comum para as agências e marcas.Estamos, como o tema do Fest’up define, fazendo ‘propaganda ao vivo”. E sim, temos e teremeos todos que buscar a adaptação. Urgente!

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Bom senso, capacidade analítica, boa capacidade de diálogo, constante interpretação de cenários e públicos são elementos decisivos dentro desta nova realidade. O novo profissional de propaganda (de relações públicas, de jornalismo, o conteudista, o profissional de marketing) deve ter senso de urgência aliado à técnicas e fundamentos bastante sólidos.

O mais complicado de toda esta situação, o grande desafio que se apresenta é o da manutenção da qualidade da comunicação. Como entregar projetos consistentes, eficazes, diferenciados e impactantes para os clientes/anunciantes, viajando na velocidade da luz?

Crescemos todos ouvindo o famoso dito popular: “a pressa é inimiga da perfeição”. Acho que teremos que nos esforçar muito para resolver esta antiga pendência. Vamos ter que fazer a pressa ficar mais amiguinha da perfeição. Não vai ser fácil. Mais é extremamente importante cuidar desta relação!

As fronteiras da comunicação, por outro lado, vem desmoronando já há algum tempo. O profissional deverá ser cada vez mais de comunicação. Como um todo. Sem barreiras entre diferentes habilitações. Faremos, então, tudo rápido, integrado e com qualidade.

É fácil? Não, de modo algum. Mas como costumo dizer aos meus alunos, se fosse fácil qualquer um faria.