Evento gratuito aborda nova profissão: Tech Writing

Evento gratuito sobre Tech Writing aborda profissão que tem ganhado destaque no Brasil

A profissão de Tech Writing tem ganhado destaque no mercado brasileiro, tanto que as empresas de tecnologia buscam, cada vez mais, por esses profissionais. Na VTEX, plataforma de comércio digital que mais cresce no mundo, colaboradores de diversas formações estão se desenvolvendo na área. A área equilibra habilidades técnicas e escrita clara, buscando simplificar a complexidade da tecnologia. Ainda pouco falado no país, o tema será abordado em um evento gratuito no dia 30 de julho, idealizado por três profissionais da área: Mariana Moreira, Tech Writer da Zup Innovation, Juliana Meyer e Breno Barreto, ambos da VTEX.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Pensando em desmistificar o que existe por trás da nomenclatura técnica, Juliana, Mariana e Breno fundaram a comunidade Tech Writing Brasil, criada para troca de experiências entre quem já trabalha ou deseja atuar com escrita no mercado de software brasileiro. O primeiro meetup da comunidade será aberto ao público e acontecerá na última quinta-feira do mês de julho (30), a partir das 19h. Voltado para comunicadores e interessados no assunto, o evento abordará o que é ser Technical Writer e as habilidades que um profissional da área precisa ter. “Nossa ideia é dividir com as pessoas as nossas impressões sobre a profissão, compartilhar vivências e, cada vez mais, fortalecer nosso ramo de atuação no país”, revela Breno.

O trabalho de um Tech Writer é ser técnico, se ater aos detalhes e se aprofundar em assuntos intrincados e específicos. “Meu dia a dia é entender como funciona a complexidade da plataforma VTEX, tendo como pano de fundo o universo multifacetado do e-commerce. Faço isso colaborando com desenvolvedores, designers, product managers, redatores e pessoas incríveis a nível global, que contribuem com peças do quebra-cabeça que tenho que montar diante dos meus olhos. O trabalho de um Tech Writer não é só entender o funcionamento de um software, mas também explicá-lo de forma clara, para que vários públicos que acessam esse produto possam compreendê-lo e operá-lo da melhor forma”, declara Juliana.

A profissão de Tech Writing ainda está se desenvolvendo na América Latina, por isso existe pouco conteúdo sobre o assunto. Para quem gosta do desafio de lidar com a intersecção entre produtos tecnológicos e escrita, a profissão pode ser uma boa opção. A VTEX, além de ser apoiadora de iniciativas como esta, valoriza a troca de conhecimento e a vontade de aprender. “Percebo que trabalho em uma empresa que se coloca como responsável pelas transformações no mundo, seja promovendo ações educativas ou incentivando atitudes criadas pelos employees, como esse evento que organizamos”, finaliza Juliana.

Como participar

Data: 30 de julho, última quinta-feira do mês

Horário: A partir das 19h

Link gratuito: meet.google.com/irg-vptp-bwy

Fonte: Agência NoAr – Mariah de Freitas

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Coluna Branding: a alma da marca

O que você é?

Nessa última semana fui surpreendido com uma pergunta de um aluno que questionava o que eu era além de professor?

Esse questionamento, que soou inicialmente como aquela velha história de desprestígio com a função de professor, me deu a oportunidade de refletir um pouco mais sobre um assunto importante e contemporâneo, então, relutei um pouco mas respondi: “SOU HUMANO!”

Passadas as risadas do grupo que estava ao meu redor, tive a oportunidade de desenvolver mais o assunto com os alunos e gerar um aprendizado muito interessante. O que nos define não poderia ser tão stricto sensu.

Temos como mania, nos definir por nossa profissão. Sou publicitário, design, arquiteto, ou ainda mais stricto, sou diretor de arte, design gráfico ou design de interiores … mas aí a pergunta que fica é …E quando nos falta o emprego o que somos? Perdemos a nossa finalidade e assim a nossa identidade?

No mundo de hoje, quantos de nós se sentem frustrados com o que não conseguem representar profissionalmente? Será que ao colocar tanta importância em uma empregabilidade não estamos fragilizando a nossa natureza?

É interessante também perceber que, se tivesse que me definir mais assertivamente, provavelmente diria que sou algo como ” um cientista social aplicado”, e neste caso é até lógico que como tal, deveria me preocupar com os principais assuntos sociais do mundo e a clara falta de “Humanidade” em que nos deparamos por todos os lados.

É como se de repente nos víssemos todos desempregados dos cargos de “Humanos” e nos definíssemos a partir do nosso bico, que é ter uma profissão.

Não estou me desfazendo da importância da formação profissional, seria até um contra-senso trabalhando como um professor fazê-lo mas, questiono sim, se estamos posicionando acertadamente o valor da empregabilidade nessa relação.

Os jovens, os quais ensino diariamente, deixam claro que não querem estar limitados a um projeto de vida que os fixe a um cargo, setor, empresa, profissão ou país. São claramente sonhadores de espírito livre que precisam de nós apenas para dar-lhes um ancoradouro moral, uma trilha mais justa e sustentável.

No mundo novo, me parece claro que eles irão mais longe tecnicamente que a nossa geração, e com muito menos esforço, pois, estão vivendo uma revolução tecnológica que avança em velocidade maior que a dos séculos anteriores. Este processo garante também um conforto menor ao emprego, o que talvez preocupe demasiadamente a atual geração de adultos de 35 a 50.

Ser hoje, portanto, um ser humano, um cientista social no cargo de professor, me obriga a pensar melhor no que posso contribuir para o futuro desses jovens .

Sendo assim, acho que preciso aprimorar as minhas aulas para que consiga transferir claramente qual é a hierarquia das coisas, pois, se no futuro faltar-lhes o emprego, ainda assim devem estar preparados para serem um analista da vida cotidiana, e se tiverem calada a sua voz social, mesmo assim, NUNCA PODERÃO PERDER A SUA HUMANIDADE!

Para nós professores, #FicaDica!

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