Livro trata de gestão de imagem

Editora Senac São Paulo lança livro com foco em gestão de imagem

A máxima popular “a primeira impressão é a que fica” nunca foi tão atual. Em um mundo extremamente conectado, as incontáveis quantidades de selfies, posts, vlogs e os mais diversos conteúdos visuais são responsáveis pela impulsão da imagem como primeiro contato com alguém, seja ele no âmbito profissional ou pessoal. É praticamente impossível não ler uma pessoa pela sua postura, sua forma de falar ou de cruzar as pernas. No âmbito profissional, essa leitura pode ser fator determinante para conquistas.

Para ajudar o público a entender a importância da imagem para sua carreira, Joel Reis e Roseli Mazulo lançam, pela Editora Senac São Paulo, o livro Gestão de Imagem | Propósito, plano de carreira e êxito profissional. Nele, os profissionais destacam a importância da imagem para a conquista de realizações profissionais e pessoais e apresentam ferramentas e caminhos para quem deseja melhorar ou até mesmo reposicionar sua percepção.

Com prefácio de Arlindo Grund, a obra mostra que cuidar de sua imagem pessoal está além do que é visto no exterior, como uso de uma roupa com um bom corte ou de acessórios caros, por exemplo. Na verdade, ela abrange um conjunto de atitudes e complementos que valorizam quaisquer itens vestidos por alguém. O interior reflete no exterior.

Para eles, o passo inicial de todo o processo é o autoconhecimento. É por meio disso que se torna possível entender a real essência de quem você é e qual seu propósito de vida. E é essa análise que permite que sejam desenhados e/ ou ajustados os pontos destoantes da mensagem que uma pessoa quer transmitir da que ela está transmitindo de fato, em sua apresentação.

Ao longo de mais de 200 páginas, Joel e Roseli instigam e inspiram seus leitores a se descobrirem e a adotarem ferramentas que valorizem e destaquem sua personalidade. Da administração do tempo com sabedoria a questões que agreguem cultura, são apresentados pontos que ajudam na construção de um plano de carreira pautado por uma imagem verdadeira e única, um importante diferencial dos grandes profissionais.

Indispensável para o aprimoramento pessoal e profissional de cada leitor, Gestão de Imagem | Propósito, plano de carreira e êxito profissional propicia conteúdo de qualidade a todos que desejam melhorar sua imagem para alçar voos mais altos em suas carreiras.

Sobre os autores

Joel Reis

Formado em publicidade e propaganda, tornou-se um dos relações públicas mais respeitados do país, sendo responsável pelos eventos mais disputados do eixo São Paulo–Minas Gerais–Rio de Janeiro–Nova York, onde produziu desfiles de moda para a Calvin Klein. Depois de trabalhar para as marcas mais consagradas do mundo, como LG, Perrier-Jouët e Prada, escreveu o livro Sou Produtor de Eventos | Diário de bordo para o aperfeiçoamento profissional, publicado pela Editora Senac São Paulo.

Roseli Mazulo

Formada em letras e pós-graduada em psicopedagogia, foi secretária executiva de grandes empresas. Atua em educação há mais de trinta anos e é organizadora de eventos e cerimônias, entre outras atividades. É docente do Senac São Paulo nos cursos de comunicação, organização de eventos, protocolo e cerimonial, marketing pessoal, etc. Coautora do livro Secretária | Rotina gerencial, habilidades comportamentais e plano de carreira, publicado pela Editora Senac São Paulo.

Fonte: Fernanda Spagnuolo – Estrela Comunicação

Digital Workplace e home office: o perfil do trabalhador na Era da Colaboração

Profissional deve ser mais proativo e atuar como gestor do próprio trabalho. Ferramentas de colaboração evitam o isolamento social

por George Paiva*

Tecnologia e capital humano nunca estiveram tão próximos quanto agora, na Era da Colaboração. Com diversas tecnologias que permitem otimizar o tempo, diminuir custos e aumentar produtividade, os digital workspaces ganham mais espaço e adeptos em todo o globo. E um dado chama a atenção: a pesquisa Home Office Brasil edição 2016, da SAP Consultoria RH, aponta que nos últimos cinco anos, 80% das empresas brasileiras – públicas e privadas – implementaram a prática de home office, sendo 67% delas multinacionais.

A definição de home office não é apenas mudar o local de trabalho: estamos falando de uma profunda mudança de hábitos, que envolve horários, relações interpessoais, lazer e forma de ver a vida.

Para que esse movimento seja possível, a empresa deve disponibilizar o acesso a informações, ferramentas e recursos que, antes, eram localizados apenas nos escritórios. Ao mesmo tempo, o perfil desse profissional também se transforma: ele passa a ser responsável por produzir de onde estiver e sua gestão passa a ser feita por resultados, e não mais pelo modo de se trabalhar.

Há algumas características básicas que devem estar presentes nos colaboradores remotos:

● Conhecer bem o trabalho e as ferramentas: além de saber realizar as atividades básicas do dia a dia, o profissional deve dominar as ferramentas que o ajudarão a ser mais produtivo. Para que os resultados sejam de acordo com o esperado, ele também deve conhecer muito bem a organização em que trabalha e os seus processos operacionais e de colaboração.

● Gerir os próprios resultados: para atingir a produtividade esperada, cabe ao indivíduo fazer uma autogestão, pois ter alto nível de desempenho é essencial para trabalhadores remotos. Apesar do conceito de colaboração, a necessidade de supervisão e ajuda dos colegas deve ser menor em um digital workspace, assim, o tempo de troca de informações e reuniões será otimizado e melhor aproveitado.

● Controlar o próprio tempo: o teletrabalhador é mais sensível à distração e à dispersão. Ter uma agenda de atividades e um local adaptado dentro de casa são dicas preciosas para manter a autodisciplina e evitar a procrastinação de atividades.

As mudanças também devem ocorrer no psicológico de cada pessoa. Apesar de ser uma boa opção para aumentar a qualidade de vida, o home office exige que o profissional se adeque às novas formas de interação social. Evitar a solidão e o isolamento no exercício das atividades de trabalho é o grande desafio que os digital workspaces impõem às pessoas. Boas alternativas são encontros periódicos entre colegas e clientes e participar ativamente de redes sociais e grupos corporativos.

Não se trata, de fato, de uma mudança de tecnologia, apenas. É uma quebra de paradigma na forma de lidar com as relações de trabalho e sociais. De lidar com a vida.

*George Paiva é diretor de RH na América Latina da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natália Diogo

Vaga em marketing

Empresa busca profissional para atuar em seu marketing

A Panorama Sistemas Integrados está procurando um profissional para integrar seu time de Marketing, com foco de atuação na área de Negócios.

A empresa quer uma pessoa dinâmica, com excelente habilidade de comunicação escrita e verbal. Seu papel envolve criação de material de marketing e atendimento ao cliente.

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Coluna “Discutindo as relação…”

O adeus do Z

Os três sempre foram uma referência para mim e, acredito, para mais de meio mundo publicitário. O D, o P e o Z mudaram totalmente a propaganda brasileira. Trouxeram inteligência, brasilidade, charme e elegância. Acrescentaram excelência criativa, rigor estético e ética profissional. Trouxeram leões e muitos outros prêmios para o Brasil.

O P e o Z eram catalães. E, como eu descobri através de um vídeo comemorativo aos 50 anos da carreira do Z, conheceram-se no primeiro dia de cada um deles no primeiro emprego no Brasil (ou algo parecido com isso). É muito boa armação do destino, né?!

O Z era artista plástico. E um BAITA diretor de arte. Era divertido, bem humorado e talentosíssimo! Ajudou a formar uma montanha de profissionais de criação nos longos e fantásticos anos de DPZ. Aliás, a DPZ era uma agência tão original à época, que tinha dois andares e duas equipes completas de criação: uma comandada pelo P e outra pelo Z.

O Z se foi ontem. Tomei um enorme baque, confesso! Era fã de carteirinha. Infelizmente nunca tive a oportunidade de vê-lo em carne e osso. Nem uma única palestrazinha sequer…Mas admirava e muito mesmo à distância.

Escrevi no meu perfil de Facebook que a propaganda brasileira acabava de ficar um tanto menos rica. Perder o Z é como perder um Pelé, um Rivelino, um Zico, um Ademir da Guia… É como perder um Ademar Ferreira da Silva, um João do Pulo. É perder um W… e um P (que infelizmente já tinha ido também). É perder alguém insubstituível. Sim!

Acredito que a propaganda brasileira siga sendo competente, criativa, forte e que continuem surgindo profissionais que sejam referência para outros futuros profissionais. Mas, para os que são da minha geração, a despedida do Z faz calar, faz pensar, faz a alma ficar triste…

O Z vai deixar o céu ainda mais interessante, divertido e, claro, criativo e prazeroso. Não tenho dúvidas.

Um grande abraço, mesmo que ainda mais de longe agora, Zaragoza!