Estudo trata da relação marcas e diversidade

Consumidores querem marcas que apoiam verdadeiramente a diversidade

Pesquisa Diversidade, da Officina Sophia, aponta os temas que as pessoas consideram mais relevantes para apoio das marcas e identifica a relação disso com a propensão de compra

O Brasil e o mundo vivem dois fortes movimentos sociais: de um lado, o forte apoio às minorias e o respeito à diversidade; de outro, um crescimento de movimentos conservadores, culminando muitas vezes na tomada do poder político por esses. Segundo Paulo Secches, presidente Officina Sophia Conhecimento Aplicado, empresa membro da HSR Specialist Researchers, que coordenou o estudo sobre a Diversidade, é nesse universo amplo, múltiplo e diverso que as marcas e empresas devem se posicionar diante do tema.

O estudo aponta nortes importantes para a estratégia das marcas a partir de alguns questionamentos em torno de pontos marcantes ligados à diversidade. Deveriam as marcas fazer de conta que o assunto não é com elas? Ou manter uma posição de neutralidade? Ou ainda adotar uma posição explícita de apoio, mesmo que lidando com as manifestações críticas de correntes mais conservadoras da sociedade? Com base nessas perguntas, a pesquisa colheu insights para subsidiar a discussão, bem como fornecer parâmetros para a gestão das marcas e dos negócios.

O levantamento mostra claramente que as pessoas querem se aproximar de marcas com propósitos e crenças semelhantes às suas. Porém, algumas causas têm mais valor que outras e o estudo identificou quais os temas em que a sociedade é mais favorável:

A pesquisa Diversidade comprova ainda que as Marcas devem ter uma atuação forte e verdadeira, com engajamento genuíno. De modo geral, o brasileiro é favorável ao apoio de causas sobre diversidade. Entretanto, por parte das empresas, entende que deve haver pertinência com relação a esses temas, sem oportunismos. As entrevistas evidenciaram as bandeiras mais pertinentes para o apoio das marcas:

Outro ponto fundamental é que definir propósitos e se posicionar de forma transparente ao levantar algumas bandeiras pode resultar em um bom negócio, com reflexo em vendas de produtos e/ou serviços. Segundo o estudo, existe relação direta entre o apoio a causas e a propensão de compra dos consumidores:

“O consumidor se identifica mais com marcas que respeitam a diversidade de forma contínua e verdadeira no seu dia a dia. As empresas, portanto, devem estar atentas às demandas da sociedade ao definir suas estratégias de negócios. Ademais, o envolvimento de maneira superficial e a defesa de causas por oportunismos ou modismos pode ser um verdadeiro tiro no pé”, assegura Secches.

Amostra – A pesquisa quantitativa Diversidade foi realizada nacionalmente, no mês de julho. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre 18 e 50 anos, homens e mulheres, de classes sócio-econômicas ABCD (Critério Brasil), de São Paulo (Capital e interior), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste. O estudo sinaliza ainda que, em média, o apoio aos temas e causas identificadas como mais relevantes é maior nas classes sociais C2D, seguidos pelas B2C1. As classes AB1 também demonstram apoio significativo, mas em menor percentual. Em todos os casos, a proporção de apoio é maior na amostra feminina.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Micro-influenciadores e seu papel no marketing

Especialista explica a importância do marketing com micro-influenciadores

O marketing com micro-influenciadores é uma tendência forte no universo digital e parece que vai se manter em alta por muito tempo. Mesmo empresas que ainda não estão investindo nesta vertente do marketing digital pensam em começar o quanto antes, pois é uma estratégia que tende a gerar bons resultados a baixo custo.

Porém, há quem ainda pense que os micro-influenciadores não são tão importantes, pois são comparados com os números de seguidores de celebridades ou líderes da indústria. Porém, o que deve ser destacado é o envolvimento direto que ele tem com seu público, geralmente muito mais relevante do que seu número de seguidores como um todo.

“O que ocorre é que os micro-influenciadores, apesar de possuírem um público relativamente menor em comparação com celebridades da internet, tendem a ser extremamente ativos e fiéis, gerando uma alta taxa de resposta para praticamente qualquer coisa que publicam”, explica Rodrigo Darzi, CEO e sócio da Agência de Marketing Digital IMMA.

Rodrigo também comenta que os micro-influenciadores dão um ar de autenticidade maior do que celebridades quando comentam algo sobre uma determinada empresa ou produto. “As pessoas sabem que as celebridades são pagas para fazer propaganda, mesmo em suas páginas pessoais. Por outro lado, elas veem os micro-influenciadores como pessoas que estão simplesmente dando uma opinião sincera”.

Como os seguidores de um micro-influencidor costumam confiar em sua opinião, o engajamento acontece de forma natural, rápida e econômica. E empresas de diversos portes tem visto com bons olhos como uma estratégia fundamental no marketing digital, principalmente as menores, que não possuem uma grande verba para gastar com publicidade.

Para ter sucesso com o marketing por micro-influenciadores, conhecer o público da marca é fundamental, pois são as interações e discussões da comunidade que irão indicar as pessoas que se destacam como influenciadores de opinião.

Fonte: Agência de Marketing Digital IMMA

Coluna {De dentro pra fora}

A lista dos nãos

O que a gente mais gosta de fazer nesta época do ano? Listas!
Lista de pendências para acabar o ano, lista de prioridades, lista de presentes, lista do supermercado, lista de metas para o próximo ano. E por aí vai…

Para entrar no clima e não quebrar sua rotina com um textão (sei que todos estão naquela correria-fim-de-ano), decidi montar minha listinha para a coluna do mês. Vai ser a ~Lista do que não fazer em 2017~.

1 – Não comece o ano sem definir os objetivos de comunicação.

2 – Não faça um planejamento sem realmente entender a cultura da sua empresa (eu espero do fundo do coração que você já tenha um planejamento de comunicação para o próximo ano).

3 – Não gaste tempo desnecessário com atividades que não resolvam os problemas definidos em seu planejamento.

4 – Não faça nada sem sair do seu lugar de “comunicador” e se colocar no lugar do seu público. Não se esqueça de que o principal objetivo é que eles entendam, não você.

5 – Não deixe a liderança de lado. Pelo contrário, incentive, treine, promova a comunicação dela com suas equipes.

6 – Não caia no erro de construir mensagens lindas que não sejam sustentadas pelas ações e práticas corporativas. O dia a dia diz muito mais que nossas palavras.

7 – Não permita que a Comunicação Interna seja apenas o e-mailzinho e o jornalzinho. Eleve a CI para o nível estratégico, faça a presidência entender como nós podemos contribuir para o negócio.

8 – Não siga “tendências de mercado” só porque são tendências. Seja analítico e reflita se aquilo realmente faz sentido para a cultura da empresa, os públicos e segmento do negócio.

9 – Não subestime seu público. Não deixe de entender suas aflições, necessidades de informação e sempre promova o diálogo na organização.

10 – Não se esqueça de agradecer a sua agência, os seus colegas de trabalho e todo mundo que ajuda a encarar os desafios.

Que 2017 seja um ano surpreendente!
Que a gente aprenda a falar mais não e focar no que realmente é importante.

Para impulsionar as vendas

ACI faz evento de moda para incentivar vendas de final de ano

Para ajudar a capacitar a equipe de vendas, já pensando no aumento do movimento no fim de ano, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos promove um workshop sobre Varejo de Moda, no próximo dia 31. O curso tem o objetivo de atualizar e reciclar as práticas de atendimento.

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Questões como qual a melhor maneira de abordar seu cliente ou a melhor forma de fidelizar o relacionamento com o seu público final serão respondidas pelas especialistas Ana Vaz e Patrícia Sant’Anna.

A programação começa com uma oficina ministrada por Ana Vaz, consultora de imagem pessoal e profissional, estilo, moda e etiqueta. Ela vai abordar o tema “Ferramentas de relacionamento de clientes – aprendendo a vender a tendência”.

Ana afirma que é necessário observar o cliente e atender de maneira precisa. “É preciso fazer da venda um atendimento personalizado, sendo assertivo. Mesmo que o cliente não peça esse tipo de conselho selecionar peças que façam ele se sentir bem é o ideal”, disse a consultora.

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Quem dá continuidade ao evento é a diretora de pesquisas da Tendere, Patricia Sant’Anna vai abordar três tópicos: contemporaneidade – varejo de moda com presença on e off line; empatia no dia-a-dia do varejo; e economia criativa como estratégia de varejo de moda.

O evento é aberto a empresários, gerentes de lojas, vendedores, consumidores e estudantes, e acontece na última segunda-feira do mês, dia 31, das 14h às 18h30, no auditório do hotel Nacional Inn, em São José dos Campos. Os ingressos estão à venda na sede da ACI para associados (R$ 70), não-associados (R$ 110) e para estudantes dos cursos moda, publicidade, marketing e design (R$ 55).

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos