Kantar anuncia o Projeto Moonshot

Kantar anuncia o Projeto Moonshot, lançando plataforma inédita de medição de eficácia de publicidade

Parcerias fundamentais, incluindo Google, Roku, Pandora e Anzu, impulsionam a próxima geração de planejamento e otimização de mídia

A Kantar, principal empresa de dados, insights e consultoria do mundo, anuncia neste mês um marco importante em seu projeto para oferecer a plataforma independente mais avançada para medir a eficácia da publicidade.

O Projeto Moonshot é a primeira iniciativa do setor a estabelecer integrações diretas de dados com empresas como Google, Pandora e a plataforma de anúncios em rápido crescimento, Anzu, para avaliar o impacto da publicidade nas marcas e suas vendas.

Foram anunciadas também as parcerias com plataformas como Dish, Pinterest, Roku, Snap, Spotify e Twitter para medições sem cookies. A Kantar agora possui parcerias operacionais ou está em testes avançados com 9 dos 10 principais publishers, 15 dos 20 principais aplicativos, e está em discussões avançadas de integração com mais de 50 outros publishers. No Brasil, já foram confirmadas parcerias com grandes nomes como Google e Facebook.

O objetivo é representar 95% dos gastos globais com anúncios digitais, integrando 250 publishers em medições cross-publishers na plataforma até o final de 2021.

O Projeto Moonshot foi criado para atingir três objetivos em todo o setor:

• Estabelecer uma plataforma de dados e tecnologia de última geração, compatível com privacidade, para migrar o setor da medição baseada em cookies para integrações diretas com os publishers.

• Ter uma medição independente da eficácia dos anúncios de publishers individuais e empresas de mídia.

• Obter uma medição independente da eficácia dos anúncios entre todos os publishers dentro de um plano de mídia, incluindo soluções de pesquisa para Walled Garden (plataformas fechadas para mensuração) e campanhas cross-publishers.

A avaliação holística, consistente e transparente da eficácia da publicidade em todas as plataformas, incluindo plataformas de mídia social e walled gardens, é identificada como um grande desafio por 75% dos maiores anunciantes do mundo segundo o Getting Media Right, estudo sobre o mercado de mídia e marketing.

A pesquisa da Kantar indica que 80% dos profissionais de marketing confiam na avaliação de terceiros, em comparação com pouco mais de 40% que confiam nos dados de publishers individuais ou plataformas de mídia. O estudo também identificou prioridades importantes para os anunciantes: a necessidade de provar o ROI, atribuir impacto na marca e nas vendas aos canais certos e a capacidade de otimizar as campanhas.

“Até agora, anunciantes e agências de mídia conseguiam medir a eficácia de sua publicidade on-line com muitos publishers, exceto os walled gardens, usando cookies de rastreamento. Com o desaparecimento dos cookies de terceiros, nós desenvolvemos novas maneiras de avaliar a eficácia, usando uma combinação de metodologias, incluindo integrações diretas e medição probabilística amplamente validada, anunciando uma nova era para a eficácia cross-publisher”, afirma Maura Coracini, diretora e líder de Mídia de Insights da Kantar Brasil.

O Projeto Moonshot fornece aos publishers duas metodologias sem cookie e compatíveis com as normas de privacidade para implantar medições e rastreamento. Ambas as metodologias têm em seu núcleo a divisão Profiles da Kantar, baseada em permissão e em conformidade com a privacidade, de 100 milhões de consumidores em todo o mundo.

“Mais do que nunca, é importante que os publishers possam defender suas receitas de forma independente do desempenho dos anunciantes”, diz Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil. “A remoção gradual dos cookies de terceiros significa que a mensuração da eficácia dos anúncios on-line precisam evoluir, em conformidade com a privacidade.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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Anúncios nativos são mais eficientes

Anúncios nativos recebem 4x mais cliques que os tradicionais banners

por Ashwin Shekhar

Os novos formatos de anúncio em aplicativos mobile se adequam à experiência do usuário e lucram com métodos programáticos

Ashwin Shekhar

Quem trabalha com marketing conhece a importância dos novos formatos para seus anúncios. Especialmente quando se trata de aplicativos mobile, a escolha do formato adequado ganha força: quanto melhor for a experiência do usuário, maior será a chance de conquistar engajamento, interação e público de qualidade, resultando em maiores pagamentos aos publishers.

Desde o ano passado, os anúncios nativos em dispositivos móveis vêm se tornando cada vez mais populares e sua eficácia na conversão de usuários de qualidade é notável. Isso porque as taxas de cliques são até 4 vezes maiores do que os tradicionais banners.

O que são anúncios nativos

Os chamados anúncios nativos são um formato de publicidade que obedece o design do aplicativo em que é publicado. Esse tipo de anúncio amplia a experiência do usuário, fornecendo valor através de um conteúdo relevante que flui dentro do contexto do app que o rodeia. Eles são uma maneira rápida e fácil de alcançar rentabilidade de forma eficaz e devem ser parte integrante de todas as estratégias de monetização para a maioria dos aplicativos.

O formato de anúncio nativo fornece aos publishers controle sobre a personalização dos anúncios. A implementação de anúncios nativos significa criar a combinação ideal dos elementos do anúncio, que incluem ícone de aplicativo, mensagem criativa, vídeo, imagem estática e botão de ação (“call to action”). Por ter esse controle, eles são capazes de gerar anúncios que não perturbam a experiência do usuário e agregam valor.

Escolhendo a estratégia de monetização certa

Diante das rápidas mudanças na indústria, os desenvolvedores precisam listar prioridades quando se trata de opções de monetização. Acessar o maior número possível de recursos de oferta e demanda para atingir públicos maiores é importante tanto para os anunciantes que desejam usuários de alta qualidade, quanto para os publishers que quiserem garantir que o inventário de anúncios seja vendido pelo maior preço possível. No entanto, implementar várias redes de anúncios e kits de desenvolvimento de software (SDK) é demorado. Por isso, muitos estão se voltando para a mediação de anúncios como uma solução.

Na mediação de anúncios, um único SDK (conjunto de ferramentas para desenvolvimento de software que permite a criação de aplicativos) é implementado no aplicativo do publisher, que se conecta a várias redes de anúncios não programáticas e programáticas. A mediação prioriza as redes publicitárias com base no seu histórico de eCPM, privilegiando as que têm pagamentos maiores. Os publishers podem se integrar com um grande número de fontes de demanda com mais facilidade e monetizar seu inventário, mantendo em foco seus indicadores de desempenho-chave (KPIs) para uma melhor otimização dos resultados! Os desenvolvedores de aplicativos podem tomar decisões baseadas em informações sobre as redes que estão funcionando melhor do que outras em um dado momento.

Foco na experiência do usuário e métodos programáticos

Os desenvolvedores de aplicativos que seguem as tendências do mercado estão na melhor posição quando se trata de capturar usuários e melhorar sua monetização. Os EUA já começaram a adotar a mediação de anúncios e isso tem enorme potencial, mas ganhar dinheiro com aplicativos continua sendo um negócio complicado – especialmente quando não se está equipado com as ferramentas certas! É essencial manter a experiência do usuário em mente e aproveitar os métodos programáticos se os anunciantes e publishers quiserem entrar na onda da monetização móvel.

Sobre o autor: Ashwin Shekhar
Chefe de vendas globais da Glispa Global Group, que oferece soluções de monetização nativa, Foi também Diretor de Desenvolvimento da mesma empresa, liderando o crescimento contínuo e rápido nos mercados da Ásia. Ashwin trabalhou anteriormente na InMobi em Bangalore, desta vez focado no mercado de publicidade móvel da Europa Ocidental.

Fonte: Babushka – Yheuriet Kalil

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Um milhão de inscritos no YouTube

CanalTech chega a um milhão de inscritos no YouTube com parceria da Zoomin.TV

Ações desenvolvidas pela empresa de vídeo contribuíram para que um dos maiores canais de tecnologia conquistasse a desejada marca de 1 milhão de inscritos

O trabalho desenvolvido pela Zoomin.TV, empresa com a maior plataforma de interação de redes em vídeo online, para o CanalTech, um dos principais veículos de tecnologia do Brasil, contribuiu para que o canal atingisse o marco de um milhão de inscritos no YouTube. Com apenas dois meses de parceria, as ações desenvolvidas têm o objetivo de promover o crescimento da página. Isso acontece por meio da alavancagem de audiência a partir de um mix composto por 500 influenciadores digitais brasileiros, redes sociais e mais de 100 publishers associados à Zoomin.TV.

O modelo de negócio oferecido pela empresa é totalmente inovador e diferente do que muitas outras praticam. Segundo Paulo Leal, diretor geral da Zoomin.TV, não é cobrada comissão ou curadoria, todo o gerenciamento dos influencers é focado apenas na estratégia de visibilidade. “Além da alavancagem de audiência, oferecemos serviços de curadoria e venda publicitária”, explica.

A partir da criação de sua rede multicanal, ou MCN (multichannel network), a empresa de vídeo online tem promovido uma série de projetos envolvendo canais e influenciadores com forte atuação no YouTube. Atualmente, a rede e os canais próprios da Zoomin.TV contabilizam, somente no YouTube, mais de 30 milhões de inscritos e 300 milhões de views mensais.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

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Zoomin.TV contrata sete novos colaboradores

Profissionais chegam para reforçar novo hub criativo, o Zoomin.TV LAB

O Zoomin.TV LAB, novo hub criativo focado no desenvolvimento, produção e distribuição de midia de branded vídeos e native ads para anunciantes da Zoomin.TV, anuncia a contratação de sete novos profissionais. Para atender a crescente demanda dos clientes chegam, na área Comercial, Natalia Bastogi (ex-Samba Ads), Bianca Leite (ex-Samba Ads), Lucas Ruffo (ex-Traffic Sports) e Sérgio Lima (Ex-IG e UOL).

Já para o Departamento Editorial de Vídeo foram anunciados Jéssica Macedo, com especialização em Cinema nos Estados Unidos; Luis Naretto Garcia, video maker e editor há 20 anos. E Helena Cintra assume a posição de gerente de Engajamento e Social Media.

Com apenas três meses de funcionamento o Zoomin.TV LAB já conta com dez cases produzidos para grandes marcas e desponta como uma das principais fontes de negócios da Zoomin.TV. A previsão é de atingir a receita de R$ 45 milhões em 2017. Empresas como Chevrolet, Sebrae, Petrobras, Banco do Brasil, Banco Original, Caixa Econômica, Ministério dos Esportes, Vale, Budweiser, Panasonic, Embratur, SupperCell, entre outras, já utilizam a nova solução em video branding.

Sobre a Zoomin.TV: Maior e mais completo modelo de negócio para conteúdo em vídeo online do mundo. A operação da Zoomin.TV é full service e inclui produção e distribuição de matérias em grandes portais e sites do Brasil. Além disso, oferece estratégias de branded content e monetização de campanhas publicitárias de vídeo em diversos formatos, native ads e otimização digital de canais do YouTube para publishers. A empresa é a única do Brasil homologada pelo YouTube para venda de anúncios e monetização dos canais na plataforma. Sediada na Holanda, está presente em 20 países com produção de conteúdo e em 26 mercados com venda de publicidade online. Seu conteúdo alcança todos os meses mais de 4 bilhões de visualizações globalmente. No Brasil há cinco anos, a Zoomin.TV conta com mais de 80 grandes anunciantes por mês. São distribuídos diariamente mais de 50 vídeos exclusivos para mais de 100 publishers.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

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Boo-box/ftpi apresenta nova CEO

Marina Cunha assume

Marina Cunha deixa a Record TV em Brasília para comandar a operação da empresa de mídia digital em São Paulo. Guga Mafra passa a compor conselho do grupo

A boo-box/ftpi anuncia Marina Cunha como nova CEO. Ela atuava na operação comercial da Record TV em Brasília e se mudará para São Paulo para chefiar o braço digital do grupo FTPI, representante de veículos como Spotify, DynAdmic, Taboola e Jovem Nerd, além da sua própria ad network, a BBN. O movimento acontece pouco mais de um ano depois da compra da boo-box pela FTPI Digital, que resultou na criação da boo-box/ftpi.

Marina Cunha foi gerente Comercial no escritório da FTPI em Brasília, entre 2008 e 2014. “A FTPI foi a empresa onde me desenvolvi como gestora e comecei a trabalhar com mídia digital, que é minha área de especialização. Então é um desafio irrecusável cuidar dessa operação. É como voltar pra casa”, declarou a publicitária, com pós-graduação em Comunicação em Mídias Digitais. “Já estamos trabalhando para apresentar ao mercado novos formatos e otimizar processos de compra e produção de branded content, visando trazer receitas realmente significativas para os publishers da nossa rede”, planeja a executiva.

Guga Mafra, até então CEO da boo-box/ftpi, se mantém sócio da empresa e estará dedicado exclusivamente à expansão internacional do grupo. “Temos um escritório nos Estados Unidos desde o ano passado e atuamos fortemente na formação de parcerias para trazer plataformas internacionais para o Brasil e também para comercializar os veículos brasileiros no resto do mundo. A passagem de bastão para Marina dá à boo-box/ftpi as condições ideais para acelerar o crescimento no exterior”, explica o co-fundador da empresa. “Já queríamos contratar alguém para a função desde a aquisição da boo-box. Porém, era preciso encontrar a pessoa certa, com entendimento da nossa cultura voltada às vendas e ao desenvolvimento do meio digital. A Marina tem seis anos de casa, se formou aqui e tem o espírito empreendedor necessário para trabalhar em um meio que se transforma toda hora. Com essa configuração no comando, a boo-box/ftpi está preparada e fortalecida para 2017. Tem muita coisa legal para acontecer nos próximos meses”, complementa.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Camilla Demario

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