Coluna Branding: a alma da marca

Uma covardia com a comunicação

Havia prometido a mim mesmo que neste ano não publicaria nesta coluna textos muito politizados, já que com a chegada das eleições os ânimos estariam acirrados e meu objetivo neste espaço é falar de conteúdos que interfiram diretamente na vida de quem gosta de propaganda, gestão de marcas ou estudam comunicação.

Acontece que neste mês um “publieditorial” do governo federal, chamou minha atenção e, me deu oportunidade de falar do assunto. Algumas das principais revistas político-econômicas do país receberam uma sobrecapa com uma propaganda do governo federal com o tema: “a reforma da previdência”.

Trata-se de uma estratégia de marketing com objetivo de convencer a opinião pública reticente ao assunto, com o uso do informe publicitário, uma técnica polêmica quanto à sua forma ética e sua eficácia. Assim, mesmo não me poupando à abordagem crítica, tento ater meus comentários à linha de assunto que interessa ao leitor deste blog.

No branding um dos princípios para se ter uma boa gestão de marcas é saber convencer seu público-cliente de suas necessidade. Aquele que promove uma instituição precisa ter coerência entre aquilo que a marca se propõe a ser (identidade) e aquilo que a marca apresenta a sociedade (imagem), é exatamente sobre esse princípio o exercício de análise. Qual é a coerência desta ação do governo em toda cadeia comunicacional?

Não é novidade uma revista vender sua capa para a publicidade, a sobrecapa é só um item dentro do mix de produtos publicitário, e já foi utilizada por diversas marcas do setor privado. Pode ser boa para o anunciante se bem executado, mas, é muito comprometedora à imagem do veículo, já que, por coerência, este deveria se mostrar à sociedade o mais isento possível, fazendo de tudo para preservar a credibilidade de seu jornalismo sem que haja desconfiança de que sua posição opinativa ou esclarecedora tenha preço. E obviamente muito preço, sendo a mídia mais cara do segmento.

Sei que este princípio, da ‘isenção’, está cada dia mais obsoleto e até fora de moda quando se trata de jornalismo. Porém, não seria por situações como esta que temos crise também na credibilidade institucional dos nossos meios de comunicação e do jornalista? Não é verdade que cada dia mais os blogueiros sem formação e que nem sequer se dão ao trabalho de apurar o fato, concorrem diretamente com o profissional da área? Por que um cliente pagaria um jornalista profissional vendável, se um blogueiro se vende por muito menos e oferece a mesma exposição?

Não há mais a figura do opinador qualificado, do gestor da informação verdadeira, do investigador denunciador, isso está ficando de lado por aquele que paga mais!?Quando a propaganda compra a imagem do jornalismo, é como se uma irmã gêmea rica usasse e abusasse daquela outra fragilizada por ter princípios, roteiro digno das novelas mexicanas.

Mesmo sendo publicitário de origem, tenho me empenhado a mostrar que nós dá comunicação precisamos e deveríamos lutar por uma profissão mais ancorada em juramentos morais do que comerciais. Sem credibilidade nenhuma profissão sobrevive. Isso é a tal coerência do Branding.

Pergunto: esta situação é boa para a propaganda também, mostrando poder da profissão? Oferece aos clientes a possibilidade de se dar bem usando a credibilidade institucional do jornalismo?

Não acho que seja bem assim!

As sessões 5 e 6 do código de autorregulamentação da propaganda brasileira fala um pouco sobre a apresentação da verdade em uma propaganda travestida de jornalismo, embora traga itens práticos a serem cumpridos para que um “publieditorial” não seja considerado enganador, deixa claro que o limite entre uma imagem verdadeira e manipuladora é muito tênue e com isso em mente me pergunto.

Um publieditorial do governo estaria alinhado ao princípio do Artigo 5º deste mesmo código?

“Nenhum anúncio deve denegrir a atividade publicitária ou desmerecer a confiança do público nos serviços que a publicidade presta à economia como um todo e ao público em particular.”

Se deixarmos de lado a questão ética por um pouco de tempo, ainda assim podemos ver que até tecnicamente esta ação não é tão eficiente. Um único informe publicitário pode demonstrar o carácter manipulador de uma marca, e isso é bastante inconveniente ao branding, imagine então se ao chegar a uma banca ou supermercado você encontra lado a lado 4 revistas com a mesma capa falando da reforma da previdência. Seria como o famoso anúncio de TV diz: “Tá querendo me enganar…é?”

Ou seja, se o objetivo era credibilizar o fato, foi dado o resultado contrário. Demonstrando a ineficácia da propaganda e aumentando a aversão a mesma. Um ato contrário aos princípios da profissão, que ao meu ver, deveria ser revisto até mesmo pelo Conar.

Para terminar deixo então a minha crítica.

Esta comunicação do governo, que serviu para sujar a imagem das profissões e instituições do jornalismo e de publicidade, e que por pura incompetência técnica não trará nenhum efeito prático, serviu para que?

Para enriquecer o bolso dos envolvidos? Para ser coerente só com o tipo de atitude autoritária e que pensa que o povo brasileiro é ignorante e manipulável?

Precisamos exterminar com esse tipo de atitude no país, aquele que destrói nossa imagem de país sério. Não importa o lado político que defendemos, deveríamos estar unidos para que a história valorosa das nossas profissões não fosse jogada no lixo por esse tipo de prostituição.

A imagem das empresas nacionais está arranhada, dos poderes executivos, legislativos e judiciários também, nossa imprensa e propaganda são vendáveis por covardia e só será possível mudar algo nesse país se surgirem pessoas que realmente acreditem que a verba institucional não é mais importante do que a marca institucional.

Vaga em área comercial de veículo

Revista contrata

A Revista By, especializada em arquitetura, decoração, arte e design e editada aqui no Vale do Paraíba, está buscando profissional para sua área comercial para sustentar e ampliar seu crescimento.

cial,

 

As grandes mulheres de comunicação e marketing do V.Paraíba

Último perfil da nossa série em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

Publicidade, jornalismo e muito dinamismo: Letícia Maria

Letícia é formada em Publicidade e Propaganda e Jornalismo pela Universidade de Taubaté, com curso de especialização pela mesma Instituição, mestrado e doutorado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo.

Iniciou sua carreira como estagiária na empresa Cointer – Comunicação Integrada e do extinto jornal Diário do Vale. Foi repórter e editora de suplementos especiais do jornal Valeparaibano (também extinto), tendo feito alguns freelancers para o jornal Gazeta Mercantil.

Foi assessora de imprensa da Prefeitura de Campos do Jordão e esteve por 10 anos coordenando a Assessoria de Comunicação da Universidade de Taubaté, instituição em que está desde 1998 e da qual também é professora dos cursos do Departamento de Comunicação Social.

Em 2012 lançou a revista Lettering, veículo especializado em comunicação e marketing, que teve a duração de 3 anos. Durante esse período, foram publicadas 15 edições, além da realização de duas premiações e de um fórum de profissionais.

Atualmente, além de lecionar nos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas e no Programa de Pós-graduação em Educação e Desenvolvimento Humano da Universidade de Taubaté, Letícia Maria é professora dos cursos de pós-graduação da FAAP, campus São José dos Campos, e assessora de comunicação da empresa Matéria Consultoria & Mídia, com sede em São José dos Campos.

Veja amplia receita publicitária

Revista VEJA supera em 48% sua receita publicitária de janeiro

Além do aumento do volume de anúncios, revista registra crescimento da circulação no segundo semestre de 2016, com média de 28 mil exemplares a mais vendidos por edição, em comparação com o primeiro semestre

A revista VEJA, maior publicação do Brasil, começa o ano de 2017 comemorando um grande resultado. Somando as quatro edições publicadas no mês de janeiro, a revista teve receita 48% maior com a venda de anúncios que no mesmo período do ano passado. Das quatro capas, a do dia 18 de janeiro, foi a que atingiu os números mais expressivos, dobrando o orçamento esperado para o período.

Além do crescimento da receita de janeiro, também chama atenção o crescimento de circulação da revista em 2016 num comparativo entre o segundo semestre e o primeiro semestre do ano. VEJA aumentou sua circulação, passando de 1.098.255 de média entre janeiro e junho para 1.126.541 de média entre julho e novembro. São 28.286 exemplares a mais por edição, o maior crescimento absoluto entre todos os títulos filiados ao IVC (Instituto Verificador de Comunicação).

Isabel Amorim, que recentemente assumiu o cargo de diretora de Mercado da Abril Mídia, comemora o resultado: “Estamos prevendo um 2017 melhor para toda a Abril, este resultado mostra que estamos em um bom caminho, não só para Veja mas também para as outras marcas a casa”.

Fonte: Linhas Comunicação – Bruna Chioro

Coluna {De dentro pra fora}

Precisamos falar sobre isso. Mais uma vez

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Talvez você já tenha lido mais de um texto meu falando sobre observar o ambiente de trabalho, as pessoas e os líderes. Porém, é fundamental repetir o assunto. Veja o porquê.

Numa conversa com amigos, comentávamos sobre como a sociedade ainda tem preconceitos e traços patriarcais bem fortes. Alguns assuntos nós pensávamos que já estavam socialmente resolvidos, como preconceito, mulheres e por aí vai. Mas vira e mexe a gente esbarra num preconceito disfarçado.

Já uma outra amiga afirma que a gente vive numa bolha. Somos a galera da Comunicação. A turma mais mente aberta, mais flexível e contestadora. Porém, a realidade do mundo continua a mesma. Somos nós que estamos fora dela.

Numa terceira conversa, com um amigo que visita empresas e conhece suas diferentes realidades, ele relatava algumas situações que encontra por aí. Dessas que a gente imagina que não existem mais, sabe?

Ou seja, tudo que a gente vê na sociedade ainda tem um reflexo muito forte nas relações de trabalho. Não adianta a gente pensar em aplicativo, em fazer a revista linda, se nossos empregados não têm nem as condições básicas de trabalho. Se eles ainda sofrem assédio. Se os líderes abusam do poder.

Vitor, que texto chato. Sim, infelizmente ainda precisamos falar sobre isso. Observar o ambiente de trabalho, os processos e a relação com os líderes é um pequeno passo para entender a real cultura da sua empresa e não ter um discurso totalmente diferente da prática. Afinal, enquanto discurso e prática não estiverem muito bem alinhados, nada que a gente disser (ou tentar) terá credibilidade. Triste.

Estágio em jornalismo

Estágio para Jornalista em São José dos Campos

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Publicação da Abril conquista prêmio

Revista Mundo Estranho conquista prêmio internacional de design

No mês passado, a redação da MUNDO ESTRANHO comemorou a premiação do megainfográfico “A Revolução do Bicho”, publicado na edição de setembro de 2015. A publicação ganhou o prêmio Award of Excellence na 37ª edição do The Best of News Design, pela Society for News Design (SND), considerado o “Oscar” do design.

Entre mais de 9 mil inscritos, a revista foi uma das vencedoras na categoria Information Graphics [single]/Features/Non-deadline. “É um atestado da qualidade do nosso trabalho e do nosso empenho em produzir matérias surpreendentes e infográficos incríveis a cada mês. É tradição da Mundo Estranho produzir ilustrações incríveis. É nossa marca: o leitor abre a revista esperando isso e nós adoramos fazer!”, diz Victor Bianchin, editor do título.

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Desde a ideia até a finalização do infográfico, foram cerca de dois meses para o material ficar pronto. Ocupando dez páginas da revista, ele foi dividido em quatro partes: Comparações com Humanos, Cladograma, Infográfico do Corpo e Curiosidades. Thales Molina, designer da ME e um dos responsáveis pelo infográfico, comenta que o maior desafio em realizá-lo foi conseguir organizar os diversos assuntos da pauta que necessitavam de recursos gráficos diferentes. “O diferencial e o desafiador da matéria é a disparidade gráfica dos assuntos que tratamos. Foram diversas saídas para mostrar, da melhor forma, várias informações sobre um mesmo conteúdo”.

Para saber mais sobre o conteúdo do infográfico ganhador de 2016, acesse: acesse a matéria online da ME.

Design reconhecido

Em 2014, a revista SUPERINTERESSANTE, da Editora Abril, também ganhou três aclamados prêmios: Society of News Design – SND, o The Society of Publication Designers – SPD e o Malofiej Awards. As estatuetas foram dadas para uma única matéria, “Por trás do véu”, da edição de julho, a primeira da história da revista a conquistar os três ao mesmo tempo. A consagração final veio com o reconhecimento da casa, que concedeu o Prêmio Abril de Jornalismo – PAJ à mesma reportagem, na categoria Infografia e Gráficos. Neste mesmo ano, a MUNDO venceu três SNDs, por três matérias diferentes: “A História da Tatuagem”, “Mergulho nas Profundezas” e “Mistérios Milenares – Egito”, as duas primeiras também premiadas no PAJ 2015.

Fonte: Linhas Comunicação – Tayane Scott

Mudança total em publicação regional

Mudou tudo

O publicitário Marushio apresentou através das Redes Sociais novidades em torno de sua publicação Revista Casa Vale.

Entenda tudo que mudou acompanhando o texto postado por ele hoje:

“Um novo caminho, é a busca constante do homem. Novas ideias, novos conceitos, novas formas, novos objetivos. Mudar constantemente, se reinventar e buscar sempre superar o que já foi conquistado, essa é a história da evolução.

Neste número, após 6 anos, a Revista Casa Vale dá um novo passo e se torna Revista BY. Um projeto totalmente autoral, que valoriza quem faz acontecer, quem cria, quem sonha. Em nossas páginas os arquitetos, os artistas, os escritores, os fotógrafos, os parceiros são reconhecidos e consagrados com todo um cuidado original de suas ideias e olhares.

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Neste ano de 2016 teremos muitas novidades, site novo, aplicativo, novo posicionamento, novas editorias. Inauguro essa fase como editor, pois nossa talentosa jornalista Nathália Cardoso está de licença cuidando do maravilhoso Bernardo, seu filho que acabou de nascer. E tenho a grata missão de explorar novos assuntos até sua volta. Com um time excepcional, tenho confiança em nossos resultados e em tudo o que vamos produzir.

Nosso novo projeto gráfico teve a colaboração de peso do designer Lucaz Mathias, do Estúdio Cão, que traduziu lindamente os conceitos com que eu vinha sonhando, e nos próximos meses teremos mais novidades dessa parceria. Tenho certeza que, assim como eu, vai sentir a energia vibrante desse conceito e como o artista soube captar.

Começamos bem com a capa do talentoso arquiteto Marcelo Guedes, da Marcelo Guedes & Thaís Lellis Arquitetura e Interiores, que é um grande parceiro e entusiasta de nossa publicação, com um belíssimo apartamento com vista para a Serra da Mantiqueira.

Na entrevista Rose Beldrame, da Light Concept nos conta um pouco da história da empresa. O Artista Joarez Filho, da OVER Galeria novamente nos honra com suas obras. Vamos conhecer mais sobre o mobiliário corporativo com o empresário Paulo Fernandes, da Valeflex – Sinta-se bem, trabalhe melhor. As arquitetas Andrea Murao Arquiteta, Débora Oliveira, Eliana Castellari, Sandra e Priscila Muratori nos apresentam suas inspirações em belos projetos. Com fotos de Robson Salgado e Kenji Munekata da Koi Fine Art.

Inauguramos a sessão Lifestyle com um lindo ensaio fotográfico do hotel grego Scorpios Mykonos, com um belo ensaio do fotógrafo Steve Herud Photography, na página 16.

A Urbanista Vinie Pedra, do Senac São José dos Campos, nos brinda com um excelente texto sobre mobilidade urbana.

Agradecimento especial nesta nova fase aos parceiros Florense SJC, Alfa Marmoraria, Galeria Mix, Universo Materiais Elétricos e Iluminação, MMartan São José dos Campos, Sonho & Cia Colchões, Toque Final Boutique, Dominus Automação e Sonorização, Requinte Decorações, Rodapé.Com Triângulo, Inovar Prime, Tecnomarmo, Poio design & decoration, Ideal Vidros, Móveis Costa Flores, Vila Gourmet, Riolax São José dos Campos, Vidreiro, Fast Frame SJC Esplanada, Kaza Acabamentos, e também à querida Carmem Alvim do Programa Tudo com Estilo que esteve do nosso lado nessa nova fase e nos presenteou com um belo teaser de lançamento, aguarde novidades dessa parceria.

Esperamos que gostem!

Boa leitura!
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Moving, do Estadão, lança campanha publicitária

Objetivo é posicionar a marca como moderna e inovadora. A veiculação tem inicio sábado (17)

Moving

A partir deste sábado (17), o Moving – empresa Estadão especializada no mercado digital do segmento imobiliário – entra no ar com sua primeira campanha publicitária. Criada pela We, será veiculada em todos os meios: impresso (jornais e revistas), eletrônico (TV e rádio), digitais (mobile, internet e mídias sociais) e tem como missão conversar com todos os públicos do Moving: incorporadores, imobiliárias, interessados em comprar, vender ou alugar imóveis.

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O principal objetivo é tornar a marca conhecida e posicioná-la como inovadora, imprimindo forte personalidade aliada a uma estratégia de comunicação consistente. “Trabalhamos para desenvolver funcionalidades e formas de navegação que ajudem a encurtar o caminho entre compradores e vendedores de imóveis, queremos que as pessoas saibam disso”, explica Ado Fonseca, fundador e presidente do Moving.

“Moving Imóveis – o novo jeito de buscar” será o novo slogan da empresa e a identidade visual da logomarca também ganhou nova versão. O pin de geolocalização, ícone que representa o DNA da marca, será a base de toda a comunicação. “Nosso principal objetivo é apresentar o Moving para as pessoas. Sabemos que depois disso elas descobrirão por sí mesmas que o aplicativo é um jeito novo e mais prático de encontrar um imóvel”, explica Adriana A. Sanches, diretora de Marketing da empresa.

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A campanha tem como protagonista um robozinho carismático e curioso que simboliza a capacidade do aplicativo mobile de se espalhar por toda a cidade em busca dos imóveis ideais. Com criação de João Paulo Magalhães e Cristiano Rodrigues, e direção de criação de Guy Costa, a comunicação inclui também filme, que será veiculado na segunda quinzena de outubro.

O que é o Moving – O Moving nasceu da vontade de Ado Fonseca, fundador e presidente da empresa, de fazer algo diferente no mercado imobiliário brasileiro. Empreendedor nato e conectado com tendências digitais, ele notou que no Brasil ninguém explorava uma questão fundamental e crucial para os interessados em comprar um imóvel: a localização. O Moving é um aplicativo de imóveis que proporciona a mesma experiência do smartphone em todos os devices, também em desktop e tablet. A missão da empresa é desenvolver funcionalidades e formas de navegação que ajudem a encurtar o caminho entre compradores e vendedores de imóveis. Em junho deste ano o Estadão anunciou a aquisição do Moving que passou a ser o canal digital de imóveis no grupo.

BRF é a Empresa do Ano no prêmio “As Melhores da Dinheiro 2015”

Evento promovido pela ISTOÉ Dinheiro aconteceu nesta quinta-feira (24), em São Paulo, e contou com a presença de autoridades e empresários

A BRF foi eleita a Empresa do Ano no prêmio “As Melhores da Dinheiro 2015”, entregue na noite desta quinta-feira (24), pela revista IstoÉ Dinheiro, da Editora Três. A companhia, líder no mercado alimentício brasileiro, cresceu nas adversidades e, em um cenário de crise, soube se reinventar e consolidar a liderança. Em 2014, seu lucro líquido disparou 110% em relação a 2013, chegando a R$ 2,1 bilhões. Já seu faturamento subiu de R$ 27,7 bilhões para R$ 29 bilhões. A empresa também foi a vencedora no setor “Alimentos”.

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Imagem ilustrativa

“O nosso sonho é muito simples: queremos ser a empresa de alimentos mais inspiradora do mundo”, disse Flávia Faugéres, general manager da BRF. A executiva ainda afirmou que a companhia tem obrigação de desenvolver inovações e aprimorar cada vez mais seus produtos. “Queremos ser globais, mas mantendo nossa alma brasileira”, finalizou.

Outras cinco empresas foram homenageadas pela excelência de gestão em áreas específicas: Alpargatas, em Governança Corporativa; Totvs, Inovação e Qualidade; Unilever, Responsabilidade Social e Meio Ambiente; Lojas Renner, Recursos Humanos; e Itaú Unibanco, Sustentabilidade Financeira. Além destas, foram também premiadas as campeãs de 29 setores da economia (veja relação abaixo).

“A premiação As Melhores da Dinheiro é de extrema importância para o mundo corporativo, especialmente em um ano difícil como este, quando somente os melhores gestores sobrevivem e ganham mercado. O anuário mostra que as empresas tiveram, em média, desempenho acima do esperado. As mil maiores cresceram 11,4% no ano passado”, conta Milton Gamez, diretor de núcleo da IstoÉ Dinheiro e coordenador-geral do prêmio.

Dentro do universo das empresas do ranking, outro dado interessante é que 595 delas conseguiram aumento da receita acima da inflação de 6,5%. Outras 241 tiveram queda nas vendas. “No conjunto, o faturamento dos grupos listrados superou a casa dos R$ 4 trilhões, equivalentes a 72% do PIB brasileiro, que girou em torno de R$ 5,5 trilhões em 2014”, completa Gamez.

A 12ª edição do evento contou com a presença de aproximadamente 400 convidados, entre eles autoridades e os maiores empresários do País, como o o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin; o ministro da Fazenda, Joaquim Levy; o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre outros.

“O Brasil é um grande barco, um excelente barco que não vai se perder em sua travessia”, disse o ministro da Fazenda durante discurso. Levy explicou que o País precisa de três pilares econômicos, que já estão em curso, para retomar a trajetória de crescimento do Brasil. Os pilares são: reequilíbrio cíclico, clareza fiscal e reformas estruturais da economia. O ministro ressaltou que as medidas “cíclicas” já foram tomadas, de curto prazo, o “que nos dá tranquilidade para seguir”. “Podem estar represadas, não se percebem todos os efeitos no momento, mas os resultados virão”, concluiu.

Anuário – Na ocasião, foi lançado o anuário com as mil companhias que mais se destacaram no ano passado. A publicação chega às bancas neste sábado (26). Entre os destaques, entrevista exclusiva com Joaquim Levy, além de reportagens sobre os desafios da economia nos próximos dois anos e detalhes das empresas que mais estão investindo no Brasil apesar da crise.

Metodologia – A largada para “As Melhores da Dinheiro 2015” foi dada há seis meses, com a abertura das inscrições às empresas. Os dados foram tabulados e analisados pela equipe de consultores da IstoÉ Dinheiro, liderada pelo professor Miguel Ângelo Arab. O prêmio funciona no sistema de pontuação. Cada indicador tem peso específico e as corporações são comparadas somente com outras do mesmo setor de atividade.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira