Curtas. E boas!

1 – O Grupo Band Vale acaba de anunciar que estará de casa nova em 2022. Os estúdios em São José dos Campos do maior conglomerado de comunicação do Vale do Paraíba irão para o Colinas Shopping, região nobre do município. Já a sede administrativa do grupo será em um espaço de 200 metros quadrados no 17º andar do Colinas Green Tower, uma torre comercial anexa ao shopping. Saiba mais aqui.

2 – A jornalista Gisele Rodrigues passa a integrar o time de professores da Faculdades Casper Líbero, no novo curso JORNALISMO DE VIAGENS. Nas palavras da própria jornalista em um post no Linkedin: “O curso tem a proposta de promover aos interessados e profissionais do ramo, como jornalistas, estudantes, blogueiros e viajantes, desenvolver técnicas para contar histórias de viagem interessantes nas mais variadas plataformas, como blogs, revistas, jornais, vídeos e livros-reportagem.”

3 – A APP RM Vale do Paraíba prepara uma nova live para o dia 24/08. Um spoiller: o tema será varejo e os convidados são de alto nível.

Meon busca repórter

Vaga de Repórter no Portal Meon

Descrição da vaga:

O portal procura profissionais com o objetivo de atuar no hard news.
Produção de notícias e reportagens para as plataformas que compõem o Grupo Meon de Comunicação* (site, revistas e redes sociais). Produção de conteúdo para os programas audiovisuais.
Necessário ter experiência de trabalho em jornal, boa redação e capacidade de trabalhar em grupo.
Conhecimento em edição de vídeo e podcast e vivência em apresentação de programas será um diferencial.

Enviar currículo para:
samuel.strazzer@meon.com.br
WhatsApp também: (12)98160-4688

Pesquisa mostra relação do brasileiro com as “fake news”

Oito entre dez brasileiros alegam preocupação com “fake news”, revela pesquisa

Segundo levantamento da consultoria Conversion, a televisão é o canal mais confiável de informação para 82,8% da população

Imagem de Gordon Johnson por Pixabay

Pesquisa inédita da consultoria Conversion, especializada em performance e líder em SEO no Brasil, revela que 79,3% dos brasileiros possuem grande preocupação com as chamadas “fake news” (notícias falsas). Entre os canais de informação com maior índice de confiança da população, a televisão é apontada pela maioria (82,8%) como a mídia que inspira mais credibilidade.

De acordo com levantamento “Consumidor Digital 2020”, elaborado entre os meses de agosto e setembro deste ano, 80,2% dos brasileiros confiam em jornais e revistas impressos, 71,9% acreditam nas informações de redes sociais 68,5% dão credibilidade às notícias dos blogueiros.

A pesquisa mostra ainda que 73,2% dos cidadãos buscam informações diversas vezes ao dia nos mecanismos do Google, cujos resultados (orgânicos e pagos) inspiram confiança para 95,2% dos usuários. O estudo aponta também que 93,2% acessam à internet diversas vezes ao dia, tendo o celular como o principal dispositivo para 94,4% dos entrevistados.

Imagem de rawpixel por Pixabay

O wi-fi é o tipo de internet mais utilizado pelos brasileiros, com 69,1% dos acessos, seguindo pelo sistema 4G, com 44,1%. E cerca de 55% afirmaram estourar o plano de dados pela quantidade de acesso e downloads.

“Com a democratização em massa da informação e do conhecimento, propiciada pelo avanço da internet, o brasileiro tem adotado uma postura mais cuidadosa, atenta e conservadora com relação os conteúdos propagados na mídia e na web”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

A pesquisa da Conversion ouviu homens e mulheres, acima de 18 anos, de todo o Brasil e todas as classes sociais, a partir de um questionário estruturado com perguntas fechadas e aplicado via internet. O estudo contou com a participação de 395 pessoas, com nível de confiança de 95% e erro relativo de 4,9 pontos percentuais (para cima ou para baixo).

Fonte: Thiago Nassa – Assessoria de Imprensa

IVC medirá ad-blocks

IVC lança novo serviço para medir ad-blocks em sites

Produto inédito em âmbito mundial indica que, em média, 15% das páginas brasileiras têm anúncio bloqueado

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) sai na frente em âmbito mundial e passa a detectar usuários com ad-blocks que acessam sites brasileiros. O produto, chamado AdBlock Detector, foi desenvolvido pelo IVC em parceria com a Alliance for Audited Media (AAM), o IVC americano, e tem como objetivo informar os publishers sobre a interferência na visualização de campanhas publicitárias em seus sites.

Desenvolvido com tecnologia inovadora, o serviço tem como base a tag criada pelo Instituto usada para auditar tráfego de websites, o Site Certifier. A AAM lançará o serviço nos Estados Unidos no próximo ano e o objetivo é que outros IVCs pelo mundo também o disponibilizem aos seus mercados. No Brasil, associados e não associados do IVC podem adquirir o serviço, com a garantia de que os dados serão fornecidos somente ao contratante.

A partir de projeto-piloto com alguns dos principais sites de jornais e revistas do País já é possível ao IVC assegurar que, em média, 15% das páginas brasileiras têm anúncios bloqueados e que 19% dos usuários de internet bloqueiam anúncios nos sites que visitam. “Há dois problemas imediatos a serem entendidos: quanto do inventário de mídia do mercado realmente está sendo atingido e qual o volume da receita de mídia que não se materializa. O novo serviço dará um diagnóstico geral e individual, com relatórios semanais e de tendência. Os publishers poderão avaliar sua situação, tomar medidas e avaliar os resultados destas medidas nas semanas seguintes. Os IABs pelo mundo têm divulgado cartilhas de recomendações sobre o tema”, afirma Pedro Silva, presidente executivo do Instituto.

Metodologia – A partir da tag própria já desenvolvida pelo IVC, um detector de ad-block verifica se o browser do visitante da página bloqueia anúncios. A tag é um código instalado nas páginas web para coletar dados sobre todos os acessos. Esta tecnologia detecta também qual dispositivo (computador, smartphone etc) está sendo usado e outros detalhes de sistema, geolocalização e horário.

Enquete – Os resultados já apurados mostram que mercado e usuários não têm referência de como as ferramentas de bloqueio de anúncios interferem na real visualização de uma campanha publicitária. Entre outubro e novembro, o Instituto promoveu enquete com leitores de sua newsletter e no site www.ivcbrasil.org.br com a seguinte pergunta: “Quanto da população brasileira, que acessa a Internet, você acredita que usa ad-block?”.

Para a maioria dos respondentes, menos de 10% dos usuários usam bloqueadores. “A percepção sobre os ad-blocks é totalmente oposta aos resultados já aferidos pelo IVC, mostrando que o campo de trabalho para agências, anunciantes e publishers é muito grande. Em alguns sites encontramos índices de 6%, mas em outros o bloqueio de publicidade em suas páginas ficou acima de 30%”, assegura Pedro Silva.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone