Smartphone é a principal ferramenta de compra

Smartphone já é principal ferramenta de compra online para 33% dos internautas,
aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

74% dos internautas usam celular em ao menos uma etapa de compra online e 64% já desistiram de uma aquisição na internet na hora de realizar o pagamento, principalmente por causa do frete

Imagem: Pixabay

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Considerando o processo de compra pela internet como um todo, a pesquisa revela que o celular já é utilizado por 74% da amostra em ao menos uma de suas etapas, como pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras que faz online.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o protagonismo dos dispositivos móveis para o comércio online tende a aumentar ainda mais nos próximos anos, principalmente, com a popularização de pacotes de dados de internet móvel e do alcance maior da banda larga. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente.

Para os consumidores conectados, as lojas online já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Frete grátis é o que mais estimula compras online; 67% pesquisam índice de reclamações quando planejam comprar em um site pela primeira vez

De acordo com a pesquisa, os fatores que os internautas mais levam em consideração ao escolher um site ou aplicativo de compras é a possibilidade de frete grátis (58%), o preço dos produtos (51%) e a reputação da loja (37%). Em cada dez entrevistados, sete (68%) se sentem mais estimulados a comprarem pela internet quando não há cobrança de frete e 42% quando o tempo de entrega é reduzido.

Na opinião dos internautas que têm como hábito consumir pela internet, a principal vantagem percebida nesse tipo de compra é o preço mais baixo (53%), a comodidade de comprar sem sair de casa (43%) e a flexibilidade de poder realizar compras no momento em que quiser (33%). Em contrapartida, as desvantagens mais notadas são o pagamento de frete (64%) e o fato de não poder experimentar ou tocar o produto (58%).

Segundo o levantamento, 64% dos internautas admitem que já desistiram de uma compra pela internet no momento de concluir o pagamento e, nesses casos, o preço do frete, que encarece o valor final do produto (54%), é o principal empecilho. “O frete é um dos pontos mais sensíveis do comércio online. Muitas pessoas desistem da compra quando veem que a taxa pode encarecer o valor total a ser desembolsado, o que torna um desafio de custo e de logística para quem vende. Com o perfil cada vez mais exigente do consumidor digital, o frete grátis passa a ser um diferencial decisivo para os negócios dos varejistas na internet”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outra informação observada na pesquisa é a fidelidade do cliente online. Quando a experiência de compra é positiva, o consumidor tende a visitar novamente a loja online para novas aquisições. Exemplo disso, é que 91% dos entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site ou aplicativo, sobretudo em virtude da confiança na marca (53%) e pelos melhores preços (43%). Outro dado é que quando querem comprar um produto em uma loja online desconhecida, 67% pesquisam o seu índice de reclamação em sites e aplicativos.

Na hora de ir às compras, os conteúdos que os clientes mais esperam encontrar na internet sobre o produto ou serviço desejado são a ficha técnica e especificações (60%), depoimentos de pessoas que já comparam (56%) e fotos dos detalhes e ângulos do produto (44%).

“No mundo digital, os protagonistas são os consumidores e não as marcas. São eles quem participam ativamente do processo de construção de reputação das empresas, que devem promover um relacionamento mais próximo e de confiança com seus clientes. É o compartilhamento de experiências que influencia a decisão de outras pessoas e não, meramente, a propaganda” explica Pellizzaro Junior.

85% dos internautas ficaram satisfeitos com sua última compra online; entrega fora do prazo e não recebimento do produto são principais queixas

De modo geral, os resultados da pesquisa apontam que o comércio online já conquistou a confiança de grande parte dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 85% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 10% de compradores que se dizem arrependidos.

Imagem: Pixabay

Além disso, em cada dez consumidores ouvidos, oito (78%) afirmam não ter enfrentado problemas em sua última compra feita pela internet. Outros 21% não passaram por uma experiência positiva, sendo que as queixas mais comuns foram a entrega fora do prazo (12%) e o não recebimento do produto (6%). Entre os que lidaram com algum contratempo, 44% conseguiram, de algum modo, solucionar o problema. Nesse caso, 16% receberam o produto com atraso, 14% tiveram o dinheiro devolvido e 7% ficaram com crédito na loja. Outros 45% não conseguiram resolver o problema, sendo que 19% até mesmo desistiram da situação.

Internauta fez, em média, quatro compras online no último trimestre; 57% receberam oferta de desconto caso pagassem à vista

A pesquisa revela que, nos últimos três meses, cada comprador online fez, em média, quatro aquisições na internet. Os itens mais adquiridos nesse período foram peças de vestuário, calçados e acessórios (40%), artigos para casa (26%), eletrodomésticos (26%), ingressos para atividades de lazer (25%), perfumes e cosméticos (25%) e também celulares (23%). E o valor desembolsado para levar os produtos para casa na última compra foi, em média, de R$ 323,84. Para o pagamento, 58% utilizam o cartão de crédito parcelado diretamente com a loja e 56% o boleto bancário.

A pesquisa ainda mostra que a internet ganha força quando o assunto é parcelar as compras. Entre os consumidores que realizaram compras nos últimos três meses, sete em cada dez (71%) dividiram alguma dessas aquisições, sendo que, em média, foram cinco prestações.

Apesar de a maioria ter optado pelo parcelamento nesse período, 57% dos internautas disseram ter recebido oferta de desconto caso o pagamento fosse à vista, principalmente no boleto bancário (40%) e no cartão de crédito em parcela única (21%). “O parcelamento é um mecanismo útil para o consumidor adquirir bens de maior valor, mas é comum varejistas oferecerem descontos para pagamento à vista nas compras online, especialmente via boleto bancário. Se a pessoa pesquisar, pode ser mais vantajoso optar por esse meio de pagamento, desde que o valor não ultrapasse os limites do orçamento pessoal. Mas se a opção for o parcelamento, vale ficar atento para não ceder às compras por impulso que desajustam as finanças”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de imprensa SPC Brasil – CNDL

Sherlock conecta dispositivo antifurto de bicicletas em rede global de IoT da Orange Business Services

Orange fornece à Sherlock conectividade contínua

A Sherlock, startup de segurança de bicicletas com sede em Turim, na Itália, assinou um acordo com a Orange Business Services para suportar seus negócios globais de conexões de IoT e um portal de gerenciamento, pelos próximos três anos.

A Sherlock usará cartões SIM integrados da Orange na sua solução antifurto para bicicletas baseada em IoT, que está sendo lançada na Europa e na América do Norte. A solução conta com um pequeno dispositivo projetado para ser escondido no guidão de qualquer bicicleta e um aplicativo móvel. O dispositivo integra um módulo GPS para localização, um módulo GPRS para conectividade e um Bluetooth de baixo consumo. Ele vem com dois anos de conectividade de rede incluída no preço de compra.

Uma vez instalado, o dispositivo é praticamente impossível de detectar e não altera o design da bicicleta. Ele também funciona como um identificador exclusivo para a bicicleta, graças ao seu “passaporte de bicicleta”. Esse documento digital foi pensado em conjunto com a Polícia da Cidade de Turim e contém todos os elementos necessários para comprovar a propriedade da bicicleta.

Quando o módulo é ativado via Bluetooth, o proprietário recebe uma notificação em tempo real no seu smartphone caso a bicicleta seja movida ou violada. Além disso, os proprietários podem acompanhar a localização da bicicleta e fornecer para as autoridades acesso temporário às informações por meio de um código de rastreamento exclusivo.

Conectividade robusta e confiável

Os dispositivos antifurto são vendidos diretamente aos consumidores que os ativam por meio do aplicativo, realizando uma instalação rápida e fácil em suas bicicletas. Os cartões SIM da Orange são instalados nos módulos durante a produção e testados antes do envio. A conectividade mundial fornecida pela Orange permite que o dispositivo de segurança funcione ‘fora da caixa’, com roaming entre diferentes redes para uma conexão sempre adequada.

“A ideia do Sherlock nasceu depois do roubo de uma bicicleta. O Sherlock estabelece uma conexão direta entre a bicicleta e seu dono, dando à bicicleta a chance de ‘pedir ajuda’. A Orange Business Services nos ajudará a proporcionar aos ciclistas a paz de espírito que eles merecem, graças à sua conectividade robusta e confiável, disponível em todo o mundo “, diz Pierluigi Freni, CEO da Sherlock.

“Nos últimos anos a popularidade do ciclismo cresceu, o que levou ao crescimento do mercado de bicicletas. Os carros tiveram dispositivos antifurto por muitos anos, mas até agora, a indústria de bicicletas estava atrasada em relação a eles. Com o Sherlock, os ciclistas não precisarão mais se preocupar em ter sua bicicleta cara roubada. A colaboração da Orange com a Sherlock prova como a transformação digital pode ser uma força disruptiva, que cria novos serviços que respondem às mudanças das necessidades e expectativas das pessoas “, diz Fabrice de Windt, vice-presidente sênior da Europa da Orange Business Services.

Fonte: AboutCom – Danilo Fernandez

Novo ‘app’ permite busca de mais de 22 mil imóveis em SP

Ferramenta online da Lello contém informações detalhadas sobre unidades em oferta para venda e locação, com fácil acesso pelo celular

A evolução da tecnologia também chegou ao mercado imobiliário. Antigamente os cadernos de imóveis eram a forma mais comum de se buscar uma nova casa. Um pouco mais recentemente, houve migração de quase 100% dos que buscam um imóvel para o computador, via desktop. E hoje a Lello, imobiliária e administradora paulistana, já registrou 57% das pessoas que buscam imóveis na empresa usando o celular.

Baseados nesses números, a Lello que, além de já oferecer a busca de seus imóveis pelos smartphones, de forma responsiva, trás também ao mercado o seu aplicativo, que permite buscas ainda mais ágeis e dinâmicas aos mais de 22 mil imóveis que a empresa tem disponível na capital paulista. De norte a sul o app da Lello leva aos usuários o mundo imobiliário até a palma de suas mãos.

A ferramenta fornece informações detalhadas sobre unidades residenciais e comerciais ofertadas para venda ou locação, com fotos e descrição dos imóveis, permitindo, por exemplo, a busca por mapas, onde usuário pode traçar rotas, ver distâncias, ver o que há por perto – metrô, lista de estabelecimentos, como escolas, hospitais e supermercados – e, por meio do street view, a imagem da localização do imóvel.

E para os seus mais de 10.000 locatários, há a opção de tirar a segunda via de boleto de aluguel.

Pesquisas comprovam que pessoas que compram ou alugam imóveis distanciam-se apenas três quilômetros de sua residência atual. Por isso a ferramenta de geolocalização do “app” vai facilitar e agilizar muito a busca de imóveis pelos usuários.

O novo “App” Busca de Imóveis da Lello, disponível gratuitamente para IOs e Android, ainda possibilita “favoritar” as escolhas e fazer solicitação de visita aos imóveis desejados. Disponibiliza, ainda, a relação com endereço e telefone de todas as 18 lojas, que compõe a Rede própria da Lello.

O aplicativo foi desenvolvido inteiramente pela equipe de Inovação/TI da imobiliária. “O objetivo foi o de oferecer aos usuários uma jornada de busca de imóvel mais ágil e agradável, com informações mais detalhadas e, ao mesmo tempo, de navegação simples e intuitiva”, afirma Elaine Fouto, gerente de Marketing da Lello Imóveis.

Fonte: Assessoria de imprensa Lello

Aplicativo paga para clientes

Novo aplicativo revoluciona ao pagar para clientes visitarem restaurante

Que tal ganhar dinheiro visitando restaurantes, consumindo os produtos que mais gosta e indicando para amigos? Como diz o ditado, não tem melhor propaganda que o boca a boca. E por incrível que pareça, muitos a fazem sem nem perceber e sem ganhar nada em troca, além da satisfação de compartilhar algo que gostou. Pensando nisso, surgiu o aplicativo chamado Magpi, que paga em dinheiro aos usuários pela propaganda que, na maioria das vezes, as pessoas já fazem gratuitamente.

O aplicativo, que já funciona como um canal de relacionamento entre o usuário e o restaurante, está disponível para download na versão beta e já conta com vários estabelecimentos participantes, como os restaurantes Tejo, Bartolomeu, Pizza Hut, entre outros. A meta é chegar a 100 restaurantes até o final do semestre, só em Brasília. Até o final do ano, já existe um planejamento de expansão para Goiânia e São Paulo, afirma Eduardo Ferrari, Head de negócios.

Quando o usuário clicar no aplicativo aparecerá uma plataforma de restaurantes e logo ao lado o valor que cada um oferece por uma visita. E se isso ainda não for o suficiente, o aplicativo ainda dá a opção de ganhar consumindo e indicando amigos.No caso da visita, cada estabelecimento conta com um sensor localizado estrategicamente de forma a permitir o check in apenas dentro do estabelecimento.

No Magpi, sempre que o usuário indicar o restaurante para um amigo e eles validarem a visita, ganha quem fez a indicação. No consumo, basta pedir a nota fiscal com CPF e enviá-la pelo aplicativo para ganhar um percentual do valor total. Os valores são definidos por cada restaurante, de acordo com o ticket médio, que pode por exemplo, definir R$ 2 por visita, R$ 3 por indicação e 10% da conta para consumo.

Easy Use – Os criadores apostam na mobilidade e na capilaridade da ferramenta. “Dificilmente, nos moldes atuais, uma pessoa não tem um smartphone conectado nas redes sociais e no Whatsapp. Como isso é comum entre amigos, agora vai ser comum entre pessoas que desejam ser pagas para conhecer um restaurante ou indicar para amigos através do Magpi”, destaca Fabio Henrique, Head de Finanças. “O aplicativo ainda vai ser muito assunto para as rodas de amigos”, aposta Fábio.

Outra vantagem destacada pela equipe de desenvolvimento, é a facilidade de uso e a praticidade. O app reúne todos os estabelecimentos cadastrados em uma única plataforma. Desta forma, os usuários não precisam baixar um aplicativo para cada restaurante. Através do Magpi, é possível ver quanto cada restaurante paga para conhecê-lo com um simples clique.

Bom para os negócios – O aplicativo também tem a função de auxiliar os empresários na prospecção do seu negócio, além de estreitar o relacionamento entre os usuários do Magpi e os estabelecimentos. A proposta do app é levar clientes para dentro da loja (restaurante). “Diferente de um anúncio numa revista, por exemplo, em que a pessoa conhece o negócio folheando a publicação onde estiver, lá na casa dela, no Magpi o anúncio leva a pessoa a conhecer o negócio “in loco”, afirma o publicitário Welington Braga, CEO e idealizador do projeto.

Outra vantagem para o empresário é acompanhar com exatidão o retorno de cada real investido na ferramenta de publicidade. O aplicativo disponibiliza aos donos de restaurantes um painel de gestão, onde poderão acompanhar quantos clientes visitaram o seu restaurante, o montante por eles gastos, quantos foram os amigos indicado, entre outras informações. “No Magpi, o dono do estabelecimento só paga, quando o cliente visita o seu restaurante. Assim, com o cliente dentro do seu negócio, é mais fácil fidelizar e vender”, avalia Welington Braga

O protagonismo no cliente é a chave do sucesso da nova forma de publicidade “Ao remunerar quem indica seu estabelecimento ou o cliente que faz uma visita, as chances de que ele goste e consuma, são bem maiores”, aposta Braga. “No Magpi, o cliente que comprova o consumo no seu restaurante, ganha mais. Assim, é possível comparar o investimento realizado na divulgação, com o quanto o cliente trouxe de retorno”, conclui Narmer Abouhassan, Head de Produtos do Magpi.

Sobre a Magpi Digital Media – Com pouco mais de 1 ano de existência, a empresa foi fundada em 2016 no Distrito Federal, quando tiveram início as atividades de pesquisa e desenvolvimento do APP. A inspiração veio do nome de um pássaro, o magpie, conhecido como pássaro mensageiro. O Magpi iniciou sua atuação na área de gastronomia, mas, em futuro próximo, planeja atender outros segmentos.

Fonte: Infinito Comunicação – Lu Alves

Startup cria novos negócios para empresas e acelera o crescimento de empreendedores

Onawa conecta marcas e consumidores por meio de uma poderosa ferramenta de vendas por relacionamento e estratégia customizada

Com a visão de que a melhor maneira de gerar e acelerar negócios é unir diversas marcas e consumidores oferecendo soluções customizadas para companhias e empreendedores de todos os tamanhos, a startup Onawa anunciou o lançamento de sua operação nesta semana, durante o Vtex Day – um dos maiores eventos multicanais da América Latina -, realizado em São Paulo.

A empresa oferece uma série de soluções inéditas e inovadoras. A primeira é o desenvolvimento e gestão de marketplaces de afinidade. Sob a bandeira de uma entidade que agrega consumidores com interesses em comum, a Onawa desenvolve plataformas digitais que aproximam grandes marcas de compradores, identificando ofertas de produtos e serviços exclusivos, por meio de uma curadoria com diversas empresas, gerando negócios sob medida para a comunidade. Neste ambiente, as marcas podem desenvolver o marketing one to one e apresentar ofertas customizadas para um público qualificado, aumentando sua taxa de assertividade.

A outra solução é criar canais de vendas diretas para empresas que querem se relacionar e gerar novos negócios com seus clientes finais, no formato “white label”. Neste caso, a Onawa desenvolve a estratégia de um canal de vendas diretas para grandes empresas, com a utilização de um aplicativo mobile personalizado e apoio total na ativação desse novo canal. A ideia é atuar como uma consultora estratégica que desenha o modelo de negócios customizado, gerando oportunidades para todas as partes envolvidas. As marcas geram negócios incrementais por meio de especialistas em seus produtos e segmentos, com uma tecnologia inovadora que permite capacitar e estimular a troca de informações, além de facilitar lançamentos de novos formatos de serviços e vendas.

O modelo de Autosserviço foi pensado para empreendedores individuais e micro empresas que buscam expandir seus negócios. Com a solução da Onawa, terão acesso a um app que funciona como uma loja virtual na tela do smartphone, proporcionando processos de vendas diretas de forma rápida e prática.

Para estas soluções, a Onawa criou um time de especialistas em análise de dados, estratégia de mercado, comportamento de consumo e inteligência de negócios, que analisa as informações, gera insights e contribui no direcionamento, tomada de decisões e atualizações dos ambientes com o objetivo de gerar mais negócios para todas as partes. A empresa desenvolveu uma plataforma mobile com tecnologia própria, capaz de suportar todas as transações e inovações necessárias que também pode ser rodada em ambientes desktop.

De acordo com Jorge Rosolino, CEO da Onawa e ex-executivo da Natura e Johnson&Johnson, “a empresa chega ao mercado com soluções inéditas reunindo, em uma única empresa (one-stop-shop), plataforma móvel, serviços e estratégia de vendas diretas com soluções customizadas para diversos públicos, desde pequenas empresas, entidades de classe e grupos de interesse ou de afinidade até grandes empresas que precisam inovar a forma de se relacionar no modelo B2B2C”.

“Oferecemos muito mais do que uma plataforma com tecnologia de ponta. Nós conseguimos viabilizar negócios e criar estratégias verdadeiramente personalizadas, atuando junto com as empresas. Hoje, com a evolução dos negócios online e do crescimento exponencial do uso de tablets e celulares, surgimos como uma ótima possibilidade para complementar o omnichannel ou criar um novo negócio”, diz Jorge Rosolino.

O CEO explica ainda que Onawa significa, em um dialeto indígena americano, “wide awake”, ou manter-se acordado e aberto para as oportunidades. “Assim como o nome, nossa marca nasceu com esse propósito – aproximar pessoas e auxiliar nossos clientes a despertarem para todas as oportunidades”, diz Jorge.

Sobre a Onawa

A Onawa gera soluções customizadas para empresas e empreendedores de todos tamanhos, desde micro e pequenas empresas à grandes corporações, empreendedores independentes, grupos de afinidades até artistas e formadores de opinião. Para cada público oferece uma solução ideal às suas necessidades por meio de uma plataforma 100% proprietária, que conecta, de forma inteligente, marcas e consumidores.

Fonte: Helena Heringer – Art Presse

Artigo aborda a privacidade dos dados na internet

Vão te contar seu segredo
Por Andre Duarte, Coordenador de Operações do Arcon Labs

A professora Kelli Burns tinha uma suspeita e resolveu testá-la. Em uma ligação telefônica feita com seu smartphone para um amigo (ciente do teste) contou sobre seu “desejo” de viajar para um Safari em jipes pela África. Menos de um minuto depois, acessou seu perfil no Facebook e logo no primeiro post do seu feed de notícias apareceu uma estória sobre Safari, além de uma propaganda de carros. Coincidência? Ou estaria algum app “escutando” tudo?

André Duarte

Atualmente, não é tarefa computacional impossível ouvir o que uma pessoa diz e transformar isto em texto. Veja, por exemplo, as tecnologias Lex da Amazon e Watson da IBM que fazem exatamente isso, além de possuírem recursos de inteligência artificial. Aliados à esses serviços e à quantidade enorme de conteúdo na internet, muitas empresas podem estudar o que as pessoas falam e escrevem, mesmo em vídeos, e aprender com isso.

Quem mais gosta de aprender sobre seus usuários são as redes sociais na internet, com o objetivo de apresentar-lhes propagandas direcionadas. Mas você sabia que mesmo não tendo uma conta nesses sites seus sistemas podem criar um perfil sombra para você? É um tipo de conta invisível criada através de coleta de informações do usuário por diversos meios como contas de email e aplicativos de smartphone. Além disso, estes mesmos sistemas conseguem obter informações adicionais com outras empresas e aplicativos. Não há escapatória simples para quem quer privacidade.

O que é postado na internet dificilmente pode ser retirado. Copiar e distribuir arquivos é muito simples hoje em dia, além de termos capacidade de armazenamento baratas, que nos dão uma sensação de parecerem quase infinitas. Para complicar ainda mais, ainda existem os armazenamentos na nuvem, sobre o qual não temos controle absoluto. Será que o que apagamos lá realmente é apagado?

Não é difícil entender então que suas informações, e até seus segredos, se passados adiante na internet sem as devidas precauções de segurança da informação, podem ser contados para você um dia, ou expostos de alguma forma indesejada. Contudo, algumas atitudes podem ajudá-lo a minimizar esses problemas, tais como:

· Usar sempre o modo privativo no navegador, para evitar que te rastreiem de forma fácil
· Usar aplicativos de mensagem com criptografia direta entre os usuários
· Procurar sempre criptografar arquivos sensíveis, principalmente se for armazená-los na nuvem
· Não divulgar em redes sociais, chats e fóruns assuntos muito particulares como problemas de saúde, situação econômica, ideologias políticas e afins
· Retirar permissões de recursos que você não utiliza (microfone, câmera, contatos, etc) de aplicativos de smartphone

Existem casos de informações deletadas por usuários em redes sociais que continuam acessíveis de outras formas. É para pensar.

Novo formato digital

Estadão inova forma de apresentar conteúdo com realidade virtual

Jornal lança aplicativos Estadão Realidade Virtual, com viagem 360º por Bonito (MS), e Caderno Interativo da série O Brasil que o Brasil quer, com conteúdo especial

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Um novo olhar na forma de ler e ver suas matérias. Assim o Estadão apresenta na próxima semana duas grandes novidades em sua mais recente incursão tecnológica, que possibilitará ao leitor “entrar” nas reportagens. Nesta segunda-feira (5), o público pode ter em suas mãos o caderno interativo da série “O Brasil que o Brasil quer”, com vídeos, áudios, infográficos interativos e galeria de fotos. Já hoje, terça-feira (6), estará disponível o Estadão Realidade Virtual, que colocará o veículo na vanguarda dos veículos de comunicação. São dois aplicativos inovadores que ampliarão as fronteiras multimeios do jornal.

“O objetivo é propiciar um formato inovador de imersão nos conteúdos do Estadão, onde quer que o leitor esteja, bastando apenas um smartphone. Apresentará novo olhar na apresentação de suas matérias. Dará a experiência de extrapolar as fronteiras do conhecimento. Com a realidade virtual, cada vídeo e mídias apresentados trarão infinitas possibilidades de imersão no conteúdo”, explica Marcelo Moraes, diretor de Marketing Publicitário do Estadão.

A primeira iniciativa do Estadão em realidade virtual (RV) foi em Bonito (MS), com um especial de aventura produzido pela blogueira Karina Oliani, que resultou em quatro atividades diferentes na companhia da apresentadora – trilha 4X4, rapel, mergulho e rafting, todos em RV. Segundo ela, a escolha por começar o trabalho em Bonito foi proposital. “Quando o Estadão veio com a proposta, me perguntei qual seria o lugar no mundo todo que mais gostaria de mostrar ao público. Não tive dúvidas na escolha e na sugestão que fiz ao jornal. Bonito é um dos lugares mais lindos do planeta e ideal para ser mostrado em uma realidade imersiva como essa”, afirma a aventureira, que tem no currículo viagens para mais de 90 países.

Além de blogueira do Estadão, está no ar na TV paga no programa “Desafio Celebridades” da Discovery. “A ideia é levar ao leitor as aventuras mais espetaculares do Brasil e do mundo. Muita coisa boa vem por aí.”
A realização e produção da “viagem” é da Academia de Filmes, uma das pioneiras em vídeos RV360. Toda a ação tem oferecimento da Mitsubishi. Para Tadeu Jungle, sócio da produtora, a realidade virtual trouxe uma mudança na narrativa que não se via desde a invenção do cinema e o Estadão está na vanguarda dessa disrupção tecnológica na forma de narrar uma notícia.

“Em 2017, 60% do tráfego na internet será por meio de vídeos. Imagina um jornal produzindo matérias em realidade virtual e levando seu leitor para dentro da notícia, com mudança na narrativa, pois nos leva a um mergulho no local onde o fato está acontecendo. Essa não é uma visão muito distante de acontecer. Posso afirmar, sem exagero, que essa experiência do Estadão dá início a uma nova era para o jornalismo, com infinitas possibilidades”, defende Jungle. Para ele, o jornal mostra seu valor, pois aposta em uma tecnologia que está apenas começando no Brasil e que tem muito futuro e será acessível a todos, bastando ter óculos especiais e um smartphone.

Para uma experiência completa, o leitor deverá usar óculos de realidade virtual e ter um experimento completamente imersivo nessa viagem, produzidos pela Beenoculus. Parceria do Estadão na iniciativa, a empresa é inovadora e está na vanguarda do desenvolvimento de projeto 360/realidade virtual, tendo desenvolvido os primeiros óculos de realidade virtual produzidos no Brasil, com uma inovadora “metodologia de educação imersiva em primeira pessoa”. Há também alternativa para os que não tiverem os óculos, pois o material também será repercutido na TV Estadão, Instagram e Facebook do jornal.
Projeto interativo especial – A outra frente vem de um projeto especial, mas que pode ter inúmeras alternativas e oportunidades. O caderno interativo da série “O Brasil que o Brasil quer”, patrocinado pela Siemens, proporcionará nova forma de ler jornal que vai além do texto, com vídeos, áudios, infográficos interativos e galeria de fotos.

O leitor que tiver o aplicativo terá acesso a conteúdo diferenciado da série e que também conta com eventos e boletins na Rádio Estadão. Para ler, basta baixar o app, posicionar o smartphone em cima do jornal e começar a viagem pelo material exclusivo.

Os aplicativos Estadão Realidade Virtual e Caderno Interativo Siemens estarão disponíveis para os sistemas Android e IOS e podem ser baixados gratuitamente. Assinantes do Estadão terão direito a desconto na compra dos óculos de RV.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

De olho em seu consumo de internet

Você sabe o quanto de internet consome?
Docente do Senac Guaratinguetá explica como é medido o consumo de dados na hora da navegação

binary-1327493_640O uso de dados da internet tornou-se preocupação de muitos consumidores, após a notícia sobre a limitação do serviço por operadoras de telefonia. A partir de então, a procura por informações sobre o uso de dados na hora da navegação deixou uma interrogação: você sabe quanto de dados consome?

O docente da área de tecnologia da informação do Senac Guaratinguetá, Mateus Monteiro Brebal Hespana, explica com o que e como os usuários gastam os dados, que são medidos em bytes – unidade de medida de volume de dados. “Conteúdo de áudio, vídeo e imagens são os campeões em consumo de plano de dados. Acredita-se que um usuário que acessa com frequência as redes sociais e os serviços de streaming de vídeo, gaste, aproximadamente, 75% de sua franquia”, revela o especialista.

Ainda segundo Mateus, o consumo de dados pode mudar de acordo com o dispositivo de acesso. Tudo porque o tamanho do conteúdo replicado na tela implica diretamente no consumo do plano. “Uma foto que visualizamos no Facebook pelo notebook tem dimensões bem superiores à mesma imagem visualizada ou pré-visualizada pelo smartphone, gastando, desse modo, muito mais dados de internet”, explica.

Entenda as unidades de medida de dados
O docente explica qual o valor de cada unidade de medida de dados. Confira:

Byte (B) é a segunda menor unidade de medida e representa 8 bits;
Megabyte (MB) representa 1024 bytes (B);
Gigabyte (GB) representa 1024 megabytes (MB);

Geralmente, a quantidade de dados que as franquias entregam mensalmente aos usuários são medidas em Gigabytes (GB);

Fonte: KMS Comunicação e Marketing – Bruna Sales/Thaís Mazini

Pesquisa sobre o uso de dispositivos móveis

Essa vem direto do painel Indicadores do Mercado do Digitalks

Estudo mostra que as mulheres preferem os smartphones para acessar as redes sociais, ler emails, navegar na web e até para assistir filme; mas na hora da compra usam os PCs e notebooks

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Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado feminino da Batanga Media, realizou uma pesquisa para mapear o comportamento das mulheres nos dispositivos móveis. As preferências de acesso, a frequência de uso e o comportamento nas redes sociais foram alguns dos temas abordados. A pesquisa foi feita com quase duas mil internautas, de 18 a 60 anos. O resultado mostra que hoje quase metade das mulheres conta com um dispositivo móvel: 40% têm um smartphone, 33% smartphone e tablet e 8% possuem somente tablet.

Sem dispositivo móvel

Do total de entrevistadas, 19% delas ainda não possuem nenhum dispositivo móvel O Motivo? 70% não têm condição para comprar, 20% acham muito caro e apenas 5% não se interessam pelo produto. Deste grupo, 94% pretendem adquirir um smartphone e mais da metade alega que o principal motivo para ter o smartphone seria a facilidade no dia a dia. A Samsung aparece como a marca mais desejada (43%), na sequência a Apple (21%) e a Nokia (14%). Quanto à utilidade do produto: 58% citam a navegação na internet, 48% os envios e recebimentos de e-mails e 45% o acesso às redes sociais.

100% conectadas

Entre as mulheres com dispositivos móveis, 28% têm seu mobile há mais de dois anos e 22% pretendem trocar seu aparelho nos próximos seis meses. As funções mais citadas dos dispositivos são: 71% para acessar as redes sociais, 66% a internet e 61% para ligações.

Em comparação com o último estudo sobre mobile realizado em 2013, as redes sociais saltaram de segundo lugar para primeiro, sendo a principal função do uso em dispositivos móveis.

Quando e onde…

Os locais de uso mais citados pelas entrevistadas: em casa (91%), no trabalho (61%), deitada na cama (53%), em bares e restaurantes (28%) e em transportes públicos (24%). Quase que metade delas passa até 10 horas semanais conectadas e 25% até 20 horas. A frequência? 83% dizem acessar a web via mobile mais de uma vez ao dia e todos os dias.

Compras no mobile

Apenas 19% das mulheres participantes da pesquisa efetuam as compras pelo mobile. A compra online é feita por 68% delas via computador ou notebook. E, 63% preferem a loja física. As causas citadas para não comprar pelos dispositivos móveis são: acreditar que a compra pelo PC é mais fácil (41%), não sentir segurança (28%), falta de estrutura de alguns sites nos dispositivos móveis (25%) e preferir a loja física (20%). As que efetuam as compras pelo mobile alegam que a comodidade e facilidade são os principais motivos.

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Atividades favoritas

As entrevistadas também foram questionadas sobre a preferência- smartphone, tablet ou PC/notebook – na hora de acessar as redes sociais, ler e-mails, acessar a internet e ver filmes. O smartphone foi o vencedor em todas as modalidades, até para assistir filmes.

Os preferidos para compartilhar e baixar

Nas redes sociais: 27% compartilham suas fotos, 26% preferem escrever e 45% se dizem indiferentes. Entre os aplicativos, os mais baixados são de música (68%), redes sociais (67%) e de fotos e vídeos (63%)