CEO da Caoa Chery projeta oportunidades para empresários da RMVale

Caoa Chery projeta fabricação de 35 mil veículos em 2020

Número representa crescimento de 40% na produção em relação ao ano passado; dados foram revelados pelo CEO de empresa durante reunião do Desenvolve Vale

A primeira reunião de trabalho do Desenvolve Vale em 2020, no final de janeiro, contou com a presença do CEO da Caoa Chery, Marcio Alfonso, que ofereceu um panorama sobre os rumos da unidade fabril em Jacareí.

Marcio Alfonso e Kiko Sawaya

Realizada no espaço de reuniões do Amicci, casa de vinhos de São José dos Campos, o evento também recebeu o deputado federal Eduardo Cury (PSDB) e o prefeito de Jacareí, Izaias Santana (PSDB).

Alfonso afirmou que a empresa projeta a fabricação de 35 mil carros em 2020. O número é 40% maior do que a produção de 2019, que foi de 25 mil veículos. A capacidade de produção da unidade fabril de Jacareí é de 50 mil carros.

“Vamos lançar dois novos produtos neste primeiro semestre. São mais opções de compras, mais valor, mais conteúdo, mas sem um preço exorbitante. Esta tem sido nossa meta: oferecer tecnologia e valor agregado, mas por um preço que não saia da realidade”, disse.

Com o crescimento, a tendência é adicionar novos fornecedores à lista atual da montadora. A decisão faz parte de um programa de nacionalização da empresa, que pretende produzir cada vez mais em solo nacional.

“As parcerias com fornecedores nacionais são vitais, não podemos depender da importação muito intensa. Até porque o frete nos afeta diretamente no custo do produto final. Além disso, ainda temos que procurar exportar, o que é outra coisa importante para o equilíbrio financeiro da empresa”, afirmou Alfonso.

Esse contexto, de acordo com o CEO, favorece empresas da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, a RMVale, principalmente pela vocação da região na área de tecnologia e inovação. A Caoa Chery já conta com os serviços de cinco startups do Parque Tecnológico de São José dos Campos.

“Trata-se de uma região privilegiada, com jovens e empreendedores muito qualificados. Temos uma aproximação com um grupo de startups muito boas. A intenção é sempre continuar inovando, buscando parceria com esses jovens”, diz.

Negócios

Logo no início do evento, o deputado Eduardo Cury anunciou a criação de uma câmara de comércio Brasil-China no Vale do Paraíba. De acordo com ele, as conversas estão adiantadas. “É uma via para fomentar a exportação das empresas do Vale para este enorme mercado”, afirmou.

Os negócios com a China ainda foram ressaltados por Alfonso. Durante sua apresentação, ele se colocou à disposição dos empresários presentes para facilitar a criação de uma comitiva em visita para o país asiático.

“Ainda podemos alavancar uma parceria de tranding com a China. A empresa também realiza essas operações. Dessa forma, ajudamos a comprar produtos produzidos aqui, auxiliando na geração de emprego e renda”, disse o CEO.

Para o coordenador do Desenvolve Vale, Kiko Sawaya, atualmente não dá para crescer sem considerar o mercado chinês. Ele afirma que se animou com os números e as oportunidades que a Chery representa ao empresariado da região.

“Fiquei muito impressionado com os números apresentados e acredito que precisamos mesmo pensar em uma comitiva para visitar a China em busca de novas oportunidades.”

Fonte: CABANA | João Pedro Teles

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O que são “Martechs” e quais soluções elas oferecem?

O Brasil possui 266 startups de marketing e o Liga Insights mapeou as inovações da área e os desafios para os próximos anos

No Brasil, são 266 martechs – startups da área de marketing que oferecem soluções específicas para o setor e suas operações -, segundo levantamento realizado pelo Liga Insights em outubro deste ano, com o objetivo de discutir as inovações da área e levantar os próximos passos do mercado.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

O marketing hoje é considerado um dos principais elos entre a inovação e clientes internos e externos das empresas. O Liga Insights analisou e mapeou as startups que estão entregando soluções para o segmento a partir de um banco de dados com mais de 16 mil startups do Brasil. As soluções foram divididas em 15 categorias e a maioria das startups estão em Analytics, Data e Performance (46 startups); Fidelidade do Cliente (37 startups); Plataforma de Atendimento e Conectores (35 startups).

O estudo também mapeou outras categorias como Conteúdos Interativos (24 startups); Ferramentas de Comunicação (21 startups); Social e Comunicação (20 startups); CRM, Customer Experience e Customer Success (19 startups); Automação de Marketing (16 empresas); Pesquisas Reviews e Feedbacks (15 startups); Gestão de Geração de Conteúdos (14 startups); Vendas e Geração de Leads (11 startups) e Marketing de Aproximação (8 startups).

Customer Experience: por que a experiência do seu cliente é tão importante?

O Customer Experience já não é mais tendência, porém continua sendo uma das grandes preocupações da área de marketing. De acordo com o estudo do Liga Insights, apenas 14% dos profissionais de marketing enxergam que a centralização no cliente é uma característica fundamental das empresas onde trabalham. Em sua pesquisa mais recente sobre o tema Customer Experience, lançada em novembro deste ano, o Liga Insights indicou quais as preocupações e responsabilidades do setor. Para analisar a experiência do consumidor foram entrevistados mais de 30 especialistas, empreendedores, profissionais e pesquisadores de grandes empresas como Nubank, Dafiti, Itaú, iFood, ESPM, ContaAzul, Panasonic, ThoughtWorks, LEADR e Dito.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

75% das empresas pretendem ampliar seus investimentos em soluções tecnológicas capazes de potencializar a experiência do cliente, incluindo ferramentas de customer analytics, de análise das necessidades e da jornada do consumidor e de personalização da experiência. As principais tendências tecnológicas que vão contribuir para o terreno de CX envolvem o uso de inteligência artificial tanto para aplicações mais básicas como bots de atendimento, quanto com aplicações para análise de sentimento do cliente e personalização da experiência.

Segundo Raphael Augusto, responsável pelo Liga Insights, em termos de tecnologia, é possível observar o uso de dados como o principal aliado na individualização e customização das ações de marketing. “Trazer a inteligência dos dados para esse contexto pode resultar numa maior assertividade e individualização dos clientes, garantindo, por exemplo, uma conversão mais eficiente e um tratamento e relacionamento mais personalizado”, comenta.

Descubra as referências do marketing focado no consumidor

O mapeamento do Liga Insights apontou os dez hábitos que empresas de referência centradas no consumidor deveriam ter, a partir de uma pesquisa realizada pela Gartner’s Marketing Technology Survey. São eles:

Estudos constantes do usuário;
Fazer follow-ups para interpretar feedbacks;
Tomar medidas proativas para antecipar as necessidades;
Construir empatia dentro de um processo e políticas;
Proteger a privacidade do usuário;
Intercambiar conhecimentos internos sobre os diferentes tipos de perfil;
Motivar colaboradores para manterem-se comprometidos
Criar ações sistemáticas para melhorar a experiência do cliente;
Adaptação de demandas em tempo real
Desenvolvimento do processo de responsabilidade;

Mercado da publicidade programática

Entre as startups que oferecem soluções inovadoras no Brasil, a Denakop – startup que facilita a ativação de publicidade em sites de pequeno a grande porte -, destaca-se com a publicidade programática. A empresa aponta que pode aumentar o faturamento dos parceiros em aproximadamente 35% utilizando uma tecnologia que permite ativar ou desativar formatos publicitários com um botão.

Para Marcos Viesti, sócio-diretor do Denakop, o mercado de publicidade programática ainda tem muito a crescer. “A nossa empresa enxergou a necessidade de traduzir toda essa parte burocrática deixando a publicidade mais simples e intuitiva, dissolvendo essas barreiras para abrir os horizontes do publisher brasileiro”, completa Marcos.

Fundada em 2011, hoje a empresa possui 120 clientes entre os portais: Metrópoles IstoÉ, Olhar digital, RBS e Fatos Desconhecidos e gerenciam mais de 600 milhões de requisições de publicidade por mês. A tecnologia oferecida pela startup não possui custo de adesão ou multa de rescisão. Além disso, proporcionam ao publisher uma implementação simples – por meio de uma tag o cliente tem acesso a mais de 15 formatos publicitários pré mapeados.

Fonte: Agência NoAr – Kênia Brandão

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Segunda edição do Nexus Summit

Guichê Virtual apoia evento que atrai investidores e empreendedores para a região

Encontro acontecerá nos dias 29 e 30 de agosto, no Centro de Eventos do Parque Tecnológico de São José dos Campos

O Guichê Virtual, aplicativo líder na venda de passagens de ônibus e startup do Parahyba Valley, participa e apoia a segunda edição do Nexus Summit, no Parque Tecnológico de São José dos Campos, nos dias 29 e 30 de agosto.

O evento, realizado pelo Nexus – o hub de inovação do PqTec, reúne empreendedores e investidores da região, com programação intensa e ótimas oportunidades de negócios e networking.

Halyson Valadão, CMO do Guichê Virtual, fala sobre a relevância desse tipo de encontro: “é importante reunir o ecossistema de startups do Vale do Paraíba para aproximá-lo dos futuros empreendedores da região. Além disso, devemos colocar São José dos Campos no mapa da economia criativa e, com isso, atrair investidores e profissionais em busca de novas oportunidades”.

O encontro contará com a participação de nomes importantes do empreendedorismo na região, como Halyson Valadão, CMO do Guichê Virtual; Michel Amaral, CEO da Designa; Rafael Kizo, founder da Mlabs, entre outros.

Os ingressos do Nexus Summit 2019 estão disponíveis na página oficial do evento.

Mais informações:

Data: 29 e 30/08 (quinta e sexta)

Horário: a partir das 08:30h

Local do evento: Parque Tecnológico de São José dos Campos – Dr. Altino Bondensan, 500 – Bloco Nexus, São José dos Campos – SP, 12247-016

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Startups transformam mercado de comunicação e marketing

Mais de 6.200 martechs nasceram no mundo em 2018 e Brasil também vive “boom”

A nova era pós-industrial proporciona uma transformação na forma como as empresas usam a tecnologia para otimizar serviços e, ao mesmo tempo, se tornam acessíveis a pequenos e médios negócios. Surgem daí as “techs”, que nada mais são do que startups que estão mudando a realidade de vários segmentos. Na comunicação e marketing não poderia ser diferente e as chamadas martechs começam a tomar conta do mercado.

O termo pode parecer estranho e pouco conhecido, mas já é uma realidade em um setor que já sofre enorme desestruturação com o avanço da internet. De acordo com estudo do Chief Marketing Technology Blog, mais de 6.200 martechs surgiram em 2018, valor equivalente ao registrado entre 2011 e 2016.

Todas elas têm em comum o fato de utilizarem ferramentas digitais para melhorarem sua performance, como big data, inteligência artificial, análise de métricas digitais, algoritmos, microtargeting, geolocalização, entre outras.

“Boom” de martechs no Brasil

O Brasil também mergulha nessa onda, com novas empresas surgindo em diversas categorias da comunicação e do marketing. É o caso da StartHub Press, startup de São Paulo que está revolucionando o mercado de assessoria de imprensa com serviço de alto impacto, garantia de publicações e baixo preço, como principal target as pequenas e médias empresas. “A internet impactou diretamente o tradicional modelo de comunicação, quando tudo estava ancorado em grandes companhias de jornais, rádios e TVS. O que vemos agora é uma fragmentação generalizada, o que também desestruturou o negócio das assessorias de imprensa”, diz Luiz Fernando Moraes, um dos fundadores da StartHub Press.

Moraes ainda complementa que esse é um cenário transformador. “A atividade não vai acabar, mas é preciso que se encontre alternativas que atendam às demandas corporativas e estejam alinhadas à nova realidade”, afirma. O novo modelo da StartHub Press vem chamando atenção. A empresa é indicada como finalista na categoria Startup do Ano (2019), do Prêmio da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, que reúne associados como Magazine Luiza, Hering, TriFil, ComSchool, entre outros.

O marketing de influência também é outra área que ganha notoriedade com a incorporação de novas tecnologias. Para Ségio Tristão, CEO da First 4 Digital é necessário incorporar tecnologias ao processo de trabalho. “Essas ferramentas possibilitam a modernização da empresa, melhoria no atendimento e sistema de informações, controle e gerenciamento capazes de gerar menores custos. O grande diferencial das martechs é otimizar os resultados e custos do cliente, e a possibilidade de um novo modelo de negócios”, explica Sérgio.

A cidade de São Paulo concentra cerca de 42% das martechs brasileiras, de acordo com levantamento da Liga Ventures, mais outros centros também despontam como hubs dessas startups, como Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia.

Fonte: Cunha Vaz Brasil

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Futuro da Assessoria de Imprensa: tecnologia de ponta para manter-se relevante

Inteligência artificial e analytics puxam inovações que tornam relacionamento com a imprensa mais efetivo

Por Michel Bekhor*

Comparada a outros campos da comunicação corporativa, a assessoria de imprensa parece evoluir devagar. Herdeiro de uma longa história, que vem desde pelo menos 1820, quando o advogado e jornalista Anton Kendall se tornou o primeiro secretário de imprensa do presidente americano Andrew Jackson, o profissional da área continua a trabalhar de maneira semelhante à de uma década atrás.

Abaixo da superfície, no entanto, a assessoria de imprensa passa por um momento de transição – e o espaço para inovar é amplo. Esse movimento acompanha mudanças tecnológicas no mundo, com a ênfase da comunicação no ambiente digital e a proliferação de empresas e mercados nativos da internet ou intrinsecamente dependentes desse ecossistema.

A transformação acontece em alguns polos, como o tecnológico, o de hábitos de trabalho e o de expansão de fronteiras da atividade. Para começar pelo final, o fato é de que há uma tendência a integrar o papel da assessoria – assim como os resultados que podem ser obtidos a partir dela –, conectada com estratégias mais amplas de marketing.

De acordo com o estudo publicado pela Escola de Comunicação da University of South California em 2017, 60% dos executivos da área nos Estados Unidos acreditam que isso deve ocorrer em um futuro próximo. Não necessariamente uma mesma empresa oferece serviços variados, mas também guia o trabalho de divulgação no sentido de ter um impacto direto no resultado de vendas ou expansão do cliente.

Redefinindo o que é assessoria de imprensa

É necessário que os assessores assumam para si o papel de pensar – e aplicar – técnicas de marketing digital, como SEO e link building. Além disso, o próprio entendimento de mídia a ser atingida também está em processo de mudança. Um novo horizonte que inclua entre os interlocutores influenciadores digitais é essencial.

Mas antes, é preciso garantir que ela tenha sucesso. Nesse sentido, a equipe precisa estar ciente de que a maneira de consumir e produzir informação mudou. O grande palco das notícias são as redes sociais e é indispensável estar atento ao que acontece por lá, quais são os temas quentes, o que pode gerar repercussão e o que deve ser evitado.

No século XXI, o assessor de imprensa precisa ser um trend hunter. E também, por que não, um trend setter. O cliente tem o material a ser divulgado. A assessoria deve saber como transformá-lo na isca perfeita.

Essa isca é um conteúdo relevante, cujo formato também tem sido repensado. Por que se limitar a um release em texto quando podem ser feitas apostas com fotos, infográficos, vídeos curtos? Com o renascimento do rádio na internet por conta dos podcasts, vale inclusive pensar em áudio-releases. O importante é que a mídia seja fisgada.

Enviado via fax há apenas algumas décadas, a casa atual do release é o e-mail, mas também já se pensa o contato com o jornalista via outros canais. Vale fazer a ponte para divulgação por meio de redes sociais ou mesmo direto por aplicativos de mensagens no celular – desde que um relacionamento prévio abra espaço para tal.

Análise de dados para melhorar resultados

O valor dessas novidades, no entanto, fica sujeito a uma variável difícil de mensurar, já que a medição de resultados é um ponto crítico da assessoria de imprensa. E aqui entra o pilar tecnológico: enquanto a economia da informação avança como um todo pelo mercado, o uso de big data e ciência de dados na assessoria de imprensa ainda é incipiente. As possibilidades são infinitas, mas uma ideia é avaliar o histórico de campanhas em busca de quais títulos, construções textuais e narrativas atraem mais ou menos a mídia em geral ou determinado veículo em específico.

Associadas à inteligência artificial, estratégias do tipo permitem uma redução de esforço com a identificação de abordagens e métodos mais eficientes, e maiores taxas de sucesso na assessoria. Um exemplo concreto de como isto tem sido aplicado é o monitoramento da mídia para que estratégias de relacionamentos com jornalistas e influenciadores sejam mais certeiras.

Por fim, a inovação na assessoria de imprensa também está ligada aos clientes que têm acesso a esse serviço. Antes restrita a orçamentos parrudos, hoje há modelos de negócio que permitem atender PMEs, startups e profissionais liberais que têm pouco a gastar, mas muito a oferecer em conteúdo.

A comunicação caminha para o futuro. Se olhar na direção certa, a assessoria de imprensa pode ajudar a abrir a trilha.

Michel Bekhor é fundador da Assessoria de Imprensa Press Works

Fonte: Press Works

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SJCampos vai sediar o Nexus Summit

Nexus Summit vai reunir o ecossistema de startups

O Nexus Summit é um evento criado para reunir o ecossistema de startups e empreendedores do Brasil no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo. A iniciativa é da comunidade de empreendedores da região, considerada um polo de desenvolvimento de novas ideias e tecnologias, que atrai cada vez mais investidores, empreendedores, profissionais e serviços.

O Nexus – hub de inovação e aceleração do Parque Tecnológico São José dos Campos – traz para este encontro sua experiência de acompanhamento de startups, desde a concepção da ideia até a consolidação das empresas.

O Summit ocorre nos dias 23 e 24 de agosto, no Parque Tecnológico São José dos Campos, considerado o maior complexo de inovação e empreendedorismo do Brasil.

O primeiro dia será focado nas trocas de experiência entre empreendedores. Grandes líderes de startups do Brasil e do Parahyba Valley vão compartilhar suas trajetórias e trazer insights essenciais para quem busca crescimento e sucesso. Já estão confirmadas as presenças de Romero Rodrigues, Co-Founder do Buscapé e Redpoint eventures, Florian Hagenbuch, CEO da Printi, Marcos Arruda, CEO da Moneto, Bernardo de Pádua, CEO da Quero Educação, Alexandre Viola, CEO da Justto e Tiago Serrano, CEO da SoluCX.

Informações e inscrições aqui

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Revitalização do varejo

Experiências sensacionais de compra: a estratégia que vai revitalizar o varejo

*Por Maurício Trezub

Os consumidores estão cada vez mais empoderados digitalmente e mais exigentes. Hoje, existem inúmeras possibilidades de obter e colher informações, o que faz com que as pessoas aprimorem seus gostos e tenham certeza sobre o que desejam – principalmente, quando se trata de produtos e serviços. O varejo precisa avançar e correr para acompanhar essa mudança, procurando maneiras de atender a esse novo perfil de clientes. Embora as empresas estejam acostumadas a engajarem seus clientes diretamente no ambiente físico, já perceberam que o comportamento deles mudou. Resultado disso, é a intenção de investir em tecnologia para proporcionar experiências autênticas e impactantes aos consumidores, independentemente de quando e onde estiverem comprando.

Uma pesquisa da consultoria Provokers constatou que 96% dos entrevistados pesquisam online antes de decidirem em que loja física vão comprar. Além disso, 95% pesquisam online para escolher os produtos antes de compra-los em loja física; 92% gastam mais tempo pesquisando sobre uma marca ou produto online do que em uma loja física; 93% checam se podem comprar algo online para não precisarem ir a uma loja física; 87% checam online se a loja física possui o produto que querem comprar; e 66% já compraram online e retiraram na loja física.

Esses números comprovam o que venho afirmando há alguns artigos: integrar o ambiente físico ao digital é essencial para revitalizar o varejo. Ao unir esses dois universos, as possibilidades são infinitas, tornando eficaz a eliminação de qualquer tipo de filtro ou limitação. Além disso, essa realidade mista cria novas formas de oferecer experiências de compras consistentes e eficientes, isto é, que instiguem e conquistem o público-alvo. Agora, como fazer isso? Priorizando uma experiência de compra sensacional, que trabalhe os sentidos e sensações e seja sem atritos. Por isso, alinhar a experiência de compra do consumidor pelo site, em dispositivos móveis, vídeos, redes sociais ou em outros canais à oferecida nas lojas é extremamente importante.

Uma situação comum de queixa entre os consumidores é a hora de comprar roupas. Ao observar os passos de algumas startups do comércio eletrônico, a Amazon lançou, nos Estados Unidos, um serviço chamado Prime Wardrobe, que permite aos clientes experimentarem roupas da moda masculina e feminina, bem como roupas para bebês, antes de comprá-las. Tudo funciona de um jeito bem simples: os clientes encomendam os itens que desejam, recebem no endereço cadastrado e, em seguida, decidem se querem ficar com as roupas ou não e, caso não queiram, podem devolvê-las à empresa. O frete é gratuito e os clientes são cobrados apenas pelos itens que comprarem efetivamente. Além disso, ganham um desconto conforme a quantidade de peças adquiridas.

Esse modelo try-before-you-buy, sem ter de se locomover à loja física ou enfrentar filas é uma tendência que o varejo deve – e acredito que irá – se inspirar instantaneamente. O setor está se transformando a cada dia e cabe aos gestores instigar ainda mais a mudança na maneira de pensar o seu negócio e em como interagir com seus clientes.

Nesse cenário, outra iniciativa interessante para as lojas virtuais é o clube de assinaturas. A opção permite a compra programada, ou seja, o consumidor se cadastra, escolhe os produtos que deseja assinar, define a periodicidade e a forma de pagamento e recebe as suas compras com comodidade conforme o que contratou. Isso já funciona bem com livros, vinhos, cafés, cervejas especiais, roupas, cosméticos, óculos, entre outros.

No Brasil, enxergo uma boa oportunidade para os varejistas obterem resultados estratégicos para os negócios, desde que saibam unir a ideia do produto à uma plataforma de e-commerce capaz de operar com alta performance para apoiar toda a operação. Iniciativa que se consolidará e se popularizará ainda mais no mercado brasileiro, trazendo grandes benefícios como a fidelização de clientes, uma melhor previsão do lucro e de planejamento, bem como a redução de alguns custos operacionais. Porém, é preciso saber explorar todas opções que o mercado de clubes de assinaturas apresenta.

Tudo está correlacionado. Para os consumidores não existe mais separação entre os canais. Isso significa que chegou a hora de tirar a inovação do papel e começar a conectar o mundo físico ao online. Aprimorar a experiência de compra no varejo e torná-la sensacional já devia ser uma meta das organizações do setor. Se colocar o cliente em primeiro lugar, você nunca ficará por último.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Natália Baggio

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Design Sprint em SJCampos

Curso de Design Sprint em SJCampos

Como inovar? Por onde começar? Como montar uma boa equipe? Que forma terá uma ideia quando for colocada em prática? São muitas as perguntas que martelam na cabeça de quem precisa tirar ideias do papel, mas já existe um caminho infalível para responder a todas elas rapidamente: o Design Sprint.

Método criado pelo designer Jake Knapp no período em que ele trabalhava no Google, era usado para tudo na empresa, do aperfeiçoamento do mecanismo de buscas ao Google Hangouts, com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias.

O Design Sprint serve para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar JÁ!

Nos dias 27, 28 e 29/07, o IxDA São José dos Campos estará promovendo em parceria com o Espaço PRTI e Designa um bootcamp de Design Sprint com a Google Expert Ana Paula Batista!

O curso é voltado para profissionais que atuam na concepção de soluções digitais, não necessitando conhecimentos prévios em design.

Mais informações e inscrições em:
http://bit.ly/ixdasjc-ds-turma2

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Entendendo as fintechs

Entenda o mercado de fintechs no Brasil

A revolução digital está proporcionando inúmeras mudanças no mercado financeiro, e uma resposta a isso são o crescimento das fintechs no Brasil. Com a proposta de ser uma plataforma online e sem burocracias, ela vem ganhando espaço e fazendo grandes instituições financeiras se preocuparem e acompanharem seus passos. Vamos entender agora como anda esse mercado e suas vantagens, nesse infográfico preparado pelo site Rebel

Veja como ficou o infográfico:

Fonte: Marketing Ninja – Nayrison da Costa

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Oportunidades de negócio através da economia criativa

A Economia Criativa e as oportunidades de mercado

*por Ronaldo Cavalheri

O Brasil é o quarto consumidor de jogos digitais do mundo, sendo um importante empregador de mão de obra especializada e se fixando como um mercado bilionário, com expetativa de crescimento de 13,5% ao ano, segundo pesquisa encomenda pelo BNDES. Com mais de 60 milhões de usuários, esse mercado vem ampliando o seu perfil de consumo, que até então era em sua grande maioria de público jovem masculino e hoje já conquista mulheres, crianças e idosos. Muito disso se explica pela facilidade de acesso aos smartphones e as redes sociais, além é claro da utilização de games em muitas outras áreas como na educação, nos negócios e na medicina, não sendo mais uma exclusividade voltada apenas ao entretenimento.

Ronaldo Cavalheri Diretor Geral do Centro Europeu

Outro mercado em ascensão é do audiovisual. Em 2011, foi regulamentada pelo Congresso Nacional a Lei 12.485, que determina a veiculação de conteúdos nacionais e inéditos na programação das televisões por assinatura. Com isso, além de valorizar a cultura local a produção audiovisual no Brasil, o segmento ganhou ainda mais espaço e já se posiciona a nível global como a 12ª maior economia nesse mercado que corresponde por 0,57% do PIB brasileiro. Em pesquisa realizada pela Ancine, foi apontado um crescimento de 65,8% entre os anos de 2007 e 2013, um salto de R$ 8,7 bilhões para R$ 22,2 bilhões, uma evolução bem superior aos outros setores da economia.

E liderando o ranking de crescimento no Brasil, temos a indústria da moda. Nos últimos 10 anos, o varejo de moda fez com que o país saltasse da sétima posição para a quinta no ranking dos maiores consumidores mundiais de roupas. Uma pesquisa realizada pela A.T. Kearney, renomada empresa de consultoria empresarial norte-americana, aponta uma arrecadação de US$ 42 bilhões em vendas, sendo que 35% é através de capturas online, sendo facilmente explicado pelo poder de influência das redes sociais e blogs de formadores de opinião dessa área.

O mercado dos Jogos Digitais, do Audiovisual e da Moda são apenas três exemplos dos 13 segmentos que englobam o que chamamos de Economia Criativa. Um setor da economia que vem ganhando destaque e driblando o cenário atual de crise pelo qual o Brasil vem passando. São empresas que se destacam pelo talento e pela capacidade intelectual de seus empreendedores e funcionários, e que não dependem do tamanho da sua estrutura ou de quanto tem de capital.

O Brasil, de certa forma, vem dando seus primeiros passos para se fixar nessa economia. Países como EUA, China e Inglaterra já se consolidaram e juntos já correspondem a 40% da economia criativa global. Muitas cidades no Brasil já possuem iniciativas de estimulo à Economia Criativa, como por exemplo, Recife, Porto Alegre e São Paulo. A cidade de Curitiba, também, se destaca como uma das mais atuantes, e por meio da Agência Curitiba de Desenvolvimento, circula por todo o ecossistema que engloba a economia criativa, conectando coworkings, startups, iniciativas públicas e privadas e estimulando o empreendedorismo de alto impacto.

A Economia Criativa, que hoje já apresenta uma média de remuneração superior a outros setores, será um dos grandes empregadores em um futuro breve. E as cidades que enxergarem essa oportunidade, sairão na frente. O olhar sobre a formação de seus jovens, que é a geração que mais impulsiona esse mercado, é um fator decisivo para o melhor aproveitamento de uma fatia do mercado na qual o maior recurso é o potencial criativo.

*Ronaldo Cavalheri é Coaching de Negócios Criativos, mentor do Projeto Jovem Empresário e Diretor Geral do Centro Europeu – escola pioneira em Economia Criativa no Brasil.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Eduardo Betinardi

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