Imersão em narrativas

Ale Santos convida

O nosso querido e competente Ale Santos avisa que o palco Entretenimento da próxima Campus Party vai receber no dia 02 de Fevereiro um workshop de Gamificação com Imersão Narrativa, com técnicas, exemplos e práticas para a construção de gamificação empresarial com foco em Storytelling, com duração de 90 minutos os participantes aprenderão alinhamentos entre gameplay e narrativas através de pontos chaves de imersão.

Quem quiser se aprofundar um pouco mais nesse tipo de Gamificação vai ter uma bela oportunidade no dia 11 de Fevereiro, com a versão estendida desse workshop em parceria com a Escola Brasileira de Games Serão 4 horas que incluem exercícios e ferramentas de criação de narrativas interativas.

Anote as datas dos Workshops:
02/02 às 18hs15 – CPBR – http://bit.ly/GamificCPBR
11/02 às 09hs – EBG – http://bit.ly/EBGGamific

Curso ensina narrativa

Workshop inédito de Narrative Design

Nos dias 21 e 28 de Janeiro (Sábados) São José dos Campos recebe o Workshop inédito de Narrative Design, que vai ensinar as bases do Storytelling Interativo dos Games.

Entender de Narrativas de Jogos está se tornando um artifício cada vez mais essencial para empresas de Entretenimento e Marketing. Bons game writers são capazes de produzir histórias e mundos fantásticos que conectam as emoções experimentadas pelos romances e filmes. Esse curso vem trazer a base necessária para se tornar um verdadeiro escritor de jogos.

As aulas acontecerão na escola Kinoene Arts e as inscrições acontecem pelo site – http://kinoenearts.com.br/cursos/storytelling-e-concept-art-para-games/

Dos 30″ ao Branded Content

Como as séries de TV podem ajudar o seu Branded Content

Narcos. Sopranos. House of Cards. Friends. Modern Family.

Neste curso oferecido pela APP Brasil os participantes vão entender como são construídas as séries de TV e as técnicas de storytelling que estão por trás dessas narrativas incríveis.

RICARDO GRYNSZPAN

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É roteirista e professor. Escreveu a mini-série “Zé do Caixão” (TNT e Space), eleita Melhor Produção Artística de 2015 no Festival Internacional de Televisão de São Paulo e episódios das séries “Lili, a ex” e “Tempero Secreto”, ambas na GNT.
No rádio, escreve juntamente com Felipe Xavier o programa de humor “Chuchu Beleza”, transmitido diariamente pela Rádio Jovem Pan FM. É professor de Roteiro para TV da Academia Internacional de Cinema de São Paulo.

Inscreva-se aqui

Curso aborda narrativas para games

Sesc Consolação terá aula sobre Alternate Reality Games

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Na próxima Quinta-Feira (20/10) acontecerá a segunda aula do curso inédito sobre Narrativas para Alternate Reality Games no Sesc Consolação em São Paulo. O curso é ministrado pelo grande especialista em narrativas Ale Santos.

Nessa aula o tema abordado será: Storyworlds e Realidades alternativas e a quantidade de vagas é definida pela ordem de chegada. Como o curso começa exatamente ás 19hs o ideal é chegar um pouco antes.

Veja mais informações e a descrição do curso de ARGs aqui

Storyteller do Vale do Paraíba coordena Gamificação em um dos maiores eventos de TI do Brasil

IT Forum Mais ganha um Universo Ficional e Transmídia

O IT Forum Mais reúne os CIOs das 501 a 1000 maiores empresas que mais investem em TI no Brasil e já é consagrado como o encontro mais eficaz na geração de leads para a Indústria de TI e Telecom. A nova edição do evento, que começa na próxima Quarta-Feira vai levar os participantes à uma jornada imersiva dentro de um universo fantástico criado pela Storytellers Brand’Fiction em parceria com a IT Midia para disputarem o controle do Tempo.

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A aventura começa bem antes de pisarem na Bahia, quando os executivos fazem o seu cadastro e agendamento das reuniões de negócio. Eles escolhendo uma das opções de ligas: People of Tomorrow, Ágora do Agora e C.A.R.E. Cada uma representando um pensamento sobre o domínio do tempo.

P.O.T como é conhecida a primeira liga, pensa que a melhor coisa a se fazer é acelerar o Tempo e embarcar no futuro, já a C.A.R.E quer dedicar o Tempo à grandiosidade histórica e profunda do passado, enquanto a Ágora do Agora acredita que esses dois caminhos são perda de Tempo, pois o importante é viver o presente e suas realizações. Essa divisão de pensamento surgiu de uma organização conhecida como Ordem dos Guardiões do Tempo. A ordem surgiu nos primórdios da humanidade, após o Gilgamesh ter o seu primeiro encontro com a divindade do Tempo e mantém secretamente sua organização até os dias de hoje tentando distribuir esse poder a todas as nações para otimizar a evolução das civilizações humanas.

Mesmo em 4 dias do evento, essa história se tornou grande demais para ser contada no palco. Exatamente por isso que Fernando Palacios, CEO da Storytellers concebeu um plano transmídia que compreende um livro, vários vídeos e a gamificação do evento. O time Storytellers conta ainda com Fernanda Werson coordenando os roteiros e as atividades de Storytelling, Pedro Tancini dirigindo todas as intervenções teatrais e as encenação de palco e Ale Santos como Game Designer e Puppet Master do jogo.

O principal objetivo da ação é estimular os negócios do evento, isso faz com que o jogo e a narrativa devam ser minuciosamente lapidados com mecânicas e elementos que proporcionam mais business. Isso já havia sido testado no IT Forum no começo do ano, aonde apresentou um acréscimo de mais de 10% de reuniões entre CIOs e Patrocinadores. Dessa vez as expectativas continuam altas e todo esse universo transmídia continua crescendo com personagens, enredos e símbolos fundamentando uma verdadeira mitologia para o IT Forum Mais.

Coluna {De dentro pra fora}

O jogo virou, não é mesmo? É preciso reinventar tudo

Vitor 2016

De tempos em tempos, a gente observa alguns movimentos no mercado de marcas que mudam seu posicionamento e reinventam seu modelo de negócio. O intervalo entre essas mudanças tende a ser cada vez mais curto.

Particularmente, eu acho que isso é um reflexo do comportamento do consumidor, que muda constantemente. E, ainda uma opinião particular, acredito que isso seja consequência das redes sociais e de como elas se integraram ao nosso dia a dia.

Do lado de dentro, o movimento é o mesmo. Porém, ele acontecia mais devagar. Atualmente, não dá mais pra esperar. O jogo virou. O público interno quer participar, quer contatos diferentes com a empresa. Quer informação? Claro, mas de uma forma diferente.

Já reinventamos a narrativa para fora. Agora, sentimos a obrigação de repensar a narrativa interna. É preciso reinventar tudo: canais, narrativa, linguagem.

Em uns três clientes (de Comunicação Interna mesmo), eu tive a oportunidade de participar de projetos para gerar conteúdos diferenciados para canais digitais. O resultado foi muito legal. Pegamos as informações necessárias e traduzimos para uma linguagem de memes, explorando gifs famosos e abordagens ao estilo “Como eu me sinto quando trabalho numa empresa com responsabilidade social”. Aprovar esse tipo de trabalho em CI mostra como as empresas podem ser mais leves e mais próximas de seus empregados. Até nos veículos tradicionais, como jornais e revistas, a linguagem informal e leve ganhou mais espaço. Títulos mais descontraídos, hashtags e uma estrutura de texto bem diferente do padrão.

Ainda nessa linha, vou falar de um dos últimos trabalhos que entrou pro hall dos meus queridinhos. A demanda era um vídeo institucional para falar sobre a história dos produtos da 3M (para os empregados). A solução foi somar elementos de vídeos institucionais com elementos de storytelling. O resultado foi tão positivo que o cliente decidiu compartilhar a série de vídeos no canal da empresa no Youtube. Esse também é um bom exemplo de como a Comunicação Interna deixou de ser interna e pode colaborar para a construção da imagem da marca. Reinvente tudo aí dentro!

Para quem ficou curioso, seguem dois dos vídeos da série. Eu participe do projeto pela Supera Comunicação.

Curso de narrativas de jogos

Once Upon a Game: Escrevendo narrativas para jogos

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O mercado de jogos vive um dos melhores momentos de sua história. Consegue faturar muito mais do que alguns filmes de Holywood, além disso muitos outros segmentos vem descobrindo o pode de gamificar suas ações como no caso do mercado publicitário e a área da educação em todos seus níveis.

Em meio a tudo isso a figura dos game writers se tornou essencial para o processo. Eles são os profissionais capazes de produzir histórias e mundos fantásticos que conectam as emoções experimentadas pelos romances e filmes para dentro dos jogos com seus roteiros.

Esse curso vem trazer a base necessária para criar narrativas de jogos e construir os seus domínios conhecidos como storyworld.

CONTEÚDO
Aula 01. Introdução ao Storytelling Interativo
Aula 02. Fundamentos de Narrativas para Games: Do RPG ao FPS
Aula 03. Formatos de roteiros interativos
Aula 04. Técnicas de escrita para jogos
Aula 05. Pocket Workshop de Story Bible

Material necessário:

– Caderno de anotações ou notebook
– Conteúdo em PDF distribuído para alunos
– Lápis e Canetas

Professor: Ale SantosVagas: 10 alunos por turma (mínimo 13 anos)

Datas: De 25 a 29 de Janeiro – Segunda a Sexta.

Horários: No período da Noite, as aulas serão das 19h às 21h.

Brasileiro marca presença em evento internacional

Brasileiro leva o Storytelling para Miami

IT Forum Latam receberá os 50 CIOs da América Latina que mais investem em TI, entre 18 e 21 de outubro nos Estados Unidos da América

O encontro de TI mais importante da América Latina desembarca em Miami no próximo domingo (18). O IT Forum Latam irá receber os 50 CIOs da América Latina que mais investem em TI e eles poderão aprender técnicas de apresentação e narrativa para que não haja problemas ao comunicar e vender projetos com o especialista em Storytelling & Transmídia Fernando Palacios, CEO do primeiro escritório sobre o tema no Brasil, Storytellers Brand ‘n’ Fiction.

O tema central da primeira edição do evento nos EUA será “Liderança Criativa”. Os executivos precisam lidar não apenas com a pressa do mundo, mas com ciclos de inovação mais curtos e apaziguar um conflito de gerações entre seus liderados. Em sintonia com o tema, a organização do IT Forum Latam convidou Fernando Palacios que irá explicar como transformar o Big Data em Big Telling em seu workshop “Storytelling para não Criativos”, confirmado para a próxima segunda (19), das 15h30 às 17h.

CIOs de México, Colômbia, Chile, Peru e Argentina terão a possibilidade de participar de um modelo de conferência consagrado há 17 anos no Brasil e que se tornou o principal encontro para executivos de TI na América Latina. O IT Forum Latam faz parte da estratégia da IT Mídia em internacionalizar a marca do maior encontro de CIOs da América Latina.

FERNANDO PALACIOS

Diretor da Storytellers Brand ’n’ Fiction. É um dos pioneiros do branded content no Brasil. Cofundador do primeiro escritório de storytelling do País. Inovou implementando o primeiro portal de conteúdos de marca e o primeiro curso universitário de Transmídia Storytelling na ESPM.
 É formado na USP, pela qual defendeu o primeiro estudo acadêmico sobre o tema Storytelling. 
Atualmente é professor de storytelling na ESPM e ministra palestras em grandes empresas no Brasil e internacionalmente.

Curso de storytelling e transmedia em SJCampos

Curso de STORYTELLING e TRANSMÍDIA

No dia 29 de agosto, sábado, Bruno Scartozzoni ministrará, pela primeira vez em São José dos Campos, o curso que já levou a mais de 15 cidades e 10 estados diferentes. E dessa vez haverá uma grande novidade!

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Bruno quis fazer cursos em lugares diferentes, para sair daquele padrão de sala de aula, e essa edição acontece dentro do EduZushi, melhor restaurante japonês de São José dos Campos. Melhor ainda, o almoço com rodízio japonês está incluso no ingresso!

Você come bem, e ainda aprende. Ou vice-versa. Mas aprende o que?

O objetivo é entender como profissionais de comunicação, executivos de marketing, empreendedores e jornalistas podem se beneficiar das mesmas técnicas utilizadas por escritores, roteiristas e diretores de cinema para capturar a atenção do público e transmitir mensagens. O curso é composto por teoria, análise de casos e prática.

Também vale dizer que, além do EduZushi, o curso acontece em parceria com o Blog do Armindo, uma das grandes referências de comunicação da região.

Até 16 de agosto o valor de inscrição é promocional.

Informações:

Dia? 29 de agosto, sábado.
Horário? Das 9h00 às 18h00.
Local? No próprio EdoZushi, COM ALMOÇO DE RODÍZIO JAPONÊS INCLUSO
Valor? A partir de 299,00, para quem se inscrever rápido.
Como faz para se inscrever? Clique aqui: http://www.eventick.com.br/storytellingsjc

Coluna {De dentro pra fora}

O outro lado da moeda (ou um roqueiro num show de axé)

Vitor coluna

Depois de storytelling e conteúdo, a nova palavra do momento é engajamento. Em digital, a gente ouve muito sobre público engajado. Em Comunicação Interna não é diferente. Toda empresa quer ver seus empregados engajados. Vestindo a camisa, pra sermos mais leves e próximos. Pode vasculhar os briefings dos últimos tempos. Sem dúvida, engajamento vai estar entre os objetivos. Como se fosse assim: bum! Despertamos o engajamento. Não vou me aprofundar em definições de engajamento, mas partimos do princípio de que todos sabem que engajamento não é um botãozinho que será acionado e mudará tudo na mente do empregado. Muito menos que apenas comunicação será capaz de gerar engajamento.

Entendido isso, começa a batalha de RH e comunicação para o tão desejado engajamento. É pesquisa, é imersão, é alinhamento estratégico, é desenvolvimento de pessoas, é retenção de talentos, é clima organizacional. Movemos tudo para conseguir um nível de engajamento melhor. É pra funcionar, mas tem um fator muito importante nisso tudo. É o que eu chamo de o outro lado da moeda: o empregado.

Não dá pra engajar um roqueiro num show de axé. Ele pode até ir pra micareta em pleno Carnaval. Talvez como uma prova de amor! Porém, não dá pra sustentar isso por muito tempo. Ele vai, vive aquele momento e depois volta pro bom e velho rock. Vai ver o som que toca no carro dele!

Deixando essa comparação clara: o empregado precisa ter a mesma visão da empresa. Os valores precisam ser, pelo menos, parecidos. Se a empresa pensa de um jeito e o funcionário totalmente de outro, será quase impossível um engajamento verdadeiro. Ele poderá se envolver em um ou outro momento, mas não será algo constante. E inconstância afeta muita coisa no dia a dia profissional.

Resumindo: vai procurar um emprego ou contratar alguém? Cruze a cultura, a missão, a visão, os valores da empresa com os do candidato. Eles precisam ser coerentes. Os dois precisam ter uma visão de mundo parecida e um jeito de agir semelhante. E não me venha com essa história de que os opostos se atraem, rs. Não estou dizendo que a empresa não terá pessoas diferentes, de pensamentos distintos e plurais. Mas os pilares culturais precisam ser semelhantes para essa relação funcionar melhor.

Quando as empresas considerarem isso, o engajamento será quase natural. Quando você trabalha numa empresa em que você acredita e faz o que acredita, o envolvimento é espontâneo.

O engajamento nasce nos interesses comuns, quando o empregado acredita na empresa e quer fazer parte do que ela está fazendo no mundo. Dificilmente ele será despertado em uma campanha. É um processo que começa lá na seleção do candidato. Se queremos engajamento, precisamos dos empregados certos.