Vaga para atuar com mídias sociais

Vaga para Social Media em Taubaté

Funções:

Elaborar textos para as redes sociais, disseminar o conteúdo em comunidades e blogs relevantes, interagir com participantes nos diferentes pontos de contato, manter contato com os principais multiplicadores em redes sociais (líderes em comunidades e blogueiros), acompanhar a presença nas redes sociais (quantitativa e qualitativa), identificar o crescimento da presença.

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Internet fixa cresce

Busca por planos de internet fixa cresce 17% em abril

Desde que se iniciou o isolamento social a procura por serviços de internet cresceu no Brasil. De acordo com levantamento do site Portal de Planos (https://portaldeplanos.com.br/) – plataforma que reúne em um único lugar todos os planos de internet, celular, TV e telefone – no mês de abril a busca por internet fixa teve um aumento de 16,97%, com relação a ao mês anterior de março.

Image by Tumisu from Pixabay

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres foram as que mais procuraram o serviço, representando 57,9% das buscas do último mês, enquanto os homens representam 42,1%.

Já os estados com maior procura por esses serviços foram:

São Paulo – 41,5%

Rio de Janeiro – 10,8%

Minas Gerais -7,6%

Paraná – 6,1%

Rio Grande do Sul – 5,6%

Outros estados – 28,4%

“O isolamento social mostrou a todos o quanto é importante ter em casa um serviço de internet de qualidade, seja para trabalhar em home office, para estudar, assistir filmes e séries, seja para falar com os amigos e familiares. Notamos que muitas pessoas que não tinham banda larga buscaram por esse serviço e por isso tivemos um grande pico na procura no primeiro mês de isolamento, em março. Também percebemos um crescimento na procura por melhorias nos planos atuais nos últimos meses”, comenta Yuri Kaminski, especialista em marketing digital do Portal de Planos.

Outros serviços

Ainda segundo o levantamento do Portal de Planos, outros serviços de telecomunicações já não estão mais sendo tão procurados pelos consumidores quanto no início da quarentena. A busca por TV por assinatura caiu 8,27% em abril com relação a março e a procura por Internet Móvel também apresentou queda de 10,28%.

De acordo com o especialista, essa queda pode estar relacionada ao fato das pessoas estarem mais em casa do que na rua e, por isso, não precisaram contratar ou aumentar seus planos de telefonia móvel. Em relação a TV, muitos brasileiros apostam nas plataformas de streaming, além do uso gratuito de alguns canais – muitas operadoras liberaram o seu sinal durante a pandemia.

Fonte: Agência NoAr – Mariah Freitas

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Coluna Propaganda&Arte

2020: o ano do LinkedIn (você está pronto?)

Não estou falando que outras redes sociais não estão tendo resultados expressivos, como Pinterest e TikTok. Aliás, para algumas métricas temos resultados impressionantes (vale se informar). O ponto aqui é que o LinkedIn, para marcas e profissionais, está se tornando a bola da vez em um cenário de pandemia onde buscar um emprego/melhorar a carreira virou item essencial.

Tchau, selfies. Oi, novo emprego!

Antes da pandemia, você podia tirar fotos incríveis de suas viagens pelo mundo, da sua ida à academia, do seu café gourmet em algum lugar caro, tudo pela exibição, pelo registro do momento importante para você ou apenas por inércia social. Agora, com o cenário de isolamento, home office, desemprego e novas oportunidades na internet, o LinkedIn ganha maior relevância, apresentando um crescimento considerável nos últimos anos, segundo um estudo do Hubspot.

LinkedIn é 277% mais eficaz na geração de leads do que o Facebook e o Twitter

As marcas já sabiam disso e os geradores de conteúdo também. Por isso, naturalmente, os anunciantes estão cada vez mais presentes na rede social mais engravatada da rede. Se agora o fluxo cresceu devido ao número de desempregados e esse não é um público potencial, deixo para vocês analisarem. Afinal, o desempregado de hoje, pode buscar cursos e consultorias e conseguir um emprego amanhã. Já pensou nisso? Qual é o seu produto? Qual sua profissão? Por que ainda não está no LinkedIn ativamente?

Image by Ernesto Eslava from Pixabay

90% dos recrutadores usam regularmente o LinkedIn

Você está feliz no emprego que está? Está desempregado? Para todas as respostas, a sua presença no LinkedIn está virando uma necessidade. As pessoas perceberam que o emprego e suas paixões de vida estão convergindo e é muito importante encontrar empresas que possuem os mesmos valores que você. É isso, uma tendência dessa geração e os algoritmos do LinkedIn são ótimos em casar estas afinidades, oferecendo algumas funções interessantes, principalmente para clientes premium, como saber qual empresa viu seu perfil, ou seja, é quase um Tinder das empresas onde o “flerte profissional” é liberado!

98% dos profissionais de marketing de conteúdo utilizem o LinkedIn para marketing de conteúdo, especialmente para marketing B2B e geração de leads

O LinkedIn de antes da pandemia não é o mesmo do pós-covid-19. Não pelo site em si, mas pelo usuário e pelas formas de interação. Aos poucos, aquelas pessoas que antes só falavam em tom sério, estão se abrindo, dialogando de forma mais indireta, pessoal, “afrouxando a gravata”, por assim dizer, em uma metáfora que explica uma mudança considerável de postura e tom dos usuários da rede social mais procurada pelos RHs.
Você percebeu alguma mudança nas interações pelo LinkedIn? Tem acessado todos os dias? Está percebendo alguma mudança na linguagem das pessoas e tipos de conteúdos?

Você está pronto para esse momento?

Ainda é cedo para dizer que 2020 é o ano do LinkedIn, mas arrisco afirmar isso. As pessoas perceberam que futilidades, como selfies vazias, não podem tomar mais tempo do dia do que uma leitura, um curso, uma ação voltada ao seu trabalho e a busca por suas paixões. O trabalho agora tomou uma nova dimensão para as pessoas e, consequentemente, a rede social favorita das empresas também. E você? Já está fazendo parte dessa mudança?

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Dicas para um evento virtual de sucesso

Sete dicas para fazer eventos virtuais de sucesso

Com o isolamento social, um dos setores que mais teve impacto direto foi o de eventos. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc Brasil), 98% das empresas foram impactadas com a crise, tendo uma média de 12 eventos cancelados e sete remarcados.

Neste cenário, alternativas foram encontradas para que alguns acontecimentos tivessem continuidade, como lives no Youtube feitas por cantores no mundo inteiro. Isso mostrou que os shows podem ser feitos diretamente de suas casas, alcançando e arrecadando milhões em doações. O universo acadêmico se adequou para promover aulas on-line, gravadas e ao vivo, permitindo aos alunos o andamento de seu semestre letivo e a continuidade dos estudos. Os eventos corporativos e acadêmicos passam a se reinventar neste ambiente on-line, por meio de lives, videochamadas e conteúdos gravados e escritos.

Segundo Flávia Roberta Fernandes, professora tutora do curso de Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, para que estes eventos mantenham qualidade e atratividade ao público, fatores como a qualidade da transmissão e etiqueta virtual devem ser levados em consideração.

1 – Selecione uma plataforma que permita a transmissão ao vivo e a interação dos participantes via chat, já que isso gera proximidade. Lembre-se de, ao longo da transmissão, incentivar os participantes para que interajam.

2 – A conexão com a internet, tanto dos palestrantes quanto do público deve ser estável, para que não haja cortes e interrupções (se possível, opte por uma conexão via cabo e não wifi).

3 – O microfone e a webcam devem estar configurados para a recuperação do som e imagem. Cuidado com os ruídos e tente um bom ângulo.

4 – A iluminação do ambiente deve ser equilibrada, nem clara ou escura demais, porque reflete diretamente nesta recuperação da imagem. Cuidado redobrado com as transmissões que começam no fim da tarde, pois a alteração de luz pode atrapalhar. Adapte sua iluminação ao horário escolhido do dia.

No que diz respeito à etiqueta virtual, Rafaela Aparecida de Almeida, professora tutora do curso de Secretariado da Uninter, ressalta outros cuidados:

5 – Caso não tenha um escritório em casa, reserve um espaço para realizar a transmissão. Evite locais onde poderá ser interrompido, que tenha interferências sonoras externas, quarto de dormir ou dos filhos. Lembre-se de evitar a exposição de sua vida pessoal. Embora as lives sejam informais, é preciso ter cautela.

6 – Cuidado com a aparência. Não é porque estamos em home office, que devemos descuidar da imagem. Para homens, cabelo penteado, barba feita e uma roupa adequada. Para mulheres, cabelo penteado, roupas discretas, maquiagem compatível.

7 – Postura diante da câmera. Escolha um local confortável, evitando movimentos bruscos, risadas altas ou comentários inoportunos e escolha o melhor enquadramento, se possível mais fechado mostrando mais o participante que o ambiente ao seu redor.

Para as professoras e especialistas da Uninter, o momento exige uma adaptação no modo de se trabalhar a organização de um evento, seja ele empresarial, acadêmico ou artístico. “Mas o que parece ser uma solução pontual e momentânea para reuniões de todos os tipos e a troca de ideias entre estes grupos, pode ser também uma prática que permaneça nos próximos anos e modifique muitos de nossos encontros”.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lola Dias

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Plataforma promove live em apoio a empreendedores

Helpis promove live para ajudar empreendedores na crise

A Helpis, plataforma de comunicação online sediada em Taubaté, organiza nesta quinta (21) o primeiro episódio da série “Help On Live”, criada para dar aquela mãozinha aos empreendedores nesse período de crise.

A live será transmitida pelo Instagram da plataforma, @helpisbr, e contará com a presença de Suélen Corrêa, diretora comercial da Aprimore Assessoria Empresarial, empresa do Vale do Paraíba focada em auxiliar outras organizações a crescerem de forma saudável.

A transmissão será feita a partir das 20h e será apresentada por Patrik Melero, diretor de criação da Helpis. O tema do debate será a produtividade das empresas mesmo em época de pandemia. “Acreditamos que esse é o momento ideal em que a Helpis pode fazer sua missão principal, de ajudar as pessoas e empresas a se comunicarem melhor, chegar ainda mais longe”, comenta Melero.

Serviço

Help on live com Suélen Corrêa

Quinta-feira, dia 21, a partir das 20h

Transmissão no Instagram @helpisbr e @aprimore.assessoria

Fonte: Isadora Scama – Helpis Comunicação

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CX: lições da pandemia para melhorar a experiência do cliente

Com a continuação do distanciamento social e a dependência maior do e-commerce em detrimento dos pontos físicos, experiência se torna essencial

É possível dizer que a pandemia da COVID-19 terá consequências para atuação das marcas mesmo depois que o vírus for controlado. Primeiramente, fica visível a importância de um propósito maior do que apenas vender, com empresas em todo o mundo se solidarizando com as vidas dos seus colaboradores e consumidores. E por último, a necessidade de uma presença digital forte, por meio de conteúdo e um e-commerce preparado.

Mas depois que muitas empresas tentaram melhorar sua estrutura – ou mesmo “correr atrás do prejuízo”, um novo desafio surge: o da experiência. Em época de distanciamento social, com lojas fechadas e menos viagens aos varejistas, e uma vez que as emoções são mais do que nunca responsáveis ​​por gerar as melhores experiências e satisfação do consumidor, o que as marcas devem fazer?

“Para qualquer estratégia de experiência do cliente, há três desafios: primeiro, projetar as jornadas; depois, absorver os dados entre esses pontos e, no final, elaborar uma estratégia entre esses pilares de contatos principais, sempre seguindo o objetivo da marca”, afirma Daniel Machado, diretor de CX da Kantar para a América Latina. “Uma experiência bem pensada fornece resultados de curto e longo prazo para qualquer empresa.”

Em tempos de emoções e preocupações fortes, torna-se ainda mais vital colocar o consumidor no centro. De acordo com os estudos que realizamos com a Kantar os clientes preferem até 10 vezes mais a uma marca quando percebem que ela é centrada no cliente e as chances de recomendar essa marca para as pessoas próximas são dobradas.

Para Machado é preciso analisar a experiência em três níveis: na sua indústria; no commerce (dos varejistas, empresas digitais e mesmo da indústria) e entre seus colaboradores.

Repensando seu mercado

Com a pandemia, muitas marcas precisaram repensar o jeito tradicional como faziam seus negócios. A jornada do cliente muda completamente quando lojas estão fechadas e pessoas estão se isolando. O desafio, então, se torna entender as novas jornadas e pontos de contatos das pessoas e como se inserir nelas – ou mesmo ajudar a criar novas jornadas.

Isso pode significar criar conteúdos e interações novas, assim como novas parcerias para driblar todos os desafios criados pela crise do coronavírus.

O uso da tecnologia de forma humanizada

A pandemia tornou-se um período para compradores digitais de primeira viagem, além de ter proporcionado um crescimento no e-commerce como um todo.

E apesar de 47% dos brasileiros acharem que a compra no digital é mais satisfatória que a física, segundo a onda mais recente do nosso Barômetro COVID-19, ainda há muito o que fazer em termos de experiência. Com a progressão da pandemia, tempo e dinheiro perdem relevância para a conveniência e energia gasta no processo de compra digital. “Os e-commerces ainda são complexos para a maioria das pessoas. Trabalhar fluidez é fundamental”, diz Machado.

Para o especialista, no caso do e-commerce é preciso tomar três importantes passos:

1 – Melhorar ainda mais o que é positivo;
2 – Entender as dores dos compradores de primeira viagem;
3 – Tentar transpor pontos positivos da experiência física para o digital.

O bem-estar em primeiro lugar

O ponto final de uma boa estratégia de CX é garantir uma boa experiência interna, para os colaboradores da empresa. Sob uma crise como a atual, saber o que os funcionários sentem, pensam e como estão lidando com a situação é vital para as empresas. Segundo nosso Barômetro COVID-19, 83% dos brasileiros esperam que essas companhias se preocupem com a saúde de seus colaboradores; 65% esperam que elas flexibilizem o modelo de trabalho.

Modelo de trabalho, por sinal, é uma das maiores mudanças ocasionadas pela pandemia, já que levou a um crescimento do trabalho remoto. Segundo o projeto Stay-At-Home da Kantar, 24% dos entrevistados puderam passar mais tempo com a família com um modelo mais flexível proporcionado pela quarentena; 15% focaram em seu bem-estar; 15% falaram que conseguiram manejar melhor sua rotina.

“A empresa precisa garantir as condições para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira possível”, diz Machado. “Isso inclui metodologias para administração de tempo, financiamento para uma estrutura ideal – como internet e hardware -, avaliações constantes e outros.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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Os fatores de comunicação e marketing que mais se destacam

Intensivão de VUCA

por Josué Brazil

Tenho ouvido, assistido e lido muita coisa sobre comunicação e marketing neste período difícil de isolamento social e luta contra a pandemia de Covid 19.

É muito conteúdo bom. Lives, podcasts, webinares, artigos e textos. Separei algumas coisas que estão aparecendo com constância e com as quais concordo.

1 – Posicionamento e/ou propósito – empresas e marcas que já tinham um propósito claro e bem definido e que o praticavam, estão em posição de vantagem. Quem adaptou ou reposicionou seu posicionamento/propósito mantendo-o verdadeiro e válido para o cenário de crise também saiu na frente e colhe e colherá frutos.

2 – Digitalização – quem já estava com os dois pés fincados no mundo digital enfrentou um pouco menos de dificuldades. Quem estava em processo de transformação digital e conseguiu acelerar de modo minimamente organizado também;

3 – Empatia – esse parece ser o item fundamental e definitivo desta crise. Praticar empatia pra valer, de verdade. Entender que na outra ponta há pessoas. Entender suas necessidades e aflições. Apoiar. Explicar. Colaborar.

4 – Customização – de tudo: serviços, produtos, distribuição, embalagem, atendimento, marketing e comunicação. Entender para atender. Dados aqui são importantes. Muito importantes. O consumidor seguirá sendo exigente depois da crise. Ele vai entender que as marcas podem e devem fazer mais.

5 – Verdade, transparência, ética – precisa mesmo explicar? Discurso falso ou atitudes contraditórias levam e levarão à rejeição.

Muitas outras coisas importantes e interessantes têm sido colocadas e discutidas. Essas, na minha modesta opinião são aquelas que se destacam. O fato é que o momento é de um repensar constante apoiado numa contínua análise de como as coisas estão se desenrolando. É um intensivão de compreensão do cenário VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) no qual o mundo já estava inserido.

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Sexta tem maratona digital para orientar empreendedores

ACI faz maratona digital para orientar empresários

A ACI de São José dos Campos, em parceria com o Escritório Regional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), promove nesta sexta-feira (08.05) a 1ª Maratona Digital – Programa Enfrente. O evento é gratuito.

O objetivo da ação é apresentar soluções práticas e alternativas para minimizar os impactos da crise causada pelo Covid-19 aos pequenos empreendedores.

O evento será um dia exclusivo aos empreendedores do município, em que toda equipe de especialistas do Sebrae estará disponível aos empresários para esclarecimentos e apoio para dúvidas e ações neste período de pandemia.

O evento também tem o apoio da Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico.

Inscrições

Os empreendedores que tiverem interesse em participar da ação devem seguir os seguintes passos:

1º. Fazer a inscrição no link abaixo do Sympla, escolhendo os temas de interesse; (é livre adesão de 1, 2 ou mais temas).

2°. Aguardar confirmação da inscrição a ser enviada pela equipe do Sebrae no e-mail informado pelo participante. As vagas são limitadas e serão efetivadas por ordem de inscrição;

3°. Acessar o link de acesso da sala virtual 15 minutos antes do horário de início do tema escolhido. Importante ressaltar que este link de acesso será enviado no e-mail de confirmação de inscrição e somente aos que tiverem sua inscrição aprovada.

As inscrições devem ser feitas pelo link: https://bit.ly/2Szx7gh

Programação dos temas

8h30 às 9h45 – Entenda seus direitos: entenda os benefícios, aspectos trabalhistas e decisões do governo estadual e federal que podem beneficiar seu negócio.

10h30 às 11h45 – Protegendo o caixa da sua empresa: aprenda como analisar a situação financeira da sua empresa e avalie seu nível de endividamento.

13h30 às 14h15 – (Re)Negociando com Clientes e Fornecedores: utilize técnicas de negociação para renegociar com fornecedores e seus clientes.

15h às 16h15 – Conhecendo o Crédito Certo para sua Empresa: calcule sua necessidade real de capital e conheça as principais linhas de crédito para seu negócio.

17h às 18h15 – Inovando nas Vendas: conheça as estratégias que sua empresa pode adotar para continuar vendendo e se relacionando com o cliente.

Orientações para assistir

– Escolha um lugar com pouco barulho
– Utilize fone de ouvidos para melhor entendimento
– Se certifique que seu microfone esteja fechado
– Utilize de preferência computador/notebook conectado ao cabo de Internet (melhor estabilidade de sinal). Porém, é possível utilizar também seu Smartphone e Internet por meio de conexão Wi-Fi.
– Separe um caderno ou folhas para anotações importantes
– Anote suas dúvidas para questionamento posterior
– Caso a conexão falhe, acesse novamente o mesmo link

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Hélcio Costa/Gabriel Camacho

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Centennials e Millennials esperam mais das marcas, usam mais redes sociais como TikTok, mas se descuidam da alimentação durante a pandemia

Gerações mais jovens são mais digitais e esperam um posicionamento mais proativo das marcas

Uma nova análise do Barômetro Kantar COVID-19, o principal estudo que explora as influências do coronavírus nas atitudes, comportamentos e expectativas de pessoas em mais de 50 mercados, revelou como os jovens das gerações Centennials (18-24 anos) e Millennials (25-34 anos) se diferenciam das faixas etárias seguintes.

48% deles acreditam que as marcas precisam servir de exemplo e guiar a mudança, contra 31% das pessoas com 55 anos ou mais; 35% deles esperam que as marcas usem seu conhecimento para explicar e informar seus consumidores, contra 28% com 55 anos ou mais. “Isso revela que em comparação com outras gerações, os jovens adultos têm uma expectativa maior de uma participação mais proativa das marcas na sociedade”, afirma Valkiria Garré, CEO de insights da Kantar Brasil.

Comportamento digital, consumo de mídia

Os Centennials e Millennials saem na dianteira como as gerações que aumentaram suas compras online em decorrência do COVID-19 (39%) em relação a população geral (32%), entre 35 e 54 anos (30%) e com 55 ou mais (24%). 47% deles também esperam aumentar seus pedidos de e-commerce em relação ao mês anterior (apenas 25% dos entrevistados com 55 ou mais farão o mesmo).

Essas duas gerações também se destacaram no uso de todas as redes sociais, sendo que a novata TikTok mostrou um crescimento expressivo desde o início da pandemia. Confira o gráfico:

“Com os desafios que geram engajamento em massa e viralizam, o TikTok se tornou uma forma de entretenimento rápido e de socialização digital em tempos de isolamento social”, afirma Valkiria. “Mas YouTube e Instagram ainda continuam líderes devido ao crescimento de transmissões ao vivo (lives) que incluem treinamento virtual, receitas de culinária e, claro, os shows de música.”

Já o consumo tradicional de mídia doméstica, assim como o online, cresceu significativamente durante a quarentena, principalmente entre os mais jovens: 63% dos Centennials e Millennials consumiram mais TV tradicional depois do COVID-19 (56% da população geral e 22% com 55 anos ou mais fizeram o mesmo); 58% começaram a consumir mais TV streaming (51% da população geral e 39% dos 55+; e 77% passaram a assistir mais vídeos online em diferentes plataformas (67% da população geral e 48% dos 55+).

“Os hábitos de consumo de mídia digitais das gerações mais jovens se acentuaram consideravelmente com o distanciamento social. Mas é interessante ver que eles também recorreram à TV Tradicional como fonte de entretenimento e informação”, diz Valkiria.

Muito tempo em casa, pouco tempo para a dieta

Em contrapartida, os entrevistados com 55 anos ou mais não deixaram a nova rotina mudar sua dieta: apenas 25% se preocuparam menos com a dieta durante a quarentena (38% dos Centennials e Millennials se descuidaram nesse ponto). 55% dessas gerações mais jovens também falaram que passaram a fazer mais lanches ao longo do dia (44% dos brasileiros com 55 ou mais fizeram o mesmo).

Isso não impediu, porém, essas gerações mais jovens de entrar na cozinha: 61% estão tentando novas receitas durante a quarentena (em comparação a 58% da população geral e 49% dos brasileiros com 55 anos ou mais).

“Não é à toa que estamos vendo um boom de conteúdo sobre receitas e comidas nas redes sociais. Ele leva ao engajamento e cria uma conexão com as pessoas que estão distantes em tempo de quarentena”, afirma Valkiria.

Sobre o Barômetro COVID-19

A pesquisa foi realizada online com 500 brasileiros com 18 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março (primeira onda), 27 e 31 de março (segunda onda) e 13 a16 de abril de 2020. A versão completa conta com 17 questionamentos sobre hábitos dos entrevistados relacionados à pandemia. Ele foi feito em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores. Entre os temas abordados estão: atitudes dos consumidores; hábitos de mídia; hábitos de viagem; impacto nos comportamentos de compra online e off-line; e expectativas em relação às marcas. Para saber como ter acesso a todos os dados, clique aqui.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues/Assessora de Imprensa

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Vale Influenciadores terá edição on line

Evento com influenciadores digitais realiza edição online

O Vale Influenciadores, principal evento entre influenciadores digitais no Vale do Paraíba volta neste final de semana, só que pela internet

Que a quarentena mudou a rotina de todo mundo não é novidade para ninguém. Comércios fechados, eventos sendo adiados, empresas precisando encontrar novos meios de sobreviver… Foi nesse clima que o Vale Influenciadores, maior e principal evento de networking entre influenciadores digitais e criadores de conteúdo do Vale do Paraíba e região resolveu também fazer uma edição online.

O evento, que já foi sediado outras vezes em São José dos Campos, debateu assuntos pertinentes a essa nova profissão com mais de 10 profissionais diferentes em um público com mais de 500 pessoas. Agora, a edição online promete ser um pouco mais leve.

“Nosso principal objetivo é de fomentar o networking entre os criadores de conteúdo da região. Por isso, formamos mesas de debate e as pessoas podem ter aquele contato cara a cara com alguém que até então, só conheciam pela internet”, conta Letícia Zucco, idealizadora do blog de literatura Estante LZ e uma das organizadoras do evento.

Nessa edição, chamada de “Vale Influenciadores Talks”, Letícia Zucco e Gabu Camacho, que além de organizadores, também são os apresentadores do evento, receberão Gabriel Mesquita e Malu Assalini para a roda de conversa. “Queríamos fazer algo diferente dessa vez, ao mesmo tempo que não perdesse a nossa essência. Por isso, chamamos dois influenciadores, em vez dos cinco tradicionais. Letícia e eu vamos entrar como apresentadores-participantes, que era um dos pedidos da plateia nas últimas edições”, completa Gabu, que além de organizador, é criador de conteúdo de finanças pessoais na internet.

O Vale Influenciadores Talks acontecerá neste sábado, 2 de maio, a partir das 15h. Quem desejar participar, deve se dirigir a página do Facebook do evento: https://facebook.com/valeinfluenciadores.

Fonte: Isadora Scama – Helpis Comunicação

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