Livro Vantagem Digital apresenta instrumentos práticos para “dinossauros” se destacarem na Era Digital

Autor Rafael Sampaio aborda a importância do papel da liderança no processo de transformação digital

Para se manter competitivo no mercado, mais do que nunca, é preciso encarar de frente o processo de transformação digital. Mas como fazer isso?

De um lado, temos companhias forjadas sobre os princípios e práticas de administração, cunhadas na Revolução Industrial, com estruturas rígidas e alta capacidade de prever resultados. De outro, temos empresas de base tecnológica, maleáveis, que abraçam incertezas e desafiam o status quo da ciência da gestão. Não à toa, o primeiro grupo foi chamado de Dinossauro e o segundo de Unicórnio. Mas seria possível as “dinossauros” se tornarem algo diferente? Foi essa inquietação que motivou o autor, Rafael Sampaio, a escrever o livro Vantagem Digital – Um guia prático para a transformação digital.

A publicação é dividida em cinco capítulos: Vantagem Digital, em que o autor apresenta sua visão sobre as forças e movimentos que estão moldando a Era Digital; Tecnologias Transformadoras, dedicado a investigar as tecnologias transformadoras que estão mudando radicalmente o mundo da forma que conhecemos e aborda a tecnologia na perspectiva estratégica; Um novo olhar para a estratégia, capítulo que discute como produzir valor na Era Digital para a empresa e para seus stakeholders; DNA Digital, traz a análise das práticas usadas pelas empresas digitais, ajudando o leitor a reconhecer a que distância a empresa está do DNA Digital e que características precisará priorizar para amadurecer digitalmente e Cultura, Execução e Pensamento Estratégico, que reúne os demais conceitos dos capítulos anteriores de modo a racionalizar a jornada de transformação digital da empresa.

“O propósito do livro é compartilhar com os leitores um produto de minha vivência internacional como empreendedor, executivo e conselheiro de empresas de tecnologia. Considero que este seja um guia fundamental para as empresas prosperarem na próxima década”, explica Rafael Sampaio, autor do livro e um dos pioneiros no movimento de incubadoras de startups e de formação de empreendedores no Brasil.

O livro Vantagem Digital – Um guia prático para a Transformação Digital está disponível para a compra online aqui  e também nas principais livrarias do país.

Coluna Propaganda&Arte

Instagram cortou os likes e seu ego pode não gostar disso

Com a nova atualização do Instagram, especificamente no Brasil, a rede social desabilitou a visualização de likes nas postagens. Como isso vai afetar, em longo prazo, na sua autoestima?

O Facebook e o Instagram já são palco de uma inconsciente competição por mais likes há anos. Isso já foi analisado por psicólogos e universidades ao redor do mundo e perceberam que a felicidade, autoestima e sensação de pertencimento do usuário destas redes sociais está intimamente ligada à quantidade de likes que recebe ou que outros recebem (no caso de sentimentos negativos de inveja, por exemplo) em cada postagem.

Com o objetivo de diminuir essa competitividade, o Instagram fez o teste e já está valendo no Brasil: você não consegue ver os likes nas postagens alheias, apenas nas suas.

Como menos likes podem ajudar você a curtir mais a vida?

O Instagram acredita, e experimentos feitos na Universidade de Illinois mostraram isso no Facebook, que tirar o foco da quantidade de curtidas e focar na história em si pode ser mais saudável para o emocional e psicológico dos usurários.

Como nada nas redes sociais são por acaso, eles perceberam que o objetivo da rede social não estava sendo alcançado, criando um ambiente antissocial, cada vez mais observador e menos participativo. Até nas empresas, nas contas de marcas, sabemos que curtidas não resolvem e não vendem produtos. Elas são apenas uma das formas de interações e que está sendo botada em cheque.

Você já pensou nos motivos que te levam a postar uma foto?

Veja, você. Faça uma análise e compare as últimas três fotos postadas no Instagram. Com qual intenção você fez aquelas postagens? De que forma, ter mais likes lhe faria sentir bem? Será que não é mais importante interagir e mostrar algo realmente verdadeiro do que passar uma imagem de algo?

O Instagram percebeu que seu ambiente virou uma grande prateleira de situações quase irreais que, ao invés de unir, está gerando uma competição bizarramente acirrada. Tornando tudo mais fútil e sem movimento real, sem emoções. Virou o ícone do culto à imagem, algo muito antigo na sociedade.

As redes sociais estão presando cada vez mais por qualidade e não quantidade

O Facebook também está trabalhando para diminuir o número de perfis fakes e atrapalhar os boots que dão curtidas em páginas ou em postagens para entregar aos usuários e empresas cada vez mais números reais e testados.

Às vezes, estão até exagerando neste controle e bloqueando usuários normais que trabalham com ferramentas de automação de redes sociais, aquelas que postam em mais de uma rede por vez, os considerando boots.

Estamos em meio a uma guerra de atenção, isso é fato. E, se as redes sociais não se movimentarem para entregar uma experiência cada vez mais real e menos artificial, não sei o que será do futuro das redes sociais. E, consequentemente, do futuro do próprio comportamento humano.

Não dá para separar hoje os sentimentos virtuais dos reais. Tudo é uma coisa só e esse tipo de mudança, como a tirada dos likes aparentes, poderá mudar a nossa forma de interagir.

Será que estamos preparados para mudar o foco das postagens?

As redes sociais, por princípio, querem que a gente interaja. E se for de forma saudável, combatendo a depressão e ações excludentes, melhor ainda. Fato é que pouco se fez para remediar esse comportamento humano de viver de aparências e de inflar o ego até então. E as redes sociais estão percebendo que se não tratar este problema, que já virou um mal do século atual (competitividade e supervalorização da imagem), não teremos pessoas sãs ou vivas no futuro para curtir ou dar likes nas postagens. (Tudo bem. Exagerei, mas foi só para mostrar a gravidade do assunto).

No fim, é uma ação de sobrevivência, em um ambiente que está beirando a superficialidade e tirando das pessoas (e marcas) a sua essência.

Como você está cuidando do seu ego e do ego das empresas que trabalha? Vamos focar mais nas histórias e nos seguidores engajados?

Um flash no fim do túnel

Talvez esse seja um “flash no fim do túnel”, mas eu prefiro esperar para saber o que vai acontecer com os futuros selfies e com esse experimento social que o Instagram está iniciando, aparentemente inofensivo no Brasil.

Apps favoritos em suas categorias

Uber, iFood e Netflix se destacam na preferência do consumidor em suas categorias de aplicativo

Estudo da Bridge Research analisou três tipos de apps: transporte
particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos

Em um mercado volátil, que se transforma e evolui rapidamente, o que faz um aplicativo ser mais usado que outro? Como conquistar diferenciação e preferência do consumidor quando pode ser facilmente copiado pelo concorrente? Essas foram algumas das perguntas que o estudo Customer Choice procurou responder.

A pesquisa desenvolvida pela Bridge Research, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, analisou três categorias de aplicativos extremamente competitivas: transporte particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos.

“Praticamente todas as marcas presentes no estudo promoveram disrupção em seus setores. Nas três categorias, as barreiras de adoção são baixas. Os consumidores utilizam múltiplos apps e todos recebem índices de recomendação semelhantes. Nesse cenário, ter indicadores de satisfação do cliente mais altos não representa garantia de nada. A liderança gera preferência nessas três análises”, explica Felipe Menezes, diretor de Research e Consumer Insights da Bridge Research.

A pesquisa Customer Choice, realizada entre 24 de abril e 2 de maio, realizou 379 entrevistas on-line. Envolveu mulheres e homens, em todo o Brasil, com idade entre 16 e 60 anos, das classes A, B e C. Os aplicativos de transporte particular de passageiros foram apontados como os mais usados pelos consumidores. Dos entrevistados, 91% já utilizaram esse tipo de serviço. Os serviços de streaming de vídeo já atenderam a 82% das pessoas ouvidas e 76% recorreram aos de delivery de comida.

Transporte – O app preferido por 75% dos entrevistados é o UBER, seguido do 99 com 20% de preferência. O Uber consegue atrair a preferência de mais heavy users e também mostra força na questão relacionada à disponibilidade de carros. Por outro lado, o 99 se destaca no item “Descontos” e “Aceitação de Corridas pelos Motoristas”. Os resultados indicam que, nessa área, todos os apps têm como principais pontos a melhorar o “Atendimento” e “Segurança”. Além disso, o usuário prefere o app que dá mais sensação de controle (31% da geração de preferência vêm do fator “Acompanhamento em Tempo Real da Localização do Motorista assim que o Carro é Solicitado”).

Alimentação – Os apps de Delivery de Comida preferidos do consumidor foram, na ordem, iFood (78%), Uber Eats (10%), Rappi (3%) e Pedidos Já (0,2%). A pesquisa identificou traços atitudinais mais fortes entre usuários, como o interesse em testar produtos inovadores, ter mais tempo livre, disposição em gastar mais em experiências novas e também para ter mais conveniência. O IFood foi APP mais bem avaliado em opções de pagamento, variedades de restaurantes e tipos de comida e abrangência de entrega. Além disso, quem prefere Uber Eats também usa iFood com freqüência. No caso da geração de preferência, o quesito “Variedade” é o mais decisivo.

Vídeo – Quando analisados os serviços de streaming de vídeo, oito apareceram como os mais usados, sendo que cinco foram apontados como preferidos pelo consumidor: Netflix (86% de preferência), Amazon Prime Video (4%), Now (2%), HBO Go (1%) e Globo Play (1%). Alguns pontos se destacaram como, por exemplo, o fato de a Amazon Prime Video atingir lembrança espontânea maior que Globo Play, Telecine Play, HBO Go, Now e Google Play. Além disso, usuários da Netflix usam, em média, 2,6 apps de streaming de vídeo pagos, contra média de cinco aplicativos entre usuários do Amazon Prime Video. Já a relação custo-benefício se mostrou importante gerador de satisfação e ter conteúdo original é o quesito de maior diferenciação, com 32% de peso na geração de preferência. Por outro lado, “Filmes Novos/Lançamentos” tem peso zero e “Variedade de Séries” corresponde a 20% da geração de preferência.

Sobre a Bridge Research

A Bridge Research oferece serviços de inteligência que contribuem efetivamente para a definição da estratégia de negócios de seus clientes. Formada por um time de profissionais experientes e com habilidade para utilização de ferramentas avançadas, atua em três pilares: expertise no setor, tecnologia avançada e atendimento próximo e acessível. Com foco nos setores de Tecnologia e Telecomunicações, Serviços Públicos, bem como nos mercados Financeiro, Imobiliário e de Utilities, para identificar suas crescentes e complexas demandas. Entre os principais produtos da Bridge Research estão pesquisa de satisfação, conjoint analysis e trade-off analysis, além de pesquisa on-line.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Novo podcast do Estadão

Ford Edge ST apresenta Notícia no Seu Tempo, novo podcast do Estadão

Em alguns minutos, o ouvinte fica por dentro dos principais conteúdos do Estadão

Chegar ao trabalho, pela manhã, já sabendo as principais notícias do Brasil e do mundo está ainda mais fácil. O Estadão e a Ford apresentam o novo podcast Notícia no Seu Tempo, projeto concebido pelas duas empresas e que promete facilitar a vida de quem precisa estar bem informado nas primeiras horas do dia.

Aberto e disponível nos principais players do mercado, o produto representa uma nova fase dos podcasts dentro do Grupo Estado, que ingressou nesse universo em 2017 com o pioneiro Estadão Notícias e, atualmente, mantém 11 deles ativos na Rádio Eldorado.

Ao unir o novo Ford Edge ST ao projeto, a companhia pretende destacar atributos do veículo como performance, tecnologia e inovação. “Cada vez mais as marcas precisam se aproximar dos consumidores com conteúdos relevantes. Para o lançamento do Edge ST, um SUV para executivos de alto padrão, que valorizam tempo e informação, criamos uma nova maneira de estar bem informado, transformando o conteúdo da edição impressa do Estadão em áudio que chega ao Spotify na mesma hora em que o jornal chega às bancas”, afirma Andre Leite, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.

Ainda de madrugada, simultaneamente ao fechamento do jornal, uma equipe formada por jornalistas, roteiristas, produtores e locutores estará a postos na redação do Estadão preparando o Notícia no Seu Tempo. Os podcasts serão divididos em editorias com 2 minutos de duração, para o ouvinte ficar por dentro da essência das notícias mais relevantes do dia, como Política, Economia, Esportes, Caderno 2, entre outras. Assim, é possível selecionar apenas as notícias que mais interessam, já que os áudios são independentes.

“A inovação está na simplicidade. Em geral, podcasts são bastante opinativos. O Notícia no Seu Tempo faz diferente ao sintetizar, durante amadrugada, as notícias mais quentes para consumo on demand”, explica José Alves, diretor da Unidade de Negócios Mobilidade do Grupo Estado. A ação prevê investimento em todas as plataformas, como meio impresso, rádio e redes sociais.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Entenda os podcasts

Sete dicas para quem quer ingressar no mundo dos podcasts

por Achiles Júnior e Maria Carolina Avis*

A primeira coisa é entender o que é podcast, concorda?

Trata-se de uma nova mídia cujo nome tem sua origem no latim e significa “meio ou caminho”. É utilizada para transmissão de informações, da mesma maneira que a televisão, rádio, revista ou mesmo o jornal. Assim, o podcast pode ser compreendido como uma espécie de programa de rádio, que tem como diferença básica e grande vantagem ser produzido sob demanda específica.

Com ele, é possível acessar, ouvir, curtir e aprender o que quiser e quando considerar mais adequado.

Porém, o tal do podcast tem novos recursos, nasce e cresce com novas possibilidades, novos hábitos de vida e novas formas de utilização. Dessa forma, pode ser entendido como uma nova mídia que tem como finalidade a transmissão de informações. É muito recente em terras brasileiras, onde cresce e pouco a pouco passa a fazer parte de novos hábitos e costumes.

No podcast pode-se usar, ainda, os chamados agregadores, que são aplicativos (SoundCloud, WeCast, Stitcher, Overcast, Feedly, iTunes, Podflix, entre outros). São serviços específicos para usufruir de temas de sua preferência, tais como cultura, esportes, ciência, educacional e política.

Vale lembrar que esse hábito cresce impulsionado pelo aumento do comportamento mobile do cidadão.

Segue, então, algumas dicas para quem pretende ingressar e se destacar no mundo dos podcasts:

Busque relevância

Como esse mercado é relativamente novo, busque a atenção de todos, inclusive de gigantes da indústria. Para se destacar é necessário ser relevante e encontrar algo que você domine, algo que possa agregar à vida das pessoas, que seja valioso e gere conteúdo relevante — aliás, esta última regra é a mais importante.

Nichos de audiência

Ser relevante em um assunto que ninguém se interessa pode ser ainda mais complicado. Sendo assim, encontre seu nicho de audiência. Entenda qual seu segmento e interaja de maneira eficiente.

Marca pessoal forte

Diga “a que veio” e qual seu propósito no meio de tanta gente produzindo conteúdo. Crie uma marca pessoal forte — afinal, não basta ser o melhor profissional, mas continuar desconhecido no mercado, concorda?

Planejamento e organização

Pense em conteúdo, logicamente, mas nunca se esqueça de que um planejamento que vai desde a criação, postagem, até a divulgação de seu podcast é base para o sucesso, ou certamente minimiza o fracasso. Com planejamento, sempre vai funcionar, seja no mundo real ou virtual.

Equipamento

Invista na qualidade dos áudios. Vale adquirir algum equipamento com alto padrão de captação e de som. Que tal um microfone profissional para ter um áudio de padrão de estúdio?

Fidelização

Encontrado seu nicho, as palavras de ordem são: identificá-los, valorizá-los e fidelizá-los. Afinal eles serão os grandes propagadores para o bem ou para o mal em sua caminhada no mundo dos podcasts. Como diz o ditado: as formigas têm megafones.

Participantes convidados

A participação de pessoas relevantes, conhecidas e influentes dentro do segmento de sua atuação é bem-vinda, principalmente no início. Credibilidade vem de influência, premissa nesse mundo novo do qual fazemos parte.

* Achiles Júnior e Maria Carolina Avis são professores de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 – Lorena Oliva

Instagram: Plataforma monetiza stories privados de influenciadores digitais

Bume cria sistema de assinaturas para seguidores terem acesso a conteúdo exclusivo

Lançada pelo Instagram em novembro de 2018, a função “Melhores Amigos” facilitou a vida de quem, muitas vezes, tinha de criar um perfil exclusivo para interagir somente com amigos mais próximos ou bloquear determinados seguidores um a um antes de postar. De olho nessa atualização, a plataforma Bume, de gestão e crescimento na rede social, desenvolveu uma ferramenta voltada a influenciadores, produtores de conteúdo e empresas, que permite a automatização de uma rede de assinantes para stories privados mediante pagamento de mensalidade.

A ferramenta permite que marcas e criadores de conteúdo tragam mais engajamento às suas redes sociais. É possível, por exemplo, desenvolver workshops especiais, de acordo com a área de atuação do influenciador. Foi o caso da FII’s, plataforma de fundos imobiliários que abriu um curso sobre o mercado financeiro e dicas para prosperar no ramo, em que disponibilizaram 100 vagas na função Melhores Amigos.

Além de automatizar e gerenciar a nova funcionalidade do Instagram, o software também disponibiliza uma landing page para os influenciadores enviarem convites aos interessados em se tornarem “melhores amigos” no Instagram. “Os seguidores que desejam fazer parte da rede exclusiva se registram diretamente no link e, uma vez concluído o processo, em até dois minutos terão acesso ao Melhores Amigos”, explica Pedro Villalobos, gerente de produto do Bume. A assinatura pode ser mensal ou anual, mas o valor a ser pago e o limite de participantes são definidos pelo próprio criador de conteúdo.

Demais funcionalidades

As assinaturas complementam uma série de funções disponíveis no Bume para gestão de contas no Instagram. O software auxilia a segmentar o púbico; agendar posts e stories; gerar interações e enviar mensagens diretas automáticas; elaborar relatórios de crescimento, entre outras. Para dar um boom nas redes sociais e desfrutar das funcionalidades da plataforma, o usuário pode escolher entre três tipos de plano: semestral (R$ 347), trimestral (R$ 197) e mensal (R$ 79).

Fonte: Press Works

Coluna Propaganda&Arte

A criatividade morreu na Propaganda? Pode ser que sim.

Em tempos de evoluções tecnológicas e comunicações instantâneas, o trabalho do designer ou publicitário caricato parece não mais fazer sentido. Mas será que a criatividade não tem mais espaço nesse novo mundo digital onde tudo já é pré-definido e cada vez mais automático?

Para entender alguma palavra ou a relação entre elas é sempre bom buscar seu real significado. Isso clareia o raciocínio. Vejamos. Propaganda é: divulgação de uma ideia, crença, religião”.

Dentre outras definições específicas, podemos entender que a Propaganda de ontem, a de hoje e, arrisco dizer, a de amanhã vai ser sobre divulgações de ideias. Não importa como: vídeos, fotos, impressos, aplicativos, tendências, crenças, marcas etc.

Já a palavra arte, que está intimamente ligada à criatividade, significa, dentre outras coisas: “uso dessa habilidade nos diversos campos do pensamento e do conhecimento humano”.

Dessa forma, complementamos a definição de criatividade, para encontrarmos o ponto em comum destes itens: “inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar”.

Então, vemos que a arte é apenas uma das resultantes de alguém que possui criatividade. Assim, é um ponto a ser considerado, pois entendemos então que, pelo menos do ponto de vista lógico, é possível ser criativo em qualquer área do conhecimento humano. Até na hora de escolher qual exercício físico fazer ou como preparar seu almoço ou até na hora de levar o cachorro para passear, alternando caminhos e inovando.

E quando este conhecimento humano trata da comunicação?

Então, entramos no campo da propaganda, que pode ser de qualquer cunho, político, comercial, religioso, social etc., mas respeita algumas regras atuais, ainda mais neste novo cenário digital.

É preciso ter claro o público que iremos falar, hoje conseguimos segmentações espetaculares nas mídias sociais, sabendo direcionar nossas campanhas para uma pessoa que torce para o time X, que gosta de comer Y, e curte a marca de roupa Z. Tudo fica mais fácil e, às vezes, nem precisamos ser muito criativos nessa comunicação. Certo? Talvez.

Hoje encontramos programas que enviam e-mails, criam layouts, fazem vídeos, criam imagens personalizadas, fazem logotipos com base nas suas indicações e até fazem todo o planejamento e monitoramento de mídia, com base em inteligências artificiais dos programas, tudo visando uma otimização de tempo, dinheiro e resultados. Mas sempre existe um risco.

Então, você quer dizer que não podemos aproveitar a (da) tecnologia?

Não sou do tipo contra os avanços tecnológicos, mas acho que alguns sinais precisam ser considerados antes de abraçar uma nova ferramenta ou facilidades on-line que prometem fazer todo o seu trabalho de publicitário, por exemplo, selecionar suas paletas de cores, as melhores palavras-chave, as fotos e trilhas sonoras que são ideais para despertar aquele sentimento no público. Isso precisa ser um complemento do conhecimento seu, não uma bengala criativa.

Ainda penso que temos que aprender sim, sobre tecnologia, mergulhar nesse mundo, mas não se afogar. A ciência humana não é exata, por isso, o ser humano precisa ser sempre o foco. Tanto na hora de criar novas peças publicitárias, como na hora de planejar novas campanhas, ainda mais as que forem focadas em valores.

Máquinas ainda não selecionam os melhores valores para a sua marca. Ainda.

Como esta nova geração se preocupa ainda mais com valores das marcas que compram, é preciso entender que uma má escolha vai prejudicar qualquer campanha. Definido isso: tendo um planejamento transparente e uma comunicação bem alinhada com seu cliente, as propagandas só vão acompanhar aquele universo lógico. Daí podemos ser criativos. Não necessariamente na arte, mas talvez na forma, no jeito de falar, no ambiente em que aparecemos, na voz, no momento que a marca ganha destaque dentro da vida do público ou até na forma de se posicionar como marca.

A criatividade precisa existir em algum lugar. Mesmo que não seja na arte.

Se você não sabe os valores da empresa, não entende os quereres do público, não conhece as ferramentas, os prazos, a verba e as possibilidades, você não vai conseguir articular as ideias para ser criativo. Vai ficar lá no passado, achando que a arte precisa ser surrealista, minimalista, impactante ou animada, para fazer sucesso. Vai achar que ter uma marca conhecida já vai bastar. Que as pessoas falarem de você já vai ser suficiente. Vai ficar no campo superficial da antiga criatividade que já morreu. Faz tempo. E renasceu como várias outras formas de se inovar. Será que você está trabalhando com um cadáver e não sabia? Acho que já passou da hora de repensar a criatividade na sua empresa, sua agência ou até na sua vida. Vamos mudar o trajeto de volta do trabalho, só para começar?

Evento de Marketing Digital movimenta profissionais da área em sua 3ª edição

Encontro acontece no Parque Tecnológico de São José dos Campos com talks sobre Marketing de Performance

O MiSanja, evento de Marketing Digital em São José dos Campos, chega a sua 3ª edição, no dia 27 de junho, no Parque Tecnológico, com grande procura pelos profissionais de comunicação e marketing. Desta vez, a organização do evento espera receber mais de 120 profissionais de comunicação, estudantes e empreendedores para conversar sobre Marketing de Performance.

Mesa redonda da segunda edição do MiSanja-Foto: Divulgação

Idealizado pelo Guichê Virtual, app líder na venda de passagens de ônibus pela internet, com sede em São José, o encontro tem o objetivo de fomentar os debates em marketing digital, customer experience, conteúdo e performance no Vale do Paraíba. “Vimos que temos um nicho de pessoas que querem se especializar no digital e sentíamos que faltava espaço para debater alguns temas. Acredito que é por isso que o evento vem crescendo a cada edição”, conta Cleo Ibelli, organizadora do MiSanja.

A fim de trocar experiências entre profissionais de comunicação, especialistas na área e empreendedores, os talks falarão sobre a transformação da rotina do Marketing por meio de estratégia e dados, planos de métricas e também sobre Data Science. Entre os convidados estão Gustavo Franco, da Microsoft América Latina; Luciana Maryllac, da mLabs e Marcus Cabral, do Guichê Virtual.

Parceiros

O MiSanja nasceu no Guichê Virtual com a ideia de fomentar o marketing no ecossistema do Parahyba Valley e, por isso, conta com parcerias como o Nexus Hub. “Esse tipo de encontro fortalece o nosso ecossistema, porque é importante que tenhamos todos os tipos de eventos. Ele remete a um público criativo e ao marketing, um assunto que não é tão disseminado em nossa região. Além disso, as startups que estão incubadas e são aceleradas no Nexus podem usufruir dessa oportunidade e pessoas de fora tem a oportunidade de conhecer o trabalho que fazemos aqui”, completa Alê Barros, head do Nexus Hub, aceleradora e incubadora de startups do Parque Tecnológico.

MiSanja segunda edição – Foto: Divulgação

Outra parceria do evento é a DD/LAB, uma digital business partner que ajuda empresas a integrar a análise de dados na rotina de trabalho e, com isso, aumentar o investimento de tempo em solução, inovação e criatividade.

Programação:

18h30 – Credenciamento + comes e bebes

19h00 – Talk: Estratégia orientada a dados: transformando a rotina do marketing – Gustavo Franco

19h45 – Talk: Plano de Métricas – a importância de se planejar para capturar os dados – Luciana Maryllac

20h – Talk: Data Science e os benefícios do Cross Channel – Marcus Cabral

20h45 – Mesa redonda

Mais informações:

Inscrições: http://bit.ly/3misanjaperf

Data: 27/06 (quinta-feira)

Horário: a partir das 18:30h

Local do evento: Parque Tecnológico – Dr. Altino Bondensan, 500 – Bloco Nexus, São José dos Campos – SP, 12247-016

Para compreender a importância do inbound marketing

Inbound marketing: entenda sobre essa técnica que vem crescendo no mercado

Entre os diversos fatores que devem ser avaliados para o desenvolvimento de uma estratégia estão os canais de atuação. Quando se trata de marketing digital, a relevância das táticas empregadas, como o inbound marketing, é notável devido a visibilidade que pode ser alcançada neste meio.

Naturalmente, além de uma presença digital marcante, é uma forma de ter um relacionamento diferenciado com clientes e otimizar recursos financeiros em relação aos investimentos em marketing.

Para compreender a importância desse tipo de marketing e investimento, basta observar a presença da internet no modo de consumo das pessoas. Por exemplo, se uma empresa do setor de construção civil está averiguando os recursos necessários para uma obra e em determinado ponto necessita buscar pela locação de guindaste, há grandes chances da internet ser um recurso utilizado e de uma empresa com visibilidade nesse meio ser selecionada.

Quais são as principais características do Inbound?

A base do inbound marketing é a atração por meio do conteúdo, contando com três pontos de grande destaque, que são o marketing de conteúdo, as técnicas de SEO e as estratégias em redes sociais. Essas táticas contribuem respectivamente na produção de conteúdo relevante e específico para o público-alvo, no posicionamento nos buscadores e no engajamento das marcas. Entre os pontos de maior destaque nas medidas adotadas no inbound marketing, é possível citar:

  • Interação aberta entre cliente e marca;
  • Continuidade na comunicação;
  • Atendimento de dúvidas;
  • Relacionamento consistente;
  • Proximidade.

Os usuários estimulados pelo material associam uma maior credibilidade a empresa, que consequentemente, poderá estabelecer uma ligação mais positiva, além de investir em um relacionamento saudável com um potencial cliente. Sendo assim, há grandes chances para que a venda ocorra, principalmente com a presença dos atributos abordados de forma adequada.

Ainda mais, com uma estratégia elaborada corretamente, é possível contar com grande precisão, o que viabiliza alcançar não apenas muitas pessoas, mas o público adequado. Por exemplo, se uma empresa que trabalha com a confecção de abadás investe neste tipo de técnica, naturalmente, a visibilidade é uma prioridade, mas o que de fato faz diferença é a qualidade do público alcançado para o aumento de vendas, autoridade e fortalecimento da marca como um todo.

A comunicação aberta é viabilizada justamente pelo conteúdo ser específico para a audiência, sem isso, obstáculos significativos seriam enfrentados para a atração e a construção de uma relação de confiança.

Afinal, o tipo de conteúdo, abordagem e até mesmo os canais de atuação aplicados para o público de uma fábrica de cobertores, naturalmente será distinto ao comparar com de estratégias de uma empresa que comercializa impressora de código de barras e o mesmo se enquadra em qualquer tipo de setor, pois conforme será visto a seguir, o inbound marketing é versátil.

O inbound pode ser aplicado em qualquer setor?

Sem dúvidas, é decisivo selecionar as estratégias mais convenientes para cada empresa com o objetivo de se prevenir de transtornos severos e com a aplicação do inbound marketing, é possível atender clientes de diferentes segmentos, principalmente por envolver táticas variadas.

Nesse caso, torna-se necessário avaliar quais são as melhores abordagens e adaptar o inbound marketing a cada tipo de negócio. Por exemplo, escalar em pequenas empresas, aos poucos as estratégias com um monitoramento regular é favorável, enquanto para um e-commerce, o impulsionamento de informações para elevar o poder de influência da marca é um dos principais alvos das estratégias.

São cenários totalmente distintos, principalmente ao comparar com empresas de medicina e instituições de ensino, que devem atender uma conduta mais diferenciada, com um maior foco na educação de mercado.

Com as mudanças constantes no mercado, é necessário que as empresas busquem acompanhar as tendências. A internet é um dos pontos de grande impacto para o comportamento do consumidor, o que reforça a necessidade de que investimentos constantes sejam realizados em análises e ajustes estratégicos.

Neste meio, conforme abordado, o inbound pode ser uma alternativa positiva para a conquista e preservação de clientes, mas para evitar prejuízos, é crucial sempre recorrer ao serviço de profissionais qualificados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Projeto em rede Tecnologias Livre chega ao SESC SJCampos

Projeto em rede Tecnologias Livre terá edição em SJCampos

O Sesc SP desenvolve nas suas unidades operacionais o projeto em rede Tecnologias Livre.

A unidade de Sesc São José realizará Tecnologia Livre e Comunicação| Roda de Conversa uma oportunidade para os interessados conhecerem os trabalhos realizados pela Coolab, CMI e Ponte Jornalismo, além de abrir espaço para refletir sobre vários aspectos que envolvem a comunicação e mídias que utilizam as tecnologias livres no Brasil.