Coluna “Discutindo a relação…”

O que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Coincidiu de a minha coluna cair exatamente no Dia do Consumidor. Sim, hoje, 15 de março, é o Dia do Consumidor. E a primeira coisa que me veio a cabeça é o discurso predominante atualmente no mundo da comunicação e do marketing que afirma que devemos, sempre, nos lembrar de que o consumidor é uma pessoa. É gente. Como a gente.

Longe de ser só uma expressão ou conceito “modinha”, entender que o lado humano das relações comerciais (e de comunicação comercial por consequência) é muito importante tornou-se algo obrigatório e fundamental. E para entender gente temos que lembrar que pessoas são movidas por razão e emoção. O tempo todo! Toda hora!

Então eu pergunto: é mais importante saber o que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Difícil responder…

Em seu capítulo sobre planejamento para o livro “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar”, o grande e inesquecível mestre Julio Ribeiro afirma: “Depois de muitos anos e uma centena de pesquisas, tenho constatado que, em geral, as pessoas não sabem por que fazem as coisas, mas sabem como se sentem fazendo. Acho mesmo que a maneira como as pessoas se sentem fazendo determinada coisa é mais importante do que a coisa em si.”

O grande publicitário e mestre do planejamento, Julio Ribeiro

Tendo a concordar com o mestre Julio Ribeiro. Compreender o que as pessoas sentem é mais importante do que tentar descobrir o que elas pensam. O lado mais humano, pessoal e próximo de um ser humano está ligado aos seus sentimentos. Conectar-se a seus sentimentos pode gerar muita empatia e engajamento.

Não por acaso ouvi recentemente que uma das métricas mais importantes e decisivas no mundo da comunicação e do marketing será, pasmem, o batimento cardíaco. Sim, o bater de nosso coração. Ele poderá ser medido através da Internet das Coisas (IoT), ou seja, através da troca de informações entre gadgets e, provavelmente um wearable (tecnologia vestível). Ao medir o batimento cardíaco das pessoas em determinadas situações e momentos podemos saber como elas estão se sentindo. E então entregar uma experiência mais bacana para esse consumidor…ops, para essa pessoa.

Smartwatchs, um exemplo de wearable

Dois outros conceitos têm muita relação com a questão de entender pessoas e atendê-las bem. Vejamos:

Dor(es) do consumidor – Todos temos conflitos e necessidades. Nossas dores. Trata-se aqui de descobrir e analisar o que aflige as pessoas em seu dia a dia, em seu cotidiano. De saber quais pequenos (ou grandes) conflitos uma marca/empresa/serviço/produto pode atenuar, evitar/prevenir ou mesmo resolver.

Pontos de paixão – trata-se exatamente de tentar descobrir e entender o que move as pessoas do ponto de vista emocional, subjetivo. O que elas amam? A que elas se entregam sem entender muito bem porque se entregam? Conectar-se aos pontos de paixão é tão ou mais decisivo de que atenuar ou resolver suas dores.

Em artigo para a Meio&Mensagem dessa semana, Gabriela Fernandez (estrategista da Today) escreve que “…um produto por si só pode não solucionar a necessidade do consumidor. Porque hoje a busca é por novas experiências.”

E mais a frente, no mesmo texto, também afirma: “Somos obrigados a deixar de lado a perspectiva racional, onde os resultados eram medidos com números de vendas e relatórios cheios de gráficos, para algo mais profundo. Estamos falando sobre mensurar sentimentos, percepções imediatas e frustrações.”

Bacana, né?! Eu curti muito. No fim fica mesmo a lição: temos que entender pra valer de gente. Temos que gostar de gente. Temos que pensar (e sentir) e propor um mundo para as pessoas. E isso passa pelo consumo, é óbvio.

E-commerce deve crescer 16% em 2019

O aumento nas vendas movimentará R$ 79,9 milhões em mais de 87 mil lojas virtuais até o mês de dezembro

As novidades e tendências do mundo da tecnologia interferem diretamente na compra e venda de produtos e serviços. Com isso, também há uma mudança na experiência de compra no ambiente on-line, fazendo com que as pessoas consumam mais.

Imagem: Unsplash

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), estima-se que o faturamento das vendas no setor chegue a R$ 79,9 bilhões em 2019, um crescimento de 16% em comparação a 2018. O aumento nas vendas deve alavancar o setor e movimentar mais a economia do país. Ainda segundo a ABComm, o comércio eletrônico deve registrar um ticket médio de R$ 301 com um total de 265 milhões de pedidos até o fim de dezembro, totalizando 87 mil lojas virtuais. Micro e pequenas empresas também devem aumentar a sua participação no faturamento, chegando a 29%.

Com o cenário favorável, quem quiser aproveitar e surfar nessa onda precisa estar atento às novidades e oferecer inovações para seus usuários. “As tendências vão facilitar a vida do cliente na hora da compra, proporcionando uma experiência bem diferente, se comparada ao mercado tradicional. O uso da Realidade Aumentada (AR), por exemplo, é uma alternativa para atrair consumidores, pois permite que eles experimentem a sensação de comprar, sem precisar estar necessariamente em uma loja ou onde o produto está”, explica Danillo Saes, coordenador dos cursos de tecnologia da Educação a Distância (EAD) da Unicesumar.

Entre as possibilidades para se destacar neste mercado, o professor também lembra da chatbots, tecnologia que propõe mais qualidade para o atendimento; o blockchain, utilizado para acrescentar confiança e transparência de informações e dados para consumidores e lojistas, além dos pedidos por voz, como as famosas Siri ou Google, mas aplicados às compras. “Lojas virtuais devem continuar focando na experiência do consumidor, especialmente em dispositivos móveis, com a expectativa de que 33% das vendas sejam feitas por meio de smartphones ou tablets”.

Mas quem são esses consumidores? Saes explica que, os e-shoppers podem ser divididos em algumas categorias, definidas pela Officina Sophia, empresa paulistana especializada em conhecimento aplicado aos negócios.

Segundo a Officina Sophia, o cliente experience tech é aquele que apresenta baixo índice de fidelidade, sendo que 30% realiza mensalmente mais de uma compra pela Internet. Já o oportunista, se preocupa com as condições de entrega da mercadoria e sua confiabilidade. O experimentador é aquele consumidor impulsivo, mas que abandona a compra ao perceber que o valor ultrapassa o esperado. O fiel, por sua vez, apresenta o menor índice de abandono do carrinho virtual. Por fim, o negociador, que possui alto poder de barganha, faz pesquisa on-line para negociar em lojas físicas.

Mas, independentemente do perfil do consumidor, é preciso estar atento e tomar alguns cuidados básicos ao fazer compras em e-comemrces. “Nãos e pode esquecer de checar a idoneidade virtual da loja. Além disso, é muito importante verificar a existência de política de segurança, como o uso do “s” após o http – este “s” significa segurança. Outra boa alternativa é consultar o Ebit, que concede selos e mede a reputação de lojas virtuais e dados para o mercado on-line, E, por fim, é importante buscar a opinião de pessoas que já adquiriram produtos pelas lojas de interesse do consumidor”, completa Danillo Saes.

Fonte: NQM Comunicação – Assessoria de Imprensa Unicesumar – Andressa da Rosa

A propaganda centrada no consumidor

A nova era do marketing: a propaganda centrada no consumidor

Por Catherine Archer, MediaMath

Campanhas digitais costumavam ser genéricas e intrusivas. Mas, graças ao advento do marketing programático, hoje as empresas têm acesso a dados e métricas que permitem o desenvolvimento de anúncios mais assertivos e menos invasivos. Altamente eficiente, a mídia programática é cada vez mais importante no mercado de publicidade. Mas você sabe o que ela é?

Foto: Pixabay

Fazer marketing programático significa utilizar uma plataforma de tecnologia para realizar a compra de mídia em diversos veículos. Apesar de não ser uma estratégia, a tecnologia programática pode ser uma parte-chave de um plano de publicidade digital, usada para targeting e segmentação de audiência, por exemplo.

Não é à toa que o marketing programático é considerado o futuro da publicidade. Segundo o eMarketer, os gastos com mídia programática display nos Estados Unidos devem saltar de 27,8% para 84% até 2019.

E o mercado nacional também está efervescente. De acordo com um levantamento do IAB Brasil, no ano passado, o marketing programático correspondeu a 22,5% do faturamento do digital – em valores, a publicidade programática cresceu 74%, avançando de R$ 1,9 bilhão em 2016 para R$ 3,3 bilhões em 2017.

Experiência de marca

O marketing baseado em dados contribui, ainda, para melhorar a experiência de marca do consumidor. Portanto, mais do que pensar apenas se a mensagem da empresa chegou ao público certo, o marketing baseado em dados aliado à programática tem o intuito de garantir que o consumidor tenha uma experiência personalizada, positiva e mais relevante com essa mensagem.

Tablet, celular, computadores, smart TV e até painéis digitais são, por exemplo, diferentes dispositivos onde campanhas são rodadas. Os profissionais precisam, então, adaptar a mensagem para cada um dos canais e desenvolver um modelo de atribuição que comunique de maneira eficiente com a audiência que usa mais de uma plataforma.

Análise de dados e eficiência de campanhas

É importante lembrar que, apesar de parecer um sistema altamente automatizado, a tecnologia programática precisa ser aliada a profissionais que otimizem e realizem testes e ajustes em tempo real.

A tecnologia permite negociar uma compra de anúncio em milissegundos, mas é a decisão de uma equipe que pode aumentar as chances de alcançar o cliente certo, no momento certo, com as táticas corretas.

Sendo assim, antes mesmo de uma campanha ir ao ar, profissionais fazem testes para prever e estabelecer metas de quão efetiva será uma divulgação, para aplicar variáveis que possam tornar a campanha ainda mais eficiente. É um trabalho matemático baseado em diversos fatores e regras que garantem o Brand Safety, ou seja, que a marca do anunciante apareça em páginas seguras, que estejam ligadas ao interesse da empresa e não em sites de violência, fake news, etc.

A qualidade dos dados usados na campanha também é um fator determinante. Como são eles que permitem que profissionais usem as ferramentas e informações mais estrategicamente, para utilizá-los de forma eficiente é preciso considerar sua origem, estratégia e a qual tipo pertencem, já que podem vir da própria marca, de parceiros ou de um banco de dados com grande volume de informações.

O marketing programático no Brasil e no mundo está ganhando cada vez mais proeminência. Nesse cenário, é importante direcionar o foco principal dos anunciantes em colocar o consumidor no centro do marketing. Para alcançar resultados significativos, todo o ecossistema publicitário deve se basear nas decisões e preferências do usuário, além de oferecê-lo experiências positivas.

Fonte: SmartPR – Mariana Bruno

Coluna “Discutindo a relação…”

As coisas estão finalmente mudando?

De tempos em tempos o trabalho das agências de propaganda e/ou comunicação é questionado. Isso não é novidade. Recentemente, entretanto, a coisa ficou mais pesada, mais intensa e impossível de ser desconsiderada.

Além do enorme impacto das novas tecnologias, da criação de houses e content houses pelos clientes e da concorrência com as agências digitais, surgiu de forma avassaladora a presença das consultorias.

A entrada das consultorias em praias antes território praticamente exclusivo das agências fez acender a luz vermelha e disparar o alarme! As consultorias começaram a contratar criativos? Como assim? Pois é… Estão ampliando suas entregas para coisas muito semelhantes as que fazemos? Pois é…

As consultorias começaram a ampliar o pacote de serviços e soluções entregues a seus clientes. Mas o calcanhar de Aquiles das agências em relação às consultorias está no fato de que as consultorias não entregam só ideias criativas e sim soluções de negócios e até novos negócios.

As grandes holdings de propaganda/comunicação sentiram isso onde dói mais: no preço de suas ações e na queda de rentabilidade dos negócios de suas empresas.

O que temos visto de dois anos para cá – e quem acompanha as publicações impressas, sites e blogs do setor pode perceber – é um movimento das agências para ter um modelo de atuação mais próximo daquele apresentado e executado pelas grandes consultorias. Para tanto têm alterado parte de suas estruturas, criado novas áreas, funções e cargos e – pelo menos no discurso – têm desviado grande parte do foco para solução de problemas e geração de novos negócios. Coisa que no final gerem valor mais perceptível no resultado final de seus clientes.

A mistura de uma postura mais analítica e estratégica, ancorada firmemente em dados, com a reconhecida e quase indiscutível qualidade criativa das agências brasucas parece ser a fórmula. Com mudanças de terminologia aqui e ali, com discursos floreados lá e acolá, o que parece é que a turma tá percebendo que se não mudar pra valer vai deixar de existir. Simples assim.

Vamos acompanhar. Parece que desta vez as agências (e se der mesmo tudo certo essa denominação tende a sumir) estão mesmo “dispostas” a mudar.

Veremos!

Torneio de jogos eletrônicos no Taubaté Shopping

Torneio de e-sports reúne jogadores para uma disputa eletrizante

O Taubaté Shopping Game Challenge terá início no domingo (17) e garante prêmios para os vencedores de cada categoria

Pense o valor de R$ 2,15 bilhões. Essa é a quantia que os e-sports (esportes eletrônicos) movimentou em 2018. É impossível ignorar a influência dos games, não só na economia, mas também na vida de crianças, jovens e até mesmo adultos. Atualmente a criançada não sonha mais em ser jogadores de futebol, eles querem ser jogadores profissionais de League of Legends, Fortnite, Counter Strike ou algum dos outros milhares de jogos eletrônicos disponíveis.

De domingo (17) a domingo (24), o Taubaté Shopping embarcará nessa tendência com um evento único na cidade: o Taubaté Shopping Game Challenge. Durante o torneio, quatro games estarão disponíveis: League of Legends, Fortinite, Fifa e Street Fighter V. Os campeonatos são distintos e os vencedores serão contemplados com diversos prêmios.

Inscrições, participação e premiação

League of Legends

Para participar do torneio, as equipes interessadas deverão se inscrever, até o dia 15 de fevereiro, pelo link: bit.ly/loltaubateshopping. Nesta categoria, a inscrição terá o valor de R$27,13. As eliminatórias acontecem no domingo (17) e no sábado (23), às 12h, remotamente. O campeonato de League of Legends se encerra no domingo (24), às 11h, com a disputa presencial do 3º e 4º lugar, no hall do Moviecom Cinemas. As quatro equipes irão disputar o prêmio total de R$ 3.000,00 (três mil reais). O 4º lugar ganhará R$ 300,00 (trezentos reais), o 3º finalista R$ 500,00 (quinhentos reais), o 2º lugar leva para casa R$ 900,00 (novecentos reais) e a equipe vencedora receberá o valor de R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais).

Fortnite

O campeonato será gratuito, com disputas individuais e presenciais, a partir do domingo (17) até domingo (24). As inscrições e os treinos poderão ser realizados no hall do Moviecom Cinemas, das 10h às 14h, e as batalhas acontecerão no mesmo local, das 15h às 21h. Os prêmios dessa categoria são bolsas de estudo na SuperGeeks Taubaté, 1ª Escola de Programação e Robótica para Crianças e Adolescentes do Brasil.

Fifa e Street Fighter V

Acontecem no sábado (23), às 12h, e domingo (24), às 14h, em torneios presenciais e gratuitos. As inscrições devem ser realizadas presencialmente no espaço Cobrinha Games até que as 32 vagas disponíveis se encerrem. No momento da inscrição, é necessário apresentar RG, CPF e preencher a ficha cadastral. Todos os participantes devem chegar 1h antes do início do torneio para que seja feita a organização das partidas. Os vencedores de cada categoria levarão para casa um vale-compras de R$250,00.

As free plays (partidas livres) também serão uma opção para os jogadores que não se interessam por participar ativamente do campeonato. Os interessados poderão participar das atividades no hall do Moviecom Cinemas, das 10h às 22h. Não é preciso fazer inscrição e não haverá premiação para aqueles que optarem por jogar nessa categoria, porém a diversão é garantida.

A iniciativa integra a programação do Brain Fitness, organizado no centro de compras todos os meses e essa edição é resultado de uma parceria entre o Taubaté Shopping, Almanaque Urupês, Ace Sports, SuperGeeks, Net e Cobrinha Games.

Fonte: ommunicare Assessoria – Camila Dezze

Aprimorando a experiência do consumidor

Avanço da tecnologia aprimora experiência do consumidor e contribui para melhores margens nos supermercados

*Por Christian Rempel, consultor de varejo da Logicalis

O supermercado é um dos segmentos mais relevantes para o setor de varejo. De acordo com a Pesquisa Natal 2018, lançada em outubro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o crescimento acumulado de vendas de janeiro a setembro deste ano foi de 1,92% e o setor projeta um aumento de 10,27% no fim de ano, ambos em comparação com os mesmos períodos de 2017. Porém, mesmo com os sinais de avanço, a pesquisa apontou que muitos empresários ainda estão cautelosos e apenas 18% acreditam em uma ampliação dos negócios se comparado com ano passado.

A eficiência na gestão das lojas é fundamental para apoiar o desenvolvimento deste setor, mas continua sendo um dos maiores desafios enfrentados pelos estabelecimentos. Isso vale tanto para custos com funcionários, quanto para o gerenciamento do fluxo de produtos e clientes. Há sempre contas a serem feitas, como quantos clientes é possível atender por caixa, o número de colaboradores necessários para manter as gôndolas abastecidas para que não haja ruptura, entre outros detalhes.

E, mesmo que o e-commerce esteja cada vez mais presente no dia a dia do consumidor, a eficiência das lojas físicas ainda é muito importante para o crescimento do setor. Portanto, para aumentar o lucro, é necessária uma combinação de ações dentro da loja, logística e nos centros de distribuição, e até mesmo no e-commerce.

O avanço da tecnologia vem possibilitando aos supermercados aprimorar a experiência do cliente e, com isso, aumentar o faturamento. As possibilidades são inúmeras, como por exemplo a implementação de totens interativos no autoatendimento. A digitalização do atendimento, aliás, é uma das tendências que mais deve crescer nos próximos anos.

O autoatendimento pode funcionar como uma complementação da compra e e estar disponível em totens a serem instalados na loja, ou estar em aplicativos para os dispositivos moveis do cliente. Assim, produtos em falta na loja física poderiam ser adquiridos através deles e entregues na casa do consumidor.

Outra tendência para aprimorar o autoatendimento são os carrinhos com scanners e balanças. Em vez de enfrentar a fila do caixa, o consumidor colocaria os produtos no carrinho, que pesaria e leria o código de barras do produto automaticamente, eliminando o tempo de espera em longas filas.

O setor supermercadista brasileiro vem investindo em tecnologia há algum tempo e algumas soluções já são realidade em várias redes. Elas vão desde a oferta de Wi-Fi aberto, propiciando que o cliente permaneça mais tempo na loja e, consequentemente, consuma mais; passando por etiquetas eletrônicas que facilitam a troca de preços automaticamente em promoções relâmpago, por exemplo, reduzindo erros no momento do caixa e melhorando a relação com o cliente; e, até mesmo, o self checkout, que passa por um momento de alto investimento e amadurecimento no País.

As possibilidades são inúmeras, mas a grande discussão que precisa ser feita ao decidir implementar uma tecnologia é definir qual faz mais sentido para empresa. Quando os supermercados investem em tecnologias que entregam uma melhor experiência ao consumidor, há retorno em diversas frentes, tanto com relação à redução de custos, quanto ao aumento de vendas. As companhias têm mudando suas missões e a digitalização está no centro desta mudança. Escolhendo o parceiro correto, o varejo só tem a ganhar com esta evolução.

Fonte: Rafaela Mello – Comuniquese

O que é importante para o novo varejo?

Tecnologia e fator humano no novo varejo

*por Fabrizzio Topper

O que não falta na maior e mais importante feira de inovação e tendência de varejo, como a NFR – National Retail Federation – é tecnologia sofisticada e cada vez mais intuitiva, tendências que fazem toda diferença para o varejo.

Em tecnologia, os cinco sentidos vão proporcionar experiências interessantes ao consumidor, tanto nas plataformas de venda online (ecommerce e marketplaces) como na loja física. Sem entrar em detalhes técnicos, vamos abordar o uso da tecnologia sob o ponto de vista de fidelizar e satisfazer o consumidor e melhora a performance comercial das marcas.

Imagem: Pixabay

As novas tecnologias enriquecem a experiência por meio da inclusão de interações digitais que melhoram a experiência. De forma cognitiva, imersiva e tecnológica, o novo varejo digitalizado promete entregar experiências reais, completando a lacuna de anseios dos mais diferentes e exigentes shoppers (consumidores).

A tecnologia em conjunto com interfaces digitais amigáveis permitirá a customização em tempo real de forma escalável e ágil para produtos, serviços e experiências. Isso é muito relevante quando queremos proporcionar um ambiente de dados para captação de imputs (informação) do consumidor e da equipe, não só da venda, mas de toda a jornada de compra. Por isso, a implantação de melhorias digitais ou estruturais precisarão acontecer em ciclos cada vez menores, explorando o modelo de MVPs que reduzam o “time to market” e acelerando a curva de aprendizado. A velocidade de processamento de dados passa a ser um desafio e precisa estar acessível para toda a operação, basicamente em tempo real, para reduzir o atrito e permitir a personalização de abordagem.

Tudo deve ser capaz de gerar dados ou não deveria ser realizado, caso contrário não poderá ser otimizado e refinado até o estado da excelência entre valor gerado e custo versus complexidade reduzida e melhor rentabilizada, mas pirotecnia digital e tecnológica ou lojas experiência que não reforcem e ampliem a conversão comercial direta ou indiretamente não fazem sentido, qualquer ponto de contato deve se certificar que captou o consumidor para a base para construção de uma jornada estruturada, que possibilite atingir a conversão comercial ou entendimento do que deu errado.

Quanto mais a tecnologia estiver nas mãos dos vendedores, fornecendo dados que melhorem o posicionamento na loja, a abordagem e o apoio para a construção da venda para verificar estoque, preço e informações de produto instantaneamente melhor.

O consumidor precisa sentir que valeu a pena comprar e ter a percepção de valor da marca. Entendo que o varejo de ponta internacional não tem mais fronteiras quando o tema é consumidor na era digital.

*Fabrizzio Topper, professor, consultor, empreendedor e cientista de consumo da era digital.

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa

Um dia para comemorar!

Hoje é Dia do Publicitário

por Josué Brazil

Quase ninguém lembra que no dia 01 de fevereiro comemora-se o Dia do Publicitário. Inclusive eu. No meio publicitário a data mais destacada e comemorada sempre foi o dia 04 de dezembro, o Dia Mundial da Propaganda.

Imagem: Pixabay

O fato é que aqui no Brasil temos essa data comemorativa em função de ser a data da promulgação do Decreto de Lei nº 57.690, instituído em 1º de fevereiro de 1966. Esse decreto foi instituído com o objetivo principal de regulamentar a profissão de publicitário e agenciador de propagandas.

Hoje é amplamente sabido que a atividade se ampliou, o cenário de publicidade se alterou em função das novas tecnologias digitais, e, até como decorrência disso tudo, a atividade publicitária e a profissão de publicitário segue sendo importante e necessária. Como mostra esse artigo aqui.

Ser publicitário é um desafio diário. Uma reinvenção diária Uma busca constante por padrões mais levados e excelência profissional. Veja esse outro artigo e entenda um pouco mais.

Um grande salve a todos os meus amigos, parceiros, ex alunos e alunos que abraçaram a profissão de publicitário!

 

Os desafios no marketing digital para este ano

O que esperar do marketing digital em 2019?

por Alessander Firmino *

Estamos no início de mais um ano e é hora de entender as oportunidades de marketing digital e o sucesso geral do comércio em 2019. Muitas mudanças dramáticas ocorreram no mercado de dados em todo o mundo ao longo de 2018, mas devemos celebrá-las, porque elas fomentaram a inovação que tornou a indústria mais forte do que nunca.

Foto: Pixabay

Novas oportunidades tecnológicas incríveis estão agora ao nosso alcance. Os avanços no último ano são notáveis e as ferramentas digitais para o sucesso – que esperamos há muito tempo – estão aqui para serem utilizadas. Se você está pronto para usá-las, o potencial de lucro é enorme.

Vejamos então as sete áreas principais de mudança e desafio para o comércio e o marketing digital em 2019:

1.Regulamento Geral de Proteção de Dados

Em 2018, a União Européia (UE) anunciou um conjunto abrangente de mudanças em suas leis para determinar como os dados dos consumidores são processados, armazenados e protegidos. As novas regulamentações de longo alcance repercutiram pelo mundo. No Brasil, também foi sancionada uma nova legislação que define como os dados dos cidadãos podem ser coletados e tratados, prevendo punições para transgressões. Todas essas mudanças devem afetar mais fortemente como as ações de marketing digital são concebidas em 2019 a nível global.

2.Gigantes da tecnologia

Casos de violação de dados têm tomado conta dos noticiários e as revelações não são boas. Soubemos de acusações recentes contra gigantes da tecnologia, incluindo o Facebook, o Google e a Amazon. Os índices de aprovação e a credibilidade destas empresas foram prejudicados. Elas têm agora um foco intenso no que diz respeito aos abusos acerca da privacidade do consumidor, potencial evasão fiscal e pegadas corporativas. Olhando para o futuro, as mudanças que devem ocorrer a partir de 2019, vão permitir que os líderes do setor explorem e implementem maneiras diferentes de controlar os dados de usuários compartilhados com anunciantes, garantindo que eles ofereçam ofertas confiáveis no mundo todo.

3.Maior investimento nos anúncios em vídeo

A demanda do consumidor por vídeo tornou-se quase insaciável e, como resultado, os Private Marketplaces (PMPs) devem observar grandes ganhos com publicidade em vídeo este ano. Os anunciantes estão ansiosos para fornecer anúncios premium no formato em sites de alta qualidade, com ênfase em publicidade dentro dos aplicativos. A popularidade do vídeo cresceu rapidamente e se fortaleceu: o gasto com publicidade digital em dispositivos móveis aumentou 17% no segundo trimestre de 2017 e surpreendentes 46% no segundo trimestre de 2018. Os gastos não param com os dispositivos móveis. A TV conectada e over-the-top TV (entrega de conteúdo de filmes e TV via internet, sem exigir que os usuários assinem um serviço tradicional a cabo ou satélite) têm agora uma demanda crescente. Todos os sinais apontam para um crescimento constante de gastos com anúncios em vídeo em 2019.

4.Dados omnichannel

Os varejistas e as marcas estão fazendo parcerias para manter seus relacionamentos lucrativos com os consumidores. Isso significa que, quando as gigantes da tecnologia protegem notoriamente os dados do consumidor que desejam compartilhar com as marcas, os parceiros de varejo são muito mais promissores. Na verdade, eles agora estão lucrando com a propriedade do relacionamento com o cliente, compartilhando dados de ponto de venda (PDV) e inventário em tempo real com as marcas. Isso fornece acesso oportuno a informações que podem ser incrivelmente valiosas ao planejar promoções e eficiências operacionais. O resultado é positivo para marcas, varejistas e consumidores, que obtêm os melhores produtos e os melhores preços.

5.Inteligência Artificial dominando o marketing digital

A Inteligência Artificial e o Machine Learning estão proporcionando aos profissionais de marketing a capacidade de entregar mensagens relevantes e personalizadas diretamente aos consumidores. A IA fornece uma visão poderosa do comportamento do cliente, resultando em uma segmentação por público e planejamento de campanhas altamente precisos. Como resultado, o gasto com mídia pode ser otimizado. Somente aqueles com recursos avançados de publicidade computacional serão bem-sucedidos, por isso é hora de garantir que seus próprios esforços de IA sejam tão poderosos e benéficos quanto possível.

6.Gerenciamento de anúncios dentro das empresas

À medida que as marcas dedicam mais esforços à proteção e ao gerenciamento de dados do consumidor, muitas delas devem transferir a compra de mídia para dentro de casa. E à medida que mais operações baseadas em nuvem e soluções de Inteligência Artificial estiverem disponíveis, essa movimentação deve ficar mais gerenciável do que nunca. Embora existam muitos benefícios – como economia de tempo e custo, sem mencionar o controle e a proteção de dados preciosos do cliente – quando você pensa no tempo de retorno das agências, isso sem mencionar as cobranças às vezes chocantes, trabalhar com anúncios “em casa” pode ser um golpe para muitos.

7.Tecnologia visual e por voz

Você se lembra de quando a pesquisa de texto foi considerada uma tecnologia inovadora? Pois é! Atualmente, a pesquisa de dados foi superada pela pesquisa visual e por voz. De acordo com o Gartner, aqueles que redesenharem seus sites para dar suporte a buscas visuais e por voz e fornecerem experiências mais interativas e envolventes terão um aumento de até 30% nas receitas do comércio digital até 2021. Quando você é capaz de dar aos compradores a informação instantânea em micro momentos, o resultado é incrivelmente valioso para ambas as partes. Afinal, um consumidor envolvido é um consumidor lucrativo.

Com tudo isso, podemos afirmar que este ano, o sucesso do marketing digital será baseado na estratégia de dados para fortalecer suas parcerias com seus clientes. Ao fazer uma parceria com um provedor de dados que tem relações de trabalho com vários anunciantes e editores, você garante uma vitória em 2019!

*Diretor Geral da Criteo para o Brasil e América Latina

Fonte: Cíntia Yamashiro – FirstCom Comunicação

Vaga de estágio em jornalismo

Avibras abre vaga

Vaga para quem está cursando o terceiro ano do curso de Comunicação Social em Jornalismo e tem interesse em fazer parte de uma Indústria de Tecnologia e Inovação.

Para se candidatar entre no site da Avibras (www.avibras.com.br) e cadastre seu CV em nossa oportunidade!