Recorrência como modelo de negócios para agências

Receita previsível: A recorrência é o futuro das agências digitais

por Alessandra Sadan, vice-presidente da Duda para América Latina

A recorrência é um modelo de negócio que se disseminou nos últimos anos pelas mãos das empresas de tecnologia – mais especificamente, das que trabalham com plataformas SaaS (Software as a Service). Quem assina Netflix, guarda fotos no OneDrive ou tem conta no Spotify está imerso nesse sistema, baseado em pagamentos mais parecidos com uma assinatura para ter acesso a um serviço do que com a compra de um produto. Alguns anos atrás, talvez soasse impossível aplicar o modelo a segmentos tradicionalmente habituados a trabalhar “por job”, como é o caso de certos serviços das agências digitais. Efetivamente, não é. A recorrência, na verdade, pode ser o principal aliado delas na sustentabilidade dos seus negócios.

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Depender da prestação de serviços pontuais é uma grande dor das agências digitais. Esse modelo dificulta estimativas de demanda no longo prazo e, principalmente, atrapalha qualquer espécie de planejamento financeiro. Não à toa, aumentar a carteira de clientes recorrentes foi eleito o principal desafio das agências para 2020*. Isso porque o modelo assegura que pelo menos parte da receita seja previsível, garantindo a sustentabilidade dos negócios. Fora isso, manter um relacionamento de longo prazo também eleva as chances de vender novamente para os mesmos clientes – com um custo menor do que adquirir novos contratos.

Presença online por assinatura

Pode soar contra-intuitivo, mas mesmo serviços como a criação de sites podem ser vendidos em um modelo semelhante ao de assinaturas. Pense na situação em que um pequeno empreendedor esteja em busca de presença online para seu novo negócio. Para que possa fazer anúncios pagos, investir em conteúdo para blog ou apostar na gestão de suas redes sociais (que são, esses sim, serviços de marketing digital recorrentes para as agências) o primeiro passo é ter um site. Como criar sites normalmente não é o foco das agências, é comum que indiquem um profissional externo ou demandem uma equipe especializada para um serviço que tipicamente é pontual.

Daí derivam alguns problemas. Colocar um site no ar costuma ser demorado e caro. O pequeno empreendedor, que precisava de presença digital, logo sente que gastou tempo e dinheiro demais só com o primeiro passo. Para compensar, ou busca alguém mais barato para os próximos serviços de marketing digital, ou improvisa internamente com a própria equipe, ou simplesmente adia os planos (quando não desiste deles). Conclusão: a agência perde a oportunidade de vender seus produtos e serviços de marketing digital para esse cliente potencial.

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O que aconteceria se a criação de sites fosse assumida pela agência digital em um modelo de recorrência? Usando tecnologia de ponta, é possível fazer isso de maneira escalável, precificando o serviço de forma recorrente. A agência poderia, por exemplo, reduzir o valor cobrado na entrega de um site e diluir a diferença em mensalidades que abranjam também serviços de manutenção (como hospedagem, backup ou segurança). Ou poderia oferecer uma revisão de funcionalidades e layout das páginas a cada ano, na época da renovação de um contrato com pagamentos mensais. Poderia ainda estabelecer diferentes pacotes de serviços de marketing digital, por assinatura, que incluíssem a criação do site.

Pacotes que cabem no bolso

A sensação de que o preço de um conjunto de serviços “cabe no bolso” (assim como as parcelas de uma geladeira comprada no crediário) pode ser decisiva para um pequeno empreendedor contratar uma agência digital. Se estiverem dispostas a mudar a forma como sempre cobraram por certos trabalhos, buscando ferramentas tecnológicas que permitam ampliar seu rol de ofertas sem acrescentar custos fixos elevados, as agências digitais tendem a se beneficiar. As chances de conseguir reter e fidelizar os clientes aumentam. Fora o alívio nas contas, considerando a previsibilidade da receita e dos custos das entregas que precisarão ser feitas ao longo do contrato.

Estarão os clientes brasileiros preparados para contratar serviços como a criação de sites em um modelo de recorrência? Respondo essa pergunta com outra: por que não estariam? Em mercados maduros, como o norte-americano, a recorrência é a regra entre as agências digitais e os jobs, a exceção. Uma assinatura normalmente garante ao cliente ser abastecido com o que há de mais moderno e atualizado no segmento que for – voltemos aos exemplos de Netflix, OneDrive e Spotify. Não seria diferente com as agências. Quanto vale não ter de se preocupar com a manutenção do site? Ou ganhar um site novo todos os anos? Ou ter uma agência que conheça seu negócio, oferecendo todos os produtos e serviços necessários a cada passo da jornada digital? Convencer clientes não é a parte difícil. O maior desafio talvez seja convencer as próprias agências.

* Panorama Agências Digitais Brasil 2020 (Resultados Digitais e Rock Content)

Duda é uma empresa de tecnologia do Vale do Silício que desenvolve soluções para criação de sites de alta performance, com foco em agências digitais e plataformas SaaS.

Fonte: Dialetto – Mariana Segala

Empresas devem ser influenciadoras

Empresas precisam atuar mais como influenciadoras na era da Transformação Digital

“As pessoas estão procurando marcas e produtos que tenham ligação com suas próprias causas. Como as empresas devem se preparar para corresponder a estas expectativas?”,questiona Raíssa Garifalakis, Business Strategy Designer do CESAR, durante palestra “O Novo consumidor: conectado e em rede”, na HSM Expo 2019. Para a especialista, as compras são cada vez mais motivadas pelo aspecto emocional, e quem não começar desde já a aprender como se movimentar neste novo cenário corre sério risco de perder a relevância.

Raíssa Garifalakis, do CESAR, Bia Granja, da YouPix, e Laureane Cavalcanti, da DeepDive (Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação)

Segundo a fundadora da DeepDive, Laureane Cavalcanti. um dos primeiros passos que precisam ser dados é agir rapidamente para obter uma definição clara sobre a essência da marca. Aquilo que é sua verdadeira causa. Quando isso fica claro, não só o consumidor, mas também os colaboradores, quando são contratados, já entram com vontade de defender a causa juntos. “Essa é uma preocupação que já começa a tomar conta da agenda dos altos executivos e executivas das companhias”, disse.

Hoje em dia a verdade sempre aparece

Mas de nada adianta ter um discurso engajado por fora e não praticar aquilo internamente. “Tenho conversado com muitas empresas que afirmam querer fazer estratégias de comunicação defendendo algum tipo de causa sensível. Quando isso acontece normalmente eu pergunto: mas como esse tema é trabalho dentro da companhia? Vocês já atuam da maneira que querem que as pessoas atuem? Neste momento a resposta muitas vezes é: não. Isso nós ainda não fazemos. Neste caso a orientação é: então não faça essa comunicação, porque hoje em dia a verdade sempre aparece”, destaca a cofundadora e CCO da YOUPIX, Bia Granja.

A especialista pondera que, para se conectar ao novo consumidor, as empresas precisam atuar verdadeiramente como influenciadoras, e isto significa ser relevante na vida da pessoa ao ponto de ela promover mudanças em seu comportamento em função do conteúdo que a marca oferece.

Na construção de branding estão caindo os conceitos de B2B e B2C. “Agora, praticamente todas as relações se integram a uma abordagem P2P. É de pessoa para a pessoa. Mesmo quando envolve apenas empresas, de fato, na prática, trata-se de uma pessoa falando com outra pessoa. Sendo assim, as relações pessoais voltam a ser relevantes para a estratégia”, adverte Laureane.

Em sua avaliação as empresas sempre tiveram um comportamento de ditar as regras. Elas determinavam o preço e como seria o produto. “Isso não será mais assim”, sentenciou. “Por isso, não adianta querer fazer transformação digital se a companhia nunca teve nem relacionamento com as pessoas por meio das redes sociais. A customização é fatal e será necessária, mas não dá para se atrever a oferecer conteúdo customizado se você não tiver conhecimento do consumidor”, completou, declarando que precisa haver bom senso.

É preciso ter plena certeza se a pessoa que vai receber o conteúdo tem algum interesse real sobre a sua marca. “Ninguém quer mais ter uma caixa de e-mail com mais de mil mensagens não lidas porque empresas que nunca ouvimos falar ficam nos mandando promoções de produtos nos quais nós não temos o menor interesse”,pondera a executiva.

As organizações, contudo, não podem cair na tentação de colocar suas necessidades em primeiro lugar. “Investir em esforços para agradar investidores, se posicionar para uma situação agradável na imprensa. Isto tudo já teve o seu valor, mas estamos em um novo tempo”, sentencia.

As empresas precisam ouvir as pessoas

Bia destaca que 84% das conversas que as pessoas têm atualmente não são detectadas por nenhum tipo de mecanismo de buscas. Elas são feitas em ambientes independentes como grupos de Whatsapp e outras plataformas. Assim, fica cada vez mais difícil monitorar o que os consumidores estão falando sobre as empresas.

“Algumas companhias já estão usando inclusive o conceito de morning briefings, no qual são feitas reuniões diárias e as pessoas trazem informações sobre os temas em que estão envolvidas. Se as empresas não circulam nestes meios, as pessoas estão circulando. Então as empresas precisam ouvir as pessoas”, explica.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Ana Carol Cortez

Os melhores aplicativos para vídeo no celular

Especialista aponta 5 aplicativos para fazer vídeos incríveis usando o celular

Os celulares hoje em dia têm apresentado câmeras com cada vez mais resolução e qualidade de vídeo, o que ajuda a capturar os melhores momentos daquela sua viagem especial com amigos, família e até mesmo sozinho. No entanto, editar estes vídeos sem o auxílio de um computador pode ser uma tarefa difícil se você não tiver o aplicativo certo para a tarefa.

O filmmaker Gabriel Queiroz, conhecido pelo projeto WeGoFilm, revela que para fazer boas edições pode não ser necessário ser um expert em softwares profissionais e nem mesmo ter um computador à mão: “com o aumento do uso do celular e também do poder de processamento dos mesmos, é possível fazer boas edições usando o próprio aparelho, sem necessariamente ser um expert. Dentro das limitações do formato e de captação, é possível fazer bons videos usando apenas o celular sim”, comenta

Gabriel Queiroz

Gabriel conta que com os mais recentes softwares disponíveis nas lojas de aplicativos das principais plataformas, como iOS e Android, é possível transformar todo o conteúdo gravado com o celular em vídeos com efeitos de transição, apresentações em slides e até mesmo trilha sonora.

O filmmaker fez uma lista com cinco dos aplicativos melhor avaliados pelos usuários e disponíveis para iPhone e celulares Android. Confira:

1- Quik

O Quik é um aplicativo de edição desenvolvido pela GoPro, que pode ser usado com vídeos feitos em praticamente qualquer aparelho, não somente com a famosa câmera GoPro. Através do app é possível juntar vídeos, fazer apresentações com fotos, aplicar transições, colocar uma trilha sonora, legendas, textos, sem precisar ter prévia experiência com edição de vídeos, de uma forma intuitiva.O app é totalmente gratuito.

2 – FilmoraGo

O FilmoraGo procura trazer para a experiência mobile a mesma interface e experiência do usuários das suas versões para Windows e macOS e permite a edição de vídeos e apresentações até mesmo a partir de postagens do Facebook e do Instagram.

O app é um editor de vídeo poderoso e traz diversas ferramentas especializadas e filtros, embora seja bastante simples de usar graças a opções de automatização e sugestões. O FilmoraGo é gratuito, mas oferece compras no app de filtros adicionais.

3- Adobe Premiere Clip

Disponível para Android e iPhone, o Premiere Clip tem uma interface intuitiva e simplificada, oferecendo recursos automatizados, O app é gratuito e oferece 2 GB de armazenamento gratuito na nuvem, através da conta Creative Cloud.

4- YouCut

Exclusivo para usuário do sistema Android, o YouCut é um dos aplicativos mais bem cotados desta lista. Suas ferramentas permitem cortar e unir vídeos, inserir trilha sonora, molduras, efeitos e transições em suas apresentações. Ele conta com um compressor de vídeo, voltado especificamente para o compartilhamento dos arquivos em apps de mensagens instantâneas, como WhatsApp e Telegram, principalmente para evitar o consumo da franquia de dados desnecessariamente. O YouCut é gratuito, mas mostra propaganda durante a utilização. Para se livrar dos anúncios é preciso pagar R$ 9,99.

5- iMovie

Exclusivo para os usuários de iPhone, o iMovie é uma ferramenta poderosa e feita sob medida para os usuários do iOS. Com o iMovie, é possível fazer edições e até mesmo trailers com aspecto cinematográficos usando seus videos gravados no aparelho, com direito a trilhas sonoras licenciadas. A vantagem do aplicativo é sua integração com o macOS e o iOS, assim se você tem um Mac, tem acesso facilitado à sua biblioteca e ao conteúdo armazenado no iCloud, O iMovie se tornou gratuito desde 2017.

Fonte: MF Press Global – Fabiano de Abreu

Pra ficar ligado! Dicas de conteúdo

Quer ficar sintonizado com novas tecnologias, marketing e comunicação? Veja essas dicas de conteúdo

por Josué Brazil

Não são poucas as vezes em que meus alunos e até alguns ex alunos me pedem dicas sobre o que ler, ouvir e assistir para ficar sintonizado com as novidades e tendências do mundo do marketing e da comunicação. Então resolvi dar algumas dicas aqui no blog.

Está cada vez mais evidente que entender de tecnologia fará toda a diferença. Na verdade já está fazendo. Então algumas dicas vão nessa direção também. Vamos lá!

Um bom caminho é assinar algumas newsletters. Recomendo ao menos três que são gratuitas. A primeira é a Think With Google. Normalmente eles enviam um pacote com dois ou três artigos repletos de dados e insights do Google. Ajudam demais a entender cenários e tendências.

A segunda newsletter que recomendo é a Morse, editada pelo pessoal da Hands Mobile. Atualidades do mundo digital e mobile com linguagem leve e textos curtos. Muito bom!

E a terceira newsletter que recomendo é a do Gabriel Ishida. Baita profissional, o Gabriel fala de marketing e publicidade digital, plataformas, últimas notícias etc. Também com texto leve, fácil e pra consumir rapidinho.

Outra formato de conteúdo interessante é o podcast. E aqui vou indicar dois bem interessantes. Primeiro vou repetir a dica em relação a Morse, pois eles também tem um podcast bem bacanudo e que vale a pena ouvir. Notícias e entrevistas com gente fera da área de tecnologia e negócios.O segundo podcast é o Código Aberto, da Brainstorm 9 (ou B9). Eles entrevistam muita gente interessante e importante das áreas de propaganda, marketing, comunicação e tecnologia.

Outra coisa legal é acompanhar bons documentários. Fico caçando bons documentários no Netflix. Algumas indicações:

– Abstract – The art of design – A primeira temporada foi muito boa e eles acabaram de disponibilizar a segunda. Já assisti a dois episódios desta nova temporada e eles mantiveram o ótimo nível da primeira. Caso você curta design e goste de referências de diferentes áreas pra se inspirar essa série documental é obrigatória

– Como o cérebro cria – esse documentário desvenda ( ou tenta desvendar)os mistérios da inventividade e criatividade humanas e para tanto mostra diversas atividades artísticas e a relação do processo criativo com as capacidades de nosso cérebro. Ótimo ritmo e edição. Gostoso de assistir.

– Está tudo nos números – já que só se fala de Big Data, IA, Analytics, algoritmos e dados, nada melhor do que um documentários que mostre o universo dos números. Bem bacana e quase que obrigatório para que o povo de humanas se aproxime e passe a gostar um pouco mais dos números.

Acho que por enquanto tá bom! Tente degustar alguns destes conteúdos. Vai valer a pena!

Plataforma desenvolvida na região integra Google

mLabs integra Google Meu Negócio à sua plataforma

Completando a missão de inclusão de pequenos negócios no universo digital, a mLabs, startup que oferece recursos para gerenciamento de redes sociais e que há pouco recebeu um aporte de R$ 4 milhões da Domo Invest, anuncia a integração do Google Meu Negócio, plataforma do Google para as pequenas e médias empresas gerenciarem sua presença on-line na Busca e no Google Maps, à sua solução.

Com pouco mais de quatro anos de operação, a mLabs já contabiliza quase 100 mil companhias fazendo uso da solução — entre agências de publicidade, social media e jornalistas. A empresa oferece agendamento de posts, analytics, produção de relatórios, workflow para aprovação de posts e funções exclusivas no LinkedIn. Agora, a empresa passa a ser uma das plataformas de gestão de redes sociais a incorporar o Google Meu Negócio.

Segundo o Rafael Kiso, fundador da mLabs, a nova ferramenta ajudará o micro e o pequeno negócio a completar efetivamente sua presença digital. “Um pequeno empresário deve ser encontrado no Google, e, com essa integração, a jornada estará completa”, afirma Kiso. Prova de que a função vem para ajudar os empresários é a recente pesquisa divulgada pelo próprio Google, que aponta que 96% dos brasileiros usam a Busca do Google antes de escolher uma empresa para ligar ou visitar. Para mais detalhes de como usar a plataforma clique aqui.

Mais informações sobre os benefícios do Google Meu Negócio:

  • Oferece a oportunidade de inserir informações precisas e atualizadas sobre a empresa, como horário de funcionamento, site, número de telefone e local;
  • Ajuda na interação com os clientes, por meio da postagem de fotos (produtos e serviços), além de permitir troca de mensagens e resposta aos comentários dos clientes;
  • Auxilia na conquista de novos clientes, pois direciona os interessados para o site, telefone ou loja física da empresa.

Fonte: Emanoella Leite – Assessora de Imprensa

4ª edição do evento de Marketing Digital movimenta profissionais da área

Expectativa da organização é receber 120 participantes, no Parque Tecnológico de São José dos Campos

O evento de Marketing Digital em São José dos Campos, MiSanja, chega a sua 4ª edição, no dia 10 de outubro, no Parque Tecnológico. Com grande procura pelos profissionais de comunicação e marketing, o encontro tem como pauta central CRM ou Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Com expectativa de 120 participantes, o MiSanja é idealizado pelo Guichê Virtual, app líder na venda de passagens de ônibus pela internet, com sede em São José, e tem como principal objetivo fomentar os debates em marketing digital, customer experience, conteúdo e performance no Vale do Paraíba.

Nesta edição, o MiSanja contará com a participação de Carlos Alberto Droga Junior, da Quero Educação, e Felipe Faccio da Convert Rocks.

Parceiros

O MiSanja nasceu no Guichê Virtual com a ideia de fomentar o marketing no ecossistema do Parahyba Valley e, por isso, conta com parcerias como o Nexus Hub. “Esse tipo de encontro fortalece o nosso ecossistema, porque é importante que tenhamos todos os tipos de eventos. Ele remete a um público criativo e ao marketing, um assunto que não é tão disseminado em nossa região. Além disso, as startups que estão incubadas e são aceleradas no Nexus podem usufruir dessa oportunidade e pessoas de fora tem a oportunidade de conhecer o trabalho que fazemos aqui”, completa Alexandre Barros, head do Nexus Hub, aceleradora e incubadora de startups do Parque Tecnológico.

Mais informações:

Inscrições aqui

Data: 10/10 (quinta-feira)

Horário: a partir das 18:30h

Local do evento: Parque Tecnológico – Dr. Altino Bondensan, 500 – Bloco Nexus, São José dos Campos – SP, 12247-016

Hora e vez do Data-Driven Marketing

Data-Driven Marketing: por que é o momento de adotar a estratégia

por Cristian Townsend, fundador e CEO da Osorno Analytics, startup de Account-Based Marketing, Big Data e Inteligência Artificial, com foco em Marketing e Vendas

Seu negócio é moldado por dados. Pelos dados internos de desempenho de cada área. Dados de mercado e tendências do seu segmento. Dados sobre o conteúdo que seu cliente consome antes de decidir entre você e um concorrente. E se você não domina esses dados, seu negócio vai ser moldado por quem os domina. Esta é a premissa por trás do conceito de Data-Driven: tornar sua empresa mais competitiva através da habilidade de tomar cada vez mais decisões baseadas em dados.

O conceito não é novo. Com certeza você já recebeu uma sugestão de compra baseada em suas pesquisas online ou no seu histórico de compras. Mas em vendas B2B o desafio é maior. O cliente não é sensível a promoções, não existe apelo de compra por oportunidade, o ciclo de vendas é longo e depende de vários decisores de diferentes áreas.

No mercado B2B, estamos hoje em uma janela de oportunidade para adoção de estratégias Data-Driven. A tecnologia existente capaz de tratar a complexidade das vendas B2B de forma confiável está mais acessível. Mas ainda é nova o suficiente a ponto de não haver empresas se destacando em seu uso.

Estratégia Data-Driven:

Comece pequeno
Mudar toda sua estratégia de Marketing e Vendas de uma vez é receita para o fracasso. Eleja um universo menor como um canal, uma linha de produtos ou um segmento de clientes. Você terá menos pessoas envolvidas na mudança e terá respostas mais rápidas sobre o que funciona e o que é perda de tempo.

Dê o exemplo (ou estratégia top-down)
Não espere que a estratégia seja integralmente conduzida pela equipe que cuida do dia-a-dia das vendas. A alta direção da empresa deve estar engajada com a mudança e ciente de que os primeiros resultados podem ser decepcionantes. Se não houver acompanhamento ou se a cobrança por resultados de curto prazo for muito alta, as equipes rapidamente voltam a operar da forma que já estavam acostumadas.

Derrube as barreiras entre Marketing e Vendas
Mais lead é igual a mais vendas, certo? Nem sempre. Mais leads também significa mais esforço de qualificação e, geralmente, uma menor taxa de conversão. Vendedores não gostam de perder tempo com o que não dá dinheiro. Bastam poucas reuniões não qualificadas para eles perderem o interesse nos leads vindos de marketing. Este deve ser capaz de passar a vendas o lead que ela quer. E vendas não deve ser apenas um cliente interno de marketing, mas deve estar envolvida nas definições da estratégia e ser co-responsável em melhorar a qualidade deste lead.

O trabalho integrado dessas equipes deve levar em consideração dois objetivos básicos:
– Não gastar recursos (financeiros ou humanos) em leads que não estão disponíveis ou qualificados para comprar
– Ser capaz de identificar os primeiros sinais de que um lead deixou de ser alguém “apenas fuçando” e tornou-se um lead qualificado e disponível para consumir seus produtos e serviços

Tendo as respostas que se espera, os objetivos a serem atendidos e a equipe preparada; podemos seguir com o aspecto tecnológico de uma estratégia Data Driven.

Não é uma demanda de TI
Seu departamento de tecnologia pode ser um grande aliado para avaliar ferramentas de mercado. Mas ele não irá além do aspecto técnico. Deixe a cargo deles apenas as questões de integração e performance. Só o time que define a estratégia é que pode avaliar se uma ferramenta tem capacidade de atender aos objetivos da empresa. Não se encante com a ferramenta. Escolha a melhor tecnologia sempre considerando o quanto ela é aderente à sua estratégia e o quanto pode contribuir para seus objetivos.

Transformação digital
75% da decisão de compra ocorre antes de o cliente entrar em contato com um fornecedor. Seu cliente estuda por conta e você deve ajudá-lo a se educar. Você precisa ser capaz de identificar quando e como seu cliente consome conteúdo e qual o melhor momento para abordá-lo.

Saneamento da base de dados
Provavelmente seus dados não estão prontos para te entregar insights. Eles podem estar desatualizados, duplicados ou até serem insuficientes. Mas não se preocupe, seus concorrentes enfrentam o mesmo problema. Você pode enriquecer seu CRM com uma base comprada. Mas isto é uma medida paliativa; você ainda precisa de uma política interna para manter seus dados saneados, ou logo terá problema novamente.

Data Driven não é Analytics
Ferramentas de Analytics são importantes. Elas ajudam a entender o que está acontecendo e a otimizar o seu negócio. Para tornar-se uma empresa Data Driven, sua tecnologia deve ir além do “medir, testar e avaliar”.

Trabalhe insights e busque perguntas que pareciam impossíveis de serem respondidas:
– Qual os 100 melhores leads do meu CRM? Porque eles são os melhores?
– Quais as chances de eu fechar esta oportunidade se eu der um desconto? E se eu não der?
– Existe algum segmento que nunca atuei, mas que tenha grande potencial de compra?
– Em quais clientes eu posso fechar uma oportunidade mais rapidamente?
– Qual produto pode ser mais interessante para esta conta que nunca tive contato?

Faça do seu jeito
Por fim, tenha em mente que não existe uma fórmula pronta. Nenhum passo-a-passo vai ser 100% aderente ao negócio. Entenda como os seus clientes e seus funcionários respondem às estratégias adotadas e não tenha medo de ajustá-las quantas vezes for necessário. Data-Driven não é um processo, é um mindset.

Evento reúne desenvolvedores

Evento reúne desenvolvedores do Vale do Paraíba em São José dos Campos

Com apoio do Guichê Virtual, encontro acontece no próximo sábado, na Unesp Odonto

No próximo sábado (14), desenvolvedores do Vale do Paraíba se reúnem no JugVale para trocar experiências sobre programação e tecnologia. O evento acontece na Unesp de São José dos Campos, das 08h às 18h. Para participar, basta se inscrever no site oficial do evento e levar um quilo de alimento não perecível no dia do evento.

O encontro será realizado em parceria com o Guichê Virtual – aplicativo líder na venda de passagens de ônibus pela internet, que acredita na importância dos eventos para a comunidade de desenvolvedores do Vale. “São José é naturalmente uma cidade tecnológica e, por isso, apoiar e participar esse tipo de evento é importante para fomentar ainda mais essa cultura na cidade”, comenta Rodrigo Barbosa, CTO do Guichê Virtual.

Na programação, Jether Nascimento fará uma introdução a micro serviços com Spring Cloud; Ana Beatriz Neri coordena um papo sobre JVM por debaixo dos panos e Marco Ferreira ocupa o palco para falar sobre “O caminho para a sua primeira contribuição Open Source”. Outros talkers são Pedro Cavalério, com “Java: o caminho das pedras”; Fabi Rodrigues, com “E tá tudo bem: um bate-papo sobre Burnout, ansiedade e Síndrome do Impostor”. Além desses, João Vitor Santos falará sobre o desenvolvimento mobile híbrido aplicado na prática e Giovane Liberato com “Refatorando com a API funcional do Java”.

Fonte: Guichê Virtual – Alice Ferreira

Para encantar clientes no ambiente digital

3 estratégias para encantar e fidelizar o cliente digital

por Rafael Souza, diretor de serviços da XGEN, especializada em plataformas de Inteligência Artificial para canais de atendimento

Não é novidade que o cliente mudou. Agora, ele é mais exigente, mais móvel, multitarefa e está o tempo todo conectado. Para fidelizar o novo cliente digital, há 3 principais estratégias que você precisa adotar:

Garanta atendimento de excelência em todos os canais
Já passamos da época em que a empresa determinava o canal de comunicação. Agora, o cliente tem papel fundamental nesse processo.
É ele quem define a forma e o meio mais conveniente para tratar sua necessidade. Portanto, a disponibilidade da empresa em todos os canais de atendimento tornou-se uma condição básica. Contudo, tão importante quanto estar presente e disponível em todos os canais é garantir que o tratamento de um assunto possa fluir sem problemas por todos eles, pois o cliente pode iniciar a interação por determinado canal e migrar para outros durante o ciclo de uma tratativa. E para gerenciar e atender às interações nos múltiplos canais de forma integrada e sem impactos, é preciso uma estratégia omnichannel. Na prática, o cliente pode interagir por diversos canais, e a função mais básica de uma plataforma omnichannel é garantir a continuidade e a visão integrada do atendimento nessa jornada. Segundo o Estudo Ovum, 74% dos consumidores usam pelo menos 3 canais ao interagir com uma empresa.

Esteja sempre à frente das inovações tecnológicas
A agilidade das inovações tecnológicas exige atualização constante, e é fundamental que as empresas estejam atentas:

– Multicanalidade: No mundo digital, ninguém consegue impor ao cliente a forma de chegar à empresa. O consumidor quer escolher o canal de menor custo e usar as aplicações às quais está acostumado. Se o cliente quer fazer pedidos pelo Facebook, negociar crédito pelo WhatsApp ou fazer tudo por SMS, esteja preparado para todas as alternativas.
– Inteligência artificial: Com o avanço da multicanalidade, também evoluíram as iniciativas e novas possibilidades de atendimento por meio da inteligência artificial. O amadurecimento das tecnologias de Entendimento de Linguagem Natural (NLU), os recursos de inteligência artificial disponíveis comercialmente e a possibilidade de máquinas emulando interações humanas chegam rapidamente ao dia a dia das companhias e de seus clientes.
– Gestão do conhecimento: Se a inteligência artificial, especialmente através dos chatbots, está solucionando as interações de baixa complexidade no atendimento aos clientes, é fato que as demandas com assuntos mais complexos são derivadas para o atendimento humano. Neste cenário, como fica o dia a dia das equipes de atendimento? A gestão do conhecimento combinada com o poder da inteligência artificial pode trazer surpreendentes resultados para colaboradores, além de evolução da performance operacional.

Adapte o processo ao cliente
Para gerar envolvimento, é preciso identificar o que realmente importa para o cliente. É ele quem define o nível de intensidade da relação que terá com determinada empresa. A partir do consumo de produtos e serviços, e das experiências de atendimento, os clientes definirão o nível de envolvimento com a marca, que poderá ser superficial ou intenso, frequente ou eventual. Perceber que expectativas e desejos são ouvidos e que suas necessidades são levadas a sério são aspectos bem relevantes na avaliação dos clientes. Segundo a Forrester, 77% dos consumidores dizem que valorizar seu tempo é a coisa mais importante que uma empresa pode fazer para proporcionar uma boa experiência.