Vamos em frente

O ritmo caiu. A vontade não!

Este blog vem fazendo um esforço para continuar trazendo informação e reflexão sobre as coisas que giram em torno de nossa linha editorial: propaganda, marketing, comunicação, inovação e negócios.

Fica óbvio para todos, entretanto, que o atual momento de reclusão impôs uma séria restrição das atividades de nosso setor, assim como o fez em praticamente todos os setores da atividade industrial.

A comunicação mercadológica vem dando belos exemplos aqui e ali. Várias empresas têm tido um posicionamento exemplar no enfrentamento da pandemia do Covi 19. E várias peças e ações muito bacanas estão surgindo.

Seguimos na luta para trazer novidades e conhecimento. Naturalmente também estamos experimentando uma queda no ritmo de postagens, já que não tem acontecido muita coisa. Mas estamos atentos e fortes.

Cuidem-se!

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Quais são os desafios numa era de carreiras digitais

Futuro do Trabalho: Os desafios de carreira na era digital

*Por Valdir Scalabrin Superintendente do Instituto da Via de Acesso

A tecnologia impôs mudanças rápidas em todas as áreas das nossas vidas. Cadernos deram lugar a tablets; lousa e giz têm há tempos sua versão digital; enciclopédias tornaram-se Wikipedia etc. A curva das inovações avança de forma progressiva. Enquanto as gerações de nossos pais, avós e bisavós passavam 20 ou 30 anos sem mudanças disruptivas, atualmente não há um dia sequer sem que alguma inovação seja anunciada ao mercado.

Imagem de Eluj por Pixabay

A internet alavancou a inovação a uma velocidade praticamente impossível de ser acompanhada. Segundo o Data Never Sleeps, relatório gerado anualmente desde 2013 pela empresa Domo, a estimativa é que em 2020 o universo digital atinja os 44 zettabytes e que cada pessoa no mundo gere 1.7 MB de dados por segundo. Este volume de dados não para de crescer, e a expectativa é que tenhamos cada vez mais informações disponíveis.

Associado a isso, temos o avanço da Inteligência Artificial que, segundo estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Microsoft, pode elevar a taxa de desemprego no país em 4 pontos percentuais nos próximos 15 anos, e, no cenário mais agressivo, considerando os empregados menos qualificados, esse aumento deve chegar a 5,14 pontos na taxa de desemprego e 1,56 ponto de aumento de empregos qualificados.

A estimativa do Fórum Econômico Mundial é um pouco mais preocupante. Segundo relatório de 2018 apresentado novamente em 2020, a taxa de automação no trabalho passa de 29% em 2018 para 42% em 2022 e deve ultrapassar os 52% em 2025. Essa taxa de automação influi diretamente no desemprego, por isso a necessidade de aprender novas habilidades tem sido ressaltada nos últimos anos.

Mas a situação não é para desespero, a tecnologia elimina empregos, mas também os cria. Segundo relatório anterior sobre Futuro do Trabalho do Fórum Econômico Mundial, as estimativas são de que 65% das crianças que estão começando a estudar hoje terão empregos que ainda não existem.

Não é por acaso que as teorias que aprendemos na universidade estão sendo revisitadas, reformuladas e até substituídas por algo inteiramente novo. A forma como nos relacionamos, trabalhamos, nos alimentamos ou, ainda, como nos transportamos, talvez esteja sendo alterada nesse exato momento por uma startup, que pode estar dando os últimos retoques no aplicativo que revolucionará nossas vidas, e isso, “mais uma vez”.

O grande desafio atualmente é o de estar sempre aprendendo novas habilidades, alimentando o ciclo do conhecimento e antenado com as novas tecnologias, para não correr o risco da obsolescência profissional e, consequentemente, o desemprego.

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Coluna “Discutindo a relação…”

Humanizar marcas: como fazer?

Uma das coisas que mais se discute em termos de marketing e comunicação atualmente é a questão da humanização das marcas. Em temos de mídias sociais e muita tecnologia digital, as pessoas querem dialogar com as marcas como se elas fossem pessoas, quebrando barreiras corporativas/institucionais.

O fato é que entender que os consumidores como pessoas é passo fundamental no chamado marketing centrado no ser humano, da mesma maneira que entender e expor o lado humano das marcas igualmente é.

O autor do livro Leaders without Titles (Líderes sem cargos), Stephen Sampsnon identificou seis atributos humanos responsáveis por cativar as demais pessoas, mesmo que não tenham autoridade sobre elas. Poderíamos afirmar que estes seis atributos meio que definem o tipo de ser humano completo capaz de servir como modelo.

Já Kotler, em seu Marketing 4.0, afirma que marcas que desejam sucesso em sua humanização e, por consequência, ampliar sua influência sobre seus públicos, devem buscar construir estes seis atributos.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os atributos humanos definidos por Sampson são: fisicalidade, intelectualidade, sociabilidade, emocionalidade, personalidade e moralidade. Vamos ver como elas podem ser aplicadas às marcas:

Fisicalidade – está relacionado a capacidade de ser atraente. Nas marcas devem possuir atrativos físicos: boas identidades visuais, bom design de produto e de embalagem, boa arquitetura e decoração dos pontos de venda físico, anúncios e comerciais bem feitos e com estética apurada.

Intelectualidade – marcas com perfil inovador, capazes de entregar soluções para dores dos consumidores e propor produtos e serviços que outras marcas ainda sequer haviam imaginado.

Sociabilidade – marcas abertas a dialogar, a ouvir seus consumidores, a engajá-los com relacionamentos regulares em múltiplas mídias/canais. São marcas amigáveis e solícitas.

Emocionabilidade – marcas que trabalham as emoções, que buscam ser inspiradoras, bem humoradas, que apoiam seus consumidores em relação às dificuldades emocionais.

Personalidade – as marcas com personalidade forte têm clara noção do que representam para seus públicos. Sabem sua razão de ser, seu propósito. E trabalham isso em sua comunicação. Marcas com personalidade exalam autoconfiança e automotivação, mas não têm receio de expor suas fragilidades, seus possíveis erros.

Moralidade – as marcas que tem a coragem de fazer a coisa certa. São movidas por valores. Para estas marcas, o princípio ético norteia os negócios.

As marcas cada vez mais buscam adquirir qualidades humanas para ter mais consumidores na era do Marketing centrado no ser humano. Entender e tentar aplicar/construir estes seis atributos pode ser um ótimo rumo para chegar lá.

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Os carros elétricos estão chegando ao Vale do Paraíba

Carro elétrico da GM chega ao Vale

Os carros elétricos estão chegando ao Vale do Paraíba. Nesta quinta-feira (05), o primeiro Bolt, veículo elétrico da Chevrolet, foi entregue pela Veibras ao seu comprador.

O modelo é equipado com um motor elétrico de 203 cavalos de potência e é alimentado por uma bateria de íons de lítio de 60 KWh. A autonomia do Bolt varia de 416km, no ciclo americano e 520km no ciclo europeu. O Bolt ainda é equipado com 10 airbags, alerta de detecção de pedestre e central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay.

A recarga da bateria pode ser feita em uma tomada residencial, onde leva 40 horas para uma carga completa, em um wallbox, em que o tempo diminuiu para 9h, em um carregador rápido encontrado em shoppings e postos, em que a bateria vai de 0% a 80% em 1 hora ou de forma natural, com a regeneração da energia gerada pelas frenagens e desacelerações em energia elétrica.

Das 500 lojas da GM em todo o país, pouco mais de 20 vão receber o carro. Na região do Vale do Paraíba, a escolhida foi a Veibras, que disponibilizou o Bolt para test-drive e contará com recarregadores rápidos para que os proprietários do Bolt possam utilizar.

Nessa sexta (06), a Veibras também lança a sexta edição do concurso cultural “Possante Novo” com um grande evento na loja da concessionária em Caraguatatuba às 19h e com uma exposição de carros antigos a partir de sábado (09).

Fonte: Matéria&Mídia

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Vaga para trabalhar com conteúdo/e-commerce

Vaga para Assistente de Conteúdo (Cadastro de produtos E-commerce)

Descrição da vaga

Atuará no departamento de marketing junto a equipe responsável pelo cadastro de produtos no e-commerce com descrição detalhada dos produtos e elaboração de textos de recomendações.

Auxiliar na gestão da árvore de categoria sugerindo alteração e manutenções sempre que necessária.

Revisão e otimização constante dos cadastros.

Imagem de Diggity Marketing por Pixabay

AMBIENTE DE TRABALHO

O selecionado trabalhará junto a um time jovem, unido, inteligente, ambicioso e criativo – capaz de criar o ambiente de trabalho mais gratificante e estimulante possível.

DIA A DIA DA FUNÇÃO

• Cadastrar novos produtos no e-commerce com foco em otimização para os buscadores (SEO);

• Ajustar imagens do produto no Photoshop de acordo com e especificações e briefing;

• Haverá interação constante com o departamento de compras e fornecedores para obter informações de produtos;

• Revisão e análise constante da base de dados de cadastros.

PRÉ REQUISITOS

• Formação técnico ou superior nas áreas de marketing, publicidade propaganda e informática;

• Conhecimento básico em HTML e CSS;

• Conhecimento avançado em Excel / Google Sheets;

• Photoshop – Nível Intermediário;

PRINCIPAIS HABILIDADES

• Capacidade analítica bem desenvolvida;

• Boas noções de design e atenção aos detalhes;

• Perfil empreendedor e proativo;

• Espírito inovador e gosto pelo marketing digital, vendas e tecnologia;

• Gostar de trabalhar em equipe e ser participativo;

• Boa comunicação e pro atividade;

• Capacidade de análise crítica, engajamento e comprometimento;

• Apaixonado por novas tecnologias.

ITENS RELEVANTES, MAS NÃO SÃO OBRIGATÓRIOS:

• Inglês básico;

• Noções básicas em SEO;

• Ter trabalhado em e-commerce;

Enviar currículo para e-mail: rh_thais@yahoo.com com o assunto Vaga para Assistente de Conteúdo (Cadastro de produtos E-commerce)

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Coluna “Discutindo a relação…”

Mais do que nunca, para vencer é preciso dividir

Hoje ouvi mais um episódio de um dos meus podcasts favoritos, o The Shift. O tema do episódio (o podcast trata basicamente de disrupção) é cidades inteligentes e a entrevistada é Viviane Mansi, diretora de comunicação e sustentabilidade da Toyota para Latam e Caribe.

Viviane trouxe a informação de que a Toyota construiu uma cidade inteligente próxima ao Monte Fuji no Japão. A cidade funciona como um gigantesco laboratório de novas tecnologias e soluções. Sensacional!

Mais legal que a informação foi a frase que ela usou para explicar a opção da Toyota em deixar a cidade aberta a colaboradores e parceiros para desenvolvimento e implementação destas novas tecnologias e soluções: “para necessidades complexas soluções conjuntas”. Ou seja , a marca entende pra valer que num mundo onde as demandas serão cada vez mais sofisticadas e numerosas, a colaboração e a co-criação serão decisivas.

Ela também disse que esse pensamento funciona na montadora para tudo e não apenas para sua cidade laboratório. Abrir-se para parceiros e fornecedores de modo a buscar soluções inovadoras capazes de enfrentar demandas difíceis.

Tudo que foi discutido nesse episódio de The Shift reforça minha ideia de que em comunicação e marketing a busca por soluções compartilhadas, com equipes inclusivas e diversas, buscando e vendo nos parceiros e fornecedores co-criadores virou peça fundamental.

Ouça o podcast. Ouça podcasts! Vale muito a pena!

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Investimentos em digital vão ultrapassar os realizados nas mídias tradicionais

Brasil seguirá os passos dos EUA na publicidade digital

Lá fora os investimentos na internet já ultrapassaram os realizados nos meios tradicionais, o que deixa evidente que estar na mídia online é condição para o sucesso real independente do mercado de atuação

por Thiago Cavalcante*

Pela primeira vez, o investimento em publicidade digital superou o realizado nos meios tradicionais nos Estados Unidos, um feito importante para o setor que foi alcançado ano passado. Segundo levantamento da eMarketer, o mercado publicitário do setor no país recebeu cerca de US$ 130 bilhões em 2019, o que corresponde a um crescimento de 19% em relação ao ano anterior e a 54% do bolo total. Google e Facebook lideram como principal destino.

É uma tendência que deve se repetir no Brasil em algum momento. Muito embora, grosso modo, a distribuição de verba continue sendo puxada pela TV aberta, o movimento de expansão já sinaliza que não vai demorar muito.

O Conselho Executivo das Normas-Padrão, o Cenp, que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de publicidade do País, divulgou dados que ainda mantém a TV como líder, seguida por Internet e Mídia exterior.

Mas quando comparada às mídias tradicionais, a projeção de investimento em TV é de 5,5% de crescimento ao ano. Nos jornais e revistas, deve cair para 3% e 5% por ano, respectivamente. E, em mídias digitais, a expansão estimada é de 12% ao ano até 2021.

Parece desproporcional, mas faz todo sentido. A TV aberta fala para as massas enquanto na internet, graças à tecnologia programática, é possível uma segmentação inteligente. Assim, entende-se melhor o perfil dos consumidores para definir quem são os potenciais clientes e, a partir daí, criar mensagens personalizadas. Ao se direcionar a melhor mensagem ao canal mais adequado e, ao consumidor com maior chance de compra, se garante também a comprovação do retorno sobre o investimento, permitindo mensurar os resultados finais de cada ação com precisão.

Isso, contudo, não muda o ranking dos maiores anunciantes. Dados do Kantar Brasil mostram que o “top 5” setores entre os maiores anunciantes é formado por Comércio; Serviços ao Consumidor; Financeiro e securitário; Higiene pessoal e beleza; e Farmacêutico. Já o “top 5” categorias inclui Lojas de departamento; Supermercados, Hipermercados e Atacadistas; Campanhas públicas; Mercado Financeiro; e Mídia eletrônica.

O que é possível afirmar diante desse cenário é que ter presença digital é um pré-requisito básico para ter sucesso no mercado atual independentemente do setor. Isso porque o número de pessoas que têm acesso à internet vem crescendo dia após dia. São mais de 100 milhões de pessoas conectadas em todo o Brasil, somando mais de 63% dos domicílios do país. E as pessoas, de diferentes faixas-etárias e gênero, estão cada vez mais buscando soluções cotidianas nos meios digitais.

Pesquisa da SEO Trends estima um aumento de 70% de novos investimentos em marketing digital pelas empresas no País nos próximos anos. A estimativa foi feita baseada em análise de investimentos em publicidade móvel nos últimos cinco anos e revela como a internet, associada ao marketing digital, tem se tornado um lugar rentável.

As redes sociais também tiveram um grande impacto não só na forma como as empresas fazem publicidade, mas também no modo de se relacionar com seu público. Na internet, possuem a possibilidade de se posicionar de forma mais efetiva que nas plataformas tradicionais. Através do conteúdo produzido para Facebook e Instagram, por exemplo, a marca consegue afirmar sua personalidade, defender causas e se tornar mais popular.

O público exposto ao conteúdo se identifica com o posicionamento da empresa e passa a divulgar e defender o negócio. Além disso, as redes sociais são ferramentas excelentes para garantir um atendimento mais ágil e eficiente. Algo que antes demoraria horas para ser resolvido pelo telefone, hoje com ajuda do chat e direct, por exemplo, pode ser resolvido muito mais rápido.

Fora a agilidade, as redes sociais permitem que as empresas ofereçam atendimento cada vez mais personalizado, o que é essencial para a fidelização do cliente.

* Thiago Cavalcante é diretor de Novos Negócios e sócio-fundador da Adaction, startup especializada em ações de mídia digital, que tem na carteira clientes como Bradesco, Banco Next, Nestle e Bayer.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

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beepbeep inaugura estação no Colinas Shopping

Espaço oferece vaga exclusiva e carregador para carros elétricos

A beepbeep, primeira empresa de compartilhamento de carros 100% elétricos com aluguel por minuto, iniciou operação em São José dos Campos (SP) em dezembro, no modelo dockless (sem estações). Agora, a startup inova e acaba de inaugurar uma estação fixa e com carregador no Colinas Shopping.

A startup vai operar em um modelo misto, por dockless em região delimitada no app – no qual a pessoa pode iniciar e encerrar viagem em qualquer vaga pública onde não seja proibido estacionar – e por estações em locais privados – que terão carregadores para veículos elétricos e estacionamento liberado para os clientes da beepbeep. Nesses locais privados, os usuários precisam encerrar a viagem nas vagas exclusivas e sinalizadas.

No Colinas Shopping ficarão à disposição dos clientes duas vagas e um carregador de carga rápida em parceria com a empresa ABB. Uma vaga é exclusiva para veículos da beepbeep e a outra pode também ser utilizada para veículos elétricos particulares. A estação fica próxima à entrada do supermercado Pão de Açúcar.

“A operação nesses primeiros dois meses em São José dos Campos tem sido um sucesso, e a parceria com o Colinas Shopping, referência na cidade, nos permitirá dar continuidade à expansão e atender mais usuários, que já têm a consciência que o carro elétrico compartilhado auxilia muito na mobilidade, preservação do meio ambiente e na redução da poluição do ar”, comenta Fábio Fagionato, CEO e cofundador da beepbeep.

Sobre a beepbeep
Startup de tecnologia criada para melhorar a mobilidade urbana e a qualidade do ar nas cidades brasileiras, por meio da popularização do compartilhamento de veículos 100% elétricos, via aplicativo. A beepbeep começou as suas atividades em 2019, em São Paulo, e espera expandir para outros estados do Brasil já em 2020, melhorando o transporte nas grandes cidades e minimizando os efeitos da poluição do ar, por meio de compartilhamento acessível e prático. Mais informações: www.beepbeep.com.br

Fonte: CABANA | Suzane Rodrigues Ferreira

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CEO da Caoa Chery projeta oportunidades para empresários da RMVale

Caoa Chery projeta fabricação de 35 mil veículos em 2020

Número representa crescimento de 40% na produção em relação ao ano passado; dados foram revelados pelo CEO de empresa durante reunião do Desenvolve Vale

A primeira reunião de trabalho do Desenvolve Vale em 2020, no final de janeiro, contou com a presença do CEO da Caoa Chery, Marcio Alfonso, que ofereceu um panorama sobre os rumos da unidade fabril em Jacareí.

Marcio Alfonso e Kiko Sawaya

Realizada no espaço de reuniões do Amicci, casa de vinhos de São José dos Campos, o evento também recebeu o deputado federal Eduardo Cury (PSDB) e o prefeito de Jacareí, Izaias Santana (PSDB).

Alfonso afirmou que a empresa projeta a fabricação de 35 mil carros em 2020. O número é 40% maior do que a produção de 2019, que foi de 25 mil veículos. A capacidade de produção da unidade fabril de Jacareí é de 50 mil carros.

“Vamos lançar dois novos produtos neste primeiro semestre. São mais opções de compras, mais valor, mais conteúdo, mas sem um preço exorbitante. Esta tem sido nossa meta: oferecer tecnologia e valor agregado, mas por um preço que não saia da realidade”, disse.

Com o crescimento, a tendência é adicionar novos fornecedores à lista atual da montadora. A decisão faz parte de um programa de nacionalização da empresa, que pretende produzir cada vez mais em solo nacional.

“As parcerias com fornecedores nacionais são vitais, não podemos depender da importação muito intensa. Até porque o frete nos afeta diretamente no custo do produto final. Além disso, ainda temos que procurar exportar, o que é outra coisa importante para o equilíbrio financeiro da empresa”, afirmou Alfonso.

Esse contexto, de acordo com o CEO, favorece empresas da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, a RMVale, principalmente pela vocação da região na área de tecnologia e inovação. A Caoa Chery já conta com os serviços de cinco startups do Parque Tecnológico de São José dos Campos.

“Trata-se de uma região privilegiada, com jovens e empreendedores muito qualificados. Temos uma aproximação com um grupo de startups muito boas. A intenção é sempre continuar inovando, buscando parceria com esses jovens”, diz.

Negócios

Logo no início do evento, o deputado Eduardo Cury anunciou a criação de uma câmara de comércio Brasil-China no Vale do Paraíba. De acordo com ele, as conversas estão adiantadas. “É uma via para fomentar a exportação das empresas do Vale para este enorme mercado”, afirmou.

Os negócios com a China ainda foram ressaltados por Alfonso. Durante sua apresentação, ele se colocou à disposição dos empresários presentes para facilitar a criação de uma comitiva em visita para o país asiático.

“Ainda podemos alavancar uma parceria de tranding com a China. A empresa também realiza essas operações. Dessa forma, ajudamos a comprar produtos produzidos aqui, auxiliando na geração de emprego e renda”, disse o CEO.

Para o coordenador do Desenvolve Vale, Kiko Sawaya, atualmente não dá para crescer sem considerar o mercado chinês. Ele afirma que se animou com os números e as oportunidades que a Chery representa ao empresariado da região.

“Fiquei muito impressionado com os números apresentados e acredito que precisamos mesmo pensar em uma comitiva para visitar a China em busca de novas oportunidades.”

Fonte: CABANA | João Pedro Teles

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Pra melhorar o resultado melhore a experiência

Entenda a jornada e elimine a fricção

por Josué Brazil

Depois de muito ler, ouvir e assistir conteúdos diversos sobre os nossos tempos de marketing, comunicação e negócios estou amplamente convencido de que a coisa mais capaz de mover para cima o ponteirinho dos resultados de uma corporação é o forte, amplo e completo entendimento da jornada de seus consumidores/usuários/clientes.

Entender pra valer quem usufrui de seu produto ou serviço e buscar, com disciplina e vontade espartana, eliminar as dores e os pontos de fricção para tornar muito boa ou excelente a experiência do consumidor é o que podemos e devemos fazer para melhorar o desempenho dos clientes para os quais nossas consultorias e/ou agências trabalham.

Devemos mostrar aos clientes que reduzir atritos durante toda a jornada do consumidor é fator decisivo. E isso deve envolver a empresa toda e não um único departamento ou área.

O gargalo, por exemplo, pode estar nas formas de pagamento. Tenho exemplos de empresas que não entregam facilidades na hora de pagar. Em um momento da minha vida estava fazendo um curso e descobri que a única forma de pagar era retirar um boleto físico num ponto físico e após isso pagar em uma agência bancária. Além disso, o lugar para retirada do tal boleto não oferecia estacionamento, o atendimento era lento e você perdia um tempão tentando simplesmente pagar uma mensalidade do curso que você optou fazer. Fricção, atrito, experiência ruim.

O cliente deve estar consciente de que não pode transferir uma dificuldade ou falha de processo para quem compra e usa seu produto ou serviço. E uma análise acurada de todos os pontos de contato e todas as etapas da jornada de compra ajuda a identificar e reparar possíveis fricções.

Fazendo isso, eliminando o atrito, certamente os resultados vão melhorar. É claro que os outros fatores seguem sendo importantes: o produto ou serviço deve ter qualidade e entregar o que promete, deve estar disponível e a um preço adequado etc etc. Ou seja: os quatro e eternos Ps do marketing devem estar sob controle.

Buscar ferramentas novas e novos modos de fazer é fundamental. Não dá para as empresas continuarem repetindo processos que já dão claros sinais de fadiga e prazo de validade vencido. As tecnologias digitais ajudam e muito a tornar mais fácil e agradável a vida de quem compra produtos e serviços. Há muita coisa disponível – e barata – para auxiliar numa melhora grande de sua capacidade das corporações de entregar melhor o que oferta aos públicos. Ou seja, jogue fora o “sempre fizemos assim” e comece a pensar em possibilidades novas. Pra valer!

Muito mais do que anunciar e tornar amplamente conhecida uma marca você, como publicitário e profissional de marketing e/ou comunicação, deve mostrar às empresas para as quais presta trabalha ou presta serviço, que entender muito bem quem utiliza o que você disponibiliza é fator decisivo. E aí, uma vez entendida toda sua relação com esse público, encontrar maneiras de fazê-lo feliz, satisfeito e pronto pra fazer a apologia do que vivenciou ao escolher tal marca.

Posso estar errado, afinal tudo muda muito rápido e o tempo todo nesse mundinho que ora habitamos. Mas no momento penso muito assim.

Bora lá melhorar a experiência de nossos públicos?!

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