Neurociência e PDV

PDV e suas influências na decisão de compra

Entender o comportamento e as reações das pessoas no momento da compra é algo que o varejo busca há muitos anos. Mas como transformar o ponto de venda em um local capaz de proporcionar ao consumidor uma experiência de compra diferenciada e agradável, incrementando as possibilidades de vendas? A neurociência tem a resposta.

Esta vertente já é amplamente utilizada na concepção de tecnologias oferecidas pela RDS – Sell Out Expert, líder brasileira na oferta de soluções de Sell Out. O recurso faz toda a diferença no PDV em serviços de áudio e vídeo que incrementam a experiência dos consumidores nas lojas. Nesse sentido, a pesquisadora de Neurociência e estrategista de Marketing & Brand, Érica Ariano, fala sobre como a neurociência aplicada ao Marketing pode beneficiar ações no varejo e como a visão e audição influenciam na decisão de compra.

“O que vamos usar no varejo são estratégias e insights advindos da neurociência. É muito importante entender isso. Os resultados dessa ‘aplicação’ nos dizem, por exemplo, se a estratégia está sendo realmente eficaz para influenciar o consumidor. E, uma vez que ela é respaldada pela neurociência, conseguimos resultados melhores”, explica Érica. Veja mais o que diz a profissional a respeito do tema:

Neurociência no PDV – há duas formas de trabalhar a disciplina no PDV. O profissional capacitado pode identificar se a forma de apresentação de determinados itens ou a ambientação de uma loja é realmente adequada a melhor experiência do consumidor. Entre as técnicas mais usadas estão: pesquisas realizadas in loco e o uso de insights.

Emoções – a neurociência já provou que 95% das nossas decisões são emocionais. O varejo precisa se preocupar com a experiência do consumidor como um todo. Além disso, é fundamental entender quem é o seu consumidor e a resposta está no cérebro dele.

O efeito da marca – empresas que criam memórias no consumidor podem vender até 25% mais que as outras. Detalhes como música, iluminaçao e decoração influenciam na percepção do consumidor a respeito da marca dentro de um estabelecimento.

Abordagem multissensorial – os sentidos são a ligação dos humanos com o mundo externo. Os inputs recebidos (cores, sons, imagens, aromas etc) ativam emoções que levam a ação ou as brecam. Isso vale também para o ato de comprar e é dever do varejista aprender explorar esses sentidos para entregar uma melhor experiência ao consumidor.

Cuidado com a sonorização – sabemos por meio de diversos estudos que a música afeta nossas emoções. Usá-la de forma estratégica, com base nos conhecimentos que a neurociência nos fornece, é uma das coisas que precisa ser melhorada no varejo. Não basta colocar som em um estabelecimento para incrementar vendas. O que estimula a compra é a música certa, no ritmo certo, em adequação com o branding da empresa e de acordo com a estratégia que o varejo quer empregar naquele momento.

Sobre a RDS – Sell Out Expert: A RDS – Sell Out Expert é líder em soluções inteligentes que fortalecem a experiência de compra e as ações de marketing e comunicação no ponto de venda. A empresa, com 21 anos de mercado, é pioneira na criação e transmissão de canais de rádio e TV indoor para o varejo brasileiro. Entre seus clientes estão marcas como Rede Walmart Brasil, Ipiranga (AM/PM), Vivara, Coop, Centauro, Droga Raia e Panvel, entre outros. O portfólio de serviços da RDS inclui Ambientação Musical, Radio Indoor, Sell Out Radio, TV Indoor, Menu Board e Painéis & Grandes Telas. Atualmente, as soluções RDS estão presentes em mais de 50 mil pontos em todo o Brasil.

Fonte: Lucia faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Mulheres tem bom salário em social media, aponta pesquisa

Na contramão do mercado, 11% das mulheres ganham mais que homens em social media

Porém, mesmo ganhando mais e sendo maioria, mulheres não ocupam cargos de chefia

De acordo com a pesquisa “O Profissional de Inteligência em Mídias Sociais no Brasil” publicada no final de novembro, as mulheres são maioria no mercado de inteligência em social media, dominando 55% do setor, e mesmo assim, ainda não ocupam os cargos mais altos. Mas já é possível ver um avanço, pois comparando todas as faixas salariais, mulheres ganham a mais que os homens em 11% dos casos. Dentre as respondentes, não há mulheres que ganham mais de 20 salários mínimos ao mês na área.

A área está na contramão do mercado brasileiro, já que a pesquisa realizada neste ano pela Catho, aponta que a diferença salarial chega a ser 53% maior entre os homens. O realizador da pesquisa deste ano sobre o setor de mídias, Pedro Barreto, afirma que: “Estamos dando um passo incrível, ainda temos o que melhorar, é claro, mas é preciso que as novas áreas se desprendam do modelo arcaico do nosso mercado”.

O estudo demonstra que as mulheres não apenas ganham mais ou são maioria no setor, mas também possuem mais experiência na área, em geral, elas detêm 10% a mais de tempo de mercado do que os homens. Isso acontece porque as mulheres também se capacitam mais, 36% delas fizeram algum curso livre enquanto os homens representam 24%. No todo a capacitação em mídias sociais aumentou 6% comparado ao ano de 2017.

Para Gabriela Teixeira, que atua como analista de mídias e redes sociais há cinco anos, “Percebo que levamos mais tempo para sermos promovidas e por isso, ficamos mais tempo em cargos menores enquanto os homens vão crescendo mais rápido e, consequentemente, ganhando mais. Nós mulheres estamos sempre buscando novos conhecimentos. Eu pelo menos tenho o constante pensamento que preciso me especializar mais e mais”.

Dado importante também da pesquisa, mostra que 30% dos profissionais respondentes tem mais de 8 anos de experiência de mercado. “Isso corrobora a importância e seriedade do projeto em fornecer anualmente conteúdo estratégico para todo mercado”, finaliza Barreto.

Sobre a pesquisa

Em 2011, o pesquisador Tarcízio Silva realizou a primeira pesquisa sobre a área de mídias digitais, com o intuito de saber como as pessoas podem competir com sucesso, também foi Tarcízio quem produziu a segunda e terceira pesquisa da área, em 2012 e 2013. No ano seguinte, 2014, a produção foi feita pelo sergipano Júnior Siri, assim como em 2015. Em 2016 e 2017, a pesquisa foi conduzida por Ana Claúdia Zandavalle, e em novembro de 2018, ficou a encargo de Pedro Barreto.

Fonte: Arebo – Gabriela Guimarães
Assessora de Imprensa

As carteiras digitais já estão entre nós!

Carteiras digitais: O próximo passo da mobilidade

por Jean Christian Mies, presidente da Adyen para a América Latina

A evolução da tecnologia nos últimos anos vem mudando muita coisa: a forma como trabalhamos, como escutamos música, como nos conectamos a outras pessoas. Não seria diferente com a nossa relação com o dinheiro. Você se lembra da última vez que precisou fazer um saque no caixa eletrônico ou ter o cartão em mãos para fazer uma compra? Não foi só o dinheiro que se digitalizou, mas as nossas carteiras também.

Foto: Pixabay

No último ano, o Brasil passou a receber as chamadas ewallets, ou carteiras digitais, entre elas Google Pay™, Apple Pay e Samsung Pay. Imagine realizar compras nas lojas apenas encostando o smartphone em uma maquininha (POS), ou entrar em um novo site de compras em que todos os dados do seu cartão já estão cadastrados, sem que você tivesse que preencher longos formulários?

As demandas dos consumidores por praticidade e segurança se tornam cada vez mais sofisticadas e a tecnologia necessária para tornar isso realidade já existe. Não estamos falando de uma quebra de paradigmas, mas sim da união do uso inteligente de dados às tecnologias de mobilidade existentes para tornar os pagamentos imperceptíveis no nosso dia a dia.

Como funcionam?

As carteiras digitais são tecnologias desenvolvidas para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. São aplicativos baseados em softwares de criptografia que criam uma identidade digital (conhecida como token) com os dados financeiros. A tecnologia pode ser aplicada a qualquer site ou aplicativo de compras, basta clicar uma só vez na tela ou aproximar o aparelho de um terminal POS habilitado nas lojas físicas para que a carteira insira as informações tokenizadas e realize o pagamento.

E nada de senhas. As carteiras digitais foram desenvolvidas para serem muito mais seguras que a navegação online, já que utilizam um código PIN gerado na hora ou o reconhecimento biométrico digital ou facial para identificar e autorizar a transação. Ou seja, os detalhes do cartão se tornam desnecessários, sendo substituídos por um identificador de dados, exclusivo e criptografado. É um diferencial importante, especialmente se considerarmos que apenas 20% dos brasileiros se sentem completamente seguros ao realizar compras online, segundo estudo do SPC Brasil e da CNDL.

Foto: Pixabay

Para assegurar a usabilidade dessas tecnologias por outros aplicativos, sites e estabelecimentos, as carteiras utilizam APIs (Application Programming Interfaces) abertas. As APIs são estruturas de programação que servem como portas: elas permitem o fluxo de informação entre diferentes sistemas. No caso das ewallets, as APIs deixam que os dados bancários criptografados do smartphone sejam acessados pelo aplicativo, site ou POS da outra empresa. Nas lojas físicas, essa comunicação pode ser feita via aproximação NFC (Near Field Communication), bluetooth ou até mesmo via QR code – é só apontar a câmera para o código impresso, como é feito com as bicicletas compartilhadas da Yellow.

Sucesso em outros países

Substituir a carteira pelo smartphone já é uma realidade em muitas partes do mundo. Globalmente, cerca de 60% dos pagamentos processados pela Adyen já ocorrem via smartphones, impulsionados pelo uso das carteiras digitais. Segundo o estudo Global Payment Methods, da Adyen, aproximadamente 70% da população economicamente ativa da China já tem nas carteiras digitais o principal meio de pagamento.

As duas maiores ewallets do país, WeChat e Alipay, movimentaram cerca de 3 trilhões de dólares em transações em 2016. O método de pagamento foi adotado até mesmo por vendedores de barracas de comida de rua e por profissionais que trabalham com serviços e gorjetas, como garçons. Alguns já possuem até um QR Code estampado nos uniformes para essa finalidade. Fora dos negócios, os pais também passaram a dar mesada para os filhos por suas contas digitais. A pesquisa aponta ainda que outros países seguem a mesma tendência: 17% das transações feitas na Austrália e 14% das realizadas na Rússia já são feitas por ewallets.

Já nos Estados Unidos, a carteira digital Apple Pay se tornou um dos principais recursos para pagamentos da rede de farmácias Walgreens. A ewallet é tão popular que foi associada ao programa de fidelidade da marca para aplicar descontos. A Apple estima que até o final de 2018, 60% das lojas americanas estarão integradas com o método de pagamento.

Crescimento no Brasil

Apesar de ainda ser recente no Brasil, o uso do método de pagamentos cresceu 50% na plataforma da Adyen só nos últimos três meses. Estamos diante de uma transformação definitiva no uso de dinheiro físico e de cartões de crédito no país, e as carteiras digitais apareceram para liderar esse movimento.

O crescimento é resultado da conveniência e praticidade que elas fornecem ao consumidor. Do outro lado, o ganho dos varejistas também é maior com um novo canal para se relacionar com o cliente e com a segurança aliada à tecnologia. A combinação da tokenização com a tecnologia de reconhecimento de digital elimina quase que completamente o risco de fraudes e diminui exponencialmente a ocorrência de chargebacks, processo em que o banco cobra da empresa o valor de uma compra não reconhecida pelo titular do cartão, a fim de ressarci-lo.

Os pioneiros a adotar a tecnologia no país incluem empresas como Magazine Luiza, iFood, Dafiti e OLX. A expectativa é que, cada vez mais, outros setores além da mobilidade e do varejo se unam ao movimento. Se essas empresas, referências em inovação, escolheram seguir esse caminho, o que te impede de trilhá-lo também?

Fonte: Smart PR – Rodrigo Sérvulo

Varejista regional aposta em Omnichannel

Oscar Calçados é o primeiro varejista do Vale a apostar na estratégia Omnichannel

Há mais de 35 anos no mercado, a Oscar Calçados encontrou no sistema Omnichannel – já aplicado em grandes varejistas da Europa e Estados Unidos – a solução para fortalecer sua fidelização de clientes e ainda inovar em atendimento e experiência de compra.

Com 28 lojas no interior de São Paulo – São José dos Campos, Jacareí, Guaratinguetá, Taubaté, Mogi das Cruzes, Suzano, Pindamonhangaba, Lorena, Caraguatatuba, Araçatuba, Bauru e São José do Rio Preto – a rede emprega cerca de 1.700 colaboradores e possui mais de 2 milhões de clientes fidelizados pelo cartão próprio.

A estratégia Omnichannel se baseia no uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação, com o objetivo de estreitar a relação entre online e offline, aprimorando, assim, a experiência do cliente. Dessa forma, é possível comprar pelo site e retirar o produto em qualquer uma das lojas OSCAR. A loja do centro calçadão SJC, recém-inaugurada, utiliza um modelo único, no qual o cliente se dirige a um locker e apenas informando o cpf retira o produto comprado pelo site, sem interagir com uma pessoa. Foi um projeto desenvolvido especialmente para a Oscar.

Ainda em projeto piloto em 4 lojas, a Oscar vem inovando no atendimento aos clientes. Os vendedores passaram a usar celular para checar a disponibilidade do produto em estoque. Em seguida, o estoquista recebe o pedido feito pelo vendedor e desce o produto até o salão de vendas, agilizando o atendimento.

Outra característica notável nas lojas que já operam em Omnichannel é o visual merchandising, que apostou também no auto-atendimento. A maior parte dos produtos são expostos perto dos clientes, independente de vitrines, o que torna a experiência de compra mais próxima e interativa. Esse novo conceito de loja será ampliado ano que vem.

“Pretendemos reformar 10 lojas em 2019. E expandir o modelo de atendimento via celular. Para o início de 2019 temos previsão de lançar um aplicativo de ofertas. Onde os clientes poderão ativar os cupons de desconto e resgatar na loja em que desejar” conta Renan Constantino, diretor de marketing e e-commerce da Oscar Calçados.

A estratégia de transformar o consumo em uma experiência única e cada vez mais prática é um desafio que várias empresas, assim como a Oscar Calçados, estão tentando alcançar. Isso porque os consumidores estão mais exigentes e querem mais comodidade.

Fonte: Agência Cápsula – Cimey Gadelha

De olho na Digital Summit

Mais uma enviada especial do Publicitando

Conseguimos uma parceria com a aluna de quarto semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Thayná Felipe, para a cobertura da segunda edição neste ano do Digital Summit da Digital House.

Confira o que ela nos conta do evento!

Digital Summit by Thayná Felipe

No último sábado, 1º de dezembro, ocorreu em São Paulo o Digital Summit: Um evento sediado pela Digital House, que contou com quase 90 palestras que abordavam temas como programação, design, transformações digitais, tendências, empreendedorismo, educação, marketing, startups e muito mais!

A Digital House é um hub de educação para a formação de profissionais para o mercado digital, com cursos variados nas áreas citadas anteriormente. Ela sedia o evento pela segunda vez esse ano, movimentando a atenção de um grande público, principalmente devido a gratuidade de seus eventos e por contar com a participação de palestrantes de grandes marcas, como Vivo, Adobe, Twitter, IBM, Natura, Motorola e mais.

Confira qual foi a programação

Ao todo foram nove salas e um auditório principal patrocinado pela Band News, onde ocorriam palestras simultâneas desde 9h até às 19h, com o objetivo principal de trazer um bate papo e compartilhar conhecimento sobre as novas áreas e profissões que surgem e o que devemos fazer para acompanhar da melhor forma possível a rapidez com que as coisas têm se multado. “Já que não podemos parar a onda, o importante é apender a surfar”. Além disso, é uma ótima maneira de expandir a rede de contatos a aprender mais sobre áreas que talvez nem imaginássemos que pudessem estar tão próximas.

Na palestra sobre “As coordenadas dos Líderes na Era Digital”, Érico Azevedo mostrou a importância de nos treinarmos e desenvolvermos nosso potencial humano, uma vez que nossa capacidade de armazenamento de informações vem sendo substituída pela máquina. A lei do menor esforço faz com que não treinemos nossa memória – é fácil, só procurar no Google; nem nossa capacidade de orientação – se existe Wase e Google Maps, para quê me preocupar?

A difícil tarefa agora é usar todo potencial humano de inteligência (não usamos apenas 10% do nosso cérebro como muitos filmes apresentam e nem vamos começar a levitar coisas quando passarmos a usar todo nosso potencial, mas isso ainda nos diverte nas salas de cinema!). Assim, Érico citou teorias como “Lei de Moore”, “Segundo Cérebro”, “Gaiola de Faraday” e inclusive o filme “Ela (She)” para ilustrar a situação e dar dicas de como fazer para desenvolver o nosso potencial.

Em outro momento, na palestra de Juliana Janot, da F.biz, foi discutido “Como construir marcas na era da Hiperpersonalização?”. A palestrante trouxe grandes exemplos de marcas que têm se sobressaído devido a sua estratégia humanizada, como Burger King e KLM trabalhando exatamente no ponto de dor do cliente e para isso, ouvindo-o da maneira correta.

Hoje, não há mais espaço para estratégias do tipo in-out as marcar precisam cada vez mais oferecer produtos e serviços que facilitem sua vida, como é o caso do novo assistente por voz da KLM que faz o preenchimento de dados e a reserva da passagem de avião de maneira muito mais fácil e prática para o cliente e, além disso, ajuda em outro ponto de dor, que seria o de arrumar a mala.

Vídeos sobre o assunto aqui e aqui 

Em paralelo, mas com um objetivo diferente, Rafael Kiso, da MLabs, em sua palesta “Unbound Marketing – a estratégia do sucesso” falou sobre entender o consumidor e seu ponto de dor e trabalhar mais com um conteúdo que não seja empurrado a ele (Outbound) e sim o que ele busca e gosta (Inbound) e ainda ajuda a construir junto da marca (Unbound).

Para isso, precisamos cada vez mais criar conteúdos relevante que estimulem os consumidores e coloquem a marca no seu radar – o sucesso está no momento em que a pessoa para de rolar o feed para ver aquilo que lhe chamou a atenção! –. Ainda, o conteúdo tem que ser interessante e útil, ao ponto de a pessoa não apenas compartilhá-lo com quem está mais próximo, mas o publicar em seu feed para que uma cadeia de novos consumidores possam ver – preferencialmente com bons olhos.

Rafael dá dicas de ferramentas, técnicas, softwares, estratégias e muito mais para conquistar o sucesso da marca e torna-la líder, como foi ocorreu com o Pão Pullman Artesano do grupo Bimbo, case de sucesso no estado de São Paulo e em toda a América Latina.

Eventos como esse contribuem muito para renovação e formação de muitos profissionais, desde donos de pequenas e grandes empresas, startups, a funcionários e estudantes em busca de informações relevantes.

Parabéns à organização e estrutura do evento. E até os próximos anos.

Vaga de estágio em atendimento

Estágio em Atendimento

A Comentto está em busca de um profissional para preencher a vaga de atendimento.
Se você gosta de pessoas, novas tecnologias e busca uma rotina de trabalho flexível, envie seu CV e participe do nosso processo de seleção.

Requisitos Obrigatórios:
– Espanhol Avançado/ Intermediário
– Cursando Ensino Técnico ou Graduação

Características Pessoais:
– Boa Comunicação
– Educação
– Facilidade com dispositivos eletrônicos e tecnologia
– Facilidade em executar diferentes tarefas. Trabalho “sem rotina”

Valor da Bolsa de Estágio: R$ 1.200,00

Para atender bem ao consumidor 3.0

As melhores práticas para atender o consumidor moderno

Especialista destaca alguns aspectos fundamentais para quem quer atender as necessidades dos novos consumidores

A forma de consumo de produtos e serviços está mudando, muitas dessas mudanças se dão graças a era digital e a popularização da conexão. De acordo com Ricardo Zanlorenzi, fundador e CEO da Nexcore Tecnologia, os consumidores acabam de entrar em uma nova fase, a chamada fase 3.0. E a partir daí, como as empresas devem agir para atender da melhor maneira possível esse consumidor moderno?

“O consumidor 3.0 é ativo, conectado, crítico e bem informado. É comum que ele pesquise sobre as empresas, informe-se sobre os produtos e, principalmente, avalie suas experiências de compra e atendimento”, comenta o especialista. Para quem busca formas mais interessantes para se relacionar com os clientes, Zanlorenzi separou três dicas fundamentais:

Multicanalidade: O cliente entrará em contato com sua empresa por onde for mais fácil para ele, por isso, adapte-se. Esteja pronto para receber interações em todas as mídias e canais disponíveis. Para facilitar, procure uma opção de solução que integre o atendimento e torne o processo dinâmico e conectado.

Empatia: A chave de todo o atendimento para o consumidor 3.0 é gerar empatia, nosso objetivo é transformar clientes em embaixadores da marca. Segundo estudos, 88% dos cliente que foram bem atendidos avaliaram positivamente a experiência nas redes sociais, além de recomendar para amigos e familiares. Um atendimento adequado resulta em venda.

Agilidade: Atendimentos demorados podem custar uma venda. Mesmo se for uma dúvida simples pontual, ou um problema de maior complexibilidade, a operação de relacionamento precisa resolver a questão de forma ágil e dinâmica. Busque plataformas e soluções que analisam, automatizam e são integradas aos softwares que a sua operação já usa, são soluções responsáveis por deixar o seu operador focado no que realmente importa: atender bem o cliente.

Ricardo Zanlorenzi lembra, ainda, que com o avanço da tecnologia é fundamental que as empresas estejam de olho no mercado, nas novas tendências, e em meios que facilitem essa interação com o consumidor, evitando assim maiores prejuízos. “Um bom atendimento é fundamental para boas vendas, precisamos estar ligados nas novidades que o mercado oferece para atender o cliente da melhor maneira, trazendo resultados positivos a empresa”, completa.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Ana Ornellas

Plataforma em constante desenvolvimento

Kiso fala sobre a MLabs

Rafael Kiso é sócio do Grupo Focusnetworks e nos deu entrevista falando de uma das empresas do grupo, a mLabs. Aliás, mLabs também é o nome do principal produto da empresa.

Acompanhe a seguir o que o Rafael conversou conosco:

Rafael Kiso

1 – A mLabs é uma empresa do grupo Focusnetworks mas também dá nome a uma ferramenta para facilitar a vida de anunciantes no digital, correto? Explique um pouco a ideia da empresa e a ferramenta.

Rafael: A mLabs nasceu incubada dentro da Focusnetworks e reuniu os três pilares no qual temos maior experiência: Tecnologia, Comunicação e Marketing.

A mLabs foi criada em função de um propósito forte, que é fazer a inclusão de pequenos negócios através das redes sociais e ajudá-las a ter sucesso. Esse propósito surgiu em função de um olhar crítico meu ao longo dos últimos anos, onde eu via que as redes sociais eram democráticas, no entanto, somente grandes empresas estavam tendo sucesso, pois tinham dinheiro para acessar ferramentas profissionais e conhecimento, através de agências e/ou consultorias, para obter o sucesso.

Hoje em dia o sucesso é muito baseado em dados para melhor tomada de decisão, mesmo para se fazer um post. Portanto, ao ver que os pequenos negócios não tinha sucesso porque não tinham dinheiro e conhecimento, surgiu o insight de criar uma plataforma acessível, com o melhor custo benefício possível, compatível com as melhores ferramentas internacionais, porém pensada nos pequenos. Ou seja, tinha que ser algo simples, intuitivo e relevante para qualquer negócio.

Assim, nasceu a mLabs em Agosto de 2015, uma plataforma de gestão de redes sociais, que para muitos é uma ferramenta de produtividade, pois gerenciam diversas marcas nas redes, e para outros tantos, uma ferramenta mão na roda, pois auxilia de fato para obter melhores resultados de forma simples.

Através da mLabs é possível agendar e publicar posts, com recomendações de melhores dias, horários e formatos, é possível extrair relatórios completos e se comparar com concorrentes, fazer o atendimento ao cliente através do inbox de Instagram, messenger do Facebook e até mesmo WhatsApp, é possível criar processo de aprovação de posts para não ficar tudo bagunçado por e-mail. Uma das últimas novidades foi o lançamento do relatório de micro influenciador no Instagram, onde os negócios podem descobrir potenciais influenciadores digitais para fazer ações. Tudo isso por R$29,90/mês!

2 – Vocês têm implementado melhorias em MLabs. Como o mercado tem reagido?

Rafael: A cada mês lançamos alguma novidade que melhora o dia a dia de quem gerencia redes sociais. Esses lançamentos são estrategicamente pensados para ajudar os maiores pontos de dores do mercado, por isso, quando lançamos algo, o mercado faz barulho e vira o nosso promotor, pois sentem que estamos escutando e ajudando genuinamente. Nunca aumentamos o preço, apesar dos lançamentos.

3 – Há intenção de desenvolver novas ferramentas para o universo digital?

Rafael: O roadmap da mLabs é grande e temos trabalho até o final de 2020! Lançaremos muitas coisas e estamos ampliando constantemente o nosso time para acelerar as entregas. Não posso revelar o que vem por aí, mas pode ter certeza de que irá ajudar muitas empresas.

Coluna “Discutindo a relação…”

Os dados não vão nos impedir de errar… Que bom!

“Errar é só parte do processo de criar.”

Essa frase, dita por Ed Catmull, co fundador da Pixar e presidente da Disney e da Pixar, está na primeira página da Meio&Mensagem desta semana.

Ela é relevante, apesar de simples. Há muito entusiasmo com os dados nos dias atuais. E é justificável. Nunca pudemos reunir e tratar um volume tão grandioso de dados e informações. As tecnologias estão, sem dúvida nenhuma, ajudando muito (ia escrever ajudando pacas, mas essas expressões denunciam a antiguidade do escrevente).

É preciso que fique claro que toda essa maravilha aí presente não vai eliminar o erro. Mesmo com dados e tantos insights vindos da análise dos mesmos, o erro está logo ali, escondido atrás da próxima pilastra e pronto para nos dar um susto.

E é bom que sempre nos lembremos de que o erro deve continuar fazendo parte do processo criativo. Não se deve em hipótese alguma pensar em acabar com ele. Sou taxativo em relação a isso: todo processo criativo, de inovação, deve envolver erro(s).

Podemos e vamos ficar ficar mais assertivos em comunicação e marketing, mas errar faz parte do jogo. Os anunciantes terão que entender isso. Alguns já entenderam.

Uma excelente análise de uma grande quantidade de dados pode nos levar a bons insights. Sem dúvida. Daí pra frente nada pode garantir que teremos uma sucessão de acertos. Por uma ideia em pé, fazê-la realidade, é bem diferente. O processo criativo é tortuoso e até certo ponto deliciosamente caótico.

Essa semana fotografei e postei no perfil deste blog no Instagram a seguinte frase (também publicada no Meio&Mensagem, desta vez na semana passada, e parte de um artigo escrito por Alessandro Cauduro – sócio-fundador da W3haus:

“Enquanto as máquinas são infinitamente melhores que a gente em varrer grandes quantidades de dados e identificar padrões, nós temos a consciência e a capacidade de abstrair conceitos que ainda estão longe de se reproduzir no mundo binário.”

Bingo! É isso! Nossa capacidade de abstrair, de fabular, de conectar coisas absolutamente sem relação em um primeiro momento é, ainda, imbatível. E como não somos máquinas podemos e vamos errar. Aliás, leia o artigo, pois lá o Alessandro mostra que até as máquinas erram.

Temos que entender que para quem trabalha com processos criativos e inovação – não só em propaganda, comunicação e marketing – o uso de dados não pode virar um selo de garantia de “não erro”. Mais do que isso: devemos continuar ensinando que errar é fundamental!

E os dados? E o big data, e a Inteligência Artificial, e o machine learning e o deep learning? Serão sempre muito bem vindos, obrigado!

Perfomance é tema de evento

Marketing de Performance é tema central de conferência em São Paulo

Anunciantes, agências e especialistas discutem conceitos e ferramentas e compartilham conhecimento prático e estratégico para este momento de transformação digital nas empresas e na sociedade

No dia 27 de novembro, São Paulo recebe a Conferência Performance 2018. Promovido pelo Digitalks, o evento traz palestras, cases, workshop e Talk Show liderados por 15 palestrantes e executivos do mercado nacional.

O evento faz parte da São Paulo Tech Week 2018. Chegando a sua 4ª edição, a São Paulo Tech Week é o maior festival de inovação do Brasil e tem como objetivo posicionar São Paulo como maior hub de inovação da América Latina. Desde 2015, a cidade é presenteada com iniciativas e eventos que atraem e conectam milhares de talentos, empreendedores e investidores, promovendo oportunidades de negócios na cidade para empresários e investidores internacionais. Acesse www.saopaulotechweek.com e saiba mais.

De acordo com Gabriela Manzini, Head de Conteúdo do Digitalks, esta edição da Conferência Performance pretende aprofundar os assuntos que ajudam na conversão para as marcas. Serão abordados temas como Data-Science, Marketing Preditivo e o conjunto entre Mídia Programática, Mobile, Social e Vídeo. “A criatividade na hora de repensar campanhas também entra como uma importante tendência de marketing, em paralelo à estratégia data-centric, para não deixarmos de lado em 2019”, completa Gabriela.

Entre os destaques do evento está o Talk Show com o tema Como uma cultura de Ciência de Dados vai aumentar a performance do seu negócio, que acontece às 9h30, e terá a participação de André Martins, da AMARO, e Sérgio Alexandre, da PwC. O objetivo do quadro é mostrar como a cultura de dados e estratégias de data-driven tem aumentado a performance de campanhas e do negócio como um todo.

Para falar sobre O mercado nos dias de hoje: como vender em 2019? será apresentada a pesquisa sobre como o consumidor compra online, quais as principais estratégias utilizadas pelos times de performance, o que precisa ser reciclado e o que surge como oportunidade. A pesquisa é exclusivamente encomendada pelo Digitalks para o mercado e apresentada por Felipe Schepers, da Opinion Box, e o painel tem ainda a participação de Daniel Galvão, da CRP Mango, Ronnie Magalhães, da Wix, Tais Rui, da Infracommerce, e um executivo da Dafiti, a confirmar presença.

O case Marketing Preditivo: o próximo passo do Performance Marketing trará a Rappi com a Jampp mostrando que, em um mundo cada vez mais digital, o branding e a performance precisam andar juntos, especialmente no mobile. O case envolveu pontos como mídia, marca, storytelling e conversão para a marca.

Às 15h, é a vez do workshop Os pilares para estratégias de performance na nova realidade digital, que abordará como compras omnichannels, novas tecnologias e expectativas do consumidor elevadas estão levando profissionais do varejo a capitalizar em temporadas de vendas, como Black Friday, Natal e Dia das Mães, por exemplo. O quadro contará com Simone Sancho, da Sephora, e mais uma executiva dizendo um pouco mais como trabalham suas estratégias de performance dentro da marca.

Por fim, o fast track especial com Rodrigo Onias, da Jequiti e Baú da Felicidade (SBT) abordará o tema Quando sair da caixinha define novas formas da marca performar positivamente com o público-alvo. Podendo ser complementado ainda por mais outras ações de performance que confirmam o tema e inovações do último ano na Jequiti também em outras áreas.

A Conferência Performance 2018 acontece no Developer Hub (sede do Digitalks), que fica na Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros, das 9h às 18h, reúne palestras e talk shows com mais de 15 palestrantes e Happy Hour de negócios. As vagas são limitadas para o melhor aproveitamento. A inscrição deve ser feita no site da Digitalks, através do link https://digitalks.com.br/eventos/conferencia-performance2018/. Mais informações através do e-mail forum@digitalks.com.br ou do telefone (11) 3159-1458.

Serviço – Conferência Performance 2018

Data: 27 de novembro (terça-feira)

Horário: das 9h às 18h (conteúdo e happy hour de negócios)

Local: Developer Hub (sede do Digitalks) – Rua Oscar Freire, 2.379, Pinheiros

Investimento: R$ 397,00 (lote final)

N˚ vagas: 150 lugares (vagas limitadas para melhor aproveitamento)

Inscrições: https://digitalks.com.br/eventos/conferencia-performance2018/

Informações: forum@digitalks.com.br ou (11) 3159-1458