Mutato lança TATO, consultoria de tendências e oportunidades

Novo serviço da agência tem como foco mapear e decodificar as informações no momento certo para marcas que buscam relevância cultural

A partir da experiência em mapeamento de oportunidades para clientes da agência, a Mutato lança para o mercado o serviço de sprint criativo. Em operação desde o segundo semestre de 2020, a Tato foi responsável pelo monitoramento e sessões criativas focadas nos principais lançamentos da Warner Music em 2020 e atende, atualmente, Americanas e Waze por meio de metodologia própria.

O serviço consiste no rastreamento de tendências a partir de diferentes fontes – redes sociais, publishers, institutos de pesquisa, livros e artigos acadêmicos – que orienta as marcas a criarem conversas ou participarem de conversas em andamento de forma relevante com o momento. Além do monitoramento diário de tendências e oportunidades, a consultoria oferece o serviço Tato Ao Vivo, com workshops de co-criação atrelados às oportunidades mais relevantes, e também a produção de estudos customizados.

A Tato é liderada por Tullio Nicastro, VP de Estratégia da Mutato e conta uma equipe dedicada sob a gerência de Augusto Olivani e Tiago Gamaliel. “Se adaptar às mudanças constantes e navegar com agilidade e consistência têm sido um grande desafio para as marcas. A partir da nossa experiência na Mutato, construímos uma metodologia que permite identificar as conversas no momento certo para aplicar na comunicação das marcas e com isso construir relevância”, afirma Tullio Nicastro, VP de Estratégia da Mutato e líder da Tato. “Mais do que gerar visibilidade, a Tato oferece às marcas o pulso da cultura para construir relevância nos seus conteúdos”, destaca.

O lançamento do novo serviço também é marcado pela parceria firmada entre a Tato e a MMA Latam, que publicará com exclusividade insights & tendências captados e decodificados pela consultoria.

Sobre a Mutato

Num tempo em que as oportunidades e os desafios das marcas mudam constante e rapidamente, a principal proposta de valor da Mutato é ajudá-las a navegar nessa realidade. Somos uma agência criativa formada por estrategistas, especialistas digitais, jornalistas, publicitários e diretores de filmes trabalhando no fluxo da cultura para construir relevância para nossos clientes. Sempre conectados e alertas, trabalhamos a partir de nossos escritórios em São Paulo e Buenos Aires para Ambev, B3, Facebook, Ipanema, Jack Daniel’s, Samsung e Waze.
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Fonte: PR Coordinator – Bárbara Lima

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A evolução do e-commerce é agora

*Por Núbia Mota

Não é novidade que o varejo on-line ganhou ainda mais relevância diante da pandemia de covid-19. Com estabelecimentos fechados ou funcionando com restrições, além da adoção do home office, é natural que as pessoas passem a utilizar mais o e-commerce. Na verdade, até aqueles consumidores que não tinham experiência nesse meio tiveram de se adaptar — segundo pesquisa da Neotrust/Compre&Confie, 5,7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet entre abril e junho deste ano.

Esse aumento de consumo no mundo on-line provocou expansão do próprio e-commerce para novos formatos de compra que transformam a jornada do consumidor. Logo, os lojistas que acompanharem as tendências e se adaptarem bem às diversas tecnologias disponíveis estarão à frente dos concorrentes quando essas mudanças se consolidarem. Ter um pé no futuro é importante para garantir a inovação contínua, que permite a criação de melhores experiências para os consumidores.

Image by justynafaliszek from Pixabay

Já muito comum nos Estados Unidos, a compra por comandos de voz no móbile, por exemplo, ainda não se popularizou aqui no Brasil, mas é uma tendência forte, pois o país já tem mais smartphones do que desktops.

Para pôr em prática as compras por voz, é preciso, primeiro, ter um site responsivo, com navegação própria para móbile. Muitos varejistas ainda não fazem isso porque o celular é um dispositivo usado mais para pesquisa, e não necessariamente traz conversão. Os consumidores podem, por exemplo, pesquisar uma peça de roupa enquanto assistem à TV, mas comprar apenas depois, via desktop. Além disso, as plataformas precisam ser flexíveis para permitir a integração com comandos de voz.

Apesar dos desafios, já existem empresas no Brasil inovando e adotando esse formato como o aplicativo Auto Busca, da Ford, que integra o comando de voz na plataforma.

Já os populares chatbots nem sempre oferecem uma boa experiência de compra. Quem nunca precisou tirar uma dúvida e tentou falar com um chatbot que não trazia as informações necessárias? É muito frustrante encontrar um meio que deveria facilitar o processo de compra, mas, em vez disso, se torna uma barreira. Se não forem bem desenvolvidos, os chatbots vão acabar gerando uma experiência ruim, em vez de ajudar os clientes.

Para criar um bom chatbot é preciso ter em mente que eles funcionam melhor para tarefas básicas, como consultar o status do pedido. Assim, eles são muito úteis para otimizar as operações, mas nem tanto quando o cliente precisa de um atendimento mais completo. A melhor forma de utilizar chatbots é desenvolvendo-os para executar tarefas operacionais, a fim de permitir que a equipe foque nas questões que necessitam de interação humana.

Outro formato que está se popularizando nas redes sociais é o de compras por vídeo, uma vez que já temos marcas nascendo primeiro nas redes sociais. É uma forma relativamente simples e barata de estruturar os negócios, e as próprias plataformas passaram a fornecer ferramentas para facilitar o comércio eletrônico, como o Facebook Marketplace e o recurso de compra dentro do Instagram. Ao todo, 100 milhões de pessoas assistem algum evento online no Instagram ou Facebook por dia, segundo dados da própria empresa.

Esse modo de venda é interessante porque traz maior interação e visibilidade do produto em uso ao mesmo tempo em que não requer uma grande produção — na verdade, ele traz uma aderência melhor quando é mais “natural”. Às vezes, simplesmente ver um influenciador usando determinado produto em um vídeo no story é o bastante para fazer um consumidor se interessar por ele. É um formato que funciona muito bem para lojistas com um público jovem.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 47% no primeiro semestre de 2020 em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, segundo o relatório Webshoppers. Em um ambiente digital cada vez mais relevante e competitivo, os varejistas que conseguirem inovar e oferecer experiências únicas e excelentes são os que vão se destacar. Claro, nem todas as tecnologias são adequadas para todos os segmentos do varejo. É importante sempre avaliar o que faz sentido para sua marca e para o consumidor.

É preciso sair da caixa e desenvolver algo novo, porque é o mindset das pessoas que barra a inovação. A tecnologia está sempre à frente — ela já existe e está pronta para ser potencializada, adaptada e transformada. Só precisamos saber utilizá-la para inovar e nos desenvolver continuamente. O que é tendência agora será comum no futuro.

*Núbia Mota é Head de Marketing e Novos Negócios da Magento Commerce

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O que os consumidores esperam das empresas em 2021?

Para o novo ano, a humanização das marcas é o ponto mais importante para seus clientes

2020 foi um ano para se reinventar. Os acontecimentos decorrentes da pandemia causada pelo novo coronavírus forçaram marcas de todo o mundo a adaptarem seus métodos de trabalho às novas situações impostas e aceleraram ainda mais o processo de transformação dos consumidores. Com o isolamento social, as plataformas online se tornaram o principal método para compras, entretenimento e até mesmo educação. Como resultado, uma série de tendências de como os consumidores devem lidar e quais suas expectativas em torno das empresas surgiram em 2020 e devem continuar em 2021. A NeoAssist, empresa pioneira em tecnologia omnichannel de atendimento ao cliente, aponta cinco dessas tendências, veja:

1. Digitalização da marca

O ano passado pegou um grande número de empresas desprevenidas, que ainda não haviam ingressado no meio virtual. O que antes era uma vantagem tornou-se essencial para a evolução e, até mesmo para a sobrevivência neste período de crise. Mas não apenas a entrada das empresas no universo digital pode fortalecer o negócio. Utilizar o meio virtual para se comunicar de forma humanizada, divulgando conteúdos informativos, e não só publicitários, por meio de lives e posts em redes sociais, se tornou um ponto diferencial na maneira em que os usuários enxergam uma marca. Muitas pessoas estão nas plataformas digitais utilizando o social learning, compartilhando ideias e conhecimento, e portanto, também querem aprender e dialogar com as empresas que buscam manter uma conexão.

2. Diversidade e inclusão

Um dos temas atuais mais importantes exigido pelas novas gerações de consumidores, tornou-se de extrema urgência que empresas assumam pautas que abranjam todos os tipos de clientes e demonstrem comprometimento com diversidade e inclusão. Instituições que Investem em campanhas e anúncios inclusivos, desconstruindo estereótipos sociais ao apresentar e/ou tratar sobre modelos com corpos reais, pessoas fora do padrão midiático, que possuem algum tipo de deficiência, de gênero, etnia e cultura diferente, entre outros, além de adotar medidas de inclusão no ambiente de trabalho, transmitem uma imagem de progresso, confiança e empatia.

3. Atendimento proativo

Em constante evolução, o atendimento ao cliente de uma empresa, online ou presencial, precisa ser 100% eficiente. O atendente deve ser capaz de responder a qualquer problema ou dúvida, lidando com as solicitações o mais rápido possível. O foco é a experiência do consumidor, o que inclui a adoção de um atendimento personalizado e humanizado. Ainda que a inteligência artificial seja essencial para o atendimento online, por exemplo, o lado humano sente empatia e é capaz de entender situações mais complexas. Realizar um bom atendimento proativo exige aprendizado e disposição, mas traz excelentes resultados por ser fundamental ao oferecer uma experiência mais completa ao consumidor, antecipando suas necessidades. Dar dicas, tirar dúvidas que surgirem, oferecer brindes e vantagens ou apenas recolher sugestões podem fazer com que o cliente se sinta ouvido de forma especial.

4. Cultura do cancelamento

O engajamento possibilitado pelas redes sociais criou a cultura do cancelamento, consistindo em um grande número de usuários se juntando contra um anônimo, celebridade ou organização, quando estes tomam atitudes consideradas ofensivas ou que não condizem com os ideais esperados. Para o meio corporativo, o cancelamento de uma marca pode acarretar grandes prejuízos, que vão desde a perda de confiança de seus clientes, diminuindo a reputação, até a perda de faturamento. Hoje, os consumidores possuem uma voz muito mais ativa, se indignando quando não se sentem respeitados pelas marcas ou quando não encontram uma afinidade para com elas. Com fortes expectativas acerca dos produtos e serviços contratados, a tendência é que esses consumidores fiscalizem cada vez mais o comportamento dos gestores e das empresas no meio público, e também pessoal. Caso seja cancelada, a expectativa é que a marca “aprenda com os seus erros” e transforme a experiência em uma mudança de pensamento e atitude.

5. Experiência de afeto

Diversas empresas estão procurando cuidar das pessoas e, em alguns aspectos da sociedade, durante esse período de crise sanitária. Utilizando suas redes digitais para auxiliar e informar os consumidores sobre temas voltados para a saúde e bem-estar, ou realizando ações sociais e ambientais, essas marcas conseguiram se aproximar muito mais de seus clientes, já que eles se sentem acolhidos e representados. Em outros casos, pequenas atitudes, como usar formas lúdicas para se comunicar com os consumidores, por exemplo, enviar mensagens informais utilizando emojis ou criar produtos personalizados, fazem mais sucesso e ajudam a consolidar a conexão entre marca e consumidor.

“Tendência tem a ver com mentalidade, com comportamento. Os consumidores atuais passaram por um período de grande transformação e já não aceitam qualquer tipo de empresa. Existe uma infinidade delas disponíveis no mercado, logo, eles querem se relacionar com aquela que possui uma visão parecida, valores que os representem. Querem se tornar clientes de uma empresa transparente. Por isso, as marcas que não se reinventarem e não corresponderem às expectativas dessa nova geração vão acabar no esquecimento. O cenário para 2021 será desafiador, mas não impossível.”, afirma Albert Deweik, CEO da NeoAssist.

Fonte: Equipe Motim – Samantha Rezende

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Kantar lança e-book com resoluções para as marcas em 2021

Livro traz artigos de executivos do Brasil e América Latina com tendências para o próximo ano

Sabemos que muitos de nós já estamos ansiosos para arrancar a última folha do calendário e deixar 2020 para trás. Mas 2021 será repleto de desafios, um ano que carregará nas costas uma bagagem de grandes mudanças, principalmente no comportamento dos consumidores. Tivemos que reaprender a se conectar, rever e fortalecer nossos posicionamentos de marca, nos adaptar, muitas vezes revendo e modificando planejamentos inteiros.

Desde o começo da pandemia, a Kantar, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, lançou edições quinzenais e mensais do seu Barômetro COVID-19, trazendo novas informações, sempre atualizadas, sobre como os brasileiros – e as populações de outros 29 mercados – foram afetados e reagiram a todas as mudanças causadas pelo coronavírus.

Com tudo o que foi apresentado, a empresa termina o ano lançando um e-book com artigos sobre o que esperar para 2021: Resoluções para Marcas em 2021 traz seis textos assinados por diferentes executivos da Kantar no Brasil e América Latina, com perspectivas atualizadas e previsões sobre temas como CX, inovação, marca, analytics e mais.

“Nós planejamos esse ebook como uma lista de resoluções de fim de ano, que todos nós costumamos fazer, com a diferença que ele contém previsões que servirão como metas para as marcas, ajudando-as a navegar os mares incertos de 2021”, afirma Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil.

Entre os temas abordados no e-book, estão:

– Como transformar uma marca em 2021

– Como avaliar o CX de forma diferente e inovadora

– Como descobrir o que os consumidores esperam para esse novo ano

– Como fazer uma marca continuar atual

– Como descobrir novas tendências

– Como converter inovação em crescimento

O e-book Resoluções para Marcas em 2021 está disponível para download gratuito aqui.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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76% das empresas pretendem ampliar investimentos em marketing digital em 2021

Estratégia que ganhou força durante a pandemia se consolida como o “novo normal” do mercado

O marketing digital crescerá de importância no próximo ano como estratégia de vendas das empresas. É o que revela a pesquisa Estratégias de Marketing Digital para 2021, elaborada pela Adaction, veículo de comunicação especializado em ações de mídia digital e Inflr, startup especializada em ações com influenciadores digitais. De acordo com o levantamento, 76,19% dos gestores de marketing e executivos pretendem ampliar os investimentos em marketing digital em 2021. Foram ouvidas 2.100 pessoas durante o mês de novembro. “As pessoas estão cada vez mais conectadas. O marketing digital já supera 50% dos investimentos em campanhas por ser mais assertivo”, diz Thiago Cavalcante, diretor da Adaction e da Inflr.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Até 2023, mais de 60% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online. Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias. O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.

“Estamos presenciando a consolidação do digital como estratégia para alcançar o grande público”, analisa Cavalcante. Segundo ele, o momento ainda é de aprendizado por parte das empresas, pois muitos iniciaram suas campanhas digitais em meio à urgência provocada pelo isolamento social.

Chama a atenção na pesquisa o fato de 42,86% dos entrevistados nem sempre mensurarem os retornos de suas campanhas digitais e outros 9,52% não fazerem questão disso. “Da noite para o dia, as empresas precisaram se reinventar. Quem não tinha presença digital precisou criar campanhas do zero para garantir a própria sobrevivência. Em 2021, este movimento será bem mais forte”, explica.

A análise de Cavalcante vai ao encontro de outro dado da pesquisa. Nem todas as empresas estão plenamente satisfeitas com os resultados obtidos em suas campanhas de marketing. Segundo o levantamento, somente 28,57% dos entrevistados se mostraram muito satisfeitos e outros 52,38% responderam que os resultados vieram dentro das expectativas. O restante declarou não ter obtido bons resultados.

Sobre as tendências para 2021, a maioria das empresas aposta na divulgação de conteúdo qualificado (38,1%). “A qualidade do marketing do conteúdo vai falar alto em 2021. É notório que o engajamento sempre dependeu e vai depender cada vez mais disto. E vai se destacar quem apresentar as melhores soluções às necessidades dos consumidores por meio da oferta de informação qualificada na hora certa”, diz Cavalcante. Outros 28,57% acreditam no uso de inteligência artificial como grande tendência para o próximo ano. “No atendimento ao cliente, por exemplo, a tecnologia é utilizada para automatizar os processos, bem como desenvolver robôs de atendimento ou assistentes virtuais – conhecidos como chatbot – para interagir com o cliente via chat de site, rede social e aplicativos, entre outros”, complementa. Os Webinars também são apontados por 19,05% dos entrevistados como forma de atingir o consumidor, seguidos pela integração entre e-commerce e redes sociais.

Com relação às redes sociais, 33,33% dos entrevistados afirmam não ter preferência por canal e apostam em todos como estratégia de marketing. Já aqueles que focam em alguma mídia específica, a maior parte (28,05%) acredita que o Linkedin é o melhor canal, seguido de Facebook e Instagram (19,05% cada).

A estratégia de remarketing deve ganhar peso em 2021. Ao serem perguntados sobre quanto do seu marketing de influência ajuda na estratégia de remarketing, a maioria dos participantes da pesquisa 57,14% responderam que um apoia o outro, pois ambos se complementam. Outros 28,57% afirmaram não saber mensurar e o restante acredita que são coisas distintas.

Marketing de influência

As empresas pretendem também ampliar seus investimentos no marketing de influência em 2021. Hoje, 77,77% declaram que esta estratégia tem peso grande ou médio em seus investimentos em marketing. Já a possibilidade de contratação de um influenciador para as campanhas é uma realidade para 42,86% dos gestores que participaram do levantamento. Outros 38,10% não descartam a possibilidade de contar com um. “Ao trabalharem com influenciadores, as marcas têm a oportunidade de investir menos recursos e conseguirem falar diretamente com quem realmente se interessa por seus produtos e serviços”, lembra Cavalcante.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Os dados da pesquisa são corroborados pelas perspectivas de mercado. As projeções são de que o TAM (mercado total endereçável) do marketing de influência vá bater a casa dos R $10 bilhões em 2021. Entende-se por TAM o total de receita disponível no mercado para serviços envolvendo influenciadores. “A tendência foi impulsionada pela pandemia, que consolidou de vez a era do boca a boca digital ao destacar o poder de divulgação na internet”, ressalta.

Sobre que tipo de influenciador digital contratariam, os entrevistados apostam em pessoas que se identifiquem com o propósito da empresa (35%) e com aqueles que tenham informação e conteúdo qualificado (30%). Outros tipos de influencers citados são aqueles com que os internautas se identificam por exibirem histórias reais (20%) e os mais maduros (15%). Os mais jovens não foram citados pelos entrevistados.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Ana Borges

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Tendências para o Marketing Conversacional

Aposte nessas três tendências do Marketing Conversacional em 2019

*por Raphael Godoy

O marketing conversacional – estratégia que visa criar diálogos personalizados para cada cliente, seja para gerar leads no processo de vendas ou em frentes como atendimento, promoção, campanhas, e outras – reserva boas surpresas para 2019, tanto para empresas quanto para consumidores. Isso porque, até 2020, 85% dos consumidores vão se relacionar com as empresas sem passar por um contato humano, segundo a consultoria Gartner. É fácil compreender essa nova realidade se tomarmos como exemplo o fato de que cada vez mais tarefas estão sendo automatizadas para ganhar agilidade, reforçar a estratégia e minimizar erros, por exemplo.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

O desafio é: como equilibrar máquinas e humanos em uma equação ideal? O caminho é usar o marketing conversacional em seu máximo potencial, de acordo com cada necessidade de negócio. Nesse contexto, apresento as três principais tendências do marketing conversacional para 2019. Vamos lá?

1. Respostas rápidas

Para os chamados consumidores 4.0, super conectados e empoderados, resultados rápidos e personalização no atendimento são fundamentais. Por isso, as empresas precisam estar preparadas – em termos culturais e processuais – para dar respostas rápidas e eficientes, seja qual for o canal de comunicação. A agilidade torna as conversas entre empresas e clientes mais inteligentes, gerando satisfação dos dois lados. Mas, para isso, é preciso que as marcas estejam atentas ao canal de comunicação que cada consumidor prefere.

2. Interações personalizadas

Um dos maiores desafios das empresas é atingir as expectativas do cliente quanto a customização. Por isso, se por um lado as marcas precisam estar atentas ao mercado e às tendências, é essencial que conheçam o perfil do seu cliente e o problema que cada um deles quer resolver. Somente com essa informação clara, poderão oferecer soluções e ferramentas que se adequem a cada um, levando em conta a personalização. Chatbots e inteligência artificial são grandes aliados nesse sentido. Um exemplo é a Paris Filmes, que aumentou o engajamento para as produções “Mulheres alteradas”, “Uma quase dupla” e “Meu ex é um espião” com chatbots.

3. Conteúdos de qualidade, ajustados ao público

Outro ponto é que, caso opte por aderir à técnica de humanização de um robô, lembre-se: todo mundo quer ser compreendido. Nesse sentido, estude qual será o público consumidor e, sobretudo, qual é a imagem e mensagem que a empresa deseja passar. Também se faz necessário o uso de tecnologias de compreensão de linguagem natural, treinamento e manutenção do chatbot, para que ele entenda qual é a melhor resposta, visando as expectativas de quem está conversando com ele. Após unir esses pontos importantes, trace uma estratégia adaptada ao DNA da sua empresa. O desafio das organizações aqui é identificar a melhor forma de conduzir as diferentes etapas do processo por meio de um fluxo conversacional coerente.

As três tendências que destaquei mostram que, em 2019, agilidade e personalização serão ainda mais fundamentais nas relações das marcas com seus clientes, ressaltando a importância do marketing conversacional. Mas como saber se elas são escaláveis para a sua organização?

O ponto um é refletir sobre a necessidade de adoção, os custos e os benefícios que podem ser gerados. Nesse estudo inicial, não perca de vista a missão do seu negócio, o seu público, o que é primordial oferecer a ele e como se manter competitivo no seu mercado de atuação.

Pensando de forma mais ampla, caso decida adotar uma ou todas as tendências, mas não se sinta confiante na elaboração da estratégia, procure ajuda! Hoje, há todo um mercado especializado para auxiliar na consultoria.

*Raphael Godoy é head de Marketing da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores.

Fonte: Grupo RPMA

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Coluna Propaganda&Arte

Sim, estamos ficando velhos (a geração Z está dominando o mundo)

Em algum momento da sua vida, você vai experimentar isso, como se uma voz interior chegasse a uma retumbante conclusão: “sim, estou ficando velho”. Tudo bem, mas o que fazer com esse sentimento de forma mercadológica?

Cada um tem seu momento ou sua epifania para tal pensamento: seja algum esporte que já não consegue acompanhar como antes, uma nova tendência entre os jovens que você nem está sabendo sobre ou quando alguém na rua te chama de “tio”. Esse dia, para todos sem exceção, vai chegar e para mim chegou, olha que interessante!

Minha ficha caiu já na casa dos 30 anos (e pode cair em qualquer idade), quando fui escutar uma música que gostava muito na juventude (olha o papo de velho rs), e nos comentários do vídeo no Youtube uma pessoa dizia que seus pais colocavam aquela música para ela ouvir quando bebê, para dormir. Isso me deixou com uma pulga atrás da orelha. Comecei a calcular.

“Beleza, estou velho” – pensei. Mas continuei e refleti sobre o consumo dos diferentes públicos, gerações, perfis e como a Geração Y (minha geração) está passando o bastão pra Geração Z. Prova disso são os programas e séries cada vez mais voltados para os anos 90.

Ou seja, estes “caras” logo vão consumir arte e produtos como crianças diferentes ou já iniciaram suas vidas adultas. Aliás, o poder de compra de uma criança hoje subiu muito. Digo, o poder de consumo, acesso e argumentos, fator diferenciado de uma geração totalmente em sintonia com a internet.

Pensando nisso, já podemos vislumbrar um cenário futuro, para os publicitários e quem trabalha com tendências, em breve vamos entrar no mundo dos anos 2000, pois para essa turma será algo cada vez mais nostálgico, gerando consumo e conteúdo específico para eles. Com isso, teremos um regresso de sucessos de várias bandas nacionais, como: KLB, Sandy e Júnior (já tá rolando!), Capital Inicial, Falamansa, Marisa Monte, Wanessa Camargo e muitos outros. Sem falar nos internacionais: Britney Spears, Spice Girls, Backstreet Boys (esse também acho que já voltaram), Link Park e outros que vão retornar para o Spotify dessa turma e fazê-las pensar: “nossa, que nostálgico, véi!” (ou alguma outra gíria do momento).

E você? Quando caiu a ficha de que o tempo está passando? Como você está se atualizando?

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Pesquisa da Social Media Week São Paulo revela as tendências para 2019 em marketing digital

Maior evento de mídias sociais da América Latina lança “stories” como tema da próxima edição

A Social Media Week São Paulo, em parceria com a Mlabs e a Hello Research, realizou uma pesquisa entre os palestrantes e participantes do evento, e lançou um infográfico. A análise aponta as tendências de investimento em marketing digital para o próximo ano, temas como design thinking, podcasts, chatbots e a plataforma Pinterest surgem como insights estratégicos. O documento completo está disponível aqui.

Foto: divulgação

A SMWSP é o maior evento de mídias sociais da América Latina e reuniu em sua 11 ª edição cerca de 8000 participantes: foram 260 atividades entre workshops, painéis e debates realizados por 318 profissionais do mercado, aglutinando 21 trilhas de conteúdo.

Edney Souza, organizador da Social Media Week São Paulo, faz uma analise dos dados e mostra os caminhos para o marketing digital em 2019: “o gráfico mostra as 10 primeiras posições em volume de respostas: Instagram, monitoramento de redes sociais, SEO, inbound, marketing, LinkedIn, e-mail marketing, branded content, design thinking, Facebook e links patrocinados, respectivamente. Este ranking foi montado baseado na soma das respostas ‘continuar investindo’, ‘investir mais’ e ‘começar a investir’. As tecnologias em destaque são aquelas mais populares e que continuam dando resultados para as áreas de marketing de diversas empresas”.

Segundo Edney, os insights mais estratégicos aparecem quando se compara as tecnologias com respostas como “começar a investir” entre palestrantes e participantes. “No top 5 dos 2 rankings aparecem 3 tecnologias em comum: growth hacking, podcasts e lives /webinar /streaming, isso mostra que essas tecnologias já estão adquirindo maturidade de investimento. Veja o exemplo do podcast: apesar de já estarem por aí pelo Brasil desde 2004 o que vemos de 2015 para cá é uma popularização.

Essa massificação trouxe também diversas empresas e assuntos novos e, hoje, muita gente troca o rádio no trajeto casa-trabalho por algum podcast. Um dos principais culpados pelo uso mais amplo do podcast é o Spotify que tornou mais simples para o usuário comum acompanhar o seu preferido. Vale criar seu próprio podcast (se você tiver um assunto bem técnico e interessante para trabalhar) ou investir em podcasts existentes, tem para todos os gostos”, revela. “Para o participante do evento 2, outras tecnologias compõem o Top 5 de ‘começar a investir’: design thinking e chatbot. Vale a pena dar um destaque especial a chatbots, que é um tema recente e já se tornou um diferencial competitivo.

Em 2019, quem não tiver chatbots, provavelmente vai perder espaço para seu concorrente. Para o palestrante, os 2 tópicos restantes desse Top 5 são bem diferentes: inteligência artificial e Pinterest. É interessante comparar a diferença de prioridade que participantes e palestrantes deram para inteligência artificial.

Apesar de ser mais popular e ser um diferencial competitivo, não é algo que qualquer empresa possa adotar facilmente. Assim, vemos aqueles que estão liderando nas empresas adotando com mais entusiasmo enquanto o usuário comum vai precisar esperar que essas empresas popularizem soluções usando inteligência artificial. Já a presença do Pinterest mostra que as empresas estão aprendendo a diversificar suas fontes de tráfego orgânico enquanto muitas ainda dependem do Google e Facebook para trazer visitas”. Edney aponta que ainda há empresas que conseguem transformar o Pinterest como fonte de tráfego principal. “Se o seu negócio gera imagens atraentes como o mundo da decoração, moda, turismo e gastronomia, provavelmente o Pinterest pode gerar um ganho significativo para as suas visitas”.

Social Media Week 2019:

O número de usuários em mídia social em todo o mundo é de 3,2 bilhões, um aumento de 13% ano a ano. Em 2020, quase 5 bilhões de pessoas estarão conectadas. Para 2019, a Social Media Week traz o tema Stories: “As histórias que contamos, consumimos e compartilhamos têm o potencial de moldar quem somos e o que nos tornamos”. O assunto será abordado nos vários países que sediam o evento. Dada a sua escala, as redes sociais tornaram-se a plataforma de narração de histórias mais influente do mundo. Seja qual for a forma que elas tomem, as histórias contadas por meio das mídias sociais têm o poder de atingir e influenciar mais de 60% das pessoas no planeta.

Vídeos das palestras 2018 disponíveis aqui, aqui e aqui.

Fonte:  Mariana Bacci – Comuniquese

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Relatório de Tendências

Audiovisual no mercado de casamentos

Chegamos ao terceiro, e infelizmente último, episódio da série Relatório de Tendências. Essa série é uma parceria entre o Publicitando e os alunos do 8° semestre de publicidade e propaganda matutino da Unitau. Trata-se de trabalho desenvolvido por eles dentro da disciplina Inteligência de Mercado, ministrada pela professora doutora Mônica Franchi.

Desta vez o tema é audiovisual na indústria de casamentos. Confira!

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Relatório de Tendências

Tendências do mercado de gráficas

Quem acompanha de perto já está sabendo que o Publicitando fechou uma parceria com os alunos do oitavo semestre de publicidade e propaganda matutino da Unitau e com a professora doutora Mônica Franchi – que ministra a disciplina Inteligência de Mercado – para apresentar aqui o resultado de trabalhos sobre tendências de mercado.

Chegou a hora do segundo relatório – que aborda o mercado gráfico. Serão três episódios ou relatórios no total (reveja o primeiro aqui).

 

 

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