Experiência digital confiável pode ser obtida através do Edge Computing

São Paulo, SP 6/11/2020 –

A experiência do usuário sempre é afetada, direta ou indiretamente, por erros, pequenos ou devastadores, que ocorrem quando um sistema se mostra inoperante diante de um comando. O que pode ser considerada falha crítica dentro de determinada operação? Uma máquina com defeito? Falhas humanas?

Termos contemporâneos como customer experience (CX), internet das coisas (IoT) e transformação digital estão cada vez mais em evidência, por serem recursos intimamente relacionados à experiência digital dos consumidores e ao aumento de disponibilidade das operações. Isso resulta em mais incremento de faturamento ou receita para as companhias que atuam neste ramo.

“Nos últimos meses, inúmeras transformações ocorreram nas companhias tanto nas relações com os funcionários, quanto com os consumidores”, diz Kenia Paim, diretora de vendas de Secure Power da Schneider Electric. “Muitas dessas mudanças já eram previstas, entretanto não se imaginava a rapidez com que ocorreriam. Em meio a esse cenário foi possível perceber que alguns mercados já estão avançados o suficiente, enquanto, outros, necessitam de melhorias”.

Alguns exemplos marcantes dessa transição do analógico para o digital podem ser observados na relação do consumidor com o fornecedor a partir de seus canais de atendimento. O aprendizado de máquina está presente nos chatbots que utilizam inteligência artificial para criar uma comunicação efetiva em canais de relacionamento com o cliente, de forma cada vez mais aperfeiçoada e personalizada.

A telemedicina também já se concretiza como modalidade que envolve uma série de processos médicos realizados a distância, como telediagnóstico, teleconsulta e teleassistência.

Os sites de vendas estão cada vez mais “inteligentes”, com utilização dos mapas de calor, também conhecidos como mapas flutuantes ou mapas de cliques, que rastreiam os movimentos do mouse do cliente e, dessa forma, provêm informações precisas ao fornecedor sobre os produtos e serviços que atraem mais os clientes.

Edge computing

No início desta década, o tema “salvar dados na nuvem” estava em alta, era o boom de grandes data centers. Previa-se que, a partir de então, toda e qualquer aplicação seria processada num conjunto de servidores remotos, e a despesa desse armazenamento na cloud computing seria prevista como uma verba Opex para as empresas.

Cada um dos bilhões de dispositivos existentes gera grande quantidade de dados para ser processados, analisados e, por fim, utilizados para diversas finalidades. Então surge a questão: será que realmente todas as aplicações do mundo devem ser enviadas à nuvem?

“Problemas como limitações com largura de banda, latência, segurança e confiabilidade impedem que as decisões sejam tomadas de forma tão rápida quanto se espera nesse ambiente tecnológico”, diz Kenia. “Dependendo do tipo de informação gerada, as empresas não podem ter esses dados levados à nuvem sem um controle rígido, como regula a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)”, explica.

Diante dessa realidade, houve a percepção de que parte das aplicações precisaria ter seu processamento mais próximo do local de geração desses dados, ou na borda/beira (edge) – surge, então, a definição e o conceito de edge computing.

Essa tendência de descentralização no processamento das informações não é nada se for comparada ao que havia nos anos 1990 ou início dos anos 2000, em que todas as empresas possuíam data centers próprios com inúmeros servidores.  Agora, porém, um processamento de informações de forma híbrida se torna uma opção mais viável. Existem já alguns produtos no mercado que resolvem essas questões e garantem disponibilidade e eficiência para a aplicação, por menor que ela seja.

“Dentro de casa”

A capacidade de armazenamento e processamento dos equipamentos de TI pode ser considerada baixa, mas são essas instalações de tecnologia, vistas como de menor criticidade, que assumem a missão crítica de conservar e administrar os dados com segurança “dentro de casa”.

Ou seja, a minimização das falhas citadas acima que ocasionam má experiência do cliente passa a ser mais evidente quando se entende que a tecnologia está diretamente ligada ao negócio, ao meio de captação de receita, ao aumento da disponibilidade, tudo em prol da otimização da experiência do cliente.

Website: https://www.se.com/br/pt/

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Dados do e-commerce no Brasil abrem novas possibilidades de emprego

Está à procura de um novo emprego ou profissão? Acredite no poder dos dados do e-commerce no Brasil

por Elton Ivan Schneider*

Diante do cenário atual de pandemia e transformação digital, falar sobre o crescimento do e-commerce no Brasil, pode ser comparado a navegar em um céu de brigadeiro… será?

Os números impressionam, mas nos mostram que estamos em um momento de copo meio vazio, com muitas possibilidades para crescimento (para encher o copo, o que é bom) e uma falta de empresas e profissionais preparados para estas oportunidades (o copo está vazio, indicando oportunidades para enchê-lo, porém, falta conteúdo para colocar dentro).

Nosso objetivo com este texto é mostrar que existem muitas oportunidades para quem tem conteúdo (conhecimentos, habilidades e atitudes) e sabe aproveitar o momento. São oito grandes áreas de crescimento e oportunidades para futuros empregos e profissões, você está preparado?

Área 01 – Sites e Plataformas de E-Commerce

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): 50% dos sites brasileiros estão inativos, somente 8,48% dos sites são plataformas e E-Commerce.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em: Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital.

Área 02 – Vendas e Comércio Eletrônico (Sites, Plataformas de E-Commerce, Aplicativos, Marketplaces)

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): a maior parte dos sites de E-Commerce, trabalha com poucos itens (até 10 itens) e de pouco valor agregado (até R$100,00), se considerarmos que muitos deles tem menos de 10.000 acessos mensais, implica que estamos usando o comércio e as vendas digitais para testar produtos, para arriscar e perder pouco ou até mesmo devido a imposição da pandemia. Precisamos de mais ousadia.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital, Engenharia de Software, Engenharia da Computação, Análise de Sistemas e especialistas em Planejamento Estratégico.

Área 03 – Geração de Empregos e Negócios com Comércio Digital

O copo não está vazio, mas tem espaço para muito mais: quase 80% dos sites de E-Commerce brasileiros empregam até 05 funcionários, ou seja, temos mais de 1,075 milhão de Micro e Pequenos Negócios na internet. Isto demonstra o potencial empreendedor do brasileiro, e a possibilidade de mais de 5 milhões de empregos gerados.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 04 – Virtualização dos Negócios

O copo está vazio e carente de conteúdo (ótima oportunidade para crescermos): 82% dos novos negócios criados por empreendedores virtuais não possuem lojas físicas, somente 12,16% deles em aplicativos próprios para vendas, e 5,73% apostam em grandes sites de marketplaces para vender seus produtos. Significa dizer que o mercado para desenvolvedores de aplicativos é enorme, que muitos ainda não compreenderam o potencial dos marketplaces, abrindo portas para profissionais das áreas de estratégia e varejo digital.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Varejo Digital, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços.

Área 05 – Comunicação em Redes Sociais

O copo está meio cheio, significa dizer que este será o futuro desta área de trabalho: mais de 68% das empresas já usam as redes sociais para se comunicar com seus clientes, Facebook (54%) e Youtube (40%) são as redes preferidas, porém isto exige estratégias de gerar, informar, esclarecer, assegurar e proteger seus clientes em transações com o seu negócio.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão de Mídias Sociais, Publicidade e Propaganda, Segurança Cibernética, Marketing Digital, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 06- Descentralização dos Negócios Digitais

O copo está enchendo rápido, porém com alta concentração: 72% dos novos negócios baseados em plataformas digitais, estão concentrados na região sudeste do Brasil. A oferta de cursos na modalidade a distância, nestas áreas, pode ajudar na descentralização da formação de mão de obra especializada, bem como, na possibilidade de as empresas conseguirem profissionais habilitados a realizarem a transformação digital em seus negócios.

Elton Ivan Schneider

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital, Marketing Digital.

Área 07 – Crescimento do Comércio Eletrônico e Digitalização dos Negócios

O copo está enchendo rápido, não acompanhar o crescimento do mercado, implica em ficar para trás: crescimentos acima de 30% ao ano no comércio eletrônico, apontam para a necessidade de uma mudança radical nos modelos de negócios existentes.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 08- Conveniência, Segurança e Acessibilidade Digital

O copo está meio vazio e com furos que deixam escapar boas oportunidades: sites inseguros, com deficiências de desenvolvimento que não respeitam a experiência do usuário e com grandes problemas de acessibilidade, principalmente para com as pessoas com alguma deficiência são uma grande realidade

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Design Gráfico, Design de Games, Design de Animação, Design Editorial, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

*Elton Ivan Schneider é diretor da Escola de Gestão, Comunicação e Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Robôs manipulam os dados para os humanos pensarem nas estratégias

Sua empresa já está operando na realidade Data Driven?

Data Driven significa transformar conhecimento em inteligência comercial. Com as soluções em automação e inteligência artificial, as máquinas fazem o trabalho de análise enquanto os gestores se preocupam em criar estratégias.

Photo by Markus Spiske on Unsplash

As soluções Data Driven são softwares que coletam, armazenam, processam e fazem a interpretação dos dados brutos, para depois serem transformados em informações valiosas. Obviamente, estamos falando de um universo de dados digitais.

Hoje, vivemos em uma realidade em que analisar o comportamento do consumidor faz toda a diferença no dia a dia de uma empresa.

De acordo com a publicitária, @flaviacvalentim, “para ser assertivo é necessário desenhar a persona do seu negócio, que nada mais é do que definir detalhadamente quem é seu consumidor: sexo, idade, estado civil, classe social, gostos, entre muitos outros requisitos que compreendem o perfil de quem compra seu produto ou serviço”, explica.

Segundo ela, a grande vantagem em utilizar a ferramenta Data Driven na hora de desenvolver a campanha de marketing do cliente é a agilidade nos processos e a qualidade dos dados.

“O Data Driven é utilizado no marketing para obter informações avultadas dos consumidores desde hábitos de onde e quando eles utilizam as redes sociais, os conteúdos que eles reagem, até comportamento de compras, formas de comprar, meios de pagamentos, busca online, etc”, ressalta a especialista em mkt digital, mestre em desenvolvimento regional e diretora da @vinculoconsultoriamkt.

As informações sobre o comportamento dos consumidores são analisadas, para ter certeza de que o produto ou serviço tem chance de ser alcançado nas campanhas,­ dentro do processo de automação de marketing.

Os dados processados pelo Data Driven permitem que o time de marketing descubra quais canais ou meios de atingir os consumidores são mais eficazes.

Esses dados analisados trazem potenciais clientes realmente interessados nos produtos que a empresa oferece. Tudo isso permite a criação de campanhas personalizadas, o que naturalmente leva a resultados melhores.

“Estamos na era da transformação digital, o mundo cobra que cada um se atualize e se desenvolva. O ritmo da mudança está acelerado e quem não buscar essa atualização vai ficar fora do mercado”, afirma Flávia.

Flávia Valentim – Publicitária, pós-graduada em marketing, mestre em desenvolvimento regional, ajuda empresas a potencializar sua reputação, autoridade, credibilidade e visibilidade, através de geração de conteúdo on-line / off-line, gestão de plataformas digitais, treinamentos in company, palestras, consultoria, entre outros. Possui 19 anos de experiência em comunicação corporativa, publicações empresariais e comunicação digital, é palestrante in company e professora de graduação e pós-graduação.

Fonte: Máquina Assessoria de Imprensa – Aline César

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Serasa Experian e mLabs juntas para impulsionar transformação digital

Serasa Experian e mLabs se unem para impulsionar a transformação digital de pequenos negócios

Busca dos empreendedores por ferramentas de gerenciamento de redes sociais cresceu 40% em um ano. Veja 5 dicas para melhorar a presença e ter mais segurança no ambiente virtual

Image by StartupStockPhotos from Pixabay

O atual momento desafiador do país levou muitos empreendedores a se reinventarem e encontrarem no ambiente digital uma alternativa para continuar suas vendas. Com o objetivo de apoiar e impulsionar a transformação digital dos pequenos negócios, a Serasa Experian e a mLabs – plataforma de gerenciamento de redes sociais – fecharam uma parceria para proporcionar condições especiais a quem precisa ter mais assertividade, agilidade e segurança no ambiente eletrônico. A partir de agora, quem adquirir um certificado digital da Serasa Experian poderá experimentar por 30 dias a plataforma e ter um desconto especial na contratação do plano anual da mLabs, a qual também passa a oferecer 20% de desconto a seus clientes que quiserem conhecer os benefícios do certificado, utilizado para emitir nota fiscal eletrônica, por exemplo.

“É importante que o empreendedor se adapte a esta realidade digital para garantir um bom potencial competitivo e se manter ativo no longo prazo. Se preparar e contar com ferramentas seguras para as transações são ações necessárias para garantir ao consumidor que ele está se relacionando com uma empresa séria e profissional. O certificado digital traz agilidade, segurança e validade jurídica na troca de informações, além de ser uma ferramenta sustentável e econômica, já que permite a substituição de documentos impressos pelos eletrônicos”, diz o diretor de Identidade Digital da Serasa Experian, Mauricio Balassiano.

De maio a julho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, a mLabs identificou um crescimento de 40% na demanda de empreendedores pelos seus serviços e um aumento expressivo no volume de buscas pelo termo ‘Marketing Digital’. “Fica evidente que neste cenário adverso muitos empreendedores estão apostando ainda mais nas redes como vitrine para seus produtos e serviços. A busca intensificada por recursos de gerenciamento e conteúdo de marketing mostra que essas pessoas estão realmente engajadas e interessadas em atuar de maneira mais profissional no ambiente virtual e não simplesmente em apostar em uma aventura amadora”, diz o fundador e CMO da mLabs, Rafael Kiso.

Image by Lalmch from Pixabay

A ação conjunta da Serasa Experian com a mLabs contribui para que os empreendedores tenham acesso às ferramentas e serviços essenciais para alavancar os negócios sem abrir mão da segurança. “É uma ótima oportunidade para ter uma experiência imersiva em duas frentes digitais que agregam valor às empresas e garantem a autenticidade das operações, fatores relevantes na conquista da confiança de seus clientes”, afirma Balassiano. Para Kiso, “são duas empresas referência em seus mercados unidas para ajudar os pequenos negócios a prosperarem e manterem o profissionalismo e credibilidade quando inseridos no universo virtual”, finaliza.

Impulso digital: 5 dicas para melhorar a presença nas redes e ter mais segurança no ambiente digital

Mantenha a marca bem posicionada
Utilize as redes sociais de forma sábia e otimizada, com a finalidade de fixar o tom de voz e o posicionamento de sua empresa diante do público final.

Converse com seu público
Os canais digitais permitem a aproximação com seu público. Sempre que houver uma interação, não deixe de responder. Provoque o diálogo também por meio de publicações que incentivem seus consumidores a deixar comentários e mensagens, por exemplo.

Aposte em ferramentas seguras
Busque entender como cada ferramenta funciona, para qual área da empresa se aplica, além de garantir que os dados da empresa estejam seguros no ambiente online. O uso de certificado digital permite, por exemplo, efetuar com segurança processos de emissão de nota fiscal eletrônica, declaração do Imposto de Renda, assinatura de contratos digitais e até mesmo abertura, ou alterações contratuais empresariais na Junta Comercial.

Analise relatórios
Avaliar resultados periodicamente é de extrema importância. Não ignore os números gerados no mês, mesmo que sejam pequenos no início. São os relatórios que trarão indicadores importantes para entender quais são as áreas que precisam de melhorias.
Fique online sem deixar o profissionalismo de lado
Embora as redes sociais possam passar uma imagem de um ambiente mais descontraído, lembre-se que o consumidor está cada vez mais exigente e buscando por empresas sérias e profissionais para se relacionar. Aposte na assinatura eletrônica para validar a autenticidade dos documentos emitidos pela empresa e garanta um gerenciamento eficiente de todas as suas redes para proporcionar um atendimento de excelência.

Fonte: Relações com a Imprensa – Viviane Garcia

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Comunicação, tecnologia e RH

Para auxiliar a comunicação é necessário contar com a tecnologia

*Por André Franco

A transformação digital se tornou uma realidade ainda mais presente com a chegada do novo coronavírus, já que o mercado de trabalho precisou se reinventar. Empresas em geral passaram a buscar estratégias de auxílio às áreas de comunicação interna e RH para poderem alinhar os processos operacionais com os colaboradores em home office. Com esse contexto, muitas delas já notaram que a chave de uma boa comunicação depende de um fator: a tecnologia. Principalmente neste cenário em que 47% dos respondentes afirmam que irão implementar o “teletrabalho” como opção permanente para os colaboradores, de acordo com um relatório da PCW baseado em um questionário com líderes de grandes empresas americanas.

André Franco

Algumas ferramentas têm se mostrado bastante efetivas para desenvolverem ações de comunicação interna, engajamento de colaboradores e employer branding – forma de transformar uma corporação em uma marca desejada para atrair e manter talentos. Com essa tendência, uma possibilidade que ganha cada dia mais espaço são os aplicativos e redes sociais corporativas, que dão voz para a liderança e conectam as organizações de uma forma interativa como uma rede social comum. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo Google mostra que o coronavírus promoveu várias transformações nos hábitos dos brasileiros e entre elas está presente o aumento da dependência da internet e tudo está se tornando virtual.

Mesmo antes da pandemia esse movimento também já estava acontecendo dentro da comunicação corporativa. Em 2019 a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE) colocou a comunicação digital e instantânea entre as tendências para aquele ano e segundo a própria associação, “a Comunicação Interna é agora digital e instantânea e para ser eficaz precisa de apoios como repetição, atratividade, dinamismo e interação”. Um ano e meio depois a tendência se tornou essencial: 90% das empresas intensificaram o processo de comunicação digital, por meio da criação de canais, plataformas e redes sociais como medida tomada em decorrência do covid-19.

E é por esse motivo que líderes precisam se atentar às oportunidades que a tecnologia tem oferecido para o mercado. Também é importante que grandes corporações busquem formas de estarem preparadas para uma possível crise, por meio de funcionalidades desses aplicativos aplicativos que ajudam os profissionais de comunicação interna ou de agências na hora de gerir uma crise, disponibilizando um acesso a informações assertivas em tempo real, além de testarem o conhecimento e preparo de seus porta-vozes e colaboradores sobre o posicionamento da empresa com relação a temas sensíveis.

Já sabemos que a mudança para o digital chegou para ficar, além de otimizar processos, ela mudou a forma como nos relacionamos e comunicamos. Mas para ser uma transformação efetiva dentro das companhias, ela deve refletir a cultura organizacional e o propósito daquele ambiente. Por isso, tecnologia é uma das soluções para facilitar essa adaptação dentro da comunicação organizacional.

Portanto, manter uma boa estratégia de comunicação interna pode fazer a diferença para atravessar esse momento de crise. Ainda não é possível prever a extensão dos efeitos de uma pandemia ou mesmo quando tudo vai voltar ao “novo normal”. enquanto isso, a informação se torna o maior aliado para manter equipes engajadas e times unidos. As agências de comunicação, setor de comunicação interna e rh já podem contar com a ajuda dessas tecnologias para auxiliarem seus clientes em diferentes cenários.

*André Franco é CEO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH para melhorar o engajamento dentro das empresas

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Os fatores de comunicação e marketing que mais se destacam

Intensivão de VUCA

por Josué Brazil

Tenho ouvido, assistido e lido muita coisa sobre comunicação e marketing neste período difícil de isolamento social e luta contra a pandemia de Covid 19.

É muito conteúdo bom. Lives, podcasts, webinares, artigos e textos. Separei algumas coisas que estão aparecendo com constância e com as quais concordo.

1 – Posicionamento e/ou propósito – empresas e marcas que já tinham um propósito claro e bem definido e que o praticavam, estão em posição de vantagem. Quem adaptou ou reposicionou seu posicionamento/propósito mantendo-o verdadeiro e válido para o cenário de crise também saiu na frente e colhe e colherá frutos.

2 – Digitalização – quem já estava com os dois pés fincados no mundo digital enfrentou um pouco menos de dificuldades. Quem estava em processo de transformação digital e conseguiu acelerar de modo minimamente organizado também;

3 – Empatia – esse parece ser o item fundamental e definitivo desta crise. Praticar empatia pra valer, de verdade. Entender que na outra ponta há pessoas. Entender suas necessidades e aflições. Apoiar. Explicar. Colaborar.

4 – Customização – de tudo: serviços, produtos, distribuição, embalagem, atendimento, marketing e comunicação. Entender para atender. Dados aqui são importantes. Muito importantes. O consumidor seguirá sendo exigente depois da crise. Ele vai entender que as marcas podem e devem fazer mais.

5 – Verdade, transparência, ética – precisa mesmo explicar? Discurso falso ou atitudes contraditórias levam e levarão à rejeição.

Muitas outras coisas importantes e interessantes têm sido colocadas e discutidas. Essas, na minha modesta opinião são aquelas que se destacam. O fato é que o momento é de um repensar constante apoiado numa contínua análise de como as coisas estão se desenrolando. É um intensivão de compreensão do cenário VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) no qual o mundo já estava inserido.

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Empresas devem ser influenciadoras

Empresas precisam atuar mais como influenciadoras na era da Transformação Digital

“As pessoas estão procurando marcas e produtos que tenham ligação com suas próprias causas. Como as empresas devem se preparar para corresponder a estas expectativas?”,questiona Raíssa Garifalakis, Business Strategy Designer do CESAR, durante palestra “O Novo consumidor: conectado e em rede”, na HSM Expo 2019. Para a especialista, as compras são cada vez mais motivadas pelo aspecto emocional, e quem não começar desde já a aprender como se movimentar neste novo cenário corre sério risco de perder a relevância.

Raíssa Garifalakis, do CESAR, Bia Granja, da YouPix, e Laureane Cavalcanti, da DeepDive (Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação)

Segundo a fundadora da DeepDive, Laureane Cavalcanti. um dos primeiros passos que precisam ser dados é agir rapidamente para obter uma definição clara sobre a essência da marca. Aquilo que é sua verdadeira causa. Quando isso fica claro, não só o consumidor, mas também os colaboradores, quando são contratados, já entram com vontade de defender a causa juntos. “Essa é uma preocupação que já começa a tomar conta da agenda dos altos executivos e executivas das companhias”, disse.

Hoje em dia a verdade sempre aparece

Mas de nada adianta ter um discurso engajado por fora e não praticar aquilo internamente. “Tenho conversado com muitas empresas que afirmam querer fazer estratégias de comunicação defendendo algum tipo de causa sensível. Quando isso acontece normalmente eu pergunto: mas como esse tema é trabalho dentro da companhia? Vocês já atuam da maneira que querem que as pessoas atuem? Neste momento a resposta muitas vezes é: não. Isso nós ainda não fazemos. Neste caso a orientação é: então não faça essa comunicação, porque hoje em dia a verdade sempre aparece”, destaca a cofundadora e CCO da YOUPIX, Bia Granja.

A especialista pondera que, para se conectar ao novo consumidor, as empresas precisam atuar verdadeiramente como influenciadoras, e isto significa ser relevante na vida da pessoa ao ponto de ela promover mudanças em seu comportamento em função do conteúdo que a marca oferece.

Na construção de branding estão caindo os conceitos de B2B e B2C. “Agora, praticamente todas as relações se integram a uma abordagem P2P. É de pessoa para a pessoa. Mesmo quando envolve apenas empresas, de fato, na prática, trata-se de uma pessoa falando com outra pessoa. Sendo assim, as relações pessoais voltam a ser relevantes para a estratégia”, adverte Laureane.

Em sua avaliação as empresas sempre tiveram um comportamento de ditar as regras. Elas determinavam o preço e como seria o produto. “Isso não será mais assim”, sentenciou. “Por isso, não adianta querer fazer transformação digital se a companhia nunca teve nem relacionamento com as pessoas por meio das redes sociais. A customização é fatal e será necessária, mas não dá para se atrever a oferecer conteúdo customizado se você não tiver conhecimento do consumidor”, completou, declarando que precisa haver bom senso.

É preciso ter plena certeza se a pessoa que vai receber o conteúdo tem algum interesse real sobre a sua marca. “Ninguém quer mais ter uma caixa de e-mail com mais de mil mensagens não lidas porque empresas que nunca ouvimos falar ficam nos mandando promoções de produtos nos quais nós não temos o menor interesse”,pondera a executiva.

As organizações, contudo, não podem cair na tentação de colocar suas necessidades em primeiro lugar. “Investir em esforços para agradar investidores, se posicionar para uma situação agradável na imprensa. Isto tudo já teve o seu valor, mas estamos em um novo tempo”, sentencia.

As empresas precisam ouvir as pessoas

Bia destaca que 84% das conversas que as pessoas têm atualmente não são detectadas por nenhum tipo de mecanismo de buscas. Elas são feitas em ambientes independentes como grupos de Whatsapp e outras plataformas. Assim, fica cada vez mais difícil monitorar o que os consumidores estão falando sobre as empresas.

“Algumas companhias já estão usando inclusive o conceito de morning briefings, no qual são feitas reuniões diárias e as pessoas trazem informações sobre os temas em que estão envolvidas. Se as empresas não circulam nestes meios, as pessoas estão circulando. Então as empresas precisam ouvir as pessoas”, explica.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Ana Carol Cortez

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Hora e vez do Data-Driven Marketing

Data-Driven Marketing: por que é o momento de adotar a estratégia

por Cristian Townsend, fundador e CEO da Osorno Analytics, startup de Account-Based Marketing, Big Data e Inteligência Artificial, com foco em Marketing e Vendas

Seu negócio é moldado por dados. Pelos dados internos de desempenho de cada área. Dados de mercado e tendências do seu segmento. Dados sobre o conteúdo que seu cliente consome antes de decidir entre você e um concorrente. E se você não domina esses dados, seu negócio vai ser moldado por quem os domina. Esta é a premissa por trás do conceito de Data-Driven: tornar sua empresa mais competitiva através da habilidade de tomar cada vez mais decisões baseadas em dados.

O conceito não é novo. Com certeza você já recebeu uma sugestão de compra baseada em suas pesquisas online ou no seu histórico de compras. Mas em vendas B2B o desafio é maior. O cliente não é sensível a promoções, não existe apelo de compra por oportunidade, o ciclo de vendas é longo e depende de vários decisores de diferentes áreas.

No mercado B2B, estamos hoje em uma janela de oportunidade para adoção de estratégias Data-Driven. A tecnologia existente capaz de tratar a complexidade das vendas B2B de forma confiável está mais acessível. Mas ainda é nova o suficiente a ponto de não haver empresas se destacando em seu uso.

Estratégia Data-Driven:

Comece pequeno
Mudar toda sua estratégia de Marketing e Vendas de uma vez é receita para o fracasso. Eleja um universo menor como um canal, uma linha de produtos ou um segmento de clientes. Você terá menos pessoas envolvidas na mudança e terá respostas mais rápidas sobre o que funciona e o que é perda de tempo.

Dê o exemplo (ou estratégia top-down)
Não espere que a estratégia seja integralmente conduzida pela equipe que cuida do dia-a-dia das vendas. A alta direção da empresa deve estar engajada com a mudança e ciente de que os primeiros resultados podem ser decepcionantes. Se não houver acompanhamento ou se a cobrança por resultados de curto prazo for muito alta, as equipes rapidamente voltam a operar da forma que já estavam acostumadas.

Derrube as barreiras entre Marketing e Vendas
Mais lead é igual a mais vendas, certo? Nem sempre. Mais leads também significa mais esforço de qualificação e, geralmente, uma menor taxa de conversão. Vendedores não gostam de perder tempo com o que não dá dinheiro. Bastam poucas reuniões não qualificadas para eles perderem o interesse nos leads vindos de marketing. Este deve ser capaz de passar a vendas o lead que ela quer. E vendas não deve ser apenas um cliente interno de marketing, mas deve estar envolvida nas definições da estratégia e ser co-responsável em melhorar a qualidade deste lead.

O trabalho integrado dessas equipes deve levar em consideração dois objetivos básicos:
– Não gastar recursos (financeiros ou humanos) em leads que não estão disponíveis ou qualificados para comprar
– Ser capaz de identificar os primeiros sinais de que um lead deixou de ser alguém “apenas fuçando” e tornou-se um lead qualificado e disponível para consumir seus produtos e serviços

Tendo as respostas que se espera, os objetivos a serem atendidos e a equipe preparada; podemos seguir com o aspecto tecnológico de uma estratégia Data Driven.

Não é uma demanda de TI
Seu departamento de tecnologia pode ser um grande aliado para avaliar ferramentas de mercado. Mas ele não irá além do aspecto técnico. Deixe a cargo deles apenas as questões de integração e performance. Só o time que define a estratégia é que pode avaliar se uma ferramenta tem capacidade de atender aos objetivos da empresa. Não se encante com a ferramenta. Escolha a melhor tecnologia sempre considerando o quanto ela é aderente à sua estratégia e o quanto pode contribuir para seus objetivos.

Transformação digital
75% da decisão de compra ocorre antes de o cliente entrar em contato com um fornecedor. Seu cliente estuda por conta e você deve ajudá-lo a se educar. Você precisa ser capaz de identificar quando e como seu cliente consome conteúdo e qual o melhor momento para abordá-lo.

Saneamento da base de dados
Provavelmente seus dados não estão prontos para te entregar insights. Eles podem estar desatualizados, duplicados ou até serem insuficientes. Mas não se preocupe, seus concorrentes enfrentam o mesmo problema. Você pode enriquecer seu CRM com uma base comprada. Mas isto é uma medida paliativa; você ainda precisa de uma política interna para manter seus dados saneados, ou logo terá problema novamente.

Data Driven não é Analytics
Ferramentas de Analytics são importantes. Elas ajudam a entender o que está acontecendo e a otimizar o seu negócio. Para tornar-se uma empresa Data Driven, sua tecnologia deve ir além do “medir, testar e avaliar”.

Trabalhe insights e busque perguntas que pareciam impossíveis de serem respondidas:
– Qual os 100 melhores leads do meu CRM? Porque eles são os melhores?
– Quais as chances de eu fechar esta oportunidade se eu der um desconto? E se eu não der?
– Existe algum segmento que nunca atuei, mas que tenha grande potencial de compra?
– Em quais clientes eu posso fechar uma oportunidade mais rapidamente?
– Qual produto pode ser mais interessante para esta conta que nunca tive contato?

Faça do seu jeito
Por fim, tenha em mente que não existe uma fórmula pronta. Nenhum passo-a-passo vai ser 100% aderente ao negócio. Entenda como os seus clientes e seus funcionários respondem às estratégias adotadas e não tenha medo de ajustá-las quantas vezes for necessário. Data-Driven não é um processo, é um mindset.

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Livro Vantagem Digital apresenta instrumentos práticos para “dinossauros” se destacarem na Era Digital

Autor Rafael Sampaio aborda a importância do papel da liderança no processo de transformação digital

Para se manter competitivo no mercado, mais do que nunca, é preciso encarar de frente o processo de transformação digital. Mas como fazer isso?

De um lado, temos companhias forjadas sobre os princípios e práticas de administração, cunhadas na Revolução Industrial, com estruturas rígidas e alta capacidade de prever resultados. De outro, temos empresas de base tecnológica, maleáveis, que abraçam incertezas e desafiam o status quo da ciência da gestão. Não à toa, o primeiro grupo foi chamado de Dinossauro e o segundo de Unicórnio. Mas seria possível as “dinossauros” se tornarem algo diferente? Foi essa inquietação que motivou o autor, Rafael Sampaio, a escrever o livro Vantagem Digital – Um guia prático para a transformação digital.

A publicação é dividida em cinco capítulos: Vantagem Digital, em que o autor apresenta sua visão sobre as forças e movimentos que estão moldando a Era Digital; Tecnologias Transformadoras, dedicado a investigar as tecnologias transformadoras que estão mudando radicalmente o mundo da forma que conhecemos e aborda a tecnologia na perspectiva estratégica; Um novo olhar para a estratégia, capítulo que discute como produzir valor na Era Digital para a empresa e para seus stakeholders; DNA Digital, traz a análise das práticas usadas pelas empresas digitais, ajudando o leitor a reconhecer a que distância a empresa está do DNA Digital e que características precisará priorizar para amadurecer digitalmente e Cultura, Execução e Pensamento Estratégico, que reúne os demais conceitos dos capítulos anteriores de modo a racionalizar a jornada de transformação digital da empresa.

“O propósito do livro é compartilhar com os leitores um produto de minha vivência internacional como empreendedor, executivo e conselheiro de empresas de tecnologia. Considero que este seja um guia fundamental para as empresas prosperarem na próxima década”, explica Rafael Sampaio, autor do livro e um dos pioneiros no movimento de incubadoras de startups e de formação de empreendedores no Brasil.

O livro Vantagem Digital – Um guia prático para a Transformação Digital está disponível para a compra online aqui  e também nas principais livrarias do país.

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Transformação digital já é realidade no varejo brasileiro

Investimento em transformação digital já é realidade no varejo brasileiro, afirma estudo da SBVC

Por outro lado, cultura organizacional é principal dificuldade para a implementação da transformação digital.

Desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com Oasis Lab Innovation Space, o estudo “Transformação Digital no Varejo Brasileiro” faz uma radiografia de como andam os investimentos em transformação digital, automação e treinamento dos funcionários que atuam nas empresas do varejo brasileiro, assim como ferramentas de inteligência artificial nos pontos de venda.

Entre as principais conclusões que o estudo identificou, está a melhora da percepção dos consumidores em relação à loja física, segundo opinião dos varejistas. A experiência do consumidor e a rapidez em sua tomada de decisão aumentaram. Porém para as empresas do varejo, os investimentos em ferramentas utilizadas para a contribuição na transformação digital nas lojas físicas não traduzem em redução de custos, mas sim retorno financeiro de longo prazo e diferencial competitivo. Esse investimento em T.D., segundo os varejistas entrevistados, resumem-se em média 0,42% sobre o faturamento bruto.

Investimento TD

Ainda de acordo com a análise feita pela SBVC, 100% dos varejistas acreditam que líderes são co-criadores, e trabalham em parceria com seus funcionários. “Para verejistas, cultura de co-criação entre funcionários e líderes é essencial para o desenvolvimento cultural, digital e de relacionamento, que de alguma forma transparece ao mercado”. assegura Hélio Biagi, Fundador e CEO OasisLab Innovation Space.

Outro tema que merece atenção especial dos varejistas são as start-ups, 20% já investem em parcerias, e 80% pretende investir nos próximos 12 meses. “Sem dúvida são conclusões reveladoras e que sugerem uma reflexão para as empresas. Num momento em que eficiência e produtividade máxima tornam-se palavras de ordem, investir em parcerias passa a ser obrigatório”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.

Metodologia

Para a avaliação, as empresas ouvidas foram divididas por faturamento: 41% delas tinham faturamento até 500 milhões; 18% com faturamento entre 500 milhões e 1 bilhão de reais e 41% com faturamento acima de 1 bilhão de reais. E representam os maiores players do mercado, de 7 diferentes segmentos do varejo, como moda, calçados e artigos esportivos, super, hiper, atacarejo e conveniência, lojas de departamento, artigos do lar e mercadorias em geral, drogarias e perfumarias, foodservice, livrarias e papelarias e outros segmentos.

Download do Estudo

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

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