Social Media Week São Paulo já está recebendo inscrições

Social Media Week São Paulo destaca as tendências do mercado digital em 280 atividades

Com uma curadoria colaborativa, o evento traz assuntos como transformação digital, diversidade, marketing de causas entre as 20 trilhas de conteúdo.

A Social Media Week São Paulo, o maior evento de mídias sociais da América Latina, está com inscrições abertas. A expectativa para este ano é de reunir 7000 participantes, para as 20 trilhas de conteúdo, em 280 atividades. A décima primeira edição do evento acontece do dia 10 ao dia 14 de setembro nos 2 campi da ESPM na Vila Mariana: ESPM Tech, rua Joaquim Távora , 1240 e ESPM Graduação, rua Dr. Álvaro Alvim, 123. As inscrições podem ser feitas por palestra em www.smwsp.com.br/agenda, não há limite para participação, os ingressos custam R$ 20,00, com opção de 50% de desconto oferecida pelos patrocinadores, para lugares reservados e existe a opção gratuita pelo app SMWSP disponível na Apple Store e Google Play Store.

A cada edição, novos assuntos são incorporados para discussão: diversidade, transformação digital, marketing de causas e o universo das agencias digitais — como estão sobrevivendo às mudanças do mercado — se destacam em trilhas com palestras, workshops, painéis e debates.

A SMWSP é o primeiro palco de muitos profissionais, a curadoria é feita de maneira colaborativa, foram cerca 800 palestrantes inscritos. O evento é organizado pela InterNey consultoria, com a ajuda de voluntários e parceiros. “A gente traz palestrantes consagrados de várias plataformas sociais brasileiras, de grandes empresas, temos profissionais de nível sênior com seus cases, que se inscrevem para compartilhar os aprendizados. Ao mesmo tempo, pessoas que estão vivenciando o palco pela primeira vez e serão os porta vozes do mercado amanhã. Temos essa missão de educar o mercado e prepara-lo”, destaca o organizador, Edney Souza.

Veja a programação completa aqui.

Serviço:

Social Media Week São Paulo

Data: 10 a 14 de setembro de 2018

Local: ESPM Tech, rua Joaquim Távora, 1240 e ESPM Graduação, rua Dr. Álvaro Alvim, 123. O local exato de cada palestra será anunciado uma semana antes do evento, de acordo com o volume de inscrições.

Inscrições: www.smwsp.com.br/agenda

Os ingressos são vendidos por um preço simbólico para organizar as salas, o evento é custeado principalmente pelos patrocinadores e parceiros. O ingresso garante a entrada na sala até 5 minutos depois do horário programado. Após isso, qualquer pessoa na fila de espera gratuita pode ocupar os lugares disponíveis.

Fonte: Mariana Bacci

O humano mesmo no digital

A transformação é digital, mas o fator ainda é humano

por Federico Grosso*

Quando se fala em transformação digital – já há algum tempo -, o uso e implementação das tecnologias em voga são rapidamente associados e dados como passos principais. No entanto, passada a fase do buzz inicial em torno do tema, as empresas vêm, mais recentemente, sendo pressionadas para efetivamente fazer a grande virada e executar suas estratégias de transformação. Muitas ainda nem começaram. Tantas outras se perderam no caminho.

Passou da hora de entender o porquê. E me arrisco a dizer que grande parte do problema é o não entendimento da força motriz de qualquer processo real de transformação: as pessoas. Mais precisamente no mundo corporativo: a força de trabalho.

No entanto, esta outra metade da equação é bastante complexa. Consiste em atrair as pessoas certas e prepará-las para o futuro – algo que, a exemplo de investimentos em recursos tecnológicos, devem ser grandes prioridades para os líderes. Sempre me surpreendo com o esforço que as marcas fazem ao investir na escolha de tecnologias, sem pesar o impacto do talento na execução de todo o grande plano.

A estratégia de talentos e de negócios: paralelas e perpendiculares

Uso aqui nosso próprio exemplo. A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências.

Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.

Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.

Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?”

O poder das redes

Pessoas engajam pessoas, por isso identifique quem são os primeiros simpatizantes da transformação dentro da organização e dê voz a eles. Uma ideia pode até ocorrer em silos, mas a mudança é moldada e efetiva quando espalhada em redes. Elas ajudarão a impulsionar a mudança e podem mostrar na prática o que a estratégia organizacional geral significa. Além disso, esteja ciente de que uma pequena porcentagem de indivíduos “pessimistas” pode inviabilizar a capacidade de uma organização de seguir uma nova direção. Se você consegue de 80% a 90% do time apoiando a mudança, ótimo, mas há uma parte de sua força de trabalho que nunca chega lá.

Storydoing > Storytelling

Recentemente, em nosso evento anual de Digital Marketing – o Adobe Summit – tive o prazer de ouvir do Jensen Huang, CEO da Nvidia, no palco, uma frase inspiradora: “não há outro caminho para a transformação do que arregaçar as próprias mangas”. Se como dito acima, ‘pessoas engajam pessoas’, os líderes são peças fundamentais nesse processo.

Eles são o exemplo

Um estudo recente da Wunderman descobriu que apenas 42% das pessoas dentro das organizações se veem como transformadoras, o que, em outras palavras, significa que apenas uma parcela menor de pessoas se sente à vontade para experimentar coisas novas e assumir riscos. Além disso, 72% das organizações não sacrificam benefícios de curto prazo para ganhos de longo prazo. Então, isso levanta a questão: “como você mantém os funcionários envolvidos? Como você os lidera para a transformação?”

As empresas que já estão no mercado há algum tempo, que viram dias bons e dias ruins, estão bem posicionadas para ver quando e onde a mudança é necessária. Geralmente, a maneira de manter os colaboradores engajados é garantir que eles estejam construindo uma cultura que pode mudar, mas os valores permanecem os mesmos, pois empresas que duram muito tempo estão realmente se mantendo fiéis a seus valores centrais.

As marcas também precisam construir uma cultura que abrace a diversidade e a inclusão, porque trazer perspectivas diferentes será a chave para o sucesso de uma empresa. Como temos uma grande variedade de clientes, também precisamos de uma grande variedade de pessoas, sendo que diversidade e inclusão dizem respeito a todos. Todos devem sentir que têm a oportunidade de participar. E é preciso haver sistemas e processos para permitir que todos participem.

Transformar é penoso. Leva tempo. Se o ‘x’ da questão é descobrir as tecnologias emergentes que melhor se encaixam para o negócio, o ‘y’ é a força de trabalho. Sem o componente humano, a conta nunca fecha.

*Federico Grosso é vice-presidente e diretor geral da Adobe para a América Latina.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Transformação digital e a produtividade em vendas

Aumentando a produtividade de vendas com a Transformação Digital na indústria de Bens de Consumo

* por Sandra Vaz

A Transformação Digital nasce com a adoção de novas tecnologias. Novas máquinas, IoT, IA, robots e softwares representam o primeiro passo. O segundo é envolver seus colaboradores dentro da nova realidade. Quando estamos falando da equipe de vendas, esse é um ponto ainda mais crucial.

Aumentar a produtividade em vendas é provavelmente o sonho de 10 em 10 CEOs. O crescimento em vendas é o termômetro do sucesso de uma organização, é um tema para o qual todos olham e lutam pelo crescimento. Já a produtividade é a capacidade de, com os mesmos recursos, melhorar os resultados obtidos, a margem da empresa e a Transformação Digital é um passo decisivo para essa conquista.


Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

Mas quais são os impactos desse novo momento para a área de vendas? Os primeiros reflexos são, certamente, os clientes e os vendedores. Com os avanços das tecnologias, cada um deles adquire uma nova postura. Os consumidores de hoje são pessoas empoderadas, que estudam sobre seu produto de desejo na Internet e muitas vezes chegam até as lojas já com todas as informações necessárias para concluir sua compra. Eles conhecem os produtos da concorrência e lutam pelos seus direitos. Nesse cenário, os vendedores precisam estar preparados para lidar com clientes bem informados e com pouco tempo para tomar decisões.

Por outro lado, as empresas e seus vendedores também possuem informações valiosas sobre seus clientes. Através de tecnologias como big data e redes sociais, os clientes estão muito mais abertos para receber e também ceder suas informações. Na busca por uma verdadeira experiência do usuário, o cliente permite acesso aos seus perfis nas redes, dados demográficos e muito mais.

As empresas e lojas, principalmente através do CRM, conseguem traçar facilmente o perfil de cada indivíduo e ter informações como a frequência das compras, preferências de marca, etc. Os dados não são captados apenas no momento final da compra. Isso prova que, com a Transformação Digital, o processo de venda foi fragmentado, dividindo-se a responsabilidade com mais áreas da empresa, e não apenas com a equipe de vendas. O Marketing, a Logística, o Pós-Venda: tudo tem reflexos importantes no momento da venda, pois geram dados e insights poderosos para gerar uma nova venda com menos esforço e mais assertividade. Isso aumenta a produtividade sem necessariamente aumentar os custos.

Sempre com o apoio dos dados coletados, o vendedor consegue conhecer a fundo o comportamento do mercado, a jornada de compra do seu cliente e até mesmo algumas de suas informações pessoais e preferências. Cabe ao profissional aprender a utilizar esses dados para otimizar seus processos, aumentando suas vendas.

Com o desenvolvimento tecnológico, teremos ainda mais pontos de coletas de dados durante a cadeia de conhecimento, interesse e compra do cliente. Com a interpretação correta dessas informações, as empresas saberão exatamente quando o cliente precisa realizar uma nova compra, pois seu perfil já terá sido estudado e suas necessidades e dores já são conhecidas. Hoje, as empresas já conseguem trabalhar com análise preditiva de dados. Em pouco tempo, acredito que teremos números surpreendentes e uma produtividade recorde para as equipes de vendas através da inteligência artificial, imagem e voice recognition. Os ganhos passarão facilmente da ordem dos bilhões.

A Transformação Digital representa um ganho em produtividade sem precedentes para qualquer negócio. Não basta apenas conhecer as novas técnicas e receber os novos dados: é preciso redesenhar processos e aplicar as diferentes soluções e plataformas, integrando-os à rotina de suas equipes. Para isso, um bom caminho é consultar empresas especialistas no assunto. A adoção das mais recentes tecnologias pode necessitar de treinamento inicial , mas profissionais com experiência nesse tipo de implantação poderão testemunhar sobre todas as suas vantagens. A transformação começa no digital, se torna real dentro da cultura da empresa e gera resultados formidáveis e sustentáveis quando bem aplicada.

Sandra Vaz é Chief of Sales & Marketing da MC1, multinacional brasileira especializada em inteligência de vendas utilizando soluções de mobilidade corporativa. Presente em mais de 21 países com um portfólio completo para força de vendas e trade marketing suporta cerca de 50 mil usuários e é apontada pelo Gartner como líder na América Latina “Market Guide for Retail Execution and Monitoring Solutions for the Consumer Goods Industry“. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

A experiência cria defensores da marca

Valorização da experiência transforma consumidor em defensor da marca

A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, isso vai além da simples padronização de apps, sites e lojas, neste processo acompanhar a jornada do cliente é fundamental.

Wilmar Lima, da FH

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018 e o case de sucesso do primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil:

• Comando de voz – Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes – Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas – Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, em 2017. O piloto foi realizado na loja de São Bernardo do Campo. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH.

Fonte: SmartCom Inteligência em Comunicação – Karen Krinchev

Uma nova forma de entender o comércio

Conheça o Comércio Digital, pensado para a entrega de experiências sensacionais

*Por Maurício Trezub

A certeza de que a experiência proporcionada ao consumidor irá reger os negócios hoje e nos próximos anos é algo latente, porém, fica o questionamento sobre como fazer essa entrega, do ponto de vista do empresário. O varejo e a indústria vão passar por uma transformação digital e, para que isso aconteça, as empresas vão precisar, necessariamente, da soma de diferentes tecnologias. A pessoa física se digitalizou, mas as empresas só passaram a olhar agora para este consumidor digital e a pergunta que deve ser feita antes de qualquer investimento é: qual experiência de compra o meu público quer ter?

A verdade é que o varejo vai precisar de uma combinação de soluções perfeitamente integradas para entregar aos seus clientes experiências sensacionais – afinal, não se busca nada menos do que isso! Não falo apenas de e-commerce, mobile ou ERP especializado, mas sim da fusão desses três agentes, integrando a loja física ao ambiente de vendas online e ao celular do consumidor. Assim, a sua empresa vai conseguir aplicar na prática o conceito de Comércio Digital. O resultado, sob a perspectiva dos negócios, é veracidade das informações, segurança de gestão e planejamento estratégico apurado, além de encantamento e fidelização dos clientes.

Essa capacidade de integrar o físico ao virtual, por meio de pacotes de soluções tecnológicas, para entregar a melhor experiência ao consumidor – o que chamamos de Comércio Digital – pode ser empregada de acordo com o que o público gostaria de ter no relacionamento com a sua marca. Lembra da minha pergunta inicial? Então, este é o ponto de partida para entender quais tecnologias melhor vão te atender.

Será que o seu cliente quer comprar via e-commerce, agendar um horário e apenas fazer a retirada do produto na loja física? Como isso funcionaria internamente na sua empresa? Imagine que você tem uma hamburgueria (pois é! Por que não uma lanchonete com e-commerce? A inovação está disponível para todos). O cliente entra no seu e-commerce e faz um pedido que, pela integração com o seu software de gestão, cai diretamente nas ordens de serviço da cozinha, de acordo com o horário escolhido para a retirada do lanche. O mesmo ERP, integrado ao hardware, envia a informação para a emissão automática do cupom fiscal. O cliente, então, passa na loja, pega o seu pacote e a sua nota – sem gastar tempo no atendimento do balcão e com uma experiência completamente diferente do que está acostumado.

O problema na implementação da estratégia digital é que não existe bala de prata. Cada segmento vai ter que pensar as experiências que fazem sentido para o seu segmento. Um armazém de vinhos vai construir experiências diferentes de uma loja de eletrônicos, que vai ser muito diferente de um supermercado que em quase nada se assemelharia a uma boutique de moda. Mas então por onde devo começar? Você deve começar redesenhando as experiências de forma a criar um fluxo de interação com o consumidor removendo todas as etapas que geram atrito (frictionless) e usando todos os canais por onde o consumidor deseja se relacionar com sua empresa: loja física, celular, televendas, chat-vendas ou um navegador web. Por atrito, entenda todas as experiências ruins que temos hoje como, por exemplo: filas, troco, papel, demoras, locomoção, formulários de cadastro, erros, lentidão e etc.

Se o futuro do consumidor é a experiência que uma marca lhe proporciona, o futuro das empresas é ter à disposição dos seus negócios soluções integradas, que orquestrem as novas necessidades de um público totalmente digitalizado, fazendo dessas experiências uma realidade acessível e duradoura. Isso é muito mais do que comércio eletrônico, é um novo Comércio Digital, pensado para o relacionamento constante e de qualidade com o consumidor.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Artigo aborda geração de valor via tecnologia e inovação

Como enxergar se a Inovação e Tecnologia estão gerando valor ao negócio?*

A transformação digital é um processo que as empresas estão enfrentando há algum tempo. As principais mudanças já estão sendo notadas, como: a proximidade com os clientes em busca de uma vivência sob sua ótica, melhoria nos processos operacionais para integração das áreas e novos formatos de modelos de negócios para a oferta de produtos e serviços inovadores.

É visível também que há um grande investimento em Internet das Coisas (Iot), ou seja, equipamentos e objetos físicos que possuem tecnologia embarcada com sensores e conectados na Internet. Imagine que você não precise ir ao supermercado fazer suas compras e que a sua geladeira identifique os produtos que faltam e os solicite automaticamente a uma rede de supermercados. Ou então, a possibilidade de ler notícias em seu microondas e automóveis, que estacionem sozinhos.

Fabio Correa, consultor de Vendas da MC1 Win The Market

Essas parecem cenas de um filme dos anos 80, mas muitas dessas tecnologias já estão sendo testadas e, em breve, estarão no mercado. Com certeza, isso trará muita agilidade para o nosso cotidiano já que não gastaremos tempo com atividades tão manuais.

Diante desse cenário, em que tudo muda de forma rápida e intensa, é preciso que as empresas estejam preparadas para melhor atender às necessidades de seus clientes de uma forma eficiente.

Para isso, é importante criar áreas de inovação e pesquisa para prever e antecipar solução para as necessidades. Um exemplo disso é a empresa Uber, criada em uma tarde de neve em Paris em 2008, quando Travis Kalanick e Garrett Camp sofriam com dificuldades em pegar um táxi. Então, eles tiveram uma ideia: chamar um carro pelo celular apertando apenas um botão.

Isso demonstra que o mercado exige transformação constante das empresas e se elas não inovarem o concorrente será mais rápido e o fará. Sendo assim, elas correm o risco de perder vendas e, consequentemente, market share. Por isso, acompanhamos o crescimento e destaque das chamadas startups, microempresas conhecidas pela agilidade, inovação e soluções a baixo custo.

Diante disso, vemos cada vez mais companhias investindo em uma cultura criativa, por meio de campanhas de incentivo para novas ideias e ambientes corporativos descontraídos com games e atividades lúdicas. Com a meta de continuarem sólidas e na vanguarda.

Outro exemplo do que é ser inovador é atender um pedido rapidamente e mostrar o trânsito de mercadorias em tempo real. São criações assim que agregam valor para toda a cadeia, desde a indústria até ao usuário final. As empresas que se diferenciam ganham vantagens como satisfação do cliente, melhoria no modelo de negócio, oferta de novos produtos e serviços, contribuindo para mudanças na vida de seus consumidores.

Só nos resta acompanhar e participar ativamente dessa transformação, seja como empresa ou como consumidor.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Como os CEOs podem lidar com a transformação digital

Transformação Digital e os CEOs

Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Fabio Correa

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

· Experiência do Cliente
Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

· Processos Operacionais
Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

· Modelo de negócio
Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao serem incluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities.

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Escolha de tecnologias adequadas é fundamental para a transformação digital das empresas

Grande volume de informações só será aproveitado pelas corporações que optarem pelas ferramentas corretas para melhorar suas operações e processos

* por Alexandre Azevedo, Head da TOTVS Private

Especialistas em aviação dizem que um Boeing 787 Dreamliner produz 1 terabyte de dados em cada voo. Veja bem, esse é apenas um simples exemplo da imensa quantidade de informação que circula ao redor da sua empresa. Agora, acrescente a isso a previsão de que até 2020 o mundo terá 50 bilhões de dispositivos conectados à internet. É, de fato, muita coisa! Como aproveitar esse colossal volume de dados e transformá-lo em negócios para sua companhia? A resposta passa por adaptar e preparar sua organização para o processo de transformação digital que já está em curso e a pleno vapor.

Alexandre Azevedo, Head de TOTVS Private

A transformação digital impacta nossas vidas de diferentes maneiras e ocorre em todas as esferas da sociedade. Por conta disso, é mandatório que empresas de diferentes setores e portes acompanhem esse movimento. Além disso, é importante ressaltar que a transformação digital não se trata apenas da adoção de novas tecnologias, embora este seja um vetor primordial. Trata-se de uma mudança na visão do negócio, que se apoia no uso de recursos tecnológicos.

Há muitos caminhos para conduzir esse processo. Um exemplo é a transformação de sistemas, antes acessados apenas no desktop, em aplicativos, possibilitando o acesso às informações a qualquer hora e de qualquer lugar. Economia de custo e ganho de tempo são drivers importantes neste caso. Tempo, inclusive é um dos grandes pontos da transformação digital, pois é um dos ativos mais importantes no mundo de hoje.

Portanto, racionalizar processos e diminuir o tempo gasto em qualquer atividade são alguns dos segredos para a transformação digital. Nos bancos, por exemplo, está havendo um movimento para reduzir o tempo gasto na abertura de contas. Muitos deles, inclusive, já permitem que isso seja realizado 100% pela web, o que agiliza a operação e melhora a experiência oferecida ao cliente.

No entanto, diante de uma infinidade de tecnologias disruptivas as empresas ainda têm dúvidas sobre quais delas contribuirão para o aprimoramento de suas rotinas ou operação. Ainda é comum, em grandes corporações, cada área de negócio escolher a tecnologia que melhor se adapta à sua realidade. Isso pode levar uma empresa a ter diferentes fornecedores, o que pode acarretar em problemas de interoperabilidade, embora a integração de sistemas ou linguagens distintas não é mais tão crítico como no passado.

De qualquer forma, é importante ressaltar que não existe certo e errado na escolha das tecnologias mais adequadas para a transformação digital. O que existe, na verdade, é a necessidade de entender o mix de sistemas e aplicações mais coerente às demandas da sua organização. É isso que deve direcionar essa escolha. E a melhor maneira de fazê-lo é de forma conjunta, avaliando as necessidades de todas as áreas de negócio.

O avanço das empresas está relacionado à maneira como as novas tecnologias serão utilizadas. Algumas tendências, contudo, são claras: como a Internet das Coisas (IoT), Big Data e mobilidade. Fazer uso delas é fundamental, desde que alinhado às necessidades do seu negócio.

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Artigo trata dos pecados da era digital

7 pecados capitais da era digital

por Paulo Marcelo, CEO da Resource

A Transformação Digital, embora muito divulgada, estudada e debatida, está em construção. A sociedade já é digital e as empresas ainda não. Por isso, merece todo o cuidado para que seja bem-sucedida. É muito importante contar com um parceiro que ajude o cliente a conduzir essa jornada de maneira assertiva, promovendo o engajamento de todos os colaboradores, com o comprometimento do board da empresa. O sucesso dessa transformação depende fundamentalmente das pessoas.

Dessa forma, o cliente dessa nova era, empoderado, contrata mais do que serviços ou soluções, ele quer resultados. E para que eles sejam atingidos, é preciso conhecer algumas armadilhas que podem comprometer o nível de excelência do digital. Listei a seguir sete entraves que devem ser evitados.

1- Não integrar a visão corporativa à estratégia digital
A construção da estratégia digital deve permear todas as áreas de negócio e integrar a estratégia da corporação. É preciso ter clareza sobre onde a empresa pretende chegar, desenhar uma jornada de Transformação Digital e integrar esse plano à visão da companhia. Todos devem unir esforços para uma ação conjunta com um objetivo comum: modernizar processos, produtos e serviços para colocar a corporação em linha com as atuais expectativas de clientes e parceiros. A transformação não acontece sozinha e visa fortalecer a competitividade e o posicionamento da empresa.

Paulo Marcelo

2- Não ter o comprometimento do CEO e do C-Level
Contar com o apoio do CEO na construção de uma estratégia digital não é mais o suficiente para o sucesso. É preciso contar com a sua liderança e o comprometimento efetivo do C-Level. É fundamental também priorizar e sustentar continuamente os investimentos, além de medir resultados. Somente dessa forma, a empresa será bem-sucedida na integração da sua cultura ao digital. CEO e C-Levels devem estar engajados na promoção do conhecimento aos seus colaboradores, participar ativamente de eventos que objetivam disseminar a nova cultura. Bons exemplos trazem incentivo e credibilidade.

3- Não contagiar as pessoas com a nova cultura
As mudanças na cultura da empresa para um modelo de evolução digital requerem a modernização de processos que muitas vezes esbarram em resistências. Portanto, é importante contagiar as pessoas com a cultura digital, mostrando todos os benefícios que esse novo modelo pode proporcionar no desenvolvimento de suas funções. Dessa forma, é possível evitar a formação de silos de evolução e estender a transformação para todas as áreas da empresa. A comunicação é essencial para garantir uma adesão consistente e ganhar a confiança de todos.

4- Não fortalecer as competências para a nova era
A transformação digital trouxe a necessidade de agregar novas competências para atingir os objetivos de negócios 4.0. Essa renovação não significa necessariamente uma ruptura com o modelo existente. A estratégia é unir todas as competências do time da casa, trazer novas, investir em talentos, preservando a essência da companhia. A execução de uma estratégia digital acontece por meio da motivação das pessoas, que usam a tecnologia para alcançar resultados com mais eficiência.

5- Não buscar o simples e cair na armadilha do complexo
Este é um dos maiores pecados em uma estratégia de transformação. Um dos protagonistas da era digital é a metodologia Ágil, que proporciona a realização de entregas rápidas, por meio do conceito de MVPs (Mínimo Produto Viável). Essa vantagem de poder aumentar a quantidade de novas versões disponibilizadas aos clientes permite que erros apareçam mais rapidamente e, ao mesmo tempo, sejam solucionados na mesma velocidade. Assim, é possível simplificar o desenvolvimento e acelerar ainda mais o compromisso com as entregas.

6- Adotar todo e qualquer tipo de tecnologia sem planejamento e avaliação de necessidades
Quando a decisão de construir uma estratégia digital é tomada, é preciso, primeiramente, avaliar o cenário atual e os principais objetivos que a empresa pretende atingir com as mudanças. A Transformação Digital não é um remédio para todas as dores do negócio. Definido o desenho da jornada digital, é hora de agregar as tecnologias que irão contribuir para o seu sucesso. Não se pode cair na armadilha de querer adotar todas as inovações que não estejam diretamente relacionadas com as necessidades de modernização dos negócios e, consequentemente, dos seus resultados.

7- Não eleger Agentes de Transformação Digital
Dependendo do porte e da atuação da empresa, é muito importante eleger Agentes da Transformação Digital, originados do time de C-Levels da companhia. Eles serão fortes aliados do CEO no compromisso de permear a nova cultura em toda a companhia e manter todas as pessoas informadas e engajadas. Os agentes devem trabalhar para que a Transformação Digital seja implementada em ciclos rápidos e cuidar para que os investimentos sejam constantes no digital. Dessa forma, o processo será consistente, contínuo, executado, aferido e controlado.

Fonte: Gabriel Cruz – Planin Comunicação

Comércio eletrônico precisa de uma boa estratégia

E-business de sucesso pede transformação digital

* por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada.

Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado.

Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo, atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização.

Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão.

E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check-in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

*Roberto Atayde é adviser da Topper Minds.