Novo filme da campanha de verão

Itaipava estreia segundo filme da campanha de verão

Para dar continuidade a campanha antecipada de verão, a cerveja Itaipava lança mais um filme com participação especial de Lulu Santos. Novamente, Lulu Santos divide o microfone com a Verão, Aline Riscado. O roteiro faz trocadilhos entre as situações corriqueiras do trabalho e objetos de praia, como mesas de reuniões com coolers de cerveja.

Com nova assinatura “Itaipava, cerveja 100% Verão”, a campanha foi desenvolvida em parceria com a Y&R e consagra a Itaipava como a cerveja do Verão. Os filmes apresentam situações do dia-a-dia pela lente do verão, sempre acompanhada de uma música exclusiva com o Lulu Santos. O planejamento inclui, além de veiculação nacional, desdobramento nas mídias sociais, rádio e mídia out of home.

Filmado em clima descontraído, a equipe contou com mais de 300 profissionais, incluindo diretores, cinegrafistas, atores e figurantes. A direção dos filmes é de Carlão Bussato, com criação de Celso Alfieri.

FICHA TÉCNICA

Cliente: CERVEJARIA PETROPOLIS S.A.

Produto: Itaipava

Títulos: Boas Vindas, Trabalho, Stress, Calor e Despedida

Duração: 60” e 30”

VP de criação: Rafael Pitanguy

Dir. Criação: Celso Alfieri e Beto Rogoski

Criação: Celso Alfieri, Beto Rogoski, Rafael Campello

Atendimento: Leonardo Balbi, Renata Colombo, Isabella Dell’Antonia, Larissa Geres, Marina Roge e Stephanie Humel.

Cliente: Giulia Faria, Eliana Cassandre, Naiara Brugneroto, Vanessa Sbrana, Camila Felippe e Jaqueline Ribeiro.

Planejamento: Paulo Vita e Filipe Leonardos.

Mídia: Gláucia Montanha, Patrícia Russo, Renan Soares, Bruna Morales, Juliane Calixto e Bruno Marangoni.

RTV: Nicole Godoy |Camila Naito| Izabel Soares |Anderson Rocha |Mariana Marinho|Cléo Gonçalves| |Mayara Araújo | Jay Leonel

Produtora: Hungry Man

Diretor: Carlão Busato

Managing Partner: Alex Mehedff

Diretor Executivo de Criativo: Fabio Pinheiro

Diretora Executiva: Renata Correa

Produtor Executivo: Rodrigo Castello

Line Producer: Mariana Barbiellini e Julia Padovan

Assistente Executiva: Íris Gil

Diretor de Fotografia: João Padua

Diretor de Arte: Patricia Pereira

Head of Production: Fernanda Laignier

Diretora de Produção: Rose Soares

Supervisor de Pós-Produção: Rodrigo Oliveira

Pós-Produção: Warriors

Finalizador: Thiago Marra

Montador: Ivan Kanter Goldman / Beto Araujo / Kaue Kabrera – AMC Rebecca

Color Grading: Marla Color Grading

Produtora de som: A9 Áudio

Produtor de som: Equipe A9

Atendimento: Guta Lima e Renata Schincariol

Locutor: Aline Riscado

Fonte: AC Comunicação – Thidila Salim

O futuro da TV Conectada

TV, TE VI: o futuro é conectado

Por Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil*

Fico pensando sobre Assis Chateaubriand em 1950, quando fundou o primeiro canal televisivo no Brasil, a TV Tupi. Por muitas décadas o princípio “dessa televisão” era ser um receptor, ou seja, uma caixa que transmite conteúdo vindo de outros lugares. Depois de alguns anos, os nossos hábitos de audiência evoluíram, principalmente depois do advento do cabo nos anos 1970. Esse progresso não parou, lembro que passamos por alguns formatos, até chegar nos modelos de distribuição de streaming e over-the-top (OTT, qualquer app ou website que entrega conteúdo em streaming via internet), que também é conhecido por um termo genérico para descrever o que a TV se tornou: TV avançada, que representa a convergência da TV tradicional com o streaming de vídeo fornecido por plataformas OTT e TVs conectadas.

Foto: Pixabay

Essa evolução é tão evidente que o consumo de televisão com hora marcada está morto! Isso mesmo, morto, pelo menos entre Millennials (nascidos após 2000) e a GenZ (os nativos digitais nascidos em meados da década de 90), que em alguns poucos anos vão comandar o mercado de consumo. Os jovens de 18 a 34 anos já dedicam 24% do tempo de consumo de TV nos Estados Unidos a TVs conectadas, em comparação a 10% entre toda a população adulta, de acordo com estudo recente da Nielsen. Eles esperam assistir o que eles querem, quando eles querem e da forma que eles querem. Isso mesmo, estamos falando de streaming, de VOD (vídeo por demanda).

E essa mudança de comportamento está recriando a indústria de mídia, produzindo novos modelos de negócio. A Netflix, com seu investimento de US$ 8 bilhões, é o exemplo mais proeminente, mas há outras dezenas de bilhões sendo investidos em produção de conteúdo para streaming por empresas como Hulu, Amazon e Apple, além de fusões multibilionárias, derretendo e recriando modelos que nascem da intersecção de mídia, ad tech e telco a se sucederem. Disney e Fox, AT&T e Warner Media são casos recentes, e a evolução da Roku, de um hardware para o consumo de vídeo para um ecossistema de conteúdo, distribuição e publicidade segmentada é outro exemplo da transformação pela qual a indústria está passando.

No Brasil, que tem enorme tradição com TV, a tendência não é diferente. E mais, a receptividade a anúncios nos torna um mercado de alto potencial para um futuro AVOD (ad-based video on demand). Um estudo recente da Telaria com painéis em cinco países, incluindo o Brasil, mostra que somos o mercado que mais bem aceita a publicidade como uma troca para acessar conteúdo de qualidade. A única coisa que não dá para esquecer é que Millennials e GenZ toleram – até gostam da publicidade e a tratam como Conteúdo – mas desde que ela seja relevante e altamente personalizada. O que é boa notícia, pois as TVs conectadas reúnem o melhor dos dois mundos, a experiência lean back de consumo de vídeo associada às possibilidades de segmentação do ambiente digital, com 100% de viewability e 95% de completion rate (taxa de conclusão de vídeo), já que é non-skippable.

Imagem: Pixabay

Então, quem diria, a TV está mais viva que nunca. O que muda é a forma de ver. O OTT cresceu 200% em audiência no mundo nos últimos três anos, e muitos produtores de conteúdo premium estão surfando a onda. No Brasil, onde TV linear, tradicional, tem qualidade e um alcance gigantesco ainda há muito espaço para convívio amigável entre o que foi e o que será.

Mas o ambiente para o streaming já existe, e as oportunidades para os produtores de conteúdo de conquistar audiências e para as marcas de conversar com seus públicos já está aí. E você, não vai aproveitar essa oportunidade? Recomendo você dar o play, não perca tempo.

*Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil, é especialista em Ad-tech, Marketing e Mídia com foco em publicidade programática, streaming de vídeo e TVs Conectadas.

Nova sede no Vale

Record TV Vale inaugura nova sede e amplia operações no Vale do Paraíba

Presente em 39 cidades, a Record TV Vale fortalece sua operação e inaugura em São José dos Campos a nova sede da emissora, reafirmando o seu compromisso com a comunidade do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Os investimentos da ordem de 3 milhões de reais possibilitaram, além do novo espaço, a aquisição de novos equipamentos e a implantação do sinal digital nestas cidades.

Já em operação na região desde 2009 por meio da atuação comercial e de equipes de reportagem para a cobertura jornalística, a Record TV Vale segue para um espaço amplo e moderno, localizado no edifício Hyde Park do Jardim Aquárius, em São José dos Campos, e foi projetado para que todos os departamentos trabalhem de forma integrada. A redação ganhou uma roupagem em formato “News Room”, integrando estúdio e jornalismo.

“Este é um momento de expansão, quando a Record TV Vale consolida um projeto iniciado há anos, o qual sempre projetamos incrementar ainda mais conteúdo regional de qualidade e possibilidades ao mercado joseense, do Vale e Litoral Norte. A hora chegou e quem ganha são os telespectadores, os anunciantes e o mercado publicitário”, conta Mário Toledo, Diretor Comercial da Record TV Vale.

João Batista Rodrigues, Diretor Executivo da Record TV Litoral, acrescenta que esta decisão representa um salto para a renovação da emissora. “São José dos Campos tem em seu DNA muito empreendedorismo e inovação, que vem de encontro também com o momento vivido pela Record TV Vale. Por este motivo, escolhemos esta macroregião para a ativação de um novo ciclo da emissora na região”, conta.

“Reinventar é a nossa marca e somos entusiastas para que este crescimento sustentável traga também benefícios, geração de negócios e novos empreendimentos para todos”, declara Marcelo Dantas, Diretor Administrativo da Record TV Vale.

Com 65 anos de atuação na TV brasileira, a Record TV é a segunda rede mais assistida de todo o país. Oferece uma programação de qualidade em seu conteúdo de entretenimento, como também um jornalismo imparcial e comprometido pela busca incansável pela verdade. Em São José dos Campos, Vale do Paraíba e Litoral Norte, a regional já atua desde 2009 retratando o desenvolvimento sócio econômico da região e desta vez mais integrada irá contribuir ainda mais para a expansão de toda a região.

Fonte: Agência Cápsula – Cimey Gadelha

Vagas no Grupo Band Vale do Paraíba

Band Vale do Paraíba contrata

O Grupo Band vale quer contratar dois assistentes comerciais para São José dos Campos.

  • 1 vaga com atividades de apoio ao comercial e secretariado
  • 1 vaga de atividades de apoio ao comercial e redes sociais

Enviar CV para gtoledo@band.com.br

Novidade na equipe comercial

Band Vale tem nova executiva de contas

A publicitária Renata Pieroni é a nova executiva de contas do Grupo Band Vale do Paraíba.

Renata tem experiência em áreas de mídia em agências do Vale do Paraíba e do ABC paulista e retornou recentemente de uma temporada de aprendizado e experiências na Irlanda.

Artigo aborda nova tendência em broadcast

Playout na nuvem é a nova tendência em Broadcast

*por Danillo Garcia

Como se adequar ao grande impacto da introdução das novas mídias e novos sistemas nos ambientes de produção de jornalismo e entretenimento? Um dos caminhos está na formação e na transformação do perfil dos profissionais que trabalham nesse segmento, além de investimentos na modernização da tecnologia.

A mudança nos perfis dos consumidores impôs uma demanda expressiva de ferramentas e tecnologia avançada para o setor. A tendência que vemos crescer agora é a necessidade de automação, sobretudo em conectividade, armazenamento e automatização dos processos, seja na área de produção ou na exibição, onde há uma grande busca por eficiência e metodologias.

Com essa evolução, a arquitetura de armazenamento de dados em nuvem foi incorporada a indústria por apresentar valores mais competitivos e por ser bastante flexível. Essa adoção impactou o mercado de broadcast e mudou a forma de trabalhar, antes setorizado e isolado, para um modelo mais colaborativo e com novos “players”.

Playout na nuvem

A solução baseada em nuvem, seja ela privada, hibrida ou publica, tende a ser o próximo passo dos canais televisivos para distribuição de conteúdo, as vezes com processos técnicos mais complexos, porem com de aumento de eficiência. Desta forma, poderão descartar arquiteturas pesadas de TI – que requerem altos investimentos – e migrar para uma plataforma alojada em uma estrutura com disponibilidade e confiabilidade muito elevadas, criando assim uma extensão na nuvem para um negócio já existente ou ainda permitindo, desde o início de um novo projeto, que toda a infraestrutura esteja focada na produção de conteúdo.

A aplicação de sistema de playout baseado em “cloud” abre um leque de possibilidades completamente novo para canais televisivos em todo o mundo, com acesso aos conteúdos descentralizados, favorecendo a troca de dados entre emissoras próprias e afiliadas.

Esta tecnologia permite uma gestão autônoma dos canais, importação de playlist a partir de sistemas de tráfego externos – via arquivo ou também via web -, controle de múltiplos canais a partir de um posto de trabalho e a criação de alinhamentos remotamente por acesso web.

Certamente as tecnologias adotadas dependem do perfil de cada companhia, mas os projetos de playout em cloud e automação de master e produção estão cada vez mais passando por processos de inovação, de modo que vale ficar atento às possíveis transformações para entender como elas poderão auxiliar o seu negócio.

* Danillo Garcia é diretor de Vendas da Seal Broadcast & Content, divisão da Seal Telecom

Coluna Branding: a alma da marca

“Festas” juninas

Rapidamente o ano está passando. Mal se viu e junho já está acabando, junto com o primeiro semestre de 2017. Neste artigo vou rever uma notícia que pode ter passado despercebida neste Brasil de “festas” juninas, mas que sob a ótica da gestão da marca pode ser importante.

Rojões
Entre tantos estouros e delações bombásticas que a mídia se ocupou em noticiar, levanto a bola para um fato que ela não valorizou muito, mas que não pode passar despercebido.

O fato é que pela primeira vez em décadas, um jogo da seleção brasileira de futebol não foi transmitido por uma grande emissora de TV aberta, a detentora do monopólio destas transmissões e, que aliás, pode ter seus dias contados.

O teste de transmissão da CBF TV pela internet não foi lá algo muito memorável, mas, pode ter mudado o rumo de uma cultura desenvolvida no Brasil.

Balão
Se a CBF achava que o advento da tecnologia poderia substituir a cultura da transmissão aberta pela emissora líder em audiência, facilmente, esse balão perdeu a tocha rapidinho e não alçou grandes voos.

Está claro que em termos de audiência, o teste não foi nenhuma sensação, principalmente pelo boicote da emissora em questão, quanto a cobertura dos jogos, onde se ocupou apenas em relatar o resultado e o pós jogo.

Não será assim tão fácil transformar uma manhã de terça em horário nobre brasileiro, pelo simples fato da seleção estar jogando e estar sendo transmitido pelo Facebook. Porém, não podemos descartar o importante passo que foi dado para uma abertura de mercado, e a transferência do dinheiro vindo dessa relação para outras mãos que não o da grande emissora.

Não é a primeira derrota da emissora neste novo cenário da tecnologia audiovisual, e entendo ser este um caminho irreversível para a mesma.

Para a CBF o fato agora é ver se existe alguma outra TV aberta interessada em botar uma grana preta nessa transmissão sem exclusividade, caso contrário, acredito que este teste foi um voo de balão de papelaria, bem curtinho. Pois, será preciso um trabalho muito mais profundo para mudar a cultura do brasileiro em assistir o seu futebol por sua mídia predileta.

Pau de sebo
Ainda sobre este assunto, podemos concluir que, construir marca não é trabalho de um dia para outro, mas destruí-la é bem rápido.

Entendo que será difícil a CBF TV conquistar a mesma audiência e influencia dessa TV aberta, mas a imagem que o novo público internauta tem desta emissora, gera um cenário futuro dos piores possíveis para a emissora.

A se julgar pelo vídeo gravado nesta transmissão e principalmente pelos comentários nele contidos, a marca da emissora tem hoje sérios problemas de rejeição, e não será fácil se desvincular da imagem de gananciosa, manipuladora e de vínculo político.

Mas o que isso traz realmente de problema?
É fato que a tecnologia irá obrigar todos nesse ramo a se reinventar, e a extensão de marca que poderia ser uma solução para o negócio, hoje, para mim, seria impossível para esta TV.

O exemplo para explicar isso é simples:

Vemos uma marca como a Coca Cola conseguir colocar sua reputação e prestígio em uma camiseta ou tênis com grande sucesso de venda. Mas a pergunta é: você usaria uma camiseta que tivesse a estampa da marca dessa emissora? Mesmo que fosse de graça?

Se sua resposta for não. Você é mais um dos que rejeitam a credibilidade desta marca. E esta parecem ser a opinião de muitos no Brasil.

Quadrilha
O ditado “diga-me com quem tu andas e eu te direi quem és” vale muito para explicar esta gestão da marca.

Ao tomar posição em fatos políticos em seu conteúdo jornalístico, ao boicotar tudo o que não lhe trazia dinheiro imediato, ao assumir um posicionamento ganancioso e criar polêmicas com nomes das marcas e produtos em suas transmissões, a marca dessa emissora foi sendo deteriorada, criando rejeição no publico internauta, que passou a trocar informações contrarias a este posicionamento e influências negativamente quanto a sua credibilidade.

Fogueira
É uma pena imaginar que uma marca como essa pode ter seus anos de história colocados em risco porque deixou de ouvir seus consumidores e se voltou para o poder que detinha de influenciá-los a seu bel prazer, sem se preocupar que o que tinha de mais importante era a proteção de sua imagem isenta e imparcial.

Do meu ponto de vista, não fico feliz por esta situação!
Sendo coerente com minha forma de ver as coisas, a desvalorização dessa marca BRASILEIRA me entristece. Assim como me entristeceu o trabalho de difamação da marca Petrobras, como me chateou o desprestígio com que foi tratado a marca Odebrecht, com o desrespeito que a política e a mídia tiveram com o papel institucional da presidência da republica e de partidos que destruíram suas marcas ideológicas por ganância.

No entanto é interessante ver que muito dessas fogueiras que queimaram as outras marcas brasileiras foram incendiadas por essa emissora que agora se vê tomada pelo próprio fogo que ajudou a atear.

Aguardemos o que o futuro poderá nos revelar, por enquanto viva as “festas” Juninas!

Curso mostra como produzir conteúdo para marketing esportivo

Produção de conteúdo e mídias sociais em times de futebol

IAJ traz a São Paulo aula sobre produção de conteúdo em times de futebol

Ricardo Taves, gerente de conteúdo do Flamengo, e Arnaldo Hase, que assina as TVs de Flamengo e Palmeiras, inauguram o IAJ em São Paulo

Dois profissionais que fazem história nas mídias sociais esportivas do País inauguram as atividades do IAJ em São Paulo. Ricardo Taves, gerente de conteúdo do Flamengo, e Arnaldo Hase, diretor da Soccer Media, ministram a aula “Produção de conteúdo em grandes clubes de futebol”.

Antes de levar o Flamengo a um patamar acima nas mídias sociais – foi o clube que mais teve crescimento digital no último ano na América Latina – Ricardo Taves trabalhou no Corinthians (SP), onde se destacou, entre outras coisas, na cobertura do título mundial de 2012.

Arnaldo Hase foi gerente de Comunicação do Santos FC de 2010 a 2013, onde criou a Santos TV. Em 2014, assumiu o desafio de criar a TV Palmeiras já através da Soccer Media, sua empresa criada com foco em produção de conteúdo. Desde então, também assina as TVs do Flamengo, do Goiás e, recentemente, assumiu também consultoria no Vitória (BA).

A aula acontece no dia 15 de julho, das 10h às 16h30, no auditório da Aceesp, em São Paulo (Avenida Paulista, 807, conjunto 904).

Mais informações pelo site : www.institutoiaj.com.br e WhatsApp: 21 97283-9028

Viacom amplia espaço

Viacom Brasil anuncia aumento na distribuição de seus canais nas principais operadoras do país

Movimentação inclui a chegada do Comedy Central no pacote básico da América Móvil e o lançamento dos canais Nick Jr. HD e MTV HD na SKY

A Viacom Brasil, proprietária de diversas marcas globais de entretenimento e seus respectivos canais de TV por assinatura, anuncia mudanças e conquistas importantes na distribuição de seus canais nas principais operadoras do país.

O Comedy Central – única marca global multiplataforma 100% dedicada à comédia, 24 horas por dia – passou a fazer parte do pacote básico para os assinantes da NET e Claro HDTV (canal 137), desde a última sexta-feira, 5 de maio.

Para a Nickelodeon, uma das marcas multimídia de entretenimento para crianças e família mais reconhecidas e amplamente distribuída em todo o mundo, a novidade está no lançamento do canal Nick Jr. na SKY (canal 287), em HD, no ar desde o dia 28 de abril. O canal reúne atrações voltadas às crianças em idade pré-escolar.

A MTV também ganhou a versão HD na SKY, disponível no canal 285.

Já na Oi TV, a MTV – canal 134 (HD) – passa a integrar o pacote ‘mini-básico’ a partir desta quinta-feira, 4 de maio. Com a mudança, os assinantes passam a ter acesso à programação variada e multiconectada do canal, que é top of mind dos jovens brasileiros.

Rogério Francis, Diretor Sênior de Distribuição de Conteúdo da Viacom Brasil, avalia o momento da empresa como “muito positivo” e afirma que a estratégia é seguir ampliando a penetração das marcas nos domicílios brasileiros: “Além de oferecer mais qualidade aos conteúdos de canais consolidados e amplamente distribuídos como MTV e Nickelodeon, com o lançamento de canais HD nas principais operadoras do país, nosso objetivo para um futuro próximo é seguir ampliando o alcance de Comedy Central e Paramount Channel, que hoje já possuem uma base de assinantes bastante expressiva”, explica o executivo.

Fonte: Fundamento Marketing – Luís Siciliano

Um milhão de amigos

TV Brasil exibe série nacional “Quero ter um Milhão de Amigos” a partir desta terça 
Produção da Mira Filmes combina humor, redes sociais, games e muita internet

O mundo dos Youtubers, Vloggers, Bloggers e Geeks é o tema da série Quero ter um Milhão de Amigos, produção nacional que estreia nesta terça (2/5), às 20h30, na TV Brasil. A atração inédita na televisão aberta tem 13 episódios de 24 minutos e será exibida de segunda a sexta-feira pela emissora pública.

A série conta com humor a história de Érico (Victor Mendes), uma celebridade na internet, mas um verdadeiro desastre fora dela. Ele está sempre acompanhado dos amigos Bruno Alves (Rodrigo Pavon), um gênio precoce que teve o azar de envelhecer, e Du Metal (Francisco Guarnieri), um maluco orgulhosamente disposto a levar tudo para o caminho errado.

No sitcom, Érico tem de aguentar as reclamações da mãe, Verônica (Chris Couto), e o sucesso de Marcelo (Pedro Costa), seu irmãozinho economista. Para piorar, é perdidamente apaixonado por Natara (Bella Marcatti), estrela do Twitter e musa dos nerds de todo o Brasil.

Produzida pela Mira Filmes, a série relata o dia a dia dos viciados em redes sociais, YouTube e gameplays. Tudo com muito humor. “Quero ter um Milhão de Amigos” trabalha com a dicotomia entre o sucesso virtual que as redes às vezes provocam e a vida desconectada, “ao vivo”, de cada um de nós.

Em meio a hits do YouTube e à final do campeonato mundial de League of Legends, a trama tenta mostrar o outro lado do mundo virtual: o fracasso em relacionamentos, a necessidade de conseguir algum emprego para bancar o sonho do sucesso na internet e a cobrança dos pais, irmãos e tios para esquecerem o Facebook e arranjarem um rumo na vida.

A série é uma criação de Bernardo Barcellos, Francisco Guarnieri, Gustavo Rosa de Moura e Leonardo Levis, e conta no elenco com Victor Mendes, Francisco Guarnieri, Rodrigo Pavon, Bella Marcatti, Pedro Costa e Chris Couto. “Quero ter um Milhão de Amigos” ainda tem participações especiais de nomes como André Abujamra, Paulo Miklos e Daniel Furlan.

Ficha Técnica:
Produtora: Mira Filmes
Direção: Gustavo Rosa de Moura, Bernardo Barcellos e Leonardo Levis
Elenco: Victor Mendes, Rodrigo Pavon, Bella Marcatti, Francisco Guarnieri, Chris Couto, Pedro Costa.
Gênero: Comédia
Episódios: 13
Duração: 24 min.

Serviço
Quero ter um Milhão de Amigos
Estreia dia 2 de maio (terça-feira), às 20h30, na TV Brasil.
Exibição de segunda a sexta-feira, às 20h30