A importância de uma plataforma de e-commerce

por Luciano Furtado C. Francisco*

Um dos assuntos mais falados de 2020 foi o comércio eletrônico, devido à covid-19. Com a mobilidade mais restrita por conta do receio de contágio, houve um aumento expressivo, muito maior do que seria normal, nas compras online. Muitas pessoas que não tinham o hábito de fazer compras pela internet, ou o faziam raramente, passaram a ser e-consumidores mais regulares. Os que já faziam, aumentaram a frequência de consumo pela rede.

O ponto em comum em tudo isso: qualquer compra no comércio eletrônico acontece por meio de uma plataforma de e-commerce.

Mas antes de entrar mais diretamente no assunto da plataforma, cabe dizer que só é considerada uma transação de e-commerce aquela em que todos os passos ocorrem eletronicamente, inclusive o pagamento. E às vezes até a entrega, no caso de um produto digital, como um e-book, por exemplo. Aquele produto que você viu pela rede social, entrou em contato com o vendedor, combinaram o negócio, você transferiu o dinheiro pelo home-banking e mandou o comprovante por e-mail não é e-commerce, ok?

Ou seja, a plataforma é um software que funciona na nuvem e pela internet, baseado num endereço www (URL). Unifica num só sistema todas as funções de uma transação de comércio eletrônico e isso permite que você não tenha que usar várias ferramentas para fazer uma compra à distância. Tudo que precisa está nela: vitrines, organização por departamentos, informações dos produtos (com fotos, descrições, vídeos), formas de pagamento, transportadoras etc. De quebra, permite que os compradores se cadastrem, facilitando compras futuras. Portanto, ela faz com que uma transação de comércio eletrônico aconteça de fato. É o coração do e-commerce, que não acontece sem uma plataforma.

Uma dúvida comum a todo empresário iniciante no e-commerce é saber qual tipo de plataforma é a ideal para ele. Essa não é uma resposta direta, vai depender de uma série de fatores. Mas aqui temos algumas perguntas básicas:

1 – A empresa deseja ter uma loja virtual própria? Isto é, quer ter um site onde funcione uma loja virtual com todos os recursos para compras online?

2 – Ou um site próprio não é necessário (ao menos no início)?

Bem, se o caminho é na pergunta 2, existem as alternativas de marketplaces e plataformas “C2C”, que provem toda a estrutura a quem queira vender online. Mas esse é um assunto para um próximo artigo.

Nesse vamos responder a quem deseja seguir na estratégia da pergunta 1. Temos três tipos de plataforma, cada uma adequada a uma realidade.

Plataforma Própria

É aquele site de comércio eletrônico desenvolvido e mantido pela empresa, que o constrói do zero. Logicamente, é direcionado para grandes empresas, que normalmente têm recursos e pessoal para esse desenvolvimento. Pois é um projeto de software, que, aliás, é complexo. A vantagem é que a empresa pode fazer uma loja virtual com tudo que precisa. A desvantagem é o tempo de construção e disponibilização.

Plataformas de Código Aberto

Existem vários módulos de e-commerce que se podem baixar na internet e usar para fazer uma loja virtual. Por exemplo, Magento, Wix, OpenCart etc. Apesar de ter um custo praticamente zero, deve-se ter algum conhecimento técnico para configurar e botar para rodar, assim a empresa pode ter de contratar profissionais especializados. Além da vantagem do custo zero, esses sistemas costumam ser altamente customizáveis e com muitos módulos (alguns pagos) para acoplar ao sistema para uma infinidade de funções. A grande desvantagem é a dependência de serviços de terceiros e uma certa limitação, se comparado aos outros tipos. Indicado para quem tem um orçamento apertado (às vezes, inexistente).

Plataformas Licenciadas

Há empresas que têm plataformas e licenciam seu uso a quem quer ter um e-commerce. Os sistemas já estão prontos, têm os recursos básicos e avançados e já te possibilitam a integração com os principais meios de pagamentos, transportadoras e outros sistemas, como ERPs e CRMs. Basta o lojista contratar, fazer os cadastros dos produtos e configurações básicas e começar a usar, pagando taxas mensais fixas, por venda, acessos (ou combinação disso tudo) à empresa que licencia a plataforma. Vantagens: rapidez de implantação, despreocupação com aspectos técnicos, que ficam a cargo da empresa dona da plataforma e possibilidade de customização. Desvantagens: atualizações e evoluções também são pela empresa da plataforma, o que pode limitar o lojista.

Assim, cada perfil de empresa se enquadra num tipo acima de plataforma. Pode-se também ir passo a passo, começando com uma plataforma de código aberto, passando para uma licenciada e, quem sabe, uma plataforma própria. Tudo depende da estratégia da empresa.

Antes de escolher, o empresário tem que pesquisar as várias formas e os fornecedores. Ver quais os recursos que cada uma vai lhe dar, pontos fortes e fracos, preços, conversar com outros usuários para saber o nível do serviço, enfim pesar uma série de critérios e então optar por uma. Não é uma decisão que se tome de um dia para outro. Afinal, não há marketing digital que dê jeito em uma loja virtual que funcione em uma plataforma com poucos recursos.

E por fim, não existe a melhor plataforma. O que existe é a plataforma mais adequada para a empresa.

*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva

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Como o mercado pode se preparar para atender o consumidor digital

por Marcos Ribeiro*

As mudanças nos modelos de consumo provocadas pela pandemia em 2020 acarretaram novos desafios para as empresas. Com a transformação digital acelerada, e como uma uma das formas de suprir a falta de contato físico, muitas delas intensificaram a presença on-line a fim de se manter relevantes para seu público, seja ele formado por outras empresas (B2B) ou pelo cliente final (B2C). Esse movimento fez com que o Brasil registrasse um aumento médio de 400% no número de novas lojas no comércio eletrônico por mês durante a pandemia, como indica a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Image by Mediamodifier from Pixabay

Neste novo cenário, para manter o relacionamento com o consumidor digital é essencial entender que a competitividade tradicional passou a ser muito mais complexa, ainda mais durante o período de alta de vendas no varejo, que se estende entre os meses de novembro e dezembro. O Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) concluiu que o comércio eletrônico dominou a preferência dos compradores on-line, com o setor avançando 21,2% sobre o mesmo período em anos anteriores, na última Black Friday.

É importante entender que, nas plataformas digitais, um produto ou serviço pode ser oferecido de diversas maneiras, tais como mercados on-line (e-commerce, marketplaces) e serviços de assinatura, e, sem as barreiras físicas, a oferta pode envolver centenas de empresas ao mesmo tempo, deixando a concorrência mais acirrada. Assim, entender o comportamento de consumo deixa de ser apenas uma estratégia de diferenciação do negócio para se tornar uma necessidade cada vez maior e central no mercado.

Por isso, para oferecer uma experiência personalizada, a aplicação de soluções de data analytics, que permitem analisar informações dos canais (tanto on-line quanto offline) para aprimorar a abordagem comercial, ganharam notoriedade. Por meio delas é possível aprender mais sobre o próprio negócio, o público-alvo, os concorrentes e o segmento de atuação como um todo – inclusive com conceitos de omnicanalidade. O processamento de dados qualitativos e quantitativos ressignifica e traz novas perspectivas sobre o comportamento de consumo, permitindo que o posicionamento estratégico da companhia se adeque às demandas reais, melhorando o desempenho de negócios.

Nesse contexto, podemos destacar que tecnologias de inteligência artificial (IA), machine learning e segurança da informação são aliadas da análise de dados para a geração de insights precisos e seguros. O Gartner aponta que, até o final de 2024, 75% das companhias passarão de iniciativas de testes-piloto para novas formas de utilização de IA. Algumas dessas abordagens e técnicas, como aprendizado por reforço e aprendizado distribuído, já estão criando sistemas mais adaptáveis e flexíveis para lidar com situações de negócios complexas.

Na prática, a aplicação de analytics apoia o direcionamento das ações ao identificar padrões de comportamento, como tendências e similaridades. Assim, a análise de dados permite identificar quais são os caminhos com mais chances de sucesso. Por meio da aplicação adequada dos métodos e ferramentas analíticas, é possível identificar quais são os períodos em que o consumidor está mais disposto a comprar, por exemplo, para que as empresas possam oferecer serviços e produtos que atendam exatamente os seus anseios.

O grande diferencial do ambiente conectado é que a identificação desses padrões conta com o apoio da tecnologia para que a análise seja mais assertiva, filtrando os dados relevantes para os negócios com base em padrões. Nesse processo, plataformas em nuvem e o modelo B2B são grandes responsáveis por prover ferramentas de gestão que desempenhem uma operação personalizada de acordo com as demandas do cliente direto e do cliente final, com repositórios de dados atualizados, proteção das informações e inteligência analítica.

Esse diferencial é também um dos principais benefícios da aplicação da tecnologia no processo de marketing e vendas: ao ter maior e melhor compreensão de quem é o consumidor final, estratégias mais adequadas podem ser aplicadas para que as empresas se mantenham relevantes e precisas. Assim, além de potencializar os resultados, essa é uma forma de aproximá-las de seus clientes e, em um cenário de alta competitividade, aproveitar o máximo dos dados que estão disponíveis pode ser o maior trunfo para o sucesso.

*Marcos Ribeiro é head de Data & Analytics na Infosys Brasil.

Fonte: RPMA – Julia Souza

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Loja solidária de Natal no Via Vale

Via Vale Garden Shopping tem loja solidária de Natal

Até o dia 24 de dezembro, véspera da data mais importante do varejo, o Via Vale abre as portas da Loja Solidária de Natal. Como já é tradição, durante todo o ano, o shopping cede o espaço para Instituições locais arreacadarem recursos por meio de seus trabalhos artesanais e manuais, desenvolvidos pelos próprios assistidos pelas Instituições.

A primeira instituição participante é a Casa Mulher & Vida, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos de assistência social e que há dezesseis anos presta suporte sócio econômico, psicológico, jurídico e nutricional à pessoas vivendo e convivendo com IST/HIV de Taubaté e Região. Atualmente assiste 407 pessoas e seus familiares. Na loja será possível encontrar trabalhos em feltro, tecido, costura criativa, todos artesanais. O valor das peças vai de R$10,00 a R$130,00.

A outra instituição que está expondo seus trabalhos no Garden é a Casa da Amizade de Taubaté, que é uma entidade voltada para o trabalho com as gestantes carentes da comunidade. Todo mês, a casa entrega de 15 a 20 kits de enxoval para a gestante que está de 7 a 9 meses de gestação. O trabalho é desenvolvido há mais de 70 anos. A Casa também conta com o apoio do Banco de Leite de Taubaté, além de oferecer apoio de assistente social, fisioterapeuta, treinamentos e palestras para as mamães sobre os cuidados com o bebê. A Casa também atende asilos e faz empréstimo de cadeiras de rodas para quem precisa. No Bazar será possível encontrar peças em patchwork, E.V.A, tricô, crochê, MDF e decoração de natal em geral. O preço dos produtos varia entre R$3,00 e R$250,00.

Toda a renda arrecadada pela loja, nesses dias em que ficará instalada no Via Vale Garden Shopping, será revertida para as entidades de caridade participantes. Ambas as instituições se mantém com o resultado das doações da população e renda dos bazares. A loja seguirá o horário de funcionamento do mall.

Fonte: Marketing Via Vale – Aline Duarte

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Colinas Shopping lança livro sobre Noel jovem em prol de projeto social

Renda arrecadada será revertida para as obras da ONG Viva Boa Vista, de Jacareí

A história “O Primeiro Natal de Noel”, que também dá nome à campanha de fim de ano do Colinas Shopping, é contada em um livro exclusivo produzido pelo Colinas, com ilustrações de Clelia Melatto. Nela, Mr. Gift se encontra com um Noel ainda jovem, aprendendo seu ofício e descobrindo sua vocação, em momentos de solidariedade, família, amizade e aventura.

A publicação, além de ter o conto de Natal que inspira a campanha, integra uma ação social encabeçada pelo Colinas Shopping. Ao ficar com um exemplar, o cliente pode colaborar voluntariamente com o projeto social ONG Viva Boa Vista.

Toda a renda arrecadada será revertida para as obras de reforma da instituição de Jacareí. O livro tem uma doação sugerida de R$ 30, mas os clientes podem colaborar com qualquer quantia.

“O Primeiro Natal de Noel” também tem uma versão digital, disponível no site do shopping: colinasshopping.com.br/oprimeironataldonoel, que pode ser acessada gratuitamente.

Fonte: Cabana – Alexia Silva

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Internet vai superar vendas nas lojas físicas

Pela primeira vez, compras de Natal pela internet vão superar vendas nas lojas físicas no País

Segundo pesquisa da agência Conversion, varejo virtual soma 31,94% das intenções de compra dos brasileiros para a data, seguido pelos aplicativos de lojas e marcas, com 22,53%

Pela primeira vez no País, o Natal deste ano terá mais compras pela internet do que no varejo físico. Segundo pesquisa inédita da agência Conversion, especializada em SEO e e-commerce, as lojas virtuais somam 31,94% das intenções de compra dos brasileiros para a data, seguidas pelos aplicativos de lojas e marcas, com 22,53%. Os estabelecimentos em shopping centers e comércio de rua aparecem em seguida com, respectivamente, 19,25% e 18,77% das preferências.

De acordo com a pesquisa, realizada no dia 12 de dezembro com 1.068 brasileiros acima de 16 anos, por meio de um questionário estruturado com perguntas fechadas via internet, 83% dos entrevistados afirmaram que vão presentear alguém no Natal, mas 17% dos consumidores não irão fazer nenhuma compra para a data comemorativa.

A pesquisa mostra que será, de fato, um Natal muito mais econômico: 41,3% pretendem gastar menos este ano em comparação com o evento de 2019. “Por outro lado, o estudo mostra que 23,6% pretendem gastar mais com presentes neste Natal em 2020, que, por si, já é bastante surpreendente diante do atual cenário de desemprego e de queda da atividade econômica no País”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

“Em novembro, lançamos um estudo que apontou para a maior Black Friday de todos os tempos, impulsionada pela pandemia. Naquela pesquisa, 75% dos brasileiros pretendiam comprar pela internet por medo do contágio”, acrescenta.

O estudo mostra ainda que 48,3% dos brasileiros pretendem gastar menos de R$ 300 em todos os presentes de Natal deste ano. “Este número é diametralmente oposto ao de nossa pesquisa sobre a Black Friday, quando 32,2% afirmaram que pretendiam gastar acima de R$ 1 mil. Para o Natal, apenas 12% pretendem presentar acima de mil reais”, explica.

Para Ivo, o chamado “novo normal”, que começou em março e se estendeu durante todo o ano, está levando o consumidor brasileiro a mudar profundamente os seus hábitos. “por esta razão, teremos um Natal com mais compras por e-commerce do que por lojas físicas”, ressalta.

O prazo de entrega é, segundo a pesquisa, o fator mais preponderante para a decisão de compra dos brasileiros, seguido do custo do frete, que também será muito levado em conta, reforçando a ideia de um Natal espartano.

A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente neste link

Fonte: Assessoria de Imprensa – Thiago Nassa

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Número de mulheres cresce e ganha destaque no empreendedorismo

No Taubaté Shopping, mulheres em posição de liderança destacam os desafios e as alegrias de administrar o próprio negócio

Pesquisa realizada pela OnePoll mostra que 63% das brasileiras têm como principal motivação para empreender a vontade de se tornar sua própria chefe. As motivações para investir no próprio negócio são as mais variadas, incluindo ainda maior flexibilidade e a realização de sonhos pessoais, como contam as empresárias Luzia Costa, da Sóbrancelhas, e Eliane Rodrigues da Silva, da Botoclinic – elas que estão entre as cerca de 50 mulheres que administram suas próprias operações dentro do Taubaté Shopping.

Segundo Luzia, sua dedicação ao empreendedorismo já soma mais de 15 anos. “Já tive vários negócios, desde carrinho de lanche, pizzaria, tenda de massagem na praia e fiz e vendi pirulito”, recorda. “Mas foi quando tive o meu próprio centro de treinamento na área de embelezamento do olhar e da face que descobri que poderia ter minha própria marca.” Nasceu, então, há 7 anos, a Sóbrancelhas, que atua no segmento de beleza e estética e teve no Taubaté Shopping a sua loja modelo, a partir da qual a marca criou tendência e se expandiu, inclusive, para outros centros de compras. “A escolha pelo segmento, em primeiro lugar, foi pela identificação e também pelo conhecimento da área e das técnicas. O desafio foi entrar no mercado como franquia e as pessoas não acreditarem no começo que eu poderia vender unidades e ganhar dinheiro ‘fazendo sobrancelhas’. Hoje somos líder no mercado”, destaca.

Nos desafios do empreendedorismo há 13 anos, Eliane Rodrigues da Silva investiu na área de beleza a partir de 2019, quando adquiriu a franquia da Botoclinic. “A área da estética é uma das que mais crescem no nosso país. E por que não ser algo prático e fácil, nos dias corridos que vivemos hoje? A praticidade precisa existir e estamos aqui para mudar os conceitos”, ressalta. A unidade está no Taubaté Shopping desde fevereiro deste ano. “Escolhi o Taubaté Shopping por ser bem localizado, com um fluxo muito bom de pessoas e com uma grande credibilidade na cidade. Acredito que seja um dos locais mais queridos pelas pessoas que procuram passear e fazer compras”, detalha Eliane.

Os desafios de empreender
“São vários os desafios diários”, afirma Luzia ao falar sobre manter o próprio negócio. “Você precisa acreditar no seu negócio e ‘vendê-lo’ todos os dias. É preciso inovar sempre, estar de olho no mercado e sempre se adaptar às mudanças. O sentimento é de gratidão por ver o negócio prosperando, ver seu sonho sendo sonho de outros empreendedores pelo Brasil e pela América Latina também não tem preço; além de ver os clientes felizes com o resultado de serviços e com a linha de produtos é muito gratificante.”

Seguir em frente sempre
Tanto Eliane quanto Luzia reforçam que, mesmo diante de um cenário adverso como o atual, o objetivo tem que ser sempre acreditar. “Esse não foi um ano fácil para as vendas. Porém, mais difícil do que lidar com as contas, foi lidar com o vírus se espalhando; mas sabemos que é transitório e temos que ter fé que dias melhores virão em breve. Que sejamos fortes para continuar lutando, sempre agradecendo pela nossa saúde e disposição”, destaca Eliane. Luzia reforça: “Não podemos parar. É necessário criar em momentos de dificuldades e se moldar aos acontecimentos; ser resiliente é um dos principais fatores para uma empresa prosperar e não ser afetada em situações desafiadoras como a que enfrentamos.”

Fonte: Communicare – Giovanni Rodrigues

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Transformação digital foi acelerada

Transformação digital que levaria anos foi acelerada em apenas 2 meses em razão da Covid-19, diz estudo ISG

Empresas desafiadas por mudanças repentinas nas compras, na cadeia de suprimentos e em outras áreas realizaram iniciativas digitais de longo prazo em poucos meses

A crise sanitária causada pela Covid-19 fez com que todas as empresas recolhessem seus planos de investimento e acelerassem seus projetos em transformação digital, tornando esse processo de digitalização uma realidade e não mais uma opção, aponta o relatório 2020 ISG Provider Lens ™ Digital Business – Solutions and Service Partners para o Brasil.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

De acordo com o estudo lançado nesta semana pela Information Services Group (ISG), líder global em pesquisa e consultoria em tecnologia, produzido e divulgado pela TGT Consult no Brasil, a pandemia e os lockdowns associados deixaram muitos segmentos de indústria lutando para sobreviver nos primeiros meses de 2020. Tendências emergentes rapidamente em resposta à crise, como a adoção de compras online e internet banking, além da adoção de plataformas de colaboração e videoconferência no local de trabalho, levaram as empresas a realizar em dois meses o que seriam projetos de digitalização de anos.

“O futuro exige mais automação, resiliência e colaboração virtual. Soluções e serviços de negócios digitais são essenciais para a maioria das empresas que buscam implementar novas tecnologias e formas de trabalho”, afirma o autor da pesquisa ISG e analista TGT Consult, Mauricio Ohtani.

Segundo o relatório ISG, os exemplos mais positivos são o campo da telemedicina, no qual milhares de pessoas receberam suporte imediato, e o setor do varejo, no qual muitas iniciativas de comércio eletrônico tiveram uma aceleração bastante considerável. As principais empresas brasileiras do varejo tiveram suas ações na bolsa de valores supervalorizadas com base em suas iniciativas digitais. Este cenário exigiu das empresas a busca por suporte em áreas como experiência do cliente, ciclo de vida do produto e cadeia de suprimentos, abrindo uma nova janela de oportunidades para as empresas que fornecem suporte para esse tipo de transformação digital.

“Este relatório mostra o quanto é relevante ter uma maturidade digital quando comparamos as empresas menos impactadas negativamente por conta da crise do coronavírus, com aquelas que ainda não se transformaram e quase sucumbiram diante do enorme desafio”, diz Mauricio Ohtani.

Em resposta, os provedores de serviços em digital business intensificaram suas estratégias de go-to-market, acelerando o lançamento de novas ofertas e expandindo seus portfólios. A crise também acelerou os fornecedores na adoção de métodos de desenvolvimento agile e DevOps, para atender às demandas atuais. Uma das operações mais afetadas em todo o mundo, a da cadeia de suprimentos, acelerou a transformação digital e a adoção de tecnologias avançadas, como inteligência artificial/aprendizado de máquina (AI/ML), automação de processos através de robôs (RPA), internet das coisas (IoT) e blockchain, mostrando que a COVID-19 se tornou o gatilho para transformar e melhorar a cadeia de valor. No entanto, o blockchain, ainda parece estar no começo da sua curva de maturidade no país, diz o estudo ISG.

O relatório 2020 ISG Provider Lens ™ Digital Business – Solutions and Service Partners para o Brasil avaliou as capacidades de 36 provedores em cinco quadrantes: Digital Business Consulting Services, Digital Customer Experience Services, Digital Product Lifecycle Services, Blockchain Services e Digital Supply Chain Transformation Services.

O relatório nomeou a Accenture e a IBM como líderes em todos os cinco quadrantes. BRQ, Stefanini e Wipro foram nomeadas líderes em quatro quadrantes e a Deal em três quadrantes. Capgemini, CI&T, Deloitte Digital, EY, Reply e Sonda aparecem como líderes em dois quadrantes, enquanto DXC Technology, ilegra, Infosys, Logicalis, PwC e Sinqia estão um quadrante cada.

Além disso, a T-Systems foi considerada como Rising Star – uma empresa com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em dois quadrantes. Everymind e Sonda aparecem como Rising Stars em um quadrante.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na BRQ, Deal e ilegra.

O relatório ISG Provider Lens™ Digital Workplace of the Future – Services & Solutions 2020 para o Brasil está disponível para os assinantes ou para compra através da TGT Consult.

Fonte: Mondoni Press

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Shopping Pátio Pinda continua trazendo novidades

Inaugurações, novos contratos e feirão animam o centro de compras e trazem novas oportunidades aos clientes

O ano está quase acabando, mas o Shopping Pátio Pinda continua trazendo novidades para completar o seu mix de lojas. Na última semana, o centro de compras inaugurou mais duas operações: o quiosque Arrazei na Make, especializado em maquiagens, e a Edson Derrico House, imobiliária que traz um dos conceitos mais modernos do segmento.

Outras três marcas também fecharam contrato com o centro de compras. Até o fim do mês, os clientes do shopping poderão conferir a loja Natural Vale, empório especializado em produtos naturais, e o quiosque da Piticas, marca focada no mundo Geek. Para o próximo ano, quem chega para reforçar o time é a Claro, concessionária de telefonias móvel e fixa, banda larga e TV por assinatura.

“Oferecer aos clientes excelentes oportunidades de compra é um dos nossos objetivos. Por isso, buscamos sempre as melhores marcas”, comenta Mayara Moleiro, analista de Marketing do Shopping Pátio Pinda.

Feirão Carrera Nissan
A partir desta quinta-feira (10), o Shopping Pátio Pinda também recebe o feirão “Vale do Paraíba é Território Carrera Nissan”. São diversas opções de novos, como o Kicks, o Frontier e o novo Nissan Versa, que promete desafiar as expectativas dos visitantes. Já os seminovos também estão com condições especiais e o cliente poderá receber o carro antes do Natal. O evento segue até domingo (13), às 18h, e acontece no estacionamento do shopping.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

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ACIT e HITT firmam acordo

ACIT assina termo de parceria com Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté

Na manhã dessa quarta-feira, 09 de dezembro, o atual presidente da Associação Comercial e Industrial de Taubaté, Ricardo Vilhena, participou do evento de apresentação das seis novas startups que vão compor o Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté (Hitt).

Durante o evento, foi assinado um Termo de Parceria entre a ACIT e o Hitt para o apoio ao desenvolvimento de novos projetos.

Atualmente, o Hitt tem como principais parceiros a Prefeitura Municipal e Universidade de Taubaté, através do EPTS.

A ACIT acredita que as startups podem trazem inovações além de buscar soluções para várias demandas das empresas da nossa cidade, pois a tecnologia e o empreendedorismo fazem parte do desenvolvimento do comércio e da economia.

A Associação está sempre atenta às novidades e há alguns anos já participa com a FATEC do campeonato Hackathon, que é uma maratona de ideias, e realiza também o Campeonato de Empreendedorismo com alunos do ensino médio do município em várias categorias, visando desenvolver os jovens para o mercado de trabalho.

O evento contou também com a presença do ex presidente da ACIT e prefeito eleito José Saud, do atual prefeito Ortiz Junior, da Reitora da UNITAU, Profa. Dra. Nara Fortes, além de vereadores da cidade.

“Esse novo Termo é importante para ampliar as parcerias da ACIT. Buscamos estar atualizados e atentos às novidades para oferecer melhorias para o desenvolvimento da nossa cidade e, simultaneamente, das nossas empresas e do nosso comércio. Queremos sempre oferecer as soluções mais modernas aos nossos associados.” ressalta Ricardo Vilhena.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bruna Abifadel

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ACI lança ACCredito

ACI lança linha de crédito rápida para seus associados

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos traz uma boa notícia para seu associados neste fim de ano: a implementação do ACCredito, que funcionará como uma linha de dinheiro rápida, segura e distante das burocracias e juros proibitivos dos bancos.

Image by Nattanan Kanchanaprat from Pixabay

O ACCredito tem como foco auxiliar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas e também de microempreendedores individuais, oferecendo vantagens para associados como taxas de juros a partir de 1,62% ao mês, até 6 meses de carência, parcelamento em até 24 meses e atendimento 100% online. Tudo isso com a segurança garantida por uma Instituição regulada pelo Banco Central do Brasil.

“As micro e pequenas empresas têm historicamente enfrentado muitas dificuldades para obterem o crédito em condições mais adequadas junto ao sistema financeiro convencional. O surgimento das fintechs e mais recentemente das Sociedades de Crédito Direto tem descortinado novas opções para esses empreendedores, permitindo o acesso ao crédito de forma mais rápida, mais barata e mais simplificada”, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da ACCredito. “O Banco Central tem tido um papel importantíssimo nesse processo, ao regulamentar esse novo tipo de instituição financeira totalmente digital, proporcionando uma maior concorrência no Sistema Financeiro do país.”

A ideia foi colocada em prática para ajudar na recuperação dos setores mais atingidos pela pandemia da Covid-19. Em primeiro momento o empréstimo tem como maior objetivo funcionar como capital de giro para a economia, mas existe a ideia de se realizar um planejamento de fluxo de renda fixo.

“A ACI busca a cada dia inovar mais com soluções que contribuam para o crescimento e desenvolvimento dos nossos associados, para continuar a preservar vidas, empregos e empresas”, disse Eliane Maia, presidente da ACI de São José dos Campos.

O requerimento pode ser feito através do site (https://accreditodigital.com.br/), e a liberação do crédito acontece em poucas horas após a confirmação da instituição financeira, ou no começo do dia seguinte dependendo do horário em que foi realizado o processo.

O associado da ACI de São José dos Campos pode conferir este e outros benefícios no nosso site (https://www.acisjc.com.br/).

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

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