A importância de uma plataforma de e-commerce

por Luciano Furtado C. Francisco*

Um dos assuntos mais falados de 2020 foi o comércio eletrônico, devido à covid-19. Com a mobilidade mais restrita por conta do receio de contágio, houve um aumento expressivo, muito maior do que seria normal, nas compras online. Muitas pessoas que não tinham o hábito de fazer compras pela internet, ou o faziam raramente, passaram a ser e-consumidores mais regulares. Os que já faziam, aumentaram a frequência de consumo pela rede.

O ponto em comum em tudo isso: qualquer compra no comércio eletrônico acontece por meio de uma plataforma de e-commerce.

Mas antes de entrar mais diretamente no assunto da plataforma, cabe dizer que só é considerada uma transação de e-commerce aquela em que todos os passos ocorrem eletronicamente, inclusive o pagamento. E às vezes até a entrega, no caso de um produto digital, como um e-book, por exemplo. Aquele produto que você viu pela rede social, entrou em contato com o vendedor, combinaram o negócio, você transferiu o dinheiro pelo home-banking e mandou o comprovante por e-mail não é e-commerce, ok?

Ou seja, a plataforma é um software que funciona na nuvem e pela internet, baseado num endereço www (URL). Unifica num só sistema todas as funções de uma transação de comércio eletrônico e isso permite que você não tenha que usar várias ferramentas para fazer uma compra à distância. Tudo que precisa está nela: vitrines, organização por departamentos, informações dos produtos (com fotos, descrições, vídeos), formas de pagamento, transportadoras etc. De quebra, permite que os compradores se cadastrem, facilitando compras futuras. Portanto, ela faz com que uma transação de comércio eletrônico aconteça de fato. É o coração do e-commerce, que não acontece sem uma plataforma.

Uma dúvida comum a todo empresário iniciante no e-commerce é saber qual tipo de plataforma é a ideal para ele. Essa não é uma resposta direta, vai depender de uma série de fatores. Mas aqui temos algumas perguntas básicas:

1 – A empresa deseja ter uma loja virtual própria? Isto é, quer ter um site onde funcione uma loja virtual com todos os recursos para compras online?

2 – Ou um site próprio não é necessário (ao menos no início)?

Bem, se o caminho é na pergunta 2, existem as alternativas de marketplaces e plataformas “C2C”, que provem toda a estrutura a quem queira vender online. Mas esse é um assunto para um próximo artigo.

Nesse vamos responder a quem deseja seguir na estratégia da pergunta 1. Temos três tipos de plataforma, cada uma adequada a uma realidade.

Plataforma Própria

É aquele site de comércio eletrônico desenvolvido e mantido pela empresa, que o constrói do zero. Logicamente, é direcionado para grandes empresas, que normalmente têm recursos e pessoal para esse desenvolvimento. Pois é um projeto de software, que, aliás, é complexo. A vantagem é que a empresa pode fazer uma loja virtual com tudo que precisa. A desvantagem é o tempo de construção e disponibilização.

Plataformas de Código Aberto

Existem vários módulos de e-commerce que se podem baixar na internet e usar para fazer uma loja virtual. Por exemplo, Magento, Wix, OpenCart etc. Apesar de ter um custo praticamente zero, deve-se ter algum conhecimento técnico para configurar e botar para rodar, assim a empresa pode ter de contratar profissionais especializados. Além da vantagem do custo zero, esses sistemas costumam ser altamente customizáveis e com muitos módulos (alguns pagos) para acoplar ao sistema para uma infinidade de funções. A grande desvantagem é a dependência de serviços de terceiros e uma certa limitação, se comparado aos outros tipos. Indicado para quem tem um orçamento apertado (às vezes, inexistente).

Plataformas Licenciadas

Há empresas que têm plataformas e licenciam seu uso a quem quer ter um e-commerce. Os sistemas já estão prontos, têm os recursos básicos e avançados e já te possibilitam a integração com os principais meios de pagamentos, transportadoras e outros sistemas, como ERPs e CRMs. Basta o lojista contratar, fazer os cadastros dos produtos e configurações básicas e começar a usar, pagando taxas mensais fixas, por venda, acessos (ou combinação disso tudo) à empresa que licencia a plataforma. Vantagens: rapidez de implantação, despreocupação com aspectos técnicos, que ficam a cargo da empresa dona da plataforma e possibilidade de customização. Desvantagens: atualizações e evoluções também são pela empresa da plataforma, o que pode limitar o lojista.

Assim, cada perfil de empresa se enquadra num tipo acima de plataforma. Pode-se também ir passo a passo, começando com uma plataforma de código aberto, passando para uma licenciada e, quem sabe, uma plataforma própria. Tudo depende da estratégia da empresa.

Antes de escolher, o empresário tem que pesquisar as várias formas e os fornecedores. Ver quais os recursos que cada uma vai lhe dar, pontos fortes e fracos, preços, conversar com outros usuários para saber o nível do serviço, enfim pesar uma série de critérios e então optar por uma. Não é uma decisão que se tome de um dia para outro. Afinal, não há marketing digital que dê jeito em uma loja virtual que funcione em uma plataforma com poucos recursos.

E por fim, não existe a melhor plataforma. O que existe é a plataforma mais adequada para a empresa.

*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva

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Comércio eletrônico deve continuar crescendo em 2021, apontam dados da Criteo

Pesquisa mostra as principais mudanças no estilo de vida do consumidor neste período e o que podemos esperar para 2021

Da descoberta de um novo vírus letal ao impacto nas compras online, o início da pandemia no Brasil trouxe novas experiências. Diante do isolamento social, os brasileiros foram obrigados a encontrar diferentes formas para manter seus hábitos e atender às novas necessidades que surgiam com esse momento atípico do mundo e o e-commerce se destacou.

De acordo com pesquisa realizada pela Criteo, empresa global de tecnologia que fornece publicidade confiável e impactante a profissionais de marketing, 56% dos consumidores brasileiros pesquisados afirmaram que compraram em canais de e-commerce pela primeira vez durante o pico do COVID-19; além disso, 94% pretendem continuar comprando nas lojas online que descobriram nesse período. No Brasil, podemos esperar uma transformação digital acelerada.

 

Por necessidade, o hábito de comprar online ganhou destaque entre os consumidores brasileiros. A tendência, que antes da pandemia esperava-se que iria levar anos para acontecer no país, foi alcançada em meses. De acordo com outro estudo da Criteo, 67% descobriram pelo menos uma nova forma de consumo que pretendem continuar usando na fase pós-coronavírus. Comprar produtos pela internet, pedir comida por delivery e fazer compras por apps estão entre os principais comportamentos adotados pelos consumidores.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Com a digitalização, a Black Friday deste ano também marcou forte presença no e-commerce. Mundialmente, de acordo com os dados mais recentes da empresa de tecnologia, houve um crescimento de 139% nas compras online em relação a outubro de 2020.

“Depois de 2020, as marcas não conseguirão sobreviver se não estiverem online para contato. Se o consumidor precisar, ele deve conseguir contatar a empresa de qualquer maneira, seja de formas simples como por e-mail ou WhatsApp. Mas a presença online é essencial. E não é necessário que o comerciante venda por meio de um site tradicional, mas pode explorar outras formas – por exemplo, o social commerce”, afirma Tiago Cardoso, diretor geral para a América Latina da Criteo.

O QUE ESPERAR DE 2021

Formas de pagamento “sem toque”

De acordo com estudo do Plano CDE realizado pelo Banco Pan no início deste ano, cerca de ¾ dos brasileiros com renda familiar mensal de até R$ 10.000 usam suas contas bancárias menos de uma vez por mês. Ainda assim, existe um percentual de pessoas que não têm conta em banco – mais representativo entre a população com renda mensal de até R$ 4.999,00.

Apesar dessa desigualdade, que pode excluir alguns consumidores do ambiente exclusivamente online fortalecido pela pandemia, novidades como o pagamento pelo WhatsApp e opções de pagamento pelas carteiras digitais facilitarão essas transações. No início da pandemia, muitas marcas brasileiras – grandes e pequenas – viabilizaram a opção de compra com um consultor pelo WhatsApp. Novas “experiências sem toque”, como os QR codes, também forçarão os varejistas a se adaptarem a esse novo comportamento de consumo, já que facilitam a experiência de compra do consumidor.

De maneira geral, o crescimento exponencial do e-commerce continuará – e a digitalização constante possibilitará uma maior participação da população brasileira neste modelo de compra online.

Novos eventos com descontos

Diante das boas experiências nas compras virtuais, com a facilidade e praticidade do comércio online, os novos consumidores digitais continuarão ativos em 2021. Ao mesmo tempo, o consumo nas lojas físicas não vai acabar, mas ficará mais focado em experiências relevantes. Segundo participantes de um estudo da Criteo, 69% dos brasileiros sentem falta de fazer compras fisicamente e o ideal para o varejo no próximo ano é saber trabalhar cada vez mais com estratégias de vendas omnichannel.

Os insights da Criteo também mostram que mais varejistas vão querer criar seus próprios eventos de compras para impulsionar as vendas em 2021 – seja online ou offline – como uma forma de alcançar o sucesso em vendas e envolvimento do consumidor.

Setor de viagem em recuperação

Além disso, as viagens tendem a voltar gradualmente ao normal. Dados da empresa mostram que a procura por viagens aumentou 32% na semana anterior ao Dia da Criança, graças à redução das medidas de isolamento em algumas cidades. O aumento na semana de 4 a 11 de outubro foi superior aos 21% registrados no mesmo período de 2019. Além disso, na Black Friday deste ano, as companhias aéreas no Brasil tiveram um aumento de 504% no tráfego do site e 217% nas reservas de voos em comparação com as duas primeiras semanas de agosto.

“Os voos domésticos começaram a dobrar nos últimos meses e semanas. E esperamos que essa tendência continue aqui no Brasil. Com o tempo, teremos que viajar de avião, não só de carro, e certamente as pessoas vão preferir ficar por perto em vez de viajar para o exterior”, completa Tiago Cardoso.

Fonte: Sherlok Communications – Fabiana Moreno Rosa

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Como o mercado pode se preparar para atender o consumidor digital

por Marcos Ribeiro*

As mudanças nos modelos de consumo provocadas pela pandemia em 2020 acarretaram novos desafios para as empresas. Com a transformação digital acelerada, e como uma uma das formas de suprir a falta de contato físico, muitas delas intensificaram a presença on-line a fim de se manter relevantes para seu público, seja ele formado por outras empresas (B2B) ou pelo cliente final (B2C). Esse movimento fez com que o Brasil registrasse um aumento médio de 400% no número de novas lojas no comércio eletrônico por mês durante a pandemia, como indica a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Image by Mediamodifier from Pixabay

Neste novo cenário, para manter o relacionamento com o consumidor digital é essencial entender que a competitividade tradicional passou a ser muito mais complexa, ainda mais durante o período de alta de vendas no varejo, que se estende entre os meses de novembro e dezembro. O Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) concluiu que o comércio eletrônico dominou a preferência dos compradores on-line, com o setor avançando 21,2% sobre o mesmo período em anos anteriores, na última Black Friday.

É importante entender que, nas plataformas digitais, um produto ou serviço pode ser oferecido de diversas maneiras, tais como mercados on-line (e-commerce, marketplaces) e serviços de assinatura, e, sem as barreiras físicas, a oferta pode envolver centenas de empresas ao mesmo tempo, deixando a concorrência mais acirrada. Assim, entender o comportamento de consumo deixa de ser apenas uma estratégia de diferenciação do negócio para se tornar uma necessidade cada vez maior e central no mercado.

Por isso, para oferecer uma experiência personalizada, a aplicação de soluções de data analytics, que permitem analisar informações dos canais (tanto on-line quanto offline) para aprimorar a abordagem comercial, ganharam notoriedade. Por meio delas é possível aprender mais sobre o próprio negócio, o público-alvo, os concorrentes e o segmento de atuação como um todo – inclusive com conceitos de omnicanalidade. O processamento de dados qualitativos e quantitativos ressignifica e traz novas perspectivas sobre o comportamento de consumo, permitindo que o posicionamento estratégico da companhia se adeque às demandas reais, melhorando o desempenho de negócios.

Nesse contexto, podemos destacar que tecnologias de inteligência artificial (IA), machine learning e segurança da informação são aliadas da análise de dados para a geração de insights precisos e seguros. O Gartner aponta que, até o final de 2024, 75% das companhias passarão de iniciativas de testes-piloto para novas formas de utilização de IA. Algumas dessas abordagens e técnicas, como aprendizado por reforço e aprendizado distribuído, já estão criando sistemas mais adaptáveis e flexíveis para lidar com situações de negócios complexas.

Na prática, a aplicação de analytics apoia o direcionamento das ações ao identificar padrões de comportamento, como tendências e similaridades. Assim, a análise de dados permite identificar quais são os caminhos com mais chances de sucesso. Por meio da aplicação adequada dos métodos e ferramentas analíticas, é possível identificar quais são os períodos em que o consumidor está mais disposto a comprar, por exemplo, para que as empresas possam oferecer serviços e produtos que atendam exatamente os seus anseios.

O grande diferencial do ambiente conectado é que a identificação desses padrões conta com o apoio da tecnologia para que a análise seja mais assertiva, filtrando os dados relevantes para os negócios com base em padrões. Nesse processo, plataformas em nuvem e o modelo B2B são grandes responsáveis por prover ferramentas de gestão que desempenhem uma operação personalizada de acordo com as demandas do cliente direto e do cliente final, com repositórios de dados atualizados, proteção das informações e inteligência analítica.

Esse diferencial é também um dos principais benefícios da aplicação da tecnologia no processo de marketing e vendas: ao ter maior e melhor compreensão de quem é o consumidor final, estratégias mais adequadas podem ser aplicadas para que as empresas se mantenham relevantes e precisas. Assim, além de potencializar os resultados, essa é uma forma de aproximá-las de seus clientes e, em um cenário de alta competitividade, aproveitar o máximo dos dados que estão disponíveis pode ser o maior trunfo para o sucesso.

*Marcos Ribeiro é head de Data & Analytics na Infosys Brasil.

Fonte: RPMA – Julia Souza

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Loja solidária de Natal no Via Vale

Via Vale Garden Shopping tem loja solidária de Natal

Até o dia 24 de dezembro, véspera da data mais importante do varejo, o Via Vale abre as portas da Loja Solidária de Natal. Como já é tradição, durante todo o ano, o shopping cede o espaço para Instituições locais arreacadarem recursos por meio de seus trabalhos artesanais e manuais, desenvolvidos pelos próprios assistidos pelas Instituições.

A primeira instituição participante é a Casa Mulher & Vida, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos de assistência social e que há dezesseis anos presta suporte sócio econômico, psicológico, jurídico e nutricional à pessoas vivendo e convivendo com IST/HIV de Taubaté e Região. Atualmente assiste 407 pessoas e seus familiares. Na loja será possível encontrar trabalhos em feltro, tecido, costura criativa, todos artesanais. O valor das peças vai de R$10,00 a R$130,00.

A outra instituição que está expondo seus trabalhos no Garden é a Casa da Amizade de Taubaté, que é uma entidade voltada para o trabalho com as gestantes carentes da comunidade. Todo mês, a casa entrega de 15 a 20 kits de enxoval para a gestante que está de 7 a 9 meses de gestação. O trabalho é desenvolvido há mais de 70 anos. A Casa também conta com o apoio do Banco de Leite de Taubaté, além de oferecer apoio de assistente social, fisioterapeuta, treinamentos e palestras para as mamães sobre os cuidados com o bebê. A Casa também atende asilos e faz empréstimo de cadeiras de rodas para quem precisa. No Bazar será possível encontrar peças em patchwork, E.V.A, tricô, crochê, MDF e decoração de natal em geral. O preço dos produtos varia entre R$3,00 e R$250,00.

Toda a renda arrecadada pela loja, nesses dias em que ficará instalada no Via Vale Garden Shopping, será revertida para as entidades de caridade participantes. Ambas as instituições se mantém com o resultado das doações da população e renda dos bazares. A loja seguirá o horário de funcionamento do mall.

Fonte: Marketing Via Vale – Aline Duarte

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PUMA Brasil lança campanha de Natal “Presente das Minas”

Com criação da BETC/Havas, a marca alemã faz um convite à correção de estereótipos das buscas no Google antes do Natal, além de incentivar a prática feminina aos esportes

A PUMA Brasil lança sua nova campanha de Natal “Presente Das Minas”, que faz parte do empenho da marca em incentivar e apoiar mulheres na prática de esportes, seja para diversão, se manter ativa ou pensando em uma carreira profissional. O objetivo é contribuir com a discussão de estereótipos existentes em presentes para meninas antes do Natal.

Quando se procura por “presente de menina” em sites de busca na internet, os primeiros resultados apresentam um mundo cor-de-rosa que se multiplica nas lojas de brinquedo e sites. Isso fica ainda mais nítido quando vemos que, segundo o IBGE, no Brasil cerca de 68% das mulheres dizem nunca terem praticado esportes e, dos 32% que já praticaram, menos da metade participou de um esporte coletivo.

“Queremos ver cada vez mais meninas e mulheres inseridas no esporte”, disse Fabio Kadow, diretor de marketing da PUMA Brasil. “Criamos a campanha justamente para contribuir com a discussão e começar a mudar esses estereótipos que não têm mais espaço nas novas gerações”, conclui.

“Essa ação é mais do que um convite, é uma provocação da PUMA para driblarmos os estereótipos e propormos uma mudança de pensamento. Por que as minas não são incentivadas ao esporte tanto quanto os meninos? Para mim que sou mulher e mãe de menina e menino é um orgulho fazer parte disso”, disse Andrea Siqueira, diretora executiva da criação da BETC/Havas.

A campanha acontecerá nos sites de busca até o Natal, com termos como “brinquedo de menina” e “presente feminino”, entre outros, apresentando como resultados anúncios da PUMA, direcionados ao site que falará mais sobre a campanha e com diversas opções de presentes. A campanha também estará presente nas redes sociais da PUMA Brasil e poderá ser discutida nas redes sociais com a hashtag #PresentedasMinas, com o apoio das embaixadoras da marca.

Para saber mais sobre a campanha, clique aqui.

Ficha Técnica

Agência: BETC/Havas + Puma

Cliente: PUMA

Campanha: #PresenteDasMinas

CCO: Erh Ray

General Manager: Daniel Jotta

Diretora Executiva de Criação: Andrea Siqueira

Criação: Nelson Prado (BETC), Will Santos (BETC) e Julia Machado (Puma)

Canais & Engajamento: Carlos Guerra (BETC) e Jessica (PUMA)

Aprovação do Cliente: Fabio Kadow e Rubia Pria

Fonte: Giusti Comunicação – Isabella Bonito

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Colinas Shopping lança livro sobre Noel jovem em prol de projeto social

Renda arrecadada será revertida para as obras da ONG Viva Boa Vista, de Jacareí

A história “O Primeiro Natal de Noel”, que também dá nome à campanha de fim de ano do Colinas Shopping, é contada em um livro exclusivo produzido pelo Colinas, com ilustrações de Clelia Melatto. Nela, Mr. Gift se encontra com um Noel ainda jovem, aprendendo seu ofício e descobrindo sua vocação, em momentos de solidariedade, família, amizade e aventura.

A publicação, além de ter o conto de Natal que inspira a campanha, integra uma ação social encabeçada pelo Colinas Shopping. Ao ficar com um exemplar, o cliente pode colaborar voluntariamente com o projeto social ONG Viva Boa Vista.

Toda a renda arrecadada será revertida para as obras de reforma da instituição de Jacareí. O livro tem uma doação sugerida de R$ 30, mas os clientes podem colaborar com qualquer quantia.

“O Primeiro Natal de Noel” também tem uma versão digital, disponível no site do shopping: colinasshopping.com.br/oprimeironataldonoel, que pode ser acessada gratuitamente.

Fonte: Cabana – Alexia Silva

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Internet vai superar vendas nas lojas físicas

Pela primeira vez, compras de Natal pela internet vão superar vendas nas lojas físicas no País

Segundo pesquisa da agência Conversion, varejo virtual soma 31,94% das intenções de compra dos brasileiros para a data, seguido pelos aplicativos de lojas e marcas, com 22,53%

Pela primeira vez no País, o Natal deste ano terá mais compras pela internet do que no varejo físico. Segundo pesquisa inédita da agência Conversion, especializada em SEO e e-commerce, as lojas virtuais somam 31,94% das intenções de compra dos brasileiros para a data, seguidas pelos aplicativos de lojas e marcas, com 22,53%. Os estabelecimentos em shopping centers e comércio de rua aparecem em seguida com, respectivamente, 19,25% e 18,77% das preferências.

De acordo com a pesquisa, realizada no dia 12 de dezembro com 1.068 brasileiros acima de 16 anos, por meio de um questionário estruturado com perguntas fechadas via internet, 83% dos entrevistados afirmaram que vão presentear alguém no Natal, mas 17% dos consumidores não irão fazer nenhuma compra para a data comemorativa.

A pesquisa mostra que será, de fato, um Natal muito mais econômico: 41,3% pretendem gastar menos este ano em comparação com o evento de 2019. “Por outro lado, o estudo mostra que 23,6% pretendem gastar mais com presentes neste Natal em 2020, que, por si, já é bastante surpreendente diante do atual cenário de desemprego e de queda da atividade econômica no País”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

“Em novembro, lançamos um estudo que apontou para a maior Black Friday de todos os tempos, impulsionada pela pandemia. Naquela pesquisa, 75% dos brasileiros pretendiam comprar pela internet por medo do contágio”, acrescenta.

O estudo mostra ainda que 48,3% dos brasileiros pretendem gastar menos de R$ 300 em todos os presentes de Natal deste ano. “Este número é diametralmente oposto ao de nossa pesquisa sobre a Black Friday, quando 32,2% afirmaram que pretendiam gastar acima de R$ 1 mil. Para o Natal, apenas 12% pretendem presentar acima de mil reais”, explica.

Para Ivo, o chamado “novo normal”, que começou em março e se estendeu durante todo o ano, está levando o consumidor brasileiro a mudar profundamente os seus hábitos. “por esta razão, teremos um Natal com mais compras por e-commerce do que por lojas físicas”, ressalta.

O prazo de entrega é, segundo a pesquisa, o fator mais preponderante para a decisão de compra dos brasileiros, seguido do custo do frete, que também será muito levado em conta, reforçando a ideia de um Natal espartano.

A pesquisa completa pode ser acessada gratuitamente neste link

Fonte: Assessoria de Imprensa – Thiago Nassa

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Shopping Pátio Pinda continua trazendo novidades

Inaugurações, novos contratos e feirão animam o centro de compras e trazem novas oportunidades aos clientes

O ano está quase acabando, mas o Shopping Pátio Pinda continua trazendo novidades para completar o seu mix de lojas. Na última semana, o centro de compras inaugurou mais duas operações: o quiosque Arrazei na Make, especializado em maquiagens, e a Edson Derrico House, imobiliária que traz um dos conceitos mais modernos do segmento.

Outras três marcas também fecharam contrato com o centro de compras. Até o fim do mês, os clientes do shopping poderão conferir a loja Natural Vale, empório especializado em produtos naturais, e o quiosque da Piticas, marca focada no mundo Geek. Para o próximo ano, quem chega para reforçar o time é a Claro, concessionária de telefonias móvel e fixa, banda larga e TV por assinatura.

“Oferecer aos clientes excelentes oportunidades de compra é um dos nossos objetivos. Por isso, buscamos sempre as melhores marcas”, comenta Mayara Moleiro, analista de Marketing do Shopping Pátio Pinda.

Feirão Carrera Nissan
A partir desta quinta-feira (10), o Shopping Pátio Pinda também recebe o feirão “Vale do Paraíba é Território Carrera Nissan”. São diversas opções de novos, como o Kicks, o Frontier e o novo Nissan Versa, que promete desafiar as expectativas dos visitantes. Já os seminovos também estão com condições especiais e o cliente poderá receber o carro antes do Natal. O evento segue até domingo (13), às 18h, e acontece no estacionamento do shopping.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

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ACI lança ACCredito

ACI lança linha de crédito rápida para seus associados

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos traz uma boa notícia para seu associados neste fim de ano: a implementação do ACCredito, que funcionará como uma linha de dinheiro rápida, segura e distante das burocracias e juros proibitivos dos bancos.

Image by Nattanan Kanchanaprat from Pixabay

O ACCredito tem como foco auxiliar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas e também de microempreendedores individuais, oferecendo vantagens para associados como taxas de juros a partir de 1,62% ao mês, até 6 meses de carência, parcelamento em até 24 meses e atendimento 100% online. Tudo isso com a segurança garantida por uma Instituição regulada pelo Banco Central do Brasil.

“As micro e pequenas empresas têm historicamente enfrentado muitas dificuldades para obterem o crédito em condições mais adequadas junto ao sistema financeiro convencional. O surgimento das fintechs e mais recentemente das Sociedades de Crédito Direto tem descortinado novas opções para esses empreendedores, permitindo o acesso ao crédito de forma mais rápida, mais barata e mais simplificada”, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da ACCredito. “O Banco Central tem tido um papel importantíssimo nesse processo, ao regulamentar esse novo tipo de instituição financeira totalmente digital, proporcionando uma maior concorrência no Sistema Financeiro do país.”

A ideia foi colocada em prática para ajudar na recuperação dos setores mais atingidos pela pandemia da Covid-19. Em primeiro momento o empréstimo tem como maior objetivo funcionar como capital de giro para a economia, mas existe a ideia de se realizar um planejamento de fluxo de renda fixo.

“A ACI busca a cada dia inovar mais com soluções que contribuam para o crescimento e desenvolvimento dos nossos associados, para continuar a preservar vidas, empregos e empresas”, disse Eliane Maia, presidente da ACI de São José dos Campos.

O requerimento pode ser feito através do site (https://accreditodigital.com.br/), e a liberação do crédito acontece em poucas horas após a confirmação da instituição financeira, ou no começo do dia seguinte dependendo do horário em que foi realizado o processo.

O associado da ACI de São José dos Campos pode conferir este e outros benefícios no nosso site (https://www.acisjc.com.br/).

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

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Pesquisa aponta resultados satisfatórios na Black Friday

Levantamento da Shopper Experience traz números da Black Friday brasileira

De acordo com levantamento “A Black Friday brasileira – superando os desafios de 2020”, da Shopper Experience, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, que apurou a experiência de compra do consumidor brasileiro durante a Black Friday, a edição deste ano definitivamente superou a percepção de “Black Fraude” que a data tinha no Brasil. O varejo brasileiro se mostra forte com relação a isso, principalmente nas compras online, com resultados mais que satisfatórios.

O estudo ouviu 300 pessoas, entre 28 e 30 de novembro, em todo o País. Segundo dados apurados:

– 62% dos entrevistados compraram este ano;

– Oito em cada dez compraram pela internet;

– 25% dos entrevistados encontraram ofertas bem mais vantajosas que a edição passada;

– Três em cada dez pessoas ainda acreditam que é uma “Black Fraude”;

– 44% já aproveitaram para adiantar as compras de Natal;

– 68% que compraram em loja física se sentiram seguros com relação às medidas de segurança adotadas pelas lojas durante a pandemia.

O gráfico abaixo mostra todos os resultados.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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