Vaga de estágio em digital

Vaga para estagiário em conteúdo digital/mídias sociais

O selecionado atuará em regime Home Office

Requisitos

– Cursando comunicação, design ou afins

– Boa redação

– Ser organizado, comprometido e interessado

– Responsabilidade acima de tudo

– Desejável experiência prévia

– Disponibilidade de 5h diárias dentro do horário comercial

– Uso de ferramentas pacote adobe ou corel será um diferencial

Atividades principais:

– Produção de conteúdo para blogs, redes sociais e Email MKT

– Gerenciamento de redes sociais

– Auxiliar no planejamento de clientes

Oportunidade de crescimento e liberdade criativa

Benefícios: bolsa auxílio + bônus por desempenho

Por gentileza enviar currículo e/ou portfólio com o nome da vaga para contato@agencialitterale.com.br

Agência quer freelas

Agência digital busca freelancers

A Nagaoka Mídias Sociais está em busca de freelancers. A agência busca freelas apaixonados por redes sociais, para criação de conteúdo e artes e que morem em Taubaté e região.

Interessados devem mandar e-mail para contato@nagaoka.com.br

A hora e a vez das tecnologias de voz

A vez das tecnologias (e das experiências) por voz

* por Luciana Castro

Não importa onde você vá, as frases “Alexa”, “Ok, Google” e “Hey, Siri” estão sendo ditas mais do que nunca. Nos últimos dois anos, os preços atraentes e a mudança das preferências dos consumidores mudaram rapidamente os dispositivos habilitados por voz, tanto no mercado quanto nas casas das pessoas. Somente em 2017, os dados da Adobe Analytics Cloud mostram que as vendas on-line desses dispositivos aumentaram 103% na comparação ano a ano.

Antes um recurso novo, o uso de comandos de voz já se tornou muito mais comum. Uma pesquisa recente encomendada pela Adobe mostra que apenas 16% das pessoas se sentem desconfortáveis usando comandos de voz na frente dos outros. Quer se trate de música, de notícias do dia ou controle das luzes de uma sala, a tecnologia está rapidamente se tornando parte da vida cotidiana. No entanto, apesar de a voz ter surgido como um concorrente para as interfaces touchscreen, ela exigirá um ecossistema amplo de “habilidades” para prosperar. Como ocorreu com os smartphones há quase uma década, isso representa uma grande oportunidade para as marcas.

Luciana Castro

As principais empresas de tecnologia no mundo estão anunciando soluções para oferecer experiências de voz verdadeiramente personalizadas. Os consumidores poderão interagir com as marcas favoritas da mesma forma que se envolvem com um padeiro local ou um atendente de banco conhecido – com relevância e contexto que mantêm os usuários fidelizados. Tudo isso é suportado pela análise e estudo de audiência, bem como capacidades de AI que automatizam processos difíceis e se tornam um mecanismo de decisão nos momentos necessários.

Saiba com quem você está falando

Imagine procurar um voo em um dispositivo Amazon Echo e encontrar o melhor horário pelo melhor preço. A companhia aérea já conectou os pontos e você pode reservar instantaneamente, seguido de uma confirmação de viagem enviada diretamente ao seu smartphone. Ou, considere um resumo de notícias da manhã em que cada novo conteúdo se torna cada vez mais alinhado com seu interesse. A tecnologia começa, então, a recomendar as playlist que você viu em serviços de streaming de música.

Estes são os tipos de experiência de voz deliciosas que mantêm os clientes ‘querendo mais’. São experiências relevantes, envolventes e entregues no contexto certo. agora permitem que as marcas proporcionem esses tipos de experiências. Com recursos aprimorados, os profissionais de marketing podem personalizar a experiência para cada indivíduo atuando em seus próprios dados, aproveitando as informações existentes e fornecidas pelo usuário. Soluções de análises de dados servem como a plataforma de insights subjacente, capturando dados de dispositivos de voz, desktop e mobile. A garantia é que os dados estejam alinhados para que as marcas envolvam pessoas, não dispositivos.

Ao longo dos anos, as marcas mais bem-sucedidas em experiências mobile foram as que operavam em um constante estado de interação. Em vez de transferir a experiência de desktop completa para o celular, eles testaram continuamente recursos diferentes e desembarcaram os que ofereceram o maior valor. As empresas agora podem fazer o mesmo em interfaces de voz. Um varejista, por exemplo, pode experimentar diferentes serviços oferecidos. Podem ser executadas simulações em que as marcas começam a ver quais recursos são usados com mais frequência, as várias ações dos usuários após cada reação e as situações que levam as pessoas a desconectarem.

O poder da Inteligência Artificial (AI)

Uma vez que uma marca descobriu como personalizar uma experiência de voz para o cliente, o desafio é implementar isso para milhões de consumidores. Por meio de tecnologias como o Sensei – a AI da Adobe – e de estruturas de machine learning, as marcas agora têm a capacidade de fazer isso. Como motor de decisão, a AI pode aproveitar o machine learning e os algoritmos preditivos para ajudar a garantir uma experiência perfeitamente personalizada para cada cliente.

Com tantas oportunidades, as marcas também devem ter em mente que os erros nos dispositivos de voz certamente acontecerão, assim como os anúncios que erroneamente te seguem após visitar um produto em uma loja online, mesmo após já ter efetuado a compra. A empresas de tecnologias em marketing estão aí para ajudar as marcas a navegar neste cenário complicado e a ficar à frente dos demais. Vimos isso há uma década, quando muitos perderam o barco dos smartphones e alguns ainda estão pagando por isso. Com a disciplina correta e as tecnologias mais recentes, as marcas possuem as ferramentas para garantir que isso não aconteça com a voz. Elas podem oferecer excelentes experiências que ampliam a presença de sua marca e, em última instância, geram mais fidelidade no cliente.

* Luciana Castro é head analytics e marketing cross-channel da Adobe para América Latina

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Aplicativos que são sucesso

Os aplicativos que são um sucesso financeiro

Desde a pré-história, o homem inventa para suprir suas necessidades ou apenas para satisfazer os seus desejos. Na era atual não é diferente. Baseando-se nas conexões e interações da vida, alguns indivíduos criaram ‘‘ferramentas” que se tornaram muito populares na propagação instantânea da rede.

Conheça 5 das ‘‘ferramentas” chamadas APP’s ou aplicativos, que levaram seus criadores à altíssimas cifras de dinheiro, nesse infográfico preparado pelo site Sirius App.

Curso trata de mídia online para quem está começando

Mídia online para iniciantes

Objetivo

Proporcionar técnicas e conceitos básicos para utilizar as mídias sociais como ferramenta de marketing, ensinando como aplicar e utilizar ao seu mercado. O conteúdo do curso é para quem tem interesse de fazer conteúdo patrocinado, mas ainda não fez.

Conteúdo programático

Como fazer um planejamento – Nessa etapa vamos mostrar como se faz um bom planejamento, definições dos objetivos de comunicação, dos personas e públicos de interesse, quanto investir, onde investir, listar as palavras chaves.
Estratégia de Conteúdo – Vamos definir quais e como os conteúdos podem ser postados, com que frequência com quanto de investimento. Definir o que é um bom CTA, o que deve ou não ser feito.
Investimento FaceAds e AdWords (Search) – Aqui vamos ver as estratégia de cada uma dessas mídias, quais os anúncios ideais, como funciona as ferramentas, quais padrões seguir.
Monitoramento – Aqui definiremos o que é importante para se monitorar, quando fazer isso, com quais ferramentas, quando corrigir rotas.
Análise e Resultados – Como interpretar os gráficos e relatórios, o que eles nos dizem.

Professora​

Monique Baraúna
Jornalista e Gestora de Mídias Digitais com 12 anos de carreira em comunicação, destes cinco dedicados ao trabalho com Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Comunicação Digital, gerenciamento de campanhas, mensuração e análise de dados.
Graduada em Comunicação Social – Jornalismo (2005) e pós-graduada em Política e Sociedade Brasileira Contemporânea, ambas pela Unitau. Especialista em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais no Senac- SJC (2013) e mestranda em Linguística Aplicada, na Unitau.

Local e Data​
​24/03 das 9h às 18h
Co-necta Espaço de Coworking – ​ Praça Chuí, 35 – Vila Ema
São José dos Campos

Inscrições aqui

É recomendável levar um laptop para acompanhar os exercícios práticos.

E atenção: leitor do Publicitando tem desconto especial. Mande uma mensagem pelo Contato do blog e receba seu cupom desconto!

Vendas, IoT e IA

Vender no século 21: o impacto da Internet das Coisas e da Inteligência Artificial

* por Marcos Both

Robôs superinteligentes, sistemas de alta complexidade, automação de processos… essas imagens vêm à mente quando falamos de conceitos como Inteligência Artificial (A.I, de Artificial Intelligence) e Internet das Coisas (IoT, de Internet of Things), que permeiam a discussão sobre tecnologia atualmente. Não seria precoce dizer que as inovações trazidas pelas ferramentas que utilizam essas tecnologias estão revolucionando nossa sociedade de uma forma geral. E, assim como acontece com diversos outros, essas novidades chegaram ao setor de vendas com um oceano de possibilidades.

A.I: você e o robô
O termo A.I foi criado na década de 1950 pelo matemático e cientista da computação John McCarthy, e define, grosso modo, a capacidade de máquinas executarem tarefas de maneira “inteligente”. Essa condição é atingida através de modelos matemáticos compostos por algoritmos que permitem que os softwares “aprendam” com os cálculos anteriores (o chamado “machine learning”). Em outros termos, as máquinas, expostas a diversas situações, acumulam informações que as tornam cada vez mais competentes.

No terreno das vendas, essa tecnologia representa a oportunidade de criar uma estratégia muito mais eficiente. Isso porque, reunindo um grande conjunto dos mais variados dados, os softwares analisam e apontam à equipe de vendas quais são os clientes mais promissores e quais produtos são mais indicados para eles. Ao contrário do que muitos pensam, a automação não pretende substituir os vendedores de carne e osso, e sim direcionar seus esforços para tornar seu trabalho muito mais dinâmico e preciso.

Chamadas de análises preditivas, essas técnicas, aplicadas ao forecast de vendas, elevam o poder de tomada de decisão e jogam para baixo o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), alguns dos objetivos mais perseguidos por todas as equipes de vendas. Há até soluções que permitem identificar os clientes mais próximos via GPS.

O resultado da aplicação dessas ferramentas é uma conversão muito maior de novos negócios. Estamos falando de um impacto realmente grande: uma pesquisa de Harvard revelou que companhias que usam A.I em vendas registraram aumento de 50% nos leads, redução de gastos entre 40% e 60% e economia de tempo de mais de 60%.

IoT: tudo e todos interconectados
Criado em 1999 pelo pesquisador britânico Kevin Ashton, o termo Internet das Coisas significa exatamente o que ele diz: as coisas e pessoas estão cada dia mais interconectadas entre si e em rede. Vivemos em um ambiente de profunda interatividade, onde o mundo “real” e o digital estão em um processo de constante entrelaçamento.

Essa tendência se manifesta no mundo físico através de objetos que estão conectados à rede e carregam tecnologia embarcada. Através de mecanismos inteligentes, “coisas” que sempre estiverem presentes em nosso dia a dia, como carros, prédios e geladeiras, hoje estão presentes na internet. Segundo relatório da Cisco, líder mundial em TI e redes, a previsão é que, até 2020, 50 bilhões de dispositivos estarão conectados (em 2010, eram “apenas” 10 bi). A empresa estima que até lá a indústria da Internet das Coisas valerá US$ 309 bilhões.

É evidente que os frutos dessas inovações vêm revolucionando o modo como fazemos negócios, logo, já foi incorporada ao universo das vendas. Por transformar a forma como coletamos e transferimos dados, aumentando a velocidade e quantidade de informações disponíveis, a IoT será uma grande aliada das empresas no esforço de aprofundar o relacionamento com os clientes, com ganhos animadores em suporte e retenção.

A Cisco prevê que a IoT trará às empresas um aumento em 21% nos lucros, graças à redução de custos, ganho em produtividade, aperfeiçoamento na experiência do cliente e menor tempo de compra. Porém, para desfrutar dessas vantagens, as empresas terão de pensar à frente e aceitar os desafios que se apresentam nesse momento. Na verdade, o que se exige é que as organizações repensem todo seu processo de vendas para acompanhar as necessidades do mercado, dos vendedores e dos clientes.

O impacto do IoT no mundo das vendas será notado também no e-commerce. Com a ascensão de modelos integrados, boas oportunidades para cross-selling (ou vendas cruzadas) e upsell passam a ser mais frequentes. E, à medida que novos dispositivos se tornam compatíveis com a IoT, haverá uma crescente na compreensão do comportamento do consumidor. Por outro lado, essa integração também demanda um olhar mais atencioso e ágil para o suporte ao cliente, por exemplo.

Independentemente das tecnologias que possam surgir num futuro breve ou o que já temos à disposição, o que se espera de um departamento de vendas do século 21, acima de tudo, é a capacidade de aceitar e se adequar rapidamente aos novos modelos e movimentos do
mercado. Sua empresa está preparada para o desafio?

* Marcos Both é coordenador de vendas no VendasExternas, empresa que oferece soluções tecnológicas integradas para prospecção e vendas fora do estabelecimento; atua há mais de 14 anos na intermediação de vendas, dos quais 8 anos no mercado de software para comércio, indústria e distribuição.

Fonte: Renown – Assessoria de Imprensa Digital – Felipe Silva

Para redigir bem para web

Treinamento de Imersão em Redação para Web

O Treinamento de Imersão em Redação para a Web foi criado com base em uma certeza: só se aprende a escrever escrevendo. Durante o curso, além de conhecer técnicas básicas de redação e conceitos sobre marketing de conteúdo, vamos praticar muito – MUITO MESMO!

Para que essa jornada tenha resultados positivos, é preciso estar disposto a executar todas as tarefas propostas e aberto ao rico aprendizado proporcionado pelos feedbacks.

Carga-horária
Total de 72 horas (12 semanas), sendo 9 horas presenciais (3 encontros de 3 horas) e 63 horas à distância (Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle).

Objetivo geral
Capacitar o estudante para melhorar a prática de redação para a web, visando auxiliar o planejamento e a produção de campanhas de marketing de conteúdo.

Público-alvo
Estudantes e profissionais de comunicação e marketing; empreendedores e demais interessados em melhorar a escrita para desenvolver campanhas de marketing digital focadas em conteúdo.

Método
Aulas presenciais e à distância sobre técnicas de marketing de conteúdo e prática sistemática de redação com correção e feedbacks semanais.

Pré-requisitos
Superior completo ou cursando;
Disponibilidade de 6h semanais de estudo à distância entre os dias 13/09 e 27/11.
Disponibilidade para encontros presenciais: quartas-feiras, dias 13/09, 20/09 e 27/09, das 19h às 22h;
Disponibilidade de levar um notebook para o primeiro encontro presencial (13/09).

Vagas limitadas
Máximo de 10 alunos por turma.

Conteúdo Programático
Aspectos gerais sobre a escrita
Autoavaliação diagnóstica
Considerações gerais sobre o escritor e a escrita
Coesão e coerência textual
Práticas argumentativas
Checklist semântico e ortográfico
Formatos e gêneros textuais

Conceitos de redação para marketing de conteúdo
Conceitos de marketing de conteúdo
Técnicas de escaneabilidade
Orientações sobre formatação e recursos visuais
Práticas de SEO para redatores
Técnicas de redação para blogposts
Técnicas de redação para textos institucionais
Técnicas de redação para redes sociais
Técnicas para produção de pautas e planejamento de conteúdo

Imersão na prática de redação
Prática de Blog Posts de 500 e 1000 palavras.
Prática de chamadas para redes sociais.
Interações agendadas com feedbacks semanais via chat.

Professora Silvia Ferreira
Formada em Comunicação Social – Jornalismo e Mestre em Comunicação pela Unesp. Tem experiência como repórter, assessora de imprensa, analista de comunicação corporativa e gestora de marketing digital, com atuação autônoma e em agências de comunicação estratégica na região de Bauru e São José dos Campos (SP). Palestrante, professora de graduação e pós-graduação em diversas disciplinas de comunicação e marketing da Faculdade Bilac, em São José dos Campos. Na pesquisa acadêmica, transita pelas intersecções entre cibercultura, comunicação e educação. É autora do livro didático “Cultura Digital” da Nova Coleção Enem, produzida pela Editora Poliedro.

Inscrições aqui

O consumidor on line

Consumidores on-line: como atraí-los?
Identificar seu público alvo é fundamental; promoções são atrativo forte para quem consome pela Internet

Segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o Brasil é o terceiro país em compras pela internet. Cada vez mais empresas optam pelas vendas virtuais, buscando atrair o consumidor com novas ferramentas, promoções e muita interatividade.

Mas como conquistar o cliente com tantas opções de serviços pela internet? Para o docente da área de gestão e negócios do Senac Guaratinguetá, Alvaro Búbola Possato, os consumidores on-line são visitantes que se tornam clientes, fazendo assim um processo de conversão.

Ele destaca a importância de um trabalho de marketing voltado às páginas da internet. A chamada landing page (página por onde o visitante chega ao seu site) deve ser atraente para que o internauta se torne cliente da empresa pelo processo de conversão, como ilustra a figura abaixo:

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Alvaro afirma que a taxa de conversão da landing page é um dos principais indicadores de eficácia do sucesso da página, mostrando o percentual de visitantes que passaram pelo processo de conversão e efetuaram negócio. “Se a taxa de conversão está baixa, o melhor a fazer inicialmente é realizar testes, como mudar o título da oferta, a imagem, as cores, os textos, os campos do formulário, entre outras ações”, orienta.

O consumidor e categorias

Saber para qual público vender é primordial na hora de ofertar alguns produtos. De acordo com o docente do Senac, uma pesquisa divulgada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) mostra que os maiores consumidores on-line estão entre 35 e 49 anos e representam 36% dos compradores pela internet. Eles são seguidos pelo público intermediário, com idade entre 25 de 34 anos, cerca de 32% do total. Já os mais experientes, de 50 a 64 anos, somam 16%. Os jovens entre 18 e 24 anos alcançam 11% quando o assunto é compra pela internet. Quem está acima de 64 anos representa 2% e até 17 anos apenas 1%.

No mesmo levantamento, em relação à escolaridade de quem compra pela internet, verificou-se que o menor percentual é de pessoas com o ensino fundamental, representando 3%. Enquanto os que possuem ensino superior completo somam 32% das compras on-line. Os consumidores com pós-graduação alcançam 20%, ensino médio 22% e ensino superior incompleto 23%.

Já o percentual de comprar relacionado à renda familiar é liderado pelos internautas que recebem entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, representando 38%, seguidos pelos que recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil com 22%, entre R$ 5 mil e R$ 8 mil com 12%, mais de R$ 8 mil com 9% e menos de R$ 1 mil com 8%. O docente destaca, ainda, que, no quesito categorias mais procuradas, os eletrodomésticos lideram com 15%, informática com 12% e eletroeletrônicos com 8%.

Promoções

Alvaro também dá algumas dicas sobre as promoções on-line, que podem ser uma excelente ferramenta para atrair o consumidor. Veja quais são:
• Garanta que, na hora da compra, o cliente consiga usar a oferta;
• Dê um desconto relevante, que realmente chame atenção;
• Mantenha o relacionamento com o cliente depois da venda;
• Não dependa das promoções para manter sua loja viva.

De acordo com o docente do Senac, se bem executadas, as promoções são uma ótima ferramenta. É importante deixar claro que sua loja não pode depender apenas delas para sobreviver. Afinal, se uma promoção fica no ar todo o tempo, já não é mais uma promoção.

“Assim como boa parte das táticas de marketing, não existe uma fórmula mágica que garante um resultado, porém, promoções podem servir como um ótimo turbo se aplicadas da forma correta”, finaliza.

Fonte: KMS Comunicação – Elizânio Silva

Estágio em web

Estágio em Desenvolvimento Web

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Principais compromissos e responsabilidades:

– Participar no desenvolvimento front-end do nosso site e sistemas
– Trabalhar em conjunto com desenvolvimento back-end
– Participar da idealização, prototipação e implementação de novas ferramentas
– Documentação de processos

Requisitos necessários:

– Conhecimentos em HTML5/CSS3/JavaScript
– Boa comunicação, tanto verbal quanto escrita
– Ler e escrever em inglês
– Escrever código limpo e legível é o principal

Conhecimentos desejáveis:

– ReactJS
– NodeJS, Python, PHP
– Angular/Ionic
– Bancos de dados (relacional e não-relacional)
– Testes unitários e de integração (TDD)
– Integração contínua
– Linux/UNIX

Mais vagas!

Move abre vagas

A Move Digital está com DUAS vagas abertas para desenvolvedores FULL-STACK DEVELOPER PLENO. Fiquem ligados nas especificações da vaga.

Vaga_Programador

Habilidades Básicas:
HTML5;
CSS3;
Javascript;
jQuery;
PHP;
MySQL;
Sketch 3 / Photoshop.

Diferenciais:
Experiência com qualquer framework PHP (Ex.: CakePHP, Slim);
Experiência com qualquer framework Front-End (Ex.: Foundation 5, Bootstrap);
Experiência com desenvolvimento de sites responsivos;
Experiência com frameworks MVW, MVVM, MVC (Ex.: AngularJS, AmpersandJS, Backbone, React);
Experiência em desenvolvimento Mobile (Phonegap, Android, iOS – Swift/Objective-C).

Habilidades Pessoais:
Comunicação clara e direta;
Saber se auto-gerenciar durante o dia priorizando tarefas;
Ser proativo na resolução de problemas;
Ter uma mente aberta;
Ter bom humor;
Ter um olhar crítico e questionar sobre as atividades buscando sempre a melhoria dos processos e produtos.

Horário de trabalho:
Segunda à Sexta das 09h00 às 18h00.

Salário:
Enviar pretensão salarial. (enviar mesmo)

Currículos para jobs@movedigital.com.br