Em um período de isolamento social, jogos casuais mobile registram crescimento em popularidade

Novo relatório da Liftoff registra o comportamento e consumo dos jogadores casuais em smartphone e quais as tendências para o ano de 2021

A crise causada pela pandemia do coronavírus afetou diversos segmentos da economia mundial, porém os jogos eletrônicos não seguiram essa tendência e mostraram um crescimento durante o período. A indústria se beneficiou com a chegada de jogadores em busca de novos passatempos durante o período de isolamento.

Os jogos mobile, que já representavam uma grande parcela de tempo de uso, também apresentaram gastos por parte dos jogadores 2,8 vezes maiores que os jogos para PC e 3,1 vezes superiores aos jogos de console. Com esse panorama interessante dentro do mercado de entretenimento, a Liftoff monitorou mais de 400 apps e 246 milhões de instalações de jogos casuais no último ano, com tendências para os profissionais de marketing aproveitarem melhor a onda mobile que veio para ficar.

Custo por Instalação (CPI): Público alvo de jogadores casuais é grande, mas a enorme concorrência pode dificultar o trabalho dos profissionais de marketing

O relatório da Liftoff mostra que está mais caro atrair a atenção dos usuários – o CPI teve aumento de 45,2% em comparação ao ano passado. Existem três fatores principais que causaram o aumento nos CPIs: o aumento na concorrência de estúdios e criadores de jogos entrando no segmento, usuários que se mostram mais distraídos, tornando-se um desafio prender a atenção deles e o aumento dos testes e gastos dos profissionais de marketing para o cenário pós-IDFA.

O ROAS (Retorno Sobre o Investimento Publicitário) do sétimo dia caiu 1,8% em comparação a 2019, enquanto o do trigésimo dia despencou 7,5%, o que significa que a aquisição dos usuários está custando mais e as recompensas estão diminuindo.

Gêneros de Jogos Casuais

O Relatório distribuiu os jogos em 3 gêneros diferentes: Estilo de Vida, Quebra-Cabeças e Simulação.

Os jogos de Estilo de Vida (histórias interativas, personalização de casas, moda, etc) normalmente são orientados por uma narrativa que mantêm o interesse do usuário por mais tempo, mas que exigem um esforço maior dos profissionais de marketing, afinal, com um CPI de US$2,57, o gênero fica no topo dos mais caros, ao mesmo tempo que proporciona a maior permanência. Investir em jogos de Estilo de Vida se mostra uma boa aposta, já que o retorno por publicidade (ROAS) também é o maior entre os gêneros (22,5%), 13% a mais do que o último colocado Quebra-Cabeças.

Quebra-Cabeças possuem jogabilidades simples e mecânicas fáceis, favorecendo a sua conversão. O crescimento de uma subcategoria de “combinar 3” presente em jogos como Candy Crush, por exemplo, é uma tendência que os profissionais de marketing devem investir, até mesmo em recursos de narrativa para garantir a permanência do público alvo.

O gênero de Simulação demonstra os custos mais baixos de CPI e, com uma jogabilidade cativante, gera um bom desempenho e possui um ROAS de 14,9%, mostrando ser uma aposta mais segura entre os gêneros analisados.

Tipos de Anúncio

O relatório também analisou o desempenho dos tipos de anúncios usados em jogos casuais. Os anúncios Interativos mostraram popularidade, com um inesperado aumento de 113% no uso até o fim de 2020. Anúncios Premiados, em que os usuários são atraídos por bônus até os jogos, aumentaram 2 vezes a sua popularidade, com um pico em janeiro de 2021. Já os famosos Banners voltaram com força, alcançando um aumento de 128% em Janeiro de 2021, mostrando ser um formato eficaz desde que os profissionais acertem em um design criativo que gere conversão.

Guerra de Plataformas – Android vs iOS

A mudança no IDFA no sistema da Apple impactou diretamente nos dados coletados pelo relatório. Com os profissionais de marketing mais inseguros sobre o recurso, o Android passa a ser uma opção mais barata e possivelmente uma aposta mais segura.

Quando comparamos o CPI de ambas as plataformas a diferença geral é três vezes maior, com o CPI do Android custando US$1,15 contra US$4,30 do iOS. Entre os gêneros, a diferença de custo também se mostra sendo alta, com os jogos de Estilo de Vida sendo a exceção e tendo CPIs até próximos entre ambas as plataformas.

As mudanças ano a ano indicam que o marketing está migrando para o Android

Ano a ano, o Android registrou um aumento em seus gastos, fazendo os CPIs dispararem e aumentarem 120%. Os custos do iOS também subiram 47% em comparação ao ano anterior. Mesmo com o custo do iOS sendo mais elevado, o ritmo de crescimento é maior e mais rápido no Android, crescimento que pode indicar que a plataforma está atraindo mais profissionais de marketing por conta das mudanças relacionadas ao IDFA.

“Os profissionais precisam bolar ações que possam fisgar usuários dentro do novo contexto relacionado ao IDFA, como o oferecimento de descontos especiais ou conteúdo exclusivo para quem der um ‘opt-in’ (agora, voluntário). O setor de jogos casuais precisa se reorganizar para dançar conforme a nova música caso queira ter sucesso no iOS.” Comenta Antonio Affonseca. Porta-voz da Liftoff no Brasil

Para conferir o relatório completo e ter mais informações clique aqui.

Fonte: About – Felipe Proetsch

Entrevistamos um dos sócios da Provoca, novo player regional

Alavancar empresas com propósito

Com uma trajetória já bastante significativa no mercado publicitário do Vale do Paraíba, Lucas Rodrigues já vinha empreendendo há algum tempo. Recentemente partiu para nova empreitada, a Provoca. É sobre esse novo player do mercado de agências valeparaibano que conversamos com ele.

1 – Você deixou a sociedade em uma outra agência para partir para o projeto da Provoca. O que motivou a mudança?
R: Não deixei uma pela outra; Eu não estava mais feliz com o formato que estávamos trabalhando e, de forma amigável, decidimos fechar a agência e cada um seguir seu caminho. Continuei atendendo a minha carteira de clientes, mas sem abrir uma nova agência, pois queria fazer diferente. Busquei uma mentoria de Gestão de Negócios com a Daniela Manfredini, que na época era minha cliente.
Começamos a desenhar o novo formato da agência e descobrimos que o nosso PROPÓSITO de trabalho era igual: Alavancar empresas com propósito. Recebi o convite para unirmos forças e abrir a Agência Provoca.

2 – Qual é a proposta e/ou o posicionamento da Provoca?
Somos uma agência apaixonada por propósito e resultado. Nosso objetivo é alavancar empresas tendo como base esses três pilares: Propósito, Gestão e Marketing. Uma empresa sem propósito não sabe o que faz, não consegue compartilhar com o time qual a sua missão e, consequentemente, o time não externa isso para o cliente. Uma empresa sem uma gestão estruturada não consegue atingir o crescimento desejado. E o marketing sem um objetivo não gera resultado.
Quando você ativa o Waze, você precisa avisá-lo de onde você vai sair e aonde quer chegar. Se você não sabe o que você faz hoje, o quanto você entrega com qualidade e o quanto pode atingir, o caminho se torna mais difícil ou não existe.
A Provoca veio para provocar e te ajudar a descobrir, organizar e te levar para o objetivo que sua empresa deseja traçando o melhor caminho.

Lucas Rodrigues e Daniela Manfredini

3 – Como você está entendendo o mercado depois de um ano e meio de pandemia?
Houve uma aceleração e adaptação em todos os segmentos e no nosso mercado não foi diferente. Agora todo mundo quer criar e vender pela internet, desenvolver produtos ou chegar a sete dígitos de um dia para outro. E não estão errados. Sim, as empresas precisam se atualizar, estar presente nos meios de forma rápida e de fácil acesso a todos. Mas o cliente também cada vez mais quer algo real, que é vivo e que tem propósito. E é o que acreditamos, uma empresa com base e propósito que gera lucro e verdade no que faz.

Da esquerda para a direita em pé – Laura Gatti, Lucas Rodrigues, Dani Manfredini, Thiago Mello
Abaixados – Gabriela Meurer, Giovanna Mariotto, Vinicius Pereira, Maria Luiza Vieira

4 – Qual o perfil de cliente da Provoca? Quais segmentos de mercado chamam mais a atenção e são prospects?
A agência está completando três meses. Já temos e queremos empresas que querem crescer, evoluir de uma maneira sólida ou que já tenham uma estrutura definida e buscam resultados reais. Empresas que acreditam na importância de viver e ter retorno financeiro do propósito.

Marketing de atração: estratégias de Inbound marketing e SEO conquistam 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes para empresa

Especialista explica como melhorar os resultados das vendas e posicionar melhor uma marca no mercado

Na era digital e com um grande número de empresas de alta qualidade no mercado, como atrair a atenção do cliente de forma positiva e assertiva? É aí que o inbound marketing entra, ou marketing de atração, em português. “O inbound marketing é uma estratégia de marketing digital que tem como objetivo atrair e conquistar um determinado público e torná-lo um consumidor fiel da sua marca. É mais do que angariar seguidores, é atrair pessoas com interesses em comum com o que você publica e comenta. Isto faz delas as pessoas certas para gerar resultados positivos para uma determinada empresa”, explica o CEO da agência Pontodesign e especialista no assunto, Joaquin Presas.

Imagem por Photo Mix de Pixabay

De acordo com a última pesquisa E-commerce Trends, as lojas virtuais que adotam uma estratégia de SEO (conjunto de estratégias para melhorar um resultado nas buscas do Google, por exemplo) conquistam 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes em comparação com os e-commerces não otimizados com SEO. Além disso, 69,4% dos usuários descobrem lojas virtuais por meio de redes sociais.

“Falando de e-commerce, uma boa estratégia de inbound marketing aumenta em mais de 50% o resultado dos investimentos em marketing digital, já que o público atraído tem alguma relação com nosso conteúdo. Na publicidade tradicional, falando de forma ampla, atrairíamos um público grande, mas este, muitas vezes, não converte em vendas”, diz Presas.

O especialista dá dicas de como aplicar a técnica na sua empresa e melhorar seus resultados.

1 – Coloque-se no lugar do seu cliente e construa a jornada dele até chegar a você. “Se eu estivesse procurando pelo meu serviço, por onde eu começaria essa busca? E qual seria meu trajeto até fechar o negócio? É o primeiro passo para começar a colocar em prática o marketing de atração”, enfatiza;

2 – Tenha um bom site e otimizado para SEO. O site é a “casa própria” da empresa no mundo digital. Investir em atrair pessoas para o site e fazer ele ranquear bem no Google é algo que vai durar e deixar dividendos para a empresa. Já investir muito para atrair as pessoas para a sua rede social é como “reformar casa alugada”: enquanto você mora lá tudo bem, mas quando a rede social perde relevância, você perde tudo;

3 – Produza conteúdo. O Google consegue ler o conteúdo do seu site. Ele sabe a frequência com que você posta e consegue entender sobre o que você tem conhecimento, então invista nisso e movimente-o com um blog. Ele é um dos principais motores para a melhoria de ranqueamento orgânico e, é por meio dele, que os seus clientes vão te achar quando procurarem pelo seu serviço no Google;

4 – Conheça suas palavras-chaves e as use. “Por exemplo, se você tem uma pousada em Caiobá, como seu cliente te acharia num buscador? Coloque essas palavras no site, em textos no blog, em hashtags nas redes sociais, entre outros”;

5 – Dissemine o conteúdo e atraia para o site. É bom postar o conteúdo no blog, mas ajude as pessoas a saberem que ele existe. Poste e divulgue, seja nas redes sociais, seja via podcast, por meio de vídeos no YouTube, entre outras ferramentas. “Esteja presente no mundo digital. Hoje a maior parte das pessoas buscam na internet por uma empresa. Esteja onde seu público está”, finaliza Presas.

Fonte: TRIO COMUNICAÇÃO – Mariana Siqueira

Nova temporada de podcasts da Eu e o Mundo

Já está no ar a segunda temporada

No último dia 7 de julho a produtora Eu e o Mundo lançou a segunda temporada do Eu e o Mundo Show, o podcast de variedades da primeira produtora especializada em podcasts do Vale do Paraíba.

O programa que é lançado todas as quartas feiras no site e divulgado pelo insta @eueomundolabs é uma miscelânea de assuntos sempre pautado pela criatividade e inovação.

Criada no final de 2018 pelo radialista Felipe Raphael, a Eu e o Mundo já produziu mais de 360 horas de conteúdos em áudio para mais de 6 produções.