Vem aí o Festival Élan

Amigos do Mercado premia cases com o Festival Élan

O Amigos do Mercado, que há 5 anos conecta publicitários com o propósito de tornar o mercado mais amigável através de networking, lives, encontros e um prêmio anual voltado ao profissional, agora traz uma iniciativa voltada aos melhores jobs. E é daí que surgiu o Festival Élan.

Com a intenção de mostrar que a inspiração pode vir de muitos lugares, o Amigos do Mercado pretende criar um novo palco para trabalhos do dia a dia, daqueles que dão orgulho de ser vistos na rua!

“A ideia é reunir e premiar os melhores cases do último ano, sejam eles acadêmicos ou do mercado, dando espaço para novas perspectivas e oportunidades de conexão”, diz Marcos Braga, um dos idealizadores do Amigos do Mercado.

Conforme apresentado em Live exclusiva na última quarta-feira com Leandro Bernardes, da Agência PB, serão três os pilares que regem o evento: inspiração, reconhecimento e networking; alinhados com o propósito do Amigos do Mercado. Outra novidade que ganha destaque no festival é o networking gamificado, que trará uma nova forma de conexão mais próxima da experiência real, com conversas, atrações e conteúdo, e acontecerá no after dos três dias de evento.

As inscrições dos trabalhos estarão abertas até o dia 30/06, após a escolha dos melhores jobs pelos Top 100 Gestores eleitos pelo Amigos do Mercado. A partir daí, o público conhecerá o vencedor no último dia do evento (27, 28 e 29/07), onde todos poderão assistir ao case campeão.

Para saber mais como participar, tanto para inscrição dos trabalhos quanto como apoiador do projeto, entre em contato com a gente através do e-mail elan@amigosdomercado.com.br

Vaga para analista de marketing

Creali busca analista

A agência Creali tem vaga aberta para analista de marketing. O profissional irá operar as páginas dos clientes, MLabs, Wix e montar campanhas no Facebook.

Imagem de Pexels do Pixabay

Perfil da vaga:

Formação
Estar no último ano ou ser recém formado.

Hard skills
Conhecimento intermediário em Excel, Power Point e Word.
Conhecimentos em softwares de criação (Pacote Adobe, Canvas, etc) são diferenciais não exigidos, porém, serão levados em conta na hora da seleção.
Boa escrita (dominar o português)

Soft skills
Heavy user de mídias sociais.
Boa escrita e capacidade analítica.
Comprometimento com prazos e qualidade.
Boa capacidade de relacionamento e trabalho em grupo.

Responsabilidades
Operar postagens dos clientes a partir do Mlabs.
Montar e publicar campanhas no Facebook e Google Ads.
Captar dados nas ferramentas e montar relatórios de marketing.

Enviar CVs para alexandre@creali.com.br

Vaga para estágio em criação

Agência busca criativo

A Interativa está procurando criativo pra fazer parte da sua equipe.

Requisitos para a Vaga de Estágio:

– Cursando 2º, 3º ou 4º ano de Publicidade e Propaganda
– Experiência com ferramentas de criação Adobe

Estágio:
– Com remuneração

Enviar currículo e portfólio:
contato@grupointerativa.com.br

A nova agência não é uma agência

Por Thiago Bacchin*

A publicidade nunca mais será a mesma. As campanhas premiadas tinham uma receita infalível: muita verba, um bom planejamento que contemplasse um filme para TV, um spot para rádio e peças para mídias impressas para colocar o bloco na rua e pronto. E, claro, era preciso uma boa dose de criatividade. Restava esperar pelo retorno do investimento, que nem sempre vinha ou, quando vinha, não permitia mensurar qual canal ou mesmo qual mensagem gerou maior impacto e engajamento com os consumidores.

O digital chegou para transformar o mundo, e a propaganda apenas faz parte disso.

A antiga receita de muita grana, criatividade e veiculação em alguns poucos meios não funciona mais. O nome do jogo agora é conversão, performance, otimização, resultado. Para entrar na disputa, conquistar e fidelizar clientes é preciso entender o que poucos entendem: de tudo, um pouco um muito.

Isso mesmo, muito conhecimento sobre muita coisa. Para atingir o máximo de performance é preciso não apenas saber, mas dominar profundamente muitas disciplinas novas – fora as que foram completamente renovadas.

Imagem de StartupStockPhotos de Pixabay

A gente está acostumado a falar “do digital”, mas “o digital” sozinho não existe como coisa ou disciplina. Ele representa uma nova constituição para muita coisa que já existe e para muitas outras que surgiram, como big data, analytics, omnichannel, social media, search, programmatic, cx, e-commerce, digital trade marketing, influencer marketing. Quantos conceitos aprendemos nos últimos anos que não nos foram, e continuam não sendo, ensinados na faculdade?

A verdade é que a nova agência não é uma agência. É uma empresa que somente por meio de tecnologia, dados e comunicação vai trazer respostas e resultados para os mais diversos problemas que uma marca enfrenta atualmente.

A transformação digital, buzzword que vem sendo utilizada em diferentes contextos por muitas empresas, é apenas uma enorme embalagem que do lado de dentro reúne dezenas de desafios que as empresas, em diferentes estágios de maturidade digital, vão enfrentar no curto, médio e longo prazo.

Sejam quais forem suas credenciais, é preciso entregar muito mais do que simplesmente comunicação, tecnologia e dados de forma isolada. A verdadeira oferta de valor está na conexão dessas áreas, que devem colocar o consumidor no centro e buscar não apenas fortalecer marcas, mas sim consolidar relações e gerar negócios, aprimorar a performance. Para as marcas, ter diferentes parceiros nessas áreas é um enorme desafio de gestão, estratégia e planos táticos – que, para funcionar, exigirá domínio das disciplinas digitais a fim de que tudo siga no trilho.

Vale lembrar que, neste momento, a formação e atualização de profissionais também está em revolução. As faculdades ainda ensinam teorias aprendidas há mais de 10 ou 20 anos – elas não ensinam o que se precisa saber hoje. A verdadeira transformação digital só caminha a passos largos quando os colaboradores de uma empresa passam a beber da fonte de inovação digital todos os dias. E este é mais um dos novos papéis desta nova parceira das marcas: transferência de conhecimento.

As marcas não irão mais pagar pela execução de ideias e bonificação por veiculação, mas sim por estratégias de negócios e serviços multidisciplinares que gerem as mudanças necessárias para seu negócio prosperar num mundo imprevisível.

O digital virou core business de todo tipo de negócio, em todas as indústrias. Em outras palavras, empresas de qualquer setor ganharam o sufixo tech: edtechs, agrotechs, adtechs, healthtechs, logitechs, insurtechs, fintechs… bem-vindo à era da digitalização de tudo.

* Thiago Bacchin é CEO da Cadastra

Fonte: NB Press Comunicação