Paixões, emoções e lições

Dois dias de rivalidades e paixões futebolísticas

Dois dias de decisão de campeonatos de futebol movimentando dois grandes clubes paulistas.Vivemos momentos de euforia, êxtase, muita provocação nas rodas de amigos e nas redes sociais. Um buzz incrível, pelo menos no estado de S.Paulo.
Rivalidade, emoção, torcidas e… negócios! O anúncio da Nike, o anúncio da Marabraz, a Band mostrando o jogo que a Globo não quis, estádios lotados e muitas oportunidades de ações de comunicação para diversas marcas.
Fico pensando cá com meus botões se sabemos explorar mesmo todo o potencial do futebol aqui em terras brasilis…
Sabemos, todos, clubes, marcas/anunciantes, agências de comunicação, departamentos de marketing como valorizar e oportunizar a paixão do brasileiro pelo futebol?
Vemos alguns avanços aqui e ali, mas demodo geral ainda engatinhamos, acredito.
Esses dias vi um comentário no Bate Bola Primeira Edição (do qual sou fã confesso) da ESPN Brasil: o torcedor de futebol é o consumidor perfeito, pois mesmo quando produto cai de qualidade (um rebaixamento para a segunda divisão, por exemplo) o torcedor acompanha e até aumenta seu grau de fidelidade. Algo com um potencial tão grande assim não era para gerar um esporte estrondosamente rico, algo quase no nível das ligas européias e das ligas norte-amercicanas de basquete, hóquei, futebol americano ou beisebol?
Falta profissionalismo aos clubes e às federações. Falta também aos atletas. Falta inventividade aos departamentos de marketing de clubes e anunciantes. Falta inventividade às agências de comunicação. Vemos muito do mesmo nesses dias.
Muito se falou nas redes sociais sobre o anúncio da Nike. Ousado, arriscado, errado, perigoso. Foram corajosos, sem dúvida. Tomaram partido. Correram riscos evidentes, mas se posicionaram e acho que marcaram pontos com isso. Mas não foi uma ação surpreendente de todo, nem muito original. Ontem vi na TV o comercial da Marabraz parabenizando o Corinthians pela conquista e lembrando que a marca é um dos patrocinadores/apoiadores do clube. Correto. Adequado. Mas também pouco inventivo. As duas ações não buscam uma sinergia maior a paixão dos torcedores. Não engajam. Falta pensar de modo diferenciado (para não usar o já fease feita “pensar fora da caixa”).
É incrível vivenciar no prazo de dois dias a força, a emoção, o envolvimento e a paixão que geram o futebol. Um baita laboratório. Temos, todos, torcedores de todas os clube s e de todas as marcas, tirar lições proveitosas destes momentos únicos. Temos uma Copa do Mundo e uma Olimpíada pela frete. E um povo que ama esportes. O que vamos fazer?
Pense nas suas respostas.

Dois dias seguidos de decisão de campeonatos de futebol movimentando dois grandes clubes paulistas: Libertadores da América e Copa do Brasil. Vivemos momentos de euforia, êxtase, frustração, muita provocação nas rodas de amigos e nas redes sociais. Um buzz incrível, pelo menos no estado de S.Paulo.

Rivalidade, emoção, torcidas e… negócios! Negócios em comunicação e marketing, principalmente. O anúncio da Nike, o anúncio da Marabraz, a Band mostrando o jogo que a Globo não quis, estádios lotados e muitas oportunidades de ações de comunicação para diversas marcas.

Fico pensando cá com meus botões se sabemos explorar mesmo todo o potencial do futebol aqui em terras brasilis…

Sabemos, todos, clubes, marcas/anunciantes, agências de comunicação, departamentos de marketing como valorizar e oportunizar a paixão do brasileiro pelo futebol?

Vemos alguns avanços aqui e ali, mas de modo geral ainda engatinhamos, acredito.

Esses dias vi um comentário no Bate Bola Primeira Edição (do qual sou fã confesso) da ESPN Brasil: o torcedor de futebol é o consumidor perfeito, pois mesmo quando produto cai de qualidade (um rebaixamento para a segunda divisão, por exemplo) ele o acompanha e até aumenta seu grau de fidelidade. Algo com um potencial tão grande assim não era para gerar um esporte estrondosamente rico, algo quase no nível das ligas européias e das ligas norte-amercicanas de basquete, hóquei, futebol americano ou beisebol?

Era!

Falta profissionalismo aos clubes e às federações. Falta também aos atletas. Falta inventividade aos departamentos de marketing de clubes e anunciantes. Falta inventividade às agências de comunicação. Vimos muito do mesmo nesses dias.

Muito se falou nas redes sociais sobre o anúncio da Nike. Ousado, arriscado, errado, perigoso. Foram corajosos, sem dúvida. Tomaram partido. Correram riscos evidentes, mas se posicionaram e acho que marcaram pontos com isso. Mas não foi uma ação surpreendente de todo, nem muito original. Ontem vi na TV o comercial da Marabraz parabenizando o Corinthians pela conquista e lembrando que a marca é um dos patrocinadores/apoiadores do clube. Correto. Adequado. Mas também pouco inventivo.

As duas ações não buscam uma sinergia maior com a paixão dos torcedores. Não engajam. Falta pensar de modo diferenciado (para não usar o já frase feita “pensar fora da caixa”).

É incrível vivenciar no prazo de dois dias a força, a emoção, o envolvimento e a paixão que geram o futebol. Um vendaval de emoções (olha o chavão aí de novo). Um baita laboratório. Temos, todos, torcedores de todas os clubes e de todas as marcas, que tirar lições proveitosas destes momentos únicos. Temos uma Copa do Mundo e uma Olimpíada pela frente. E um povo que ama esportes. O que vamos fazer?

Pense nas suas respostas.

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