Inscrições para o Prêmio Estilo & Design 2022

As inscrições para o Prêmio Estilo & Design 2022 encerram-se no dia 15 de setembro

A menos de um mês para o encerramento do prazo para as inscrições do “Prêmio Estilo & Design 2022” que se encerrarão em 15 de setembro, dois grandes nomes do setor de arquitetura e design, Paulo Alves, um dos membros da banca de jurados da premiação e Rapha Preto, designer responsável em assinar o troféu desta edição, ressaltam a importância de ter premiações desta categoria para arquitetos, designers de interiores, decoradores e paisagistas.

“Este tipo de evento é extremamente necessário. Reunir vários profissionais de várias regiões para trazer os assuntos ligados a arquitetura, ao designer é enriquecedor. Isto contribui para elevar o nível dos profissionais”, comentou Paulo Alves, arquiteto e designer de móveis.

O designer do ano e artista plástico, Rapha Preto elogiou a premiação. Ele também é o responsável pelo troféu do Prêmio Estilo & Design 2022 e revelou que a peça tem como inspiração a conexão.

“Eu quis retratar a conexão que o prêmio tem que é de unir conhecimento, marcas e negócio. O troféu foi desenvolvido pensando num favo de mel, que nada mais é, do que uma representatividade de união, de construir juntos com afetividade e com um doce olhar para o projeto”, explicou Rapha Preto.

A idealizadora da nona edição do “Prêmio Estilo & Design”, Carmem Alvim, observa que 2022 está sendo um ano atípico, onde muitos eventos foram adiados em função da pandemia. Por conta destes ajustes, o período das inscrições acabou ficando reduzido e os profissionais devem ficar atentos para não perderem o prazo.

“Em outras edições, o prazo para as inscrições para o Prêmio Estilo & Design levavam quatro meses e este ano tivemos dois meses para isso. As inscrições serão encerradas no dia 15 de setembro e no dia 20 de setembro a banca de jurados estará analisando e definindo os ganhadores do projeto que serão anunciados no dia 27 de setembro, partir das 20h, no Teatro Colinas, no Colinas Shopping, em São José dos Campos”, pontuou Carmem Alvim.

As inscrições para as categorias Sênior e Novos Talentos podem ser feitas para os temas: Living/Sala de Estar, Cozinhas/Área Gourmet, Dormitórios/Suítes, Áreas Externas/Paisagismo, Salas de Banho/Banheiros, Comercial, Corporativo, Fachadas Residenciais e Fachadas Corporativas.

Serviço:

Prêmio Estilo & Design
Inscrições abertas: até 15 de setembro
Inscrições e Informações pelo site: premioestilodesign2022.com.br

Fonte: Solução Textual Assessoria – Renata Vanzeli

APPCast, podcast da APP Brasil, chega à centésima edição

Enciclopédia em áudio dos profissionais de propaganda aborda os principais temas do mercado de Comunicação

O APPCast, podcast da APP Brasil (Associação dos Profissionais de Propaganda) chega à sua centésima edição. Para celebrar, o episódio será realizado em transmissão ao vivo no dia 10 de agosto, às 10 horas, no canal do youtube da APP Brasil.

A edição número 100, com o tema “Propaganda, substantivo feminino” conta com as convidadas Luciana Rodrigues, Presidente da Grey Brasil, Juliana Nascimento, Vice-Presidente do GAN e Managing Director da FCB, Rejane Romano, Diretora de Comunicação da DPZ e Rafaela Queiroz, Vice-Presidente de Mídia e Business Intelligence da DPZ. A apresentação fica por conta dos diretores da APP Brasil, Alexandre Luppi, Adão Casares, Mari Cruz, Marta Gucciardi e do presidente Silvio Soledade.

Há dois anos, o APPCast foi criado e lança um novo episódio a cada semana. O projeto foi idealizado e iniciado por Silvio Soledade, presidente da APP Brasil, Alexandre Luppi e Adão Casares, diretores de Comunicação da APP Brasil, e José Maurício Pires Alves, diretor Cultural da APP Brasil. A ideia nasceu de uma provocação em um Fórum APP, realizado em novembro de 2019, com o tema “Rádio Multiplataforma”. O conteúdo do Fórum foi transformado em um podcast, inspirando a criação do APPCast para 2020.

“O projeto foi super aceito pelo mercado, tanto pela qualidade do conteúdo quanto pelo engajamento e disponibilidade dos convidados. Desde então gravamos semanalmente episódios com temas de interesse do mercado e dos profissionais”, relata Silvio Soledade. Criado para ampliar a comunicação da APP Brasil com o mercado publicitário, o APPCast juntou “a fome com a vontade de comer”. Segundo José Maurício, o podcast “foi o aproveitamento de uma oportunidade para inovarmos na relação com nossos associados e com o mercado como um todo”.

Ponte entre a academia e o mercado publicitário, a APP Brasil promove eventos e compartilha conteúdos importantes para profissionais novos e experientes, com o compromisso de difundir a diversidade e os desafios e oportunidades da publicidade. “O APPCast vem dessa necessidade de aproximarmos do mercado, dando voz para mulheres, ao público LGBTQIAP+ e a diversidade no geral”, explica Alexandre Luppi.

Adão Casares diz que o podcast é como uma enciclopédia ou uma barsa, pois é uma possibilidade de consulta sobre diversos assuntos que rodeiam o mundo da comunicação. “Nossos entrevistados são especialistas, têm conteúdo, experiência e nome. Temos a editoria Carreiras, que é uma benção para os mais jovens”. José Maurício afirma que “o APPCast se tornou o caminho prático e objetivo para debatermos o momento atual e o futuro”.

O APPCast cumpre o papel da APP de conectar, capacitar e desenvolver todos que atuam na indústria publicitária. “O formato áudio é mais um ponto de contato com a nossa audiência e dos profissionais que participam deste mercado. O podcast é um formato que veio para ficar, pela sua facilidade de produção e pela possibilidade de amplificar rapidamente sua penetração no ambiente digital”, completa Silvio Soledade.

Durante os dois anos que esteve no ar, o APPCast abordou temas como etarismo, orgulho LGBTQIAP+, gestão financeira, sustentabilidade, economia, brasilidade e muitos outros. O podcast está disponível no site da APP Brasil .

Fonte: Agência ERA de Comunicação e Conteúdo – Mariana Cruz

Coluna Propaganda&Arte

Não sabe o que é greenwashing? Essa lavagem cerebral é proposital

por R. Guerra Cruz

Se você nunca ouviu falar do termo greenwashing provavelmente já caiu nesse golpe, mas isso não é exclusividade sua. Segundo a enquete que eu fiz no LinkedIn, mais de 60% das pessoas da minha rede também não faziam ideia do que era isso. Eu só fui aprender após fazer um curso específico na área de Gestão Empresarial Sustentável e ainda sigo aprendendo. O problema é que esse gap de conhecimento é planejado e o mercado tradicional não quer que a gente entenda esse assunto. A seguir, eu explico mais detalhadamente e de forma prática como não ser manipulado(a).

Confuso entender? A desinformação é a meta.

Greenwashing vem do inglês, algo traduzido como “lavagem verde”. Ou seja, dar aquela maquiada num produto para parecer sustentável. Esse termo ganhou ainda mais força dos anos 2000 pra cá depois de reuniões na ONU e a criação do Pacto Global, que é um documento que propõe diretrizes mais responsáveis e que todas as empresas e governos podem (compromisso voluntário) adotar para alcançar metas sociais, como de combate à fome, além de promover melhores condições de trabalho, metas econômicas, ambientais, dentre outras nos próximos anos, daí muitas marcas surfaram na onda e o tema tem sido cada vez mais frequente nos reports e relatórios das empresas. Já os investidores estão levando mais a sério e destinando muita grana a projetos e empresas mais sustentáveis, criando uma verdadeira onda verde, que com o tempo, está ganhando outros tons.

Já ouviu falar das metas ESG?

Essa forma de gestão pode tratar de metas ambientais (entenda o ambiente natural aqui), por exemplo: zerar a emissão de carbono até 2030, mas pode falar de outros ambientes, como o do trabalho em si, abordando outros temas, como a equidade de gênero na direção da empresa e até de formas de gestão mais transparentes.

Por isso, não deveria ser só sobre natureza, certo? Mas vamos falar só dessa parte então. Sobre os produtos verdes. A propaganda atual não fala de outro assunto e novas campanhas estão surgindo com essa pegada. Aí chega o job para nós publicitários e fazemos a nossa parte: criamos novas embalagens, novos selos próprios e textos lindos falando de propósitos das “empresas do futuro”, colocando tudo num mesmo caldeirão de promessas, dívidas e dúvidas. Para piorar, é comum existir um desalinhamento entre estratégia da empresa e publicidade das mesmas, escancarando o problema e gerando frutos capengas: campanhas sustentáveis incríveis e bem produzidas, sem uma transparência ou real compromisso da marca com os consumidores no longo prazo.

Mas a coisa fica mais problemática quando não conseguimos acompanhar essas novas promessas e metas propostas (Dúvidas comuns: quem for impactado por uma propaganda dessas hoje vai estar vivo em 2080 para conferir se bateram a meta? E se não cumprirem quem responde por isso?). Resultado: já existem muitos processos no CONAR contra marcas pequenas, médias e grandes por aí, investigando possível propaganda enganosa nesse tipo de campanha que, cá entre nós, pode ser causada por dois fatores: má-fé ou simplesmente uma falta de conhecimento geral (sim, não descarto e posso ser ingênuo nisso). Por isso, separei alguns pontos importantes para você se proteger das desinformações e comprar seus produtos sem ser enganado(a).

4 ruídos perigosos na comunicação de “produtos sustentáveis” que configuram greenwashing.

1- Mentir ou falar meias verdades (nem a cara de pau de algumas marcas é de madeira de reflorestamento)
Se a embalagem diz algo como “produto ecológico”, “sem ingrediente animal”, “não testado em animais” ou qualquer outra afirmação sustentável, mas não possui certificação oficial e nem dados científicos para confirmar ou nem indica onde se consultar mais informações, sai dessa que é cilada, Bino! O selo CCF Rabbit (Choose Cruelty-Free) é um bom exemplo de certificado válido com padrões internacionais de proteção aos animais que visam também toda a cadeia de fornecedores. Aqui tem mais alguns selos reconhecidos: https://idec.org.br/greenwashing/desvende-os-selos

2- Destacar uma questão sustentável menos relevante para ofuscar outras mais importantes
É como tentar vender o copinho plástico dizendo que ele ajuda na economia de água do planeta já que pode ser descartado e evita a lavagem. Ou seja, não importa se você fez uma pesquisa e chegou à conclusão de que existe uma economia de 50% de água ao usar o copo plástico descartável. Seu trabalho já nasceu enviesado e favorece a “troca oculta”, pois gera uma falsa sensação de proteção e benefício, escondendo um problema muito maior. E todo plástico que vai pro mar? É neste tipo de malabarismo marketeiro que precisamos ficar de olho!

3- Falar vagamente sobre “ser sustentável”
Criar um selo verdinho bonitinho, com uma frase do tipo “produto amigo do meio ambiente”, sem nenhuma explicação clara de como aquele produto ajuda o meio ambiente, é sim greenwashing, mesmo sendo muito bonitinho e mesmo sendo verdade de alguma forma. A sua empresa está realmente fazendo algo importante e você está ocultando essa boa ação? Então é uma falha de comunicação. Crie mecanismo para mostrar isso e deixe explícito que você está fazendo algo realmente acima da média. Seu produto é amigão do meio ambiente? Mostre que é! Tudo que for diferente disso é greenwashing!

4- Destacar informação irrelevante (parece incrível, mas não é)
Sabe aquela informação que parece super sustentável, mas na verdade é uma obrigação legal? É isso. Um bom exemplo são os aerossóis, tipo desodorantes, que colocam frases como “Não contém CFC”. Essa substância nociva ao meio ambiente já é proibida por lei desde 1988 no Brasil. Não estão mentindo pra você, mas sinto cheiro de greenwashing aí!

Ser sustentável é…

Para dar o próximo passo precisamos deixar bem claro um conceito aparentemente simples, mas cheio de nuances: o tal “ser sustentável”. O que é ser sustentável pra você? Ser sustentável, apesar de ter um forte apelo de cuidado com a natureza, é bem mais amplo que isso e se refere à sustentabilidade (manter-se funcionando a longo prazo) de um negócio como um todo. Essa empresa vai sobreviver no futuro? Ela se sustenta e sustenta o entorno dela, a comunidade, a natureza, a sociedade e todos os stakeholders para que haja um futuro digno para as futuras gerações? Somente com esse olhar ela poderá dizer que visa ser sustentável.

Para se ter uma ideia, as empresas que são referência nesse tema ainda possuem inúmeros problemas ambientais e metas ESG a serem batidas. Até uma Natura da vida que já fez muita coisa está em processo de ser mais sustentável e melhoria contínua com metas que vão além de 2030. Outras empresas nem mostraram indícios de que querem ser, pois não firmaram compromissos públicos sobre isso e nem mudaram suas formas de gestão. Esse tipo de empresa adora colocar uma frase de efeito por aí, como nas assinaturas de e-mail: “não imprima, recicle”, achando que vai salvar o mundo assim.

Nessas horas, saem na frente, não as empresas mais verdes, mas as mais transparentes, que sabem o impacto negativo que causam (e todas causam) e estão verdadeiramente trabalhando para reverter esse cenário e ficar na cabeça dos consumidores pelos motivos certos.

Leitura obrigatória para entender melhor sobre o tema e fazer a sua parte: https://idec.org.br/greenwashing

Evento discutirá gestão eficiente

Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté promove atividade com foco em processo de gestão eficiente

Nos dias 11, 18 e 25 de julho será realizado no HITT (Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté) o 1º Ciclo + Agile. Todas as atividades serão realizadas a partir das 19h, e têm como objetivo promover aos participantes experiências na área de empreendedorismo.

Nesta primeira edição, serão abordados temas relacionados as técnicas e metodologias que fazem a diferença no processo de gestão de produtividade. Os convidados do Hub também irão abordar temas como estratégias de criatividade e as ferramentas que podem ressaltar o diferencial de um negócio.

O 1º Ciclo + Agile será gratuito e aberto ao público, mas as vagas são limitadas. As
inscrições podem ser feitas por este link

Confira a programação completa:

Dia 11/07 – Fundamentos SCRUM: Gestão ágil
Profº Me. Leandro Maia Nogueira | Professional Scrum Master PSM I,
engenheiro e autor

Dia 18/07 – O Pensamento Criativo
Cadu Damian | Agente de inovação, membro d diretor da ABMEN Vale do
Paraíba, Professor do Centro Paula Souza, mentor e palestrante

Dia 25/ 07 – Tecnologia na Gestão de Produtividade
Alex Miranda | Empresário de CEO do grupo Guia Taubaté, SpotWay
Negócios Locais, GetVale Marketing Digital e Abink Escola de negócios e Coach de
Negócios/ Treinador Comportamental

Horário: Sempre a partir das 19h.
Local: No HITT – Hub de Inovação Tecnológica de Taubaté, localizando dentro do Via
Vale Garden Shopping, próximo à entrada do estacionamento coberto do 2° piso