Professor, publicitário e especialista em marketing lança livro que propõe uma nova forma de construir marcas na era da confiança

“Marketing depois do Marketing” reúne reflexões sobre experiência, reputação e relevância em um cenário onde a persuasão tradicional já não basta

Depois de mais de duas décadas de atuação no mercado publicitário, na docência e na consultoria em comunicação, o professor e publicitário Josué Brazil lança o e-book “Marketing depois do Marketing – Como a experiência, a confiança e a relevância estão redefinindo a construção de marcas”. A obra propõe uma reflexão sobre as profundas transformações vividas pelo marketing contemporâneo e apresenta uma abordagem que desloca o foco da comunicação persuasiva para a construção de valor por meio da experiência, da confiança e da relevância.

Segundo o autor, o marketing atravessa um momento de ruptura. Em um ambiente marcado pela sobrecarga de informações, pela fragmentação da atenção e pela crescente desconfiança do consumidor, comunicar melhor já não é suficiente. É preciso entregar experiências coerentes, construir relacionamentos sólidos e transformar a promessa da marca em realidade.

Ao longo do livro, Josué Brazil defende que as empresas precisam compreender que o branding deixou de ser apenas uma questão de identidade visual ou posicionamento para se tornar consequência direta daquilo que a organização efetivamente entrega em todos os pontos de contato com seus públicos. A marca passa a ser percebida menos pelo discurso e mais pela experiência proporcionada ao cliente.

A publicação também aborda temas como o papel da confiança na redução das incertezas do consumidor, os limites da dependência exclusiva de dados e algoritmos, a importância da cultura organizacional na construção da reputação, o impacto da inteligência artificial sobre a comunicação e a necessidade de desenvolver marcas capazes de gerar comunidades e relacionamentos duradouros, substituindo a lógica das transações imediatas por conexões de longo prazo.

Escrito em linguagem acessível, mas fundamentado na experiência profissional e acadêmica do autor, o livro é direcionado a profissionais de marketing, publicidade, comunicação, gestores, empreendedores, estudantes e todos aqueles interessados em compreender os desafios das marcas em um mercado cada vez mais competitivo e orientado pela percepção das pessoas.

“Marketing depois do Marketing” nasce da convergência entre anos de pesquisa, atuação profissional e observação das mudanças que vêm redefinindo a forma como empresas e consumidores se relacionam. Mais do que apresentar conceitos, a obra convida o leitor a repensar o papel estratégico do marketing em um contexto em que confiança, autenticidade e relevância passaram a representar os principais ativos das organizações.

Sobre o autor

Josué Brazil é publicitário, mestre em Linguística Aplicada e especialista em Comunicação Social. Atuou como proprietário de agências de publicidade, trabalhou em veículo de comunicação e possui ampla experiência no ensino superior, tendo lecionado em instituições como Universidade de Taubaté (Unitau), Fundação Cásper Líbero, Universidade Braz Cubas e, atualmente, no Centro Universitário Fundação Santo André. Também atua como consultor de comunicação, é responsável pelo portal Publicitando e integra as diretorias da APP Vale do Paraíba e da APP Brasil.

Serviço

Livro: Marketing depois do Marketing – Como a experiência, a confiança e a relevância estão redefinindo a construção de marcas

Autor: Josué Brazil

Formato: e-book (em breve também livro físico)

Disponível na Amazon

Para superar a IA, especialista mundial em storytelling defende a re-humanização do marketing

Referência internacional, James McSill destaca a relevância da humanidade em um campo dominado por algoritmos

Como continuar humano quando o marketing se tornou algoritmo? É dessa pergunta que nasce Storytelling & Inteligência Artificial, novidade da DVS Editora assinada por James McSill, um dos maiores especialistas em narrativa aplicada ao mercado e pioneiro na integração entre emoção, linguagem e tecnologias de IA.

Autor de mais de 35 obras e mentor de escritores, comunicadores e marcas ao redor do mundo, McSill acompanhou uma transformação sem precedentes com a ascensão da IA: os algoritmos inundam o universo digital com textos impecáveis, mas frequentemente vazios e padronizados, enquanto profissionais buscam maneiras de se manter relevantes.

Ao longo das páginas, o storyteller anglo-luso-brasileiro apresenta provocações baseadas em conversas reais e tentativas genuínas de unir tecnologia e humanidade sem sacrificar a originalidade. Como ponto de partida, James argumenta que o marketing digital atravessa um ponto de ruptura. Segundo ele, modelos clássicos como funis rígidos, fórmulas de lançamento e copywriting baseado em gatilhos repetitivos perderam força diante de um público saturado.

Para o autor, o que antes era diferencial, como técnicas impecáveis e processos milimetricamente estruturados, cede espaço para um novo critério: a autenticidade. Agora, mais importante do que dizer algo de forma perfeita é ter algo verdadeiro a dizer. Nesse sentido, ele defende que a IA deve assumir tarefas repetitivas, liberando quem escreve para se dedicar àquilo que a máquina não acessa, como intenção, sensibilidade, ritmo, metáfora e coragem narrativa.

McSill destaca como, num ambiente lotado de conteúdos produzidos por algoritmos, a re-humanização se torna vantagem competitiva. Para isso, porém, é necessário explorar vulnerabilidades, abrir bastidores, mostrar erros e decisões, abraçar a imperfeição estratégica e transformar monólogos digitais em diálogos vivos e adaptativos. A emoção genuína, antes vista como elemento secundário, transforma-se em conexão, confiança.

O livro também apresenta novas metodologias narrativas que substituem definitivamente os modelos antigos do marketing. Entre elas estão a troca das personas fixas por arquétipos vivos baseados em estados emocionais; a migração dos funis lineares para ecossistemas narrativos dinâmicos, que se ajustam em tempo real de acordo com o comportamento do usuário; e a adoção da lógica do “beta contínuo”, onde cada peça de conteúdo é tratada como um protótipo vivo, pronto para ser testado, ajustado e relançado.

Além da técnica, McSill coloca a ética narrativa como elemento central da comunicação na era das máquinas. Ele alerta para o perigo de manipulações emocionais, urgências fabricadas e personalizações excessivas que ultrapassam limites. Propõe que cada marca adote uma bússola editorial guiada pela intenção humana, pela clareza de propósito e pela responsabilidade de não tratar o público como um alvo, mas como um interlocutor.

Storytelling & Inteligência Artificial é leitura essencial para quem trabalha com comunicação, marketing, conteúdo, branding, escrita, empreendedorismo e para qualquer pessoa que não queira perder sua voz num mundo onde quase tudo se automatiza. James McSill oferece um mapa emocional, estratégico e ético para navegar esse novo momento. Seu novo livro reforça que, apesar das máquinas, continuamos precisando do que nos torna humanos: histórias verdadeiras, contadas com intenção, ritmo e coragem.

Ficha técnica

Título: Storytelling e Inteligência Artificial – Como reinventar o Marketing Digital com verdade, emoção e propósito
Autoria: James McSill
Editora: DVS Editora
ISBN: 978-6556951645
Páginas: 456
Preço: R$ 94,00
Onde encontrar: Amazon e livrarias de todo o país

Sobre o autor

James McSill nasceu no Brasil, cresceu entre sotaques, foi acolhido pelo Reino Unido e cativado por Portugal, tornando-se, assim, um anglo-luso-brasileiro. Onde quer que atue, seja no Reino Unido, no Brasil, em Portugal, nos Estados Unidos, no Japão, na China, em Espanha ou na América Latina, deixa um legado de histórias transformadas em valor de mercado e egos que, com ele, aprenderam a abdicar dos adjetivos inúteis. Com mais de cinquenta anos de experiência, James não ensina storytelling como quem borda rendas, mas como quem constrói pontes sólidas entre a emoção e o mercado. Fundador do McSill Story Studio, é fornecedor oficial de certificações internacionais em storytelling aplicado aos negócios, à educação, ao cinema, à televisão e ao teatro. Atua no mundo corporativo, em multinacionais e entidades governamentais, onde forma líderes e marcas para comunicar com propósito e rentabilidade. Autor de mais de trinta e cinco livros, foi pioneiro na integração entre inteligência artificial e narrativa emocional. James domina com mestria o território volátil entre o que comove e o que convence, com a autoridade de quem sabe que uma boa história vende, mas uma história bem contada transforma.

Desafios das agências de propaganda nos próximos anos são tema de estudo do Sinapro/Fenapro

Sistema Nacional das Agências de Propaganda lança a 4ª edição do Paper Transforma sobre cenários futuros e fornece rota estratégica para as agências

Com o objetivo de apoiar as agências em um momento de profunda aceleração no mercado global, o Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro) lança a 4ª edição do Paper Transforma: Futuros Possíveis para o Mercado da Propaganda, voltado ao fomento direto da atividade e ao apoio à modernização dos negócios das agências associadas. Desenvolvido em parceria com a consultoria Delta Consulting, o paper foi construído de acordo com a metodologia de Scenario Planning da Universidade de Oxford, estimulando os líderes a pensarem sob a perspectiva de múltiplos cenários futuros e a desenvolverem resiliência estratégica a partir disso.

A publicação é parte do ciclo de Papers e Workshops Transforma, programa consolidado que se tornou um pilar central na nova atuação do Sinapro. “O programa nasceu com o objetivo de trabalhar, de forma mais conectada, com as dores de gestão e transformação das agências, focando no fomento direto da atividade e no apoio à modernização dos negócios das agências associadas”, conta Daniel Queiroz, presidente da Fenapro.

O conteúdo da nova publicação se aprofunda na discussão das incertezas críticas que podem moldar a próxima década. Entre as linhas de discussão abordadas, destacam-se:

1. Como será o desenvolvimento do trabalho criativo? Continuará a ser absorvido por máquinas e algoritmos ou haverá uma revalorização do humano como fonte de diferenciação?

2. Para onde caminha a cultura? Teremos uma padronização global e estética homogênea induzidas por globalização e tecnologia ou pluralidade local, narrativas múltiplas e identidades diversas?

3. Qual será o nível de profundidade esperado e praticado nas relações humanas? Seremos mais imediatistas e priorizaremos transações rápidas e descartáveis? Ou priorizaremos relações de longo prazo, profundidade e construção de pertencimento?

4. Como a cultura valorizará o humano? Permaneceremos em práticas de interação mediadas por máquinas ou veremos uma retomada do vínculo presencial, comunitário e afetivo?

5. Qual será a configuração de poder das plataformas digitais e das Big Techs? Permanecerão concentradas, controlando infraestrutura e narrativas, ou serão forçadas a dividir espaço com múltiplos atores e sob modelos descentralizados?

6. Como será a concentração de poder político-econômico? Teremos mais protagonismo estatal e comunitário na organização social ou teremos um mundo que pende mais para o domínio corporativo sobre funções sociais?

7. Como a economia se organizará? Prevalecerá a lógica do consumo linear ou ganhará força um modelo de regeneração social e ambiental?

8. Governos e reguladores se farão mais presentes ou teremos mais espaço para a autorregulação do mercado?

O estudo aponta que o sucesso das agências estará diretamente ligado à sua capacidade de transformação interna, à formação de alianças estratégicas e à revisão constante da leitura do contexto.

“Trabalhamos com os líderes do Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro) para identificar as incertezas críticas. A partir de uma análise exploratória dessas incertezas, construímos cenários divergentes, provocando as agências a pensarem em estratégias mais adaptáveis para o longo prazo, abandonando a visão de ‘futuro único’, para que construam um olhar estratégico a partir das múltiplas possibilidades”, explica Fernando Braga, Consultor da Delta Consulting, responsável por liderar as dinâmicas que resultaram no paper.

O presidente da Fenapro observa que o processo de Scenario Planning não é sobre prever o futuro, mas sim sobre treinar o Sistema para responder a ele com mais robustez.

A relevância do Paper Transforma como instrumento de inteligência reflete a consolidação do Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro) como o principal suporte estratégico do mercado. Desta forma, as entidades do ecossistema desenvolvem e consolidam um conteúdo de alta qualidade, replicando a capacitação junto às suas bases, e garantindo que a inteligência de ponta alcance agências em todas as regiões do País, independentemente do seu porte.

“O Sinapro assumiu a responsabilidade de ser o agente de transformação do nosso mercado. O Paper de Cenários Futuros é a nossa bússola para a próxima década. Ele traduz a complexidade que cerca o futuro do setor e nos permite atuar na ponta, oferecendo aos nossos associados ferramentas concretas para que saiam do operacional e passem a ter uma visão estratégica de longo prazo para os seus negócios e o setor, fortalecendo a atuação nacional do nosso ambiente associativo”, destaca Daniel Queiroz.

Daniel Queiroz, presidente da Fenapro

O conteúdo não se restringe ao download do arquivo para leitura, e seguirá em formato de workshop imersivo e interativo para as agências associadas, em todos os estados que têm Sinapro.

“O lançamento deste paper traz ainda mais conhecimento e orientações para as agências fazerem frente aos desafios diários de gestão e transformação dos negócios. O Sinapro-SP tem desenvolvido inúmeras ações e programas para ajudar as agências a se prepararem para o futuro e as novas demandas, e o paper Transforma agrega muito a esse esforço, ao estimular que elas olhem de forma mais estratégica para as diversas possibilidades de futuro”, afirma Roberto Tourinho, presidente do Sinapro-SP.

Fonte: GPCOM Comunicação Corporativa

Para superar a IA, especialista mundial em storytelling defende a re-humanização do marketing

Referência internacional, James McSill destaca a relevância da humanidade em um campo dominado por algoritmos

Como continuar humano quando o marketing se tornou algoritmo? É dessa pergunta que nasce Storytelling & Inteligência Artificial, novidade da DVS Editora assinada por James McSill, um dos maiores especialistas em narrativa aplicada ao mercado e pioneiro na integração entre emoção, linguagem e tecnologias de IA.

Autor de mais de 35 obras e mentor de escritores, comunicadores e marcas ao redor do mundo, McSill acompanhou uma transformação sem precedentes com a ascensão da IA: os algoritmos inundam o universo digital com textos impecáveis, mas frequentemente vazios e padronizados, enquanto profissionais buscam maneiras de se manter relevantes.

Ao longo das páginas, o storyteller anglo-luso-brasileiro apresenta provocações baseadas em conversas reais e tentativas genuínas de unir tecnologia e humanidade sem sacrificar a originalidade. Como ponto de partida, James argumenta que o marketing digital atravessa um ponto de ruptura. Segundo ele, modelos clássicos como funis rígidos, fórmulas de lançamento e copywriting baseado em gatilhos repetitivos perderam força diante de um público saturado.

Para o autor, o que antes era diferencial, como técnicas impecáveis e processos milimetricamente estruturados, cede espaço para um novo critério: a autenticidade. Agora, mais importante do que dizer algo de forma perfeita é ter algo verdadeiro a dizer. Nesse sentido, ele defende que a IA deve assumir tarefas repetitivas, liberando quem escreve para se dedicar àquilo que a máquina não acessa, como intenção, sensibilidade, ritmo, metáfora e coragem narrativa.

McSill destaca como, num ambiente lotado de conteúdos produzidos por algoritmos, a re-humanização se torna vantagem competitiva. Para isso, porém, é necessário explorar vulnerabilidades, abrir bastidores, mostrar erros e decisões, abraçar a imperfeição estratégica e transformar monólogos digitais em diálogos vivos e adaptativos. A emoção genuína, antes vista como elemento secundário, transforma-se em conexão, confiança.

O livro também apresenta novas metodologias narrativas que substituem definitivamente os modelos antigos do marketing. Entre elas estão a troca das personas fixas por arquétipos vivos baseados em estados emocionais; a migração dos funis lineares para ecossistemas narrativos dinâmicos, que se ajustam em tempo real de acordo com o comportamento do usuário; e a adoção da lógica do “beta contínuo”, onde cada peça de conteúdo é tratada como um protótipo vivo, pronto para ser testado, ajustado e relançado.

Além da técnica, McSill coloca a ética narrativa como elemento central da comunicação na era das máquinas. Ele alerta para o perigo de manipulações emocionais, urgências fabricadas e personalizações excessivas que ultrapassam limites. Propõe que cada marca adote uma bússola editorial guiada pela intenção humana, pela clareza de propósito e pela responsabilidade de não tratar o público como um alvo, mas como um interlocutor.

Storytelling & Inteligência Artificial é leitura essencial para quem trabalha com comunicação, marketing, conteúdo, branding, escrita, empreendedorismo e para qualquer pessoa que não queira perder sua voz num mundo onde quase tudo se automatiza. James McSill oferece um mapa emocional, estratégico e ético para navegar esse novo momento. Seu novo livro reforça que, apesar das máquinas, continuamos precisando do que nos torna humanos: histórias verdadeiras, contadas com intenção, ritmo e coragem.

Ficha técnica

Título: Storytelling e Inteligência Artificial – Como reinventar o Marketing Digital com verdade, emoção e propósito
Autoria: James McSill
Editora: DVS Editora
ISBN: 978-6556951645
Páginas: 456
Preço: R$ 94,00
Onde encontrar: Amazon e livrarias de todo o país

Sobre o autor

James McSill nasceu no Brasil, cresceu entre sotaques, foi acolhido pelo Reino Unido e cativado por Portugal, tornando-se, assim, um anglo-luso-brasileiro. Onde quer que atue, seja no Reino Unido, no Brasil, em Portugal, nos Estados Unidos, no Japão, na China, em Espanha ou na América Latina, deixa um legado de histórias transformadas em valor de mercado e egos que, com ele, aprenderam a abdicar dos adjetivos inúteis. Com mais de cinquenta anos de experiência, James não ensina storytelling como quem borda rendas, mas como quem constrói pontes sólidas entre a emoção e o mercado. Fundador do McSill Story Studio, é fornecedor oficial de certificações internacionais em storytelling aplicado aos negócios, à educação, ao cinema, à televisão e ao teatro. Atua no mundo corporativo, em multinacionais e entidades governamentais, onde forma líderes e marcas para comunicar com propósito e rentabilidade. Autor de mais de trinta e cinco livros, foi pioneiro na integração entre inteligência artificial e narrativa emocional. James domina com mestria o território volátil entre o que comove e o que convence, com a autoridade de quem sabe que uma boa história vende, mas uma história bem contada transforma.