ASSECRE celebra 33 anos de história com foco em inovação, empreendedorismo e desenvolvimento da comunidade empresarial

Sede da ASSECRE nos seus anos iniciais

A  Associação dos Empresários do Vale do Paraíba (ASSECRE) completa 33 anos de fundação no dia 20 de agosto de 2026, consolidando uma trajetória marcada pelo associativismo, pela união dos empresários e por iniciativas que contribuem para o desenvolvimento econômico e social de São José dos Campos e região. Para celebrar a data, a entidade prepara um vídeo comemorativo com depoimentos de integrantes da atual diretoria. Outra boa notícia será a inauguração da Sala do Sebrae Aqui dentro da sede, em setembro com o objetivo de apoiar de perto o empreendedor.

Criada a partir da mobilização de empresários da região da Chácara Reunidas, a ASSECRE nasceu com o propósito de buscar melhorias para a comunidade do bairro e fortalecer o ambiente de negócios. Ao longo de mais de três décadas, a entidade desenvolveu iniciativas também para educação, cultura, inclusão social, empregabilidade, qualificação profissional, inovação e empreendedorismo.

História da ASSECRE

A história da ASSECRE começou da necessidade concreta da comunidade. A Escola Estadual Elmano Ferreira Veloso foi um dos primeiros pontos de mobilização dos empresários que deram origem à associação. Com as demandas apresentadas por alunos e professores, empresários se uniram para discutir melhorias para a unidade educacional e para o bairro.

Esse movimento deu origem a uma trajetória que permanece até hoje, baseada na união de forças.

“A ASSECRE nasceu do associativismo e da vontade de empresários fazerem a diferença onde estavam inseridos. Ao longo desses 33 anos, esse propósito cresceu, ganhou novos projetos e continua sendo fundamental para o desenvolvimento da nossa região”, afirma Gabriel Araújo, um dos diretores executivos.

Ação social para jovens

Entre as iniciativas voltadas à comunidade está o Projeto de Luta Olímpica, realizado em parceria com o SESI-SP e a Academia Calasans Camargo. A entidade também mantém atividades esportivas e culturais gratuitas em parceria com a Bravi, oferecendo aulas de Jazz, Muay Thai, Ballet, Baby Class e Taekwondo, entre outras atividades, na sede da associação.

As ações têm como objetivo oferecer oportunidades de desenvolvimento, convivência e inclusão para crianças, adolescentes e jovens.

A ASSECRE também aproxima estudantes do mercado de trabalho por meio de visitas técnicas às empresas associadas, proporcionando a alunos do SENAI e do CEPHAS uma experiência extracurricular dentro do ambiente industrial.

“Quando um jovem conhece uma empresa, acompanha seus processos e conversa com profissionais, ele começa a enxergar novas possibilidades para o próprio futuro. Essa aproximação entre educação e mercado é uma das contribuições que a ASSECRE busca fortalecer”, destaca Wagner Siqueira, um dos diretores executivos.

Empreendedorismo

O incentivo ao empreendedorismo está entre as frentes que aproximam a entidade dos empresários e ajudam a fortalecer a troca de experiências. A ASSECRE promove encontros, capacitações e ações que estimulam a conexão entre empresas e profissionais.

A associação também mantém parcerias para oferecer cursos de qualificação profissional, com iniciativas realizadas em conjunto com instituições como SENAI e Alltec. Entre as capacitações já oferecidas estão Liderança – Autodesenvolvimento e Formação de Equipes, Lean Manufacturing, Inspetor de Qualidade, Eletricista Instalador e Materiais Compósitos. No primeiro semestre de 2026, já foram realizados 4 cursos, com 219 inscritos para 105 vagas, finalizando com 102 pessoas certificadas.

Em uma ação de resposta à demanda do mercado, a ASSECRE apoiou a realização do curso de Materiais Compósitos, desenvolvido pela Alltec. A entidade ajudou na divulgação, abriu inscrições e disponibilizou sua sede para as aulas, contribuindo para a formação de profissionais em uma área estratégica para a indústria. Ampliou as turmas, fazendo parceria com a Fundhas.

Café empresarial

O Café Empresarial se consolidou como uma das iniciativas de networking da entidade. O encontro reúne associados, empresários e comunidade em um ambiente voltado à troca de experiências, geração de contatos e novas oportunidades de conhecimento e negócios.

Mais do que um encontro, a iniciativa reforça um dos princípios que acompanham a ASSECRE desde sua fundação: a força da união entre empresários.

“O empresário não precisa caminhar sozinho. Quando ele encontra outros empresários, compartilha experiências, apresenta sua empresa e cria conexões, novas oportunidades podem surgir. É esse ambiente de relacionamento que queremos proporcionar aos nossos associados”, comentou Eduardo Piloto, um dos diretores executivos.

Da Feissecre ao Tech Valley Summit

A inovação também passou a fazer parte da transformação promovida pela ASSECRE. Depois de mais de 20 anos de realização da Feissecre, a associação decidiu renovar o formato da tradicional feira industrial e acompanhar as mudanças do mercado.

A iniciativa passou a ser apresentada como Tech Valley Summit, realizada no Parque de Inovação Tecnológica (PIT), com entrada gratuita, ampliando o espaço para tecnologia, inovação, negócios e conexões entre empresas, sem deixar de lado a história construída pela Feissecre.

Benefícios para o associado

Entre as iniciativas está o ASSECRE Jobs – Empregabilidade Digital, portal desenvolvido para facilitar a conexão entre empresas e profissionais. A plataforma utiliza geolocalização para aproximar candidatos das oportunidades de trabalho e permite o acompanhamento das etapas do processo de seleção.

A entidade também promove ações comunitárias, campanhas, visitas de autoridades e lideranças e encontros que ampliam a representatividade do setor empresarial.

A trajetória da ASSECRE está registrada ainda no livro “ASSECRE 30 anos – Movidos por Valores e Propósitos”, obra que reúne a história da entidade, os desafios enfrentados ao longo de três décadas e a importância do associativismo para o fortalecimento das pequenas e médias empresas e do ambiente de negócios do Vale do Paraíba.

33 anos de união e novos desafios

Screenshot

Ao completar 33 anos, a ASSECRE reforça uma trajetória construída por empresários que acreditam na união como instrumento de transformação. Mais do que celebrar uma data, os 33 anos representam a continuidade de um trabalho que conecta empresas, pessoas, educação, inovação e desenvolvimento social, mantendo vivo o propósito que deu origem à associação.

Eleições

Ainda em 2026, a ASSECRE realizará eleição para a diretoria, dando continuidade ao processo de renovação e participação dos associados na condução da entidade. As informações sobre o processo eleitoral serão divulgadas em breve pela associação.

Fonte: Solução Textual – Renata Vanzeli

Coluna Propaganda&Arte

Imagem gerada por IA.

Por R. Guerra Cruz

Nem você, nem a IA: por que aceitar nosso limite é o único jeito de matar o FOMO (medo de estar perdendo algo)

Dá uma olhada nessa foto ali em cima. Eu, num fundo branco, limpo, infinito. Quer mais minimalismo que isso?

Parece que o minimalismo veio mesmo para ficar no design. E não é só nessa foto que eu pedi pra IA criar. Repara no seu feed ou nas vitrines por aí. Tudo anda meio seco, sem enfeite. Roupas sem estampa, fachadas puras, marcas tirando qualquer detalhe do logotipo, o tal do quiet luxury. A gente chama isso de minimalismo e acha chique. Mas, se você olhar de perto, vai perceber que não é só uma moda visual. É um pedido de socorro.

Se o futuro quer ser minimalista, é porque o nosso presente virou um caos insuportável. É um excesso idiota de cores, notificações, abas abertas e ruído. O minimalismo virou uma tentativa desesperada de criar um pouco de silêncio na cabeça.

E é aí que a gente cai na grande armadilha do nosso tempo.

Para tentar acompanhar essa enxurrada de coisas, o mercado começou a cobrar mais produtividade. Só que não basta fazer mais: tem que fazer “mais inteligente”, otimizado, usando a cabeça ao máximo. O problema? O nosso cérebro bateu no teto.
Ninguém aguentou o tranco. A consequência foi essa ansiedade generalizada e o FOMO (Fear Of Missing Out) virando rotina. A gente acorda com aquela sensação incômoda de que já está atrasado, perdendo alguma tendência, algum vídeo ou algum dado importante que alguém postou há dez minutos.

É impossível acompanhar tudo. Quem consegue?

Aí veio a Inteligência Artificial. Com ela, aquela promessa meio ingênua do meme do super mega brain: “Relaxa, se o seu cérebro não dá conta, a máquina resolve”. E nós, como bons publicitários e criativos, corremos para as ferramentas de IA, achando que agora, sim, daria para abraçar o mundo.

O que a gente não previu é que a IA não diminuiria o volume de coisas; ela abriria a torneira de vez. A velocidade com que se produz conteúdo multiplicou por mil. E a nossa ansiedade só aumentou.

É aqui que o design e a estratégia de marca se encontram com a filosofia.

As marcas mais inteligentes já sacaram esse esgotamento. Elas entenderam que não adianta mais tentar gritar no meio da multidão. Por isso o branding está ficando mais limpo, o design mais silencioso. O minimalismo estético é o reflexo de um minimalismo estratégico. É o reconhecimento de que, em um mundo de Big Data e produção infinita, a clareza e a simplicidade são os ativos mais valiosos.

Elas perceberam que o sucesso hoje não tá em quem finge ter um cérebro gigante de IA e produz 100 posts por dia. Tá em quem sabe trabalhar bem com o que tem na mão.

É ter a sensibilidade de entender onde o seu cérebro alcança. Saber com quem você tá falando de verdade, valorizar a proximidade, o olho no olho. Saber a hora de usar a sua inteligência natural, a hora de puxar a IA pra ajudar e — principalmente — a hora de desligar as duas.

O FOMO é uma neurose que só existe porque a gente teima em achar que dá para dar conta de tudo.

A partir do momento em que você aceita que a nossa capacidade (e a da tecnologia) é limitada, o FOMO perde o sentido. Não faz sentido ter medo de perder algo que nunca esteve ao seu alcance acompanhar.

As marcas do futuro não são as que prometem mais informação, mas as que oferecem alívio. Um estilo de vida com menos ansiedade, mais propósito e mais vida real.

No fim das contas, reconhecer que a gente não dá conta de tudo — e desenhar marcas e vidas que respeitem esse limite — não é fraqueza. É a única forma de manter a sanidade mental.

E você? Vai continuar tentando abraçar um oceano com um copo de plástico ou vai aprender a trabalhar de boa com o que tá ao seu alcance?

Afinal, aceitar nossos limites é o único jeito de matar o FOMO — e, de quebra, matar essa fome de querer consumir o mundo inteiro de uma vez só.

(E se você é do time que não tá nem um pouco ansioso com toda essa aceleração, parabéns de verdade: você tá fazendo um bem danado pra sua saúde).

IA, comportamento do consumidor e sucessão: Desenvolve Vale debate desafios dos negócios

Encontro reuniu Oscar Constantino e Erika Vieira para discutir transformação do varejo, inteligência artificial, gestão e sucessão empresarial

O conselho do Desenvolve Vale se reuniu nesta segunda-feira (17), em São José dos Campos, para discutir os principais desafios que estão transformando a gestão do varejo em um encontro com Oscar Constantino, CEO do Grupo Oscar, e Erika Vieira, gerente comercial do Vale Sul Shopping.

Com casa cheia no auditório da Colinas Green Tower, Erika apresentou um panorama do setor de shopping centers, que reúne mais de 650 empreendimentos e 124 mil lojas no país e movimenta R$ 200 bilhões por ano. Segundo ela, apesar do cenário desafiador, os empreendedores que conseguirem se adaptar às novas demandas e tomar decisões de qualidade estarão mais preparados para aproveitar as oportunidades.

A gerente comercial destacou mudanças ocorridas nos últimos cinco anos, como o aumento das exigências dos consumidores, o avanço da tecnologia, a multiplicação dos canais de venda, o crescimento dos custos e da concorrência e a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada. Para Erika, o que torna o cenário ainda mais complexo é a velocidade com que essas transformações acontecem.

Ela também apresentou um panorama do mercado regional e cases do Vale Sul Shopping, que atualmente fatura R$ 900 milhões por ano em suas 280 operações e busca diversificar seus atrativos.

“O shopping não é só compra. Tem relacionamento, academia, encontros, alimentação, negócios. É preciso unificar os desejos e necessidades, para oferecer tempo. Quanto mais incerto o cenário, maior é a tentação de esperar, mas, muitas vezes, esperar é justamente a decisão mais arriscada”, afirmou.

Entre os movimentos que estão redesenhando o varejo, Erika destacou a mudança no comportamento dos consumidores, a necessidade de acompanhar as categorias em alta e em baixa, a importância da experiência presencial, dos eventos e do entretenimento e o fortalecimento das marcas por meio de uma conexão mais próxima com a comunidade.

“O empreendedor que permanece relevante é o que consegue mudar sem perder sua essência”, destacou.

IA como nova infraestrutura

Em sua apresentação, Oscar Constantino abordou as transformações do varejo e o impacto da inteligência artificial sobre os negócios. Para ele, o empreendedor precisa ter coragem para começar a utilizar as novas ferramentas, humildade para aprender, resiliência para enfrentar crises e disposição para fazer as mudanças necessárias.

“A IA é uma nova arma competitiva. Não é mais o futuro, ela é infraestrutura”, afirmou.

Oscar ressaltou que a loja física não está desaparecendo, mas precisa incorporar novas tecnologias e oferecer experiências capazes de gerar valor para o consumidor. Nesse cenário, segundo ele, o empreendedor precisa desenvolver capacidade de adaptação para perceber mudanças antes, decidir melhor e executar mais rápido, sem perder de vista aspectos fundamentais da gestão, como vendas, margem, estoque e caixa.

O CEO do Grupo Oscar elencou cinco desafios centrais para o empreendedor atualmente: pessoas, capital, tecnologia, velocidade e clientes. Para ele, os consumidores precisam ser conquistados novamente todos os dias, em cada ponto de contato com a empresa. No centro de todos esses desafios está a capacidade de tomada de decisão do empreendedor.

Oscar também abordou os desafios da sucessão em empresas familiares, a partir do modelo dos três círculos, que representa as relações entre família, propriedade e empresa. Segundo ele, a sobreposição desses três universos pode gerar conflitos quando emoções, dinheiro e poder passam a ocupar o mesmo espaço sem uma estrutura adequada de governança.

“A cada geração, o sistema se fragiliza. É preciso profissionalizar a família, com governança corporativa e um processo sucessório estruturado”, afirmou.

Para o CEO e founder do Desenvolve Vale, Kiko Sawaya, encontros como esse ajudam empresários e lideranças a sair da rotina, confrontar suas próprias práticas e enxergar as transformações que estão chegando.

“Foi uma tarde de muito aprendizado e reflexão. Os desafios são enormes, mas não podemos ficar acomodados. Temos que sair da rotina e encarar de frente as novas demandas”, disse.

Fonte: Cabana

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Se você ama comunicação, heavy user de social media e gen Z com vontade de aprender na prática, essa vaga é pra você!

O que a empresa espera de você:

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O que você vai fazer:

– Participação nos processos criativos do Estúdio
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Horário: 6h por dia (manhã ou tarde)

Envie seu currículo e portfólio (se tiver) para:
contato@estudiodesign.co com o assunto: Estágio Social Media.