Briefing bem feito: metade do sucesso de uma campanha

Ou: como evitar retrabalho, desalinhamento e aquela sensação de “acho que não era bem isso…”

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Se existe um momento capaz de definir o rumo de uma campanha antes mesmo da primeira ideia surgir, esse momento é o briefing. E, ainda assim, ele costuma ser tratado como uma etapa rápida, quase burocrática. Resultado? Retrabalho, desalinhamento, frustração e aquela clássica frase no meio do processo: “acho que não era bem isso que eu tinha em mente”. Um briefing bem feito não engessa a criatividade — ele direciona, inspira e economiza tempo.

O briefing é mais do que um formulário

Muita gente encara o briefing como um documento a ser preenchido, quando na verdade ele é um processo de entendimento. É o momento de fazer perguntas, ouvir com atenção e, principalmente, interpretar o que está sendo dito (e o que não está). Um bom briefing nasce de uma boa conversa — e não de um PDF padrão enviado por e-mail.

Clareza de objetivo é tudo

Uma campanha sem objetivo claro é como um anúncio sem público: pode até existir, mas dificilmente funciona. O que o cliente quer de verdade? Vender mais? Posicionar marca? Lançar um produto? Gerar leads? Quanto mais claro for o objetivo, mais assertiva será a estratégia. E aqui vale reforçar: “quero bombar” não é objetivo — é desejo.

Conhecer o público faz toda a diferença

Falar com todo mundo é, na prática, não falar com ninguém. Um briefing eficiente precisa detalhar quem é o público da campanha: hábitos, comportamentos, dores, desejos e até linguagem. Quanto mais a equipe criativa entender com quem está falando, maiores são as chances de gerar conexão real.

Contexto é combustível criativo

Informações sobre o mercado, concorrência, histórico da marca e campanhas anteriores ajudam a evitar erros repetidos e a identificar oportunidades. Muitas vezes, uma ideia brilhante já foi usada — ou já falhou — no passado. Um briefing rico em contexto dá repertório e amplia as possibilidades criativas.

Alinhamento evita retrabalho

Uma das maiores vantagens de um bom briefing é reduzir idas e vindas desnecessárias. Quando expectativas, prazos, entregas e limites estão claros desde o início, a equipe trabalha com mais segurança e o cliente acompanha o processo com mais confiança. Todo mundo ganha — inclusive o prazo (e a sanidade da equipe).

Do lado de quem recebe o briefing

Quem recebe o briefing, especialmente o profissional de criação, deve prestar muita atenção, ler com calma e paciência. Buscar ter uma compreensão plena. E qualquer dúvida o ideal é conversar com o profissional de atendimento responsável pela conta e pelo briefing. Alguns erros criativos nascem de um mal entendimento das informações passadas.

No fim das contas, um briefing bem feito não é perda de tempo, é investimento. Ele organiza o pensamento, direciona a criação e aumenta consideravelmente as chances de sucesso de uma campanha. Porque, no universo da comunicação, boas ideias são essenciais — mas boas ideias bem direcionadas são ainda melhores.

“Parada de Páscoa” no Shopping Jardim Oriente

Uma programação gratuita completa de Páscoa: o Coelhinho chegará no dia 22 de março e ainda serão realizadas a Caça aos Chocolates e Oficinas de Máscaras. As atividades começam a partir das 16h

O Shopping Jardim Oriente, em São José dos Campos, receberá o Coelhinho no próximo dia 22 de março, às 16h, e será realizada a “Parada de Páscoa” pelos corredores do shopping.

As atividades contarão com pocket show musical e ao final da Parada de Páscoa pelos corredores, a garotada poderá tirar fotos com vários personagens, na Praça de Eventos. Toda a programação é gratuita.

Para a Páscoa deste ano o Shopping Jardim Oriente espera vender 15% a mais que no ano passado e que o fluxo aumento em 10% em comparação a 2025.

Caça aos Chocolates

A Páscoa divertida do Shopping Jardim Oriente terá uma programação especial com Caça aos Chocolates.
Serão 03 sessões por dia, nos horários: 17h,18h e 19h; com grupos de 16 crianças.
A brincadeira será nos dias: 23,24 25, 26, 27,30,31 de março e 01,02,03 de abril.
Local: Na Praça de Eventos, junto a cenografia instagramável.

Oficinas de Máscaras e Coelho

Em uma parceria com a escola de inglês KNN, serão realizadas as Oficinas de Máscaras e Coelhos, na Praça de Eventos.
As oficinas serão aos sábados e domingos, nos dias: 28 e 29 de março e 04 e 05 de abril, das 14h às 20h.

Fonte: Solução Textual Assessoria – Renata Vanzeli 

Café Empresarial da ASSECRE INVOZ esclarecerá a nova NR1

Evento gratuito com esclarecimentos das palestrantes: a advogada especialista, Tatiana Junqueira Ruiz, do escritório TJR Advogados e Gabriela Salomé Nunes, Ergonomista do SESI

O 1° Café Empresarial da ASSECRE INVOZ 2026 terá o tema “A Gestão de Pessoas e NR1” e será realizado no dia 25 de março, a partir das 8h30. As inscrições gratuitas estão abertas, com ingresso solidário, doação de 1 kg de alimento não perecível ou produto de limpeza ou higiene pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/cafe-empresarial—gestao-de-pessoas-e-nr1/3339217.

O objetivo desse encontro é esclarecer empresários e público em geral sobre a nova NR-1, que incluiu riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). As empresas têm até maio de 2026 para se adaptarem. As novas regras também servirão para o home office.

Para os esclarecimentos as palestrantes convidadas são: a advogada especialista, Tatiana Junqueira Ruiz, do escritório TJR Advogados e Gabriela Salomé Nunes, Ergonomista do SESI São José dos Campos.

Sobre as palestrantes:

Gabriela Nunes é ergonomista certificada e membro da Associação Brasileira de Ergonomia (ABERGO), com 14 anos de experiência na área, sendo 10 deles no Serviço Social da Indústria (SESI-SP). Fisioterapeuta e mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos, possui MBA em Ergonomia – Projeto, Processo e Produto pela Faculdade Inspirar.

Tatiane Junqueira Ruiz é formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP (2008), com especialização em Direito do Trabalho pela mesma instituição (2011) e LL.M com mérito pela Northwestern Pritzker School of Law (2015). Possui também especialização em Gestão de Pessoas e Compliance Trabalhista pela Fundação Getúlio Vargas – FGV-SP. Foi reconhecida pela Best Lawyer por dois anos consecutivos (2021 e 2022) e é membro do Women’s Law Network (WLN).

Serviço: Café Empresarial ASSECRE 2026

Dia: 25/3/2026 – quarta-feira
Horário: 8h30
Local: Sede da ASSECRE – Rua Loanda, 895 – Chácaras Reunidas. S. José dos Campos/SP
Gratuito, com ingresso solidário (doação de 1kg de alimento não perecível ou produto de limpeza)
Informações: (12) 3931-6844 ou assecre@assecre.org.br

Fonte: Solução Textual – Renata Vanzeli

Como precificar serviços em uma agência de propaganda

Imagem gerada pela IA do Canva

Um guia prático para jovens profissionais que querem valorizar seu trabalho.

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Definir quanto cobrar por um projeto é uma das maiores dúvidas de quem empreende em comunicação. Muitos profissionais dominam criatividade, estratégia e execução, mas travam quando o assunto é preço. O risco é cair em dois extremos: cobrar tão barato que o trabalho não se sustenta ou tão caro que o cliente não entende o valor. A boa notícia é que precificação não é mistério — é método, clareza e posicionamento.

Entenda primeiro os seus custos

Antes de pensar no preço final para o cliente, a agência precisa entender quanto custa para funcionar. Isso inclui salários, softwares, estrutura, impostos, horas de trabalho e até aquele café que mantém a equipe criativa viva durante o brainstorming. Conhecer esses custos ajuda a definir o chamado custo hora da equipe, uma referência essencial para calcular o valor real de cada projeto.

Valor não é apenas tempo

Um erro comum é cobrar apenas pelas horas trabalhadas. Em comunicação, muitas vezes o valor está na ideia, na estratégia e no impacto que a campanha pode gerar para o cliente. Uma solução criativa pode levar algumas horas para ser executada, mas resultar em meses ou anos de valor para a marca. Por isso, precificação também envolve perceber o valor estratégico do que está sendo entregue.

Cada projeto pede um modelo

No mercado publicitário existem diferentes formas de cobrança. Algumas agências trabalham por job (projeto fechado), outras por fee mensal, e há também modelos híbridos. A escolha depende do tipo de cliente, da previsibilidade da demanda e da relação construída. O importante é que o modelo escolhido seja claro para ambas as partes desde o início.

Transparência gera confiança

Clientes costumam se sentir mais confortáveis quando entendem o que está sendo cobrado. Apresentar etapas do trabalho, escopo do projeto e entregas previstas ajuda a justificar o valor proposto. Mais do que um número, o preço passa a representar um conjunto de atividades estratégicas e criativas.

Não tenha medo de valorizar seu trabalho

No começo da jornada empreendedora, é comum aceitar valores muito baixos para “entrar no mercado”. Isso pode até acontecer em alguns casos pontuais, mas não deve virar regra. Profissionais e agências que valorizam sua expertise, seu tempo e sua capacidade estratégica tendem a construir relações mais saudáveis com os clientes.

No fim das contas, precificar bem é encontrar equilíbrio entre sustentabilidade financeira, valor percebido e posicionamento de mercado. Para jovens empreendedores da comunicação, aprender a fazer essa conta é tão importante quanto ter boas ideias — porque, no mercado publicitário, criatividade move campanhas, mas uma precificação inteligente ajuda a manter a agência funcionando.