A publicitária Giovanna Monti, com passagens por Locomotiva Marketing, Código BR Marketing e Gmídia Marketing, acaba de anunciar que está empreendendo.
Em um vídeo que fez circular nas redes sociais a profissional atrela as ideias que ouviu de André Kassu (Crispin – SP) em sua palestra no último Fest’up Vale (Abrace o caos) com sua iniciativa de começar o próprio negócio.
De sua necessidade de trabalhar a partir de seus valores, sentimentos e percepção de mercado surge a Montistudio.
O texto de lançamento da agência no Instagram afirma:
Nós somos um estúdio que une pensamento estratégico à produção de conteúdo.
Para nós, uma marca forte nasce da montagem certa: o que você diz (estratégia) unido ao que as pessoas veem (vídeos e fotos). É assim que transformamos seu produto ou serviço em um conteúdo que realmente constrói valor para o seu negócio.
Aqui, estratégia e criatividade são melhores amigas quando o assunto é entregar resultados de sucesso.
Confira o vídeo no qual ela explica a decisão de criar a nova empresa aqui.
O Publicitando deseja todo sucesso à nova empreitada!
Unite transforma inteligência criativa usada por grandes anunciantes em SaaS e promete até triplicar o ROI ao eliminar testes cegos em mídia digital
Em um cenário em que os algoritmos das grandes plataformas digitais tornaram a compra de mídia cada vez mais automatizada e previsível, uma nova dor passou a dominar a agenda dos diretores de marketing: entender por que um anúncio funciona – ou deixa de funcionar. Apostando na inteligência criativa como principal diferencial competitivo da nova era da publicidade digital, a AdTech brasileira Unite anuncia o lançamento da Unite Optimize, plataforma SaaS que traduz dados de performance em direcionamento claro para criação.
A proposta é simples e impacta um dos maiores gargalos do marketing atual: o distanciamento entre os times de mídia e criação. Hoje, marcas sabem qual anúncio performou melhor, mas raramente conseguem explicar os motivos por trás desse resultado. A consequência é um processo baseado em tentativas, desperdício de verba e dificuldade para replicar o sucesso.
“O jogo mudou. As otimizações técnicas que antes funcionavam deixaram de mover o ponteiro. O único caminho real para aumentar o ROI hoje é a otimização criativa. A ideia certa, no criativo certo”, afirma Weverton Guedes, fundador da Unite. “O problema é que a maioria das marcas opera no escuro. Elas sabem o que vendeu, mas não sabem por quê.”
A ponte entre dados e criatividade
A Unite Optimize atua exatamente nesse vácuo. Enquanto plataformas como Meta, Google e TikTok entregam métricas de resultado, e as agências oferecem repertório criativo e intuição, a Unite conecta os dois mundos. A plataforma utiliza visão computacional e inteligência artificial para “assistir” a vídeos e imagens de anúncios, identificar padrões visuais e narrativos e cruzar esses elementos com dados reais de venda.
Na prática, isso permite responder perguntas que hoje ficam sem resposta no mercado, como: foi o gancho inicial, a trilha sonora, a expressão do ator, a forma de mostrar o produto ou a cor do botão que fez aquele anúncio converter mais?
“Nenhuma plataforma de mídia diz que seus vídeos convertem mais quando um benefício específico aparece nos primeiros três segundos, ou quando a narrativa é construída de um determinado jeito. Nós fazemos a engenharia reversa do sucesso criativo que o gerenciador de anúncios não mostra”, explica Guedes.
Do teste cego à decisão orientada por receita
Segundo o executivo, o principal erro das marcas hoje é tratar a produção de criativos como uma loteria: produzir múltiplos anúncios, colocá-los no ar e torcer para que um funcione. Quando funciona, o motivo raramente é compreendido, o que impede a escala.
Um caso recente em uma operação de varejo digital ilustra o ponto. A marca tinha um vídeo com alta taxa de parada de scroll, retenção e cliques, mas conversão baixa. A análise do Unite Optimize revelou uma desconexão entre o gancho inicial e a oferta apresentada no final do vídeo. Com um ajuste pontual na narrativa dos segundos finais, alinhando expectativa e proposta, o criativo deixou de atrair curiosos e passou a converter compradores.
“Transformamos um anúncio que seria descartado em top performer sem refazer tudo. Apenas entendendo, com dados, o que precisava mudar”, afirma Guedes.
Impacto comprovado e acesso democratizado
Durante sua fase de uso em operações de grande porte no modelo enterprise, a tecnologia foi aplicada em um grande player do setor de bens de consumo com canal direct-to-consumer, ao longo de um ano e meio de operação, resultando em ganhos de eficiência que chegaram a até três vezes de melhoria no retorno sobre investimento.
Agora, com o lançamento do modelo SaaS, a Unite busca democratizar esse tipo de inteligência. A plataforma passa a estar disponível para marcas e agências com investimento mensal em mídia digital a partir de R$ 50 mil, com planos acessíveis e foco em reduzir desperdício desde os primeiros dias de campanha.
IA como copiloto, não substituta
Apesar de ser baseada em inteligência artificial, a Unite se posiciona alinhada ao movimento crescente do mercado de que não existe IA sem inteligência humana. O conceito central da plataforma é o de “copiloto de performance criativa”.
“A nossa IA faz o trabalho pesado de analisar milhares de variações de criativos e dados de performance. O humano entra com o que a máquina não tem: empatia, leitura cultural e construção de narrativa”, diz Guedes. “A criatividade deixa de ser um chute e passa a ser uma intuição informada.”
Para o fundador, o futuro da publicidade não será menos criativo, mas mais consciente. “Acaba a era do ‘eu acho que assim fica melhor’. Começa a era do ‘os dados mostram que isso converte mais, então vamos criar a melhor história possível a partir disso’.”, finaliza Weverton.
Sobre a Unite:A Unite é uma AdTech especializada em Inteligência Criativa. Nascida desenvolvendo soluções de IA customizadas para resolver desafios complexos de marketing para o mercado Enterprise, a empresa pivotou para o modelo SaaS com a Unite Optimize, ajudando marcas e agências a escalar resultados através da decodificação de dados criativos.
No estacionamento dois eventos imperdíveis e gratuitos neste domingo: hamburgada com carnes diferenciadas e exposição de carros e motos antigos
O Shopping Jardim Oriente em parceria com o Majestade traz uma deliciosa experiência gastronômica neste domingo, 22 de fevereiro, das 10h às 20h, no estacionamento que será a Hamburgada do Majestade.
Será um momento para experimentar hambúrgueres suculentos, diferenciados, com blends de carnes e com a qualidade Majestade. Venha prestigiar esse delicioso lanche com amigos e a família. Será uma experiência inesquecível.
“Será um momento que reunirá sabor, qualidade, experiência e a oportunidade de comer um dos hambúrgueres mais famosos de São José dos Campos”, comentou Gláucia Acciarito.
Tsuru Drive Thru
Também neste domingo, das 9h às 12h, no estacionamento será realizada a exposição de carros e motos antigos, é o Tsuru Drive Thru que reunirá exemplares curiosos e com mais de 30 anos.
Durante a exposição a animação é com o DJ Marcelo Belloni com uma playlist dos anos 70,80 e 90.
Serviço- Eventos de Entretenimento Gratuitos no Estacionamento
Dia: 22 de fevereiro domingo
Horário:
9h às 12h – Tsuru Drive Thru (exposição de carros e motos antigos)
10h às 20h – Hamburgada Majestade
A comunicação mudou radicalmente, e eu preciso confessar: sinto falta daquela época em que jornais, livros, filmes e canais de TV criavam um senso comum compartilhado. Todo mundo acessava as mesmas histórias, ria das mesmas piadas e discutia os mesmos escândalos no dia seguinte. Era previsível, massificado, fácil de mapear públicos-alvo.
A cibercultura bagunçou tudo isso. Nichos infinitos, criadores independentes, algoritmos que montam realidades sob medida.
Minha Teoria: Fragmentação Cultural Individualizada (TFCI)
Chamo de Fragmentação Cultural Individualizada (TFCI) esse cenário em que não conseguimos mais traçar grupos culturais coesos como antes. A demografia perdeu força explicativa.
Antes, bastava dizer: “jovens de 18-24 anos assistem à novela das 8”.
Hoje, ninguém sabe exatamente o que você consome no seu “For You”, nas suas newsletters privadas ou nos seus grupos fechados.
Não existem mais grandes blocos culturais previsíveis. Existem trajetórias individuais de consumo.
O que Pierre Lévy apontava na cibercultura e o que Chris Anderson descreveu na “cauda longa” deixou de ser teoria e virou cotidiano: identidades fluidas, repertórios híbridos, ausência de centro.
Por que definir público-alvo ficou tão complexo?
No passado, criar conteúdo para grandes grupos era relativamente simples. Uma campanha na Globo falava com milhões de forma previsível.
Hoje é um labirinto.
Se eu falo de nostalgia dos anos 90, com quem eu conecto?
Com quem viveu a MTV ou com quem redescobriu essa estética via Reels?
A jornada individualizada não elimina personas, mas as torna insuficientes. Precisamos ir além de faixa etária e renda.
Precisamos entender repertórios, microculturas, comunidades temporárias.
Conteúdo massivo falha porque tenta falar com todos ao mesmo tempo. E quando você fala com todos, acaba não pertencendo a ninguém.
O futuro sem cultura hegemônica
A nostalgia virou personalizada.
O que me emociona (Orkut, MSN, fitas VHS) talvez não diga nada para você. Sua memória afetiva pode estar em um TikTok viral de 2022 ou em um fórum obscuro do Reddit.
Esse é o novo ouro emocional: afetos individuais, conectados por microtribos.
Oportunidades? Muitas.
● Experiências desenhadas para nichos leais.
● Parcerias com microcriadores que realmente representam comunidades.
● Narrativas adaptáveis.
No fim, quem entender a TFCI não vai tentar reconstruir a cultura de massa. Vai transformar fragmentação em pertencimento.
E talvez esse seja o verdadeiro novo senso comum: cada um no seu universo, mas profundamente engajado nele.