Hamburgada Majestade é a experiência gastronômica no Shopping Jardim Oriente no domingo (22)

No estacionamento dois eventos imperdíveis e gratuitos neste domingo: hamburgada com carnes diferenciadas e exposição de carros e motos antigos

O Shopping Jardim Oriente em parceria com o Majestade traz uma deliciosa experiência gastronômica neste domingo, 22 de fevereiro, das 10h às 20h, no estacionamento que será a Hamburgada do Majestade.

Será um momento para experimentar hambúrgueres suculentos, diferenciados, com blends de carnes e com a qualidade Majestade. Venha prestigiar esse delicioso lanche com amigos e a família. Será uma experiência inesquecível.

“Será um momento que reunirá sabor, qualidade, experiência e a oportunidade de comer um dos hambúrgueres mais famosos de São José dos Campos”, comentou Gláucia Acciarito.

Tsuru Drive Thru

Também neste domingo, das 9h às 12h, no estacionamento será realizada a exposição de carros e motos antigos, é o Tsuru Drive Thru que reunirá exemplares curiosos e com mais de 30 anos.

Durante a exposição a animação é com o DJ Marcelo Belloni com uma playlist dos anos 70,80 e 90.

Serviço- Eventos de Entretenimento Gratuitos no Estacionamento

Dia: 22 de fevereiro domingo

Horário:
9h às 12h – Tsuru Drive Thru (exposição de carros e motos antigos)
10h às 20h – Hamburgada Majestade

Coluna Propaganda&Arte

A cultura comum acabou. E isso muda tudo.

Por R. Guerra Cruz

A comunicação mudou radicalmente, e eu preciso confessar: sinto falta daquela época em que jornais, livros, filmes e canais de TV criavam um senso comum compartilhado. Todo mundo acessava as mesmas histórias, ria das mesmas piadas e discutia os mesmos escândalos no dia seguinte. Era previsível, massificado, fácil de mapear públicos-alvo.

A cibercultura bagunçou tudo isso. Nichos infinitos, criadores independentes, algoritmos que montam realidades sob medida.

Minha Teoria: Fragmentação Cultural Individualizada (TFCI)

Chamo de Fragmentação Cultural Individualizada (TFCI) esse cenário em que não conseguimos mais traçar grupos culturais coesos como antes. A demografia perdeu força explicativa.

Antes, bastava dizer: “jovens de 18-24 anos assistem à novela das 8”.

Hoje, ninguém sabe exatamente o que você consome no seu “For You”, nas suas newsletters privadas ou nos seus grupos fechados.

Não existem mais grandes blocos culturais previsíveis. Existem trajetórias individuais de consumo.

O que Pierre Lévy apontava na cibercultura e o que Chris Anderson descreveu na “cauda longa” deixou de ser teoria e virou cotidiano: identidades fluidas, repertórios híbridos, ausência de centro.

Por que definir público-alvo ficou tão complexo?

No passado, criar conteúdo para grandes grupos era relativamente simples. Uma campanha na Globo falava com milhões de forma previsível.

Hoje é um labirinto.

Se eu falo de nostalgia dos anos 90, com quem eu conecto?

Com quem viveu a MTV ou com quem redescobriu essa estética via Reels?

A jornada individualizada não elimina personas, mas as torna insuficientes. Precisamos ir além de faixa etária e renda.
Precisamos entender repertórios, microculturas, comunidades temporárias.

Conteúdo massivo falha porque tenta falar com todos ao mesmo tempo. E quando você fala com todos, acaba não pertencendo a ninguém.

O futuro sem cultura hegemônica

A nostalgia virou personalizada.

O que me emociona (Orkut, MSN, fitas VHS) talvez não diga nada para você. Sua memória afetiva pode estar em um TikTok viral de 2022 ou em um fórum obscuro do Reddit.

Esse é o novo ouro emocional: afetos individuais, conectados por microtribos.

Oportunidades? Muitas.

● Experiências desenhadas para nichos leais.
● Parcerias com microcriadores que realmente representam comunidades.
● Narrativas adaptáveis.

No fim, quem entender a TFCI não vai tentar reconstruir a cultura de massa. Vai transformar fragmentação em pertencimento.

E talvez esse seja o verdadeiro novo senso comum: cada um no seu universo, mas profundamente engajado nele.

Eventos B2B crescem 22% em São Paulo e geram impacto recorde de R$ 14 bilhões em 2025

Barômetro UBRAFE/SPTuris aponta avanço do número de eventos, alta no público e consolidação das feiras de negócios como principal formato presencial

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), divulga a edição 2025 do Barômetro Eventos B2B, que consolida um marco histórico para o setor de eventos presenciais na cidade de São Paulo. Ao longo do ano, foram realizados 1.511 eventos de grande porte, número jamais registrado anteriormente e que representa um crescimento de 22% em relação a 2024.

O levantamento considera eventos com mínimo de 700 participantes, incluindo feiras, congressos, convenções e grandes encontros corporativos, com públicos que podem chegar a 150 mil pessoas por evento. O desempenho expressivo reflete dois vetores centrais: a valorização definitiva do presencial no período pós-pandemia e o ano de 2025 como o primeiro ano completo de operação do Distrito Anhembi após sua reinauguração, ocorrida no segundo semestre de 2024.

Além do avanço no número de eventos, o Barômetro registra aproximadamente 8 milhões de participantes únicos ao longo do ano, alta de 2,5% na comparação com 2024, consolidando um novo patamar para o setor de eventos de negócios. Esse fluxo gerou um impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões na cadeia de hospitalidade da cidade de São Paulo, outro recorde histórico.

Do total de participantes, 70% residem no estado de São Paulo, o equivalente a cerca de 5,6 milhões de pessoas, enquanto 30% são turistas de negócios vindos de outros estados e do exterior, somando aproximadamente 2,4 milhões de visitantes. “A presença desse público reforça o papel estratégico dos eventos B2B como indutores de turismo qualificado com foco na geração de negócios, com elevado impacto em hospedagem, alimentação, transporte e serviços”, afirma o diretor-executivo da UBRAFE, Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.).

As feiras de negócios seguem como o principal formato presencial do setor. Em 2025, elas concentraram 6 milhões de participantes, o que corresponde a 75% do público total dos eventos B2B de grande porte, reafirmando sua relevância como plataforma de geração de negócios, relacionamento e inovação. Dentro desse universo, a UBRAFE estima que mais de 600 mil turistas de negócios internacionais tenham participado das feiras realizadas na cidade, com destaque para visitantes oriundos da China, Estados Unidos e países da Europa.

O estudo também evidencia a importância dos eventos no calendário estratégico da cidade de São Paulo. Em um cenário com mais de 70 eventos B2B e B2C de grande porte considerados estratégicos, as feiras associadas à UBRAFE representam quase 50% desse total, com cerca de 30 feiras estratégicas. Ao longo de 2025, a capital paulista recebeu mais de 250 feiras de negócios, consolidando-se como o principal hub de eventos B2B do país.

O Barômetro Eventos B2B UBRAFE/SPTuris é construído a partir dos dados fornecidos pelos recintos associados à entidade na cidade de São Paulo e se mantém como uma das principais referências para análise da evolução do setor. A UBRAFE trabalha para ampliar gradualmente a abrangência do índice, incorporando outras cidades e avançando na mensuração do impacto econômico total dos eventos presenciais no Brasil.

Sobre a UBRAFE

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) é a única entidade representativa do setor de feiras e centros de eventos B2B no Brasil. Fundada em 1986, atua na representação institucional e política do segmento junto aos diversos setores da economia, com a missão de reunir, fortalecer e dar voz às empresas de promoção comercial. A entidade abrange toda a cadeia de valor do setor, defendendo os interesses de promotoras e organizadoras de feiras e exposições, centros de eventos (venues), empresas de logística internacional, infraestrutura e serviços especializados. Seu quadro associativo reúne as principais promotoras de feiras e eventos de negócios do país, além dos maiores e mais relevantes recintos de eventos do país. De acordo com dados da UBRAFE, o Brasil realiza mais de 2.000 feiras e eventos anualmente, movimentando mais de R$ 1 trilhão em negócios por ano.

Saiba mais em ubrafe.org.br

Abertura de empresas em São Paulo bate recorde no início de 2026 e supera média de 2025

Estado registra 36,3 mil novos negócios em janeiro e alcança melhor resultado da série histórica para o período

O ambiente favorável aos negócios em São Paulo, observado ao longo de 2025, refletiu-se nos números do início de 2026. O Estado registrou um recorde na abertura de empresas, com 36.373 novos negócios em janeiro, superando a média mensal de 33.744 constituições registrada no ano passado, segundo dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

O resultado é o maior já registrado para o mês em toda a série histórica. Na comparação com janeiro de 2025, quando foram abertas 32.816 empresas, o crescimento foi de 10,8%, levemente acima da alta observada ao longo de 2025, que foi de 9,9%.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Jorge Lima, o crescimento na abertura de empresas é resultado de um trabalho contínuo para fortalecer a economia paulista. “Estamos estimulando a formalização, apoiando o pequeno empreendedor e atraindo novos investimentos para todas as regiões. Esse recorde é reflexo direto da confiança dos empresários e do compromisso do Governo de São Paulo em gerar emprego, renda e desenvolvimento regional”, afirma.

Desde 2022, o Estado vem registrando sucessivos aumentos na abertura de empresas no primeiro mês do ano. Na comparação com janeiro de 2022, quando foram constituídas 19.752 empresas, o crescimento acumulado chega a 84,1%, evidenciando o fortalecimento contínuo do ambiente empreendedor.

“Os consecutivos crescimentos refletem as políticas públicas voltadas à desburocratização, à modernização dos serviços e ao fortalecimento do ambiente empresarial, criando condições favoráveis para quem deseja empreender. São números que demonstram a confiança dos empresários no ambiente de negócios em São Paulo”, afirma o presidente da JUCESP, Márcio Massao Shimomoto.

Saldo líquido de empresa

Outro destaque foi o saldo líquido de empresas — diferença entre constituições e baixas —, que também apresentou desempenho histórico. Em janeiro de 2026, o saldo foi de 22.105 empresas, frente a 20.705 no mesmo período de 2025, um aumento de 6,7%. Na comparação com janeiro de 2023, quando o saldo foi de 11.356 empresas, o crescimento acumulado atinge 94,6%.

O desempenho reforça o papel estratégico da JUCESP no apoio à formalização de negócios e evidencia a solidez do ambiente econômico do Estado, estimulando a geração de oportunidades, o desenvolvimento regional e o fortalecimento da atividade produtiva. Ressalta-se que os dados divulgados referem-se exclusivamente às empresas registradas na JUCESP e não incluem os Microempreendedores Individuais (MEIs), que integram a base de dados da Receita Federal do Brasil.

SP na Direção Certa

O SP na Direção Certa é um programa do Governo de São Paulo que reúne ações voltadas à modernização da máquina pública estadual. São medidas que visam dar maior eficiência ao gasto público, com redução de despesas e aumento da arrecadação, gerando maior capacidade de investimento ao Estado.

Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Econômico – Gov. Estado de SP