Evento cultural recebe cartunista da Folha de SP, artistas e autores joseenses

LiterArte visa celebrar a literatura e a arte como algo leve e pra todos os públicos, com a proposta de que “livro bom é o que você lê”.

O LiterArte acontece nos dias 11 e 12 de abril com entrada gratuita, na Escola Kinoene Arts, localizada na Rua Madalena, n° 88, Vila Ema, em São José dos Campos. No sábado (11/04), é das 14h às 18h. No domingo (12/04), o início é pela manhã, às 10h, e o encerramento é às 18h.

O evento terá uma programação de palestras abertas ao público sobre literatura e arte, espaço para alimentação e oficinas de escultura em papel com vagas limitadas. Entre os palestrantes estão nomes como Jean Galvão, autor e cartunista da Folha de São Paulo, e Nicole Oliveira, autora joseense com livros vendidos a alcance nacional, como Roadie e 365 Novos Caminhos.

Jean Galvão

Autores, ilustradores e outros artistas regionais também estarão expondo e vendendo suas obras. Com organização por Thaís Eduarda, idealizadora e proprietária da Duda’s – livros e livrices (livraria de rua) e Pietra Davanzo, ilustradora e autora independente, com o apoio da Kinoene Arts.

Nos dois dias, haverá artistas e autores da região expondo na feira durante todo o período de evento, venda de salgados e doces no local e a oportunidade de um mini ensaio fotográfico temático e gratuito no local.

Confira os horários e temas das palestras, oficinas e lançamento:

Sábado, 11/04 (14-18h)

14h15 – Palestra: “A importância da leitura como Hobby”
Neste bate-papo, as convidadas discutem a leitura como uma prática prazerosa e transformadora no dia a dia. A conversa aborda como os livros podem ir além da obrigação acadêmica, tornando-se uma fonte de entretenimento, bem-estar e desenvolvimento pessoal, além de refletir sobre o papel do mercado editorial na formação de novos leitores

Sobre as palestrantes: Nicole Oliveira é autora de comédia romântica e fantasia, Cínthia Zagatto é autora de romances e fundadora da editora P.S.: Edições e Bianca Fernandes é mediadora literária e estudante de letras.

14:30h – Lançamento do livro “Confiando no Amor”, de Pietra Davanzo
Confiando no amor é uma história ilustrada sobre um menino cego que se apaixona por uma medusa. Classificação: Livre. No lançamento, o livro estará à venda com brindes exclusivos e a autora e ilustradora, Pietra Davanzo, estará disponível para dar autógrafos e conversar sobre a história.

14:30h – Oficina de PaperCraft (vagas limitadas)
Oficina prática que ensina, do zero, a criar esculturas em papel (PaperCraft – técnica que mistura dobraduras e colagens), ideal para iniciantes. Os participantes aprenderão técnicas básicas de montagem e criação, explorando a criatividade de forma acessível e divertida.
– Idade: ADULTOS (+12)
– Duração: até 3h
– Valor: R$ 60,00
– Escultura ensinada: Panda porta celular

16h15 – Palestra: “Como retratar a realidade por meio da literatura”
Os participantes exploram as múltiplas formas de representar a realidade através da escrita. A proposta é uma reflexão sobre o papel social da literatura, o olhar crítico dos autores e como diferentes linguagens — do humor ao jornalismo — contribuem para narrativas que dialogam com o mundo contemporâneo.

Sobre os palestrantes: Jean Galvão é autor e cartunista na Folha de São Paulo, Bianca Martins Chagas é jornalista e autora e Murilo Ribeiro é autor.

Domingo, 12/04 (10-18h)

10h15 – Palestra: “A importância da leitura na infância: como incentivar esse hábito?”
Com diferentes perspectivas — da arte à ciência — as convidadas debatem estratégias para estimular o gosto pela leitura desde a infância. A palestra reúne experiências práticas e reflexões sobre o papel da família, da escola e do acesso a livros no desenvolvimento cognitivo, criativo e emocional das crianças.

Sobre as palestrantes: Paula Cavalari é autora e ilustradora, Suzanne Cascardi é ilustradora e professora de desenho e Paula Galgano é doutora em química e fundadora da Greenneat – produtos de limpeza sustentável.

10:30h – Oficina de PaperCraft especial para crianças (vagas limitadas)
Oficina prática que ensina, de forma simples, a criar esculturas em papel (PaperCraft – técnica que mistura dobraduras e colagens), com um olhar especial para as crianças, usando um molde mais simples para facilitar o processo ao lado dos pais. Os participantes vão explorar a criatividade de forma acessível e divertida.
– Idade: Infantil até 12 anos (obrigatório acompanhante adulto)
– Duração: até 2h
– Valor: R$ 40,00
– Escultura ensinada: Coala

14h15 – Palestra: “Capas ilustradas e o mercado literário: uma interpretação equivocada”
As convidadas discutirão acerca do impacto das capas ilustradas no mercado editorial e como elas ainda são frequentemente subestimadas. A conversa propõe uma análise sobre preconceitos estéticos, tendências do design literário e a relação entre aparência, gênero e público leitor, trazendo uma visão atualizada do mercado.

Sobre as palestrantes: Pietra Davanzo é ilustradora, autora e organizadora do evento, Laís Moreira é autora e Thaís Eduarda é livreira, idealizadora da Duda’s – livros e livrices e organizadora do evento.

14:30h – Oficina de PaperCraft (vagas limitadas)

Oficina prática que ensina, do zero, a criar esculturas em papel (PaperCraft – técnica que mistura dobraduras e colagens), ideal para iniciantes. Os participantes aprenderão técnicas básicas de montagem e criação, explorando a criatividade de forma acessível e divertida.
– Idade: ADULTOS (+12)
– Duração: até 3h
– Valor: R$ 60,00
– Escultura ensinada: Kirby “porta-treco”

16:15h – Palestra: “Livros de fantasia: fuga da realidade?”
A ideia desse encontro é refletir sobre o papel da fantasia na literatura contemporânea. As convidadas questionarão a ideia de escapismo e se os mundos imaginários podem dialogar com questões reais, emocionais e sociais, revelando a potência do gênero como ferramenta de expressão, identificação e crítica.

Sobre as palestrantes: Mia Hirumi é ilustradora, tatuadora e autora, Amanda Abdias é escritora e designer e Caroline Carnevalle é autora de romantasia e fundadora da editora Madame Houdini.

Entre redações e marcas, jornalistas redefinem a profissão no Brasil

Com menos espaço nas redações, jornalistas migram para novas frentes e redesenham o papel da profissão no Brasil – Crédito: Freepik

No Dia do Jornalista, mudanças no mercado ampliam atuação fora dos veículos e levantam debate sobre formação e prática

No momento em que a profissão celebra seu dia, em 7 de abril, o jornalismo brasileiro vive uma mudança silenciosa, mas consistente. Cada vez mais profissionais deixam as redações e passam a atuar em áreas como assessoria de imprensa, comunicação corporativa e produção de conteúdo.

O movimento ocorre em meio à redução de postos formais em veículos e à transformação no consumo de notícias, cada vez mais mediado por plataformas digitais. Dados da Federação Nacional dos Jornalistas indicam que parte significativa dos jornalistas já atua fora da mídia tradicional, com a assessoria de imprensa concentrando a maior parcela desses profissionais.

Para a jornalista Camila Augusto, que trabalhou em redação e hoje atua na formação de profissionais, a mudança reflete um novo cenário de atuação. “Hoje, o jornalista precisa entender que a formação não limita a atuação à redação. Existem outras frentes possíveis, mas elas exigem preparo específico”, afirma.

Camila Augusto – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ela, a transição tem exposto uma lacuna entre a formação tradicional e as demandas atuais do mercado, especialmente em áreas como comunicação estratégica, posicionamento e gestão de imagem.

Redações sob pressão

Ao mesmo tempo em que o mercado se amplia fora dos veículos, as redações enfrentam um cenário de enxugamento e reconfiguração.

Para a jornalista Angela Maria Curioletti, editora e fundadora do Portal Minutta, a saída de profissionais experientes impacta diretamente o fazer jornalístico. “Não é só a mão de obra que se perde. É a sensibilidade, a responsabilidade e a credibilidade. Jornalistas com experiência aprendem a desconfiar e a apurar com cuidado”, afirma.

Angela Maria Curioletti – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ela, o desafio vai além da formação de novos profissionais e passa pela sustentabilidade dos próprios veículos. “Ter um veículo vivo depende de bons jornalistas, mas também de estrutura. Precisamos produzir conteúdo e, ao mesmo tempo, sustentar equipe e credibilidade.”

Apesar das dificuldades, Curioletti afirma que o jornalismo pode se manter financeiramente viável, desde que haja adaptação. “Não dá mais para depender de um único modelo. É preciso se reinventar, testar formatos e buscar novas fontes de receita, sem abrir mão da responsabilidade.”

Fora da redação

Para parte dos profissionais, a saída das redações não representa ruptura, mas mudança de caminho.

O jornalista Paulo Novais, que iniciou a carreira em redação e televisão, passou a atuar com assessoria de imprensa ao buscar maior autonomia e atuação estratégica. “Foi um processo gradual. Eu percebi que poderia usar a bagagem da redação de forma mais estratégica, ajudando outras pessoas a se posicionarem melhor na mídia”, afirma.

Paulo Novais – Crédito: Arquivo pessoal

Segundo ele, a experiência em veículos continua sendo central na nova atuação. “A redação te ensina a apurar, a construir pauta e a entender o que é notícia. Isso continua sendo essencial.”

A principal diferença, está na lógica de trabalho. “Na redação, você está focado em informar. Fora dela, você precisa pensar em posicionamento, relacionamento e construção de reputação.”

Mudança de papel

A migração também implica uma redefinição da função do jornalista.

Ao deixar a redação, o profissional passa de observador externo a agente que representa interesses institucionais, o que exige maior clareza sobre sua atuação.

“O jornalista precisa entender quando está informando e quando está defendendo um interesse”, afirma Camila Augusto.

O cenário se torna mais complexo com a presença de influenciadores e produtores de conteúdo, que atuam no mesmo ambiente e aproximam informação, opinião e publicidade.

Um novo ambiente de informação

As mudanças na carreira acompanham a transformação no consumo de notícias. Relatório do Reuters Institute for the Study of Journalism aponta a consolidação das plataformas digitais como principal meio de acesso à informação e a fragmentação das audiências.

No Brasil, esse contexto inclui a redução de vínculos formais nas redações e o aumento da demanda por habilidades como produção multimídia, gestão de redes sociais e análise de dados.

Fonte: TH Comunica | Assessoria de Imprensa

SXS Summit Club 2026 abre vendas para edição de 9 de junho na Arena Fulltrader, em São José dos Campos

 

Maior evento de conteúdo e networking da região reúne empresários, gestores e líderes para um dia de imersão com temas atuais e aplicáveis

Após a repercussão da edição realizada em novembro de 2025, o SXS Summit Club anuncia sua nova edição em 09 de junho de 2026, na Arena Fulltrader, em São José dos Campos. Reconhecido como o maior evento de conteúdo e networking da região, o encontro é voltado a empresários, gestores e líderes, além de equipes de marketing, comercial e comunicação.

O SXS Summit Club é o ponto de encontro entre empresários que constroem o futuro. Aqui, o que mais vale são as ideias compartilhadas e as conexões que nascem. A proposta do evento é reunir pessoas que tomam decisão e executam, em uma jornada de imersão com conteúdo prático, networking orientado e temas que refletem o cenário atual das empresas.

Idealizado para levar conhecimento e gerar retorno para quem faz parte dele, o Summit Club conecta pilares estratégicos e operacionais, com assuntos como Marketing e Vendas, canais de aquisição, gestão de empresa, inteligência artificial na prática, a nova Reforma Tributária, além de temas ligados a finanças e caixa para crescimento, processo comercial, produção de conteúdo e vídeos de alto impacto, cultura e metas.

A realização é da SXS Marketing (SXS Group). A SXS Group está localizada no bairro Aquarius, em São José dos Campos, atua há mais de 7 anos no Vale do Paraíba, atende empresas na cidade, região e em São Paulo, e também desenvolve projetos no Brasil e nos Estados Unidos para empresários brasileiros.

“O SXS Summit Club foi idealizado para levar conhecimento e gerar retorno para quem faz parte dele. Sua empresa merece estar aqui. É um ambiente de conteúdo aplicado e conexões estratégicas para acelerar resultados”, afirma Rafael Seixas, CEO e fundador da SXS Marketing.

Com vagas limitadas, a organização reforça que o público é direcionado e que os ingressos são disponibilizados em quantidade restrita.

SERVIÇO

SXS Summit Club 2026
Data: 09 de junho de 2026
Local: Arena Fulltrader — São José dos Campos (SP)
Site oficial
Ingressos aqui (Sympla)
Realização: SXS Marketing | SXS Group

42,9% dos líderes de marketing dizem que pressão por ROI aumentou significativamente, aponta pesquisa inédita

Levantamento da HUG com líderes de marketing mostra avanço da terceirização e redução de contratações internas em busca de flexibilidade e eficiência

A pressão por resultados mensuráveis está remodelando a estrutura dos times de marketing nas empresas. É o que indica a pesquisa “Reconfiguração de times de Marketing & Comunicação 2026”, realizada pela HUG, gestora especializada em hunting e outsourcing de profissionais da área. Segundo o levantamento, 42,9% dos líderes de marketing afirmam que a pressão por comprovação de ROI aumentou significativamente nos últimos 12 meses, enquanto outros 35,7% relatam aumento moderado dessa cobrança.

A pesquisa ouviu 14 líderes de marketing e comunicação, entre CMOs, diretores, heads e gerentes, de empresas de diferentes setores e portes. Além da maior cobrança por retorno financeiro das iniciativas de marketing, os dados indicam que a prestação de contas ao alto escalão se tornou parte frequente da rotina desses profissionais. Hoje, 42,9% relatam apresentar resultados de marketing ao board ou CEO mensalmente, enquanto 28,6% fazem esse reporte de forma trimestral.

Segundo Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da HUG, o cenário reflete uma mudança estrutural no papel do marketing dentro das organizações. “O marketing deixou de ser visto apenas como área de comunicação e passou a ser cobrado diretamente por impacto em receita, eficiência de investimento e geração de pipeline. Isso exige novos modelos de equipe, mais flexíveis e orientados a resultados”, afirma.

Estrutura de equipes passa por reorganização

A pesquisa também aponta uma reorganização relevante na forma como os times são estruturados. Nos últimos seis meses, 42,9% dos líderes relataram redução do headcount interno, enquanto 28,6% congelaram novas contratações. Entre os principais motivos estão a pressão por redução de custos fixos e a dificuldade de demonstrar retorno claro sobre novas contratações.

Ao mesmo tempo, cresce a adoção de modelos híbridos que combinam equipes internas mais enxutas com especialistas externos. Hoje, 78,6% das empresas já utilizam profissionais externos em suas operações de marketing, sendo 50% para funções específicas e 28,6% para múltiplas atividades. Esse movimento indica que a terceirização deixou de ser pontual e passou a fazer parte da estrutura das áreas de marketing.

As atividades mais frequentemente delegadas a parceiros externos incluem branding e design, citado por 71,4% dos respondentes, seguido por performance e mídia paga, com 42,9%, além de criação de conteúdo, pesquisa de mercado e eventos.

Modelo híbrido já ganha escala no Brasil

A tendência de reconfiguração das equipes já aparece de forma concreta nas empresas brasileiras. Segundo a pesquisa, 57,1% dos líderes afirmam que já adotam o modelo de squads híbridos, que combina time interno com parceiros externos integrados à operação, enquanto 21,4% ainda avaliam essa possibilidade e 14,3% pretendem adotar o modelo em 2026.

Entre os principais benefícios da terceirização apontados pelos respondentes estão acesso a especialistas sob demanda (35,7%), redução de custos fixos (28,6%) e flexibilidade para escalar a operação (28,6%).

O cenário global reforça essa tendência. Levantamentos do Statista indicam que o mercado de outsourcing deve atingir cerca de US$ 450 bilhões até o fim de 2026, impulsionado pela busca das empresas por competências técnicas específicas sem a necessidade de ampliar o quadro fixo de funcionários. No Brasil, os dados da pesquisa indicam que esse movimento já está em curso dentro das áreas de marketing.

Competências mais difíceis de encontrar no mercado

Outro fator que contribui para a reorganização das equipes é a escassez de talentos. 71,4% dos entrevistados afirmam enfrentar dificuldade para contratar profissionais qualificados em marketing e comunicação.

Entre as competências consideradas mais difíceis de encontrar no mercado estão:

  • Designer — 21,4%
  • Redator / Copy — 14,3%
  • CRM / Lifecycle marketing — 14,3%
  • Generalista de marketing — 7,1%
  • Motion designer — 7,1%

Diante desse cenário, muitas empresas recorrem a soluções alternativas para manter a operação funcionando, como terceirizar determinadas funções ou desenvolver talentos internamente.

Para Gustavo Loureiro Gomes, a reorganização das equipes reflete uma transformação mais ampla na forma como o marketing é estruturado nas empresas. “O modelo tradicional de grandes equipes internas está sendo substituído por estruturas mais flexíveis, com núcleo estratégico interno e especialistas externos integrados à operação. Isso permite responder mais rapidamente às mudanças do mercado sem comprometer eficiência ou qualidade”, afirma.

Segundo ele, a tendência é que as áreas de marketing operem cada vez mais como estruturas orquestradoras de especialistas, combinando talento interno, parceiros externos e tecnologia para acelerar resultados. Para 2026, a estratégia da HUG inclui ampliar sua frente de mentoria e educação corporativa e fortalecer parcerias com startups.