Vaga de estágio para Criador de Conteúdo

A Polo Palestrantes busca Criador de Conteúdo

A Polo Palestrantes, maior empresa de agenciamento de palestrantes do Brasil, está contratando estagiários na área de Produção de conteúdo/Redação

Principais atribuições:

Redação de textos para BLOG baseado em SEO/Tráfego
Produção de artigos para LinkedIn
Textos com headlines / copys persuasivas para materiais internos (para o setor comercial)
Diagramação e redação de newsletter
Redação de textos para sequência de emails – automação da máquina de EMail-Mkt na Leadlovers

Benefícios:

Vale-alimentação
Horário de trabalho:

De segunda à sexta-feira
Turno de 8 horas

Tipos de pagamento adicionais:

13º salário
Bônus

Experiência:

escrever para artigos para BLOG? (Obrigatório)

Tipo de vaga:

Tempo integral, Efetivo CLT, Presencial (Tremembé)

Inicial: R$ 1.500,00 + beneficios

Candidate-se por aqui

Dança das cadeiras

E vamos de movimentação

O carnaval passou, mas fevereiro ainda não acabou. Assim como a movimentação do mercado de comunicação e marketing do Vale do Paraíba, que segue agitado e com as mulheres dominando a cena.

Confira algumas das últimas movimentações. :

A publicitária Franciele Belisário acaba de assumir o  cargo de Gerente de Marketing, Relacionamento e RH na Imobiliária Danelli.

A ainda estudante de Publicidade e Propaganda Samira Zanatelli está começando em um novo cargo de Assistente administrativo na Agência RB Digital.

E a jornalista Gabriela Meurer acaba de ser promovida para o cargo de Analista de Marketing e Comunicação Empresarial na Embraer.

Greenwashing: a importância da transparência na comunicação da sustentabilidade

Por Daniela Santucci*

Daniela Santucci (foto acima) detalha como as empresas podem implementar políticas internas a fim de garantir a transparência na comunicação da sustentabilidade

Ações que priorizem a redução de impactos ambientais estão presentes na estratégia das empresas há algum tempo, e cada vez mais líderes corporativos se envolvem em agendas institucionais, assumindo metas e compromissos em prol do meio ambiente e da sociedade. Junto com as ações, vêm a comunicação dessas iniciativas e compromissos, geralmente por meio da imprensa, redes sociais ou conteúdos publicitários. No entanto, é essencial que esses posicionamentos sejam transparentes, e que haja a adoção de políticas internas sólidas para garantir que todas as alegações sejam verdadeiras e respaldadas por evidências científicas confiáveis.

O “greenwashing”, termo que se refere à prática de fazer alegações ambientais exageradas ou infundadas, é uma ameaça à confiança dos consumidores e ao progresso em direção a uma economia mais sustentável. O Código Internacional de Práticas de Publicidade da Câmara de Comércio Internacional (ICC) estabelece claramente que todas as alegações ambientais devem ser verdadeiras, claras, fundamentadas em provas científicas sólidas e não enganosas. A ICC denuncia o uso de alegações que podem induzir os consumidores a acreditar falsamente que os produtos, serviços ou operações de uma empresa são ambientalmente corretos.

É evidente a necessidade de transparência nas alegações ambientais, mas como as empresas podem implementar políticas internas neste sentido? Primeiro, é crucial que as comunicações de produtos e iniciativas das organizações sejam estruturadas de forma a não abusar da confiança dos consumidores ou explorar sua falta de conhecimento. Além disso, as terminologias utilizadas devem ser facilmente compreendidas pelo consumidor e as alegações vagas ou não específicas devem ser evitadas.

Um dos pontos fundamentais é evitar alegações de “sustentabilidade” sem qualificação adequada. O uso indiscriminado e generalista dessa palavra pode induzir os consumidores a acreditar que um produto não tem impacto negativo no meio ambiente, o que muitas vezes não é o caso. A qualificação deve ser clara e proeminente, próxima ao que está sendo divulgado.

Além disso, é essencial que todas as informações e alegações sobre benefícios ambientais sejam apoiadas por evidências científicas confiáveis. As empresas devem estar dispostas a realizar testes específicos para avaliar o impacto de seus produtos e da sua linha de produção no meio ambiente, de acordo com as leis e regulamentos locais. A utilização de nomes ou logotipos de agências governamentais ou organizações terceirizadas, caso sejam utilizadas, deve ser feita com clareza.

Em última análise, a comunicação transparente é essencial para construir a confiança dos consumidores e para a implementação de práticas sustentáveis verdadeiras. Evitar o “greenwashing” e seguir políticas internas sólidas são passos cruciais nessa jornada. Ao seguir as diretrizes do Código da ICC e adotar políticas de comunicação transparentes e éticas, essas empresas estão pavimentando o caminho para um mundo onde a sustentabilidade é uma realidade, não apenas uma afirmação. A transparência e a verdade nas alegações ambientais são os pilares de uma sociedade mais consciente e ecologicamente equilibrada.

*Daniela Santucci é gerente de comunicação e marca da Novonesis na América Latina

Agência abre duas vagas em criação

Duas oportunidades na LDK

A agência situada em Taubaté está em busca de dois profissionais de criação:

  • Designer & Social Media
  • Copywriter

Envie já seu currículo ou portfolio para nosso e-mail (ludkecomunicacao@gmail.com) ou encaminhe para aquele(a) seu(ua) amigo(a) que está buscando uma vaga dessas!