Literatura se transforma em experiência sensorial com fragrâncias e produtos autorais exclusivos para os clientes
A Livraria Leitura do Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, apresenta uma novidade que vai além das páginas: uma linha exclusiva de perfume para livros. Inspirado em obras e personagens clássicos, a marca tem o objetivo de transformar a literatura em uma experiência sensorial completa. Por isso, a coleção também reúne cadernos, meias, ecobags e marca-textos perfumados, ampliando a conexão do público com o universo da leitura.
“O perfume exclusivo da marca foi muito bem recebido pelos clientes. Ele não danifica as páginas e acrescenta uma dimensão sensorial à leitura. Disponível em várias fragrâncias, também se tornou um item colecionável”, explica Maria Thereza Castro, responsável pela Livraria Leitura do Taubaté Shopping.
O lançamento aconteceu no fim do ano passado e algumas opções de aromas já esgotaram. Entre as fragrâncias, inspiradas em referências associadas ao universo da leitura, estão: “Chá na Varanda”, “Livro Novo” e “Cheiro de Inverno”. A novidade pode ser encontrada a partir de R$ 17,90.
A iniciativa faz parte de uma estratégia de branding que transforma a literatura em ativo de relacionamento, reforçando o posicionamento da marca, ampliando pontos de contato com o público e estimulando engajamento dentro da loja.
“Investir em experiências é uma tendência do varejo, e o Taubaté Shopping apoia marcas que adotam essa abordagem, transformando a visita em vivências que vão além da compra”, comenta Lilian Giacomini, Coordenadora de Marketing do Taubaté Shopping.
A linha exclusiva está disponível na Livraria Leitura do Taubaté Shopping, localizado na Av. Charles Schnneider, nº 1700 – Vila Costa.
A mediação será de Raquel Schobiner, gerente comercial da Dassault Systems.
O evento gratuito sobre o protagonismo da mulher na indústria e nos negócios será em 11 de março (quarta), a partir das 8h30, na sede da associação. As inscrições estão abertas.
Nas últimas décadas, a participação das mulheres na indústria brasileira aumentou significativamente. Entre 2008 e 2021, os cargos sob gestão feminina passaram de 24% para 32,8%. E a força de trabalho industrial feminina representa cerca de 25% no total. A presença da mulher está cada vez mais marcante nos setores de automação, engenharia elétrica e tecnologia, um reflexo do maior acesso à formação técnica e a valorização de modelos em posições de liderança. Mesmo com as conquistas e expansão da participação das mulheres em vários setores, a equidade salarial ainda é um tabu.
Diante deste cenário, a ASSECRE – Associação dos Empresários do Vale do Paraíba – irá promover o evento “Mulheres e o Poder Empresarial”, um encontro de negócios e troca de experiências no próximo dia 11 de março (quarta), a partir das 8h30, na sede da entidade em São José dos Campos (SP). As inscrições são gratuitas e estão abertas pelo link: Dia da Mulher – Mulheres e o Poder Empresarial em São José dos Campos – Sympla
O painel de discussão “Mulheres e o Poder Empresarial” contará com as presenças: Luzia Gasetta Tschizik, CEO do Grupo Ourho; Maria Elisa Siqueira Ribeiro, executiva da GM e Débora Zani, diretora da Rosenberger.
A mediação será de Raquel Schobiner, gerente comercial da Dassault Systems.
“Cada vez mais, o protagonismo da mulher se faz presente no setor industrial, seja no chão de fábrica ou em cargos de gestão. Na associação temos muitas associadas nestas condições e parte delas estará neste painel promovido pela ASSECRE. O evento é aberto para todos, homens e mulheres”, explicou Wagner Siqueira, um dos diretores executivos da ASSECRE, ao lado dos outros dois diretores, Eduardo Piloto e Gabriel dos Santos.
“Para a ASSECRE, a presença feminina é muito importante, sempre buscamos os talentos femininos para estarem em nossa diretoria. Recentemente, tivemos Neide Pereira Pinto, a segunda mulher desde a fundação da associação a integrar a diretoria, cumpriu o seu mandato até o final de 2025, como presidente do conselho deliberativo. E esperamos que cada vez mais elas marquem presença na administração”, complementou Wagner Siqueira.
Serviço: Evento Gratuito – “Mulheres e o Poder Empresarial
Dia: 11 de março (quarta)
Horário: 8h30
Local: sede da ASSECRE – Rua Loanda 895, São José dos Campos
Inscrição gratuita: Dia da Mulher – Mulheres e o Poder Empresarial em São José dos Campos – Sympla
CX Trends 2026 mostra consumidor “corujão”: 54% compram à noite ou de madrugada; 67% desistem de compra online por experiências ruins
Empresas precisam operar na era da sintonização, integrando canais, dados e atendimento para reduzir atritos e garantir uma experiência contínua
A rotina de consumo do brasileiro mudou: 54% afirmam realizar compras à noite ou madrugada, perfil definido como o “consumidor corujão”, revela a pesquisa CX Trends 2026, realizada pela Octadesk, plataforma de atendimento da LWSA, em parceria com o Opinion Box. Porém, a flexibilidade de comprar “quando e onde quiser”, também fez disparar o abandono de carrinho e 67% dos entrevistados afirmaram ter desistido de uma compra uma ou mais vezes no último ano devido a experiências ruins nos canais online. Veja o estudo completo aqui.
O estudo confirma o perfil de um cliente cada vez mais híbrido, seletivo e exigente. Dos entrevistados, 85% compram online e 78% em lojas físicas. Marketplaces (76%) são os canais preferidos, seguido de lojas online próprias e apps. A segurança (88%) é o principal motivo para quem prefere comprar em marketplace.
Abandono de carrinho dispara
A pesquisa ainda mostra que os consumidores que optam por comprar no período noturno frequentemente encontram demora nas respostas, escassez de suporte e processos desconexos entre canais, obstáculos que se traduzem em abandono de carrinho.
“O atendimento entrou na ‘era da sintonização’, momento em que a vantagem competitiva está menos em estar presente em todos os canais e mais em operar com coerência e fluidez entre eles. É preciso rever processos, treinar e redesenhar jornadas e, sobretudo, eliminar ‘ruídos’ evitáveis, informações contraditórias, demora na resolução e falta de transparência financeira”, afirma Paola Dias, diretora de Negócios da Octadesk.
Além disso, o frete alto continua sendo o principal motivo de desistência da compra para 65% dos entrevistados, seguido do preço elevado do produto (56%) e o medo de golpe/empresa não confiável (56%).
“As empresas precisam considerar as condições de frete e rapidez da entrega, fazer promoções estratégicas para atrair o consumidor sem comprometer a margem e manter um bom atendimento e reputação para lidar com esses gatilhos de desistência, mas mais que isso para construir bons relacionamentos com os consumidores em seus canais de atendimento” complementa a executiva.
Não por acaso, o tempo de espera pelo atendimento é um dos principais fatores de recorrência e 85% afirmam voltar a comprar na loja quando isso ocorre. Eles ainda priorizam rapidez na resposta (51%), precisão das informações às suas perguntas (43%) e gentileza e cortesia dos atendentes (40%). Neste ambiente, o Whatsapp é o canal de atendimento preferido para 59% dos clientes que procuram as empresas após a compra.
IA e automação: promessa condicionada a empatia e ética
De acordo com o estudo da Octadesk, automação e inteligência artificial crescem ao mesmo passo em que a desconfiança do consumidor aumenta. Para 55% é incômoda a falta de interação humana e 51% estão preocupados com a privacidade dos dados.
“Vemos que para metade dos entrevistados (51%) o ideal é o equilíbrio entre IA e humanos, ou seja, a tecnologia é meio, não fim. IA deve reduzir atrito, aumentar a velocidade de respostas e não criar pontos de fricção; sua implementação precisa ser transparente e prever handoffs limpos para humanos”, finaliza Paola.
Metodologia
O CX Trends 2026 é uma pesquisa conduzida pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, com 2.000 entrevistas com consumidores brasileiros, e margem de erro de 2,2 p.p.
Informações são de pesquisa realizada pelo Reportei com 186 profissionais do setor; percepção positiva se mantém para os próximos dois anos
Dados levantados em uma pesquisa com 186 profissionais de marketing digital no Brasil mostram que o setor está com uma perspectiva positiva para os próximos anos. Segundo o levantamento feito pela empresa Reportei, ferramenta brasileira de relatórios e dashboards de marketing, 70,37% dos respondentes afirmam estar otimistas (35,80%) ou muito otimistas (34,57%) em relação ao futuro do marketing digital nos próximos dois anos. Outros 17,28% se dizem neutros, enquanto 12,34% afirmam estar preocupados ou pessimistas.
Segundo os dados, o otimismo aparece associado a expectativas individuais de crescimento. Quando questionados sobre os principais objetivos para 2026, 58,33% afirmam que desejam aumentar a renda, enquanto 13,10% buscam maior estabilidade profissional. Apenas 3,57% indicam a intenção de escalar equipes.
A pesquisa ouviu profissionais que atuam majoritariamente como donos de agência (32,14%), analistas de marketing (20,24%) e gestores de tráfego (15,48%), com forte presença de perfis experientes. Do total de respondentes, 57,14% trabalham na área há mais de seis anos, sendo 34,52% com mais de uma década de atuação no mercado.
O levantamento também mostra que a percepção positiva está presente mesmo em um mercado formado, em grande parte, por pequenas e médias operações. Mais de 70% dos profissionais atendem até sete clientes simultaneamente, e a maioria dos anunciantes investe até R$5 mil por mês em mídia paga por cliente.
“A inteligência artificial e o uso estratégico de dados estão permitindo que profissionais menores operem com nível de sofisticação que antes era restrito a grandes estruturas. Nos próximos anos, a diferença competitiva não estará só em quem investe mais, mas em quem interpreta melhor os dados e consegue transformar informação em decisão rápida. O marketing brasileiro tende a ficar mais técnico, mais orientado à performance e, ao mesmo tempo, mais estratégico e isso eleva o nível do setor como um todo”, avalia Renan Caixeiro, co-fundador e CMO do Reportei. Para ele, os dados mostram um mercado mais maduro e menos dependente de ciclos de hype, que o otimismo não está baseado apenas em crescimento de investimento, mas em ganho de eficiência.
O levantamento foi conduzido internamente pelo Reportei e reúne respostas de profissionais de diferentes modelos de contratação, com atuação predominante nas regiões Sudeste (52,44%) e Sul (24,39%), atendendo principalmente empresas B2B, negócios locais e marcas de pequeno e médio porte.