RedeTV! transmitirá Super Bowl LVII

RedeTV! transmitirá Super Bowl LVII com show de Rihanna, ao vivo, e com exclusividade na TV aberta

Parceira oficial da NFL na TV aberta no Brasil, a RedeTV! transmitirá ao vivo o Super Bowl LVII, que acontece neste domingo (12), às 20h30, no State Farm Stadium, em Glendale, no Arizona.

Além da decisão em campo entre Philadelphia Eagles e Kansas City, a emissora exibirá um dos momentos mais aguardados da noite, assistido todos os anos por milhares de pessoas ao redor do mundo: o show do intervalo, que reúne estrelas da música em grandes espetáculos. A apresentação principal desta edição será da cantora Rihanna, marcando o retorno da popstar aos palcos depois de seis anos.

Às 19h a equipe de transmissão abre a cobertura na RedeTV!. O narrador Marcelo do Ó e os comentaristas Gabriel Golim e Pathy dos Reis comandam o aquecimento para a grande final, mostrando ao telespectador curiosidades da NFL, os principais conceitos da modalidade, os ídolos das torcidas e os melhores lances da temporada. Os correspondentes internacionais Fábio Borges e Danilo Lacalle estarão no State Farm Stadium para registrar os momentos que antecedem a decisão.

A RedeTV! também será a emissora oficial da transmissão do Super Bowl LVII dentro no NFL in Brasa, primeiro evento de live experience realizado pela NFL no Brasil. Assinada pela Effect Sport, nos dias 11 e 12 de fevereiro, no Komplexo Tempo, em São Paulo, a viewing party vai unir esporte e entretenimento e promover experiências gastronômicas, sensoriais e musicais dentro da atmosfera do futebol americano.

No ‘NFL In Brasa’, maior evento de Super Bowl realizado fora dos Estados Unidos, o jornalista Napoleão de Almeida acompanhará toda a movimentação dos dois dias de festa, levando as emoções dos torcedores para a tela da RedeTV! em tempo real durante a transmissão ao vivo do Super Bowl LVII.

Super Bowl LVII na RedeTV!:

Data: Domingo, 12 de fevereiro

Franquias: Philadelphia Eagles x Kansas City Chiefs

Início da transmissão: às 19h (de Brasília)

Horário do Jogo: às 20h30 (de Brasília)

Halftime Show: Rihanna (show principal)

Onde assistir: RedeTV!

O marketing será live ou não será marketing

Por Cássio Motta Mello*

Em épocas de mudanças sísmicas, como a que vivemos, quando tudo parece ficar obsoleto, é curioso como o vocabulário demora um pouco para acertar o passo. Alguns termos se tornam irrelevantes, inadequados às novas realidades. Enquanto outros ganham espaço para dar conta de diferentes demandas e contextos.

Imagem de June Aye por Pixabay

Veja-se o verbo compartilhar, por exemplo, usado raramente até alguns anos atrás e que se tornou corriqueiro com a disseminação das mídias sociais. Ou a denominação start-ups, agora onipresente. Ou ainda o sufixo tech, para categorizar empreendimentos inovadores viabilizados pelas tecnologias digitais. Inclusive no marketing, que vem sendo revolucionado pelo creative tech.

Por isso, é provável que a expressão live marketing se torne, logo mais, redundante, porque todo marketing terá que ser, necessariamente, live. Num conceito ampliado e ressignificado de live, é claro, que vai muito além de eventos e ativações. E levando em conta que as disciplinas do marketing continuarão se fundindo, transversal e progressivamente, no design de soluções e estratégias – embora o mercado continue se pautando, na maioria das concorrências, pela divisão anacrônica das disciplinas tradicionais, velhas de mais de um século.

E por que acredito que todo marketing será live ou não será?

Porque com a aceleração da digitalização impulsionada pelo 5G, o presencial e o digital vão se juntar cada vez mais numa única experiência indivisível, tanto no consumo de mídias como na interação com as marcas. Um contexto no qual os diferenciais que tornam o live marketing altamente impactante e engajador se tornarão críticos para o marketing como um todo.

Será live porque terá que ser necessariamente empático, data-driven e stakeholder centric, ou seja, customizado para cada perfil específico, e as diferentes personas que os stakeholders encarnam nos múltiplos momentos das suas jornadas e nas inúmeras mídias com as quais interagem. Não apenas como consumidores de produtos e serviços, mas como parceiros ativos dos ecossistemas de marcas e negócios.

Será live porque terá que se distanciar de narrativas pré-concebidas para se configurar como experiência, ou séries de experiências de engajamento, a serem cocriadas em tempo real nas interações com os públicos. E apoiadas em plataformas de relacionamento 24/7 com integração de diferentes mídias e ativações, de forma que o presencial alimente continuamente o digital e vice- versa, num flow interativo, num ciclo virtuoso.

Será live, também, no sentido de verdadeiro e real, já que nesse novo ambiente de transparência não caberá mais distância entre discurso e prática. As marcas que antes apenas “falavam” por meio da publicidade, agora tem que participar de múltiplas conversações, posicionar-se e “comportar-se” em diversos contextos sociais e culturais. O que as mantém continuamente sob holofotes e as obriga a, conforme a consagrada expressão em inglês, walk the talk.

Será live, ainda, porque a tecnologia possibilita gerar experiências cada vez mais imersivas, onde o virtual se confunde com o real, e os conteúdos e mensagens se mesclam com entretenimento, cultura e gamificação.

Mas o marketing será live, sobretudo, porque estará em constante evolução, impulsionado pela curiosidade e a inovação, para ser capaz de conectar pessoas e ideias em ambientes de crescente volatilidade e complexidade. Para que possa contribuir, de forma efetiva, para transformar positivamente pessoas, marcas e negócios.

*Cássio Motta Mello é CEO da TV1

CHICOOH+ chega ao mercado de OOH e DOOH como a primeira consultoria trading desk do Brasil

Com Chico Preto como CEO e sociedade com os fundadores da MediaPlus, Fernando Sales e Leandro Fujita, empresa inova em automatização e tecnologia no setor

A mídia OOH (Out of Home) é o novo black! Francisco S. Xavier, publicitário conhecido como Chico Preto no mercado, une sua experiência de 40 anos em mídia exterior juntamente com os sócios da MediaPlus, Fernando Sales e Leandro Fujita, e funda a empresa CHICOOH+, para oferecer consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH. Parceira das agências publicitárias, veículos de comunicação e marcas, a CHICOOH+ se destaca com planejamento de mercado e ferramentas de inteligência artificial para otimizar as entregas.

Chico Preto, CEO da CHICOOH+, a primeira consultoria trading desk de OOH e DOOH do Brasil – Crédito: Divulgação

Em alta no país e ocupando a terceira posição em investimentos de mídia, com 10,7%, de acordo com os últimos dados do Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário, a mídia exterior tem conquistado mais atenção de novos e velhos agentes de mercado. Chico Preto destaca as possibilidades de investimento em mídia exterior em todo o Brasil e América Latina e oportunidades de impactar as pessoas através de campanhas criativas planejadas exclusivamente para OOH e DOOH, e atendendo aos principais desafios do setor: os processos de planejamento, inteligência, entrega e pós-venda consolidados. “O desenvolvimento do trabalho junto aos parceiros é pautado em data driven, e todo o processo de execução é monitorado, utilizando ferramentas de automatização e inteligência artificial para o checking fotográfico, que funciona como uma fiscal da campanha, que permite comprovar a entrega e rentabilidade para o cliente. Uma das soluções que faltava no mercado e que tem sido muito bem recebida pelos profissionais de mídia”.

Em relação ao seu portfólio, a CHICOOH+ possui um extenso conhecimento do inventário em todo o Brasil, além do eixo Rio-SP, com presença no interior dos estados e expectativas de expandir para a América Latina. As soluções em OOH e DOOH contemplam oportunidades estáticas e eletrônicas, como busdoor, outdoor, bancas, aeroportos e estabelecimentos comerciais e integração entre o offline e o online, contemplando toda a jornada do consumidor e sua localização. Leandro Fujita, CTO da CHICOOH+, destaca a integração da mídia OOH e DOOH e a transformação da mídia programática no setor, frente na qual a empresa está se desenvolvendo . “Os dados estão se tornando um componente chave para fazer o planejamento de mídia com eficiência e, com a transição dos recursos programáticos para DOOH, é crucial que isso seja integrado às metodologias tradicionais de planejamento e compra. As marcas terão novos recursos de localização e detalhamento de interesses alcançando o público e interagindo fora de casa, proporcionando uma nova experiência”.

Chico Preto acrescenta que os novos tipos de experiências citados por Fujita e que podem ser confundidos com ações de live marketing, tamanha a sua interatividade e sofisticação, já foram testadas pela CHICOOH+ através da solução “3D Anamórfico”, que permite ampliar o poder da mensagem publicitária, por meio da imersão do consumidor com a comunicação. As lentes produzem efeitos únicos que resultam em imagens altamente estilizadas e impactam a audiência. Esta técnica permite que o ponto de vista de uma cena tridimensional em um outdoor digital, por exemplo, corresponda ao ponto de vista no espaço real. “A CHICOOH+ possui parcerias habilitadas para desenvolver este formato de comunicação e levar para as ruas. Já testamos o formato em 15 capitais brasileiras e nas cidades do interior paulista de São José do Rio Preto, Araraquara e Sorocaba”.

Com todas estas inovações e há três meses no mercado, a CHICOOH+ celebra a aceitação no mercado publicitário e a formação de pilares importantes no setor, que incluem inteligência e dados, tecnologia, criatividade, planejamento e resultados. Fernando Sales, COO da CHICOOH+ e com larga experiência como profissional de mídia, calcula que já foi possível avançar em projetos de cocriação juntamente com as agências publicitárias e marcas para desenvolver campanhas exclusivamente para veiculação em mídia exterior, com as particularidades que cada marca, consumidor e localização demandam, em uma estratégia personalizada e criativa. “Como primeira consultoria trading desk em mídia OOH e DOOH no Brasil, temos trabalhado juntamente com o planejamento das agências, marcas e parceiros de negócios, soluções sob demanda e entendendo, cada vez mais, que a comunicação em mídia exterior pode ir além de mídia de massa. É possível impactar as pessoas de diferentes formas, criativas e com muita inteligência de dados e tecnologia envolvidos. A publicidade em mídia exterior está muito mais ligada à geração de conversas, engajamento e entretenimento com o público”, finaliza.

Fonte: Agência ERA de Comunicação e Conteúdo – Mariana Cruz

Adotando a diversificação digital no seu Plano de Mídia

*Por Francisco Neto

No cenário de compra de mídia digital, a presença de formatos de inteligência artificial é cada vez mais predominante. Com os esforços de venda dos grandes players de tecnologia em publicidade para tornar a operação cada vez mais automatizada, o papel do profissional de mídia moderno se torna cada vez mais estratégico, e a necessidade de perfis analíticos e experientes fica cada vez maior.

No ecossistema mobile isso é ainda mais evidente. Grandes formatos de IA dominam o plano de mídia, e não seria estranho dizer que hoje a maior parte do seu plano depende ou do player azul ou do gigante das buscas. Mas como dizia o velho ditado “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”, e na mídia não é diferente; devemos encarar o plano, sua estratégia e objetivo em sua totalidade. Em uma operação de compra preza-se pela diversidade de meios e canais. Alcance e frequência em vídeo, engajamento e diálogo em redes sociais, cobertura de território e captação de intenção em pesquisa, formatos nativos, imersivos, intersticial, especiais, áudio, dados e mais dados.

Claro que cada indústria tem seu KPI, e cada KPI tem sua métrica. Ao passo que cada anunciante tem seus pontos fortes, bem como suas limitações. Problemas de mensuração que impedem a leitura completa do funil, jornada de aquisição incompleta, campanhas com mais de uma meta, áreas externas que são donas de páginas ou processos importantes, nada nunca está completo. Mas diante de todo esse cenário, como montar um plano de tático que traga resultados que realmente impactem o negócio?

Teste, erre, acerte e repita.

É preciso tirar o cabresto digital que se formou ao longo dos anos, e confiar na sua “clicagem” (quilometragem de cliques). É claro que os players grandes tem presença no plano e continuarão sendo os protagonistas por muito tempo. É claro que devemos testar cada formato e produto que eles lancem, mas como alcançar aquele crescimento incremental que extrapola a meta estabelecida? A resposta é simples: testando.

Testar um veículo novo é como uma aposta, e para tanto faz-se necessário entender o objetivo da operação em questão:: vai otimizar para LTV ou para o KPI primário? Vai otimizar para início ou fim de funil? Iniciar com uma negociação flexível ou vai esperar o mesmo resultado que já tem com os parceiros atuais?

Em minha operação atual, encontramos gratas surpresas com players menores; claro que isso só é possível uma vez que temos uma visão mais precisa da jornada, extrapolando o last touch. Analisamos a participação de cada player na conversão, o tempo que cada um leva para alcançar o KPI, a deduplicação, o teto de investimento que cada um alcança. Considerando tudo isso, juntos eles já somam cerca de 35% do mix de mídia de um dos produtos que opero, e nos proporcionam um incremento de resultado de 38%.Adotando a Diversificação Digital No Seu Plano De Mídia

Responsabilidade, monitoramento e Brand Safety

O fato de um profissional de mídia testar um formato novo não lhe atribui ingenuidade, pelo contrário, isso atesta a ele sobriedade. Existem hoje diversas medidas que podem ser tomadas para tornar sua operação mais segura e consequentemente mais confiável.

Conheça as suas métricas: de que formas você pode garantir que sua compra mobile é segura? Existem ferramentas que podem compor sua operação? CTIT, Volume de instalações, Eventos Dentro Do App, monitoramos tudo isso e mais dentro da nossa MMP nos auxiliando em uma compra de mídia mais segura e eficiente.

Parceria e transparência

Enquanto o mercado mobile corre para se modernizar e tornar sua compra programática, a presença das redes ainda é muito grande, mas não menos importante e relevante para o resultado do seu negócio.

Exija dos seus fornecedores transparência na operação, e que abram as principais redes onde estão imprimindo seus anúncios. Dessa forma você pode avaliar a importância de estar presente lá ou não.

Tendo tudo isso em mente, lembre-se: para crescer é preciso ousar.

*Francisco Neto é COO da Appreach, empresa especializada em mobile marketing para aplicativos