Pesquisa inédita mostra que publicidade em podcast é tendência e funciona

IAB Brasil e Offerwise divulgam estudo ‘A influência da publicidade digital no universo dos podcasts’

São Paulo, 30 de Novembro de 2021 – De comédia, gastronomia, assuntos atuais até palestras motivacionais, existe sempre uma opção de podcast disponível para se adequar ao dia a dia, sejam quais forem os interesses pessoais. Além de atrair novos ouvintes, a plataforma se destaca como excelente opção de exposição para as marcas.

A pesquisa exclusiva ‘A influência da publicidade digital no universo dos podcasts’ – realizada pelo IAB Brasil, associação que representa o mercado de publicidade digital no País, em parceria com a Offerwise, fornecedora global de consumer insights – apresenta dados sobre o comportamento dos internautas brasileiros em relação ao consumo da plataforma de áudio e uma visão inédita sobre como os anúncios são percebidos nestas ocasiões.

O estudo mostra que, em 2021, 76% dos entrevistados criaram hábitos e rotinas para a experiência de consumo de conteúdos em áudio – número que, em 2019, era de 40%, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência de mesma metodologia. As estatísticas mostram também que o volume de internautas que ainda não estão imersos na cultura passou de 32% naquele ano para apenas 10% em 2021.

O relatório indica o potencial da plataforma para as marcas que ainda não trabalham com esse formato de publicidade digital. “Aproximadamente 59% dos ouvintes se lembram de anúncios apresentados durante a programação em podcast, inclusive, mais da metade dos entrevistados afirmaram ter realizado alguma ação após serem impactados por anúncios neste meio. Essa é uma das vantagens da mídia em podcasts para os anunciantes: além de sua capacidade de oferecer conteúdo para diversos públicos e interesses, ela é capaz de atrair uma audiência altamente engajada e receptiva à publicidade”, ressalta Cris Camargo, CEO do IAB Brasil.

Dos 56% que disseram efetuar algum tipo de ação a partir de um anúncio em podcast, 37% quis saber mais sobre o produto e procurou na internet, 27% quis saber mais sobre o produto e acessou o site da marca, 18% passou a acompanhar a marca nas redes sociais e 10% efetuou uma compra. Ainda sobre anúncios publicitários, 45% dos entrevistados dizem gostar ou não se incomodar com anúncios em podcasts, enquanto apenas 18% relatam um incômodo ao ponto de atrapalhar suas experiências.

“À medida que os podcasts crescem em popularidade, a abertura para publicidade digital neste meio segue em progresso. 54% dos entrevistados afirmaram que o formato de publicidade mais interessante em um podcast é aquele que se integra ao conteúdo do programa. É uma maneira inovadora e confortável para a audiência de promover o seu negócio”, afirma Julio Calil, Diretor de Contas da Offerwise.

Se destacam também os podcasts produzidos e/ou patrocinados por marcas, que se consolidaram como a preferência de 40% dos ouvintes. Já os anúncios veiculados como pausas durante um podcast caem para 32% na predileção da audiência. Com o mundo cada vez mais ocupado, o formato se torna mais popular também pela facilidade de consumo durante a realização de diversas atividades ao mesmo tempo. Dados da pesquisa mostram ainda que 53% da audiência ouve podcast enquanto realiza tarefas do dia a dia, 48% antes de dormir, 30% enquanto se desloca e 26% ao acordar.

Detalhes técnicos da pesquisa
Metodologia: Pesquisa quantitativa. Questionário estruturado online, de auto aplicação.
Coleta de dados: Respondentes selecionados através de questionário filtro no painel Offerwise, com abrangência nacional.
Público-alvo: Participaram da pesquisa homens e mulheres, com 18 anos de idade ou mais, de todas as classes sociais e de todas as regiões do Brasil.
Amostra: 1.107 internautas brasileiros
Datas do campo: 10/09/2021 a 16/09/2021

Para conferir o estudo completo, acesse o link aqui.

Estudo aponta que brasileiro prefere compra on line na Black Friday

Black Friday: 62,96% dos brasileiros preferem compras online por medo do contágio da COVID-19, revela pesquisa da Conversion

Segundo o estudo, evento deve crescer 14,7% este ano no e mais da metade dos consumidores pretende comprar algum item de proteção ao novo coronavírus nesta edição

Segundo pesquisa da Conversion, agência de Search Engine Optimization (SEO), 62,96% dos consumidores brasileiros vão fazer compras somente pela internet nesta Black Friday pelo por medo do contágio da COVID-19 nos estabelecimentos físicos.

De acordo com o estudo , que entrevistou 400 brasileiros conectados à internet para saber quais são as expectativas do consumidor para a Black Friday 2021, a edição deste ano no Brasil promete ser o maior evento já registrado desde o lançamento da data comemorativa no País, com um crescimento na intenção de compra de 14,7% em relação à 2020.

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

“Estes dados mostram que, apesar da reabertura de algumas cidades já ter sido totalmente concluída, como São Paulo, por exemplo, a maior parte da população ainda possui algum receio com relação à pandemia”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

A pesquisa também avaliou o valor médio que os consumidores estão dispostos a gastar com compras na na Balck Friday de 2021. Mais da metade, 55,84% dos entrevistados afirmaram que pretendem adquirir produtos e serviços cujos preços variam entre R$ 500 e R$ 3 mil.

“Ainda que a maior parte deles (29,06%) chegue somente até R$ 1 mil, o valor pode ser considerado alto, um número que expõe uma gradual melhora na situação financeira da população economicamente ativa do País”, aponta Ivo.

Segundo o estudo, as compras para o Natal também lideram as intenções, e 86,04% dos consumidores assumiram usar a Black Friday para garantir os presentes de final de ano, tendo os mais presenteados os familiares próximos, com as maiores intenções de presentes indo para cônjuge (esposo e esposa) e filhos.

Celulares e eletrônicos lideram intenções de compra

Este ano, o item mais desejado pelos consumidores são os telefones celulares, com 66,67% das intenções de compra, seguidos pelos eletroeletrônicos em geral, com 60,68% das preferências, moda e acessórios (47,58%) e calçados (40,46%)

“Embora o ano de 2020 tenha sido um marco no comércio eletrônico, justamente pela crise sanitária e pelo o fechamento do comércio físico em diversas cidades do país, este ano, no entanto, podemos esperar um varejo virtual mais maduro, com as lições aprendidas no último ano. As atenções do consumidor agora se voltam às compras online por escolha própria, por mais segurança no digital e mais comodidade”, explica o CEO da Conversion.

Segundo o executivo, o medo de fraudes nesta Black Friday diminui em relação ao ano passado, mas a segurança ainda é fator determinante. “Quando perguntados sobre o medo de fraudes, 80,63% dos consumidores afirmaram possuir algum”, revela.

Estudo completo sobre a Black Friday 2021 aqui

Fonte: TOTUM Comunicação – Thiago Nassa

O poder transformador do Brand Health para o ecossistema de relacionamento da marca

*Por Anderson Passos

“Na Vedacit, priorizamos o estudo de mercado como peça fundamental de marketing para desenhar novas estratégias e comportamentos associativos”

Decisões estratégicas devem ser tomadas a partir de avaliações criteriosas. Na área de marketing, muitas vezes, os índices são projetados de forma subjetiva e este é um grande erro. Ainda mais quando se trata de trabalhar a marca, seu posicionamento, valor, potencial e sua representatividade, ou seja, o “Brand Equity”, mesmo compreendendo suas características inerentes a um ativo inatingível.

É justamente nessa convergência que entra a importância dos estudos científicos, pesquisas de mercado, que devem ser utilizados para obter conhecimentos aprofundados sobre cenários adjacentes entre stakeholders, tomadas de decisões e identificação de oportunidades e diminuição de riscos. Algumas técnicas poderosas para essas ações podem ser efetivas com o auxílio de uma estruturação de “Brand Health”.

Esse é um processo que utiliza ferramentas de marketing com a orientação de dados para compreender como a marca se relaciona com seus públicos estratégicos e como está posicionada diante da concorrência. Além disso, traz um panorama sobre o impacto dos propósitos de atuação do negócio e sua imagem frente à toda cadeia de relacionamento.

Atributos de satisfação também são avaliados e considerados como indicadores fundamentais de associação da marca com sua grade de valoração. E por que essa análise é tão imprescindível às marcas? Será que o investimento em pesquisa é realmente válido?

O mundo mudou e as relações de consumo estão cada vez mais focadas na identificação direta com um produto ou serviço. Ainda mais em um cenário pandêmico, no qual fomos obrigados a repensar nossos valores, somos também convidados a ter novas atitudes e posicionamentos.

Um recente estudo publicado pelo “The Boston Consulting Group – BCG”, instituição de reconhecimento global em pesquisa, destacou o quanto o consumidor indica intenção de priorizar produtos de maior valor – seja em categorias mais caras ou marcas premium – em vez de aumentar seus gastos ampliando apenas volume de compra. A pesquisa aponta ainda que o brasileiro está procurando produtos que sejam saudáveis, que apresentem melhores resultados e tenham qualidade superior ao de concorrentes e esse comportamento não deve mudar nos próximos anos.

Veja a fonte aqui.

Deixo aqui a provocação sobre como as marcas estão desenhando suas estratégias e o quanto investem em pesquisas para compreender como está o relacionamento com os stakeholders.

Algumas empresas simplesmente definem suas prioridades para a conclusão de metas pontuais. Essas empresas podem até criar propósitos, mas são muitas vezes vazios e desconectados com seus públicos. Aliás, seus valores são meramente discursos que soam bem, mas não representam de fato os atributos de seus produtos e serviços.

Por outro lado, empresas que enxergam que precisam entregar soluções completas, selecionam de forma cuidadosa seus critérios e incluem esses aspectos no dia a dia com todos os agentes de relacionamento, desde o público interno até o externo. Essas marcas que usam valores centrais como padrões de relacionamento são aquelas que mantém os avanços na direção certa.

A conexão entre a marca e o consumidor deve existir como um elo de confiança. E para que isso aconteça, seus zeladores precisam compreender o percurso de sua individualidade na cadeia de relacionamento. É um convite ao reconhecimento da “alma da marca”. Gosto sempre de lembrar o pensamento de William Lyons, que ergueu uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a Jaguar. Para Lyons, uma marca é sinônimo de estilo, performance e compromisso total com a qualidade.

E aí? Como está seu “Brand Health”?

* Anderson Passos é gerente de Marketing e Relacionamento com o Cliente na Vedacit, líder no mercado de impermeabilização. Formado em Comunicação Social na PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica), com MBA em Marketing com módulo internacional na FGV-Campinas (Fundação Getúlio Vargas) e Babson College em Boston (EUA) e aluno especial de mestrado em Semi-ótica e Rituais de Consumo em Marketing na USP (Universidade de São Paulo). Possui 21 anos de experiência em Comunicação Corporativa, Marketing Institucional, Relacionamento com a Imprensa, Eventos, SAC e Assistência Técnica, com atuação em empresas de grande porte multinacionais e nacionais.

APP Vale do Paraíba lança o Podbrifar, seu programa de podcast

Novo canal de podcast é voltado para o mercado publicitário regional. Tema de estreia aborda dados e comunicação

A APP Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, estreia nesta segunda-feira, dia 25/10, o seu canal de podcast. O conteúdo foi batizado de Podbrifar, nome surgido de um brainstorm entre os membros da diretoria da Associação na região e sugerido pelo diretor Raffael Cavalheiro.

Com a proposta de periodicidade quinzenal, o Podbrifar vai trazer temas que possam contribuir para a formação e atualização dos profissionais da região e, deste modo, impulsionar o mercado publicitário. Também pretende dar espaço aos profissionais que atuam no Vale do Paraíba.

No primeiro episódio, o tema é “DADOS E COMUNICAÇÃO – ESSA MISTURA DÁ CERTO?” com os convidados Natália Karalkovas Simões, analista de dados ou data Science na Nexxys, e Kaique Oliveira, fundador do Digital Data Lab, especialista de marketing na Mobly e membro do Examanas. O episódio será mediado por Josué Brazil e Arison Sonagere, membros da diretoria da APP Vale.

O novo formato de conteúdo se junta às lives mensais que a APP Vale já realiza e amplia o portfólio de conteúdos que a regional vem realizando desde o início do ano. A primeira temporada do Podbrifar conta com a parceria do Laboratório de Áudio do Departamento de Comunicação Social da Unitau. A ideia é que cada temporada seja produzida em parceria com uma instituição de ensino da região.

A identidade visual do podcast foi desenvolvida pela equipe de estagiários da ACOM, Central de Comunicação da Universidade de Taubaté (Unitau). O trabalho foi coordenado por Karina Dias, que dirige a ACOM e é diretora da APP Vale.

O conteúdo estará disponível no Spotify e no Deezer.

Fonte: Assessoria de Imprensa APP Brasil