Como transformar um cliente pequeno em uma conta recorrente

Foto de Kampus Production

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

No imaginário de muitas agências e profissionais de marketing, clientes pequenos costumam ocupar um lugar ambíguo: são importantes para o fluxo imediato, mas raramente vistos como estratégicos. Esse é um erro clássico. Na prática, é justamente nesse território que se constrói previsibilidade de receita e crescimento sustentável. Afinal, segundo a IBM, até 80% do valor gerado por empresas em crescimento vem da base de clientes já existente . Ou seja, transformar um cliente pontual em recorrente não é apenas desejável — é um dos movimentos mais inteligentes do ponto de vista de negócio.

O primeiro passo dessa transformação passa por uma mudança de mentalidade: deixar de vender entregas e passar a vender evolução. Clientes pequenos, em geral, compram soluções pontuais porque ainda não enxergam o todo — seja por limitação de orçamento, maturidade ou visão estratégica. Cabe ao profissional atuar como consultor, ajudando a ampliar essa percepção. Isso exige repertório, mas principalmente escuta ativa. Entender profundamente dores, objetivos e contexto permite construir propostas progressivas, que evoluem junto com o cliente e não o assustam com escopos irreais.

A partir daí, entra um fator decisivo: consistência de valor. Um cliente só se torna recorrente quando percebe claramente que o investimento gera retorno — seja em vendas, posicionamento ou eficiência. E aqui não há atalhos. Entregas bem executadas, comunicação transparente e capacidade de traduzir resultados são fundamentais. Clientes satisfeitos tendem a comprar novamente e por mais tempo, além de se tornarem promotores da marca . Mais do que isso: dados indicam que clientes recorrentes podem gastar até 67% mais do que novos compradores .

Outro ponto crucial é estruturar o pós-venda como estratégia — não como formalidade. A maioria das relações comerciais se perde justamente após a entrega inicial. Follow-ups inteligentes, relatórios interpretativos (não apenas descritivos) e sugestões de próximos passos transformam o fim de um job no início de um novo ciclo. A retenção, nesse sentido, não acontece por acaso: ela é construída ativamente ao longo da jornada. Como aponta a Amazon Ads, retenção é, essencialmente, a capacidade de gerar lealdade e recorrência a partir da experiência do cliente .

Personalização também desempenha um papel determinante. Clientes pequenos não querem — e não devem — ser tratados como “miniaturas” de grandes contas. Eles esperam atenção proporcional à relevância que têm no seu próprio negócio. Estratégias baseadas em dados, histórico de interação e necessidades específicas aumentam significativamente a percepção de valor. Inclusive, cerca de 59% dos consumidores esperam interações personalizadas com base em seus dados . Em outras palavras: personalizar não é diferencial, é requisito.

Há ainda uma dimensão pouco explorada, mas extremamente poderosa: a construção de dependência estratégica. Isso não significa aprisionar o cliente, mas integrar sua atuação ao funcionamento do negócio dele. Quando sua entrega deixa de ser pontual e passa a impactar processos, decisões e resultados contínuos, você deixa de ser fornecedor e se torna parceiro. E parceiros não são facilmente substituídos. Esse é o ponto em que o contrato deixa de ser uma formalidade e passa a ser consequência.

Retenção é vantagem financeira

Por fim, vale lembrar que retenção é também uma equação financeira. Reter clientes pode custar até cinco vezes menos do que adquirir novos, além de aumentar significativamente a lucratividade . Em um mercado cada vez mais competitivo, transformar pequenos clientes em contas recorrentes não é apenas uma tática comercial — é uma estratégia de sobrevivência e crescimento. No fim das contas, grandes contas raramente começam grandes. Elas são construídas, relacionamento a relacionamento, entrega a entrega.

Por que o trabalho criativo nos deixa exaustos antes mesmo de começarmos a criar?

Por Matt Rouif*

Visto de fora, o trabalho criativo ainda é frequentemente associado à liberdade, ao fluxo de ideias e a rotinas flexíveis, com espaço para experimentação. No entanto, o que vejo na prática, ao trabalhar com designers, profissionais de marketing e equipes criativas, é bem diferente. A maior parte do tempo não é dedicada à criação, mas à gestão do processo que sustenta a criação.

Essa gestão envolve arquivos, versões, feedback, pequenos ajustes técnicos, alterações de última hora e validações intermináveis. Nada disso é particularmente complexo, mas tudo requer atenção constante, tomada de decisões e mudanças de contexto. É esse acúmulo que causa o cansaço.

Com o tempo, a soma dessas pequenas decisões cria um ruído mental permanente. A energia criativa não desaparece porque as pessoas deixam de se importar ou perdem o talento, mas porque a capacidade mental é consumida por tudo o que acontece em torno do ato criativo.

Quando esse esforço se prolonga, o pensamento tende a perder profundidade. As decisões tornam-se mais reativas e imediatas, não por falta de cuidado, mas como uma forma natural de lidar com a sobrecarga. O mais delicado é que esse desgaste raramente é percebido conscientemente. As pessoas continuam a produzir, entregar e decidir, sem perceber que a fadiga já está afetando a qualidade de seu raciocínio.

É nesse contexto que a inteligência artificial começa a fazer sentido além de ser uma ferramenta para a eficiência, mas também como uma possível aliada na redução da carga mental.

No entanto, apesar do avanço da IA na vida profissional cotidiana, em grande parte do tempo ela ainda é consumida por tarefas repetitivas e operacionais. Muitos profissionais já utilizam a inteligência artificial intencionalmente, mas continuam presos a ajustes, padronizações e retrabalhos, o que ajuda a explicar por que a fadiga persiste.

Uma pesquisa global realizada pela Universidade de Melbourne em parceria com a KPMG, envolvendo mais de 48 mil profissionais em dezenas de países, indica que cerca de 58% das pessoas já utilizam inteligência artificial no trabalho, sem que isso tenha eliminado a sobrecarga de atividades operacionais.

Em média, os profissionais passam cerca de 2,6 horas por dia lidando com ajustes, formatação, padronização e retrabalho. Esse volume afeta tanto a produtividade quanto os níveis de estresse e exaustão emocional. As organizações que adotaram a automação de forma mais estruturada relataram reduções de até 25% na exaustão emocional e avanços na identificação precoce de sinais de esgotamento.

No trabalho criativo, esse impacto se torna ainda mais concreto quando a IA assume ajustes repetitivos, variações visuais ou correções técnicas. Não se trata apenas de acelerar processos, mas de remover dezenas de microdecisões do dia a dia, o que libera espaço mental, clareza e energia para decisões que realmente exigem pensamento estratégico e sensibilidade humana.

Ao mesmo tempo, o uso da tecnologia também revela suas limitações. Quando a tecnologia é usada sem critérios claros, sempre conectada e acelerando o ritmo do trabalho, ela pode acabar reforçando a fadiga em vez de aliviá-la.

Esse paradoxo aparece em uma pesquisa da Quantum Workplace, que indica níveis mais altos de exaustão entre profissionais que usam inteligência artificial com muita frequência. Os dados ajudam a nos lembrar que a IA por si só não resolve o problema do esgotamento. Sem mudanças na forma como o trabalho é organizado, ela apenas transfere a pressão.

Esse ponto muda o foco da discussão, já que o desafio não é simplesmente adotar mais tecnologia, mas sim projetar melhor o trabalho. Para que a inteligência artificial contribua verdadeiramente para o bem-estar, ela precisa ser usada com intenção, limites claros e alinhamento com a cultura da organização. Sem isso, a pressão apenas muda de lugar, em vez de diminuir.

Cuidar da saúde mental no trabalho criativo envolve reconhecer sinais de fadiga, planejar o tempo de forma mais realista e distribuir as demandas considerando não apenas a produtividade, mas também o descanso e a vida pessoal. No contexto do trabalho remoto, isso inclui estabelecer horários claros e reduzir a sensação de disponibilidade permanente.

Usada com responsabilidade, a inteligência artificial pode apoiar esse processo, simplificando fluxos de trabalho, redistribuindo cargas de trabalho e reduzindo o volume de decisões operacionais. O segredo é evitar que ela se torne apenas mais uma ferramenta para aceleração contínua. Na minha opinião, o verdadeiro valor dessas ferramentas está no que elas removem de nossa carga cognitiva, não no quão mais rápido elas nos levam a produzir.

Talvez seja hora de repensar os modelos de produtividade baseados exclusivamente em volume e velocidade. Nas esferas criativas, onde o pensamento é o principal ativo, proteger o espaço mental daqueles que criam se torna uma decisão estratégica.

Em última análise, a verdadeira inovação pode não estar em produzir mais, mas em criar melhor, com menos peso na mente e mais espaço para as decisões que realmente importam.

*Matt Rouif é co-fundador e CEO da Photoroom.

Marketing e ESG: a relação certeira para alinhar lucro, propósito e impacto positivo

Administrador e Doutor em Ciência Florestal, Ricardo Ribeiro Alves reforça a importância de unir comunicação empresarial e práticas sustentáveis em novo livro

Referência nacional em pesquisa e estudo das práticas de governança ambiental, social e corporativa, o administrador, professor e doutor em Ciência Florestal Ricardo Ribeiro Alves lança, pela editora Alta Books, o livro ESG Marketing.

Na obra, o autor explora a intersecção entre as estratégias de marketing e os princípios ESG, sigla em inglês para “Environmental, Social and Governance” (Ambiental, Social e Governança, também chamada de ASG no Brasil).

Para facilitar a compreensão, Ricardo utiliza uma metáfora simples: se o marketing é a ferramenta para criar e vender produtos, o ESG funciona como um “semáforo”, estabelecendo limites que controlam o “fluxo” das atividades empresariais e evitam “acidentes”.

Esses limites abrangem desde a procedência da matéria-prima e os impactos ambientais negativos gerados na produção, até as transformações sociais que exigem atenção à diversidade, inclusão, respeito, códigos de conduta e igualdade, além da transparência, prestação de contas e compliance na governança.

O especialista destaca que as mudanças climáticas e as profundas transformações sociais presenciadas em anos recentes exigem posturas mais comprometidas das empresas. Segundo ele, é preciso repensar as organizações e, consequentemente, as estratégias de marketing, desde a oferta de produtos e serviços até as estratégias de preço, promoção e distribuição.

Ao explorar a transição do “capitalismo shareholder”, que visava apenas atender aos interesses dos proprietários, para o “capitalismo stakeholder”, Ricardo explica que agora os negócios concentram-se nos anseios de fornecedores, colaboradores, clientes, governos, imprensa e organizações não governamentais. Essa mudança, conforme Alves, é impulsionada pelo reconhecimento de que os recursos do planeta são finitos.

Para se adaptar, o marketing foi desdobrado em vertentes como marketing ambiental, marketing social, marketing de causas, marketing de relacionamento e marketing digital. A incorporação dos princípios ESG intensificou essa transformação, tornando a sustentabilidade parte central das estratégias financeiras das empresas.

Ao longo das páginas, Ricardo explica como as três dimensões do ESG se conectam às atividades corporativas. A Dimensão E (Ambiental) está ligada à busca e uso de matérias-primas e à produção; a Dimensão S (Social) é voltada à gestão ética da força de trabalho e da comunidade em torno do negócio; e a Dimensão G (Governança) preza por processos e controles transparentes, responsáveis e alinhados a diretrizes legais.

Quando o marketing está alinhado ao ESG, afirma o autor, ele se torna uma poderosa ferramenta de posicionamento, capaz de atrair consumidores e investidores conscientes, além de gerar crescimento, reduzir custos, aumentar produtividade e ampliar o acesso a apoios governamentais e subsídios.

A obra também aborda as críticas e ataques ao ESG, motivados especialmente pela recente polarização política. Contudo, o autor reforça que essa não é uma moda passageira. Impulsionadas por metas globais, pela pressão do mercado e pela urgência da crise climática e de biodiversidade, as práticas de governança sustentáveis representam uma transição para uma nova economia de baixo carbono, circular, inclusiva e regenerativa.

ESG Marketing é uma leitura indispensável para administradores, profissionais de marketing, empreendedores, estudantes e qualquer pessoa interessada em entender como criar um futuro mais responsável e próspero. Ricardo Ribeiro Alves mostra que o marketing é a ferramenta certa para estimular uma cultura de propósito positivo: as organizações podem gerar lucro ao atender as necessidades das pessoas e do planeta, mas sem criar novos problemas.

Ficha técnica

Título: ESG Marketing – Marketing como ferramenta e ESG como controle
Autor: Ricardo Ribeiro Alves
Editora: Editora Alta Books
ISBN: 978-8550826424
Páginas: 256
Preço: 65,90
Onde encontrar: Amazon

Sobre o autor

Ricardo Ribeiro Alves é administrador, mestre e doutor em Ciência Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com pós-doutorado em Marketing Ambiental pela Universidad de Zaragoza, Espanha. Professor da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Rio Grande do Sul. Atua na área de sustentabilidade empresarial com foco em pesquisas relacionadas a marketing ambiental, consumo consciente, ESG, logística reversa, marcas e selos verdes, certificação de gestão ambiental, certificação florestal, mercado verde, comportamento do consumidor, gestão de pessoas, estratégia e vantagem competitiva para produtos ambientalmente responsáveis. Obteve o 1º lugar nacional do Prêmio “Belmiro Siqueira” (modalidade Artigo Profissional), do Conselho Federal de Administração (CFA), com o artigo intitulado “A gestão ambiental na formação do administrador”. É autor dos livros “A Força do ESG” (Editora Alta Books) e “ESG: O presente e o futuro das empresas” (Editora Vozes), e de outras obras publicadas por editoras como Elsevier, Grupo Gen-Atlas, Manole e UFV.

APP Brasil promove curso “IA Criativa e Estratégica” para capacitar o mercado na aplicação inovadora e ética da inteligência artificial

APP Brasil promove curso “IA Criativa e Estratégica”, com carga horária total de 8 horas, dividida em quatro encontros online e interativos – Crédito: Divulgação

Curso online acontece em agosto, com quatro módulos; Especialistas como Marcelo Pimenta, Flávio Medeiros, Larissa Pigão e Leonardo Cunha abordarão criação, escrita, legislação e ferramentas práticas para o uso da IA no dia a dia das agências

A APP Brasil (Associação de Profissionais de Propaganda) promove, em agosto, o curso “IA Criativa e Estratégica para Publicitários”, voltado para capacitar profissionais do mercado de comunicação no uso ético, estratégico e produtivo da inteligência artificial. Com carga horária total de 8 horas, dividida em quatro encontros online e interativos (nos dias 5, 12, 19 e 26 de agosto, das 8h30 às 10h30), o curso terá certificação e reunirá nomes de referência em criatividade, inovação, direito digital e inteligência artificial.

Link para inscrições

Destinado a publicitários de criação, mídia, atendimento e planejamento, profissionais de marketing, conteúdo e BI, além de coordenadores e professores das áreas de Comunicação e Design, o curso também está aberto a interessados em atualizar suas habilidades no uso de IA. O valor é de R$550,00 (com opção de parcelamento), sendo oferecido um desconto de 20% para associados da APP.

A proposta é apresentar um panorama prático e crítico do uso da IA no ambiente das agências, com foco na criatividade, na segurança jurídica e nas boas práticas profissionais.

“Mais do que acompanhar uma tendência, este curso é um chamado à atualização consciente. A inteligência artificial já está transformando o dia a dia das agências e queremos preparar os profissionais para liderarem esse processo com criatividade, responsabilidade e visão estratégica”, afirma Afonso Abelhão, presidente da APP Brasil.

Afonso Abelhão, presidente da APP Brasil e Luiz Carlos Corrêa, vice-presidente de Educação e Desenvolvimento Profissional da associação – Crédito: Alê Oliveira

O curso também é uma resposta direta a necessidades urgentes do setor, como aponta Luiz Carlos Corrêa, vice-presidente de Educação e Desenvolvimento Profissional da entidade: “Queremos preencher uma lacuna urgente: capacitar os profissionais a utilizarem a IA de forma criativa, estratégica e segura, ampliando a produtividade, a inovação e a responsabilidade no uso das ferramentas.”

Segundo ele, a curadoria dos conteúdos foi pensada para refletir as competências mais exigidas no cenário atual da comunicação. “Junto com a nossa diretora, Lúcia Faria, estruturamos o curso a partir de quatro eixos: criação, escrita criativa, legislação vigente e prática funcional. O kit IA que apresentaremos sintetiza esse percurso, tornando o aprendizado aplicável ao dia a dia das agências”, explica Luiz Carlos.

A ideia do curso surgiu a partir de um debate sobre as implicações legais e éticas no uso da inteligência artificial. A partir disso, a APP desenvolveu uma abordagem prática, com foco em responsabilidade e visão crítica. Mais do que ensinar ferramentas, o curso propõe reflexões sobre o uso consciente e ético da IA.

O conteúdo também se debruça sobre o impacto da IA nas rotinas das agências e no papel dos profissionais de criação. “A transformação já começou. A IA não substitui o criativo, mas potencializa seu trabalho. Quando usada com foco, ela se torna uma aliada estratégica para impulsionar ideias, decisões e entregas”, finaliza Luiz Carlos.

1º Curso “IA Criativa e Estratégica para Publicitários” – APP Brasil
Datas: 5, 12, 19 e 26 de agosto de 2025
Horário: 8h30 às 10h30
Formato: Online e interativo
Valor: R$ 550,00 (a vista ou parcelado em 4 vezes e R$ 440,00 para associados APP)
Mais informações e inscrição: https://www.sympla.com.br/evento-online/curso-ia-criativa-e-estrategica-para-publicitarios-por-app-brasil/3032875

PROGRAMAÇÃO

Módulo 1 – Redefinindo Criação, Mídia e Dados com Inteligência Artificial
Data: 5 de agosto

Especialista: Marcelo Pimenta

Tema: Como a IA está transformando a criatividade, a entrega de mídia e a análise de dados. Aborda a mudança de mindset e apresenta ferramentas e casos reais.

Módulo 2 – O domínio da nova escrita criativa com IA
Data: 12 de agosto

Especialista: Flávio Medeiros

Tema: Estratégias de coautoria com IA, adaptação de linguagem, storytelling, copy e brainstormings em fluxo com modelos de linguagem.

Módulo 3 – Aspectos legais do uso de IA em Comunicação
Data: 19 de agosto

Especialista: Larissa Pigão

Tema: Riscos jurídicos, LGPD, direitos de imagem, deepfakes, e boas práticas legais no uso de ferramentas generativas.

Módulo 4 – O kit criativo da publicidade com IA
Data: 26 de agosto

Especialista: Leonardo Cunha

Tema: Ferramentas práticas de IA (texto, imagem, vídeo, dados), com demonstrações aplicadas ao contexto de agência e orientação para montar um kit funcional e produtivo.

Fonte: Agência ERA®