Estratégia de imagem adotada por Juliette é o segredo do sucesso, alega especialista em marketing Carol Guimarães

A especialista aponta que marca pessoal e direcionamento de imagem foram essenciais para a construção da narrativa da paraibana dentro e fora do reality

O reality show mais popular do país caminha para encerrar os mais de 100 dias de confinamento do Big dos Bigs — a edição mais longa do Big Brother Brasil já realizada. Marcada por grandes rejeições, como o histórico 99,17% da rapper Karol Conká, o programa também foi palco do surgimento de um fenômeno: Juliette Freire. Além do carisma, assim como a narrativa pela qual o programa seguiu, não há como negar que o trabalho nas redes sociais da paraibana foram fundamentais para consolidar o favoritismo.

Juliette Freire

Com formação em publicidade e propaganda, especializada em marketing e comunicação visual, além de consultora de imagem, Carol Guimarães analisa que todo reality se vale da construção de uma história, onde existem personagens fundamentais para a trama, daí os vilões, os mocinhos, os coadjuvantes e os que ficam de lado, as chamadas plantas.

“Há algumas edições, a internet não era um fator tão decisivo na construção dessas narrativas, que ficavam restritas à uma pequena parcela da audiência que assinava o pay per view, mas principalmente à Rede Globo, que é responsável pela edição e exibição do programa. Com o crescimento das redes, o posicionamento midiático se tornou fundamental para ir bem no jogo. Como exemplo temos Manu Gavassi na edição passada, que usou de uma narrativa criativa pré-estabelecida, e agora a maquiadora Juliette, que se vale dos artifícios de marca pessoal para cativar o público”, explica.

Segundo Carol Guimarães, foi realizada uma estratégia de posicionamento de imagem para construir o quebra-cabeça do personagem Juliette, que não deixa de ser uma peça na história contada pela edição 2021. “Os administradores das redes sociais usaram, por exemplo, diversos momentos engraçados, sensíveis e de acolhimento dela para construir uma imagem popular e carismática, que foi apresentada através de pequenas tiras em formato de postagens nas redes, montando um quebra-cabeça sobre quem é Juliette”, analisa a especialista.

A equipe da paraibana também se utilizou fortemente do fator identificação e causas, ao retratar com afinco questões como xenofobia e psicofobia, que causaram nos internautas o sentimento de empatia. “Juliette, logo no começo do programa, brigou com Karol Conká, que sempre se referia a ela como uma pessoa com problemas mentais e psicologicamente instável. Em outros pontos, era a origem da participante e seu modo de falar que geraram incômodo nos integrantes da casa. Nesse caso, a equipe dele se aproveitou para lançar vários conteúdos nas redes, como forma de aproximação e entendimento, um exemplo é uma série que existe em seu Instagram chamada dicionário juliettês”, analisa.

A especialista destaca que apesar de outras pessoas também terem sofrido preconceitos dentro da casa, Juliette foi a que melhor soube utilizar disso para branding marketing. “Temos o caso da participante Thaís, que foi colocada como uma pessoa burra e lerda devido aos seus problemas em se expressar. Ninguém problematizou isso, ou se utilizou disso para falar de maneira assertiva sobre introspecção ou glossofobia, que é o medo de falar em público”.

“Essa imagem foi muito bem trabalhada pelas páginas de fofoca, que diariamente soltavam postagens sobre como a Juliette é uma pessoa boa, que de fato é, mas é preciso enxergar a maximização disso. Podemos observar que foi feito o inverso com a Viih Tube, onde as mesmas páginas que vinham mostrando uma imagem positiva da Juliette se atentaram a assuntos para o lado negativo, como na questão da falta de banho, onde ela fica com uma imagem de pessoa suja. Ou com relação a puxação de saco dela com os líderes, passando a ideia de falsa. A questão é, todo mundo tem aspectos positivos e negativos, mas um lado é mais enfatizado que outro a depender de quem seja”, finaliza.

Sem esse tipo de posicionamento de imagem, é pouco provável que advogada tivesse crescido tanto em número de seguidores. Além disso, o trabalho com relação à marca pessoal Juliette conquistou uma base sólida de fãs, que se enxergam na participante. “A característica dessa torcida também foi moldada pelo trabalho dos administradores. São pessoas altamente engajadas e que passam a atuar como grandes divulgadores e captadores de seguidores, uma propaganda boca a boca”, pontua Carol Guimarães.

Para a especialista, a estratégia de Juliette está bem consolidada e provavelmente será adotada no pós-reality também. “Na minha visão está tudo planejado, há marcas com contratos engatilhados. Não há como negar que Juliette vende”, diz ela que pontua que esse pode ter sido um dos motivos que está fazendo a emissora rever como os administradores usam a imagem dos participantes nas redes, visto que em alguns casos eles se tornaram maiores que o programa em si.

Fonte: Bueno Imprensa e Comunicação

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Startup apresenta criação de funil de vendas em 4 etapas

Intuitiva, “G Speed” é a nova aposta da G Digital para auxiliar empreendedores no planejamento, funil de vendas, divulgação e otimização de landing pages

Entender e visualizar a jornada de compra do cliente pode ser uma tarefa complexa para pequenos e médios empresários. Como forma de facilitar este processo, a G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, acaba de lançar o G Speed. Recurso que permite que o empreendedor crie um funil de vendas completo em quatro etapas.

O G Speed é uma ferramenta de criação de landing pages – página de conversão do visitante em leads e pode ser usada em sites. A partir da integração com a ferramenta, as empresas podem determinar quais informações gostariam de captar, como por exemplo, ativar uma automação por e-mail, de forma que essa interação crie um relacionamento e aumente as possibilidades do visitante se tornar um lead.

Para Rafael Wisch, CEO da G Digital, o diferencial está na simplicidade do uso e no tempo de duração do processo. “Criamos uma ferramenta acessível. Sabemos que para o empreendedor, o tempo é valioso. Em apenas cinco minutos, o G Speed proporciona um funil de vendas completo”.

Rafael Wisch, CEO da G Digital

A ferramenta pretende reduzir a curva de aprendizado, que muitas vezes leva à desistência em utilizar algum produto. Desse modo, o G Speed apresenta um processo fluido para o usuário, como em um passo-a-passo, diminuindo as chances de erros em todo o processo. “O empreendedor não precisa ter muito conhecimento. Quando ele inicia um processo de criar um funil no Speed, um outro funil automático é criado do outro lado”, explica o CEO.

Funil de vendas nas campanhas de marketing

Segundo a G Digital, pequenos e médios empreendedores buscam constantemente crescer, para isso, precisam de informações e estratégias que possam ajudar o seu negócio e contar com a ajuda de ferramentas no ambiente digital é essencial nesse processo. Para Wisch, a sobrecarga de informação pode acabar deixando o empresário confuso, não sabendo por onde começar ou qual estratégia utilizar em suas campanhas.

“O primeiro passo para começar uma campanha é o planejamento. De maneira resumida, um bom funil é composto de 4 passos: planejamento, funil, divulgação e otimização. O empreendedor estrutura, executa, testa, coleta indicadores e melhora. Essa é a estrutura básica de uma boa campanha de performance. O GSpeed pode otimizar esse processo e toda informação permanece integrada à plataforma. Desta maneira, o empreendedor pode ter acesso ao seu funil ”, finaliza Rafael.

Fonte: Contatto – Laura Imene

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Curso on line de brief criativo 

Pensando em como deixar seu brief criativo ainda melhor? Tem curso novo na área.

O brief criativo, por essência, é (ou deveria ser) muito mais do que um “template”. Ele deve carregar uma ideia, uma solução (mesmo que parcial) para um problema.

O objetivo do curso é discutir os principais desafios na concepção do pensamento estratégico e na estrutura de um brief criativo de comunicação.

O curso discutirá os fundamentos de um brief criativo, as habilidades necessárias e exercitar como escrever um brief realmente criativo e interessante.

PRINCIPAIS PONTOS DE DISCUSSÃO:
– Desafios do pensamento estratégico
– A importância e papel do brief
– Pontos importantes ao escrever um brief
– Exercício reverso de essência do brief
– Definição de problema
– Estrutura de brief
– Co-criando um brief criativo
– Feedback a discussão.

Com quem?
Caio Del Manto. Com 19 anos de experiência em estratégia, já passou por agências como CP+B, Leo Burnett, Ogilvy, Lola Madrid, Fallon Londres e JWT no Brasil.

Quando?
Dia 18/05/2021, das 19h às 22

Onde?
Evento Online via Google Meet

Quanto?
Valor para “associados ao GP”: R$99,00
Valor para “Inscrição Avulsa (sem associação)”: R$199,00
Valor para “Combo Associação + Inscrição”: R$299,00

Como faço para me inscrever?
Basta clicar neste link

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Entenda os eventos híbridos

Afinal, o que são e como devem ser planejados os eventos híbridos?

As incertezas do setor de eventos não se resumem em entender os novos modelos de negócios e sim, em aplicar novas competências e habilidades junto aos organizadores de eventos os transformando em gestores de comunidade.

Enquanto uns usam o termo “novo normal”, acreditando em mudanças significativas na maneira de conduzir as relações humanas, outros apenas questionam a retomada das atividades como elas sempre foram. E entre um e outro, o futuro dos eventos presenciais segue incerto e a curiosidade e o interesse sobre eles, só aumenta.

“Ouso dizer que os planejadores de eventos já passaram pelos cinco estágios definidos na psicologia: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. E depois de 13 meses, acredito que a maioria deles esteja na última fase, aceitando que estamos em um novo momento e que as mudanças seguirão cada vez mais intensas e inevitáveis. Antes, nós saíamos de casa para um evento presencial, mesmo que em outra cidade, investindo em acomodação, transporte e alimentação porque estávamos acostumados com essa dinâmica, mas agora que fazemos quase tudo da nossa casa, interagimos com colegas de trabalho, fechamos negócios e até brindamos as boas novas, de maneira remota, é fundamental entender que a dinâmica do setor de eventos se alterou de forma definitiva, e os organizadores de eventos tradicionais que não entenderem essa nova dinâmica vão desaparecer” – aponta P.O de Almeida, Managing Director da Live Marketing Consultoria.

Com isso, fica evidente que as pessoas só aceitarão estar fisicamente em algum lugar que lhe ofereça um diferencial, que seja excepcionalmente interessante, uma vez que aprendemos que é possível fazer quase tudo da sala da sua casa, a questão da relevância para as atividades presenciais ficou ainda mais importante. Com isso, o termo híbrido passou a ser usado para caracterizar essa nova estrutura que mistura presencial e remoto, fazendo alusão ao termo na biologia (cruzamento genético entre duas espécies vegetais ou animais distintos), mas a terminologia ainda causa dúvidas em muitos setores. Pelo menos, foi o que apontou uma pesquisa realizada pela Swapcard (uma plataforma para eventos virtuais e híbridos, movidos por inteligência artificial) com 364 profissionais de eventos de vários países, em abril de 2021, onde um pouco mais de 30% dos entrevistados declaram não ter uma ideia clara do que realmente é um evento híbrido, no que tange: valor, desafios, etapas para a definição, realização e estrutura desse modelo.

Os números reforçam o quanto é preciso alinhamento e união do setor. Perguntas não faltam e seguem entre: Quais são as tecnologias disponíveis? Como definir se o evento será presencial ou remoto? Como juntar os dois formatos em uma mesma situação? Quem é o público mais importante, afinal: eles são diferentes? O que agrada o visitante presencial? o que será preciso oferecer para o participante remoto? Como definir valores (tanto para empresas, quanto para patrocinadores e público), o que precisa ser levado em conta? De acordo com P.O, consultor com mais de 30 anos no entretenimento ao vivo (B2C) e em eventos corporativos com foco na geração de negócios (B2B), a resposta é certa: “aqueles que estiverem a frente dos eventos, precisam atuar de maneira estratégica, entendendo perfeitamente como a aquela comunidade age, quais são as suas necessidades e desejos, depois disso, explorar o tema de maneiras diversas usando a tecnologia como aliada, independente do modelo e formato escolhido, o futuro dos eventos agora é omnichannel” – pontua.

E nesta nova era híbrida, mais do que espelhar o evento físico para o digital, os gestores de comunidades, deverão estar imersos no tema de maneira criativa e inovadora para atrair, reter e engajar a sua comunidade. Deverão estar cientes de que precisarão remodelar os KPIs, ajustar a maneira de calcular o ROI pois as atividades exclusivamente digitais que foram experimentadas pelas empresas e marcas durante a pandemia, podem até apresentar um retorno mais quantificável, mas o fator humano das experiências presenciais e o uso dos cinco sentidos não entraram neste cálculo do ROI, e pensar que: “apesar da flexibilidade oferecida hoje aos organizadores de eventos pela tecnologia existente somos seres sociais, gregários e colaborativos e a imersão física favorece os nossos aprendizados e ajuda a criar confiança nos relacionamentos” – reforça P.O. Almeida. Por fim, o consultor destaca “os eventos virtuais foram um remédio durante a pandemia, mas a partir de agora os eventos híbridos serão como uma vitamina ao setor”.

P.O. Almeida, também conhecido como Paulo Octavio Pereira de Almeida é Managing Director da Live Marketing Consultoria

Fonte: Publikaí – Julia Vitorazzo

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4 dicas para marcas e influenciadores criarem negócios juntos

Apostar em influenciadores nichados com o setor de atuação das empresas tem sido alternativa para marcas que querem se relacionar com seu cliente

O Brasil já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e movimentou algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas no ano passado. Dentro desse universo, um setor que não para de crescer e vem conquistando marcas de todo o mundo é o do marketing de influência. As projeções para 2021 são de que esse mercado bata a casa dos R$10 bilhões.

Grandes marcas como Pedigree, Pizza Hut, Spoleto, Polishop, Coca-Cola entre outras, adotaram essa abordagem de marketing para promover os seus produtos e serviços, além de fidelizar e conscientizar o público para gerar ainda mais relevância e engajamento para a marca. A Menu – startup que conecta pequenos comerciantes a grandes distribuidores – apostou no marketing de influência dentro do seu nicho de atuação para criar campanha com influenciadores e nomes do empreendedorismo na área de food service. Entre eles, estão donos de restaurantes e participantes de realities de culinária, como o Mestre do Sabor e o MasterChef.  

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

Segundo Peter de Albuquerque, diretor de criação e branding da Menu, essa prática estabelece maior proximidade com os consumidores. “Nossos clientes são de uma cadeia muito segmentada, por isso escolhemos influenciadores a dedo, para dialogarem diretamente com o nosso consumidor final. Só para se ter uma ideia, durante sete semanas de campanha, notamos um crescimento significativo em todas as redes sociais da empresa. Conquistamos mais de 15 mil seguidores, aumentamos o engajamento, compreensão do produto e do nosso propósito por parte do público, além de termos gerado mais tráfego para o  nosso marketplace”,comenta. 

O especialista separou 4 dicas para orientar startups e empresas que desejam começar a usar esse tipo de estratégia, confira:

1: tenha em mente como funciona o trabalho do marketing de influência

No Brasil, 45% das pessoas afirmaram já ter comprado algum produto por indicação de suas personalidades favoritas. É importante entender como é o trabalho dos influenciadores e ter em mente que o ideal é que eles construam uma afinidade com os seguidores da sua marca. Não é apenas um merchan da empresa ou do produto, mas construir narrativas para uma aproximação que gere confiança, e consequentemente, vendas. 

2: escolha os parceiros com estratégia – e não apenas porque são famosos

Muita gente liga a palavra influenciador apenas às grandes celebridades da internet. No entanto, a verdade é que as empresas têm muitos tipos de parcerias que podem ser feitas. A dica principal está em encontrar alguém que faça sentido para a sua marca e isso deve ser feito por meio de um mapeamento dos influenciadores do seu segmento, quem são as pessoas que fazem a cabeça dos seus consumidores, quais os tipos de conteúdos que seus potenciais consumidores seguem, entre outras ações.

É preciso levar em conta qual é o objetivo da campanha de Marketing de Influência, além do tamanho da sua empresa e da sua verba. Os micro influenciadores podem ser mais úteis em uma campanha de marketing de influência B2B, por exemplo. No caso de uma venda mais complexa e com um ticket maior, um vídeo de um especialista testando seu produto ou uma celebridade indicando os diferenciais pode fazer mais sentido. 

3: seja criativo e divulgue sua campanha em múltiplos canais

Cada vez mais, as pessoas desejam mensagens reais e verdadeiras, portanto uma dica é ser criativo. Vale lembrar que uma estratégia de Marketing de Influência pode envolver apenas um influenciador, mas uma campanha de sucesso deve englobar múltiplos canais para aumentar o alcance da sua mensagem. Se pretende utilizar mais influenciadores, crie um diálogo entre suas comunicações, uma hashtag, e garanta que as ações não se tratem apenas de uma publicidade.

4: acredite e invista em novos protagonismos

Contar novas histórias e cotidianos é fundamental para trazer um tom singular à sua marca ou campanha. Além disso, essa postura contribui para a chegada de novos nomes ao mercado de influência.

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Juliette Freire: fenômeno das redes sociais

Com mais engajamento que Anitta, Beyoncé, Kim Kardashian e Cristiano Ronaldo, a sister mais querida do país escapa do paredão e conta com o apoio de um time de social media parrudo

Se você assiste ou não o BBB 2021, em algum momento já deve ter tido contato com o nome Juliette Freire em suas redes sociais. Em nove semanas de programa, essa advogada virou um dos perfis de maior engajamento de todo o país. De acordo com o Hype Auditor, o perfil da sister ocupa a 17ª posição do ranking dos mil maiores influenciadores do Instagram no Brasil, 172ª na posição global.

Mas o que causou esse fenômeno? É claro que, em partes, o próprio alcance do Big Brother Brasil, um dos maiores sucessos da Rede Globo. Mas, o que muitos desconhecem é que todo esse engajamento é estimulado por uma equipe de 20 pessoas. Maria Tereza Falcão é a head de social media dos perfis de @juliette.freire e está à frente deste trabalho que alavancou a imagem da sister em diversas redes sociais (Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok e em grupos de Telegram). A profissional assumiu essa responsabilidade após o convite de Huayna Tejoé, um amigo de Juliette, logo que a participante foi anunciada como membro da edição.

Luiza Antoniolli_Coordenadora de Mídias Sociais na Macfor_Especialista em Marketing Digital

Antes do programa, o perfil da paraibana no Instagram, por exemplo, tinha pouco mais de 3 mil seguidores. Hoje (31), após Juliette se livrar do paredão, esse número já alcança a marca de 17,6 milhões, um crescimento vertiginoso, já que em uma semana ela ganhou mais de 2 milhões de seguidores. O trabalho feito pelo time de social media da advogada é tão consistente que, em pouquíssimo tempo, conseguiu com que a sister superasse o engajamento das pop stars Beyoncé e Anitta, duas celebridades mundialmente conhecidas.

Outro exemplo, é que ao atingir a marca de 17 milhões de seguidores no Instagram, para celebrar o novo marco, como é de praxe, os administradores da página postaram uma arte com a foto da participante do BBB. Era um agradecimento da maquiadora usando como mote “16+1”. A publicação teve um boom de engajamento, pois os internautas identificaram a indireta ao presidente Jair Bolsonaro. 17 foi o número que elegeu o político nas urnas em 2018, talvez por isso não foi utilizado de forma explícita.

Com engajamento superior à Kim Kardashian, socialite norte-americana e ícone das redes sociais no mundo, e quase 5% a mais de engajamento que Cristiano Ronaldo, famoso jogador de futebol português, que tem o maior número de seguidores no mundo, dentro do Instagram, hoje, o perfil de Juliette bateu mais um recorde. Em seis (6) minutos, uma de suas fotos superou a marca de 1 milhão de curtidas, marca alcançada anteriormente pela cantora americana Billie Elish.

Esse frenesi não acontece somente no Instagram, a advogada e maquiadora (como Juliette se denomina) também possui números expressivos e acima de seis dígitos em outras redes sociais. No Tik Tok, por exemplo, são 3 milhões de seguidores, no Twitter 1,5 milhão e no Facebook mais de 200 mil. No Twitter, o nome da sister frequentemente está entre os trending topics (tópicos mais comentados).

Potencial de mídia e geração de negócios

Toda essa visibilidade tem atraído a atenção de marcas patrocinadoras do BBB, como Avon, PicPay, Fiat, Hoteis.com e Americanas, que também aproveitam a popularidade dessa sister para alcançar a audiência de seus seguidores. De acordo com Luiza Antoniolli, coordenadora de mídias sociais da Macfor, agência de marketing digital full service, como a sister está confinada não deve fazer ideia da fama que possui. “Juliette tem a equipe de social media mais eficiente já vista na história dos BBBs e os conteúdos que geram sobre ela estimula esse engajamento diferenciado”, comenta.

Segundo Luiza, o engajamento que esse time alcançou é capaz de ser mais lucrativo para Juliette do que se ela ganhar o prêmio do BBB, por exemplo. “A visibilidade que conquistaram até aqui, poderá garantir à sister contratos bem superiores ao R$1,5 milhão pagos pelo programa da rede Globo. Há inúmeras oportunidades de negócios para advogada. As cifras podem ser bem mais altas do que isso”, revela a coordenadora de mídias sociais da Macfor.

Por coincidência, essa edição do BBB tem atraído a atenção do público devido a um enorme volume de fake news, curiosamente, boa parte delas envolvem o nome de Juliette. A especialista Luiza prefere não atribuir tais feitos às estratégias de marketing, mas pondera que a construção da personagem humilde e popular nas redes sociais atrai o carisma do público, que se identifica com a sister e vê nela alguém que possa representá-lo.

“Já vi fãs comentarem que é a primeira vez que a TV mostra o seu jeito de falar em horário nobre. Além disso, a narrativa das redes de Juliette segue as vivências da paraibana no programa 24 horas e permite que os seguidores sintam na pele as dores de mulheres nordestinas ao expor o preconceito que sofrem”, explica Luiza.

A especialista também esclarece que as equipes de redes sociais, que cuidam dos participantes do BBB, estão ficando cada vez mais maiores e profissionalizadas, trazendo estratégias de comunicação de ponta, para trabalhar a imagem dos brothers. Na edição passada, a Boca Rosa e Manu Gavassi foram destaques com mega produções.

Luiza conta ainda que a maioria das pessoas acha que as redes sociais são fáceis de mexer e administrar, mas não é bem assim. “Para atingir esse feito incrível, a equipe de Juliette conta com o trabalho de 20 profissionais, entre eles estão especialistas como: social medias, designers, redatores, videomakers, gerenciamento das contas, analista de directs (quem responde as interações nas redes, uma espécie de SAC), gestor de conteúdo e assim vai… Ou seja, é preciso um time parrudo e capacitado para alcançar essas marcas históricas”, revela.

Apesar disso, Luiza motiva aqueles que querem tentar fazer isso sozinho. “Mesmo sendo um caminho muito mais longo e difícil, acredite, é possível ganhar holofotes nas redes sociais. Mas, caso queira uma trajetória meteórica como a de Juliette, o melhor é contar com o trabalho de profissionais, agências de marketing digital, por exemplo, poderão aumentar exponencialmente suas chances, pense nisso”, conclui.

Fonte: Macfor – Deborah Reis – Public Relations Manager

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Quando custa assessoria de imprensa?

* por Maria Carolina Rossi

O que é assessoria de imprensa e quanto custa? Essas são duas perguntas frequentes que serão esclarecidas durante esse artigo. Para começar gostaria de esclarecer o papel da assessoria de imprensa dentro da Agência de Comunicação. Essa estratégia possibilita que você ou sua empresa saiam na mídia espontânea.

Imagem de Andrys Stienstra do Pixabay

De que forma? Como fonte para falar sobre sua especialidade, sem custos, diferente de publicidade.

Mas como funciona o trabalho de assessoria de imprensa?

Vamos citar o seguinte exemplo: já pensou como os veículos de comunicação escolhem os entrevistados para participar das matérias? Em matérias na TV, rádio, podcast, artigos ou mesmo comentaristas? Muitas vezes, esses profissionais contam com uma assessoria de imprensa.

Assessoria de imprensa ajuda a divulgar seu trabalho por meio de textos, artigos e relacionamento com os jornalistas. Quando você vê um artigo de opinião no Estadão ou mesmo “aspas” de um especialista em uma matéria, a assessoria de imprensa o ajudou, por meio desse relacionamento com os jornalistas.

Há grande possibilidade de ele trabalhar com uma assessoria de imprensa que ajuda a divulgar pautas/temas da sua expertise e sugeri-lo como fonte.

Quem pode ter assessoria de imprensa?

Qualquer especialista que seja fonte para falar sobre um assunto de sua expertise pode ter assessoria de imprensa. Médicos, advogados, dentistas, esteticistas, cirurgiões plásticos, construtoras, psicólogos, veterinários, arquitetos, professores e até os próprios assessores de imprensa.

Todos os profissionais, marcas e empresas podem contar com assessoria de imprensa, que auxilia a trazer autonomia e credibilidade para um especialista/marca.

Afinal, quanto custa?

Isso vai depender muito da sua estratégia. Você pode optar por um pacote de divulgação mais pontual, para um lançamento de livro, produto, restaurante, por exemplo, ou mesmo experimentar o serviço de assessoria de imprensa mais continuo, a longo prazo.

Você pode solicitar um pacote que tenha mais a ver com a sua necessidade no momento, sempre pensado estrategicamente para seu negócio. Para isso, é necessária uma análise de cada negócio para traçar uma estratégia de comunicação. Não existe um valor fixo.

Aconselhamos sempre um call, sem compromisso, para entender cada necessidade.

Pacote de assessoria de Imprensa contínuo

A maioria dos negócios que precisam fortalecer o nome da marca, ou mesmo se manterem em evidência, devem contar com um trabalho de assessoria de imprensa contínuo. No trabalho de assessoria de imprensa contínuo essas empresas e especialistas estão sempre na mídia. Além disso, contam com a possibilidade de uma gestão de crise.

Abaixo, listamos as principais vantagens de contar com uma assessoria de imprensa para o seu negócio:

  • Assessoria de imprensa leva credibilidade para o seu negócio;
  • Por meio de entrevistas, publicações de artigos e matérias orgânicas é possível criar autonomia diante da imagem digital;
  • Assessoria de imprensa é acessível;
  • Diferente do que muita gente pensa, não é caro contar com uma assessoria de imprensa para seu negócio;
  • É possível pensar em uma estratégia que caiba no seu orçamento. Solicite uma proposta, sem compromisso.
  • Assessoria de imprensa potencializa seu nome no Google;
  • Por meio de publicações nos principais veículos de comunicação é possível encontrar o nome da empresa/porta-voz facilmente em pesquisas no Google;
  • Além disso, muitas matérias geram hiperlink para seu site;
  • Assessoria de imprensa em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Minas Gerais e em todo o Brasil;
  • Independente do local em que sua empresa está é possível atingir veículos de comunicação do Brasil e também no exterior.
  • Ajuda a potencializar a imagem de um porta-voz;

Por meio de entrevistas, encontros de relacionamento com jornalistas e frequente aparição nas mídias, o porta-voz se torna referência e conhecido pelo seu nicho e no mercado.

E você, o que está esperando para investir em uma assessoria de imprensa e uma Agência de Comunicação para o seu negócio?

*Maria Carolina Rossi é jornalista e sócia-fundadora da Comunica PR, agência de Relações Públicas

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3 razões para fazer uma transição de carreira para o marketing digital

Entenda o encantamento do área e veja se ela combina com você

Muitos profissionais vivem, em algum momento, o desejo ou a necessidade de fazer uma transição de carreira. É algo comum em um sistema no qual grande parte das pessoas escolhem suas profissões ainda na adolescência. Mesmo quando não é o caso, há inúmeros motivos para sentir que o trabalho atual não faz mais sentido para a sua vida neste momento.

Quando a decisão de transacionar acontece, a pergunta normalmente é: para onde? Nos últimos anos, a área de marketing digital vem recebendo muitas pessoas de outros ramos. As razões são variadas e as possibilidades também.

Diego Bertolini, CFO da agência Raccoon, uma das maiores da América Latina, elencou algumas razões para explicar porque o setor atrai tantos talentos. Na Raccoon, é possível encontrar todo tipo de formação: Psicologia, Gestão Ambiental, Ciências Sociais, Biologia, Engenharia, Pedagogia, Matemática. O que fez com que todos eles fossem parar em uma agência de marketing digital?

Foco em competências pessoais
“Nós acreditamos muito mais nas competências que as pessoas desenvolvem do que, especificamente, na formação”, Bertolini explica, explicando porquê ex-alunos de tantos cursos diferentes se encontram no escritório.

Cada setor da agência requer um conjunto de competências que podem ser ainda mais desenvolvidas com o tempo, desde que exista real interesse do profissional. Planejamento, capacidade analítica, boa comunicação, facilidade com tecnologia e orientação a dados são alguns exemplos.

Ou seja: não é necessário se prender tanto às habilidades, que podem ser aprendidas. A área permite mais tentativas e pode ajudar o profissional a se descobrir e entender seu potencial, como é o caso da Raccoon.

Acesso a conteúdo de ponta online
Cada vez mais existem cursos voltados para o marketing digital, grande parte deles online e bem mais econômicos do que uma graduação. “Vejo muitos MBAs e pós-graduações na área, além de cursos livres”, Bertolini conta. “Como é um nicho de tecnologia e marketing, são pensados para ser mais flexíveis e de fácil acesso”. Se estamos falando de uma carreira que existe a partir da internet, é natural que os estudos sejam realizados pela mesma ferramenta.

Além disso, Diego lembra que a pandemia criou um boom de digitalização, o que trouxe muitos interessados em aprender mais. É algo que motivou a criação e o crescimento do braço educacional da agência, a Universidade Raccoon, durante o distanciamento social. A iniciativa se propõe justamente a capacitar o estudante no marketing digital, facilitando as transições de carreira.

Organizações humanizadas
“Temos quem se formou em Engenharia Física, foi para o marketing e acabou no RH aqui dentro”. A afirmação de Bertolini mostra uma tendência que deveria acontecer em todos os campos: a análise de talentos e acompanhamento das mudanças a partir do interesse e das competências de cada um.

Para isso, a organização precisa ser humanizada e tratar cada colaborador individualmente. Como o marketing digital é uma área relativamente recente, a curiosidade em tentar coisas novas é bem vista e incentivada. “Se vimos a aptidão e a pessoa está disposta, vamos dar o treinamento e ver como ela consegue contribuir para determinado cliente ou projeto. Se as organizações não tiverem esse olhar humanizado, não vão aproveitar os talentos que tem”.

A empresa que se dispõe a contratar pessoas que não têm exatamente a formação necessária precisa estar preparada, também, para oferecer suporte. Assim, ela cresce junto com seus profissionais.

O marketing digital sempre foi sobre experimentar. Os braços abertos para uma transição de carreira, portanto, não é coincidência: é DNA.

Fonte: edbcomunicação – Eduardo Cosomano

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Dança das cadeiras

Mais movimentação

Março continua bem movimentado. Mais profissionais trocando de posto e assumindo novos desafios no mercado de comunicação e marketing da RM Vale do Paraíba. E desta vez, o destaque são os publicitários.

Kenzo Hatagami acaba de chegar a Alchemy Big Data Solutions para atuar em Performance.

Já Raíssa Maria acaba de assumir o posto de Planejamento no Grupo Genyus.

E Patrick de Chiara acaba de chegar a Exclusiva Vale Imóveis para ocupar a posição de Analista de Marketing.

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Gerenciamento de crise: a importância do profissional por de trás das redes sociais

Especialista em marketing Jennifer de Paula destaca como foi o gerenciamento dos perfis de Karol Conká e Nego Di após as repercussões negativas dentro do BBB21

O abandono das redes da cantora e ex-BBB Karol Conká no momento em que mais ela precisava chamou a atenção do público. Depois de tantos holofotes em cima da participante, o silêncio e a falta de posicionamento sobre tudo que rolou dentro do jogo foi apontado por especialistas em gerenciamento de imagem como mais um passo rumo ao cancelamento da sister.

Foto: Divulgação / MF Press Global

Diante da atitude da produção, surge também o questionamento: como gerenciar a imagem de alguém em um momento de crise?

“Sendo transparente com o público, apontando e tentando resolver os erros da pessoa com profissionalismo”, afirma a especialista em marketing digital e diretora da MF Press Global, Jennifer de Paula.

A especialista alerta que a manipulação digital não funciona quando a “emoção” fala mais alto que a “razão” – o que tende a acontecer em redes gerenciadas por amigos ou familiares. “É comum as pessoas agirem com mais afeto, levando para o lado pessoal e, por mais que tenham o intuito de defender a pessoa, acabam elevando os pontos negativos e contribuindo para o temido cancelamento”, alerta.

Jennifer de Paula elencou alguns pontos cruciais para o bom gerenciamento das redes e para evitar o agravamento das situações de crise. Confira!

Jennifer de Paula
Foto: Divulgação / MF Press Global

1- Contrate um profissional e seja claro em relação aos seus objetivos e principalmente sua personalidade.

“Essa anamnese é um dos pontos principais para o profissional conseguir desenvolver as melhores estratégias. Hoje em dia as redes sociais falam pelo profissional. Evite surpreender seus seguidores com comportamentos que não condizem com o que ali é divulgado.”

2- Utilizar os erros como gancho para acertar e reconquistar.

“Nada melhor que o Nego Di fazendo piadas com sua própria porcentagem de rejeição para demonstrar superação, bom humor e dizer que percebeu que sua passagem pelo BBB poderia ter sido de outra forma e que ele está disposto a mudar.”

3- As mídias sociais foram criadas para gerar uma comunicação entre pessoas.

“Temos diariamente que conquistar novos seguidores e fazer nossa parte para mantê-los. Não basta apenas estar na internet, precisamos alcançar o público da forma certa com estratégias e colocá-las em prática.”

4- O cliente errou, e agora? Estude o ocorrido, tente entender a razão e comportamento dele.

“Estratégias de marketing digital vão muito além de impulsionar uma rede. Precisamos entender a fundo o cliente, sua vida pessoal, seus traumas, medos e intolerâncias. Desta forma conseguimos uma análise interna para planejar a melhor forma de passar isso ao público e evitar julgamentos negativos e cancelamentos.”

Fonte: MF Press Global

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