Agência busca Growth Hacker

Vaga Growth Hacker na BZ Propaganda

Requisitos

– Formação em Marketing ou áreas correlatas

– Conhecimento em funil de vendas

– Conhecimentos em SEO e estratégias de Growth Hacking

– Experiência em estratégias de captação de leads e vendas

– Experiência avançada ou certificação nas ferramentas de marketing digital

– Experiência em construção de campanhas e testes A/B de campanhas de Facebook Ads, Google Ads e LinkedIn Ads

Atribuições

– Orientação sobre SEO para a produção de textos

– Mensuração de dados das Redes Sociais

– Analisar e sugerir melhorias nos canais de aquisição de leads

– Configuração de pixel, metas e públicos nas plataformas de mídia

– Criar estratégias e apresentar para os clientes

– Desenhar, implementar e gerenciar as etapas do funil de growth e jornada do cliente

– Criar relatórios para monitorar a performance e os resultados para o cliente

– Será responsável por definir e controlar os investimentos em mídia digital

Envie o currículo para curriculum@bz.ppg.br

O trabalho será presencial, em horário a combinar. A contratação poderá ser CLT ou PJ, conforme escolha do contratado.

Vaga para Coordenador de Núcleo Digital

Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida busca coordenador

O coordenador de mídias digitais é responsável por criar estratégias de marketing para as redes sociais e por gerar resultados que aumentem a comunidade digital ao redor da marca. Veja se você se identifica:

> Dominar a produção de conteúdo;
> Ter experiência em multiplataforma;
> Ter visão estratégica do negócio;
> Saber liderar e trabalhar em equipe;
> Possuir skill analítico de marketing digital;
> Definição de estratégias;
> Dominar as ferramentas gestão, monitoramento, análise de dados.

Requisitos:

* FORMAÇÃO SUPERIOR COMPLETA EM MARKETING/PUBLICIDADE E PROPAGANDA/COMUNICAÇÃO SOCIAL/GESTÃO EMPRESARIAL

* PÓS GRADUAÇÃO

Benefícios:

– Vale transporte;
– Cartão alimentação;
– Refeitório;
– Plano de Saúde

Candidate-se por aqui

Com o “boom” do streaming e vídeos, o audiovisual é o futuro para as marcas

Por Leandro Alvarenga, CEO da Prime Arte*

Está cada vez mais evidente que o setor audiovisual está passando por transformações drásticas em suas formas de produção. As plataformas de streaming, que já estavam crescendo antes da pandemia, tiveram seu papel potencializado durante o confinamento da pandemia. Já a comunicação entre público e marcas constantemente está sendo feita via vídeos gravados de formas espontâneas nas redes sociais, sem a necessidade de uma grande produção de marketing. Dentro deste cenário, qual o futuro das produções audiovisuais?

Primeiramente, é interessante analisar que, durante o período de isolamento, o consumo de conteúdos audiovisuais se tornou um hábito diário, – de acordo com um estudo divulgado pela Kantar IBOPE Media, quase 99% dos brasileiros assistiram à plataformas de streaming, TV, lives, redes sociais e videochamadas todos os dias. Por isso, diversas empresas começaram a investir neste tipo de plataforma, incentivadas pelos novos comportamentos dos consumidores. A explicação para esse fenômeno é a simplicidade em que esses conteúdos chegam às pessoas de forma muito confortável, já que agora é possível ter acesso a lançamentos de filmes e séries direto de casa por um valor mais barato, ou assistir suas celebridades favoritas muitas vezes ao vivo pela tela do smartphone.

Além disso, as novas produções cinematográficas e a visualização intensa de vídeos já são uma realidade que veio para ficar mesmo após o fim de qualquer traço da pandemia. O novo normal para os cinemas são, de fato, as plataformas de streaming. Observe que, no Oscar de 2021, os filmes produzidos por esses serviços conseguiram ultrapassar os estúdios tradicionais, com mais de 40 indicações à estatueta. Isso confirma o que muitos esperavam: as salas de cinema vão continuar a existir, mas com menos força e relevância.

Já as marcas descobriram que o formato de vídeos só beneficiaram os negócios ao notarem o poder da conexão criada com o seu público nesse período. Ainda assim, o papel das produtoras audiovisuais não muda, apenas se adapta. Nesse movimento de transformação, o audiovisual e seus profissionais são o futuro. O mundo gira em torno de imagem e som.

É importante que as empresas comecem a arriscar e acompanhar as mudanças digitais, modificando seus processos, soluções e produtos. O modelo tradicional com que o audiovisual foi consagrado já não é viável. Agora, além da qualidade de um vídeo não ser o mais importante, e sim, a mensagem que ele traz, qualquer pessoa com um celular na mão, um programa mediano de edição e um bom olho, pode produzir algo eficiente e poderoso.

Imagem de Tumisu do Pixabay

O mercado abriu um leque maior de oportunidades, até para aqueles que não possuem um background relevante de cinema ou de TV, mas dispõem de ferramentas tecnológicas capazes de sobrepor a qualidade da produção audiovisual. Muitas vezes, tornando-a algo secundária, portanto esse nicho precisa caminhar conforme as outras áreas. A comunicação atual demanda tecnologia. Cada vez mais os consumidores querem ver conteúdos personalizados, que sejam direcionados para os seus interesses, e muitas marcas já entendem isso.

O streaming e a nova forma de consumir vídeos não devem ser interpretadas como uma ameaça para o audiovisual. Essa realidade veio para ampliar o potencial desse setor, expandindo cultura e informação, inovando em criatividade e inclusão, e gerando empregos. Não há o que temer, porém, é melhor que todos se preparem. O momento pós-pandemia para o segmento será muito mais digital.

*Leandro Alvarenga é CEO da Prime Arte, produtora audiovisual especialista em tecnologia