Startup apresenta criação de funil de vendas em 4 etapas

Intuitiva, “G Speed” é a nova aposta da G Digital para auxiliar empreendedores no planejamento, funil de vendas, divulgação e otimização de landing pages

Entender e visualizar a jornada de compra do cliente pode ser uma tarefa complexa para pequenos e médios empresários. Como forma de facilitar este processo, a G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, acaba de lançar o G Speed. Recurso que permite que o empreendedor crie um funil de vendas completo em quatro etapas.

O G Speed é uma ferramenta de criação de landing pages – página de conversão do visitante em leads e pode ser usada em sites. A partir da integração com a ferramenta, as empresas podem determinar quais informações gostariam de captar, como por exemplo, ativar uma automação por e-mail, de forma que essa interação crie um relacionamento e aumente as possibilidades do visitante se tornar um lead.

Para Rafael Wisch, CEO da G Digital, o diferencial está na simplicidade do uso e no tempo de duração do processo. “Criamos uma ferramenta acessível. Sabemos que para o empreendedor, o tempo é valioso. Em apenas cinco minutos, o G Speed proporciona um funil de vendas completo”.

Rafael Wisch, CEO da G Digital

A ferramenta pretende reduzir a curva de aprendizado, que muitas vezes leva à desistência em utilizar algum produto. Desse modo, o G Speed apresenta um processo fluido para o usuário, como em um passo-a-passo, diminuindo as chances de erros em todo o processo. “O empreendedor não precisa ter muito conhecimento. Quando ele inicia um processo de criar um funil no Speed, um outro funil automático é criado do outro lado”, explica o CEO.

Funil de vendas nas campanhas de marketing

Segundo a G Digital, pequenos e médios empreendedores buscam constantemente crescer, para isso, precisam de informações e estratégias que possam ajudar o seu negócio e contar com a ajuda de ferramentas no ambiente digital é essencial nesse processo. Para Wisch, a sobrecarga de informação pode acabar deixando o empresário confuso, não sabendo por onde começar ou qual estratégia utilizar em suas campanhas.

“O primeiro passo para começar uma campanha é o planejamento. De maneira resumida, um bom funil é composto de 4 passos: planejamento, funil, divulgação e otimização. O empreendedor estrutura, executa, testa, coleta indicadores e melhora. Essa é a estrutura básica de uma boa campanha de performance. O GSpeed pode otimizar esse processo e toda informação permanece integrada à plataforma. Desta maneira, o empreendedor pode ter acesso ao seu funil ”, finaliza Rafael.

Fonte: Contatto – Laura Imene

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Engajamento geral do Instagram aumentou e o do Facebook diminuiu

O engajamento geral do Instagram aumentou e o do Facebook diminuiu na pandemia, aponta pesquisa da mLabs

Os dados apresentados pela maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do Brasil também revelam que o setor de Finanças foi o que teve melhor performance no Instagram no final do ano passado

Desde o início da pandemia e o consequente movimento de aceleração da transformação digital, com a entrada de novos negócios nas mídias sociais, o Instagram tem se tornado cada vez mais o centro das ações. O canal continua com Taxas de Engajamentos superiores às do Facebook, sendo a média dessa rede cerca de quatro vezes maior. Esse é um dos principais resultados da pesquisa Engajamento Facebook e Instagram 2021, realizada pela mLabs, a maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do Brasil. Essa é a primeira pesquisa no mercado brasileiro que traz o engajamento real e não o público, ao mostrar a Taxa de Engajamento por meio do alcance e impressões dos posts, e não pelo número de seguidores.

“Isso traz um resultado mais fidedigno, pois outras pesquisas não têm acesso às informações de alcance e impressões como a mLabs tem, com um tamanho da base de dados que temos. Na metodologia, dentre outros pontos, avaliamos mais de 700 milhões de posts publicados pela mLabs”, explicou Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs. “Com isso, buscamos trazer percepções gerais que servem como um parâmetro para aqueles que estão dando os primeiros passos ou buscam aprimorar sua estratégia no Facebook e no Instagram”, completou.

De acordo com a pesquisa, o Feed do Instagram apresentou uma Taxa de Engajamento de 9,30% no último trimestre de 2020, 7,29% maior do que no primeiro trimestre do mesmo ano. Em contrapartida, o Facebook apresentou uma queda de 7,69%, quando comparado o último trimestre de 2020 ao primeiro. Para a análise de engajamento, são considerados curtidas, compartilhamentos, comentários, cliques, reactions (Facebook) e interações nos recursos do Instagram Stories. Os dados revelaram também que, no período analisado, o Feed do Instagram engajou mais do que o formato Stories. A média da Taxa de Engajamento do Feed foi 36% maior, o que reforça a importância de empresas, profissionais da área e agências trabalharem os dois formatos na estratégia de forma integrada e complementar.

Outro dado a ser observado é que, na maioria dos setores, os perfis menores, isto é, o de até 10 mil seguidores, engajaram mais. No Instagram, eles obtiveram um crescimento médio de 10,79% na Taxa de Engajamento no último trimestre de 2020; já no Facebook, o incremento foi de 2,59%.

Rafael Kiso

“Na pesquisa da mLabs, apesar da maioria dos perfis menores terem taxas de engajamento maiores, isso não foi absoluto para todas as categorias. Além disso, as taxas não são tão distantes entre as faixas. Isso eleva a importância de que o conteúdo em si é que manda nessa relação de taxa de engajamento e todo o resto são variáveis periféricas. E dentro dos perfis menores, um fato a ser destacado é que eles geralmente têm taxas de engajamento maiores em função do Dunbar’s number, muitos dos seguidores são mais próximos do perfil ou do negócio, são elos mais fortes que acabam engajando mais em mais posts”, explicou Rafael Kiso. “Outro fato é que, conforme a pandemia avança, mais negócios entram nas redes sociais, fazendo sua digitalização. Quanto mais negócios, mais posts dentro de uma mesma rede. Portanto, maior a concorrência pela atenção. Isso diminui o alcance médio geral dos posts, mas não necessariamente o engajamento. Tudo isso fica evidente ao ver que o engajamento geral do último trimestre de 2020 foi maior que o do primeiro. Mais uma prova de que o conteúdo em si é que pesa mais. Para isso, as empresas estão aprendendo a fazer melhor seus conteúdos, visto que, ao longo de 2020, muitos procuraram se educar sobre o assunto. Inclusive, de acordo com o Google Trends, tivemos em abril e maio de 2020 um pico de buscas por conhecimento de marketing digital e uma proliferação de lives ensinando isso”, declarou o fundador da mLabs.

Finanças, o setor com maior engajamento no Instagram

A crise e todas as demais variáveis provocadas pela pandemia fizeram com que as pessoas se interessassem e interagissem mais com marcas do setor financeiro. Essa afirmação pode ser confirmada pelo resultado da pesquisa da mLabs, que mostrou que no Instagram, o setor de Finanças foi o que apresentou a melhor performance no final do ano passado em comparação ao primeiro trimestre de 2020, com crescimento de 35,97% na Taxa de Engajamento.

Outros setores que também tiveram incremento na Taxa de Engajamento no Instagram foram Saúde/Higiene e Celebridade/Figura Pública, com crescimento de 31,84% e 20,94%, respectivamente. As últimas posições são ocupadas pelos segmentos de Esporte, Automotivo / Alimentos e Eletrônicos. Esses setores foram os que pior performaram na comparação entre o último e o primeiro trimestre do ano passado no canal, apresentando queda de 14,70%, 10,79% e 10,21% respectivamente.

Bebidas, o setor com maior engajamento no Facebook

Já no Facebook, quem apresentou melhor performance foi o segmento de Bebidas, que teve um crescimento de 86,73% na Taxa de Engajamento no final do ano de 2020 em comparação com o primeiro trimestre do mesmo ano. Outros que tiveram boa performance no canal foram os de Celebridades/Figura Pública e Esportes, com crescimento de 11,37% e 0,61%, respectivamente.

As últimas colocações no ranking de engajamentos no Facebook são ocupadas por Eletrônicos, Moda / Luxo / Beleza e Alimentos. Esses segmentos foram os que pior performaram na comparação entre o último e o primeiro trimestre de 2020 no canal, apresentando queda de 42,31%, 41,44% e 41,31% respectivamente.

Para a realização da pesquisa, que teve como objetivo contribuir para o entendimento do comportamento dessas mídias pelos profissionais da área e pela comunidade empreendedora, foram coletados dados de perfis comerciais, que possuem até 500 mil seguidores, entre janeiro e dezembro de 2020, e também analisadas mais de 720 milhões de publicações agendadas pela mLabs.

A pesquisa completa está disponível no site da plataforma

Fonte: vcrp – Nahiza Monteles

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Entenda os eventos híbridos

Afinal, o que são e como devem ser planejados os eventos híbridos?

As incertezas do setor de eventos não se resumem em entender os novos modelos de negócios e sim, em aplicar novas competências e habilidades junto aos organizadores de eventos os transformando em gestores de comunidade.

Enquanto uns usam o termo “novo normal”, acreditando em mudanças significativas na maneira de conduzir as relações humanas, outros apenas questionam a retomada das atividades como elas sempre foram. E entre um e outro, o futuro dos eventos presenciais segue incerto e a curiosidade e o interesse sobre eles, só aumenta.

“Ouso dizer que os planejadores de eventos já passaram pelos cinco estágios definidos na psicologia: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. E depois de 13 meses, acredito que a maioria deles esteja na última fase, aceitando que estamos em um novo momento e que as mudanças seguirão cada vez mais intensas e inevitáveis. Antes, nós saíamos de casa para um evento presencial, mesmo que em outra cidade, investindo em acomodação, transporte e alimentação porque estávamos acostumados com essa dinâmica, mas agora que fazemos quase tudo da nossa casa, interagimos com colegas de trabalho, fechamos negócios e até brindamos as boas novas, de maneira remota, é fundamental entender que a dinâmica do setor de eventos se alterou de forma definitiva, e os organizadores de eventos tradicionais que não entenderem essa nova dinâmica vão desaparecer” – aponta P.O de Almeida, Managing Director da Live Marketing Consultoria.

Com isso, fica evidente que as pessoas só aceitarão estar fisicamente em algum lugar que lhe ofereça um diferencial, que seja excepcionalmente interessante, uma vez que aprendemos que é possível fazer quase tudo da sala da sua casa, a questão da relevância para as atividades presenciais ficou ainda mais importante. Com isso, o termo híbrido passou a ser usado para caracterizar essa nova estrutura que mistura presencial e remoto, fazendo alusão ao termo na biologia (cruzamento genético entre duas espécies vegetais ou animais distintos), mas a terminologia ainda causa dúvidas em muitos setores. Pelo menos, foi o que apontou uma pesquisa realizada pela Swapcard (uma plataforma para eventos virtuais e híbridos, movidos por inteligência artificial) com 364 profissionais de eventos de vários países, em abril de 2021, onde um pouco mais de 30% dos entrevistados declaram não ter uma ideia clara do que realmente é um evento híbrido, no que tange: valor, desafios, etapas para a definição, realização e estrutura desse modelo.

Os números reforçam o quanto é preciso alinhamento e união do setor. Perguntas não faltam e seguem entre: Quais são as tecnologias disponíveis? Como definir se o evento será presencial ou remoto? Como juntar os dois formatos em uma mesma situação? Quem é o público mais importante, afinal: eles são diferentes? O que agrada o visitante presencial? o que será preciso oferecer para o participante remoto? Como definir valores (tanto para empresas, quanto para patrocinadores e público), o que precisa ser levado em conta? De acordo com P.O, consultor com mais de 30 anos no entretenimento ao vivo (B2C) e em eventos corporativos com foco na geração de negócios (B2B), a resposta é certa: “aqueles que estiverem a frente dos eventos, precisam atuar de maneira estratégica, entendendo perfeitamente como a aquela comunidade age, quais são as suas necessidades e desejos, depois disso, explorar o tema de maneiras diversas usando a tecnologia como aliada, independente do modelo e formato escolhido, o futuro dos eventos agora é omnichannel” – pontua.

E nesta nova era híbrida, mais do que espelhar o evento físico para o digital, os gestores de comunidades, deverão estar imersos no tema de maneira criativa e inovadora para atrair, reter e engajar a sua comunidade. Deverão estar cientes de que precisarão remodelar os KPIs, ajustar a maneira de calcular o ROI pois as atividades exclusivamente digitais que foram experimentadas pelas empresas e marcas durante a pandemia, podem até apresentar um retorno mais quantificável, mas o fator humano das experiências presenciais e o uso dos cinco sentidos não entraram neste cálculo do ROI, e pensar que: “apesar da flexibilidade oferecida hoje aos organizadores de eventos pela tecnologia existente somos seres sociais, gregários e colaborativos e a imersão física favorece os nossos aprendizados e ajuda a criar confiança nos relacionamentos” – reforça P.O. Almeida. Por fim, o consultor destaca “os eventos virtuais foram um remédio durante a pandemia, mas a partir de agora os eventos híbridos serão como uma vitamina ao setor”.

P.O. Almeida, também conhecido como Paulo Octavio Pereira de Almeida é Managing Director da Live Marketing Consultoria

Fonte: Publikaí – Julia Vitorazzo

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TV Conectada ganha penetração e se populariza

Estudo smartclip e Nielsen mostra que 89% utilizam TV Conectada; dispositivo ganha penetração e se populariza

  • 77% dos respondentes das Classes CDE dizem ter o aparelho
  • Apesar disso, para 57% dos entrevistados preço ainda é uma barreira
  • 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.
  • Séries e filmes são assistidas por 93%, noticiário atinge 67%

A smartclip, companhia global especializada na distribuição de publicidade em vídeo multitelas, realizou em parceria com a Nielsen, empresa global de dados e análises da indústria de mídia, uma pesquisa com o objetivo de compreender o comportamento do consumidor na TV Conectada. O estudo revela que 89% dos participantes possuem uma TV Conectada em casa, um número significativo em relação à 2015, quando a penetração era de 32%.

O crescimento expressivo do uso dos aparelhos de televisão inteligentes veio acompanhado de grande capilaridade nas classes CDE, mostrando que o acesso não está apenas restrito à população com maior nível de renda.

Apesar de a plataforma estar presente em praticamente todos da classe A (99%) e B (95%), ela também tem presença em 77% de CDE, com destaque para a C, com 83% de utilização, mostrando que a TV Conectada é um formato consolidado para a audiência do país.

“Cada vez mais o produto se populariza, acompanhando a digitalização acelerada do brasileiro”, afirmou a líder de Measurement da Nielsen Brasil, Sabrina Balhes. “Um dado interessante é que, para driblar esse entrave, 23% dos respondentes disseram utilizar dispositivos que transformam as TVs normais em conectadas”, acrescentou.

O preço, porém, ainda é a principal barreira de utilização para 57% dos respondentes, seguido por não costuma assistir TV com frequëncia (27%), não pretender trocar de TV (19%), não possuir internet banda larga (13%) e ter TV à cabo (9%).

CONTEÚDO

O esforço para estar mais conectado deve-se à variedade de conteúdos de vídeo sob demanda disponíveis e poder assistir a o que quer na hora que quer. Não por acaso, o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, potencializou o consumo de conteúdo dos aplicativos embarcados nos devices, sejam eles gratuitos ou pagos: 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.

Com isso, todos os segmentos de programação registraram crescimento em relação ao estudo feito em 2015: séries e filmes, passou de 69% a 93%; noticiário, de 17% para 67%; esportes, de 10% para 53%; e música e shows, de 4% para 50%. Games, que não haviam aparecido há seis anos, hoje é consumido por 26%.

Outro comportamento revelado é sobre a forma como os usuários consomem o device: 2 em cada 3 pessoas assistem com pelo menos mais uma pessoa junto. Quem não assiste sozinho, costuma estar acompanhado de familiares e amigos. Sendo assim, a média é de 2 pessoas em frente a tela.

OPORTUNIDADES

De acordo com os dados, a smart TV é o segundo dispositivo no qual as pessoas mais prestam atenção nos anúncios. Para Lilian Prado, Managing Director da smartclip Brasil, “as telas grandes retém muito mais a atenção dos consumidores. Geralmente, no momento em que estão zapeando pelos aplicativos para escolher o conteúdo que será consumido, eles estão com o foco direcionado. Não à toa que mais de 80% dos respondentes afirmaram procurar mais informações de pelo menos um anúncio que visualizaram na CTV. Motivos que fazem do device uma excelente estratégia para a veiculação de campanhas publicitárias”, afirma.

O uso de QR Codes também foi um destaque do estudo. 58% das pessoas escaneiam os códigos que aparecem na TV e 81% já realizaram, ao menos uma vez, compras através do QR Code.

O estudo, realizado em março de 2021, ouviu 500 respondentes em todas as regiões do país.

Fonte: smartclip l 4Influence – Alexandre Spínola | Paula Carone | Pérola Rodrigues

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Credibilidade da mídia impulsiona parcerias

Crescimento da credibilidade da mídia impulsiona parcerias de publishers para aumentar a monetização nativa

A onda de fake news e os discursos de ódio nas redes sociais reforçaram o papel do jornalismo na sociedade, ampliando o volume de audiência dos portais que buscam parceiros para monetizar seu inventário, sem perder engajamento

Legenda foto: Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil

Em um ano tomado pela Covid-19, a quantidade de notícias falsas circulando na mídia e nas redes sociais cresceu drasticamente. Em busca de informações confiáveis, a saída da audiência foi recorrer aos veículos jornalísticos com tradição e excelência e nas grandes produtoras de conteúdo para acessar um conteúdo de qualidade e credibilidade. Mas, se por um lado o crescimento da audiência foi exponencial – houve um aumento de cerca de 70% no tráfego ano após ano de acordo com dados da Outbrain -, por outro, as empresas de mídia se viram diante de um dilema, pois muitos anunciantes pausaram suas campanhas com a demanda reprimida para o consumo e o aumento do inventário ficou ocioso.

Diante deste problema, muitos publishers reforçaram e expandiram suas parcerias em busca de diversificação nas fontes de monetização para seus conteúdos. Além disso, a Outbrain, feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web, é uma solução adicional para gerar receita publicitária e também manter o usuário engajado e por mais tempo dentro do site por meio de placements nativos que podem ser aplicados em diversos espaços do site, com um mix de espaços pagos e orgânicos.

“A solução consegue entregar para os anunciantes uma alternativa de publicidade digital que alia escala com um inventário premium, garantindo o brand safety para as marcas além de diminuir sua dependência de plataformas de social e search. Na outra mão, consegue fomentar o jornalismo regional, servindo como uma nova fonte de monetização e como uma solução de inteligência editorial”, diz Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil.

Aliando monetização a engajamento

Os publishers não têm custo nenhum de instalação. A parceria com a Outbrain se baseia na divisão das receitas publicitárias comercializadas pela empresa e que utiliza o inventário do parceiro para chegar até o usuário final. Os espaços nativos da Outbrain associam espaços de mídia paga com espaços orgânicos, que exibem outros conteúdos editoriais, a fim de impulsionar a recirculação da audiência e o engajamento com o usuário.

A solução é bastante flexível e busca atender os objetivos comerciais e editoriais de cada parceiro. O mix entre recomendações pagas e orgânicas é definido junto ao publisher e, pelo painel de controle, as equipes têm total transparência para avaliar os anunciantes e criativos que estão sendo veiculados e definir os bloqueios necessários para adequar o conteúdo a sua linha editorial.

Além da monetização com os placements pagos, os espaços orgânicos dentro do próprio site associado ao uso da solução paga em outros sites, podem ajudar os editores a impulsionar outras frentes de geração de receita como assinaturas, projetos de branded content, podcasts, newsletters e iniciativas proprietárias de comércio eletrônico.

“Prezamos por uma diversidade de pilares editoriais que vão desde hard news, até entretenimento, celebridades e outros sites mais verticalizados. Independentemente do segmento, queremos garantir aos leitores e aos anunciantes que a Outbrain é sinônimo de qualidade e confiabilidade”, finaliza Fernanda da Outbrain.

Sobre a Outbrain

A Outbrain é o feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web. Um terço da população mundial conectada à internet explora e descobre informações por meio da nossa tecnologia de feed, utilizada por anunciantes emergentes e reconhecidos no mercado e integrada à rede de milhares de publishers premium para gerir e monetizar operações editoriais. A Outbrain opera em 55 países e está sediada em Nova Iorque, com escritórios em 18 cidades pelo mundo. Saiba mais em www.outbrain.com/pt_br e nos siga no Twitter , LinkedIn , Facebook e Instagram .

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL

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Bullet lança plataforma inédita para revolucionar e democratizar campanhas promocionais

Agência lança Pode®, uma plataforma para anunciante criar promoção em minutos com todo backoffice da equipe Bullet

A Bullet, agência liderada por Fernando Figueiredo, nasceu e cresceu em um ambiente de engajamento, sempre pronta para criar soluções e mexer no ponteiro dos anunciantes para aumentar suas vendas. Entendendo o momento do mercado, o modelo de in-house agency e a data como o principal combustível para uma estratégia bem feita, a Bullet inova mais uma vez e lança a plataforma Pode®: um SaaS (Software as a Service) que permite dar acesso e poder para qualquer anunciante do País criar, orçar e implementar ações promocionais com o DNA Bullet em questão de minutos.

Fernando Figueiredo,

Para criar sua campanha promocional em poucos cliques, basta o anunciante acessar (www.podepromo.com.br) e inserir informações como briefing, verba, target, impacto, tipo de mecânica e prêmios, para a plataforma Pode® construir, na hora, tudo o que uma campanha promocional precisa para ir ao ar: detalhes operacionais e logísticos, BI e Plano de Operação, incluindo também layout, campanha de amplificação com estratégias digitais, Database Marketing e produção de material para ponto de venda. Com um processo e uma linguagem simples, basta escolher entre as opções sugeridas sem se preocupar com nenhuma burocracia legal.

Pode® é o primeiro produto lançado pela Bullet em seu MarketPlace, a área que a agência anunciou no começo do ano, que promete trazer ao mercado soluções mensais plug&play para ajudar os anunciantes a venderem mais. Pode® não será apenas um sistema. Será uma plataforma B2C e B2B2C que inclui data, banco de dados de shopper lovers, ferramenta de conversão e shopping. Pode® é a marca da Bullet para projetos ao shopper.

“Existe um universo enorme de anunciantes que não têm acesso a mecânicas inovadoras ou a agências que podem desenvolver ideias que trazem resultados. Criamos a Pode® para ser acessível a todos e para ser a solução completa para quem tem pressa e verba limitada. No entanto, projetos ainda mais elaborados poderão ser criados sob medida. Isso é só o começo. A plataforma começou a ser construída em agosto de 2020 e lança seu primeiro MVP (Minimum Viable Product) agora”, destaca Fernando Figueiredo, CEO da agência.

“A plataforma também busca auxiliar na redução das promoções informais, que muitas vezes são realizadas sem as autorizações necessárias, expondo anunciantes a penalidades jurídicas. Queremos democratizar a promoção e possibilitar o acesso aos anunciantes com verbas menores”, explica Cesar Leite, COO da Bullet.

A Bullet sempre foi pioneira no mercado e sempre criou tendências. Foi a primeira agência a realizar um programa de incentivo na internet (Compaq Mega Race), a primeira a usar mecânica de pincode em uma promoção, enterrando de vez o “envie para a Caixa Postal e concorra” (Conexão Gatorade), a primeira a colocar o prêmio dentro de um produto (iPod no Palito), a primeira a usar ChatBot do Messenger em uma promoção (Promoção Coca-Cola Fan Feat). A primeira a usar PicPay em uma promoção, substituindo os certificados de barras de ouro. E a primeira a usar WhatsApp Business em uma promoção (Beleza na Lata Coqueiro). Segundo pesquisa do Portal de Promoções, 4 das 10 campanhas mais acessadas no ano passado eram da Bullet.

Fonte: Bullet – Flavia Baccari

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O que os profissionais de marketing precisam saber para aumentar a performance com a Connected TV

por Guilherme Kapos*

Serviços de streaming Over The Top (OTT) têm atraído mais consumidores do que nunca, atrás de entretenimento sob demanda em um mundo de distância social — quatro vezes mais, para ser preciso, de acordo com a nova pesquisa do consumidor da Adjust. Com as pessoas aceitando mais o streaming em dispositivos mobile e Connected TVs (CTV), uma gama de oportunidades novas se abrirá para que os profissionais de marketing alcancem esse público crescente.

Se a performance é importante para sua estratégia de marketing, não dá mais para ignorar o ecossistema de anúncios em OTT e CTV. Mas atenção: isso é mais do que só uma nova modinha no modelo televisivo.

O Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming 2021 revela uma mudança radical nos padrões de consumo de streaming em diversas regiões e gerações. Essa dinâmica requer uma nova mentalidade — e dados novos — para que a oportunidade seja aproveitada e os resultados, mensurados. Entendendo como e quando os consumidores assistem a streaming e quais canais trazem mais valor e entregam o maior impacto de marketing, o potencial para construir uma base de usuários grande com um Lifetime Value (LTV) alto é enorme.

3 coisas que você precisa saber sobre os hábitos de streaming dos consumidores:

A maioria dos usuários mobile assistem a streaming, no mínimo, uma vez por dia — Consumir conteúdo de streaming se tornou um hábito diário para pessoas no mundo inteiro. Na China, 93,75% dos usuários disseram ver um streaming “todos os dias uma vez por semana” — em comparação com os Estados Unidos (69,4%), está claro que a China embarcou totalmente na revolução de streaming. A Geração Z também mostra o caminho com uma média de 90 minutos por sessão, mas usuários de todas as faixas etárias assistem a streaming pelo menos uma hora por vez.

Os usuários estão dispostos a gastar dinheiro com o streaming — Os serviços de streaming provaram que as pessoas estão dispostas a pagar por conteúdo. A Coreia (US$ 42,68/mês) e os Estados Unidos (US$ 33,58/mês) apresentam os maiores gastos. Os millennials e a Geração Z também gastam bastante com conteúdos de streaming, mas a população com 55 anos ou mais está cada vez mais disposta a abrir a carteira também. Uma pesquisa do The Trade Desk revelou que aproximadamente 27% dos lares nos Estados Unidos planejam cancelar pacotes de TV paga em 2021, quase o dobro de 2020.

A forma como nós assistimos à TV está mudando — Mais de três quartos (76%) de todos os entrevistados usam celulares mobile enquanto assistem à televisão. Potencialmente, isso tem um impacto enorme para profissionais de marketing criativos, que podem usar os dados para criar uma experiência de marca totalmente nova e interativa unindo os dois dispositivos.

Reimaginando o marketing para Connected TVs

De muitas maneiras, as Connected TVs apresentam aos profissionais de marketing o melhor de dois mundos — a oportunidade de ser associado a conteúdos de alta qualidade da televisão e a prestação de contas e os resultados mensuráveis da web. Esse é um desenvolvimento importante que possibilita que departamentos de marketing com orçamentos curtos entendam melhor a performance dos seus anúncios televisivos e planejem com base nos dados.

Portanto, não é surpresa que os anunciantes já estejam alocando orçamento para a CTV, com o eMarketer estimando que os gastos com anúncios em CTV aumentarão para US$ 11,36 bilhões em 2021 nos Estados Unidos. (Os fraudadores seguem o dinheiro e é importante combater bots e fraudes para proteger o orçamento e a integridade dos seus dados). Contudo, com as mudanças de comportamento do consumidor, os profissionais de marketing podem ir além. Nos Estados Unidos, 82,62% das pessoas relatam usar celulares enquanto assistem à televisão, dando aos profissionais de marketing estratégicos uma nova forma de construir experiências de imersão em vários dispositivos.

Considere o seguinte: As pessoas que usam celulares ao assistir à televisão afirmam usar com frequência aplicativos de redes sociais (77,90%), aplicativos de bancos (51,37%), aplicativos de jogos (51,07%), aplicativos de delivery de comida (28,20%), aplicativos de utilidades (23,32%), aplicativos de e-commerce (20,88%) e aplicativos de viagem (18,45%).

Para os profissionais de marketing que querem impulsionar a performance, agora é o momento certo para experimentar maneiras de criar novas experiências — e as possibilidades são especialmente abundantes para os profissionais de marketing de aplicativos. Por exemplo, os anunciantes podem explorar isso colocando um CTA nos anúncios de TV, oferecendo o download do aplicativo via QR Code. Isso cria uma experiência integrada que não apenas resulta na conversão desejada, como também traz dados incomparáveis sobre de onde exatamente seus usuários estão vindo e onde é mais provável encontrar potenciais usuários.

*por Guilherme Kapos, Diretor de Vendas para a América Latina na Adjust

Fonte: aboutCom

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4 dicas para marcas e influenciadores criarem negócios juntos

Apostar em influenciadores nichados com o setor de atuação das empresas tem sido alternativa para marcas que querem se relacionar com seu cliente

O Brasil já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e movimentou algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas no ano passado. Dentro desse universo, um setor que não para de crescer e vem conquistando marcas de todo o mundo é o do marketing de influência. As projeções para 2021 são de que esse mercado bata a casa dos R$10 bilhões.

Grandes marcas como Pedigree, Pizza Hut, Spoleto, Polishop, Coca-Cola entre outras, adotaram essa abordagem de marketing para promover os seus produtos e serviços, além de fidelizar e conscientizar o público para gerar ainda mais relevância e engajamento para a marca. A Menu – startup que conecta pequenos comerciantes a grandes distribuidores – apostou no marketing de influência dentro do seu nicho de atuação para criar campanha com influenciadores e nomes do empreendedorismo na área de food service. Entre eles, estão donos de restaurantes e participantes de realities de culinária, como o Mestre do Sabor e o MasterChef.  

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

Segundo Peter de Albuquerque, diretor de criação e branding da Menu, essa prática estabelece maior proximidade com os consumidores. “Nossos clientes são de uma cadeia muito segmentada, por isso escolhemos influenciadores a dedo, para dialogarem diretamente com o nosso consumidor final. Só para se ter uma ideia, durante sete semanas de campanha, notamos um crescimento significativo em todas as redes sociais da empresa. Conquistamos mais de 15 mil seguidores, aumentamos o engajamento, compreensão do produto e do nosso propósito por parte do público, além de termos gerado mais tráfego para o  nosso marketplace”,comenta. 

O especialista separou 4 dicas para orientar startups e empresas que desejam começar a usar esse tipo de estratégia, confira:

1: tenha em mente como funciona o trabalho do marketing de influência

No Brasil, 45% das pessoas afirmaram já ter comprado algum produto por indicação de suas personalidades favoritas. É importante entender como é o trabalho dos influenciadores e ter em mente que o ideal é que eles construam uma afinidade com os seguidores da sua marca. Não é apenas um merchan da empresa ou do produto, mas construir narrativas para uma aproximação que gere confiança, e consequentemente, vendas. 

2: escolha os parceiros com estratégia – e não apenas porque são famosos

Muita gente liga a palavra influenciador apenas às grandes celebridades da internet. No entanto, a verdade é que as empresas têm muitos tipos de parcerias que podem ser feitas. A dica principal está em encontrar alguém que faça sentido para a sua marca e isso deve ser feito por meio de um mapeamento dos influenciadores do seu segmento, quem são as pessoas que fazem a cabeça dos seus consumidores, quais os tipos de conteúdos que seus potenciais consumidores seguem, entre outras ações.

É preciso levar em conta qual é o objetivo da campanha de Marketing de Influência, além do tamanho da sua empresa e da sua verba. Os micro influenciadores podem ser mais úteis em uma campanha de marketing de influência B2B, por exemplo. No caso de uma venda mais complexa e com um ticket maior, um vídeo de um especialista testando seu produto ou uma celebridade indicando os diferenciais pode fazer mais sentido. 

3: seja criativo e divulgue sua campanha em múltiplos canais

Cada vez mais, as pessoas desejam mensagens reais e verdadeiras, portanto uma dica é ser criativo. Vale lembrar que uma estratégia de Marketing de Influência pode envolver apenas um influenciador, mas uma campanha de sucesso deve englobar múltiplos canais para aumentar o alcance da sua mensagem. Se pretende utilizar mais influenciadores, crie um diálogo entre suas comunicações, uma hashtag, e garanta que as ações não se tratem apenas de uma publicidade.

4: acredite e invista em novos protagonismos

Contar novas histórias e cotidianos é fundamental para trazer um tom singular à sua marca ou campanha. Além disso, essa postura contribui para a chegada de novos nomes ao mercado de influência.

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Juliette Freire: fenômeno das redes sociais

Com mais engajamento que Anitta, Beyoncé, Kim Kardashian e Cristiano Ronaldo, a sister mais querida do país escapa do paredão e conta com o apoio de um time de social media parrudo

Se você assiste ou não o BBB 2021, em algum momento já deve ter tido contato com o nome Juliette Freire em suas redes sociais. Em nove semanas de programa, essa advogada virou um dos perfis de maior engajamento de todo o país. De acordo com o Hype Auditor, o perfil da sister ocupa a 17ª posição do ranking dos mil maiores influenciadores do Instagram no Brasil, 172ª na posição global.

Mas o que causou esse fenômeno? É claro que, em partes, o próprio alcance do Big Brother Brasil, um dos maiores sucessos da Rede Globo. Mas, o que muitos desconhecem é que todo esse engajamento é estimulado por uma equipe de 20 pessoas. Maria Tereza Falcão é a head de social media dos perfis de @juliette.freire e está à frente deste trabalho que alavancou a imagem da sister em diversas redes sociais (Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok e em grupos de Telegram). A profissional assumiu essa responsabilidade após o convite de Huayna Tejoé, um amigo de Juliette, logo que a participante foi anunciada como membro da edição.

Luiza Antoniolli_Coordenadora de Mídias Sociais na Macfor_Especialista em Marketing Digital

Antes do programa, o perfil da paraibana no Instagram, por exemplo, tinha pouco mais de 3 mil seguidores. Hoje (31), após Juliette se livrar do paredão, esse número já alcança a marca de 17,6 milhões, um crescimento vertiginoso, já que em uma semana ela ganhou mais de 2 milhões de seguidores. O trabalho feito pelo time de social media da advogada é tão consistente que, em pouquíssimo tempo, conseguiu com que a sister superasse o engajamento das pop stars Beyoncé e Anitta, duas celebridades mundialmente conhecidas.

Outro exemplo, é que ao atingir a marca de 17 milhões de seguidores no Instagram, para celebrar o novo marco, como é de praxe, os administradores da página postaram uma arte com a foto da participante do BBB. Era um agradecimento da maquiadora usando como mote “16+1”. A publicação teve um boom de engajamento, pois os internautas identificaram a indireta ao presidente Jair Bolsonaro. 17 foi o número que elegeu o político nas urnas em 2018, talvez por isso não foi utilizado de forma explícita.

Com engajamento superior à Kim Kardashian, socialite norte-americana e ícone das redes sociais no mundo, e quase 5% a mais de engajamento que Cristiano Ronaldo, famoso jogador de futebol português, que tem o maior número de seguidores no mundo, dentro do Instagram, hoje, o perfil de Juliette bateu mais um recorde. Em seis (6) minutos, uma de suas fotos superou a marca de 1 milhão de curtidas, marca alcançada anteriormente pela cantora americana Billie Elish.

Esse frenesi não acontece somente no Instagram, a advogada e maquiadora (como Juliette se denomina) também possui números expressivos e acima de seis dígitos em outras redes sociais. No Tik Tok, por exemplo, são 3 milhões de seguidores, no Twitter 1,5 milhão e no Facebook mais de 200 mil. No Twitter, o nome da sister frequentemente está entre os trending topics (tópicos mais comentados).

Potencial de mídia e geração de negócios

Toda essa visibilidade tem atraído a atenção de marcas patrocinadoras do BBB, como Avon, PicPay, Fiat, Hoteis.com e Americanas, que também aproveitam a popularidade dessa sister para alcançar a audiência de seus seguidores. De acordo com Luiza Antoniolli, coordenadora de mídias sociais da Macfor, agência de marketing digital full service, como a sister está confinada não deve fazer ideia da fama que possui. “Juliette tem a equipe de social media mais eficiente já vista na história dos BBBs e os conteúdos que geram sobre ela estimula esse engajamento diferenciado”, comenta.

Segundo Luiza, o engajamento que esse time alcançou é capaz de ser mais lucrativo para Juliette do que se ela ganhar o prêmio do BBB, por exemplo. “A visibilidade que conquistaram até aqui, poderá garantir à sister contratos bem superiores ao R$1,5 milhão pagos pelo programa da rede Globo. Há inúmeras oportunidades de negócios para advogada. As cifras podem ser bem mais altas do que isso”, revela a coordenadora de mídias sociais da Macfor.

Por coincidência, essa edição do BBB tem atraído a atenção do público devido a um enorme volume de fake news, curiosamente, boa parte delas envolvem o nome de Juliette. A especialista Luiza prefere não atribuir tais feitos às estratégias de marketing, mas pondera que a construção da personagem humilde e popular nas redes sociais atrai o carisma do público, que se identifica com a sister e vê nela alguém que possa representá-lo.

“Já vi fãs comentarem que é a primeira vez que a TV mostra o seu jeito de falar em horário nobre. Além disso, a narrativa das redes de Juliette segue as vivências da paraibana no programa 24 horas e permite que os seguidores sintam na pele as dores de mulheres nordestinas ao expor o preconceito que sofrem”, explica Luiza.

A especialista também esclarece que as equipes de redes sociais, que cuidam dos participantes do BBB, estão ficando cada vez mais maiores e profissionalizadas, trazendo estratégias de comunicação de ponta, para trabalhar a imagem dos brothers. Na edição passada, a Boca Rosa e Manu Gavassi foram destaques com mega produções.

Luiza conta ainda que a maioria das pessoas acha que as redes sociais são fáceis de mexer e administrar, mas não é bem assim. “Para atingir esse feito incrível, a equipe de Juliette conta com o trabalho de 20 profissionais, entre eles estão especialistas como: social medias, designers, redatores, videomakers, gerenciamento das contas, analista de directs (quem responde as interações nas redes, uma espécie de SAC), gestor de conteúdo e assim vai… Ou seja, é preciso um time parrudo e capacitado para alcançar essas marcas históricas”, revela.

Apesar disso, Luiza motiva aqueles que querem tentar fazer isso sozinho. “Mesmo sendo um caminho muito mais longo e difícil, acredite, é possível ganhar holofotes nas redes sociais. Mas, caso queira uma trajetória meteórica como a de Juliette, o melhor é contar com o trabalho de profissionais, agências de marketing digital, por exemplo, poderão aumentar exponencialmente suas chances, pense nisso”, conclui.

Fonte: Macfor – Deborah Reis – Public Relations Manager

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Digital consolidado no Brasil

CENP Meios mostra consolidação do mercado de mídia digital

Nas últimas semanas, o CENP (Conselho Executivo Normas-Padrão) divulgou os investimentos publicitários do último semestre de 2020, através do estudo CENP Meios.

O estudo, que já é realizado há cinco anos e acontece em parceria com 217 agências de publicidade de todo o país, consolidou os dados de 2020. O CENP Meios é considerado um dos melhores estudos sobre o tema, já que traz e afere também os principais veículos da mídia digital.

Grafico Cenp Meios 2020

Os números divulgados e que retratam os investimentos em mídia digital de janeiro a dezembro de 2020 mostram que a mídia digital alcançou 27,6% de todo o bolo publicitário, ou algo próximo de R$ 3,7 bilhões. O número percentual divulgado é o maior que o meio digital apresentou desde o início do CENP Meios e pode ser considerado esperado, já que a pandemia concentrou os esforços de mídia das marcas neste ambiente.

Se observado como se deu o investimento de mídia dentro da mídia digital, a mídia display e programática juntas alcançaram mais da metade (56,5%) de todo o investimento publicitário em mídia digital. Segundo Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital, empresa que atua no segmento de mídia programática e mobile, isso se deve ao fato de esses serem pilares de mídia que oferecem maior assertividade na segmentação: “os números divulgados pelo CENP Meios demonstram a força do display e da mídia programática nesse período. As empresas anunciantes, mais do que nunca, buscam rentabilidade e assertividade, premissas importantes para quem anuncia”.

Fonte: creativosbr

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