Startup apresenta criação de funil de vendas em 4 etapas

Intuitiva, “G Speed” é a nova aposta da G Digital para auxiliar empreendedores no planejamento, funil de vendas, divulgação e otimização de landing pages

Entender e visualizar a jornada de compra do cliente pode ser uma tarefa complexa para pequenos e médios empresários. Como forma de facilitar este processo, a G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, acaba de lançar o G Speed. Recurso que permite que o empreendedor crie um funil de vendas completo em quatro etapas.

O G Speed é uma ferramenta de criação de landing pages – página de conversão do visitante em leads e pode ser usada em sites. A partir da integração com a ferramenta, as empresas podem determinar quais informações gostariam de captar, como por exemplo, ativar uma automação por e-mail, de forma que essa interação crie um relacionamento e aumente as possibilidades do visitante se tornar um lead.

Para Rafael Wisch, CEO da G Digital, o diferencial está na simplicidade do uso e no tempo de duração do processo. “Criamos uma ferramenta acessível. Sabemos que para o empreendedor, o tempo é valioso. Em apenas cinco minutos, o G Speed proporciona um funil de vendas completo”.

Rafael Wisch, CEO da G Digital

A ferramenta pretende reduzir a curva de aprendizado, que muitas vezes leva à desistência em utilizar algum produto. Desse modo, o G Speed apresenta um processo fluido para o usuário, como em um passo-a-passo, diminuindo as chances de erros em todo o processo. “O empreendedor não precisa ter muito conhecimento. Quando ele inicia um processo de criar um funil no Speed, um outro funil automático é criado do outro lado”, explica o CEO.

Funil de vendas nas campanhas de marketing

Segundo a G Digital, pequenos e médios empreendedores buscam constantemente crescer, para isso, precisam de informações e estratégias que possam ajudar o seu negócio e contar com a ajuda de ferramentas no ambiente digital é essencial nesse processo. Para Wisch, a sobrecarga de informação pode acabar deixando o empresário confuso, não sabendo por onde começar ou qual estratégia utilizar em suas campanhas.

“O primeiro passo para começar uma campanha é o planejamento. De maneira resumida, um bom funil é composto de 4 passos: planejamento, funil, divulgação e otimização. O empreendedor estrutura, executa, testa, coleta indicadores e melhora. Essa é a estrutura básica de uma boa campanha de performance. O GSpeed pode otimizar esse processo e toda informação permanece integrada à plataforma. Desta maneira, o empreendedor pode ter acesso ao seu funil ”, finaliza Rafael.

Fonte: Contatto – Laura Imene

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Vaga de Growth na Quero Educação

Líder de Growth | QB Turbo

 

Sobre a vaga
O Quero Inbound é um dos produtos da Quero Educação focado na geração de alunos matriculados diretamente para faculdades parceiras. Seu dia a dia consistirá em garantir o volume de geração de tráfego e leads, controlar custos, se relacionar com as áreas de produto e vendas para criar projetos que melhorem a eficiência na geração de leads e também novas oportunidades de negócios.

Responsabilidades
Coordenar a geração de leads por canal;
Coordenar campanhas de Google Ads e Bing;
Coordenar relacionamento com Afiliados;
Coordenar estratégias de SEO e produção de conteúdo;
Coordenar projetos de nutrição de leads e automação de marketing;
Interface constante com time de produto para implementações com impacto em growth.

Requisitos
Graduação completa em Administração, Ciências, Engenharias ou correlatas;
Proficiência em Google Ads;
Proficiência em Google Analytics;
Excel Avançado;
Perfil analítico (levamos análise de dado muito a sério);
Experiência com captação e nutrição de leads;
Habilidades de comunicação e negociação.

Diferenciais
SQL;
HTML.

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Entenda os eventos híbridos

Afinal, o que são e como devem ser planejados os eventos híbridos?

As incertezas do setor de eventos não se resumem em entender os novos modelos de negócios e sim, em aplicar novas competências e habilidades junto aos organizadores de eventos os transformando em gestores de comunidade.

Enquanto uns usam o termo “novo normal”, acreditando em mudanças significativas na maneira de conduzir as relações humanas, outros apenas questionam a retomada das atividades como elas sempre foram. E entre um e outro, o futuro dos eventos presenciais segue incerto e a curiosidade e o interesse sobre eles, só aumenta.

“Ouso dizer que os planejadores de eventos já passaram pelos cinco estágios definidos na psicologia: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. E depois de 13 meses, acredito que a maioria deles esteja na última fase, aceitando que estamos em um novo momento e que as mudanças seguirão cada vez mais intensas e inevitáveis. Antes, nós saíamos de casa para um evento presencial, mesmo que em outra cidade, investindo em acomodação, transporte e alimentação porque estávamos acostumados com essa dinâmica, mas agora que fazemos quase tudo da nossa casa, interagimos com colegas de trabalho, fechamos negócios e até brindamos as boas novas, de maneira remota, é fundamental entender que a dinâmica do setor de eventos se alterou de forma definitiva, e os organizadores de eventos tradicionais que não entenderem essa nova dinâmica vão desaparecer” – aponta P.O de Almeida, Managing Director da Live Marketing Consultoria.

Com isso, fica evidente que as pessoas só aceitarão estar fisicamente em algum lugar que lhe ofereça um diferencial, que seja excepcionalmente interessante, uma vez que aprendemos que é possível fazer quase tudo da sala da sua casa, a questão da relevância para as atividades presenciais ficou ainda mais importante. Com isso, o termo híbrido passou a ser usado para caracterizar essa nova estrutura que mistura presencial e remoto, fazendo alusão ao termo na biologia (cruzamento genético entre duas espécies vegetais ou animais distintos), mas a terminologia ainda causa dúvidas em muitos setores. Pelo menos, foi o que apontou uma pesquisa realizada pela Swapcard (uma plataforma para eventos virtuais e híbridos, movidos por inteligência artificial) com 364 profissionais de eventos de vários países, em abril de 2021, onde um pouco mais de 30% dos entrevistados declaram não ter uma ideia clara do que realmente é um evento híbrido, no que tange: valor, desafios, etapas para a definição, realização e estrutura desse modelo.

Os números reforçam o quanto é preciso alinhamento e união do setor. Perguntas não faltam e seguem entre: Quais são as tecnologias disponíveis? Como definir se o evento será presencial ou remoto? Como juntar os dois formatos em uma mesma situação? Quem é o público mais importante, afinal: eles são diferentes? O que agrada o visitante presencial? o que será preciso oferecer para o participante remoto? Como definir valores (tanto para empresas, quanto para patrocinadores e público), o que precisa ser levado em conta? De acordo com P.O, consultor com mais de 30 anos no entretenimento ao vivo (B2C) e em eventos corporativos com foco na geração de negócios (B2B), a resposta é certa: “aqueles que estiverem a frente dos eventos, precisam atuar de maneira estratégica, entendendo perfeitamente como a aquela comunidade age, quais são as suas necessidades e desejos, depois disso, explorar o tema de maneiras diversas usando a tecnologia como aliada, independente do modelo e formato escolhido, o futuro dos eventos agora é omnichannel” – pontua.

E nesta nova era híbrida, mais do que espelhar o evento físico para o digital, os gestores de comunidades, deverão estar imersos no tema de maneira criativa e inovadora para atrair, reter e engajar a sua comunidade. Deverão estar cientes de que precisarão remodelar os KPIs, ajustar a maneira de calcular o ROI pois as atividades exclusivamente digitais que foram experimentadas pelas empresas e marcas durante a pandemia, podem até apresentar um retorno mais quantificável, mas o fator humano das experiências presenciais e o uso dos cinco sentidos não entraram neste cálculo do ROI, e pensar que: “apesar da flexibilidade oferecida hoje aos organizadores de eventos pela tecnologia existente somos seres sociais, gregários e colaborativos e a imersão física favorece os nossos aprendizados e ajuda a criar confiança nos relacionamentos” – reforça P.O. Almeida. Por fim, o consultor destaca “os eventos virtuais foram um remédio durante a pandemia, mas a partir de agora os eventos híbridos serão como uma vitamina ao setor”.

P.O. Almeida, também conhecido como Paulo Octavio Pereira de Almeida é Managing Director da Live Marketing Consultoria

Fonte: Publikaí – Julia Vitorazzo

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Live Commerce é reviravolta para o varejo

Venda ao vivo de produtos na internet conta com celebridades e transforma a relação dos consumidores ao comprarem das marcas.

Em 2021, as vendas do e-commerce na China devem corresponder a 52,1% do resultado do varejo no país, segundo o site eMarketer. O que fará da potência mundial, a primeira do mundo a registrar mais da metade das transações do setor varejista no ambiente online. Diversos elementos contribuem para esse recorde, entre eles, um dos mais curiosos e atrativos é, certamente, o Live Commerce. “É uma forma nova e interativa de ampliar o e-commerce, como não esperávamos fazer tão cedo. Todas as empresas estão de olho em como incluir esse formato no seu negócio digital. E para o consumidor é uma forma de juntar as compras ao puro entretenimento. Praticamente, uma reviravolta na maneira como enxergamos o comércio eletrônico”, diz Carolina Soares, co-fundadora da produtora de imagem Fotopontocom.

O que é Live Commerce?

Em poucas palavras, o Live Commerce é a venda ao vivo de bens de consumo, por meio de uma transmissão por streaming, seja em plataformas dedicadas, em apps ou nas redes sociais, como Instagram e Youtube. Durante a live, o comprador assiste um representante da marca falar sobre um ou mais produtos, tira dúvidas através do chat e compra o item que quiser, ali mesmo, com descontos exclusivos. A sensação em torno do formato foi tamanha, que no último ano as empresas passaram a contratar influenciadores para liderar os eventos. Em alguns casos, os próprios CEOs assumem a posição e interagem em tempo real com a audiência.

A explosão do modelo se deu na China, com a gigante Taobao, do Alibaba, e o e-commerce JD.com, embora especialistas já vejam um futuro próspero para as plataformas audiovisuais, como Douyin (semelhante ao TikTok no país) e Kuaishou (app de compartilhamento de vídeos curtos). Nos Estados Unidos, os consumidores já acessam a Amazon Live, que agrega em uma única página as transmissões disponíveis no momento nas diferentes categorias de produtos. As ofertas podem ser incluídas no carrinho de compras e, em questão de segundos, o pedido é fechado. No país, as redes sociais já têm lançado funcionalidades para atender à nova demanda, como o Instagram Live Shopping. O recurso permite que o lojista que possui uma conta de negócios e tem um catálogo no Shops da plataforma promova e venda na hora, durante a transmissão.

No Brasil, muitas empresas se adiantaram para adotar a estratégia. Um bom exemplo é o da C&A, atual patrocinadora do reality show Big Brother Brasil, transmitido pela TV Globo. Além de fornecer os looks que são usados pelos brothers dentro da casa, a marca encabeçou ativações únicas. Entre elas, um desfile com modelos em hologramas e promoções em tempo real para os telespectadores que escanearam o QR da tela, associando a omnicanalidade ao e-commerce. Além disso, live commerces nas redes sociais da varejista engajam e convertem ainda mais.

Gigantes como Americanas, Riachuelo, Chilli Beans, Reserva e muitas outras também já aproveitaram as vantagens do formato que aproxima a marca do consumidor. Ao gerar entretenimento e diversão na compra online, a empresa dissipa a impessoalidade da tela. Outro benefício é a relação de confiança entre o comprador e quem lidera a live que, normalmente, fortalece a imagem do produto. Mesmo quando a venda não é fechada no momento, vale ressaltar a oportunidade valiosa de educar sua audiência sobre o seu mix e mercado.

Cuidados com o novo formato

Diferentemente da televenda feita por tantos anos na TV brasileira, o Live Commerce pressupõe um formato mais leve, descontraído e informal. Seria quase um bate-papo íntimo entre a marca e os usuários. No entanto, apesar de não exigir equipamentos robustos, é preciso haver planejamento e preparação. O conteúdo deve ser pensado com carinho e as ofertas, assim como a plataforma ou rede social, selecionadas de forma estratégica para o tipo de público que se busca conquistar.

Segundo Carolina Soares, a estrutura e a condução da live também merecem um olhar especial. “Iluminação, câmera e áudio de qualidade, boa conexão com a internet, cenário agradável e que converse com a proposta devem ser levados em conta. Quem estará à frente de todo esse projeto é outra peça-chave. O escolhido precisa engajar a audiência, conhecer o produto e ainda estar apto a tirar dúvidas”, explica. O apresentador pode, inclusive, ter fichas de apoio para ajudar nas informações técnicas, caso precise. Vale lembrar que a aparência do item apresentado deve estar impecável.

Não perder o foco da live é mais questão importante. O usuário está ali em busca de benefícios, então, fique atento. Seja o seu objetivo fazer o lançamento de uma coleção ou liquidar estoque, ofereça vantagens que mostrem valor para que o seu comprador participe. No entanto, não esqueça que o desconto está diretamente ligado ao inventário. Quanto mais atrativa for a oferta, maior precisa ser a capacidade de suprir a demanda para não gerar frustração. Destaque também de forma simples e clara como pode ser feita a compra – por link, direct, Whatsapp ou outros meios. Aqui, o ideal é ter o apoio de outras pessoas do time no atendimento simultâneo.

Em um caso recente, a loja virtual não teve esses cuidados e, com o alto volume de contatos durante a live, o suporte foi falho. Os produtos acabaram rapidamente, pois o cálculo de estoque não foi assertivo, o que gerou uma crise para a marca que foi acusada de fraudulenta. Um problema inicialmente de organização, mas com sérias consequências para a reputação da empresa. Por isso, é importante estudar o seu público e a sua operação com antecedência, para tirar o melhor dessa experiência.

Para quem nunca havia pensado em aplicar o Live Commerce na sua estratégia de vendas, esse pode ser um bom momento. Entenda se o formato faz sentido para as novas necessidades do seu consumidor e, se a resposta for “sim”, invista na criatividade.

Fonte: Salto Comunicação – Tayce Bandeira

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Vaga de Analista de BI

Vaga de Analista de BI no Ipplan – Instituto de Pesquisa e Planejamento

Empresa busca pessoa com vontade de desenvolver soluções tecnológicas que gerem impacto na sociedade

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

Atividades

Participar de reuniões com os clientes e fornecedores
Elaborar planos e garantir acompanhando a execução
ETL com QlikView Developer
Desenvolvimento de dashboards e relatórios
Configuração de privilégios de acesso via Script no documento QVW
Controle de carga delta através de Script no QVW
Criação de QVD´s de extração e carga de dados
Experiência com QlikView Server e Publisher
Criação e configuração de Job´s de cargas via Server e/ou Windows
Automação de exportação de relatórios e gráficos via NPrinting
Integração com AD do Windows para controles de acesso
Boas práticas de modelagem e performance no ambiente QlikView
QVD´s particionados e fulls
Sustentação do ambiente QlikView

Perfil:
Superior completo em Tecnologia ou cursos correlatos;
Experiência em Qlik view e Developer e Designer
Experiência com levantamento de requisitos junto ao cliente;

O Que a empresa oferece
Você poderá realizar suas atividades no conforto da sua casa, até toda essa pandemia passar;
Ambiente acolhedor, com tudo aquilo que você precisa para desempenhar com tranquilidade e muita vontade o seu trabalho;
Possibilidade de crescimento;
Convênio médico e odontológico;
Vale transporte;
Vale alimentação ou refeição.

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Quero Educação está buscando Analista de CRM

Vaga para Analista de CRM Júnior

A Quero Educação está buscando um Analista de CRM apaixonado por levar educação aos pontos mais distantes do Brasil, trabalhando com coletores de leads, disparos de e-mail, banners, pop ups, SMS e uma série de outras ferramentas.

Se você é empolgado com Performance, Tecnologia e Educação esta vaga é sua!

Responsabilidades
Compreender em profundidade nosso funil de marketing, assim como os fluxos de conversão dos usuários;
Realizar disparos periódicos de e-mail, incluindo extração da base de usuários, set up da comunicação e monitoramento do resultado final;
Configurar as réguas automatizadas;
Higienizar a base de dados;
Configurar novos coletores.

Requisitos
Perfil analítico e data driven;
Conhecimentos avançados em CRM e/ou SQL;
Focado em atingimento de metas;
Brilho nos olhos, energia e motivação por metas desafiadoras;
Apaixonado pelo propósito da Quero de levar educação a mais pessoas.

Diferenciais
Experiência em startup;
Experiência como Analista de CRM e/ou Analista de Business Intelligence.

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Na atividade

AlmapBBDO reforça atuação em Havaianas e vence concorrência por mesa de performance para operação Brasil

Após participar de uma concorrência, a AlmapBBDO acaba de conquistar a conta da mesa de performance de Havaianas no Brasil, consolidando cada vez mais a extensão de seu trabalho em tecnologia e digital para a marca.

A agência, que já trabalhava com o anunciante nesta área, tem uma equipe 100% dedicada ao cliente, com um time diversificado e personalizado, visando uma entrega exclusiva para trazer a conversa de performance para o centro do negócio, através de tecnologia, processos e talentos que tragam resultados de forma rápida.

Os trabalhos já tiveram início e a agência está totalmente atuando a quatro mãos com a Alpargatas em iniciativas que trabalham com táticas de BI, otimização e diversas operações de mídia online voltadas para a construção de um storytelling de Havaianas ainda mais próximo do seu usuário.

Além de operar a mesa de performance de Havaianas no Brasil, a AlmapBBDO ainda é responsável por esse mesmo trabalho junto a clientes como Cielo, O Boticário, GOL, entre outros.

Fonte: Giusti Comunicação – Vanessa Silva

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Venda online de alimentos cai 27% e de eletrônicos aumenta 600% com o Brasil atingindo um ano de pandemia

Criteo divulgou dados sobre o comportamento de compras online no Brasil no último ano de isolamento social; a demanda por roupas e acessórios continua crescendo

Março marca um ano desde que o Brasil adotou oficialmente medidas de isolamento social devido ao aparecimento da Covid-19. Desde então, o uso do e-commerce cresceu exponencialmente, à medida que os brasileiros se voltaram para essa forma de fazer compras para atender suas necessidades no conforto de suas casas. Em abril de 2020, após o primeiro mês de isolamento social, snacks e chocolates tiveram o maior crescimento no consumo online no Brasil. Agora, um ano depois, as compras online de alimentos caíram 27%, enquanto outras categorias, como artigos esportivos, que teve queda em 2020, estão começando a crescer.

Criteo, a empresa de tecnologia global que fornece publicidade confiável e impactante aos profissionais de marketing do mundo, analisou os dados de transações dos últimos doze meses para compreender os efeitos que a Covid-19 teve nos hábitos de consumo no Brasil e nas categorias de produtos que continuam a ser comprados online.

Enquanto a demanda online por alimentos despencou, a venda de roupas e acessórios continuou a aumentar 23%, apesar dos longos meses de isolamento social. Especificamente, os dados da Criteo viram aumentos de + 227% nas compras de trajes de banho, + 113% em chaveiros, + 111% em anéis e + 95% em colares.

Ao contrário do que foi observado em 2020, a venda de artigos esportivos cresceu 127%, indicando que os brasileiros podem estar ansiosos para voltar a se exercitar ao ar livre ou até mesmo intensificar a rotina de exercícios em casa.

“A pandemia causou mudanças duradouras no comportamento do consumidor à medida que passamos de medidas altamente restritivas para medidas moderadas de isolamento social. Isso se reflete diretamente nas compras e canais de consumo escolhidos pelos brasileiros à medida que a pandemia evoluiu no ano passado. Dados os diversos níveis de conforto com as compras em lojas físicas, continuamos a ver os profissionais de marketing adaptando suas vendas e engajamento às estratégias omnichannel para atender o cliente onde ele está”, afirma Tiago Cardoso, diretor geral para a América Latina da Criteo.

Eletrônicos e itens para casa com venda em alta

Ao comparar o mercado de vendas de comércio eletrônico de 2020 com as vendas de 2021, a Criteo descobriu que os dispositivos eletrônicos portáteis e produtos domésticos tiveram aumentos consideráveis.

Com os consumidores isolados em casa, muitos tiveram que adaptar suas áreas de estar para acomodar o trabalho em home office e espaços escolares. Devido a esta nova forma de viver, as vendas online de cadeiras e escrivaninhas continuaram a aumentar 142% e 125%, respectivamente, enquanto a compra de laptops aumentou 666% e a de tablets aumentou 492%. Isso continuou a aumentar à medida que muitos consumidores perceberam que continuarão trabalhando e estudando remotamente por um longo período de tempo.

No entanto, os dados da Criteo mostram que as vendas de produtos eletrônicos e domésticos não giram apenas em torno do trabalho e da escola. Os videogames e os televisores também registraram aumento no número de vendas, de 412% e 248%, respectivamente, à medida que as pessoas buscam formas de se divertir com segurança em casa.

Muitos consumidores também estão aproveitando para melhorar suas casas, resultando em um crescimento de 28% das vendas online no setor de decoração para casa, especificamente um aumento de + 272% em itens de cozinha, +188 em itens para sala de jantar, + 161% em prateleiras e +59 nas mesinhas de cabeceira.

Metodologia

A Criteo analisou dados comerciais de mais de 1000 clientes no Brasil de 15 a 28 de fevereiro de 2021 em comparação com 15 a 28 de fevereiro de 2020.

Fonte: Sherlock Communications – Marcos Paulo Neiva

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LGPD e as mudanças na comunicação

O que mudou na Comunicação com a implementação da LGPD

Nova legislação mostrou que não apenas grandes empresas, mas também as assessorias de comunicação precisam readequar processos e serviços visando a segurança e a privacidade dos usuários

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entrou em vigor em setembro de 2020 e, com isso, houve a necessidade da comunicação se adaptar às novas normas. A aboutCOM, agência especializada no atendimento a empresas de tecnologia, traz algumas considerações sobre o impacto da nova legislação para o trabalho de assessorias de comunicação e, também, como a tecnologia foi afetada por essa novidade, que ainda exige muitas adequações por parte das empresas.

É inevitável citar que, antes, empresas de telemarketing faziam uso dos dados pessoais, como telefone de contato ou mesmo e-mail, para chegar até os usuários e ofertar pacotes e serviços que poderiam ser do interesse desse cliente em potencial. Quem nunca precisou deixar uma reunião importante para atender a uma chamada que, no fim, era mais uma dessas ofertas? A principal reclamação, por parte dos usuários, era sobre como as empresas conseguiam os dados das pessoas para efetuar as propostas. Com a implantação da LGPD, isso mudou. O principal propósito da lei é justamente proteger os direitos de liberdade e privacidade dos usuários, por meio da monitoração das ações das organizações em relação às informações de cada pessoa. Isso quer dizer que o trabalho de profissionais de telemarketing está passando por muitas mudanças. Mais que isso, a comunicação como um todo precisa se readequar.

Os impactos para os profissionais de comunicação, especialmente assessores, foram diversos, principalmente na forma como o dado é analisado, pois as agências precisam ser ainda mais estratégicas e transparentes no uso dessas informações sensíveis. O impacto na compra de mídia digital e na inteligência artificial também é notável. As organizações têm o desafio de investir mais em User Experience Research para encontrar novos caminhos, no intuito de reduzir o atrito que pode ser causado na etapa da experiência dos usuários. Houve, também, um aumento dos custos com tecnologia nas empresas, já que passou a ser imprescindível garantir ferramentas de bancos de dados, monitoramento e segurança de acordo com as disposições da nova lei.

“Podemos perceber uma mudança muito significativa na captação de leads, pois existe, agora, uma preocupação muito maior com relação ao preenchimento de formulários por parte dos usuários, que atentam para os riscos de exposição de dados pessoais e desconfiam do que pode acontecer caso aceitem participar deste tipo de iniciativa”, comenta Flavia Sobral, diretora da aboutCOM.

Outro ponto que pode ser destacado é em relação ao envio de press releases, uma prática tão comum a assessores de comunicação. A partir de agora, as plataformas que atuam como banco de dados ou criação de mailings precisam que o jornalista dê seu consentimento para receber esses materiais, conforme orienta a LGPD. A exceção é quanto a fotos feitas em eventos, já que, se forem realizadas para fins exclusivamente jornalísticos e artísticos, não se aplica o direito do uso de imagem ao tratamento de dados pessoais.

Portanto, com a LGPD, o usuário tem a oportunidade de assumir o comando de seus dados e escolher como e para quem eles serão expostos. Isso significa que o controle sobre como dados pessoais são transmitidos na internet está nas mãos de cada indivíduo e não mais das empresas. Além disso, o direito ao esquecimento dá aos usuários a oportunidade de controlar a maneira como os dados são expostos, enquanto que o direito ao acesso permite escolher quais conteúdos determinada empresa pode ter armazenados sobre ele.

Com base nisso, as agências de comunicação, devido à necessidade de lidar com diferentes marcas e organizações, precisam levar em conta a importância de um movimento proativo que busca auxiliar essas empresas, além de ter seus processos de adequação e estrutura de governança de dados. A lei demonstra a necessidade de nomear um encarregado de proteção de dados, responsável por aceitar reclamações e comunicações dos titulares, prestar esclarecimentos, receber comunicações da autoridade nacional e adotar providências, além de orientar os funcionários a respeito das práticas a serem tomadas sobre a proteção de dados pessoais.

Essas orientações visam proteger, cada vez mais, os usuários no ambiente digital. Com uma crescente expansão do uso de recursos virtuais, seja para o trabalho ou mesmo para o lazer, é fundamental que exista uma reflexão e, neste caso, uma readaptação quanto a maneiras de realizar uma comunicação saudável, segura e efetiva para ambos os lados. Assim como o mundo é transformado pela comunicação, também ela acaba por ser transformada pelas mudanças que ocorrem na sociedade.

Fonte: aboutCOM

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Taboola lança o Taboola High Impact

Taboola lança o Taboola High Impact, uma nova solução de Brand Awareness para agências e anunciantes

Nova ferramenta traz inovação em formatos de publicidade de alto impacto, controle completo de ad adjacency e dados únicos e exclusivos de leitura

A Taboola, líder global em recomendações e descoberta de conteúdo na open web, anunciou o lançamento do Taboola High Impact, uma nova solução de publicidade desenvolvida para publicitários e agências, para impulsionar ainda mais os esforços de brand awareness.

De acordo com dados da indústria, no ecossistema diverso de hoje e na batalha constante pela atenção do usuário, as marcas estão priorizando as campanhas de brand awareness, com 70% dessas empresas mundo afora, tendo os sites de notícias, como seu canal mais importante para alcançar esse objetivo.

Complementando as soluções de performance, o Taboola High Impact foi projetado especificamente para aprimorar as campanhas de brand awareness. Com ele, os anunciantes podem alcançar com eficácia mais de 500 milhões de usuários ativos diários nos principais publishers do mundo. Taboola High Impact inclui:

Inovação em formatos de anúncio de alto impacto: ads presentes em homepages, em mid-article (em breve disponível no Brasil) e no Taboola Feed. Os formatos incluem vídeos publicitários, rich-media ads e formatos similares aos de social, como Carrossel e Stories.

Adjacency e controle: os ads estarão apenas em meio a um conteúdo editorial de qualidade. Estes controles funcionam através de integrações e parcerias com IAS e Moat by Oracle Data Cloud, além de outras para aprimorar ainda mais a transparência e segurança do ecossistema.

Dados exclusivos de leitura em tempo real, que até agora, estavam disponíveis somente às equipes editoriais: Pela primeira vez, agências e marcas anunciantes que fizerem parte do Taboola High Impact terão acesso às informações de interesse e leitura online, baseadas em mais de 500 milhões de usuários ativos diariamente. Seja para auxiliar suas estratégias de conteúdo, entender mais sobre os interesses de consumo ou até mesmo para se preparar para um futuro, em um ambiente sem third -party cookies, o contexto dos usuários na open web, importa mais do que nunca.

Adam Singolda, founder e CEO da Taboola

Para os publishers, o Taboola High Impact possibilita uma série de novos benefícios, incluindo novas oportunidades de geração de receita. Permite um maior acesso a mais anunciantes premium com foco em brand awareness, permitindo que os publishers diversifiquem suas fontes de receita em publicidade, vindas tanto de brand awareness quanto de peformance. Além disso, o Taboola High Impact possibilita formatos inovadores e mais atraentes, que oferecem aos publishers formas mais ricas de engajamento com seus leitores e melhor experiência do usuário.

“Nós passamos a última década construindo uma solução incrível e, nos últimos dois anos, trabalhando com nossas marcas e agências parceiras de maneira muito próxima. Ouvimos e aprendemos sobre a necessidade de criar um pacote totalmente focado em brand awareness e que seja seguro, de alta visibilidade, impactante e impulsionado pela inteligência de dados”, apontou Adam Singolda, fundador e CEO da Taboola. “As pessoas passam 25% do tempo online na open web, tempo semelhante ao das redes sociais e plataformas de busca – a oportunidade de reinventar a open web e gerar ainda mais crescimento para agências, marcas e para o jornalismo de qualidade é enorme.”

Para mais informações sobre a Taboola High Impact e quais soluções estão disponíveis para você hoje, visite o site da Taboola e entre em contato com a equipe local.

Fonte: Sherlock Comunications

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