Startup apresenta criação de funil de vendas em 4 etapas

Intuitiva, “G Speed” é a nova aposta da G Digital para auxiliar empreendedores no planejamento, funil de vendas, divulgação e otimização de landing pages

Entender e visualizar a jornada de compra do cliente pode ser uma tarefa complexa para pequenos e médios empresários. Como forma de facilitar este processo, a G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, acaba de lançar o G Speed. Recurso que permite que o empreendedor crie um funil de vendas completo em quatro etapas.

O G Speed é uma ferramenta de criação de landing pages – página de conversão do visitante em leads e pode ser usada em sites. A partir da integração com a ferramenta, as empresas podem determinar quais informações gostariam de captar, como por exemplo, ativar uma automação por e-mail, de forma que essa interação crie um relacionamento e aumente as possibilidades do visitante se tornar um lead.

Para Rafael Wisch, CEO da G Digital, o diferencial está na simplicidade do uso e no tempo de duração do processo. “Criamos uma ferramenta acessível. Sabemos que para o empreendedor, o tempo é valioso. Em apenas cinco minutos, o G Speed proporciona um funil de vendas completo”.

Rafael Wisch, CEO da G Digital

A ferramenta pretende reduzir a curva de aprendizado, que muitas vezes leva à desistência em utilizar algum produto. Desse modo, o G Speed apresenta um processo fluido para o usuário, como em um passo-a-passo, diminuindo as chances de erros em todo o processo. “O empreendedor não precisa ter muito conhecimento. Quando ele inicia um processo de criar um funil no Speed, um outro funil automático é criado do outro lado”, explica o CEO.

Funil de vendas nas campanhas de marketing

Segundo a G Digital, pequenos e médios empreendedores buscam constantemente crescer, para isso, precisam de informações e estratégias que possam ajudar o seu negócio e contar com a ajuda de ferramentas no ambiente digital é essencial nesse processo. Para Wisch, a sobrecarga de informação pode acabar deixando o empresário confuso, não sabendo por onde começar ou qual estratégia utilizar em suas campanhas.

“O primeiro passo para começar uma campanha é o planejamento. De maneira resumida, um bom funil é composto de 4 passos: planejamento, funil, divulgação e otimização. O empreendedor estrutura, executa, testa, coleta indicadores e melhora. Essa é a estrutura básica de uma boa campanha de performance. O GSpeed pode otimizar esse processo e toda informação permanece integrada à plataforma. Desta maneira, o empreendedor pode ter acesso ao seu funil ”, finaliza Rafael.

Fonte: Contatto – Laura Imene

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TV Conectada ganha penetração e se populariza

Estudo smartclip e Nielsen mostra que 89% utilizam TV Conectada; dispositivo ganha penetração e se populariza

  • 77% dos respondentes das Classes CDE dizem ter o aparelho
  • Apesar disso, para 57% dos entrevistados preço ainda é uma barreira
  • 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.
  • Séries e filmes são assistidas por 93%, noticiário atinge 67%

A smartclip, companhia global especializada na distribuição de publicidade em vídeo multitelas, realizou em parceria com a Nielsen, empresa global de dados e análises da indústria de mídia, uma pesquisa com o objetivo de compreender o comportamento do consumidor na TV Conectada. O estudo revela que 89% dos participantes possuem uma TV Conectada em casa, um número significativo em relação à 2015, quando a penetração era de 32%.

O crescimento expressivo do uso dos aparelhos de televisão inteligentes veio acompanhado de grande capilaridade nas classes CDE, mostrando que o acesso não está apenas restrito à população com maior nível de renda.

Apesar de a plataforma estar presente em praticamente todos da classe A (99%) e B (95%), ela também tem presença em 77% de CDE, com destaque para a C, com 83% de utilização, mostrando que a TV Conectada é um formato consolidado para a audiência do país.

“Cada vez mais o produto se populariza, acompanhando a digitalização acelerada do brasileiro”, afirmou a líder de Measurement da Nielsen Brasil, Sabrina Balhes. “Um dado interessante é que, para driblar esse entrave, 23% dos respondentes disseram utilizar dispositivos que transformam as TVs normais em conectadas”, acrescentou.

O preço, porém, ainda é a principal barreira de utilização para 57% dos respondentes, seguido por não costuma assistir TV com frequëncia (27%), não pretender trocar de TV (19%), não possuir internet banda larga (13%) e ter TV à cabo (9%).

CONTEÚDO

O esforço para estar mais conectado deve-se à variedade de conteúdos de vídeo sob demanda disponíveis e poder assistir a o que quer na hora que quer. Não por acaso, o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, potencializou o consumo de conteúdo dos aplicativos embarcados nos devices, sejam eles gratuitos ou pagos: 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.

Com isso, todos os segmentos de programação registraram crescimento em relação ao estudo feito em 2015: séries e filmes, passou de 69% a 93%; noticiário, de 17% para 67%; esportes, de 10% para 53%; e música e shows, de 4% para 50%. Games, que não haviam aparecido há seis anos, hoje é consumido por 26%.

Outro comportamento revelado é sobre a forma como os usuários consomem o device: 2 em cada 3 pessoas assistem com pelo menos mais uma pessoa junto. Quem não assiste sozinho, costuma estar acompanhado de familiares e amigos. Sendo assim, a média é de 2 pessoas em frente a tela.

OPORTUNIDADES

De acordo com os dados, a smart TV é o segundo dispositivo no qual as pessoas mais prestam atenção nos anúncios. Para Lilian Prado, Managing Director da smartclip Brasil, “as telas grandes retém muito mais a atenção dos consumidores. Geralmente, no momento em que estão zapeando pelos aplicativos para escolher o conteúdo que será consumido, eles estão com o foco direcionado. Não à toa que mais de 80% dos respondentes afirmaram procurar mais informações de pelo menos um anúncio que visualizaram na CTV. Motivos que fazem do device uma excelente estratégia para a veiculação de campanhas publicitárias”, afirma.

O uso de QR Codes também foi um destaque do estudo. 58% das pessoas escaneiam os códigos que aparecem na TV e 81% já realizaram, ao menos uma vez, compras através do QR Code.

O estudo, realizado em março de 2021, ouviu 500 respondentes em todas as regiões do país.

Fonte: smartclip l 4Influence – Alexandre Spínola | Paula Carone | Pérola Rodrigues

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Credibilidade da mídia impulsiona parcerias

Crescimento da credibilidade da mídia impulsiona parcerias de publishers para aumentar a monetização nativa

A onda de fake news e os discursos de ódio nas redes sociais reforçaram o papel do jornalismo na sociedade, ampliando o volume de audiência dos portais que buscam parceiros para monetizar seu inventário, sem perder engajamento

Legenda foto: Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil

Em um ano tomado pela Covid-19, a quantidade de notícias falsas circulando na mídia e nas redes sociais cresceu drasticamente. Em busca de informações confiáveis, a saída da audiência foi recorrer aos veículos jornalísticos com tradição e excelência e nas grandes produtoras de conteúdo para acessar um conteúdo de qualidade e credibilidade. Mas, se por um lado o crescimento da audiência foi exponencial – houve um aumento de cerca de 70% no tráfego ano após ano de acordo com dados da Outbrain -, por outro, as empresas de mídia se viram diante de um dilema, pois muitos anunciantes pausaram suas campanhas com a demanda reprimida para o consumo e o aumento do inventário ficou ocioso.

Diante deste problema, muitos publishers reforçaram e expandiram suas parcerias em busca de diversificação nas fontes de monetização para seus conteúdos. Além disso, a Outbrain, feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web, é uma solução adicional para gerar receita publicitária e também manter o usuário engajado e por mais tempo dentro do site por meio de placements nativos que podem ser aplicados em diversos espaços do site, com um mix de espaços pagos e orgânicos.

“A solução consegue entregar para os anunciantes uma alternativa de publicidade digital que alia escala com um inventário premium, garantindo o brand safety para as marcas além de diminuir sua dependência de plataformas de social e search. Na outra mão, consegue fomentar o jornalismo regional, servindo como uma nova fonte de monetização e como uma solução de inteligência editorial”, diz Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil.

Aliando monetização a engajamento

Os publishers não têm custo nenhum de instalação. A parceria com a Outbrain se baseia na divisão das receitas publicitárias comercializadas pela empresa e que utiliza o inventário do parceiro para chegar até o usuário final. Os espaços nativos da Outbrain associam espaços de mídia paga com espaços orgânicos, que exibem outros conteúdos editoriais, a fim de impulsionar a recirculação da audiência e o engajamento com o usuário.

A solução é bastante flexível e busca atender os objetivos comerciais e editoriais de cada parceiro. O mix entre recomendações pagas e orgânicas é definido junto ao publisher e, pelo painel de controle, as equipes têm total transparência para avaliar os anunciantes e criativos que estão sendo veiculados e definir os bloqueios necessários para adequar o conteúdo a sua linha editorial.

Além da monetização com os placements pagos, os espaços orgânicos dentro do próprio site associado ao uso da solução paga em outros sites, podem ajudar os editores a impulsionar outras frentes de geração de receita como assinaturas, projetos de branded content, podcasts, newsletters e iniciativas proprietárias de comércio eletrônico.

“Prezamos por uma diversidade de pilares editoriais que vão desde hard news, até entretenimento, celebridades e outros sites mais verticalizados. Independentemente do segmento, queremos garantir aos leitores e aos anunciantes que a Outbrain é sinônimo de qualidade e confiabilidade”, finaliza Fernanda da Outbrain.

Sobre a Outbrain

A Outbrain é o feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web. Um terço da população mundial conectada à internet explora e descobre informações por meio da nossa tecnologia de feed, utilizada por anunciantes emergentes e reconhecidos no mercado e integrada à rede de milhares de publishers premium para gerir e monetizar operações editoriais. A Outbrain opera em 55 países e está sediada em Nova Iorque, com escritórios em 18 cidades pelo mundo. Saiba mais em www.outbrain.com/pt_br e nos siga no Twitter , LinkedIn , Facebook e Instagram .

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL

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O que os profissionais de marketing precisam saber para aumentar a performance com a Connected TV

por Guilherme Kapos*

Serviços de streaming Over The Top (OTT) têm atraído mais consumidores do que nunca, atrás de entretenimento sob demanda em um mundo de distância social — quatro vezes mais, para ser preciso, de acordo com a nova pesquisa do consumidor da Adjust. Com as pessoas aceitando mais o streaming em dispositivos mobile e Connected TVs (CTV), uma gama de oportunidades novas se abrirá para que os profissionais de marketing alcancem esse público crescente.

Se a performance é importante para sua estratégia de marketing, não dá mais para ignorar o ecossistema de anúncios em OTT e CTV. Mas atenção: isso é mais do que só uma nova modinha no modelo televisivo.

O Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming 2021 revela uma mudança radical nos padrões de consumo de streaming em diversas regiões e gerações. Essa dinâmica requer uma nova mentalidade — e dados novos — para que a oportunidade seja aproveitada e os resultados, mensurados. Entendendo como e quando os consumidores assistem a streaming e quais canais trazem mais valor e entregam o maior impacto de marketing, o potencial para construir uma base de usuários grande com um Lifetime Value (LTV) alto é enorme.

3 coisas que você precisa saber sobre os hábitos de streaming dos consumidores:

A maioria dos usuários mobile assistem a streaming, no mínimo, uma vez por dia — Consumir conteúdo de streaming se tornou um hábito diário para pessoas no mundo inteiro. Na China, 93,75% dos usuários disseram ver um streaming “todos os dias uma vez por semana” — em comparação com os Estados Unidos (69,4%), está claro que a China embarcou totalmente na revolução de streaming. A Geração Z também mostra o caminho com uma média de 90 minutos por sessão, mas usuários de todas as faixas etárias assistem a streaming pelo menos uma hora por vez.

Os usuários estão dispostos a gastar dinheiro com o streaming — Os serviços de streaming provaram que as pessoas estão dispostas a pagar por conteúdo. A Coreia (US$ 42,68/mês) e os Estados Unidos (US$ 33,58/mês) apresentam os maiores gastos. Os millennials e a Geração Z também gastam bastante com conteúdos de streaming, mas a população com 55 anos ou mais está cada vez mais disposta a abrir a carteira também. Uma pesquisa do The Trade Desk revelou que aproximadamente 27% dos lares nos Estados Unidos planejam cancelar pacotes de TV paga em 2021, quase o dobro de 2020.

A forma como nós assistimos à TV está mudando — Mais de três quartos (76%) de todos os entrevistados usam celulares mobile enquanto assistem à televisão. Potencialmente, isso tem um impacto enorme para profissionais de marketing criativos, que podem usar os dados para criar uma experiência de marca totalmente nova e interativa unindo os dois dispositivos.

Reimaginando o marketing para Connected TVs

De muitas maneiras, as Connected TVs apresentam aos profissionais de marketing o melhor de dois mundos — a oportunidade de ser associado a conteúdos de alta qualidade da televisão e a prestação de contas e os resultados mensuráveis da web. Esse é um desenvolvimento importante que possibilita que departamentos de marketing com orçamentos curtos entendam melhor a performance dos seus anúncios televisivos e planejem com base nos dados.

Portanto, não é surpresa que os anunciantes já estejam alocando orçamento para a CTV, com o eMarketer estimando que os gastos com anúncios em CTV aumentarão para US$ 11,36 bilhões em 2021 nos Estados Unidos. (Os fraudadores seguem o dinheiro e é importante combater bots e fraudes para proteger o orçamento e a integridade dos seus dados). Contudo, com as mudanças de comportamento do consumidor, os profissionais de marketing podem ir além. Nos Estados Unidos, 82,62% das pessoas relatam usar celulares enquanto assistem à televisão, dando aos profissionais de marketing estratégicos uma nova forma de construir experiências de imersão em vários dispositivos.

Considere o seguinte: As pessoas que usam celulares ao assistir à televisão afirmam usar com frequência aplicativos de redes sociais (77,90%), aplicativos de bancos (51,37%), aplicativos de jogos (51,07%), aplicativos de delivery de comida (28,20%), aplicativos de utilidades (23,32%), aplicativos de e-commerce (20,88%) e aplicativos de viagem (18,45%).

Para os profissionais de marketing que querem impulsionar a performance, agora é o momento certo para experimentar maneiras de criar novas experiências — e as possibilidades são especialmente abundantes para os profissionais de marketing de aplicativos. Por exemplo, os anunciantes podem explorar isso colocando um CTA nos anúncios de TV, oferecendo o download do aplicativo via QR Code. Isso cria uma experiência integrada que não apenas resulta na conversão desejada, como também traz dados incomparáveis sobre de onde exatamente seus usuários estão vindo e onde é mais provável encontrar potenciais usuários.

*por Guilherme Kapos, Diretor de Vendas para a América Latina na Adjust

Fonte: aboutCom

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Redes sociais ou blog? Afinal, qual é a melhor opção para destacar sua marca?

Porque as redes sociais não são tão sustentáveis como a consolidação por meio de um blog ou site especializado

Ao contrário do que as tendências atuais nos mostram, a construção de uma imagem, seja marca ou perfil, via redes sociais não é tão sustentável como a consolidação por meio de um blog ou site especializado.

Imagem de Werner Moser do Pixabay

Especialista em comunicação digital, Jennifer de Paula destaca que “a grande explicação é o volume de conteúdos que circulam nas redes sociais a todo instante e a velocidade com que eles surgem e desaparecem para o público”.

Além disso, os blogs permitem que empresas e pessoas tenham tempo e espaço para destacar seus pontos positivos sem a concorrência feroz que existem nas plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok, etc. “Nos sites e blogs, é possível criar estratégias consolidadas e sólidas”, destaca a especialista: “A demora para a construção da imagem pelos blogs e sites especializados, muitas vezes, pode ser um ponto negativo para algumas marcas, porém, o trabalho bem-feito, ainda que moroso, é mais garantido que o feito rapidamente”.

Diante deste cenário, Jennifer lembra que “a melhor forma de se destacar é se tornando uma referência sobre o assunto que você trabalha. Por exemplo, um profissional do ramo da gastronomia, na rede social, apesar de alcançar um número grande de seguidores, não fideliza aquele público, muito menos o torna em cliente, já que as publicações acabam se misturando com outras do feed ou stories”. Por outro lado, “a pessoa interessada em comprar um produto ou serviço, vai buscar o conteúdo no Google e ter como resultado um site ou blog segmentado. Uma vez dentro do site, cativar o cliente é muito mais fácil, do que através de postagens em redes sociais”, completa.

Além disso, o especialista em produção web, Bendev Júnior, ressalta que “não somente a quantidade de conteúdo nas redes sociais podem ser um contratempo para uma empresa ou perfil profissional que precisa de engajamento ou alcançar mais pessoas, mas também para pesquisar. Afinal, um post em rede social não gera um conteúdo para o google indexar ou te deixar no topo das pesquisas”, explica.

Aliás, o programador lembra que, “querendo ou não, muitas pessoas buscam empresas ou profissionais pela barra de pesquisa, e isso pode sim aparecer o seu Instagram, Facebook, etc…” Mas, por outro lado, o que os buscadores mais valorizam são textos e blogs com material próprio, que não seja linkado a redes sociais: “Isso gera confiança e mais engajamento”, acrescenta Bendev.

Ele orienta ainda que uma página que apresente aquele conteúdo, ou o famoso “sobre”, que é tipo de uma biografia daquela empresa, “ficará facilmente no topo das pesquisas”, completa. “O google tem um sistema de painel de informações onde mostra o grau de relevância, por exemplo. Embora pareça ser algo muito complexo para seu empreendimento, é possível que um site criado por um especialista seja indexado pelo buscador e traga os melhores resultados quando este tipo de conteúdo for buscado na web”, salienta.

Afinal, como ele pondera, “um blog, além de trazer relevância e mostrar que domina o conteúdo, traz todas as respostas para seu produto”, observa. Um exemplo disso: “Se você vende chinelo, as pessoas querem saber detalhes essenciais do produto, como a matéria-prima, etc. No blog, é possível criar um artigo falando sobre o tema e quando este assunto for alvo de buscas no Google a sua página estará lá sendo mostrada, o que atinge este objetivo que estamos delimitando aqui”, reforça o programador.

Do lado oposto, ele ressalta, “a rede social pode trazer muita concorrência sobre este assunto, além de não exibir o seu texto com relevância no buscador, por isso investir no blog neste caso pode ser um grande diferencial à seu favor”, finaliza o especialista.

Fonte: MF Press Global

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Itaú Unibanco estreia no TikTok com jingle remixado pelo DJ Pedro Sampaio

Banco segue com estratégia de aumentar presença digital e se conectar com diferentes públicos

O Itaú Unibanco anunciou a expansão de sua atuação nas redes sociais com a ativação de um perfil na plataforma destino líder para vídeos curtos em dispositivos móveis no Brasil e no mundo, TikTok. Para o lançamento da conta, o banco convidou o cantor e DJ Pedro Sampaio para transformar uma das trilhas sonoras ícones do Itaú em um remix inédito para o TikTok. O A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo Dreamers, está à frente da estratégia e criação dos vídeos do novo perfil.

Na plataforma, o banco abordará temas como orientação financeira, educação, cultura e mobilidade urbana a partir de uma perspectiva do dia a dia das pessoas. “Há anos, trabalhamos em um processo relevante de escuta e conexão com a sociedade por meio das redes sociais. O TikTok vem crescendo nos últimos tempos, especialmente entre os jovens, e nos oferece uma série de oportunidades de interações diferentes com a audiência. Queremos aproveitar essa pluralidade de conteúdo para tratar de uma forma irreverente os assuntos que conversem com a nossa marca”, comenta Eduardo Tracanella, diretor de Marketing Institucional e Atacado do Itaú Unibanco.

Além da música feita por Pedro Sampaio, a influenciadora Mirela Janis será a responsável por fazer a coreografia, convidando os “TikTokers” a entrarem neste hit. Um grupo de influenciadores que falam sobre orientação financeira, educação e mobilidade será especialmente selecionado para dialogar com o público.

A proposta visa uma estratégia consistente e alinhada com a diretrizes de evolução da marca na plataforma que mais cresce atualmente. Uma vez que o TikTok se tornou altamente relevante dentro de um contexto em que os jovens estão cada vez mais em busca de maturidade nas finanças pessoais, o Itaú tem como objetivo aproveitar o canal para traduzir comportamentos relacionados ao dinheiro em uma linguagem mais orgânica e próxima do cliente, contribuindo para melhorar a percepção e hábitos financeiros dessa geração.

O banco, igualmente, está disposto a reinventar seus códigos de marca para se aproximar de um novo perfil de cliente, que surge com uma maior demanda por protagonismo e reconhecimento, ao levar em consideração um cenário cultural em que o consumidor tem mais poder sobre os discursos das empresas.

“Nosso time está muito animado para começar esta nova trajetória junto ao Itaú. Fazer parte da história de uma marca tão valiosa é uma responsabilidade muito grande, mas também, proporcionalmente, um combustível motivador para mostrarmos como conteúdo de redes, estrategicamente executado, é poderoso para conectar a marca e o público de maneira verdadeira”, comenta Ronaldo Martins, Diretor-geral do A-Lab.

Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO

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Comscore apresenta análise sobre cenário digital em 2020

População conectada ultrapassou a marca dos 122 milhões de usuários no País e 72 milhões de brasileiros consomem conteúdo apenas por dispositivos móveis

São Paulo, março de 2021 – A Comscore acaba de divulgar uma análise sobre o cenário digital no Brasil durante o ano de 2020. A empresa traz dados reveladores sobre o consumo de conteúdo on-line, que servem de referência para que as companhias enquadrem suas estratégias digitais para 2021. As informações foram apuradas com base em pesquisas proprietárias e métricas independentes, em busca de insights confiáveis e ferramentas para guiar a tomada de decisões nos próximos meses.

Image by PublicDomainPictures from Pixabay

A pesquisa identificou que a população digital brasileira ultrapassou a marca de 122,7 milhões de usuários em 2020. Entre eles cresceu o tempo gasto na internet: foram 774.205 milhões de minutos de conexão à rede via multiplataformas, apenas em dezembro e, desse total, 88% do consumo foi feito por meio de celulares e tablets. Outro achado da análise mostra que 2020 foi o ano do “boom” do mobile, entre janeiro de dezembro do último ano, os dispositivos móveis foram a escolha de mais de 105 milhões de consumidores, sendo a preferência (uso exclusivo) entre 72 milhões.

Entre os assuntos, entretenimento segue líder como a categoria mais consumida pelos usuários, seguida por games. Eduardo Carneiro, managing director da Comscore, ressalta que “o último ano foi referenciado por muitos especialistas pela crescente aceleração digital. Nos âmbitos social e de negócios, muito do que acreditávamos que estaria acontecendo nos próximos cinco anos, já acontece agora, ou está prestes a acontecer. Com isso em mente, preparamos uma análise abrangente do panorama digital no País para entender o que nos espera no futuro próximo”.

Perfil dos usuários

Ao analisar o perfil dos usuários brasileiros, a Comscore comprovou que há um equilíbrio entre os gêneros: 51% são homens e 49% mulheres. Já o recorte sob a faixa etária revela que a maior concentração da população digital está entre as gerações baby boomer (45+ anos) e millenial (25 – 34 anos). Enquanto, geograficamente, a região que lidera em número de consumidores é o Sudeste (49,8%), seguida pelo Nordeste (22,5%), Sul (14,9%), Centro-Oeste (7,7%) e Norte (5,1%) em quantidade de pessoas conectadas.

Impulsionados pelo uso do mobile, os baby boomers dominaram o uso da internet em 2020. Ao compararmos o total de usuários únicos entre janeiro e dezembro, houve acréscimo de 10% entre adultos desta faixa etária. Já entre os assuntos de interesse desses usuários, apesar de social media se consagrar como a categoria com maior volume de internautas, esse público também engajou com as áreas de search/navigation (aplicativos de pesquisa) e de serviços financeiros – respectivamente, houve aumento de 92% e 83% no números de usuários nessas categorias.

Image by Anemone123 from Pixabay

Entre as redes sociais mais acessadas por esses adultos, o YouTube concentra o maior volume de usuários únicos (aproximadamente 34 milhões) e, junto ao Facebook, é a rede na qual eles passam mais tempo, ambas conquistando 39% dos minutos consumidos. Na sequência, aparece o Instagram, com 15% da audiência, e, por último, o LinkedIn (1%). Na análise geral, os 34 milhões de usuários únicos acessaram pelo menos uma vez todas as redes sociais.

Segmentos mais acessados

O estudo da Comscore registrou que durante o ano de 2020 algumas categorias tiveram engajamento superior à média do ano anterior. A área de varejo, por exemplo, teve crescimento de 20% no tempo de acesso dos usuários e foi também a que registrou mais acessos. A segunda categoria com maior engajamento foi a de serviços financeiros, que teve aumento de 47% nos minutos consumidos, e se destacou como a segunda mais acessada.

A Comscore também identificou uma sinergia entre os segmentos de destaque com o público gamer. A subcategoria gaming information cresceu 25% no total de views entre janeiro de dezembro de 2020 e se estabelece cada vez mais como concentradora de grandes oportunidades de negócio entre seus usuários.

“Notamos que o comportamento dos consumidores foi bastante impactado pelo distanciamento social. Entre as categorias que os usuários estão consumindo mais tempo, há destaque para search/navigation, que obteve um aumento de 99% de consumidores, influenciado pela busca por informações em um ano pandêmico. Outro ponto de atenção é o crescimento de 54% do segmento de varejo, comprovando a mudança do comportamento do consumidor do físico para o digital”, afirma Carneiro.

Redes sociais

Ao analisar o consumo das redes sociais no Brasil em 2020, o estudo registrou 10 bilhões de interações geradas a partir de mais de 8 milhões de publicações no Facebook, Twitter e Instagram; o que equivale a 27,5 milhões de interações diárias durante o ano. Além disso, o engajamento de marcas e publishers apresentou crescimento de 17%.

A Comscore também destaca que mídia e entretenimento, publishing e setor financeiro foram categorias que mais investiram em conteúdo durante 2020. Assim, consequentemente, terminaram o ano com aumentos consideráveis no volume de interações: mídia e entretenimento cresceu 19%, publishing teve alta de 77%, e setor financeiro foi o mais impactado, com aumento de 128% no engajamento.

Entre as publicações de maior alcance, os influenciadores digitais responderam por quase 60% do total de engajamento. Contudo, seus conteúdos ainda representam apenas 10% do total nas redes, criando margem para que o potencial desses criadores seja mais aproveitado.

Comportamento em outros países

Além das perspectivas sobre o Brasil, o relatório da Comscore também analisou o cenário digital ao redor do mundo, registrando que o aumento no consumo de conteúdos digitais por meio de dispositivos móveis foi tendência mundial. A análise registrou que o consumo multiplataforma é maior na China e Estados Unidos, enquanto na Índia, Indonésia e Brasil se destaca o uso exclusivo do mobile no acesso às redes.

Nesse sentido, na América Latina, o Brasil é destaque em audiência móvel (72% dos usuários conectados a dispositivos), seguido por México (44%) e Colômbia (42%). Na região, os internautas argentinos foram os que passaram mais horas por dia na internet, alcançando uma média diária de três horas e 28 minutos de conexão por internauta; o Brasil é o segundo em maior tempo de acesso, com média de três horas e 22 minutos por dia, por usuário.

A apresentação completa dos dados da Comscore pode ser acessada aqui

Sobre a Comscore

A Comscore (NASDAQ: SCOR) ajuda especialistas em marketing e empresas de mídia em cada etapa do ciclo de publicidade, em todas as plataformas. Com dados que combinam inteligência digital, TV ao vivo, visualizadores de filmes e OTT com informações avançadas sobre o público, a Comscore permite que compradores e vendedores de mídia quantifiquem o comportamento de várias telas e tomem decisões de negócios com confiança. Líder comprovado na medição de audiências digitais, audiências de set-top box e publicidade em escala, a Comscore é uma fonte independente, confiável e abrangente de terceiros para medição entre plataformas.

Fonte: AVC Comunicação – Ana Penteado

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Taboola lança o Taboola High Impact

Taboola lança o Taboola High Impact, uma nova solução de Brand Awareness para agências e anunciantes

Nova ferramenta traz inovação em formatos de publicidade de alto impacto, controle completo de ad adjacency e dados únicos e exclusivos de leitura

A Taboola, líder global em recomendações e descoberta de conteúdo na open web, anunciou o lançamento do Taboola High Impact, uma nova solução de publicidade desenvolvida para publicitários e agências, para impulsionar ainda mais os esforços de brand awareness.

De acordo com dados da indústria, no ecossistema diverso de hoje e na batalha constante pela atenção do usuário, as marcas estão priorizando as campanhas de brand awareness, com 70% dessas empresas mundo afora, tendo os sites de notícias, como seu canal mais importante para alcançar esse objetivo.

Complementando as soluções de performance, o Taboola High Impact foi projetado especificamente para aprimorar as campanhas de brand awareness. Com ele, os anunciantes podem alcançar com eficácia mais de 500 milhões de usuários ativos diários nos principais publishers do mundo. Taboola High Impact inclui:

Inovação em formatos de anúncio de alto impacto: ads presentes em homepages, em mid-article (em breve disponível no Brasil) e no Taboola Feed. Os formatos incluem vídeos publicitários, rich-media ads e formatos similares aos de social, como Carrossel e Stories.

Adjacency e controle: os ads estarão apenas em meio a um conteúdo editorial de qualidade. Estes controles funcionam através de integrações e parcerias com IAS e Moat by Oracle Data Cloud, além de outras para aprimorar ainda mais a transparência e segurança do ecossistema.

Dados exclusivos de leitura em tempo real, que até agora, estavam disponíveis somente às equipes editoriais: Pela primeira vez, agências e marcas anunciantes que fizerem parte do Taboola High Impact terão acesso às informações de interesse e leitura online, baseadas em mais de 500 milhões de usuários ativos diariamente. Seja para auxiliar suas estratégias de conteúdo, entender mais sobre os interesses de consumo ou até mesmo para se preparar para um futuro, em um ambiente sem third -party cookies, o contexto dos usuários na open web, importa mais do que nunca.

Adam Singolda, founder e CEO da Taboola

Para os publishers, o Taboola High Impact possibilita uma série de novos benefícios, incluindo novas oportunidades de geração de receita. Permite um maior acesso a mais anunciantes premium com foco em brand awareness, permitindo que os publishers diversifiquem suas fontes de receita em publicidade, vindas tanto de brand awareness quanto de peformance. Além disso, o Taboola High Impact possibilita formatos inovadores e mais atraentes, que oferecem aos publishers formas mais ricas de engajamento com seus leitores e melhor experiência do usuário.

“Nós passamos a última década construindo uma solução incrível e, nos últimos dois anos, trabalhando com nossas marcas e agências parceiras de maneira muito próxima. Ouvimos e aprendemos sobre a necessidade de criar um pacote totalmente focado em brand awareness e que seja seguro, de alta visibilidade, impactante e impulsionado pela inteligência de dados”, apontou Adam Singolda, fundador e CEO da Taboola. “As pessoas passam 25% do tempo online na open web, tempo semelhante ao das redes sociais e plataformas de busca – a oportunidade de reinventar a open web e gerar ainda mais crescimento para agências, marcas e para o jornalismo de qualidade é enorme.”

Para mais informações sobre a Taboola High Impact e quais soluções estão disponíveis para você hoje, visite o site da Taboola e entre em contato com a equipe local.

Fonte: Sherlock Comunications

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Deu match! Startup conecta empresas a prestadores de serviços digitais e movimenta R$ 5 milhões em dois anos

Plataforma da Clint funciona como “Tinder do marketing digital” e garante super matches de negócios

O mundo já é digital, e a pandemia da Covid-19 potencializou e impulsionou ainda mais este mercado. De acordo com a CMO Survey publicada em junho de 2020, os profissionais de marketing nos Estados Unidos relataram 85% mais abertura para introduzir ofertas digitais aos clientes durante a pandemia. Outro dado presente na pesquisa é que os orçamentos de marketing não caíram na mesma proporção que outros setores da organização, atingindo uma média de 12,6% do orçamento e 11,4% da receita da empresa.

Em meio a novas oportunidades no universo digital e o contexto global de isolamento social, a Clint reforça sua presença no mercado em busca da organização do caos digital em três frentes: educação do mercado, aceleração de vendas e a criação da plataforma que conecta prestadores de serviços digitais a empresas.

André Bernet, CEO da Clint

Fundada em 2011 como agência especializada em geração de sites, posteriormente a Clint migrou para o inbound marketing e outros serviços de transformação digital. Em 2018, passou a ser um marketplace com uma plataforma que direciona as necessidades das empresas clientes para prestadores de serviços digitais qualificados — de freelancers a agências. Em 2018 e 2019, a Clint movimentou aproximadamente R$ 5 milhões em negócios fechados na plataforma e em 2021, prevê movimentação de até R$ 15 milhões. Estes valores são consequência de mais de 1.500 prestadores de serviços cadastrados e 100 mil usuários presentes no ecossistema Clint e que confiam na solução prestada pela empresa.

A tecnologia do “match” da Clint utiliza inteligência artificial para identificar o perfil e as necessidades das empresas que acessam a plataforma e cruza essas informações com seu banco de dados, onde estão informações dos prestadores de serviço. O resultado final aponta três prestadores de serviços digitais que a empresa pode escolher contratar. Desta forma, de um lado a tecnologia permite acelerar os processos de venda dos prestadores de serviço e em outro, que empresas encontrem tais prestadores de forma mais satisfatória.

Para ter um “super match”, com eficiência garantida, a Clint exige que os prestadores tenham registro de, pelo menos, três meses de serviços realizados para cada segmento em que se consideram especialistas. No caso de empresas recém cadastradas na plataforma, basta inserir registros de serviços feitos sem intermédio da Clint.

A mudança de atuação para marketplace ocorreu em 2018 a partir de uma análise estratégica das necessidades do setor e capacidades da Clint. “Após atender clientes como Lenovo, Carmen Steffens e Vtex, ficou claro pra gente que o nosso objetivo era ir além e passamos a ensinar outros prestadores de serviços digitais a melhorar a sua forma de atuar. Logo na sequência, começamos a fazer as conexões entre empresas que precisam melhorar marketing e vendas, com soluções que as ajudem a atingir os seus objetivos, mais um grande passo foi dado. Os resultados estão aparecendo e a nossa vontade de impactar o maior número de empresas e pessoas cresce a cada dia”, aponta o CEO da Clint, André Bernert .

O terceiro passo que a Clint realizou, foi criar um ambiente, a plataforma, para que esses prestadores de serviço pudessem acelerar as suas vendas através de uma série de funcionalidades. Os prestadores de serviço podem prospectar clientes, enviar propostas e receber pagamentos através de cartão ou boleto, além de poder realizar ligações através de telefonia digital nativa e enviar emails.

A solução ainda possibilita que o vendedor lide com diversas cadências de ações comerciais, conforme o segmento da empresa e complexidade de seu processo de vendas. “O que também é interessante em nossa plataforma, é que este processo de vendas não é exclusivo para os leads que vem da nossa solução e sim de qualquer negócio que o prestador de serviço queira incluir”, afirma Bernet.

A facilidade e a rapidez nos processos da plataforma, são trunfos que atraem clientes de perfis diferentes, desde agências, consultorias, prestadores de serviços autônomos e empresas de grande porte. Nesta última categoria, a Clint já atendeu empresas como Minister, TOTVS, Boxnet, Weduka e Pessoalize.

É por isso que “ao analisar mais de 4.000 projetos abertos na nossa plataforma, ficou ainda mais claro que o mercado precisa de soluções como a Clint, para que empresas consigam contratar serviços complexos que as ajudem a melhorar marketing e vendas. Hoje, para pedir comida você usa o iFood, para se deslocar, o Uber, para comprar um livro, a Amazon e para encontrar um bom prestador de serviço digital? As empresas pedem indicações, pesquisam no Google e depois, não possuem um canal para reportar se a sua experiência com aquele parceiro foi boa ou ruim. Trabalhamos para promover conexões de sucesso que ajudem o mercado a crescer”, complementa Bernert.

A plataforma, que estava em uso apenas para clientes já cadastrados, está aberta ao mercado desde fevereiro de 2021, com isso, a Clint espera impulsionar as conexões entre prestadores de serviços digitais e empresas, movimentando de R$ 10 a R$ 15 milhões. Para 2022, a previsão é de até R$ 50 milhões de reais em movimentações dentro da plataforma.

Fonte: Dialetto – Aline Ramalho

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mLabs lança clube do conhecimento

Maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do Brasil traz novidade voltada para usuários em busca de mais conhecimento a respeito do uso das mídias sociais para ter mais resultado

Com a rápida digitalização e a busca por novos hábitos de consumo provocados pela pandemia, os clubes de assinatura ganharam ainda mais relevância e têm sido cada vez mais incorporados a outros segmentos, como, por exemplo, o Marketing. Expandindo esse setor para esse modelo de consumo, a mLabs, maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do país, vai lançar o Clube Social Media Exponencial, um clube de conhecimento que visa democratizar o acesso à educação de qualidade sobre mídias sociais para negócios. O lançamento será realizado no dia 03 de março para quem é cliente mLabs, e no dia 31 de março para todo o mercado.

Por meio dele, os assinantes terão acesso a materiais, conteúdos e a uma masterclass ao vivo todos os meses com Rafael Kiso, fundador da mLabs, e com outros profissionais especialistas do mercado de Marketing. Quem fizer parte do Clube Social Media também receberá dados exclusivos da mLabs sobre redes sociais, social commerce, tendências digitais, entre outros, além do acesso ao curso do Social Media Exponencial, que tem mais de 80 horas/aulas.

“Esse é um curso que tem feito bastante sucesso, já temos 1 mil alunos com NPS de 91, e vai seguir agora com um novo modelo: o Clube Social Media Exponencial vai estreitar ainda mais a relação do usuário com o conteúdo e proporcionará um aprendizado completo”, explicou Rafael Kiso, também eleito o melhor profissional de Planejamento Digital pela Abradi. “O nosso objetivo com esse clube é entregar conhecimento de qualidade acessível nesse modelo, ajudando assim a mais pequenos negócios e também profissionais de mídias sociais. Além disso, as plataformas de mídias sociais são bem dinâmicas, todos os dias as coisas mudam, novas redes surgem e, portanto, todos precisam de atualizações constantes para ficar sempre à frente no mercado. Por isso, esse modelo de clube que adotaremos traz para o público um meio dinâmico de conhecimento, cujas masterclasses correspondem ao que é mais importante para o momento dado o contexto do que está acontecendo e com melhores especialistas do mercado que custariam individualmente muito mais caro”, completou.

O lançamento do Clube Social Media Exponencial será realizado por meio do site https://newsite-homolog.mlabs.com.br/social-media-exponencial. Os valores e formas de pagamento estarão disponíveis a partir da data de lançamento.

Fonte: vcrp – Nahiza Monteles

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