TV Conectada ganha penetração e se populariza

Estudo smartclip e Nielsen mostra que 89% utilizam TV Conectada; dispositivo ganha penetração e se populariza

  • 77% dos respondentes das Classes CDE dizem ter o aparelho
  • Apesar disso, para 57% dos entrevistados preço ainda é uma barreira
  • 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.
  • Séries e filmes são assistidas por 93%, noticiário atinge 67%

A smartclip, companhia global especializada na distribuição de publicidade em vídeo multitelas, realizou em parceria com a Nielsen, empresa global de dados e análises da indústria de mídia, uma pesquisa com o objetivo de compreender o comportamento do consumidor na TV Conectada. O estudo revela que 89% dos participantes possuem uma TV Conectada em casa, um número significativo em relação à 2015, quando a penetração era de 32%.

O crescimento expressivo do uso dos aparelhos de televisão inteligentes veio acompanhado de grande capilaridade nas classes CDE, mostrando que o acesso não está apenas restrito à população com maior nível de renda.

Apesar de a plataforma estar presente em praticamente todos da classe A (99%) e B (95%), ela também tem presença em 77% de CDE, com destaque para a C, com 83% de utilização, mostrando que a TV Conectada é um formato consolidado para a audiência do país.

“Cada vez mais o produto se populariza, acompanhando a digitalização acelerada do brasileiro”, afirmou a líder de Measurement da Nielsen Brasil, Sabrina Balhes. “Um dado interessante é que, para driblar esse entrave, 23% dos respondentes disseram utilizar dispositivos que transformam as TVs normais em conectadas”, acrescentou.

O preço, porém, ainda é a principal barreira de utilização para 57% dos respondentes, seguido por não costuma assistir TV com frequëncia (27%), não pretender trocar de TV (19%), não possuir internet banda larga (13%) e ter TV à cabo (9%).

CONTEÚDO

O esforço para estar mais conectado deve-se à variedade de conteúdos de vídeo sob demanda disponíveis e poder assistir a o que quer na hora que quer. Não por acaso, o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, potencializou o consumo de conteúdo dos aplicativos embarcados nos devices, sejam eles gratuitos ou pagos: 80% dos respondentes declararam que utilizam TV Conectada diariamente.

Com isso, todos os segmentos de programação registraram crescimento em relação ao estudo feito em 2015: séries e filmes, passou de 69% a 93%; noticiário, de 17% para 67%; esportes, de 10% para 53%; e música e shows, de 4% para 50%. Games, que não haviam aparecido há seis anos, hoje é consumido por 26%.

Outro comportamento revelado é sobre a forma como os usuários consomem o device: 2 em cada 3 pessoas assistem com pelo menos mais uma pessoa junto. Quem não assiste sozinho, costuma estar acompanhado de familiares e amigos. Sendo assim, a média é de 2 pessoas em frente a tela.

OPORTUNIDADES

De acordo com os dados, a smart TV é o segundo dispositivo no qual as pessoas mais prestam atenção nos anúncios. Para Lilian Prado, Managing Director da smartclip Brasil, “as telas grandes retém muito mais a atenção dos consumidores. Geralmente, no momento em que estão zapeando pelos aplicativos para escolher o conteúdo que será consumido, eles estão com o foco direcionado. Não à toa que mais de 80% dos respondentes afirmaram procurar mais informações de pelo menos um anúncio que visualizaram na CTV. Motivos que fazem do device uma excelente estratégia para a veiculação de campanhas publicitárias”, afirma.

O uso de QR Codes também foi um destaque do estudo. 58% das pessoas escaneiam os códigos que aparecem na TV e 81% já realizaram, ao menos uma vez, compras através do QR Code.

O estudo, realizado em março de 2021, ouviu 500 respondentes em todas as regiões do país.

Fonte: smartclip l 4Influence – Alexandre Spínola | Paula Carone | Pérola Rodrigues

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UOL completa 25 anos com nova marca

Maior empresa de conteúdo, tecnologia e serviços digitais do país se reinventa, passa por reposicionamento de marca e anuncia novidades na programação

O UOL, maior empresa brasileira de conteúdo, tecnologia e serviços digitais, completou 25 anos ontem, 28 de abril. Com uma trajetória marcada por inovação, a empresa não parou de se reinventar ao longo dos anos: batendo recordes de audiência, criando soluções que ajudam as pessoas, promovendo novas formas de consumir conteúdo, além de levar informação de credibilidade a todos. E para celebrar a data e acompanhar essas transformações, o UOL anuncia sua nova marca.

A mudança reflete o atual momento da companhia, que vem se reinventando com novos podcasts, programas em vídeo, documentários e produtos e serviços digitais, unindo a sua credibilidade à inovação. Com uma nova logomarca, que possui cores vibrantes e fonte com maior personalidade, a mudança sintetiza o compromisso de gerar diversas conexões entre cada brasileiro e o seu universo, informando, entretendo e facilitando a vida de cada um, reforçando principalmente sua essência genuinamente brasileira. O movimento é endossado por uma nova tagline: “seu universo online”.

“Aos 25 anos, o UOL reúne a experiência de uma empresa sólida e a jovialidade de um público inquieto e ávido por inovação. Somos a maior plataforma de conteúdo e serviços digitais do país, e nos sentimos muito felizes em permitir que o brasileiro se encontre ao se ver retratado em nossos canais, sempre a partir dos critérios de qualidade e independência que consolidaram nossa reputação e credibilidade”, afirma Paulo Samia, CEO do UOL Conteúdo e Serviços. Murilo Garavello, Diretor de Conteúdo do UOL, completa: “Os novos 25 começam agora e o nosso foco é a produção de vídeos”.

Nesta nova fase, o UOL também reforça sua expertise em conteúdo com o lançamento do Canal UOL. A empresa pretende criar mais de 2 mil horas em vídeo de conteúdo jornalístico, esportivo e de entretenimento, sendo que 75% deste montante será produzido ao vivo.

Recentemente, a marca lançou a segunda temporada de OtaLab, programa de entretenimento apresentado ao vivo por Otaviano Costa, em um estúdio montado na própria casa do artista, bem como “Brasil com Zeca”, programa de entretenimento e culinária liderado por Zeca Camargo. Há ainda uma agenda completa de estreias previstas para ocorrer ao longo de todo o ano, todas hospedadas no Canal UOL.

A empresa também investe de maneira sólida na evolução do UOL Play, a plataforma de streaming de vídeo do UOL, que acaba de integrar a programação ao vivo de canais lineares ao seu portfólio, e ainda terá outros lançamentos previstos para os próximos meses.

Samia dá detalhes sobre suas projeções para a companhia: “Temos hoje uma marca singular, reconhecida amplamente pelo país, entre leitores, parceiros e clientes. Vamos ampliar nossos investimentos em conteúdo, além de consolidar as soluções de tecnologia, como o UOL Meu Negócio, que conta com produtos e conteúdo para todas as etapas do pequeno negócio, com serviços de presença na internet, e-commerce, gestão de negócios e marketing digital; o UOL ads, uma plataforma self-service de compra de mídia, criada para facilitar a publicidade das pequenas e médias empresas do país, possibilitando a todos anunciarem nas páginas do UOL”.

O reposicionamento do UOL ocorre em meio a um contexto de expansão acelerada da companhia . O UOL teve, em 2020, sua maior receita de todos os tempos em publicidade, com crescimento de duplo dígito, impulsionado pelo investimento de conteúdos próprios e novos projetos de branded content. A empresa ainda viu sua audiência atingir recordes seguidos por conta da cobertura editorial da pandemia do coronavírus no Brasil – com mais de 114 milhões de visitantes únicos/mês, o site cobre 94% da internet brasileira. As novidades endossam a relevância do UOL como um dos maiores publishers de conteúdo do país. Além de seus canais oficiais, atualmente a marca também conta com mais de 300 sites parceiros e 100 blogs de colunistas e analistas sobre os mais variados assuntos.

Fonte: XCOM Agência de Comunicação UOL

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NB Press abre vagas

A NB Press, agência de assessoria de imprensa, conteúdo e redes sociais, anuncia abertura de três vagas. Abaixo a descrição:

Assessor (a) de imprensa: o candidato (a) deve ter pelo menos dois anos de formação em Jornalismo ou Relações Públicas, precisa ter conhecimentos para desenvolver planejamentos com foco estratégico, pautas com a imprensa, relacionamento com a mídia, experiência com acompanhamento de entrevistas presenciais, por e-mail e telefone, produção de press releases, reuniões presenciais, cobertura de eventos e follow up ativo.

Analista de relacionamento com a imprensa: ter ao menos dois anos de formação em Jornalismo ou Relações Públicas, além de experiência em startups, fintechs, e-commerce, varejo e consumo. O profissional será responsável por lidar diretamente com a mídia (follow up ativo), para vender pautas dos clientes da agência, redigir sugestões de pauta e press releases, além de acompanhar entrevistas, eventos, reuniões presenciais, entre outros.

Redator (a): produção e revisão criteriosa de textos (semântica e ortográfica), com experiência em redação e, preferencialmente, especializado nos segmentos de TI, Propaganda e Marketing, Varejo, E-commerce, Educação, Internet, Fintechs e Startups. O profissional irá atuar na produção de press releases, artigos e dicas, reuniões presenciais, sugestões de pautas para grande imprensa e cobertura de eventos.
É necessário ter proatividade, espírito de trabalho em equipe, senso de urgência, ser dinâmico, estar disponível para viagens e trabalhos esporádicos aos fins de semana.

A vaga é home office no horário das 10h às 19h, e para a vaga de estágio o período é de 6h. Os interessados devem enviar e-mail para vagas@nbpress.com, contendo informações sobre a pretensão salarial. No assunto do e-mail colocar o cargo ao qual está se candidatando. A empresa oferece bonificação variável por pauta conquistada, além do salário. Só serão aceitos CVs contendo essas informações, especialmente, pretensão salarial.

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Unimed Pinda lança a Prontuário

Unimed Pindamonhangaba lança a “Revista Prontuário”

Idealizada pelo marketing da cooperativa e criada pela agência Luck Comunicação, a revista passa a ser um hub de comunicação e valorização das pessoas que formam a cooperativa e seu hospital, uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a trajetória de sucesso da Cooperativa.

A revista, entre seus destaques, traz uma matéria assinada pela jornalista Gabriela Galvão, ex-aluna Unitau (Universidade de Taubaté), conteúdo relevante para classe médica e uma oportunidade de estruturar sua gestão e melhorar seu atendimento.

Gabriela Galvão

Segundo Raffael Cavalheiro, responsável pelo setor de marketing da cooperativa, o lançamento da revista tem como objetivo informar e fomentar o espirito cooperativista “Essa revista foi pensada e idealizada a partir de resultados de algumas pesquisas, onde identificamos a necessidade de fazer uma comunicação multicanal, precisávamos fazer ações para todos os públicos.”

Fonte: Marketing Unimed Pindamohangaba – Marin Cavalcante

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Redes sociais ou blog? Afinal, qual é a melhor opção para destacar sua marca?

Porque as redes sociais não são tão sustentáveis como a consolidação por meio de um blog ou site especializado

Ao contrário do que as tendências atuais nos mostram, a construção de uma imagem, seja marca ou perfil, via redes sociais não é tão sustentável como a consolidação por meio de um blog ou site especializado.

Imagem de Werner Moser do Pixabay

Especialista em comunicação digital, Jennifer de Paula destaca que “a grande explicação é o volume de conteúdos que circulam nas redes sociais a todo instante e a velocidade com que eles surgem e desaparecem para o público”.

Além disso, os blogs permitem que empresas e pessoas tenham tempo e espaço para destacar seus pontos positivos sem a concorrência feroz que existem nas plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok, etc. “Nos sites e blogs, é possível criar estratégias consolidadas e sólidas”, destaca a especialista: “A demora para a construção da imagem pelos blogs e sites especializados, muitas vezes, pode ser um ponto negativo para algumas marcas, porém, o trabalho bem-feito, ainda que moroso, é mais garantido que o feito rapidamente”.

Diante deste cenário, Jennifer lembra que “a melhor forma de se destacar é se tornando uma referência sobre o assunto que você trabalha. Por exemplo, um profissional do ramo da gastronomia, na rede social, apesar de alcançar um número grande de seguidores, não fideliza aquele público, muito menos o torna em cliente, já que as publicações acabam se misturando com outras do feed ou stories”. Por outro lado, “a pessoa interessada em comprar um produto ou serviço, vai buscar o conteúdo no Google e ter como resultado um site ou blog segmentado. Uma vez dentro do site, cativar o cliente é muito mais fácil, do que através de postagens em redes sociais”, completa.

Além disso, o especialista em produção web, Bendev Júnior, ressalta que “não somente a quantidade de conteúdo nas redes sociais podem ser um contratempo para uma empresa ou perfil profissional que precisa de engajamento ou alcançar mais pessoas, mas também para pesquisar. Afinal, um post em rede social não gera um conteúdo para o google indexar ou te deixar no topo das pesquisas”, explica.

Aliás, o programador lembra que, “querendo ou não, muitas pessoas buscam empresas ou profissionais pela barra de pesquisa, e isso pode sim aparecer o seu Instagram, Facebook, etc…” Mas, por outro lado, o que os buscadores mais valorizam são textos e blogs com material próprio, que não seja linkado a redes sociais: “Isso gera confiança e mais engajamento”, acrescenta Bendev.

Ele orienta ainda que uma página que apresente aquele conteúdo, ou o famoso “sobre”, que é tipo de uma biografia daquela empresa, “ficará facilmente no topo das pesquisas”, completa. “O google tem um sistema de painel de informações onde mostra o grau de relevância, por exemplo. Embora pareça ser algo muito complexo para seu empreendimento, é possível que um site criado por um especialista seja indexado pelo buscador e traga os melhores resultados quando este tipo de conteúdo for buscado na web”, salienta.

Afinal, como ele pondera, “um blog, além de trazer relevância e mostrar que domina o conteúdo, traz todas as respostas para seu produto”, observa. Um exemplo disso: “Se você vende chinelo, as pessoas querem saber detalhes essenciais do produto, como a matéria-prima, etc. No blog, é possível criar um artigo falando sobre o tema e quando este assunto for alvo de buscas no Google a sua página estará lá sendo mostrada, o que atinge este objetivo que estamos delimitando aqui”, reforça o programador.

Do lado oposto, ele ressalta, “a rede social pode trazer muita concorrência sobre este assunto, além de não exibir o seu texto com relevância no buscador, por isso investir no blog neste caso pode ser um grande diferencial à seu favor”, finaliza o especialista.

Fonte: MF Press Global

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Coluna “Discutindo a relação…”

Estão automatizando a propaganda

Há alguns dias ouvi um podcast que tratava de automação de propaganda e suas vantagens, principalmente no que se refere à customização, individualização e extrema segmentação de conteúdo.

Também tive a oportunidade de acompanhar, na última quinta feira, o webinar Hiperpersonalização da Automação de Marketing, organizado pela ABRADI.

Em ambas as oportunidades ficou claro o quanto a automação de partes do processo publicitário pode e poderá trazer ganhos significativos para anunciantes e agências de comunicação.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os recentes e vertiginosos avanços tecnológicos nas áreas de Inteligência Artificial, Big Data, Machine Learning e Computação em Nuvem têm aberto novas possibilidades para que possamos entregar uma mensagem publicitária realmente One to One, ou, como muitos têm preferido chamar, Human to Human.

Um dado que corrobora tudo isso foi trazido recentemente pela newslettering Morse News: as Martechs brasileiras levantaram US$ 20 milhões em 2021. A Morse traz informações de levantamento realizado pela Distrito, que aponta que nos primeiros dois meses deste ano, as startups de tecnologia em marketing (as martechs) levantaram US$ 20 milhões em aportes. O melhor início de ano para o setor. O período ultrapassa o primeiro bimestre de 2016, recordista até então, quando a plataforma de automação Pipefy levantou US$ 16 milhões.

Aos publicitários da velha guarda como eu essas novas práticas causam um certo estranhamento e, confesso, um certo receio. Causam aquela sensação de que “não vou conseguir acompanhar tudo isso”. Normal, não é?! Realmente é muita coisa nova para tentar compreender em pouco tempo.

De todo modo podemos entender de que sempre desejamos enviar a mensagem certa para a pessoa certa e no momento mais adequado. E que agora isso é amplamente possível.

Lembro também de ter assistido no último Fest’up presencial (acho que foi em 2019) a palestra de Walter Longo que levou o mesmo título de seu último livro: O fim da idade média e o início da idade mídia. O que ele colocou em sua fala foi o conceito de antes a propaganda trabalhava com a média. A média de seu público. A média de seus gostos, de seus desejos, de seus hábitos etc. E que agora, graças às novas tecnologias poderia, finalmente, trabalhar de forma individualizada e customizada.

Tudo leva a crer que este é um caminho sem volta, principalmente nos ambientes digitais. É melhor que todo publicitário ou “aspirante a “ comece a tentar entender as novas possibilidades. Não precisa ser um técnico, um expert em tecnologia. Nada disso. Precisa é conhecer e entender que essa mudança chegou.

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Vaga de estágio em redes sociais

Vaga aberta de estágio em Redes Sociais

A PSPonto está buscando um estagiário para cuidar de social media.

Esta vaga é para quem é apaixonado por redes sociais e sempre atento às tendências do mundo online.

Os currículos estão sendo recebidos por email: pspontocomunicacao@gmail.com

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O mobile streaming conquista o grande público, abrindo oportunidades publicitárias imperdíveis em vários mercados

O novo Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming descobriu que 52,5% dos consumidores pelo mundo usaram seus smartphones para ver streaming de conteúdos de vídeo desde o surto da Covid-19

O streaming por Over The Top (OTT) explodiu durante a pandemia mundial, de acordo com um novo relatório lançado hoje pela plataforma global de app marketing analytics Adjust, revelando uma mudança decisiva nos padrões de consumo em direção ao mobile. Quebrando o mito de que a maior parte do mobile streaming acontece durante viagens no transporte público, 84% dos consumidores nos países pesquisados usam seus smartphones para assistir a streamings na mesma quantidade ou mais desde o começo da pandemia.

Em média, mais da metade dos consumidores entrevistados (52,51%) disse assistir mais ao streaming de vídeos desde o lockdown. Apenas 12% dos consumidores estão vendo menos streamings — o que significa que quatro vezes mais consumidores estão usando seus smartphones para o streaming de vídeos.

Com base em uma pesquisa com mais de 8 mil entrevistados, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Singapura, Coréia e China, o Relatório sobre o Mobile Streaming 2021 também encontrou fortes hábitos de streaming em todas as gerações nos países “mobile first”. Ao todo, quase 90% dos usuários com ou mais de 55 anos na China (89,8%) e na Turquia (88,9%) disseram assistir a streamings pelo celular todos os dias ou, pelo menos, uma vez por semana.

“Essa mudança drástica para um mobile streaming que faz parte da rotina do mundo todo e de várias gerações criou grandes oportunidades publicitárias e um novo papel para o mobile analytics”,disse Dr. Gijsbert Pols, Estrategista de Produto na Adjust.

“Entendendo como e quando os consumidores assistem a streamings, assim como quais canais e campanhas entregam o maior impacto de marketing, o potencial para criar bases de usuários grandes e leais com um LTV alto é praticamente ilimitado.”

Outras descobertas do relatório incluem:

A maioria dos consumidores assiste a um mobile streaming pelo menos uma vez por dia. Usuários na China (93,75%) e na Turquia (91,9%) veem um streaming com mais frequência — todos os dias uma vez por semana — comparados com 69,4% nos Estados Unidos e 45,7% no Reino Unido.

Usuários de todas as gerações e regiões assistem a um streaming, pelo menos, por uma hora por sessão, uma prova de que os espectadores não estão mais consumindo somente conteúdos curtos — eles estão maratonando episódios e filmes inteiros.
Os millennials, os maiores usuários de mobile streaming, também assistem por mais tempo. A duração da sessão leva, em média, 90 minutos (94,2), enquanto a Geração Z vem logo em seguida, pouco abaixo dos 90 minutos (87,6).
Segundo os dados, os usuários com ou mais de 55 anos são menos intensos, porém com 65 minutos em média por sessão, esse público parece estar aquecendo.

Os consumidores estão gastando uma quantia considerável em serviços de entretenimento de streaming e sob demanda. A Coreia sai na frente com US$ 42,68 por mês em comparação com US$ 33,58 nos Estados Unidos e US$ 34,82 no Reino Unido.

A CTV abre oportunidades novas para a segunda tela

A pesquisa da Adjust também destaca quão disseminada a segunda tela se tornou pelo mundo, com a ascensão da Connected TV (CTV). Em média, mais de três quartos (76%) dos entrevistados usam seus celulares mobile ao assistir à televisão; esse comportamento de audiência é mais pronunciado em Singapura e na China (ambos com 85%), seguidos de perto pelos Estados Unidos (83%).

Os aplicativos sociais são a escolha número 1 de quem usa uma segunda tela — a opção de 65,4% dos entrevistados, em média —, seguidos pelos aplicativos de banking (54,9%) e jogos (44,9%). Os usuários de segunda tela na Ásia-Pacífico têm um apetite saudável por aplicativos de delivery de comida, com o uso mais forte na China (65,2%), Coreia (36,6%) e Singapura (48,2%).

Image by mohamed Hassan from Pixabay

Os anunciantes podem explorar a tendência da segunda tela colocando um CTA nos anúncios de TV, por exemplo, com o download do aplicativo via um código QR. Isso tem o potencial de criar uma experiência totalmente nova e interativa com a marca em dois dispositivos.

Para mais insights, baixe o relatório completo aqui.

Metodologia

O Relatório Mobile Streaming 2021 baseia-se em uma pesquisa de consumo conduzida pelo Censuswide em nome da Adjust, a partir de uma pesquisa global com 8.000 consumidores de streaming de TV/vídeo com mais de 16 anos. A pesquisa usa amostras representativas nacionalmente de 1.000 consumidores de streaming de TV/vídeo em cada um dos seguintes países: Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Cingapura, Coréia e China entre 6 de novembro de 2020 e 10 de novembro de 2020, e os EUA entre 23 e 29 de setembro de 2020.

Fonte: aboutCOM

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Coluna Propaganda&Arte

O que importa é o conteúdo?

A sabedoria popular já diz que não importa a embalagem, não importa o visual de uma pessoa, o que importa é o conteúdo. Isso é utilizado tanto no mundo do marketing para valorizar a qualidade de entrega de uma solução, acima até mesmo de uma embalagem bonita, como também é aplicada no mundo dos relacionamentos, quando falamos que não devemos julgar um livro pela capa ou a pessoa pela “cara”.

Se por um lado, queremos passar uma ideia de que não nos levamos pelo visual das coisas, por uma questão de ética e valores pessoais, o mundo vive 100% do visual. Veja as redes sociais que mais bombam, que se pautam em imagens, Instagram e Youtube, só para citar algumas delas.

Nesse momento, muitas marcas fazem bonito nas redes sociais, com imagens lindas, produtos bem fotografados e modelos apresentando seus produtos com efeitos modernos. Porém, um relacionamento de longo prazo não pode parar por aí, certo?

Marketing de Conteúdo, isso sim é bonito!

O Marketing de Conteúdo não é novidade, já era aplicado desde o tempo em que a Pirelli, famosa marca de pneus, disponibilizava Guias de cada cidade indicando restaurantes interessantes para se passar em suas viagens. Ou seja, o Marketing de Conteúdo só evoluiu com o digital.

A primeira etapa para se criar conteúdo, atrelado a uma marca, é identificar qual o objetivo da marca ali no digital, que pode ou não ser nas redes sociais. Se ela realmente tiver isso claro, poderá gerar relacionamento verdadeiro e fomentar as vendas naturalmente, pois estará pautada em uma relação honesta e útil. Vamos aos passos!

1- Crie uma Persona
Este é o momento de estudar seu público-alvo. Vá além do básico, idade, sexo, profissão e localização é só o início de uma jornada de estudos para entender o que toca seu cliente. Vamos descobrir os medos, inspirações, relação com as redes sociais, costumes e culturas de compra. Depois, você pode criar um personagem fictício cheio de verdades nele e esta será sua Persona: Maria, 40 anos, moradora de São Paulo, gosta de visitar museus, usa mais Facebook que Instagram, gosta de viajar com as amigas para cidades litorâneas, está em busca de um amor. Viu? Cheio de detalhes, né?

2- Crie uma Voz e Tom da marca
A Voz da sua marca é justamente toda a personalidade que ela vai ter nas redes sociais. Vai ser extrovertida, inspiradora, dinâmica, interessada em ajudar as pessoas, etc.? Depois defina o Tom dessa comunicação, que pode ser cômica, cheio de gírias do momento, ou séria, usando termos incomuns, chamando os seguidores de algum apelido diferente. Vale tudo para criar uma “cara” para sua marca nas redes e conectar com seu público!

3- Levante os canais mais pertinentes
Como eu já criei a Persona Maria ali acima, fica fácil. Ela usa mais o Facebook, então vamos criar canais de comunicação para este ambiente. Vamos também pensar em canais próprios, para não ficarmos dependentes de alguma rede ou de algum algoritmo que domina as suas ações e resultados. Um site, um grupo no WhatApp, Telegram, Newsletters e outras formas de contato independentes são bem-vindas, pois você pode criar um banco de dados próprio para você cuidar e nutrir da melhor forma possível, criando suas próprias regras e se tornando livre.

4- Crie uma estrutura de temas e editorias
Agora sim, vamos criar os conteúdos, de preferência conteúdos úteis, de fácil compreensão, agradáveis e com um estilo bem próprio! Muita gente começa por aqui, nessa hora podemos errar por desconhecer o público que irá ser impactado. Cada conteúdo deve ser bem pensado, equilibrando o que será conteúdo puro, útil e de cunho de relacionamento e quanto deste conteúdo será comercial, focado em apresentar seu produto e serviço, da melhor forma possível para não soar chato. Alguns falam de 80%/20% para conteúdo de relacionamento e comercial, deixando o foco maior para criar conexões com clientes e potenciais clientes. Sem esquecer que no final do dia, você precisa vender!

5- Crie metas, métricas e relatórios para melhorias
A estratégia precisa estar casada com aquele objetivo inicial que levantamos no começo. Se sua marca está nas redes sociais para explicar como usar os produtos, mudar uma imagem ou apenas criar relacionamento, crie métricas e metas para seu sucesso. Caso contrário, você ficará preso a número superficiais como seguidores, curtidas e engajamentos que não dizem muito. Do que adianta tudo isso, se você não sabe para onde está indo? Algumas pesquisas, análises mais profundas e melhorias contínuas devem ser consideradas nessa etapa. Quem sabe você repense até mesmo a rede social onde você está atualmente e abra possibilidades para outras redes. Ou mude a forma de levar o conteúdo, pensando em outros formatos.

O mundo é dinâmico, você e sua marca também precisam ser. Isso sim é ir além de um rostinho bonito e focar na essência. Conteúdo é tudo!

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Vaga para Assistente de Planejamento e Criação de Conteúdo

Vaga é para atuar na Conecta

*Trabalho presencial em São José dos Campos, confira abaixo os requisitos:

Formação: Áreas da comunicação



Requisito Técnicos:

– Redação em língua portuguesa impecável;
– Gostar de trabalhar com Social Media;
– Conhecimento das regras gramaticais;
– Experiência com Marketing de Conteúdo (Redação para Mídias sociais, Landing Pages, Funis de Vendas e E-books).

Requisitos Pessoais:

– Ser responsável;
– Saber trabalhar em Equipe;
– Saber dar e receber feedback;
– Ter capacidade de síntese;
– Ser proativo e saber resolver problemas

Responsabilidades:

– Desenvolver linha editorial de conteúdo para Mídias Sociais;
– Interpretar e desenvolver a Persona junto aos clientes;
– Revisar e criar copy/textos persuasivos para anúncios no Facebook, Instagram, Linkedin junto ao responsável pelo tráfego;
– Desenvolver fluxo de comunicação para Funis de Vendas (Sequência de E-mails, E-books, Infográficos e etc);
– Participar, dar ideias e formatar campanhas de Marketing Digital.

Interessado? Envie seu currículo por e-mail para contato@conectamkt.com , com o assunto : Planejamento e Criação de Conteúdo

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