Loja Obra Fácil oferece apoio ao projeto de revitalização da portaria do Parque Vicentina Aranha

Com técnica retrofit, a reforma inclui novos sanitários no local

A Obra Fácil, loja referência na venda de produtos Deca e acabamentos para reforma e construção na região do Vale do Paraíba, oferece apoio/incentivo construtivo, junto ao grupo Dexco e execução pela Oka, ao projeto de revitalização da portaria do quase centenário Parque Vicentina Aranha. O local, que já foi palco de muitas histórias na cidade de São José dos Campos, ganhará novos banheiros e uma nova aparência graças ao apoio da loja junto à curadoria da arquiteta Valéria Costa e execução da arquiteta Andressa Martins Tavares e da designer de interiores Caroline Fonseca Araújo.

Projeto da portaria do Parque Vicentina Aranha após a revitalização

O projeto de retrofit, ou seja, uma técnica de revitalização de construções antigas, acaba de ser iniciado e contempla a parte interna, com destaque para os banheiros, e melhorias na infraestrutura da edificação, respeitando os parâmetros definidos nos tombamentos, e os elementos originais históricos e arquitetônicos.

Segundo Camilo Penna, sócio da Loja Obra Fácil, as profissionais convidadas para o projeto têm como principal objetivo transformar as edificações do passado, adaptando-as às necessidades atuais. “As escolhas dos produtos da Deca e Portinari para esse projeto são certeiras. Produtos de qualidade, que vão dar mais modernidade para os banheiros e vão durar por muitos anos”.

Para a Obra Fácil, estar envolvida em um projeto como este é retribuir à cidade a ótima recepção que tiveram com a chegada do grupo. “Nosso objetivo é trazer melhorias como forma de gratidão, ou seja, fazer algo relevante para os cidadãos, usuários e funcionários do parque, que é um espaço de extrema importância para a cidade de São José dos Campos”, ressalta Camilo.

Para a arquiteta Valéria Costa, utilizar da técnica retrofit para esse projeto é garantir melhorias nas instalações e modernizar sem descaracterizar seus elementos originais e históricos. “Vamos fazer uma espécie de atualização, sem mexer na identidade do projeto. Os materiais da Deca e Portinari, oferecidos pela Loja Obra Fácil nos dão essa liberdade, pois por mais moderno que eles sejam, existem modelos que se adaptam perfeitamente”, explica a profissional.

Aldo Zonzini Filho, diretor-executivo da AFAC – Organização Social de Cultura, gestora do Parque Vicentina Aranha, ressalta que a dedicação e o empenho da Loja Obra Fácil em revitalizar a portaria do Parque é motivo de muita alegria e satisfação. “A AFAC trabalha intensamente para firmar parcerias que visem a revitalização e o restauro das edificações históricas do Parque Vicentina Aranha, além da manutenção de todos os espaços”, conclui.

Sobre o Parque Vicentina Aranha

Localizado na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo, foi inaugurado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 27 de abril de 1924, como Sanatório Vicentina Aranha. Era um dos maiores centros para tratamento de tuberculose da América Latina, foi o primeiro sanatório de São José dos Campos e um dos primeiros do país. É tombado como patrimônio histórico pelo COMPHAC (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município de São José dos Campos) e CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e turístico). Desde 2007, funciona como Parque Vicentina Aranha, de propriedade do munícipio de São José dos Campos, estando sua gestão, desde 2011, a cargo da AFAC- Organização Social de Cultura, a qual promove a recuperação das edificações com obras de manutenção e restauro, além de uma vasta e diversificada programação cultural e de qualidade de vida.

Sobre a Obra Fácil São José dos Campos

Há mais de 18 os no mercado da construção civil, a Loja Obra Fácil é conhecida pelo seu comprometimento e eficiência no atendimento. Atualmente são seis unidades na região metropolitana de São Paulo e uma no interior na Avenida São João, 85, em São José dos Campos. Com uma área de 500m² bem distribuída, a loja possui ampla exposição de produtos e displays funcionais para que o cliente possa usufruir de uma experiência sensorial antes da compra. Os mais recentes lançamentos e os ícones da Deca fazem parte dos produtos encontrados na loja que é considerada a maior revendedora da marca no Brasil. Além disso, conceituadas marcas como Hydra, Tramontina, Mekal, Crismoe, Ralo Linear e Immersi (Grupo Doka) também fazem parte do portfólio da Obra Fácil SJC.

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis

 

O valor do rebranding e quando ele se faz necessário

por Fernando Andreazi*

Normalmente, um processo de rebranding se faz necessário quando uma empresa não consegue se identificar com a marca que a representa, tanto do ponto de vista interno quanto externo, ou seja, as pessoas, público ou colaborador, olham o site, o logo, a marca e entendem que aquilo não representa a cultura da empresa. Outra questão importante é quando, ao se apresentar para potenciais clientes ou buscando desenvolver parcerias, é preciso um longo discurso para transmitir a essência real daquela marca, quais seus diferenciais e atributos. Isso acontece quando uma marca, por si só, não conta uma história.

Imagem por Brimbus Production Pvt Ltd de Pixabay

Antes de considerar um trabalho de rebranding, é preciso saber que não estamos falando de uma campanha publicitária. Enquanto o objetivo da publicidade é trazer resultados a curto prazo, o rebranding promete e, quando bem feito, cumpre, uma evolução a médio e longo prazo. Tudo depende da evolução e da consistência do reposicionamento ao longo do tempo. Inclusive, não é incomum em um processo de rebranding, que momentaneamente as vendas sejam reduzidas, uma vez que uma nova marca pode causar certa estranheza de alguns clientes e fãs da marca como ela existia. Mas ainda que você não veja um resultado convertido em vendas no momento em que se reposiciona, ao longo do tempo você vai estar em um lugar que seus concorrentes não estão: criando um espaço só seu na cabeça e nos sentimentos das pessoas, e isso é muito valioso.

O valor de marca é muito significativo porque vai além do produto, é sobre os sentimentos que aquele produto traz. O que aquilo simboliza na vida das pessoas, o que diz sobre os valores da marca e do consumidor, e isso só acontece com o tempo e consistência da marca. Quando uma marca é consolidada, seu produto carrega todos os atributos positivos que ela traz. Um exemplo: se a Apple lançar um saleiro, já sabemos que aquele produto vai trazer todos os atributos que vêm com a marca como design, tecnologia, minimalismo, funcionalidade, simplicidade, não terá um custo baixo e vai te surpreender por ser diferente de outros saleiros. Por mais que seja um exemplo um tanto inusitado, se você concorda, mostra a consciência de marca, e isso, não é construído da noite para o dia.

Uma coisa fundamental de termos consciência é que o trabalho de branding é feito em cima da verdade e nunca da mentira. Devemos partir do pressuposto que de fato aquela marca consegue entregar o que propõe, de verdade. Às vezes, uma campanha publicitária pontual pode fazer uma promessa infundada mas o mesmo não acontece com a marca, que só vai criar relevância e se construir ao longo do tempo se os seus produtos e serviços entregarem o que ela promete. É como naquela frase que diz que você pode enganar algumas pessoas algumas vezes, mas você não pode enganar todas as pessoas por muito tempo.

E quando um trabalho de rebranding é fundamental? Posso dizer que você vai economizar o dinheiro investido para convencer as pessoas sobre um produto específico que você tenha. O valor de marca é uma combinação de produto com o trabalho de design e criação para que tenha muita história para contar. Talvez, um produto sozinho não conquiste um espaço, assim como a marca sozinha, sem um produto a altura, não consiga construir uma história consistente.

Uma das coisas legais de estar envolvido com branding é que, quando criamos uma marca, levamos em consideração os movimentos da sociedade, as vontades da população em geral, as tendências, e isso acontece a partir de muita escuta e pesquisa. A marca, de certa forma, embarca em movimentos já existentes e isso ajuda muito a ser pertinente e relevante. Quando estou com meu o meu estúdio, envolvido em uma criação ou reposicionamento, nos inspiramos em movimentos de design e criação no Brasil e no mundo, porque isso dá sempre a frente do mercado, e combina com uma dose de ousadia para conseguirmos criar no que não existe e apostar em marcas que terão um bom engajamento tanto interno quanto externo.

Sim, o engajamento interno é muito importante, porque é comum vermos resistência de times internos ao longo de um processo de rebranding quando há anos convivem com os elementos de uma marca, seja o logo, as cores ou as frases. Neste sentido, precisa existir um trabalho da consultoria ou do estúdio de criação para conseguir, aos poucos, quebrar as verdades absolutas que existem na cabeça de algumas pessoas. Às vezes o que é icônico para quem está dentro, é algo que poderia ser mudado sem problemas para quem está fora, e isso é mais um sinal que uma mudança faz sentido e é necessária.

Também é preciso lembrar que o trabalho não termina no brandbook, que é o resumo do trabalho de marca. Precisa ser implementado de forma consistente. Não adianta mudar o logo e a fachada se aquilo não estiver presente nas campanhas, nas ações, nas interações. O rebranding não é a solução para todos os problemas e sim um ponto de partida, e tudo o que vem a seguir precisa responder a esse ponto de partida para viver o seu máximo e atingir o objetivo proposto.

*Fernando Andreazi é diretor criativo do estúdio de estratégia e criação Rebu. É especialista em criar narrativas, estratégia e posicionamento, experiência de marca, redação e naming, já tendo dado nomes para marcas como Dengo, Nude, Trilha, entre outras, e participado do reposicionamento de marcas como Inter e Bacio di Latte.

O poder transformador do Brand Health para o ecossistema de relacionamento da marca

*Por Anderson Passos

“Na Vedacit, priorizamos o estudo de mercado como peça fundamental de marketing para desenhar novas estratégias e comportamentos associativos”

Decisões estratégicas devem ser tomadas a partir de avaliações criteriosas. Na área de marketing, muitas vezes, os índices são projetados de forma subjetiva e este é um grande erro. Ainda mais quando se trata de trabalhar a marca, seu posicionamento, valor, potencial e sua representatividade, ou seja, o “Brand Equity”, mesmo compreendendo suas características inerentes a um ativo inatingível.

É justamente nessa convergência que entra a importância dos estudos científicos, pesquisas de mercado, que devem ser utilizados para obter conhecimentos aprofundados sobre cenários adjacentes entre stakeholders, tomadas de decisões e identificação de oportunidades e diminuição de riscos. Algumas técnicas poderosas para essas ações podem ser efetivas com o auxílio de uma estruturação de “Brand Health”.

Esse é um processo que utiliza ferramentas de marketing com a orientação de dados para compreender como a marca se relaciona com seus públicos estratégicos e como está posicionada diante da concorrência. Além disso, traz um panorama sobre o impacto dos propósitos de atuação do negócio e sua imagem frente à toda cadeia de relacionamento.

Atributos de satisfação também são avaliados e considerados como indicadores fundamentais de associação da marca com sua grade de valoração. E por que essa análise é tão imprescindível às marcas? Será que o investimento em pesquisa é realmente válido?

O mundo mudou e as relações de consumo estão cada vez mais focadas na identificação direta com um produto ou serviço. Ainda mais em um cenário pandêmico, no qual fomos obrigados a repensar nossos valores, somos também convidados a ter novas atitudes e posicionamentos.

Um recente estudo publicado pelo “The Boston Consulting Group – BCG”, instituição de reconhecimento global em pesquisa, destacou o quanto o consumidor indica intenção de priorizar produtos de maior valor – seja em categorias mais caras ou marcas premium – em vez de aumentar seus gastos ampliando apenas volume de compra. A pesquisa aponta ainda que o brasileiro está procurando produtos que sejam saudáveis, que apresentem melhores resultados e tenham qualidade superior ao de concorrentes e esse comportamento não deve mudar nos próximos anos.

Veja a fonte aqui.

Deixo aqui a provocação sobre como as marcas estão desenhando suas estratégias e o quanto investem em pesquisas para compreender como está o relacionamento com os stakeholders.

Algumas empresas simplesmente definem suas prioridades para a conclusão de metas pontuais. Essas empresas podem até criar propósitos, mas são muitas vezes vazios e desconectados com seus públicos. Aliás, seus valores são meramente discursos que soam bem, mas não representam de fato os atributos de seus produtos e serviços.

Por outro lado, empresas que enxergam que precisam entregar soluções completas, selecionam de forma cuidadosa seus critérios e incluem esses aspectos no dia a dia com todos os agentes de relacionamento, desde o público interno até o externo. Essas marcas que usam valores centrais como padrões de relacionamento são aquelas que mantém os avanços na direção certa.

A conexão entre a marca e o consumidor deve existir como um elo de confiança. E para que isso aconteça, seus zeladores precisam compreender o percurso de sua individualidade na cadeia de relacionamento. É um convite ao reconhecimento da “alma da marca”. Gosto sempre de lembrar o pensamento de William Lyons, que ergueu uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a Jaguar. Para Lyons, uma marca é sinônimo de estilo, performance e compromisso total com a qualidade.

E aí? Como está seu “Brand Health”?

* Anderson Passos é gerente de Marketing e Relacionamento com o Cliente na Vedacit, líder no mercado de impermeabilização. Formado em Comunicação Social na PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica), com MBA em Marketing com módulo internacional na FGV-Campinas (Fundação Getúlio Vargas) e Babson College em Boston (EUA) e aluno especial de mestrado em Semi-ótica e Rituais de Consumo em Marketing na USP (Universidade de São Paulo). Possui 21 anos de experiência em Comunicação Corporativa, Marketing Institucional, Relacionamento com a Imprensa, Eventos, SAC e Assistência Técnica, com atuação em empresas de grande porte multinacionais e nacionais.

Áudio Branding: como usar de forma eficiente na estratégia de marketing da sua empresa

Áudio Branding é uma ferramenta de neuromarketing altamente eficaz que utiliza música e sons para transformá-los em um tipo mantra da marca com o objetivo associar ideias e valores a ela

Áudio branding faz parte da imagem de um produto ou serviço e vai além da imagem visual em campanhas ou redes sociais. É sobre o uso de sons e música para se conectar de forma proativa e emocional com consumidores nos setores B2B (Business-to-Business) e B2C (Business-to-Consumer). Dessa forma, as empresas conseguem construir uma história sólida capaz de fazer com que os usuários se identifiquem com os valores de sua marca e, além disso, se diferenciem de seus concorrentes, proporcionando grande valor agregado.

Imagem de Daniel Friesenecker do Pixabay

Desde os tempos antigos os seres humanos foram capazes de conectar suas emoções e memórias com estímulos sonoros. Na verdade, considera-se que costumamos lembrar 80% mais do que ouvimos do que do que vemos. Os sons geram uma reação na mente das pessoas ao gerar dopamina, um hormônio responsável – entre muitas outras coisas – pela atenção e motivação. As pessoas percebem o mundo por meio de seus sentidos e a maioria das decisões que tomamos são feitas inconscientemente. Por isso, é necessário que as empresas pensem em estimular os sentidos de seus públicos ao longo da jornada do cliente.

Conheça os benefícios da ferramenta para sua marca

Você tem coragem de considerar a o Áudio Branding em sua estratégia de marketing digital? Aqui estão 5 benefícios que irão convencer você:

Desperta emoções: quem desenvolve estratégias de marketing sensorial sabe muito sobre isso. Se usado corretamente, o som pode ter um efeito poderoso em sua marca pelas sensações que provoca.

1. Maior poder de atenção: um logotipo visual requer um maior esforço de atenção. Por outro lado, um logotipo sonoro vai direto à mente, influencia as emoções e, além disso, o comportamento do consumidor.

2. Melhora a recordação da marca: Ouvir um som ativa a seção de memória do cérebro, gerando top of mind. Quem não naturalizou o “ta-dum” do Netflix antes de assistir a uma série, filme ou documentário na plataforma?

3. Define a personalidade da marca: ao humanizar as marcas e torná-las mais atraentes, as pessoas reagem mais rapidamente ao som do que a outros estímulos. É uma forma de aprofundar a sua personalidade online e mostrar-se como uma empresa próxima.

4. Constrói lealdade: o objetivo de investir tempo e recursos em sua estratégia de branding de áudio é gerar conversão e lealdade de longo prazo, e não ser viral e passageiro.

Áudio Branding no mercado B2B

Além dos usos óbvios da ferramenta em marcas do setor B2C, o que acontece no campo B2B? A realidade é que quase qualquer produto ou serviço neste nicho pode ser utilizado para melhor se conectar com seus públicos, portanto, as identidades sonoras em marcas B2B utilizadas de forma inovadora também têm um impacto significativo, permitindo que elas se diferenciem no mercado. Um exemplo claro é a identidade sonora da Intel. Por mais que seus produtos sejam componentes de dispositivos que todos nós usamos, podemos reconhecer rapidamente sua identidade sonora sempre que a ouvimos.

“As marcas B2B estão adotando cada vez mais o uso de identidades sonoras para se diferenciarem de seus concorrentes, visando gerar maior fidelidade em seus canais de distribuição, parceiros ou parceiros, por meio de suas ações promocionais, programas de incentivo e geração de leads”, explica Ari Lisjak, CEO da Isource Marketing.

Empresas que usam marcas de áudio que inspiram

São muitos os exemplos icônicos de Áudio Branding. Confira abaixo os mais famosos:

· Intel: Criado pelo músico austríaco Walter Werzowa nos anos 80, este áudio de apenas 3 segundos se tornou um dos mais reconhecíveis da história. Uma sequência simples de 5 notas.

· Apple: Basta ouvir esta série de sons do primeiro Mac de 1984 em diante para sentir quase um calafrio ao reconhecer com qual deles se identifica.

· Microsoft Windows 95: Embora a Apple tenha sido uma revolução em termos “criativos”, o Windows atingiu a marca com o lançamento do Windows 95 ao contratar o ícone pop Brian Eno para compor seu som de inicialização.

· Netflix: O som distinto da Netflix antes de cada série ou filme – como mencionamos acima – está sendo bastante repetida atualmente.

· MGM Estúdios: O áudio foi criado originalmente em 1916 pelo executivo Howard Dietz. O Leão ícone da marca deu seu primeiro rugido sonoro em julho de 1928 para a estreia do filme Sombras Brancas nos Mares do Sul.

Ouça com atenção

Este o momento ideal para as empresas do setor B2B e B2C refletirem sobre como apresentar ao mundo de forma consciente e eficaz o som de suas marcas. Seu uso ajuda a conectar holisticamente os esforços de branding e, por incrível que possa parecer, muitas empresas deixam de fazê-lo quando se trata de criar identidades de marca fortes. Por isto aproveite o momento e coloque em sua estratégia de Marketing o Áudio Branding – você irá se surpreender com os benefícios que trará para sua marca.